O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, defendeu na terça-feira que ninguém o avisou de que a festa nos jardins de Downing Street durante o confinamento, em maio de 2020, seriam “contra as regras”.
Johnson pediu desculpas às pessoas e garantiu que não teria prosseguido com o evento se achasse que o mesmo violava as regras impostas pelo próprio Governo para conter a propagação da doença.
O primeiro-ministro, que está debaixo de fogo há vários dias devido à divulgação de informações sobre festas que ocorreram alegadamente durante o período de confinamento, afirmou que se recorda de ter estado no jardim de Downing Street, durante cerca de 25 minutos, considerando aquele um evento de trabalho, uma vez que conversou com vários funcionários. “Voltei ao meu escritório e continuei o meu trabalho”, garantiu Boris Johnson.
O comitê do Congresso americano que investiga a invasão ao Capitólio intimou na terça-feira Rudy Giuliani (figura-chave na tentativa de Donald Trump de anular o resultado da eleição de 2020) e outros três aliados do ex-presidente.
Essas foram as intimações mais recentes de uma série de pedidos de depoimentos e documentos enviados a membros do círculo íntimo de Trump pelo painel da câmara.
Giuliani liderou os esforços para divulgar as falsas teorias da conspiração de fraude eleitoral, na tentativa de questionar a vitória de Joe Biden. Ex-prefeito de Nova York, ele viu sua reputação ser manchada por uma série de aparições na mídia e na corte nas quais fez acusações infundadas de fraude.
Giuliani foi auxiliado nessa campanha de desinformação pela advogada Jenna Ellis, que também foi intimada. Sidney Powell, outro propagador das mentiras eleitorais de Trump, e Boris Epshteyn, aliado do ex-presidente, foram os outros dois alvos de intimação.
O comitê investiga como ocorreu o ataque de 6 de janeiro de 2021, que forçou o fechamento do Congresso, e se Trump e membros de seu círculo encorajaram a ação. Já foram intimadas várias figuras-chave na órbita de Trump, incluindo o ex-estrategista da Casa Branca Steve Bannon e o chefe de gabinete Mark Meadows.
As autoridades de Hong Kong anunciaram na segunda-feira que serão abatidos milhares de hamsters depois de vestígios de Covid terem sido encontrados em 11 animais numa loja.
As autoridades pedem que as pessoas entreguem os animais de estimação comprados dias antes do Natal e que não os beijem nem os abandonem na rua, avançou o The Guardian.
O pedido surge depois de vestígios de Covid-19 terem sido detectados em 11 de 178 hamsters, coelhos e chinchilas testados na loja de animais Little Boss e no armazém associado em Causeway Bay.
A testagem aos animais aconteceu depois de dois funcionários da loja terem testado positivo à Covid-19. Estima-se que cerca 2 mil hamsters, incluindo qualquer comprado desde 22 de dezembro, sejam entregues às autoridades.
A Nova Zelândia disse hoje que irá demorar pelo menos um mês a ser reparado um cabo de comunicação submarino que liga ao resto do mundo as ilhas de Tonga, devastadas por uma erupção vulcânica e um tsunami.
A empresa de cabo norte-americana SubCom diz que irá demorar pelo menos quatro semanas para restaurar a conexão a Tonga”, disse o Ministério das Relações Exteriores numa atualização sobre o desastre que atingiu o arquipélago do Pacífico no sábado.
Desde então que só foi possível entrar em contacto com Tonga através de telefones via satélite, a maioria detida por embaixadas estrangeiras na capital, Nuku’alofa. Segundo a SubCom, a ligação sofreu duas ruturas, uma localizada a 37 quilómetros da costa e a outra num cabo local situado próximo do vulcão, o que dificulta a reparação.
Uma embarcação de reparação está atualmente a caminho da vizinha Papua Nova Guiné.
A Digicel, uma operadora móvel de Tonga, restaurou alguns serviços domésticos básicos de 2G, mas alertou que ainda pode demorar muito para retomar as chamadas internacionais.
A operadora Kacific, envolvida numa disputa contratual com o Governo de Tonga, disse que ainda não teve contacto com o Governo, disse à AFP Christian Patouraux, diretor administrativo da Kacific.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse em comunicado na terça-feira que o oficial de ligação, Yutaro Setoya, é responsável pela comunicação entre as agências da ONU e o Governo local.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, profere hoje, pelas 19 horas, uma comunicação à nação, no âmbito da situação de calamidade pública.Uma nota da Presidência da República, indica que a comunicação do Chefe do Estado é feita no contexto da situação actual da pandemia da Covid-19, no país.
Multiplicam-se os relatos de casos de vacinação forçada contra a Covid-19 no Ruanda, especialmente em zonas rurais. Alguns residentes dizem estar a ser pressionados por líderes locais e pela própria polícia.
Atualmente, mais de 49% dos quase 13 milhões de ruandeses já foram vacinados com duas doses e mais de 61% tem pelo menos a primeira dose da vacina. Mas alguns ruandeses afirmam que este número só é possível devido à força dos líderes locais e da polícia que exercem pressão sob a população.
Algumas pessoas não querem ser vacinadas com medo de advertências de líderes religiosos anti vacinas. Membros de uma Igreja Pentecostal, que se recusaram a ser vacinados, denunciaram que foram detidos durante uma semana por militares, polícia e líderes locais, que os tentaram convencer a levar a vacina.
Pelo menos 10 pessoas morreram na capital malgaxe, Antananarivo, em inundações causadas por fortes chuvas na segunda-feira à noite, segundo um balanço do Ministério do Interior.
Além disso, duas pessoas foram feridas e mais de 500 tiveram de abandonar as suas casas, de acordo com um relatório divulgado hoje. Vinte comunas foram colocadas em alerta vermelho devido a “perigo iminente”.
Os bombeiros e a proteção civil foram mobilizados para evacuar as áreas de risco. Os ginásios foram requisitados e o Governo está a estudar a possibilidade de fechar escolas esta semana.
A associação Quebrar o Silêncio, de apoio a homens vítimas de abusos sexuais, ajudou 467 pessoas nos últimos cinco anos, tendo registado um aumento de pedidos de ajuda entre os homens abusados em idade adulta.
A propósito dos cinco anos de existência da associação, o presidente da Quebrar o Silêncio adiantou que têm sido cada vez mais procurados por homens que foram abusados em idade adulta e cujo abuso aconteceu nos doze meses antes do pedido de ajuda.
Segundo o responsável, estes casos são ainda residuais, tanto que no ano passado foram apenas cinco no total, entre 184 pedidos de ajuda feitos à associação, e são casos que acontecem sobretudo em contexto de relações de intimidade.
Um outro problema relativo a estes casos tem a ver com o prazo de prescrição dos crimes, uma vez que, ao contrário dos abusos sexuais contra crianças, em que a prescrição acontece cinco anos depois de a vítima completar 18 anos, no caso dos homens adultos a prescrição ocorre ao fim de seis meses.
Defendeu, por isso, que seja aumentado o prazo de prescrição no Código Penal, de modo a ir ao encontro das necessidades das vítimas e do tempo que precisam para denunciar este tipo de crime, defendendo mesmo que o ideal seria que estes crimes nunca prescrevessem, tendo em conta “o potencial traumático enorme”.
Alertou também para o impacto que esta situação pode ter nas vítimas, desde logo criando um “grande sentimento de frustração e de impotência”, tendo em conta que quando ganham coragem para fazer a denúncia são impedidos de o fazer porque o crime prescreveu.
Apontou igualmente que em muitos destes casos, os homens pretendem fazer a denúncia não para fazer justiça pelo seu caso em particular, mas sobretudo para que o agressor não volte a abusar de mais ninguém.
Por outro lado, o presidente da Quebrar o Silêncio aproveitou para chamar a atenção para o impacto da pandemia, salientando que “trouxe ao de cima muitas situações do passado que muitos homens achavam que estavam esquecidas”, tendo em conta que usam frequentemente estratégias para lidar com o impacto traumático do abuso, como dedicar-se mais ao trabalho ou praticar atividades ao ar livre.
Acrescentou que isso refletiu-se num aumento dos pedidos de apoios feitos à associação em 2020, quando ajudaram 120 homens sobreviventes, número que baixou para 96 em 2021.
No ano passado, no total, a associação recebeu 184 pedidos de apoio, nos quais estão incluídas 18 mulheres sobreviventes, que foram reencaminhadas para outras respostas específicas, e 61 familiares e amigos de vítimas.
No total dos 467 homens e rapazes que procuraram a Quebrar o Silêncio nos cinco anos de existência da associação — uma média de 94 por ano — a média de idades situou-se nos 32 anos, prevalecendo o abuso praticando na infância por um membro da família ou pessoa próxima.
A farmacêutica Pfizer garantiu na terça-feira que os estudos realizados em laboratório do tratamento oral paxlovid contra o novo coronavirus demonstraram a eficácia deste contra a nova variante Ómicron.
Em comunicado, a empresa informou que os estudos sugerem que o tratamento “tem o potencial de manter concentrações de plasma muito superiores à quantidade necessária para evitar que a Ómicron se replique nas células”.
A paxlovid, que obteve uma autorização de emergência nos EUA e em outros países, reduz o risco de hospitalização ou morte em cerca de 90%, comparado com um placebo em doentes de alto risco, quando são tratados nos cinco primeiros dias desde o aparecimento dos sintomas.
O tratamento combina nirmatrelvir, que bloqueia a replicação do vírus mediante a inibição da enzima proteasa, e o ritonavir, cuja função é aumentar a duração da efetividade.
O Brasil registrou na terça-feira (18) 137.103 novos casos de covid-19, um recorde nos dados oficiais desde o início da pandemia, em meio a uma onda impulsionada pela variante ômicron e as festas de fim de ano.
O recorde anterior tinha sido registrado em 23 de julho, quando foram contabilizados 115.228 casos. Nas últimas 24 horas, foram reportadas no país de 213 milhões de habitantes 351 mortes por covid-19.
O número de casos vive um aumento vertiginoso desde janeiro, após as festas de Natal e Ano Novo. Em 31 de dezembro, a média móvel de casos diários era de apenas 8.000, dez vezes menos que a atual (83.000).
Para a epidemiologista Ethel Maciel, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), levando em consideração o ocorrido em outros países, “o Brasil alcançará o pico da onda atual em fevereiro”.
Embora o aumento de casos ainda não esteja refletido com a mesma magnitude no número de hospitalizações, “a pressão sobre os serviços de saúde é muito grande e precisamos observar as próximas semanas. Serão cruciais”, alertou a especialista.
O número de mortes, embora crescente, está longe dos 3.000 falecimentos diários registrados em meados de abril de 2021, o pior momento da pandemia no Brasil.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficiais Distritais de Apoio Psicossocial. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Procurement e Logística. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Operações/ Logístico. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente um (1) Assistente Financeiro. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sete (7) Digitadores de Dados da Farmácia (iDART). Saiba mais.
A All Around Medical Solutions, Lda empresa de emergências medicas pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Motoristas de Ambulância. Saiba mais.
Erupção de um vulcão submarino, um dos mais violentos do mundo em 30 anos, seguido de um tsunami, aconteceu no sábado.
As autoridades de Tonga anunciaram hoje que registaram pelo menos um morto após a erupção de sábado de um vulcão submarino, um dos mais violentos do mundo em 30 anos, seguido de um tsunami.
O registo da vítima mortal acontece num momento em que se observam muitas dificuldades em avaliar o impacto do tsunami na remota nação insular do Pacífico Sul.
O alto comissário de Tonga em Camberra, Curtis Tu’ihalangingie, disse à emissora pública australiana, ABC, que “infelizmente” as autoridades da nação do Pacífico foram informadas da morte de uma pessoa, observando que “há a possibilidade de mais”.
A Alemanha registou 74.405 novos casos de Covid-19 e 193 mortes nas últimas 24 horas, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Robert Koch.
Há uma semana, o país registava 45.690 novos casos e 322 óbitos. A incidência de novos casos por 100 mil habitantes nos últimos sete dias voltou a aumentar para 553,2. Os valores mais altos de incidência registam-se na capital, Berlim.
Desde o início da pandemia, a Alemanha já contabilizou 8.074.527 casos de infeção por SARS-Cov-2 e 7.050.100 recuperaram da doença.
Na Alemanha, 70% da população já completou o esquema vacinal primário e quase 50% já tem uma dose de reforço da vacina contra a Covid-19. Ao todo, já foram administradas cerca de 158,5 milhões de vacinas contra o coronavírus no país.
Julgamento do caso das dívidas ocultas retomou em Moçambique com a audição de Zulficar Ali. O arguido quis voltar ao tribunal para contar uma outra versão dos factos.
Zulficar Ali quis ir novamente a tribunal para dar outra versão dos factos. O arguido confessou que, na sua anterior declaração, a 24 de agosto de 2021, fora obrigado a prestar falsas declarações sob orientação do seu advogado, Imra Issa.
Imra Issa, que também foi ouvido como declarante neste processo, e o réu António Carlos do Rosário teriam desenhado a defesa de Zulficar Ali sem este saber as reais intenções.
O governo de França lançou na segunda-feira uma campanha impactante de alerta para o perigo de sacudir bebés, ato que pode provocar a morte ou deixar sequelas, ao causar um traumatismo craniano acidental.
A campanha ‘Pare de sacudir os bebés’ tem como ponto de partida um anúncio televisivo, em que um pai grita com um bebé, que chora desesperadamente, e acaba por sacudi-lo para o silenciar.
Para o governo francês, esta campanha procura chamar a atenção dos pais para o perigo de sacudir um bebé. Esta prática pode causar um traumatismo craniano acidental. Segundo os dados oficiais, uma média de 200 bebés por ano são submetidos a esta prática violenta em França.
Uma em cada dez crianças não sobrevive aos efeitos deste tipo de abuso e aqueles que sobrevivem podem ter sérias consequências motoras e cognitivas para a vida. A maioria dos casos ocorre em crianças menores de seis meses.
O Brasil registou na segunda-feira 74.134 casos de Covid-19 e 121 mortes, segundo dados disponibilizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde.
Em relação à véspera, regista-se um aumento de infeções (29.934) e de óbitos (74).
O país regista um total acumulado de 23.074.791 casos de Covid-19 desde o início da pandemia e 621.166 óbitos. São Paulo (4,5 milhões de casos), Minas Gerais (2,3 milhões) e Paraná (1,7 milhões) são os estados mais afetados pelos contágios. São Paulo é também o estado com mais vítimas mortais: 155.741. Segue-se o Rio de Janeiro com 69.586 e Minas Gerais com 56.832.
O grupo rebelde Houthi, do Iémen, reivindicou na segunda-feira, através de um porta-voz, um ataque nos Emirados Árabes Unidos (EAU), pouco depois de as autoridades de Abu Dhabi terem confirmado a morte de três pessoas numa explosão.
O porta-voz Yahia Sarei não forneceu mais detalhes sobre a alegada “grande operação militar” e disse que o grupo divulgará uma declaração mais tarde, segundo a agência de notícias Associated Press (AP).
Os Houthis, apoiados pelo Irão, reivindicaram vários ataques contra os EAU que foram depois negados pelas autoridades dos emirados.
A candidata à vacina contra a variante Ômicron do coronavírus da farmacêutica Moderna Inc entrará em desenvolvimento clínico nas próximas semanas, já que a empresa espera poder compartilhar dados com as agência reguladoras em março, afirmou o CEO, Stéphane Bancel, na segunda-feira.
A Moderna também desenvolve um imunizante único combinando uma dose de reforço contra a Covid-19 e sua vacina experimental contra a gripe.
Bancel disse que o melhor cenário possível seria se a vacina da Covid/gripe estivesse disponível no último trimestre de 2023, pelo menos em alguns países.
Uma dirigente do Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic), polícia moçambicana, admitiu que os raptos que têm acontecido no país são planeados dentro das prisões.
“No que respeita ao combate aos raptos que assolam o país, o Sernic chegou à conclusão de que a maior parte das ações criminosas são planificadas a partir das prisões”, disse Benjamina Chaves, diretora provincial de Sofala, no centro do país.
Os mentores “são presos que já lá vivem há bastante tempo”, acrescentou, ao retratar a prevalência dos sequestros na província.
Um fotojornalista, que havia sido alvo de ameaças, foi assassinado a tiro na segunda-feira em Tijuana, México, onde 100 jornalistas foram mortos desde 2000, segundo a Comissão de Direitos Humanos daquele país.
Colaborador de várias publicações mexicanas, Margarito Martínez foi morto perto de casa, em Tijuana, cidade junto à fronteira com os Estados Unidos. O fotojornalista era especialista em assuntos policiais.
Martínez, de 49 anos, tinha recebido ameaças, disse a organização não-governamental YoSiSoyPeriodista (“Sou jornalista”), que pediu às autoridades medidas de proteção para os jornalistas.
A Procuradoria-Geral da República mexicana anunciou a abertura de um inquérito, afirmando que “a liberdade de expressão, em todas as suas formas, é um direito fundamental dos cidadãos”.
No estado de Veracruz, no sudeste do México, a Comissão Estadual de Proteção a Jornalistas pediu ao Ministério Público que inicie uma “investigação a crimes contra a liberdade de expressão”, após o alegado homicídio de José Luis Gamboa.
Gamboa não tinha no passado sido alvo de agressões ou ameaças e não tinha qualquer dispositivo de segurança, segundo a Comissão Estadual de Proteção a Jornalistas.
O México é considerado um dos países mais perigosos do mundo para os jornalistas, devido a represálias dos cartéis de drogas que operam em vários dos 32 estados do país.
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