O Movimento Democrático de Moçambique (MDM), disse estar preparado para governar, apontando avanços nos municípios que controla como prova de capacidade.

Estamos interessados e preparados para governar, estamos a demonstrar isso nos municípios que governamos“, afirmou, em conferência de imprensa, o porta-voz do MDM.

Falando à margem da II Congresso do MDM, que decorre desde terça-feira no município de Nampula, o porta-voz do terceiro maior partido moçambicano, Sande Carmona, declarou que a organização quer ganhar as eleições autárquicas de 2018 e as gerais (presidenciais, legislativas e provinciais) de 2019.

Temos ideias para transformar Moçambique num país atractivo para todos viverem“, acrescentou Sande Carmona.

Os progressos registados nos quatro municípios governados pelo MDM, prosseguiu, demonstram a capacidade do partido de elevar as condições de vida da população.

Deste congresso, sairão orientações para o Conselho Nacional e para a Comissão Política prepararem com afinco as condições para as próximas eleições autárquicas e gerais“, frisou Sande Carmona.

Na abertura do II congresso, o presidente do MDM, Daviz Simango apontou 2018 como um ano decisivo para a democracia moçambicana, numa alusão ao facto de nesse ano começar a jornada eleitoral que arranca com as autárquicas e culmina com as eleições gerais em 2019.

O partido realiza o congresso na cidade de Nampula, terceira principal cidade moçambicana, onde a 04 de Outubro foi morto a tiro à porta de casa o edil, Mahamudo Amurane, eleito em 2013 pelo MDM.

Mahamudo Amurane mantinha divergências públicas com o MDM e já tinha manifestado a intenção de se recandidatar em 2018 sem o apoio do seu partido.

Além de Nampula, o MDM, fundado em 2009, controla os municípios da Beira, segunda cidade moçambicana, Quelimane, quarta principal cidade do país, e o município de Gúruè.

A Bola

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