A Polícia da República de Moçambique (PRM), em Massinga, província de Inhambane, deteve esta semana três indivíduos suspeitos de desenterrar o corpo de um albino falecido em 2011.

De acordo com o Comandante da PRM naquele distrito, Jonas Feliciano, os acusados desenterraram os ossos do albino e então, preparavam-se para viajar até o distrito de Chiúre, em Cabo Delgado, onde os ossos seriam vendidos ao preço de 4 milhões de meticais.

Os suspeitos confessos, descobertos após uma denúncia popular, contaram que o seu mandante é um empresário tanzaniano, mas foi por intermédio de um moçambicano que receberam o trabalho. “Cavámos órgão de um albino em Malova. Fomos mandados em Cabo delgado eu e o Geraldo. Ele disse que tem pessoas que compram”, afirmou um dos suspeitos de 32 anos.

Um outro integrante do grupo, de 28 anos idade, foi quem mostrou o local onde se fez a exumação do corpo do albino falecido em 2011.

RM