Um elemento da segurança do Hospital Central de Maputo, identificado pelo nome de Frey, está a ver o sol aos quadradinhos na 5ª esquadra, em Maputo, acusado de cortar um tubo de oxigénio através do qual respirava um doente de 47 anos de idade.

A Polícia da República de Moçambique (PRM) disse que o acto aconteceu na semana de 15 a 21 de Fevereiro corrente e houve uma tentativa deliberada de acabar com a vida do enfermo por motivos ainda não esclarecidos.

No período em alusão, a PRM deteve, na 3ª esquadra da capital do país, duas cidadãs chamadas Bernarda e Atália, de 33 e 38 anos de idade respectivamente, empregadas domésticas, em virtude de terem sido surpreendidas a roubar 5.400 dólares e 1.400 rands na residência onde trabalhavam.

Na 11ª esquadra, também, da capital do país, está detido um sul-africano identificado pelo nome de Stiven, de 38 anos de idade, por posse de 59 ampolas de cocaína. Ele desembarcou no Aeroporto Internacional de Maputo num voo da TAP.

Um grupo de desconhecidos introduziu-se na residência de um cidadão que responde pelo nome de Ernesto, 35 anos de idade, comerciante, e, com recurso a uma arma de fogo de tipo AK47, apoderaram-se 199 mil meticais, um cheque no valor de 192 mil meticais e, em seguida, violaram a esposa. Este crime hediondo deu-se no bairro do Zimpeto, em Maputo. Os meliantes estão detidos na 5ª esquadra mas o cabecilha está em parte incerta.

No distrito de Manhiça, na província de Maputo, um bando alvejou mortalmente três pessoas que se faziam transportar numa viatura e atearam fogo na mesma. Na província de Manica, a corporação deteve André Joaquim, 72 anos de idade, por violação a uma menor de oito anos de idade.

Ainda naquele ponto do país, um cidadão identificado pelo nome de Hortêncio está preso indiciado de sequestro de uma bebé de apenas 21 dias de vida. Na mesma semana a que nos referimos, a PRM deteve 1.308 indivíduos por violação de fronteira e foram repatriados da República sul-africana 69 moçambicanos, dos quais 66 homens e três mulheres.