Multidões fogem às fronteiras para deixar o Afeganistão após talibãs controlarem aeroporto de Cabul. Reino Unido abre negociações com o novo Governo afegão para garantir a retirada de cidadãos britânicos e aliados.
Longas filas foram registadas nas agências bancárias na capital afegã na quarta-feira (01.09). Com o vazio administrativo após a tomada do poder pelos talibãs, doadores estrangeiros não tem certeza sobre como responder à crise humanitária iminente.
As milícias islamistas concentraram-se em manter bancos, hospitais e maquinaria governamental em funcionamento após a retirada final das forças norte-americanas na segunda-feira, o que pôs fim a um transporte aéreo maciço de afegãos que tinham ajudado as nações ocidentais durante os 20 anos de guerra.
Com o aeroporto de Cabul inoperante, os esforços privados para ajudar os afegãos receosos das represálias dos Talibãs concentraram-se na organização de uma passagem segura através das fronteiras da nação sem fronteiras com o Irão, Paquistão e estados da Ásia Central.
Milhares de pessoas lotaram o posto de Torkham, na fronteira com o Paquistão. O mesmo foi registado em Qala, na fronteira com o Irão.
Mais de 1.07 milhão de pessoas foram completamente vacinadas contra a Covid-19, no âmbito da campanha nacional, o que corresponde a 6.3 por cento do total de indivíduos previstos.
Consideram-se completamente imunizadas as pessoas que tiverem tomado uma dose de vacina Johnson & Johnson ou duas doses das outras vacinas em uso no país.
O Ministério da Saúde espera elevar a cifra, tendo em conta que até próxima quarta-feira estará a administrar a segunda dose aos indivíduos abrangidos pela etapa complementar, cuja primeira ronda foi concluída a 25 de Agosto.
Entre os grupos prioritários, destacam-se pessoas com mais de 50 anos, residentes em zonas urbanas e vilas-sedes distritais, professores, funcionários e agentes do Estado, antigos combatentes, motoristas e cobradores de transporte de passageiros.
“Este feito é encorajador, sabida a importância das vacinas para evitar a ocorrência de formas graves da doença e por evitarem mortes devido à Covid-19”, refere a Direcção Nacional de Saúde Pública.
Entretanto, as autoridades sanitárias reportaram mais duas mortes devido à Covid-19, elevando para 1866 o cumulativo de óbitos, e ainda 438 infectados.
As vítimas são todas do sexo masculino, de 61 e 70 anos de idade, que se encontravam internadas em unidades sanitárias da Zambézia e Sofala. Os dados apontam para a estabilização da taxa de positividade, com 13.2 por cento das amostras a testarem positivo para a doença.
A província da Nampula registou 126 casos, seguida de Cabo Delgado, com 99 infectados. Registaram-se sete internamentos de pessoas com complicações associadas à doença, enquanto 15 receberam alta, devendo prosseguir com o tratamento nas suas casas.
Os dados de actualização diária indicam que 121 pacientes estão internados no país, 51.2 por cento dos quais nos centros de isolamento da Polana-Caniço, Mavalane, Hospital Central de Maputo e hospitais privados da capital.
O número de pacientes recuperados da Covid-19 subiu para 134.400 com o registo de mais 826. Neste momento, o país tem 10.484 casos activos, a maioria na cidade e província de Maputo.
A África do Sul anunciou na quarta-feira (01) que “não está em condições” de acolher em seu território refugiados afegãos que fugiram do país depois que o Talibã assumiu o controle de Cabul em 15 de agosto.
“Infelizmente, o governo sul-africano não está em condições de responder a tal pedido”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores da África do Sul em comunicado. O país foi solicitado a acolher temporariamente refugiados afegãos no Paquistão, que mais tarde se mudariam para um destino final, informou o Ministério.
A África do Sul já acolhe um número significativo de refugiados e deve responder às suas necessidades. A maioria deles se beneficia de cuidados de saúde gratuitos e assistência social”, destacou.
A África do Sul, principal potência industrial do continente, acolhe milhões de migrantes.
Os talibãs comemoraram sua vitória no Afeganistão na terça-feira, um dia após os últimos soldados americanos deixarem o país. A retirada foi concluída depois de uma guerra de 20 anos desencadeada pela intervenção de uma coalizão internacional liderada por Washington para expulsá-los do poder, após os ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, no uso das competências que lhe são conferidas, nomeou através de Despacho Presidencial Rogério Lucas Zandamela para o cargo de Governador do Banco de Moçambique.
Paulo Vahanle é pressionado a revelar a origem dos recursos para construção de ruas e ampliação da coleta de lixo. Edil de Nampula não quer dizer o “segredo” e critica lentidão do Governo central para liberar recursos.
A ampliação de obras públicas e serviços na cidade moçambicana de Nampula – sobretudo nas componentes de construção de estradas em quase todos os bairros periféricos e limpeza urbana – está a preocupar a bancada da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) na Assembleia Municipal. Os parlamentares da FRELIMO questionam de onde vêm os recursos da edilidade.
Chicochi Quintino, vice-chefe da bancada da FRELIMO – o principal partido da oposição na autarquia – quer saber onde o edil Paulo Vahanle arranjou o dinheiro para custear tantas obras em curso. O parlamentar considera positivo o facto de a autarquia ser “palco de certas obras”, todavia quer saber quem financia o projeto ‘Limpa Nampula”.
“Gostaríamos de ter uma explicação detalhada sobre a proveniência dos fundos para a efectivação [dos projetos]”, diz Chicochi Quintino, vice-chefe da bancada do principal partido de oposição.
Os desastres climáticos estão a atingir o mundo quatro a cinco vezes mais e a causar sete vezes mais danos do que na década de 1970, mas menos mortos, disse a agência de meteorologia das Nações Unidas.
Estes desastres estão a matar muito menos pessoas, realça a Organização Mundial de Meteorologia, num relatório divulgado e que analisa mais de 11.000 desastres climáticos no último meio século.
Nas décadas de 1970 e 1980, os desastres mataram em média cerca de 170 pessoas por dia em todo o mundo. Na década de 2010, esse número caiu para cerca de 40 por dia.
Esta destruição ocorre porque há mais pessoas a habitarem áreas perigosas e porque as mudanças climáticas estão a provocar mais efeitos nefastos.
Presidente da Rússia, Vladimir Putin afirmou na quarta-feira (01) que a intervenção militar dos Estados Unidos no Afeganistão não conseguiu nada além de tragédia, perda de vidas e mostrar que é impossível impor valores estrangeiros a outras nações.
Durante uma palestra para adolescentes em uma instituição educacional no leste russo, Vladimir relatou que considera os Estados Unidos falhando ao abordarem um país que foi invadido pela União Soviética, referência feita ao Afeganistão.
“As forças dos Estados Unidos estiveram presentes neste território durante 20 anos e durante 20 anos tentaram… civilizar as pessoas que lá vivem, incutir as suas próprias normas e padrões de vida no sentido mais amplo possível desta palavra, inclusive no que diz respeito a a organização política da sociedade”, disse Putin.
Homem de 33 anos saiu da prisão em abril do ano passado. Agrediu mãe e uma vizinha para roubar dinheiro da pensão.
Um recluso de 33 anos, que cumpria pena de prisão em Coimbra por roubo, extorsão e ofensas à integridade física, foi libertado em abril do ano passado, graças ao regime especial de flexibilização de penas, devido à pandemia Covid-19.
Desde então voltou ao crime e, pouco depois, à cadeia. Está agora acusado pelo Ministério Público de oito crimes de roubo, extorsão e ofensa à integridade física – os mesmos pelos quais foi condenado em 2014.
Moçambique registou mais dois óbitos devido à Covid-19 e 438 infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, anunciou o Ministério da Saúde.
As duas vítimas mortais, de nacionalidade moçambicana, tinham 61 e 70 anos e os óbitos foram declarados na terça-feira, referiu o ministério, em nota de atualização de dados sobre a pandemia.
Segundo o documento, o país eleva o total acumulado de mortes para 1.866 e o de casos para 146.754, 91% dos quais recuperados da doença. Moçambique tem um total de 10.484 casos ativos e, destes, 121 estão internados.
Desde o anúncio do primeiro caso no país, em março de 2020, um total de 853.959 casos suspeitos foram testados, dos quais 3.332 nas últimas 24 horas. A covid-19 provocou pelo menos 4.518.163 mortes em todo o mundo, entre mais de 217,63 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia.
Crescem incidentes digitais em empresas africanas devido ao trabalho remoto na pandemia. Relatório de grupo de tecnologia africano indica que, somente no Quénia, 78% das empresas tiveram aumento de ameaças cibernéticas.
O risco de ataques cibernéticos a grandes, médias e pequenas empresas em África aumentou durante a pandemia da Covid-19, quando o trabalho remoto ganhou força. A informação consta num relatório lançado em Nairóbi na quarta-feira (01.09) e divulgado pela agência de notícias estatal chinesa Xinhua.
O estudo da Liquid Intelligent Technologies (LIT) – um grupo de tecnologia com unidades em 14 países africanos – compila dados sobre segurança cibernética em 2021 no Quênia, na África do Sul e no Zimbabué. Segundo o relatório, as ameaças à infraestrutura digital no setor privado dos três países aumentaram devido às brechas criadas pela rápida retomada do trabalho remoto durante a pandemia.
Ataques de piratas informáticos, violações de dados e Ransomware – um tipo de cobrança de resgate para desbloquear o computador – aumentaram à medida que as empresas intensificaram a automação para aumentar a eficiência durante a pandemia.
O Governo promete anunciar, nos próximos dias, as acções a tomar na sequência do acidente de viação que matou 32 pessoas em Maluana, distrito da Manhiça, província de Maputo, no passado mês de Julho.
Segundo o porta-voz do Conselho de Ministros (CM), Filimão Suaze, Vice-Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, aquele orgão, reunido, na terça-feira, na sua 31ª Sessão Ordinária, apreciou o relatório da comissão de inquérito independente, por si criada, para analisar e averiguar as causas do sinistro.
No dia 20 de Agosto, a comissão de inquérito independente que foi criada pelo CM procedeu a entrega formal do seu relatório ao Ministro dos Transportes e Comunicações, em representação do governo.
“Nesta sessão do Conselho de Ministros governo apropriou-se deste relatório e fez uma análise exaustiva. Havendo acções a serem tomadas, estas serão tomadas nos próximos dias e serão devidamente comunicadas”, disse a imprensa no final da sessão do CM.
Entretanto, a comissão de inquérito, concluiu que o acidente rodoviário foi causado por uma ultrapassagem irregular e excesso de velocidade.
Segundo informação partilhada pelo presidente da comissão, constituída para averiguar as causas do acidente, que envolveu um autocarro da transportadora Nhancale, o sinistro causou ferimentos a 27 pessoas, entre graves e ligeiros.
Segundo José Muchine, juiz conselheiro jubilado, o autocarro com passageiros abordo, seguindo no sentido Beira-Maputo, ensaiou uma ultrapassagem num local impróprio.
Apercebendo-se da inviabilidade da manobra, uma vez que no sentido contrário seguia um camião porta-contentor, o motorista do autocarro frustrou a ultrapassagem, indo embater neste camião e depois num outro que, na altura, se encontrava estacionado junto à estrada.
“Concluímos que o acidente foi causado por erro humano (ultrapassagem irregular e excesso de velocidade), uma vez que no local da ocorrência havia um sinal que proíbe aquele tipo de manobras”, explicou.
Elucidou que a velocidade com que seguiam os veículos envolvidos, nomeadamente o autocarro e o camião porta-contentor, facto aliado à carga que portavam, incluindo a do camião estacionado, concorreu para a gravidade do acidente.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um (1) Supervisor de Vendas de Moto. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director do Projecto. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Programa de Uniões Prematuras. Saiba mais.
O Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público pretende admitir para o seu quadro de pessoal cinquenta (50) Procuradores da República de 3.ª. Saiba mais.
A BNBC – Recrutamento e Selecção – Agência Privada de Emprego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Gestores Operacionais. Saiba mais.
A BNBC – Recrutamento e Selecção – Agência Privada de Emprego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores Operacionais/ Repositores. Saiba mais.
A BNBC – Recrutamento e Selecção – Agência Privada de Emprego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Supervisores de Vendas. Saiba mais.
A BNBC – Recrutamento e Selecção – Agência Privada de Emprego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cento e oitenta (180) Promotores de Vendas. Saiba mais.
A CRS pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Consultores para Avaliação participativa de Impacto de Intervenções de Sementes de Emergência. Saiba mais.
Duas pessoas morreram e sete ficaram feridas nas últimas 48 horas na sequência de dois tiroteios em Goma, capital da problemática província de Kivu Norte, na República Democrática do Congo.
Jean-Paul Elongi Wandikia, burgomestre da comuna de Karisimbi, a norte de Goma, afirmou à AFP que na segunda-feira à noite “bandidos armados dispararam sobre oito civis” nesta comuna e “uma [pessoa] morreu” devido aos ferimentos.
Durante a fuga, os atiradores “não identificados” levaram também uma mota, acrescentou o chefe do poder local.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) revelou que “não há provas” da presença do vírus Ebola na Costa do Marfim, após novas análises do Instituto Pasteur, em Lyon (França).
As novas análises incidiram em amostras colhidas de uma jovem da Guiné-Conacri apresentadas pelas autoridades da Costa do Marfim como estando infetada, desde meados de agosto.
“Com os novos resultados obtidos pelo laboratório de Lyon, a OMS estima que a paciente não tinha a doença do vírus Ebola e novas análises sobre a causa da doença estão em andamento”, refere um comunicado da OMS divulgado na noite de terça-feira.
Desde que a Costa do Marfim anunciou a detecção do caso, em 14 de agosto, numa guineense de 18 anos que chegou a Abidjan por estrada a partir do seu país, após uma viagem de 1.500 quilómetros, mais de 140 contatos pessoais foram investigados nos dois países, não tendo nenhuma outra pessoa apresentado sintomas da doença, nem revelado teste positivo para Ebola, diz a OMS.
Assim, a OMS “está agora a reduzir as suas intervenções na Costa do Marfim, do nível de resposta ao de estado de alerta”.
O ministro da Saúde da Costa do Marfim, Pierre Dimba, declarou hoje, em comunicado, que as análises foram realizadas pelo “laboratório Bio-Mérieux em Lyon”, ligado ao Instituto Pasteur desde 2010 para pesquisas.
“Os resultados deram negativos, pelo que o governo decidiu classificar a paciente guineense como não sendo um caso de doença do vírus Ebola, o que retira, deste modo, a Costa do Marfim da lista de países com vírus Ebola.
Associação diz que as forças de segurança impedem o trabalho dos comerciantes nos mercados devido às restrições impostas pelo Governo contra a Covid-19. Com pescado a estragar-se, pescadores fazem apelo às autoridades.
Pescadores guineenses criticaram na terça-feira (31.08) as autoridades do país pela decisão do fecho dos mercados para evitar o alastramento da Covid-19 e dizem que têm “muito pescado a estragar-se”.
Desde o dia 27 de agosto entrou em vigor um conjunto de medidas restritivas de liberdades de circulação dos guineenses e os pescadores afirmam ter o pescado a estragar-se na lota do Porto de Bandim e em vários mercados da capital.
Desde o dia em que entrou em vigor o estado de calamidade sanitária, as forças de segurança têm impedido o acesso comerciantes do pescado aos mercados, situação criticada por Lamine Mas, porta-voz da Associação de Armadores de pesca artesanal.
“Cerca de trinta pirogas carregadas de pescado não conseguiram descarregar e abastecer o mercado interno, com o agravante de muito pescado estar a estragar-se na lota”, observou Mas.
Uma mulher de 28 anos, Patricia Christine, decidiu ir contra as expectativas da sociedade e casar-se consigo mesma numa cerimónia intimista.
O jornal Mirror refere que a mulher sentia demasiada pressão dos seus familiares e amigos para se casar antes de fazer 30 anos. Por isso, quis desafiar as expectativas e decidiu investir o seu tempo e dinheiro a organizar o seu próprio casamento.
Patricia Christine comprou um anel, um ramo de flores e um vestido de casamento por um total de 58 euros (cerca de 50 libras).
Jovens angolanos lutam todos os anos para obter um lugar na faculdade, onde há insuficiência de vagas. Mais de 2 mil jovens saíram às ruas de Cabinda esta semana para reivindicar um lugar no sistema de ensino superior.
Um decreto presidencial assinado em outubro de 2020 aumenta as exigências para o ingresso no curso superior de formação de professores. A medida estabelece que os estudantes que não obtiverem média igual ou superior a 14 valores não poderão concorrer a uma vaga no Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED). A média mínima é definida pela trajetória escolar no ensino médio, antes do superior.
Em Cabinda, a maioria dos candidatos a uma vaga no ISCED foi eliminada por não atingir a média 14. Em declarações à DW África, Fuca Macosso, um dos estudantes que não atingiu a média, diz que a direcção do Instituto fez sair primeiramente uma lista onde os seus nomes constavam e posteriormente as retirou, afixando outras já como eliminados.
“Nós ficamos contentes e preparados para fazer a nossa prova. E posteriormente, acaba saindo uma outra lista que dava conta de que os candidatos não podiam fazer mais prova. Sabe-se que há um decreto que foi aprovado a nível nacional, só que este mesmo decreto, nas outras províncias onde existem instituições de ciências da educação, não receberam candidatos com média abaixo de 14 valores, como exigido”, conta.
Dez oficiais de Justiça dos distritos de Jangamo, Panda, Homoine, Funhalouro, Vilankulo, Govuro, Morrumbene e Inhassoro, na província de Inhambane, são acusados de roubo de 31.390.833,71 Meticais destinados ao pagamento de juízes eleitos.
O esquema fraudulento, ocorreu entre 2015 e 2020, sendo que o esquema consistia em transferir valores a mais para as contas bancárias dos Oficiais de Justiça (Escrivães de Direito) que, por sua vez, procediam o levantamento e pagam aos juízes eleitos. Parte do valor remanescente era depositada ou transferida para contas bancárias do responsável da Repartição Provincial de Finanças e outra ficava com os escrivães.
Dos acusados, oito encontram-se detidos e já foi aberto um processo com o número 07/08/P/GPCCI/2021.
Um dos envolvidos no esquema já iniciou o processo de devolução do valor.
Em 2020, o Tribunal Judicial de Inhambane chegou a julgar o antigo Juiz-presidente do Tribunal Judicial de Massinga em Inhambane, Fernando Tombo, e a respectiva escrivã de direito, Cândida Matsinhe, acusados pelo Ministério Publico de terem se apoderado de 400 mil meticais do Estado num esquema parecido.
A Turquia acusou a União Europeia (UE) de receber menos refugiados do que tinha prometido e insistiu que o país não pode assumir a responsabilidade por mais migrantes, defendendo uma solução internacional para os que fogem do Afeganistão.
“A Europa não cumpriu a sua palavra e não recebeu a quantidade de refugiados que prometeu”, disse o ministro turco das Relações Exteriores, Malvüt Çavusoglu, na terça-feira numa conferência de imprensa com o seu homólogo da Sérvia, em Belgrado.
Segundo Çavusoglu, a Turquia é “atualmente o país que mais migrantes já recebeu” e a sua capacidade de continuar a acolhê-los é limitada.
“A Turquia cumpriu, até agora, as suas promessas sobre os migrantes, mas será injusto esperar que recebamos ainda mais e mais migrantes”, insistiu. O governante precisou que se encontram na Turquia, atualmente, mais de 300 mil refugiados afegãos, metade dos quais de forma ilegal.
Questionado sobre se a Turquia pode receber mais refugiados, face à previsível fuga massiva de cidadãos do Afeganistão após a tomada do poder pelos talibãs e a saída das tropas internacionais do país, o ministro turco insistiu na necessidade de se encontrar uma solução integral para o problema.
Çavusoglu frisou também que é necessário enviar ajuda humanitária para o Afeganistão e tomar todas as medidas necessárias para impedir ataques terroristas.
Agentes do Instituto Nacional de Migrações (INM) do México resgataram na terça-feira 327 migrantes, entre os quais 120 menores, de uma casa de acolhimento no estado de Nuevo León.
Os agentes disseram que as pessoas, cuja nacionalidade não foi especificada, estavam a ser detidas em condições desumanas e vulneráveis que colocavam em risco a vida de menores e adultos.
Numa declaração, o INM, que faz parte do Ministério do Interior, afirmou que, em coordenação com os agentes de segurança do Estado “salvaram 327 migrantes incluindo cerca de 120 menores”
A gestão dos recursos hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Rovuma está prestes a entrar numa nova fase, marcada pelo desenvolvimento sustentável e pela...