A farmacêutica Pfizer garantiu na terça-feira que os estudos realizados em laboratório do tratamento oral paxlovid contra o novo coronavirus demonstraram a eficácia deste contra a nova variante Ómicron.
Em comunicado, a empresa informou que os estudos sugerem que o tratamento “tem o potencial de manter concentrações de plasma muito superiores à quantidade necessária para evitar que a Ómicron se replique nas células”.
A paxlovid, que obteve uma autorização de emergência nos EUA e em outros países, reduz o risco de hospitalização ou morte em cerca de 90%, comparado com um placebo em doentes de alto risco, quando são tratados nos cinco primeiros dias desde o aparecimento dos sintomas.
O tratamento combina nirmatrelvir, que bloqueia a replicação do vírus mediante a inibição da enzima proteasa, e o ritonavir, cuja função é aumentar a duração da efetividade.
















