A Ordem dos Advogados de Moçambique insistiu que o Presidente Filipe Nyusi preste declarações no processo das dívidas ocultas. O juiz indeferiu o pedido.
O juiz Efigénio Baptista voltou a recusar a convocação de Nyusi para prestar declarações sobre o caso e deixou claro o que pensa da insistência da Ordem. “O objetivo é populismo, vamos deixar essas condutas”, admoestou.
“O tribunal decidiu estas questões por duas vezes”, acrescentou, realçando que Nyusi já prestou declarações durante a instrução contraditória e na procuradoria, devidamente lidas pelo tribunal.
Na altura, Nyusi era ministro da Defesa e liderava o ‘comando operativo’, incumbido de estruturar o projeto de proteção marítima na origem do escândalo financeiro. Este acabou por endividar o país em mais de 2,2 mil milhões de dólares, soma depois ocultada aos moçambicanos e aos doadores internacionais.
Ouvido como declarante na sexta-feira (18.02), o antigo Presidente Armando Guebuza insistiu também que Nyusi é a pessoa indicada para explicar os 500 milhões de dólares da empresa estatal EMATUM que se destinavam à defesa e segurança. Sendo a pessoa com “acesso a informações e com capacidade de decisão, penso que é a ele que devem perguntar e não a mim”, disse Guebuza.
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