Aos gritos de “Assassina!” e “Trinta anos de prisão!”, manifestantes impediram na sexta-feira que a ex-presidente da Bolívia Jeanine Áñez (2019-2020), presa desde março de 2021 e em greve de fome desde o último dia 9, fosse transferida para o hospital por ordem de um juiz.
Segundo a ordem judicial, a ex-presidente, 54, deveria ser “tratada com urgência” em um hospital de La Paz devido à sua “saúde deteriorada”. Mas centenas de apoiadores do governista Movimento ao Socialismo (MAS) cercaram a prisão.
A diretora da prisão notificou o tribunal sobre a “impossibilidade material” de transferir Jeanine. O juiz determinou, então, a entrada de médicos na prisão para atendê-la, “mesmo contra a sua vontade”.
Os críticos de Jeanine entraram em confronto com a polícia quando tentavam desmontar uma barraca montada por apoiadores da ex-presidente de direita, que exigiam a sua libertação. Os policiais cederam e os manifestantes queimaram a barraca, enquanto atiravam ovos contra os apoiadores da ex-presidente, que deixaram o local.
Jeanine Áñez se define como “prisioneira política” e iniciou uma greve de fome na véspera do início de seu julgamento por participação em um golpe contra seu antecessor, o esquerdista Evo Morales (2006-2019).
A filha de Jeanine, Carolina Ribera, denunciou que foi expulsa da prisão com “agressões físicas” quando acompanhava a mãe, e anunciou que também entraria em greve de fome. Para a ex-deputada do MAS Lidia Patty, que apresentou a denúncia de “golpe de Estado” e acompanhou o protesto contra Jeanine, a ex-presidente está fazendo “um show midiático” para “escapar”.
A situação no Leste da Ucrânia teve na sexta-feira uma reviravolta inesperada quando os líderes rebeldes pró-russos que controlam as regiões de Donetsk e Lugansk anunciaram o início da retirada em massa de civis para a Rússia.
O anúncio-surpresa surge numa altura em que o presidente russo, Vladimir Putin, denunciou “uma deterioração da situação” no Leste da Ucrânia e acusou Kiev de promover “uma campanha maciça e sistemática de violação dos direitos humanos” e de legalizar a “discriminação das populações russas”. Autoridades pró-russas que controlam duas regiões do Leste da Ucrânia iniciaram a retirada de milhões de civis.
A primeira-dama francesa, Brigitte Macron, avançou com ações civis e criminais na justiça, contra duas mulheres que acusa de espalharem notícias falsas ‘online’, onde alegavam que a mulher de Emmanuel Macron era transgénero.
O advogado de Brigitte Macron confirmou na sexta-feira à agência France Presse (AFP) esta informação, avançada inicialmente pelo canal de televisão M6. A queixa civil tem uma primeira audiência marcada para 15 de junho, no tribunal de Paris, revelou fonte judicial à AFP.
As duas mulheres, acusadas por Brigitte Macron, são uma ‘médium’ e uma jornalista independente, a última acusada de ser das principais retransmissoras da notícia falsa. Estas publicaram no canal da rede social YouTube da ‘médium’, em 10 de dezembro, fotos da primeira-dama e da sua família.
Os três filhos de Brigitte Macron e o seu irmão, Jean-Michel Trogneux, aderiram a esta intimação, em concreto por invasão de privacidade, violação de direitos de personalidade e violação de direitos de imagem, detalhou o advogado, Me Jean Ennochi.
Brigitte Macron e o seu irmão também iniciaram uma ação civil, no final de janeiro, por “difamação”, pretendendo obter, neste caso, um julgamento criminal, acrescentou.
Durante vários meses, as publicações foram surgindo nas redes sociais afirmando que Brigitte Macron, nascida em Trogneux, era na realidade uma mulher transgénero, com nome de nascimento Jean-Michel.
Esta teoria defendia que existiu uma vasta conspiração para ocultar a mudança de género. A notícia falsa, que inicialmente circulou discretamente, teve maior repercussão a partir de meados de outubro, quando foi veiculada numa revista de extrema-direita, num artigo assinado por uma das duas mulheres alvo das acusações.
O impacto da ‘fake news’ atingiu o pico em dezembro, quando a campanha presidencial começou a agitar-se em França. Esta não é a primeira vez que o casal Macron é alvo de rumores sobre género ou orientação sexual.
Durante a campanha presidencial de 2017, Emmanuel Macron teve que negar as alegações sobre a sua suposta homossexualidade. Várias mulheres na política já foram afetadas por falsas alegações homofóbicas, como a ex-primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, a atual vice-presidente norte-americana, Kamala Harris, ou a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern.
Num parecer de 112 páginas, o magistrado Amit Mehta afirma que as declarações de Trump aos seus apoiantes antes da insurreição “são a essência da conspiração civil”.
Donald Trump poderá vir a ser responsabilizado pelo ataque de dia 6 de janeiro de 2021 ao Capitólio. De acordo com a CNN, o juiz Amit Mehta deliberou na sexta-feira que o ex-presidente dos EUA não tem imunidade absoluta de litígios e, por isso, as ações civis podem avançar na justiça.
Num parecer de 112 páginas, o magistrado Amit Mehta afirma que as declarações de Trump aos seus apoiantes antes da insurreição “são a essência da conspiração civil”, uma vez que o então presidente falou sobre si próprio e os participantes do comício como estando a trabalhar para “um objetivo comum” de luta contra o resultado eleitoral que deu a vitória a Joe Biden nas eleições de 2020.
O juiz decidiu assim que os processos podem passar para a fase de recolha de provas e, posteriormente, para um julgamento. “Negar a um presidente imunidade a danos civis não é um pequeno passo. O tribunal entende bem a gravidade da sua decisão. Mas os supostos fatos deste caso não têm precedentes”, escreveu o magistrado.
Membros democratas da Câmara dos Representantes e polícias que defenderam o Capitólio dos EUA no dia da invasão acusam o empresário e político de ter instigado o ataque.
De referir que o painel da Câmara dos Representantes que investiga o ataque é composto por sete democratas e dois republicanos. Já foram intimadas cerca de 100 pessoas até agora e entrevistadas quase 500.
A Ordem dos Advogados de Moçambique insistiu que o Presidente Filipe Nyusi preste declarações no processo das dívidas ocultas. O juiz indeferiu o pedido.
O juiz Efigénio Baptista voltou a recusar a convocação de Nyusi para prestar declarações sobre o caso e deixou claro o que pensa da insistência da Ordem. “O objetivo é populismo, vamos deixar essas condutas”, admoestou.
“O tribunal decidiu estas questões por duas vezes”, acrescentou, realçando que Nyusi já prestou declarações durante a instrução contraditória e na procuradoria, devidamente lidas pelo tribunal.
Na altura, Nyusi era ministro da Defesa e liderava o ‘comando operativo’, incumbido de estruturar o projeto de proteção marítima na origem do escândalo financeiro. Este acabou por endividar o país em mais de 2,2 mil milhões de dólares, soma depois ocultada aos moçambicanos e aos doadores internacionais.
Ouvido como declarante na sexta-feira (18.02), o antigo Presidente Armando Guebuza insistiu também que Nyusi é a pessoa indicada para explicar os 500 milhões de dólares da empresa estatal EMATUM que se destinavam à defesa e segurança. Sendo a pessoa com “acesso a informações e com capacidade de decisão, penso que é a ele que devem perguntar e não a mim”, disse Guebuza.
A Electricidade de Moçambique, anúnciou na sexta-feira, que registou avarias grossas nas Subestações de Beluluane e Manhiça, ambas na Província de Maputo.
Um comunicado da EDM, refere que estas ocorrências provocaram a interrupção no fornecimento de energia a alguns Bairros e Localidades.
Na Subestação de Beluluane, a avaria ocorreu, na noite passada, dia 17 de Fevereiro de 2022, numa das saídas, privando de energia electrica os Bairros de Beleluane, Mavoco, Mussumbuluco, parte de Djonasse e o Parque Industrial de Beluluane.
Por sua vez, na Manhiça, afectando o Posto Administrativo de Maluana e as Localidades de Macandzene, Vundissa e Munguine. As equipas da EDM estão no terreno a trabalhar por forma a garantir que o sistema de fornecimento de energia às zonas referenciadas seja restabelecido com a maior brevidade possível.
Para efeitos de precaução, mesmo com a interrupção no fornecimento de energia, todas as instalações devem ser consideradas como estando permanentemente em tensão.
A comercialização nos Estados Unidos de uma arma semiautomática especificamente projetada para crianças, inspirada no modelo AR-15 associado a assaltos e vários tiroteios mortais, está a gerar indignação entre as associações que lutam contra a política de armas.
A primeira de muitas armas que ajudarão os adultos a introduzir as crianças no desporto de tiro com segurança”, refere a empresa WEE1 Tactical, que descreve no seu ‘site’ a espingarda como “a arma do pai e da mãe”.
A JR-15 (‘J’ de júnior) tem apenas 80 centímetros de comprimento e pesa menos de um quilo, sendo fornecida com carregadores de cinco ou dez cartuchos de munição calibre 22, tendo sido lançada em meados de janeiro com um preço de 389 dólares (cerca de 340 euros).
O modelo para adultos, a AR-15, é a versão civil de uma arma de estilo militar usada numa série de assassinatos, inclusive em escolas, e que causaram consternação nos Estados Unidos.
Os tiroteios são um flagelo recorrente nos Estados Unidos, onde o direito de possuir armas é assegurado pela Constituição.
As tentativas para regular a venda de armas são frequentemente bloqueadas no Congresso norte-americano, onde o poderoso ‘lobby’ de armas da Associação Nacional de Armas (NRA, na sigla em inglês) exerce uma forte influência.
O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou a realização, neste fim de semana, de manobras das forças nucleares da Rússia, nos quais serão disparados mísseis balísticos e de cruzeiro.
Além de Putin, os exercícios serão supervisionados este sábado pelo presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, que na quinta-feira abriu as portas da Bielorrússia a receber armas nucleares russas “para defender o nosso país”, afirmou.
Caminhoneiros e apoiadores continuam a protestar contra obrigatoriedade de vacina em Ottawa
18/02/2022
REUTERS/Lars Hagberg
A polícia começou a apreender caminhões na região central de Ottawa, na sexta-feira, em uma iniciativa para encerrar um movimento liderado por caminhoneiros que bloqueou a capital canadense por três semanas e deixou envergonhado o governo do primeiro-ministro Justin Trudeau.
Os manifestantes alinharam caminhões pesados em volta do Parlamento e do gabinete de Trudeau, e a polícia de Ottawa, temendo uma escalada de violência, tentou dispersá-los com multas e ameaças de possível prisão.
Mas, com dezenas de caminhões ocupando o centro da cidade, a polícia prendeu dois dos líderes do movimento na quinta-feira, acusados de obstrução. Na sexta-feira, após uma noite de muita neve, os policiais estabeleceram 100 bloqueios nas ruas próximas ao local de protesto para impedir a entrada de pessoas e suprimentos, alimentos ou combustível.
O Tribunal que julga o caso das “dívidas não declaradas” multou em 15 mil meticais o réu Renato Matusse.
A decisão do juiz Efigênio Baptista de aplicar a multa ao Conselheiro Político do antigo Presidente da República, Armando Guebuza, prende-se com o facto de ter requerido novamente a constituição de Teodoro Waty como o seu advogado, quando este foi impedido pelo tribunal de continuar a exercer neste processo.
Por esse facto, o juiz entende que o réu Renato Matusse agiu de má-fé, daí a razão da aplicação da sanção.
Os Estados Unidos criticaram a “solidariedade” prestada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) à Rússia durante o encontro com o presidente do país, Vladimir Putin, em Moscou, na quarta-feira (16).
Em entrevista à TV Globo, um porta-voz do Departamento de Estado americano disse parecer que o Brasil ignora “a agressão armada por uma grande potência contra um vizinho menor”.
Segundo ele, “o momento em que o presidente do Brasil se solidarizou com a Rússia, enquanto as forças russas estão se preparando para potencialmente lançar ataques a cidades ucranianas, não poderia ter sido pior. Isso mina a diplomacia internacional destinada a evitar um desastre estratégico e humanitário, bem como os próprios apelos do Brasil por uma solução pacífica para a crise”.
Egito, Quénia, Nigéria, Senegal, África do Sul e Tunísia são os primeiros seis países que receberão a tecnologia necessária para produzirem vacinas mRNA no continente africano, anunciou esta sexta-feira o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Tedros Adhanom Ghebreyesus fez este anúncio durante a cimeira União Europeia/União Africana (UE/UA), que decorre desde quinta-feira em Bruxelas, numa cerimónia organizada pelo Conselho Europeu, França, África do Sul e OMS, que contou com a presença do presidentes francês e sul-africano, além do presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.
O centro global de transferência de tecnologia mRNA foi estabelecido em 2021 para apoiar fabricantes em países de baixo e médio rendimento a produzir as suas próprias vacinas, assegurando que possuem todos os procedimentos operacionais e conhecimento necessários para fabricar vacinas mRNA à escala e de acordo com as normas internacionais.
Criado principalmente para fazer face à emergência da pandemia de Covid-19, o centro tem o potencial de expandir a capacidade de fabrico de outros produtos, colocando os países na liderança, quando se trata dos tipos de vacinas e outros produtos de que necessitam para enfrentar as suas prioridades sanitárias.
Casos começaram a surgir em novembro. Guiné-Bissau já registou quatro casos.
Casos de poliomielite em África têm surgido esporadicamente quando detetados a partir da vacina, mas no Malawi foi detetado o primeiro surto ativo de poliomielite selvagem em mais de cinco anos.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o primeiro caso do surto remonta a novembro, quando uma criança de três anos apresentou sintomas de paralisia associados à doença.
A existência de um surto ativo no continente africano é preocupante, dada a reduzida vacinação contra a poliomielite, especialmente em crianças. O caso terá sido importado do Paquistão, um país onde, a par com o Afeganistão, a poliomielite se mantém endémica.
A OMS alertou que a sequenciação de WP1 – o vírus da poliomielite selvagem do tipo 1 – deve começar rapidamente, mas garantiu que não estava em risco a classificação do continente africano como uma região livre da doença em estado selvagem.
Em anos anteriores, foram detetados alguns surtos, mas sempre através do processo de inoculação, prevenindo-se assim a propagação comunitária. Foram também detetados casos em países como o Senegal, a Zâmbia e Gâmbia.
Na quinta-feira, a Guiné Bissau detetou quatro casos da doença, depois da doença ter sido erradicada em 2019.
A poliomielite é uma doença extremamente contagiosa e, se não for tratada, pode levar à morte. Em 2002, foi considerada erradicada no continente europeu e a vacinação contra a polio é várias vezes usada como um exemplo da importância da inoculação contra doenças contagiosas.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) indica que a tempestade tropical DUMAKO, que se tinha formado no Oceano Índico, poderá entrar na costa moçambicana, esta sexta-feira, pela província da Zambézia, como sistema de baixa pressão.
A tempestade poderá originar chuvas fortes de até 200 milímetros em 24 horas, com ventos de 40 a 50 quilómetros por hora, acompanhados de trovoadas, nas províncias da Zambézia, Nampula, Sofala e Tete.
O porta-voz do INAM Acácio Tembe, falando esta quinta-feira disse que o sistema de baixa pressão vai durar cerca de três dias no território nacional. O Porta-voz do INAM avança que neste momento o sistema de baixa pressão já está a influenciar o estado de tempo em alguns pontos das províncias do centro e norte do país.
Governo de Moçambique está a trabalhar com autoridades do Malawi para prestar assistência aos refugiados moçambicanos da tempestade Ana no país vizinho. Número de deslocados pode ultrapassar 2.500.
O Governo moçambicano está a trabalhar com as autoridades do Malawi para prestar assistência “o mais breve possível” aos refugiados moçambicanos da tempestade Ana no país vizinho. A garantia é do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), que admite que a ajuda humanitária prestada até agora pelas autoridades do Malawi não é suficiente.
O INGD aponta um plano de ação conjunto para resolver a situação precária nos centros de acolhimento – incluindo o envio de uma brigada moçambicana ao terreno. Em entrevista à DW África, a porta-voz do INGD, Nelma de Araújo, não confirma o número de moçambicanos deslocados no Malawi, admitindo que possa até ultrapassar os 2.500 apontados por vários meios de comunicação nos últimos dias.
Antigos trabalhadores da empresa Correios de Moçambique exigem esclarecimento sobre os seus direitos na sequência da extinção da empresa em curso.
O pedido de esclarecimento surge após um encontro havido ontem entre a massa laboral e membros do comité sindical, defronte do edifício dos Correios, na baixa da cidade de Maputo. Os trabalhadores queixam-se de falta de informação e de exclusão na tomada de decisões sobre o seu futuro.
Apontaram que, desde a decisão da extinção da empresa, em Maio do ano passado, e início do processo de liquidação, que vai até Dezembro, as informações inerentes a este processo não chegam de forma directa ao trabalhador.
Acrescentaram que decorre na empresa a concessão de cartas de reforma para trabalhadores com mais de 15 anos de serviço, porém inquieta o facto de não haver esclarecimento sobre o destino dos que têm abaixo desse tempo.
A Fundação Aga Khan (AKF) pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Enfermeira de Saúde Materno-Infantil Facilitadora de Campo. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Informação Estratégica. Saiba mais.
A FH Association em parceria com a World Vision Moçambique e financiado pelo Global Fund, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária Executiva. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa de SMI Mentor. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Pontos Focais Clínicos de SMI/PTV. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Representante de Vendas a Van. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Enfermeira de Saúde Materno Infantil. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Promotora de Vendas. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretaria Executiva. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Promotor de Vendas. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.
Uma Empresa Moçambicana, de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sete (7) Operadores de Sistema de Rastreamento e CCTV. Saiba mais.
A Associação Italiana Amici di Raoul Follereau (AIFO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Responsável de Monitoria e Avaliação de Dados. Saiba mais.
O Ministério Público moçambicano requereu o arresto provisório de bens dos 19 arguidos do processo principal das dívidas ocultas, anunciou na quinta-feira o juiz do caso, Efigénio Baptista.
Efigénio Baptista avançou que os advogados dos 19 arguidos serão notificados da providência requerida pelo Ministério Público, para poderem reagir.
O juiz não especificou o tipo de bens alvo da providência, mas a acusação do Ministério Público refere-se a imóveis, viaturas e contas bancárias como ativos resultantes do dinheiro desviado dos empréstimos em causa.
Baptista anunciou o requerimento da acusação, no final do primeiro dia da audição do antigo Presidente moçambicano Armando Guebuza, que depôs hoje como declarante no caso das dívidas ocultas.
Um tribunal indiano condenou 38 pessoas à morte no julgamento dos atentados à bomba de Ahmedabad, na Índia ocidental, onde morreram 56 pessoas e mais de 200 ficaram feridas, em 2008.
Outros 11 acusados foram condenados a prisão perpétua, disse aos jornalistas o procurador especial Amit Patel. A 08 de fevereiro, 49 pessoas foram condenadas por homicídio e conspiração numa série de atentados à bomba, em 26 de julho de 2008.
O tribunal absolveu outros 28 acusados, por falta de provas. Um total de 77 pessoas estiveram no banco dos réus, num julgamento que se arrastou quase dez anos, durante o qual foram chamadas mais de 1.100 testemunhas.
Os ataques foram reivindicados pela organização fundamentalista islâmica Indian Mujahideen, numa retaliação aos confrontos intercomunitários em Ahmedabad, em 2002, nos quais morreram cerca de duas mil pessoas, principalmente muçulmanos.
A violência foi desencadeada pela morte de 59 hindus num incêndio num comboio, cuja responsabilidade foi inicialmente imputada aos muçulmanos. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, na altura era o chefe do governo do estado de Gujarat, foi acusado de inação face à violência.
Em 2008, a Índia foi atingida por uma onda de explosões, em Nova Deli e na cidade turística do norte de Jaipur, reivindicada pelos Indian Mujahideen.
Em novembro do mesmo ano, em Mumbai, a capital financeira da Índia, 166 pessoas foram mortas e centenas feridas em três dias de ataques com espingardas de assalto AK-47 e granadas desencadeado por um grupo extremista baseado no Paquistão.
O Ministério Público do Brasil pediu ao Supremo Tribunal de Justiça para arquivar uma investigação contra o Presidente pela divulgação de relatórios secretos da Polícia Federal como parte de uma campanha para desacreditar o sistema de votação.
A decisão do Procurador-Geral do país, Augusto Aras, divulgada na quinta-feira, surge após o Supremo Tribunal Federal ter dado 15 dias ao Ministério Público para comentar o caso.
Aras considerou que a investigação, iniciada para verificar uma alegada invasão dos sistemas e bancos de dados do Tribunal Superior Eleitoral, “não estava protegida pelo sigilo” de justiça, pelo que “a sua revelação não constitui crime” e o Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, não pode ser investigado.
Acrescentou que, por esta razão, “não há forma de atribuir às pessoas sob investigação nem o crime de revelação do segredo, nem a violação do segredo funcional”. Embora o sistema não tenha sido objeto de uma única queixa de fraude, Jair Bolsonaro alega que o sistema incentiva a fraude.
Apesar da ausência de Bolsonaro, a Polícia Federal concluiu no relatório final da investigação, enviado ao Supremo Tribunal, que o chefe de Estado teve “ação direta, voluntária e consciente” na prática do crime de violação do segredo funcional.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...