O Governo japonês anunciou hoje ter cancelado o seu pedido às companhias aéreas para suspenderem as novas reservas para o país porque quer assegurar que os seus cidadãos possam regressar.
Tóquio tinha pedido às companhias aéreas na quarta-feira que suspendessem todas as novas reservas no seu território durante um mês devido a preocupações sobre a variante Omicron, uma decisão que afetava tanto os cidadãos japoneses como os residentes estrangeiros.
Mas a decisão será alterada para permitir que os japoneses regressem a casa, anunciou o Governo japonês.
Um total de 274 milhões de pessoas em todo o mundo irão precisar de algum tipo de ajuda humanitária em 2022, um aumento de 17% em relação a este ano.
A chamada de atenção consta no relatório Panorama Humanitário Mundial 2022, apresentado hoje a partir de várias capitais do mundo como Genebra, Bruxelas ou Washington.
O documento aponta também que serão necessários 41 mil milhões de dólares (cerca de 36 mil milhões de euros) para prestar ajuda, no decorrer do próximo ano, a 183 milhões de pessoas que necessitam de uma assistência urgente em 63 países, pessoas essas que serão abrangidas pelos 37 planos de resposta humanitária conduzidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) e por organizações parceiras.
O relatório especifica que até à data, em 2021, os doadores internacionais canalizaram mais de 17 mil milhões de dólares (quase 15 mil milhões de euros) para projetos incluídos no GHO, mas, alerta a organização internacional liderada pelo secretário-geral António Guterres, “o financiamento permanece inferior a metade do valor solicitado pela ONU e organizações parceiras”.
O documento traça um cenário preocupante sobre as necessidades provocadas por conflitos políticos e armados, deslocações internas, desastres naturais e mudanças climáticas, bem como pela pandemia da doença covid-19 que “não dá sinais de enfraquecimento” e já matou “pelo menos 1,8 milhões de pessoas em todos os países abrangidos pelo GHO”, situação potenciada pelo surgimento de novas variantes do coronavírus e pela falta de vacinas.
Entre os vários países referenciados no GHO 2022, a ONU destaca os casos do Afeganistão, do Iémen, da Síria, de Myanmar ou do Haiti, onde “43% da população precisa de ajuda humanitária”.
Por exemplo, de acordo com o relatório, no Afeganistão, país sob controlo dos talibãs desde agosto passado, mais de 24 milhões de pessoas necessitam de ajuda, no que será uma “assistência para salvar vidas e para evitar a catástrofe”.
Já no Iémen, “apesar dos esforços contínuos para mitigar o risco de fome”, o documento avisa que “a insegurança alimentar continua a ser um desafio crucial”, uma vez que é uma situação que afeta 16,2 milhões de pessoas no país.
No caso de Myanmar, o relatório estima que 14,4 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária, lembrando que o país do Sudeste Asiático enfrenta uma crise política, de direitos humanos e humanitária sem precedentes, “com necessidades que aumentaram dramaticamente desde a tomada do poder pelos militares [em fevereiro passado] e por uma grave terceira vaga da doença covid-19”.
O relatório GHO 2022 enumera ainda outros indicadores preocupantes do atual cenário da ajuda humanitária.
No campo específico da luta contra a fome — uma meta global que está “perigosamente mal encaminhada” segundo outro relatório internacional recentemente divulgado — o GHO 2022 anuncia que cerca de 120 organizações da sociedade civil (das quais cerca de 100 com sede em países duramente atingidos pelo flagelo) lançam hoje uma carta conjunta dirigida aos líderes mundiais.
Na missiva, as organizações exortam os líderes a financiarem, em pleno, a resposta necessária para prevenir a fome a nível mundial e para enfrentar as principais ameaças que conduzem à insegurança alimentar: conflitos, crise climática, covid-19 e choques económicos.
No Dia Mundial da Luta contra a SIDA, a Rede Angolana das Organizações de Serviços de SIDA está preocupada com a falta de medicamentos e a “altíssima” taxa de abandono do tratamento do HIV em Viana.
Celebrou-se na quarta-feira (01.12) o Dia Mundial da Luta contra a SIDA. Esta é uma doença que, em Angola, afeta mais de 350 mil pessoas, das quais apenas 110 mil fazem terapia antirretroviral. Os números são da Rede Angolana das Organizações de Serviços de SIDA, Malária e Tuberculose (ANASO), que destaca que o distrito do Zango, no município de Viana, é a região do país que regista o maior número de infeções e mortes por HIV.
O presidente da ANASO, António Coelho, justifica o elevado número de casos e fatalidades com os problemas sociais que se vivem nestas regiões de Luanda. Na capital angolana, estão concentrados 40% do total de portadores de HIV do país.
Setenta e sete por cento do total de 153 mil pessoas vivendo com o Vírus da Imuno-deficiência Humana (HIV), na cidade de Maputo, têm a carga viral indetectável, mercê do Tratamento Antiretroviral (TARV).
O Secretário de Estado, na capital do país, Vicente Joaquim, falando, por ocasião do Dia Mundial de Luta contra o Síndrome da Imono-deficiência Adquirida (SIDA), disse que 88 por cento da população seropositiva recebe o TARV nas unidades sanitárias, sendo que 92 por cento das pessoas com o HIV conhecem seu estado serológico.
Apontou, igualmente, que a cidade de Maputo tem registado cada vez menos infecções por ano. Entretanto, as raparigas adolescentes, mulheres jovens, trabalhadoras de sexo, continuam a ser a camada mais afectada pelo vírus.
Segundo a Rede de Alerta Antecipado de Fome, existem cerca de 935 mil deslocados e famílias anfitriãs em Cabo Delgado, Niassa e Nampula a necessitar de ajuda alimentar humanitária “pelo menos até março de 2022”.
A falta de apoios continua a limitar a ajuda alimentar humanitária aos deslocados de guerra em Cabo Delgado, norte de Moçambique, refere o mais recente sumário da Rede de Alerta Antecipado de Fome (rede Fews, sigla inglesa).
A atualização consultada, na quarta-feira (01.12), aponta para 935.000 deslocados e famílias anfitriãs em Cabo Delgado, Niassa e Nampula a necessitar de ajuda alimentar humanitária “pelo menos até março de 2022”.
Um grupo de homens armados raptou uma centena de jovens e incendiou residências e barracas na localidade de Naulala, na província do Niassa, no norte de Moçambique.Os homens armados, em número desconhecido, terão invadido a localidade de Naulala, no distrito de Mecula, na manhã de sábado, onde permaneceram por cerca de uma hora.
Além de invadir casas, os homens terão roubado produtos alimentares, medicamentos e incendiado “uma viatura da Reserva Especial do Niassa e quatro motorizadas”, para além de “raptarem cerca de uma centena de jovens, levado para destino desconhecido”.
A maioria da população daquela localidade está refugiada numa escola primária na vila sede do distrito de Mecula, havendo alguns que se encontram nas matas da região, próximo da Reserva do Niassa.
Terá havido um tiroteio entre a força da guarda fronteira e o grupo armado, suspeitando-se que este esteja relacionado com os grupos insurgentes de Cabo Delgado.
Membros das Forças de Defesa de Moçambique foram enviados àquela localidade para garantir proteção à população, avançou o jornal, tendo encontrado dois menores que “caminhavam desamparados”.
No último dia, o Brasil diagnosticou 11.413 casos de infeção pelo SARS-CoV-2 e e 283 mortes relacionadas com a Covid-19, de acordo com os dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS).
Com esta atualização, o país lusófono mais afetado pela pandemia acumula 22.105.872 contágios e 614.964 óbitos.
O Brasil confirmou na quarta-feira o terceiro caso da variante Ómicron. Trata-se de um passageiro de 29 anos vindo da Etiópia e que desembarcou no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no sábado, dia 27, momento em que fez o teste que deu positivo.
De acordo com a informação da Secretaria de Saúde, o homem não apresentava sintomas e já estava vacinado com as duas doses da vacina contra o novo coronavírus.
A mineração ilegal destruiu nos últimos 5 anos mais de 600 quilómetros de rios em terras indígenas na amazónia brasileira, segundo um estudo divulgado na quarta-feira pela ONG Greenpeace.
A mineração ilegal no país sul-americano devastou no período 632 quilómetros de rios em territórios das comunidades indígenas Mundurukú e Sai Cinza, no estado amazónico do Pará.
Até 2016, havia apenas 26,6 quilómetros de rios impactados nessas terras indígenas, ou seja, nos últimos cinco anos, houve um aumento de 2.278% na extensão de rios destruídos dentro dos territórios Munduruku e Sai Cinza.
A ONG também destacou que durante a investigação foram descobertas 16 pistas de voo clandestinas utilizadas por mineradores ilegais.
Para os pesquisadores responsáveis, “o discurso do governo [liderado pelo Presidente brasileiro, Jair] Bolsonaro e o desmonte da legislação socioambiental impactaram a expansão da mineração ilegal”.
Portugal registou 19 casos da variante Ómicron da Covid-19. A informação é avançada pela diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.
Se a tendência se mantiver, número de novos casos poderá ser o dobro na altura do Natal, admitiu Graça Freitas, ou seja, cerca de oito mil casos diários.
Os 19 casos identificados estão relacionados com o surto registado no Belenenses SAD. Recorde-se que este surto já levou a que os serviços de urgência pediátrica e consulta externa de pediatria do Hospital Garcia de Orta, em Almada, encerrassem na terça-feira. Em causa estava o caso de um médico em funções naquela unidade hospitalar que está ligado à Belenenses SAD.
Este surto ligado ao clube português levou a uma grande polémica devido ao encontro com o Benfica, onde os azuis apenas levaram para campo nove jogadores e acabaram por abandonar a partida após o apito inicial da segunda parte.
Mais de 100 pessoas da estrutura do Belenenses SAD estão em isolamento. Entre toda a estrutura do Belenenses SAD — jogadores, equipa técnica e ‘staff’ da equipa principal e de sub-23 — e os contactos diretos dos 13 casos positivos de infeção confirmados nos ‘azuis’, o número de pessoas em isolamento ultrapassa a centena.
De acordo com a diretora-geral da saúde, 24 pessoas pertencentes ao Belenenses SAD estão infetadas, sendo que 19 correspondem à estirpe Ómicron e cinco aguardam o resultado. “Temos uma rede de vigilância laboratorial. Há mais casos em investigação”, admitiu Graça Freitas.
O autor dos disparos numa escola em Oxford, no Estado norte-americano de Michigan, na terça-feira, em que morreram quatro pessoas, foi acusado de homicídio premeditado, terrorismo e outros crimes.
Karen Mcdonald recusou comentar se os quatro mortos e sete feridos resultantes dos disparos eram alvos previamente escolhidos pelo autor, mas disse que se tratou de um ato premeditado, baseado em parte “numa série de provas digitais marcadas pela violência” já recolhidas pela polícia.
A Oxford High School, com cerca de 1.800 alunos, localiza-se numa comunidade de cerca de 22 mil pessoas e fica a cerca de 48 quilómetros ao norte de Detroit.
Mais de uma centena de telefonemas para o número de emergência foram gravadas, já que o atirador disparou entre 15 a 20 vezes com uma pistola semiautomática em questão de minutos.
Presente nas aulas de terça-feira, o suspeito não mostrou resistência aos agentes que o detiveram de arma na mão.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, decidiu prorrogar o mandato do Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique, Bernardino Rafael.
O General Bernardino Rafael destacou-se em várias frentes, com particular realce para o Teatro Operacional Norte, onde as Forças de Defesa e Segurança combatem o terrorismo na província de Cabo-Delgado.
Os últimos 24 membros da Junta Militar da RENAMO foram desmobilizados em Murrupula. O anúncio foi feito, na quarta-feira (01.12), pelo enviado pessoal do secretário-geral da ONU em Moçambique, Mirko Manzoni.
O enviado pessoal do secretário-geral da ONU e presidente do grupo de contacto para negociações de paz em Moçambique anunciou, a quarta-feira (01.12), a desmobilização dos últimos elementos do grupo dissidente da RENAMO responsável por ataques armados no centro do país.
Segundo o enviado pessoal do secretário-geral da ONU, no total, 85 membros daquele grupo entregaram as suas armas e juntaram-se ao processo de desarmamento, desmobilização e reintegração (DDR), no âmbito do acordo de paz.
No âmbito do Acordo de Paz e Reconciliação Nacional, mais de metade dos cerca de cinco mil guerrilheiros da RENAMO já foram abrangidos pelo DDR, sendo que alguns foram incorporados nas Forças de Defesa e Segurança moçambicanas.
Depois da retirada coerciva em Julho do ano passado, os vendedores informais voltaram a ocupar os passeios da cidade da Maputo. A falta de condições nos novos mercados, associadas à fraca adesão dos clientes e insuficiência de espaços são os motivos arrolados pelos vendedores informais, que recorrerem aos passeios para a prática de comércio em locais impróprios.
Vendedores informais, referem que não conseguem vender os seus produtos em outros lugares, por isso, optam por voltar a vendê-los nos passeios da baixa da Cidade de Maputo.
Segundo o porta voz da Polícia Municipal da Cidade de Maputo, Mateus Cuna, o objectivo não é expulsar os vendedores informais, muito menos impedir a comercialização dos seus produtos, mas sim, é necessário haver uma postura camarária. Cuna acrescentou ainda que apesar de se notar um regresso paulatino dos vendedores informais às ruas, a Polícia Municipal opta pela consciencialização e apela ao cumprimento das normas que regem a actividade comercial.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um (1) Motorista de Entregas. Saiba mais.
A BVI Engenheiros Consultores Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Estagiária em Engenharia Civil/ Eléctrica/ Mecânica ou Arquitectura. Saiba mais.
A Alemanha registou 67.186 novos contágios e mais 446 mortes causadas pela Covid-19 em 24 horas, segundo o boletim epidemiológico divulgado pelo Instituto Robert Koch.
Ao todo, desde o início da pandemia, a Alemanha já registou 5.903.999 casos de infeção e 101.790 óbitos associados. A incidência a sete dias voltou a descer ligeiramente para 442,9. Na terça-feira este valor era 452,2.
Os dez distritos com o maior número de novas infeções estão na Saxónia, Turíngia e Brandemburgo. A incidência de sete dias é superior a 1.000 em todos eles.
O Presidente Cyril Ramaphosa acusou os países africanos de agirem como os ex-colonizadores ao imporem medidas restritivas sem base científica contra a África do Sul após a descoberta no país da variante Ómicron do novo coronavírus.
Após a divulgação na sexta-feira pelos cientistas sul-africanos da deteção, no país, de uma nova variante do SARS-Cov-2 que causa a covid-19, classificada de imediato pela OMS de Ómicron, os Estados Membros da União Europeia (UE), incluindo Portugal, proibiram também imediatamente as ligações aéreas provenientes da África do Sul assim como a entrada no espaço europeu de viajantes de pelo menos sete países da África Austral, criando o pânico internacional e indignação generalizada na sociedade sul-africana, que se sente descriminada pelos países ocidentais.
O Presidente Ramaphosa falava a jornalistas no aeroporto internacional O.R. Tambo, em Joanesburgo, a bordo do avião presidencial, no início de uma visita oficial a quatro países da África Ocidental.
A produção de vacinas surge de um acordo entre a empresa farmacêutica sul-africana Aspen e a multinacional Johnson&Johnson, que vai ceder a fórmula.
A empresa farmacêutica sul-africana Aspen e a multinacional Johnson&Johnson anunciaram, na terça-feira (30.11), um acordo para a produção de vacinas contra a covid-19 a partir da fórmula da segunda, a comercializar sob a designação “Aspenovax” e destinadas a África.
O acordo pressupõe que a Aspen disporá agora de uma licença de propriedade intelectual para o fabrico com a sua designação comercial.
Numa videoconferência de imprensa realizada, na terça-feira, para anunciar o acordo, Adrian Thomas, vice-presidente de Estratégia Global de Johnson&Johnson, disse que, face aos baixos níveis de vacinação em África, a empresa considerou que tinha “de fazer algo diferente” e que estão “orgulhosos” de estar ligados a este “marco”.
Adrian Thomas acrescentou que, sem uma partilha mais equitativa de vacinas, a pandemia não chega ao fim e salientou ser necessária uma produção independente “em África pela África” e pediu ao mundo um plano de apoio para o continente.
Para Ngozi Okonjo-Iweala, diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), a emergência da nova variante Ómicron é mais “um sinal” da necessidade de “redobrar” os esforços para garantir a equidade vacinal.
Os transportadores semicolectivos de passageiros nas carreiras interurbanas que cobrem a Região do Grande Maputo e as carreiras interprovinciais concordam no princípio do aumento das tarifas de transporte a partir de Janeiro próximo, para dar tempo ao Governo para cumprir com as démarches necessárias antes da sua entrada em vigor.
Castigo Nhamane, presidente da Federação Moçambicana dos Transportes Rodoviários (FEMATRO), disse que os transportadores tinham decidido avançar com novas tarifas perante o aparente silêncio do Governo.
Engenho explosivo matou seis crianças da mesma família em Menongue, na província angolana do Cuando Cubango.
As seis crianças, entre os 2 os 9 anos de idade, morreram na semana passada devido à detonação de um engenho explosivo no bairro Ndjonde, a cerca de 12 quilómetros da cidade Menongue. Uma outra criança fica ferida.
O processo de desminagem no Cuando Cubango começou em 1996.
Segundo dados da brigada de desminagem das Forças Armadas Angolanas na província, de 2005 a junho de 2021, foram removidos do solo mais de três milhões de engenhos explosivos não detonados e libertados três mil quilómetros de estradas.
O Presidente João Lourenço prometeu acabar com todas as minas terrestres no país até 2025.
Já há casos suspeitos da variante Ómicron, no País. O facto foi tornado público pelo ministro da saúde, Armindo Tiago, em conferência de imprensa, havida em Maputo.
A detecção destes dois casos suspeitos foi possível na sequência da testagem do arquivo das amostras positivas do mês de Novembro, através do programa de vigilância genómica, como resultado do surgimento da variante Ómicron, semana finda na África do Sul.
Estes factores levaram o ministro da saúde a apelar à serenidade e assegurar que, mesmo com os dois casos suspeitos da variante Ómicron, não há motivos para pânico, explicando que, primeiro, Moçambique continua, por um lado a registar uma situação epidemiológica favorável e, por outro, não há actualmente evidência científica que tenha demonstrado maior potencial de transmissão da variante Ómicron, e mais importante, que esta cause doença mais grave ou que escape à protecção gerada pelas vacinas.
Acções em curso para resposta à variante Ómicron
Em seguimento das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças (Africa CDC) e da Comissão Técnico-Científica para Prevenção e Resposta à Pandemia da COVID-19, Moçambique já está a implementar acções específicas em resposta ao surgimento da variante Ómicron na região.
Ao todo são cinco as acções, nomeadamente: Intensificação das acções de comunicação e fiscalização para melhorar o cumprimento das medidas básicas de prevenção da COVID-19; Continuação da vacinação em massa contra a COVID-19; Intensificação da vigilância em todos os pontos de entrada, incluindo a testagem de COVID-19 nestes pontos; Fortalecimento da vigilância genómica do SARS-CoV-2; e Preparação do sistema de saúde para uma eventual quarta vaga da pandemia.
A variante Ómicron foi identificada na África do Sul, no Botswana e em vários países em outros continentes, sendo que até ao momento, já foram identificados a nível global 213 casos da COVID-19 causados pela nova variante, em 18 países em todos os continentes.
O Tribunal Supremo de Moçambique condenou Fernando Francisco Tsucana, ex-Vice-Comandante Geral da Polícia da República de Moçambique, pela prática de dois crimes de difamação...
Um impressionante acidente registado em Brisbane, Austrália, capturado por câmeras de segurança, mostrou um carro sendo lançado ao ar e atravessando um autocarro ....