O Governo chinês doou ontem produtos alimentares avaliados em cerca de 20 milhões de meticais para os deslocados da violência armada em Cabo Delgado, e prometeu apoiar a reconstrução.
“A parte chinesa está disposta a participar no desenvolvimento integrado do norte e a encorajar a participação ativa das empresas chinesas na construção de infraestruturas”, disse Wang Hejum, embaixador da China em Moçambique, durante a cerimónia de entrega do donativo.
Para o Governo moçambicano, a doação vai “aliviar significativamente o sofrimento” da população deslocada devido aos ataques de grupos insurgentes naquela província, além de comprovar “a solidez e vitalidade das relações de cooperação” entre os dois países.
Entre os produtos, adquiridos no mercado local, foram entregues 200 toneladas de arroz, 300 toneladas de farinha de milho e 24 mil litros de óleo de cozinha.
Pelo menos 10 dissidentes de um grupo de guerrilha foram mortos em confrontos com o exército colombiano numa zona rural do departamento de Cauca, no sudoeste do país, disseram na quinta-feira fontes militares.
O comandante da terceira divisão do exército colombiano, general John Jairo Rojas, disse que os dissidentes mortos integravam do grupo dissidente das ex-Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), conhecido como “Frente Carlos Patiño”, que opera naquela região.
O responsável indicou que quatro pelotões foram destacados para a área para evitar que os dissidentes entrassem em conflito com a guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN), o que poderia resultar em ataques contra a população civil e causar “mais homicídios, insegurança na área, deslocações”.
As tropas foram enviadas para as aldeias de Sinaí e de El Plateado, ambas no município de Argelia, para “iniciar operações profundas e derrotar estas estruturas dedicadas ao tráfico de droga”.
Grupos de tráfico de droga, dissidentes das FARC e o ELN estão presentes na região de Cauca, onde se confrontam em várias zonas de cultivo ilegal de coca e marijuana, bem como pela extração ilegal, numa área que é também um corredor chave para a circulação de mercadorias ilegais.
Movimento ambientalista ‘Fridays for Future’ convocou cerca de 1.500 ações em vários pontos do mundo, incluindo protestos em nove localidades portuguesas.
O movimento ambientalista ‘Fridays for Future’ convocou para esta sexta-feira mais uma nova greve climática estudantil com cerca de 1.500 ações em vários pontos do mundo, incluindo protestos em nove localidades portuguesas.
Com o objetivo de pressionar os decisores políticos a agir face às alterações climáticas, estudantes de todo o mundo voltam a fazer greve às aulas, num movimento que começou em 2018 com a jovem ativista sueca Greta Thunberg.
Duas mulheres estrangeiras morreram e três outras pessoas ficaram feridas em um tiroteio na noite de quarta-feira no restaurante de um resort em Tulum, no Caribe mexicano, informou a procuradoria regional na quinta-feira (21).
“Duas pessoas de origem estrangeira perderam a vida e outras três foram feridas por arma de fogo dentro de um estabelecimento”, disse a procuradoria do estado de Quintana Roo no Twitter. Uma delas “perdeu a vida no local e outra morreu no hospital”.
Uma fonte da procuradoria informou à AFP que as mulheres mortas são de nacionalidade alemã e indiana e que dois dos feridos são alemães e outro é holandês.
De acordo com as primeiras investigações, o incidente foi produto de “um confronto a tiros entre grupos criminosos dedicados à venda de drogas”, acrescentou a instituição sem especificar a nacionalidade das vítimas.
Dzul reconheceu que Tulum vive uma onda de violência derivada dos confrontos entre traficantes de drogas e das extorsões dos comerciantes pelo crime organizado.
O prefeito esclareceu que as pessoas que morreram são mulheres e que já foi preso um indivíduo que supostamente seria um dos responsáveis pelo ocorrido.
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump anunciou o lançamento de uma rede social própria, denominada “Truth Social”, depois de ter sido banido em Janeiro do Twitter, do Facebook e do YouTube.
A rede social deverá ser lançada no primeiro trimestre do próximo ano, de acordo com um comunicado de Trump.
“Criei Truth Social e o grupo Trump Media e Tecnologia [TMTG] para resistir à tirania dos gigantes das tecnologias”, acrescentou, na mesma nota.
As redes sociais Twitter, Facebook e YouTube baniram Trump por considerarem que o ex-presidente norte-americano incitou apoiantes, através destas plataformas, antes do assalto ao Capitólio, em Washington, em janeiro.
Pelo menos três rebeldes Huthis morreram no Iémen num bombardeamento da coligação liderada pela Arábia Saudita, o primeiro grande ataque contra as posições do movimento xiita em Sanaa desde Março, indicou a televisão do grupo.
Segundo o canal Al Masirah, outros três Huthis ficaram feridos nos seis ataques aéreos da aliança árabe contra posições militares na capital, controlada pelos rebeldes desde meados de 2014.
É raro os Huthis reconhecerem baixas nas suas fileiras ou ataques às suas instalações.
A coligação militar conduzida por Riade, que apoia as forças do governo iemenita reconhecido internacionalmente desde 2015, ainda não divulgou aqueles ataques, segundo a agência noticiosa espanhola EFE.
Nas últimas semanas, a coligação árabe, que intensificou os ataques aéreos contra os Huthis, principalmente na província de Marib, afirmou ter abatido mais de 1.530 rebeldes.
Marib é uma província estratégica e o último bastião das forças governamentais no norte do país. Os combatentes xiitas, que controlam grande parte do norte do país e do oeste, tentam ocupá-la desde o início do ano.
Em sete anos de guerra no Iémen morreram dezenas de milhares de pessoas, na maioria civis, e milhões estão deslocadas, segundo organizações internacionais.
Ibrahim Rotich admitiu, numa nota deixada em sua casa, ser o assassino da mulher, Agnes Jebet Tirop, recordista mundial dos 10.000 metros de atletismo de estrada, assumindo o crime como o desfecho de uma relação atribulada.
“Agora, temos provas esmagadoras para confirmar o assassinato. O laudo da autópsia e a nota de confissão do suspeito, bem como a descoberta das armas que mataram a atleta – uma faca e uma clava de madeira – são provas fortes”, disse Andolo Munga, das forças policiais.
Segundo as autoridades quenianas, na carta, Rotich assegurava que a relação era “cheia de lutas” e daí tinha resultado a “decisão de acabar com a vida” da mulher, de 25 anos.
No dia 13 de Outubro, as autoridades encontraram o corpo sem vida de Tirop no interior da sua casa, situação que deixou consternado o país e a comunidade do atletismo internacional. No dia seguinte, o marido, principal suspeito, foi apanhado a centenas de quilómetros da casa, em Mombaça, “enquanto tentava fugir da justiça”.
A irmã de Tirop, Evelyin Jepngetich, revelou aos media quenianos que Agnes tinha sofrido várias vezes maus tratos do marido nos últimos meses, o que a levou “a refugiar-se no centro de treinos” da seleção de atletismo do Quénia.
Em 12 de Setembro, e depois de ter sido quarta classificada na prova de 5.000 de Tóquio2020, Tirop fixou o novo melhor registo da história nos 10 quilómetros em 30.01 minutos, na cidade alemã de Herzogenaurach.
A atleta conquistou ainda a medalha de bronze nos 10.000 metros dos mundiais de atletismo de 2017 e 2018. A carreira de Agnes Tirop disparou quando conquistou o título mundial de corta-mato, em 2015, aos 19 anos, tornando-se a segunda campeã mais jovem de todos os tempos.
O corpo de Logan foi encontrado, em Julho, num rio do País de Gales. Mãe e padrasto também são suspeitos.
Um adolescente de 14 anos compareceu em tribunal, no País de Gales, após ter sido acusado de matar um menino de cinco.
De acordo com a Sky News, o jovem, que não pôde ser identificado devido à idade, apenas falou em tribunal para confirmar o nome, idade e endereço.
Quem também compareceu em tribunal foi a mãe e o padrasto de Logan, a criança encontrada morta, a 31 de Julho no rio Ogmore, em Bridgend.
Jonh Cole, de 39 anos, está igualmente acusado do homicídio. Já Angharad Williamson vai responder em tribunal por ter, alegadamente, “tentado que se faça Justiça”.
Os três vão a julgamento no dia 31 de Janeiro de 2022.
As circunstâncias da morte ainda não foram anunciadas, contudo, a autópsia revelou que Logan tinha uma lesão no fígado, um traumatismo craniano e a clavícula fraturada.
As autoridades continuam a investigar as causas da morte do menino, que foi identificado pela avó materna.
Cerca de 200 pessoas morreram devido a inundações e deslizamentos de terra em vários dias de chuvas na Índia e no Nepal, disseram as autoridades locais ao fazer um novo balanço, confirmando ainda as previsões de fortes precipitações.
O número oficial de mortos aumentou no Nepal para 88 mortos e 102 na Índia.
As condições meteorológicas cada vez mais imprevisíveis e extremas que atingem o sul da Ásia nos últimos anos são causadas pelas mudanças climáticas e exacerbadas pela desflorestação, construção de barragens, entre outros, de acordo com os especialistas.
Pelo menos 88 pessoas morreram no Nepal, incluindo uma família de seis pessoas, cuja casa foi destruída por uma repentina avalancha de terra e escombros.
Na Índia, só no Estado de Uttarakhand, nos Himalaias, foram confirmadas esta quinta-feira a morte de 55 pessoas, incluindo cinco membros da mesma família que ficaram soterrados em casa.
Muitas pontes e estradas ficaram danificadas e muitas cidades ficaram isoladas. O exército foi chamado para restabelecer o contacto e auxiliar aos milhares de pessoas que estavam em dificuldades devido às inundações e deslizamentos de terra.
O secretário para a gestão de desastres naturais de Uttarakhand, S. Murugeshan, disse que o número de mortos pode aumentar ainda mais, já que muitas pessoas ainda estão desaparecidas, incluindo 20 turistas.
Cinco pessoas morreram no Estado de Bangala Ocidental, no leste da Índia, onde “a lama, as pedras e as águas que corriam pelas colinas de Darjeeling danificaram quase 400 casas”, disse o ministro de Gestão de Desastres à agência de notícias AFP, Javed Amhed Khan, acrescentando que “vários milhares de pessoas foram retiradas ao longo de rios que transbordaram”.
“Várias centenas de turistas estão presos no resort montanhoso de Darjeeling”, acrescentou.
Os serviços meteorológicos emitiram um alerta vermelho para Bengala Ocidental, avisando que chuvas extremamente fortes continuariam esta quinta-feira em Darjeeling, Kalimpong e Alipurdur.
Em Kerala, no sul da Índia, onde 42 pessoas morreram desde a semana passada, o serviço meteorológico também alertou sobre fortes chuvas em pelo menos três distritos do Estado após uma trégua nos últimos dias.
Em 2018, quase 500 pessoas morreram em Kerala, que foi devastada pelas piores inundações em quase um século.
A Cruz Vermelha, cujas equipas estão a ajudar nas operações de resgate em ambos os países, alertou as pessoas que vivem próximo de jusantes sobre as novas ameaças de inundações e deslizamentos de terra.
“O povo do Nepal e da Índia está a viver com a pandemia do novo coronavírus e o agravamento dos desastres climáticos, o que está a causar um forte impacto em milhões de vidas e meios de subsistência”, sublinhou a organização.
Os talibãs assassinaram uma jogadora da seleção de juniores de voleibol, do Afeganistão. Mahjabin Hakimi, noticia o jornal espanhol ABC.
Apesar de Mahjabin Hakimi ter sido decapitada pelos extremistas no início de outubro, só se soube na última terça-feira (19). Em entrevista ao Independent, uma treinadora da jovem, que não revelou o seu nome, por razões de segurança, afirmou que os pais da jogadora não noticiaram a sua morte devido a ameaças por parte dos talibãs.
A ativista Sahraa Karimi partilhou, no Twitter, rede social onde tem mais de 160 mil seguidores, uma fotografia onde aparece Mahhabin, uma das grandes promessas do voleibol afegão.
Os talibãs têm perseguido as mulheres que procuram praticar desporto no país, principalmente as que participam em torneios internacionais, recorda o jornal ABC. Ainda há um mês a BBC denunciou, as ameaças dos fundamentalistas islâmicos que agora governam o Afeganistão a atletas de seleções nacionais de vários desportos. Foi então notícia a morte de uma jogadora da equipa nacional sénior.
Zahra Fayazi, membro da equipa técnica da seleção de voleibol, e ex-jogadora, que conseguiu fugir para o Reino Unido, descreveu a situação que as atletas afegãs enfrentam:
As nossas jogadoras tiveram de abandonar as suas províncias, e ir viver para outros sítios. Elas tiveram, até, de queimar o seu equipamento desportivo, para se salvarem, e para salvar as suas famílias. Não queriam ter com elas nada relacionado com desporto. Estão assustadas.”, disse Fayazi.
Os relatos de perseguição, por parte de talibãs, a mulheres, através de medidas como a proibição da prática desportiva ou do acesso à educação, têm-se vindo a acumular desde que os talibãs assumiram o controlo do Afeganistão.
Um líder separatista nigeriano acusado desde 2015 de instigar à violência no sudeste do país, que fugiu em 2017 depois de ter pagado uma fiança, declarou-se inocente das acusações de terrorismo e traição num tribunal da capital, Abuja.
O separatista Nnamdi Kanu, que também tem cidadania britânica, começou a ser julgado em 2015, mas pagou uma fiança e fugiu do país. Foi preso no estrangeiro e extraditado para a Nigéria em Junho deste ano.
O Governo nigeriano não deu pormenores da detenção de Kanu, mas o Alto-Comissariado Britânico na Nigéria pediu explicações ao executivo.
O Reino Unido também “esperaria que qualquer julgamento seguisse o devido procedimento legal”, disse o porta-voz do Alto-Comissariado Britânico, Dean Hurlock.
Kanu lidera o Povo Indígena de Biafra, uma organização separatista que pretende que a região sudeste se torne independente.
O grupo inspirou-se na luta por estabelecer uma nação independente de Biafra em 1967, quando os membros do grupo étnico Igbo, do sudeste, tentaram separar-se da Nigéria. Falharam após uma guerra civil que matou mais de um milhão de pessoas, muitas delas de fome.
O grupo separatista apela a um referendo onde o povo Igbo possa votar sobre a sua independência ou não da Nigéria. Os Igbo alegam ter sido marginalizados pelo Governo.
As autoridades nigerianas proíbem a existência do Povo Indígena de Biafra e acusam Kanu de liderar atividades relacionadas com terrorismo e de instigar à violência no sudeste, incluindo a fuga de 2.000 reclusos da prisão no Estado de Imo (a sudeste) no início deste ano.
A formação da Rede de Segurança Oriental, o braço militar do grupo separatista, em Dezembro de 2020, coincidiu com um pico de ataques na região, de acordo com dados do Conselho de Relações Externas dos Estados Unidos.
Numa declaração, em 18 de Outubro, o grupo descrevia-se a si próprio como “um movimento de luta pela liberdade” que não é violento.
O Governo nigeriano afirma que a unidade do país “não é negociável”.
O primeiro foguetão espacial fabricado pela Coreia do Sul falhou a colocação em órbita da sua carga, um satélite simulado de 1,5 toneladas, apesar de o lançamento ter tido sucesso, disse esta quinta-feira o Presidente do país, Moon Jae-in.
O lançamento e estabelecimento das três fases da operação “Korean Satellite Launch Vehicle II” funcionaram, assim como a separação da carga útil, mas “colocar um satélite fictício em órbita ainda é uma missão inacabada”, adiantou o Presidente.
Apesar do desfecho, a Coreia do Sul tornou-se esta quinta-feira o décimo país do mundo com capacidade para desenvolver e lançar veículos espaciais, ao lançar o foguetão de satélites Nuri.
Cerca de 500 pessoas juntaram-se na quinta-feira (21) a mais milhares que já foram obrigadas a abandonar as suas casas na ilha espanhola de La Palma, quando um rio de lava se aproximou de uma povoação junto à costa, revelaram as autoridades.
O presidente do município de Tazacorte, Juan Miguel Rodríguez, em declarações a televisão pública espanhola (RTVE) que os serviços de emergência ajudaram cerca de 500 pessoas a abandonar as suas casas na última madrugada.
Um total de cerca de 7500 pessoas já foram assim forçadas a fugir desde que o vulcão Cumbre Vieja começou a entrar em erupção, há mais de um mês.
“Já existe um certo grau de desânimo e desespero, à espera que a força do vulcão diminua”, disse Juan Miguel Rodríguez.
Apesar de a maior parte da ilha, de 85 mil habitantes, não estar a ser afetada pela erupção, parte da população que vive no lado ocidental tem assistido ao avanço da lava e à destruição das suas casas e dos seus meios de subsistência.
O vulcão entrou em erupção a 19 de setembro, já devastou 866,1 hectares e destruiu 2185 edifícios e ameaça outros 76, de acordo com medições feitas na última noite com a ajuda do sistema de satélites europeu Copernicus.
Por outro lado, o número de quilómetros de estradas destruídas aumentou para 62,6, desde o início da erupção da Cumbre Vieja.
A economia de La Palma tem por base o turismo e as plantações de bananeiras, tendo o Governo espanhol prometido disponibilizar milhões de euros para ajudar a reconstruir as infraestruturas danificadas.
Entretanto, a atividade sísmica aumentou ligeiramente nas últimas horas na ilha de La Palma, tendo sido registados 38 tremores de terra até ao início da manhã, segundo dados do Instituto Geográfico Nacional espanhol.
O de maior magnitude na Escala de Richter, de 4,3 graus, teve lugar na povoação de Villa de Mazo, a uma profundidade de 37 quilómetros, e foi sentida pela população.
Peritos do Plano de Emergência Vulcânica das Ilhas Canárias (Pevolca) já tinham alertado na quarta-feira para a possibilidade de novos terramotos desta intensidade, após terem sido sentidos esta semana e na passada vários com 4,8 graus de intensidade, os de maior magnitude desde que a erupção começou.
Uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela aliança Pfizer/BioNTech é eficaz em 95,6% perante as formas sintomáticas da doença, segundo um estudo realizado pelos dois laboratórios, publicado.
O ensaio clínico de fase 3, realizado em “10.000 pessoas com mais de 16 anos”, demonstra “uma eficácia de 95,6%” e um “perfil de segurança favorável”, de acordo com um comunicado.
“São os primeiros resultados de eficácia de um ensaio alargado para testar o reforço da vacina contra a covid-19”, precisaram as duas empresas.
Este estudo foi realizado no período em que a variante Delta se tornou a principal a circular.
“Estes resultados demonstram mais uma vez a utilidade dos reforços no esforço para proteger a população contra a doença”, congratulou-se Albert Bourla, diretor-geral da Pfizer, citado no comunicado.
A idade média dos participantes situa-se em torno dos 53 anos.
Os resultados serão submetidos às autoridades de regulação “logo que seja possível”, acrescentaram as fontes.
Vários países já autorizaram a administração de uma dose de reforço contra o coronavírus para estimular a imunidade das pessoas vacinadas, que costuma baixar ao fim de vários meses, de acordo com alguns estudos.
Nos Estados Unidos, os peritos da Agência dos Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) defenderam no final de setembro uma terceira dose da Pfizer/Biontech para determinadas populações de risco, como os maiores de 65 anos.
“Os dados disponíveis sugerem uma imunidade em baixa em algumas populações inteiramente vacinadas”, justificou a chefe interina da FDA, Janet Woodcock.
Na Europa, a Agência dos Medicamentos (EMA) aprovou no início do mês de uma forma mais ampla o princípio de uma terceira dose da Pfizer/Biontech para os maiores de 18 anos, deixando aos Estados a escolha mais precisa sobre as populações elegíveis.
França, por exemplo, começou a administrar esta dose de reforço a alguns grupos da população: aos mais idosos (seis meses após a vacinação) e a pessoas com um sistema imunitário frágil.
Outros governos estão a ir mais longe: em Israel, a terceira dose está disponível a partir dos 12 anos de idade, cinco meses após a vacinação.
O tema da terceira dose reavivou, entretanto a questão das desigualdades entre países ricos e países pobres, quando o acesso à primeira dose da vacina continua muito limitado em algumas regiões do mundo, nomeadamente em África.
Em Portugal, depois de o país ter atingido a meta de 85% da população totalmente vacinada, o que aconteceu em 09 de outubro, está a decorrer a administração da terceira dose da vacina contra a covid-19, com prioridade aos idosos com 80 e mais anos e utentes de lares e de cuidados continuados e abrangendo, nesta fase, as pessoas com 65 ou mais anos.
Na segunda-feira, iniciou-se a administração em simultâneo das vacinas contra a gripe e a covid-19 em Portugal continental, com a DGS a prever vacinar cerca de dois milhões de pessoas nessa modalidade.
O regime de Damasco executou 24 pessoas acusadas de “atos criminosos”, por provocarem diversos incêndios florestais em 2020, anunciou a agência oficial síria SANA.
Os 24 condenados foram executados na quarta-feira, depois de terem sido acusados de cometer “atos terroristas” ao provocar incêndios com materiais inflamáveis que “causaram a morte e destruíram infraestruturas do Estado”, disse aquela agência.
Segundo a mesma fonte, 11 outras pessoas foram condenadas à prisão perpétua pelo mesmo crime.
Pelo menos 18 pessoas morreram na noite de quarta-feira (20) numa rusga atribuída ao grupo rebelde ugandês Forças Democráticas Aliadas (ADF) na província de Kivu Norte, no nordeste da República Democrática do Congo (RDCongo), anunciaram fontes locais.
O ataque ocorreu pelas 20 horas locais em três aldeias localizadas no setor de Rwenzori: Kalembo, Toya e Mayele.
“É no centro de Kalembo que os assaltantes cometeram, de facto, o seu crime. Ali mataram mais pessoas. Esta manhã contámos 18 corpos de civis”, afirmou o chefe do setor de Rwenzori, Bozi Sindiwako, à agência noticiosa Efe.
O responsável acrescentou que a maioria dos mortos são agricultores e que o ataque ocorreu quando as pessoas “já estavam em casa, depois do seu trabalho nos campos”.
Sindiwako estima que o número de vítimas aumente “porque o ataque demorou e vários aldeões ainda estão em paradeiro desconhecido”.
“Foram, provavelmente, sequestrados pelos atacantes, que os levaram para o mato”, disse, apontando que as Forças Armadas congolesas já foram destacadas para esse local.
Na terça-feira, os rebeldes deste grupo armado realizaram um ataque em território Irumu, na província vizinha de Ituri, provocando a morte de pelo menos seis civis.
Tanto Kivu Norte como Ituri estão em estado de sítio e sob administração militar desde final de abril, em resposta à crescente violência no nordeste do país.
Em meados de Setembro, a Human Rights Watch (HRW) alertou que pelo menos 672 civis tinham sido assassinados por grupos armados e 67 pelo Exército nestas duas províncias, citando dados do Barómetro de Segurança de Kivu (KST).
As ADF iniciaram a sua violenta campanha em 1996 no Uganda ocidental contra o regime do Presidente do Uganda, Yoweri Museveni – a quem acusaram de ser anti-muçulmano – até o Exército forçar a sua retirada para a fronteira com a RDCongo.
A partir daí, fizeram incursões em território congolês, tendo aumentado a sua frequência, aproveitando uma geografia montanhosa que lhes permite esconder-se das operações militares e da missão das Nações Unidas no país (Monusco), que enviou mais de 15.000 soldados.
As autoridades congolesas consideram as ADF como um dos mais violentos grupos armados no leste da RDCongo.
Em 11 de Março, os Estados Unidos colocaram este grupo armado entre os “grupos terroristas” filiados ao grupo Estado Islâmico (EI).
Segundo um relatório recente publicado pelo KST, cerca de 120 grupos armados continuam ativos no leste da RDCongo, espalhados pelas províncias do Kivu Norte, Kivu Sul, Ituri e Tanganica.
O Credit Suisse, um banco com sede em Londres, assumiu o compromisso de perdoar 200 milhões de dólares norte-americanos da dívida de Moçambique.
O compromisso foi assumido na audição que decorreu na última terça-feira (19) num tribunal em Brooklyn, em Nova Iorque, onde a Autoridade de Conduta Financeira (FCA) dos Estados Unidos, decidiu aplicar uma multa de 475 milhões de dólares ao Credit Suisse, um dos bancos envolvidos no processo de financiamento que lesou o Estado moçambicano em 2,2 mil milhões de dólares.
Em comunicado, a FCA explica que a multa resultou de um acordo com os dois bancos e reflete o impacto das “transacções contaminadas.”
A FCA justifica a decisão de penalizar o Credit Suisse com o facto de esta instituição financeira ter reconhecido que cometeu falhas na gestão adequada do risco de crime financeiro no seu negócio com Moçambique.
“A multa faz parte de um acordo de resolução que envolve o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a Comissão de Norte-Americana de Valores Mobiliários e a Autoridade de Supervisão do Mercado Financeiro Suíço (FINMA)”, frisa.
Entretanto, um outro banco, o russo VTB Capital plc, anunciou ter celebrado um acordo com a Comissão de Mercado de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), que encerra a investigação desta entidade sobre o envolvimento do VTB numa série de transacções com Moçambique .
“Na sua resolução, a SEC reconhece expressamente que o VTB não tinha conhecimento do esquema de corrupção e de pagamento de comissões”, aponta um comunicado de imprensa do VTB. O banco russo deverá pagar uma multa de 4 milhões de dólares, acrescida de 2 milhões de dólares em taxas.
As duas instituições financeiras assumiram, perante a justiça norte-americana, ter defraudado investidores dos Estados Unidos nos empréstimos ilegais.
De acordo com a mesma informação, um empreiteiro que forneceu barcos e equipamento à EMATUM e que recebeu o produto do empréstimo do Credit Suisse pagou comissões de aproximadamente 50 milhões aos banqueiros do Credit Suisse e subornos de aproximadamente 100 milhões de dólares a funcionários moçambicanos, desviando os recursos dos empréstimos obtidos de investidores.
Entretanto, fonte da Procuradoria-Geral da República (PGR), ligadas ao assunto, mostrou-se satisfeita com este novo desenvolvimento do processo, referindo que, com os dados surgidos esta semana nos Estados Unidos, ganha consistência a tese que a instituição sempre defendeu.
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo adiou a retoma do interrogatório ao antigo diretor da Inteligência Económica dos serviços secretos moçambicanos, para permitir que o novo advogado do arguido consulte os autos dentro de cinco dias.
“Quando vim para esta audiência já sabia que não haveria audiência” e “já sabia que esse era o argumento”, declarou Efigénio Baptista, juiz do julgamento do processo principal das dívidas ocultas.
Baptista explicou que a lei dá cinco dias para um arguido escolher um novo advogado, em caso de impedimento do anterior, e concede o mesmo prazo para que o novo causídico consulte o processo.
Face à situação, o interrogatório ao antigo diretor da Inteligência Económica do Serviço de Informações e Segurança do Estado (SISE) e arguido no caso das dívidas ocultas António Carlos do Rosário será retomado no dia 28, afirmou o juiz
O prazo conta contar a partir de sexta-feira, com exceção de quarta-feira, dia de habitual pausa nas audiências.
Rosário disse hoje ao tribunal que nomeou Isálcio Mahanjane como seu novo advogado, depois de o seu anterior defensor Alexandre Chivale ter sido afastado do caso pelo tribunal, na terça-feira.
“Se o tribunal me conceder cinco dias, eu dou-me por satisfeito”, declarou Isálcio Mahanjane.
Mahanjane também vai assumir a defesa de dois outros arguidos que eram representados por Alexandre Chivale.
No julgamento do processo principal das dívidas ocultas, Isálcio Mahanjane já era advogado de Ndambi Guebuza, arguido e filho mais velho de Armando Guebuza.
Milhares de pessoas saíram às ruas da capital do Sudão, Cartum, pedindo um Governo totalmente civil, depois de as relações entre os generais militares e a sociedade civil se terem deteriorado nas últimas semanas.
Sudão é governado por um executivo interino misto, que conta com civis e militares, desde 2019, depois do afastamento do então Presidente, Omar al-Bashir, que foi o culminar de quatro meses de protestos.
Desde aí, as consequências têm sido voláteis. Há poucos dias, um outro grupo mobilizou-se em apoio aos líderes militares, tendo o protesto de hoje sido uma resposta.
“Vamos marcar, com os nossos protestos, uma nova onda de revolta popular que vai abrir caminho para uma liderança totalmente civil e democrática”, refere uma declaração da Associação de Profissionais Sudaneses, grupo que liderou a revolta que se iniciou em dezembro de 2018 e que pediu grandes manifestações, citada pela agência Associated Press (AP).
Milhares de homens e mulheres responderam ao apelo da associação e marcharam hoje pela capital, agitando a bandeira sudanesa e entoando cânticos de liberdade e revolução.
As tensões entre militares e civis intensificaram-se depois de as autoridades interinas terem dito que frustraram uma tentativa de golpe de Estado dentro das Forças Armadas – tendo acusado al-Bashir de ser leal à tentativa de golpe.
O anúncio das autoridades despertou também, entre os civis, o receio de que os militares pudessem sequestrar a transição do país para um regime democrático civil.
O primeiro-ministro sudanês, Abdallah Hamdok, admitiu na semana passada, que o país está a atravessar uma das piores crises políticas desde o início do período de transição democrática.
“Não estou a exagerar se disser que esta é a pior e mais grave crise que estamos a atravessar e que ameaça a transição”, afirmou Hamdok num discurso à nação, referindo-se à tensão entre militares e civis após a tentativa de golpe de Estado preparado, segundo o Governo, pelos “restos” do regime do antigo Presidente Omar al-Bashir.
Face a esta situação, Hamdok diz ter realizado “várias reuniões com todas as componentes das instituições de transição para dialogar e encontrar pontos comuns entre as partes” com o objetivo de “assegurar a unidade do país”.
Após as consultas, o primeiro-ministro sudanês indicou que foi acordado um roteiro de 10 pontos entre os quais destacou o trabalho em “todas as instituições da transição longe de disputas”, assim como a “não tomada de medidas unilaterais”, defendendo que o país “não aguenta mais conflitos”.
As declarações de Hamdok surgem dias depois de o general Abdelfatah al Burhan, presidente do Conselho Soberano, o mais alto órgão executivo no processo de transição sudanês, ter dito que não há soluções para a situação atual do Sudão à exceção de “dissolver o Governo” e “alargar a base dos partidos políticos no Governo de transição”.
Após a tentativa, civis e militares, que alternam o poder até às eleições estabelecidas pelo acordo alcançado após o derrube de al-Bashir, em 2019, atiraram diferentes acusações quanto à autoria.
A Save the Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Desenvolvimento da Primeira Infância. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal trinta e um (31) Digitador de Dados da Farmácia (iDART). Saiba mais.
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A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Nacional de Farmácia, Aprovisionamento de Medicamentos e Material Médico. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Nacional de Laboratório. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Representante de Vendas Van. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, pretende recrutar para seu cliente um (1) Representante de Vendas a Moto. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma empresa da industria mineira um (1) Consultor Cinturão Preto em Lean e 6 sigma na área de operações. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Distrital de Operações. Saiba mais.
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário Em Advocacia. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Regional de Fortalecimento Económico. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Técnico de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um (1) Pré-Representante de Vendas. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Supervisor de Vendas Van. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Representante de Vendas Van. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Clinico Provincial – DPS. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais Distritais de Apoio Psicossocial. Saiba mais.
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário em Logística e Administração. Saiba mais.
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário em Gestão de Comunicação e Imagem. Saiba mais.
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário em Advocacia sobre Direitos das pessoas com Deficiência. Saiba mais.
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário em Legalidade. Saiba mais.
Quatro pessoas, incluindo duas crianças e dois adultos, perderam a vida em um trágico acidente de viação ocorrido no último fim-de-semana na Ponta do...
Os transportadores do sector semi-colectivo de passageiros da região do Grande Maputo continuam a manifestar dúvidas em relação ao subsídio anunciado pelo Governo para...