
Segundo relatos da avó, cansada de ser objecto de maus tratos, protagonizados pelo referido marido, que incluíam agressões físicas, decidiu procurar, algures, um local que outrora pertencera aos seus ancestrais para, por um lado, segundo ela, dar resposta à vontade dos espíritos dos seus antepassados, que a chamavam para aquele local e, por outro, para salvar as duas menores desprotegidas.
Segundo relatos de Adérito Suaze, gestor da organização Visão Mundial, alertados da situação, de imediato foram tomadas diligências junto das autoridades comunitárias locais, de forma a se encontrar uma solução para aquele triste caso.
A primeira acção tomada pela Visão Mundial, de acordo com a nossa fonte, porque as crianças se encontravam num estado bastante avançado de desnutrição, foi de contactar uma nutricionista no Hospital Rural de Mandlakaze para a recuperar o estado de saúde dos petizes, facto que se consumou em menos de duas semanas.
A etapa seguinte foi o da construção de uma casa melhorada, num local previamente indicado pelas autoridades locais. De acordo com Adérito Suaze, esta intervenção enquadra-se no âmbito geral das actividades inerentes ao Programa Patrocínio à Criança levado a cabo por aquela organização humanitária, que abrange as zonas de Mazucane e Nguzene onde assiste mais de 3300 crianças.














