No Hospital Geral da Machava há homens, mulheres e até crianças internados a busca de cura para a doença que, anualmente, afecta uma média de 150 mil pessoas em todo o país, das quais 22 mil terminam em morte.

E é a partir daqui que chegam relatos de diminuição do número de refeições que os doentes internados tinham direito, facto que pode comprometer o tratamento.

Às declarações dos doentes, a directora do hospital desmente, reconhecendo apenas que houve corte de refeições para funcionários que não trabalham no turno da noite.

Nesta unidade sanitária, dos doentes com tuberculose tem direito a três refeições diárias, como ilustra o menu. Mas a hora do jantar pacientes tem direito, apenas, a uma sopa.

O País