Pastores da Igreja Mundial do Poder de Deus queixam-se de expulsões injustas
Três pastores da Igreja Mundial do Poder de Deus acusam a direcção da mesma de os ter expulso por não terem cumprido as metas, o que consideram ser injusto. O facto ocorreu na manhã de ontem, em Maputo.
O atraso no pagamento de salários aos pastores, o tratamento indigno e o cumprimento de metas na angariação dos dinheiros dos crentes para a igreja são os principais problemas que os mesmos levantam. “Eles dizem que nós estamos a gastar dinheiro, enquanto não conseguimos atingir as metas que nos dão”, desabafou o pastor Celso Arlindo .

O pastor acrescentou ainda que está doente e, quando solicitou ajuda na igreja, o seu pedido lhe foi recusado prontamente. “Fui abrir um processo no hospital porque estou doente. Fui à igreja pedir ajuda  e o bispo recusou-se a pagar o meu tratamento, alegando que estou a ser despesa na igreja, porque, ao invés de meter dinheiro, estou a gastar”, explicou.  

Dois dos três pastores expulsos viviam na mesma flat, no quinto andar do prédio Miguel, na cidade de Maputo. E, quando a nossa equipa de reportagem se dirigiu ao local para apurar os factos, à entrada do prédio, encontrou o vice-presidente da igreja, Amiel Frio. Logo, as partes começaram a trocar acusações.