O Presidente Filipe Nyusi regressa a Bruxelas, desta vez para a cimeira UE-África, para discutir “com profundidade” a sustentabilidade da luta que Moçambique e forças internacionais estão a travar contra o terrorismo.
O Presidente moçambicano partiu para Bruxelas, pela segunda semana consecutiva, desta vez para a cimeira União Europeia – África, mas também porque é mais uma “oportunidade” de “dar a cara” pela luta contra o terrorismo em Cabo Delgado.
Na última semana, Nyusi cumpriu uma agenda bilateral com reuniões com dirigentes europeus, ao passo que a cimeira de quinta e sexta-feira é um fórum multilateral – mas, ainda assim, “esta oportunidade não podemos perder”, disse.
Na última semana, após uma visita de três dias, o chefe de Estado moçambicano apelou à UE para a necessidade de financiar as forças militares do Ruanda e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) que estão no terreno a apoiar as forças armadas moçambicanas no combate à insurgência.
O País vai observar, a partir de sábado, novo alívio de grande parte das medidas restritivas que vigoram por causa da Covid-19, com destaque para a suspensão do recolher obrigatório e a retoma das aulas do curso nocturno.
O anúncio foi feito ontem pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, em comunicação à nação no âmbito da situação de calamidade pública declarada na sequência da pandemia da Covid-19. Este alívio é por 60 dias.
A decisão, afirmou, justifica-se pela evolução favorável da pandemia nas últimas semanas no país, a transição dos indicadores de monitoria de nível três para um de alerta, a cobertura de 68 por cento de pessoas completamente vacinadas e a necessidade de manter controlados os níveis de transmissão por um período prolongado. O Presidente Nyusi evocou ainda para a tomada deste conjunto de medidas a necessidade de garantir maior estabilidade aos sectores sócio-económicos.
Assim, retoma-se a abertura plena de todos os postos de travessia terrestres, aéreos e portuários do país; o cadastro e a prova de vida presencial por pré-marcação; o cadastro electrónico e biométrico; a realização de jogos recreativos, de lazer e competições desportivas de escalões inferiores e seniores amadores.
Deixa igualmente de haver limite mensal de visitas de duas pessoas por recluso nos estabelecimentos penitenciários e é autorizada a prática de educação física e outras actividades desportivas nas escolas.
As lanchonetes dos estabelecimentos de ensino podem voltar a abrir, respeitando a capacidade do local e cumprindo as medidas de prevenção da Covid-19.
Foi também autorizada a realização de espectáculos, sem exceder 500 pessoas em locais fechados e mil em espaços abertos, respeitando a capacidade de 50 por cento de cada um destes locais.
Os restaurantes de porta aberta podem funcionar até às 23 horas e os bares que tiverem áreas devidamente ventiladas estão igualmente autorizadas a funcionar, obedecendo à sua capacidade e respeitando o distanciamento físico.
O número máximo de alunos por cada sala de aula passa de 20 para 30 pessoas, ao mesmo tempo que é alargado o número de participantes em eventos sociais privados, cultos, conferências, celebrações religiosas; as reuniões em instituições públicas e privadas e eventos do Estado passam a ter um máximo de 500 pessoas em lugares fechados e mil em abertos, sem exceder 50 por cento da capacidade.
Também é alargado de 50 para 200 pessoas o número de participantes em velórios e cerimónias fúnebres de casos de óbito não provocado por Covid-19.
Aumenta o número de presenças em teatros, cinemas e salas de jogos, centros culturais, auditórios e similares, passando de 40 para 80 por cento da capacidade máxima de cada local.
A lotação deverá passar de 50 para 75 por cento em piscinas públicas e a presença nas praias passa a ser das 5 às 18 horas, devendo-se cumprir a obrigação de não consumir bebidas alcoólicas.
É ainda alargado de duas para três pessoas o número de visitas por cada doente internado nas unidades hospitalares por dia.
Nyusi deixou claro que prevalece a obrigatoriedade do uso da máscara, do distanciamento físico, higienização das mãos e toda a restante ética sanitária.
A FH Association em parceria com a World Vision Moçambique e financiado pelo Global Fund, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária Executiva. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa de SMI Mentor. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Pontos Focais Clínicos de SMI/PTV. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Representante de Vendas a Van. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Enfermeira de Saúde Materno Infantil. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Promotora de Vendas. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretaria Executiva. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Promotor de Vendas. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.
Uma Empresa Moçambicana, de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sete (7) Operadores de Sistema de Rastreamento e CCTV. Saiba mais.
A Associação Italiana Amici di Raoul Follereau (AIFO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Responsável de Monitoria e Avaliação de Dados. Saiba mais.
Os turistas das praias da província de Inhambane denunciam extorsão por parte da polícia. Para que os turistas acedam às praias, os agentes exigem contrapartidas.
Yassin Amuji, presidente da Associação de Turismo da cidade de Vilankulo, diz que a tentativa de extorsão acontece com muita frequência O responsável revela que alguns agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM), acusados de extorsão, já foram identificados.
Mesmo assim, o problema parece não ter solução. Acumulam-se as queixas de que, nas praias, vários agentes têm impedido o acesso ao areal. Para os turistas entrarem, os agentes estarão a pedir contrapartidas.
Enquanto foi presidente, Donald Trump nunca gostou de deixar um rasto de papel, evitando emails, repreendendo funcionários se tirassem notas em reuniões e rasgando documentos quando já não precisava deles, uma falta de transparência que preocupa arquivistas e historiadores.
Quando Trump deixou a Casa Branca, no entanto, mostrou-se relutante em deixar para trás alguns registos da sua administração, desviando-os para o seu resort de golfe em Mar-a-Lago, na Florida.
Ainda que mais de uma dezena de caixas tenham sido, entretanto, devolvidas ao Governo, a descoberta alarmou arquivistas e historiadores, que já eram céticos em relação ao compromisso de Donald Trump para com a transparência.
Para eles, o episódio não é só uma história sobre uma pandilha presidencial ou um sistema de arquivo desleixado, mas um exemplo de como fragmentos da história dos EUA estão em risco de se perder. Destruir ou esconder documentos, disseram, pode impedir futuras gerações de compreender como foram tomadas decisões importantes.
Os académicos confiam em registos oficiais para traçar um retrato completo de cada administração e Chervinsky disse que as revelações sobre os documentos em Mar-a-Lago foram um lembrete de “quão frágil o processo pode ser se as pessoas não seguirem as regras”.
O Decreto dos Registos Presidenciais, que exige a preservação de documentos da Casa Branca, foi aprovado em 1978, após o escândalo de Watergate, quando um conjunto de gravações secretas desempenharam um papel fundamental. Ainda que o então presidente Richard Nixon tenha considerado destruí-las, as gravações acabaram por ser descobertas, revelando que Nixon tentou encobrir o assalto ao Comité Nacional Democrata, episódio que terminou com a sua resignação, para evitar a destituição do cargo.
Parece impossível de acreditar que ainda haja algo para saber sobre a presidência de Donald Trump, alvo de muito escrutínio da imprensa e livros em número suficiente para uma pequena biblioteca, mas os registos oficiais ainda se podem provar reveladores quando se tornarem públicos, depois de passarem o crivo dos Arquivos Nacionais, o que pode levar anos.
O comportamento errático de Trump em relação a documentos pode ter mais efeitos imediatos que o eventual julgamento dos historiadores, uma vez que o comité do Congresso que investiga os ataques de 06 de janeiro de 2021 ao Capitólio está a examinar as ações do ex-presidente nesse dia, tendo encontrado falhas nos registos oficiais, nomeadamente no registo de chamadas telefónicas.
Também podem estar em causa complicações legais se se provar que Trump e os seus colaboradores manusearam documentos de forma incorreta, especialmente se forem documentos classificados.
Os presidentes podem desclassificar documentos, mas essa permissão termina assim que cessam funções. Esconder ou destruir registos é um crime com uma possível pena de três anos de prisão, guardar informação classificada em local não autorizado pode levar a uma sentença de até cinco anos de prisão.
Sandy Berger, antigo conselheiro de segurança nacional do presidente Bill Clinton, retirou documentos classificados dos Arquivos Nacionais em 2003, alegando que seria para preparar o testemunho perante a comissão do 11 de setembro, e que provariam falhas nos serviços de inteligência nos anos anteriores ao ataque terrorista.
Por se ter declarado culpado evitou uma pena de prisão, pagando uma multa de 50 mil dólares. Os Arquivos Nacionais já receberam ordem para detalhar os registos recuperados de Mar-a-Lago.
Trump sugeriu numa declaração que não havia nada nefasto em relação às caixas que transferiu para o resort na Florida, dizendo que foi “uma grande honra” trabalhar com os Arquivos Nacionais “para ajudar formalmente a preservar o legado Trump”.
Dez pessoas morreram e 14 estão desaparecidas depois de um barco de pesca se ter afundado, na Terra Nova, no Canadá.
Até ao momento, foram encontrados três dos 24 tripulantes.
O alerta foi dado por volta das 5h00 para o naufrágio do Villa de Pitanxo, um barco de pesca espanhol, quando se perdeu o sinal da caixa azul, um sistema que fornece informações ao Centro de Monitoramento de Pesca, segundo o jornal La Voz de Galicia.
Durante 25 anos, o padre Andrés Arango realizou milhares de batismos. No entanto, todos eles foram anulados porque o religioso cometeu um erro ao proferir uma frase durante as cerimônias. Por causa disso, ele resolveu deixar o seu posto na Igreja Católica de São Gregório, em Phoenix, no Arizona (EUA).
Em uma nota, divulgada em 2020, a vigilância litúrgica do Vaticano anulou todos os batizados realizados com a frase: “Nós vos batizamos em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.
De acordo com o documento, a frase correta deve começar com “Eu” ao invés de “Nós”.
Segundo o bispo de Phoenix, Thomas Olmsted, “o problema de usar ‘nós’ é que não é a comunidade que batiza uma pessoa, mas é Cristo, e sozinho, que preside a Ele todos os sacramentos. Então, é Cristo Jesus quem batiza”.
Para o bispo, o padre Andrés Arango não teve a intenção de prejudicar os fiéis.
Cerca de 914 pessoas despedidas pertence ao Departamento de Educação, que gere as escolas públicas de Nova Iorque.
A autarquia de Nova Iorque despediu 1.430 funcionários que se recusaram a ser vacinados contra a covid-19, depois de terem esgotado todos os prazos para o fazerem, de acordo com dados disponibilizados pelas autoridades locais.Estes funcionários são uma pequena parte, menos de 1%, da enorme força de trabalho municipal de 370.000 trabalhadores, que fazem da autarquia o principal empregador do estado de Nova Iorque.
Uma parte importante (914) das pessoas despedidas pertence ao Departamento de Educação, que gere as escolas públicas de Nova Iorque, locais onde ainda vigora o uso obrigatório de máscara, medida já levantada na cidade para os restantes ambientes fechados desde a semana passada.
Os venezuelanos realizaram 6.560 protestos no ano 2021, que correspondem a uma média de 18 por dia, segundo dados divulgados pelo Observatório Venezuelano de Conflitos Sociais (OVCS).
Os dados revelam ainda que houve uma queda de 32% com relação a 2020, ano em que os venezuelanos realizaram 9.633 protestos, em média 26 por dia.
Maio, com 722, foi o mês que registou mais protestos, seguindo-se julho (671), junho (617), setembro (568), agosto (566), abril (548), novembro (521) e fevereiro (513). Os dados dão conta ainda que em janeiro houve 489 protestos, em março 504, outubro 436 e 405 em dezembro de 2021.
Dos protestos, 2.066 foram para exigir habitação digna, 2.105 para reivindicar direitos laborais, 1.240 por atenção saúde e 1.051 por participação política.
Segundo o documento os direitos laborais tiveram uma representação importante das exigências, com os venezuelanos a reclamar que “não há sobrevivência com 2 dólares mensais”, a pedir que o salário seja pago em dólares. Também respeito pelos contratos coletivos e liberdade sindical.
Segundo o OVCS o maior número de protestos teve lugar em Lara (579), seguindo-se os Estados de Anzoátegui (509), Sucre (387), Mérida (375) e Táchira (352). Pela primeira vez “se registaram 4 protestos nas Dependências Federais, que anteriormente não se tinham observado”.
O Observatório diz ainda que “há comunidades que se estão a inundar com água dos esgotos e que vivem no meio da contaminação. As autoridades têm ignorado as queixas e é uma situação que se está a expandir com uma força crescente”.
Por outro lado, “manteve-se um esquema de corrupção, irregularidades e abuso de poder na distribuição de gasolina, mas também na venda de gás doméstico, e mesmo na atribuição de bolsas de alimentos subsidiados”.
O antigo Presidente Armando Guebuza vai depor na quinta-feira em tribunal, como declarante, no julgamento do processo das dívidas ocultas, tornando-se no primeiro ex-chefe de Estado a depor em juízo na história do país.
Guebuza vai prestar declarações depois de ter sido autorizado pelo Conselho de Estado, que atendeu a um pedido do Tribunal Supremo (TS), conforme manda a lei, quando se trata de ouvir um antigo Presidente da República.
Quando se sentar na tenda que o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo improvisou na cadeia de máxima segurança da BO para ter espaço para realizar o mega-julgamento das dívidas ocultas, o antigo chefe de Estado (2005-2015) será o protagonista da audição mais esperada pelo país relacionada com este caso.
O Presidente russo, Vladimir Putin, encontrou-se com o chanceler alemão, Olaf Scholz, e mostrou-se aberto ao diálogo.
Se queremos uma guerra? É claro que não”, afirmou na terça-feira (15.02) o Presidente russo durante uma conferência de imprensa conjunta com o chanceler alemão.
Vladimir Putin diz que está disponível para trabalhar com o Ocidente na procura de uma solução para a tensão na fronteira da Rússia com a Ucrânia.
O Presidente russo afirma, no entanto, que não pode ignorar a forma como os EUA e a NATO têm “interpretado livremente” o princípio de que nenhum país deve fortalecer a sua segurança à custa da segurança dos outros.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, defende transparência e inclusão no processo de auscultação pública do anteprojecto da lei florestal, cujo lançamento teve lugar ontem na capital do país.
Trata-se de um instrumento que visa assegurar uma exploração sustentável e gestão criteriosa do património florestal e que reflicta os interesses de todos.
Para que isso aconteça, segundo o Chefe do Estado, a auscultação deve ser mais inclusiva e transparente e assegurar a participação de todos os segmentos do sector florestal para a adopção de um quadro legal mais consensual e que promova avanços na sociedade e na economia.
A revisão da Lei florestal permitirá responder a vários desafios entre os quais a valorização dos produtos florestais não madeireiros, incorporar questões relativas a mudanças climáticas, elevar a contribuição do PIB de 2 para 4 por cento, estimular a investigação científica orientada para os principais desafios do sector florestal, implementar o reflorestamento, institucionalizar a coordenação intra e inter-institucional como forma de adequar os desafios do sector de floresta nos quadros de desenvolvimento.
Quem o diz é o chefe das Forças Armadas do país, que acrescenta que os responsáveis pelos atos do passado dia 1 de fevereiro em Bissau já “estiveram envolvidos noutras tentativas”.
Em declarações em crioulo aos jornalistas, na terça-feira (15), no aeroporto internacional de Bissau, o chefe das Forças Armadas da Guiné-Bissau, o general Biagué Na Ntan Na Ntan, que esteve quase três semanas em tratamento em Barcelona, afirmou que os envolvidos na alegada tentativa de golpe de Estado do passado dia 1 de fevereiro são pessoas reincidentes em atos do género, e que por duas vezes, as Forças Armadas detiveram aquelas pessoas.
O general disse que não se tratou de novidade para si a tentativa de golpe de Estado do passado dia 01 de fevereiro.
O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas guineenses disse ainda que lamenta que “certas pessoas não queiram a paz” que, frisou, está a tentar implantar na Guiné-Bissau “nos últimos quatro anos”.
Mais de 1.000 escolas ainda não foram reconstruídas e 320.000 crianças e adolescentes estão a estudar em ambientes pouco propícios à aprendizagem, seis meses após o terramoto que abalou o sudoeste do Haiti, revelou na segunda-feira a Unicef.
Embora a reconstrução esteja “definitivamente” em curso, centenas de escolas ainda estão em ruínas e 260 mil menores “ainda precisam” de ajuda humanitária imediata em áreas afetadas, apontou o diplomata.
A península do sudoeste do Haiti foi atingida, em 14 de agosto, por um forte sismo de magnitude 7,2, que matou mais de 2.200 pessoas e causou a destruição de mais de 130.000 casas.
O oeste dos EUA está a enfrentar a pior seca em 1.200 anos, segundo um estudo da Universidade da Califórnia, quando também se estima uma subida do nível do mar na zona este que pode atingir 30 centímetros até 2050.
De acordo com um estudo da Universidade da Califórnia (UCLA), a seca está a ser intensificada pelas alterações climáticas, sendo um período de seca extrema que se prolonga há mais de duas décadas, com áreas a atravessar os 22 anos mais secos últimos 1.200.
Na investigação, os cientistas da UCLA examinaram as principais secas no sudoeste da América do Norte desde o ano 800 e determinaram que a dessecação na região neste século já supera a gravidade de uma seca extrema que ocorreu no final do século XVI, pelo que a presente seca representa uma quebra de recorde.
Os autores do estudo também concluíram que as condições secas devem manter-se durante este ano e, a julgar pelo passado, podem persistir durante alguns anos, acrescentando que a seca atual não seria tão severa sem os efeitos do aquecimento global.
Os cientistas estimam que 42% da gravidade da seca se deve às altas temperaturas, superiores às habituais, causadas pela acumulação de gases com efeito de estufa na atmosfera.
O investigador diz que “há bastante margem para que as condições de seca piorem”, comparando a seca atual com outras secas extremas entre os anos 800 e 1500 que duraram entre 23 e 30 anos.
Para chegar a esta conclusão utilizaram registos antigos destes períodos de chuva escassa obtidos nos anéis de crescimento das árvores.
Os núcleos de madeira extraídos de milhares de árvores permitiram aos cientistas reconstruir a humidade do solo recuando séculos. Utilizaram dados de árvores em torno de 1.600 lugares em toda a região, desde Montana até à Califórnia e ao norte do México.
Outro estudo, publicado pela agência ‘National Oceanic and Atomospheric Administration’ e outras seis agências federais norte-americanas, alerta para “consequências significativas” do estimado aumento do nível das águas do mar, que pode atingir entre 25 a 30 centímetros até 2050 colocando em risco de inundações costeiras algumas das principais cidades da costa este, mesmo em dias de sol.
Segundo o relatório de 111 páginas, partes dos estados do Louisiana e do Texas podem mesmo enfrentar um aumento do nível das águas de 45 centímetros.
O relatório refere também que o pior do aumento do nível das águas do mar a longo prazo, decorrente do degelo na Antártida e na Gronelândia, só deve fazer-se sentir depois de 2100.
Devido às alterações climáticas, as linhas de costa dos EUA vão assistir, em médio, a um aumento do nível das águas nos próximos 30 anos equivalente ao sofrido em todo o século anterior, disse o autor principal do estudo William Sweet, oceanógrafo.
O nível das águas do mar sobe mais em algumas regiões do que noutras, devido ao deslizamento de terras, correntes e água do degelo. Segundo Sweet, os EUA vão sofrer um aumento do nível das águas do mar ligeiramente superior à média global, sendo que as maiores subidas vão ser sentidas no Golfo e na Costa Este, enquanto a Costa Oeste e o Hawaii vão sofrer um impacto menor.
Apesar de níveis de água do mar mais altos provocarem maiores estragos quando ocorrem tempestades como furacões, estão também a tornar-se um problema em dias de sol.
Cidades como Miami Beach, na Florida, Annapolis, no Maryland, ou Norfolk, na Virgínia, já sofrem ligeiras inundações costeiras por ano devido a marés altas, mas serão substituídas por várias inundações “moderadas” por ano até meio do século, com uma gravidade capaz de provocar estragos materiais, indicam os investigadores.
A Rússia parece ter dado na terça-feira um passo atrás no conflito com a Ucrânia, ao anunciar a retirada de algumas das suas forças da fronteira na véspera da data apontada pelos EUA e outros países como a do início da invasão (esta quarta-feira).
O Ocidente reagiu com cautela, saudando a possível desescalada como um passo positivo mas exigindo ver provas concretas no terreno.
A Ucrânia afirmou que seu Ministério da Defesa e dois bancos foram hackeados na terça-feira, aparentemente culpando a Rússia, enquanto o Ocidente buscava evidências de Moscou de uma retirada parcial de tropas.
O Kremlin, os Estados Unidos e a Europa estão envolvidos em uma das crises mais graves nas relações Leste-Oeste há décadas sobre a Ucrânia, a influência pós-Guerra Fria no continente e o fornecimento de energia, ao mesmo tempo em que Moscou quer impedir que Kiev se junte à Otan.
Os países ocidentais sugeriram medidas de controle de armas e construção de confiança para aliviar o impasse e querem que a Rússia reverta o acúmulo de cerca de 130.000 soldados nas fronteiras de sua vizinha.
Pouco mais de 46 mil alunos, de cinco províncias do país, passam a receber as edições do matutino “Notícias” à luz do memorando de entendimento rubricado, ontem entre a Sociedade do Notícias, SA, as direcções dos estabelecimentos de ensino e a Nissan Motorcare, no quadro do projecto “Uma Escola, Um Jornal”.
Trata-se das escolas Primária Completa (EPC) Unidade 29 e Secundária da Zona Verde, na cidade e província de Maputo, respectivamente; Samora Machel e Ponta Gêa, na Beira; Heróis Moçambicanos e Chithatha, em Tete; Namicopolo e Instituto Industrial e Comercial de Nampula, em Nampula; Marcelino dos Santos e Pemba, em Cabo Delgado.
Com a iniciativa espera-se estimular o gosto pela leitura destes alunos.
No acto da assinatura do memorando na EPC Unidade 29, na capital do país, o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Sociedade do Notícias, SA, Júlio Manjate, afirmou que o projecto foi uma forma encontrada pela proprietária dos jornais “Notícias” e semanários “Domingo” e “Desafio”, em parceria com o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, de contribuir na formação das novas gerações.
Em Inhambane, agentes do Serviço Nacional de Investigação Criminal, do Serviço Nacional de Salvação Pública e do Serviço Nacional de Migração estão a ser acusados de violação sexual de uma jovem de 21 anos.
Cinco agentes de autoridades moçambicanas foram detidos acusados de violação sexual de uma jovem de 21 anos na cidade de Inhambane, sul do país.
Em declarações, na segunda-feira (14), o porta-voz provincial da polícia, Juma Dauto, afirmou que os detidos são dois agentes do Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic), dois do Serviço Nacional de Salvação Pública (Sensap, bombeiros) e um do Serviço Nacional de Migração (Senami).
Segundo Juma Dauto, alguns dos agentes violaram a vítima e outros auxiliaram na preparação e consumação do ato.
As diligências “culminaram com a detenção dos suspeitos”, acrescentou. A vítima foi levada pelos suspeitos de uma residência onde participava numa festa para a casa de um deles, onde aconteceu a violação.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...