O chefe de Estado ordenou uma ofensiva de caça ao homem contra os terroristas. Esta ordem foi dada por Filipe Nyusi em visita de trabalho à província de Cabo Delgado onde considerou que apesar dos ataques esporádicos e que estão a semear o terror e a fuga massiva da população, os terroristas estão fragilizados.
Foi depois de reunir-se com as chefias militares da força conjunta da SADC, do Ruanda e das forças nacionais que o Presidente moçambicano, que é também Comandante em Chefe das Forças de Defesa e Segurança, que Filipe Nyusi decidiu lançar uma ofensiva de caça ao homem e descreveu a actual situação em que se encontram os terroristas.
“Estão a fugir do fogo intenso, porque as nossas forças, os nossos amigos estão a intensificar o fogo. Estão com fome, mas vamos continuar a perseguir porque eles agora estão a fugir para a zona de Ancuabe, tentaram passar um pouco por Meluco estão a meter medo lá na estrada, só para parecer que eles existem”, disse o Presidente.
Dados mais recentes divulgados pela Organização das Nações Unidas que se mostra preocupada com a situacao indica que mais de 17 mil pessoas na sua maioria crianças e mulheres, fugiram das suas casas nos distritos de Ancuabe e Chiúre, após os ataques da última semana.
Os terroristas parecem estar a proximar-se cada vez mais da cidade de Pemba, causando “pânico” entre a população e levando ao encerramento de muitas escolas da região.
A Associação de Educadores dos Consumidores de Água, AMASI, pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Oficial de Recursos Humanos. Saiba mais.
A SDO Moçambique pretende recrutar para um seu cliente, uma empresa do grupo A um (1) Assistente do Gestor de Higiene, Ambiente e Segurança no Trabalho. Saiba mais.
A N’weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Técnicos Provinciais de Nutrição. Saiba mais.
Uma empresa que actua no ramo de Impressão Digital, Bordado e Serigrafia, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Produção. Saiba mais.
A Solidarités International (SI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Actividades de Gestão e Coordenação de Acampamento CCCM. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Segurança. Saiba mais.
Inicia na próxima terça-feira, 21, em Maputo a exposição das obras do artista Gonçalo Mabunda, desta vez com a participação especial do artista Francisco Vidal.
A exposição estará patente no Camões – Centro Cultural Português.
Após a exposição “Os Mabundas”, apresentada em 2019 no mesmo espaço, Gonçalo Mabunda volta a ocupar as salas do “Camões” com criações mais recentes, ao lado de Francisco Vidal, Artista Português, reconhecido pela sua forma de pintar, traçando poderosas linhas caligráficas sobre telas, escreve a RM.
A instalação referida intercepta e promove o encontro entre linguagens e expressões distintas, que transitam da escultura para a pintura e justapõem criações que se cruzam em vivências e inspirações comuns, mas que se distinguem pela singularidade de percursos artísticos naturalmente distintos. Esta exposição é uma oportunidade única para o público poder usufruir da colaboração entre os artistas estabelecidos e reconhecidos internacionalmente no mundo da arte contemporânea.
“O Apetrechar do Tempo” ficará patente ao público até ao próximo dia 31 de Agosto de 2022 na Galeria do Camões.
O Estado registou m prejuizo de mais de duzentos milhões de meticais nos últimos meses em Tete, devido a prática de corrupção nas diversas instituições.
Segundo avançou a RM, trata-se de sessenta e seis casos de corrupção que deram entrada no Gabinete provincial de combate a corrupção em Tete, de Dezembro do ano passado a esta parte.
A directora do Gabinete provincial, em Tete, Atija Cássimo, explicou que, grande parte dos processos ligados a este tipo de crime foram registados em instituições do Estado, sendo que sete funcionários estão a contas com as autoridades.
Os sectores de Saúde, Educação, Polícia de trânsito são os que registam com maior frequência casos de corrupção a nível da província de Tete.
O País registou, de quinta para sexta-feira, 98 casos positivos da covid-19 de um total de 874 amostras submetidas ao despiste, indica um comunicado do Ministério da Saúde.
A Cidade e província de Maputo foram as regiões com mais casos registados, com 39 e 36, respectivamente.
O MISAU diz que dos infectados, 95 são de indivíduos moçambicanos (96.9%) e três são estrangeiros (3.1%). Ao todo são “51 indivíduos do sexo feminino (52%) e 47 do sexo masculino (48%)”, esclareceu.
No mesmo período, o país registou 60 indivíduos recuperados da COVID-19, na Cidade de Maputo (42) e nas províncias de Gaza (16) e Nampula (02), 3 altas hospitalares, 3 novos internamentos e nenhum óbito devido a doença.
Actualmente o país tem 541 casos activos e 2.209 óbitos devido a covid-19.
A um ano do final do contrato, o Liverpool aceitou o pedido de Mané para deixar o clube, depois de seis anos nos Reds.
Esta sexta-feira, os responsáveis dos dois clubes reuniram e chegaram a um acordo para a venda do avançado, que vai custar 32 milhões de euros aos bávaros.
O Bayern de Munique acertou a transferência do atacante Sadio Mané, do Liverpool, faltando agora apenas a assinatura do contrato. Assim que desembarcou em Munique após viagem à Inglaterra, o diretor esportivo Hasan Salihamidžić foi entrevistado pela emissora “Sky Sport” e confirmou o desfecho positivo da negociação.
Caso Sadio Mané cumpra determinados objetivos, o Liverpool pode receber até 40 milhões de euros. O senegalês vai assinar um contrato de três anos com o campeão alemão e despede-se de Inglaterra, depois de 269 jogos e 120 golos ao serviço do Liverpool, com quem venceu seis troféus – Liga dos Campeões, Premier League, Mundial de Clubes, Supertaça Europeia, Taça de Inglaterra e Taça da Liga inglesa.
Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano falhou o prazo de quinze dias estipulado para a apresentação do relatório da Comissão de Inquérito sobre conteúdos desviantes nos livros da sexta classe.
O porta-voz da instituição diz que neste momento não há datas para a apresentação do relatório da investigação.
A Comissão de Inquérito tinha até ontem, 16 de Maio, o prazo para apresentar os resultados, mas tal não aconteceu.
Além de ter criado a Comissão de Inquérito, o MINEDH retirou o manual e suspendeu a Comissão Nacional de Avaliação do Livro Escolar e o director do Instituto Nacional de Desenvolvimento da Educação.
Moçambique registou 38 mil mortes e cerca de 98 mil novas infecções por HIV/Sida em 2020 o que faz do país figurar entre os cinco países do mundo com números elevados de novas infecções, ocupando o segundo lugar atrás apenas da África do Sul.
Segundo a Carta, os dados foram divulgados esta quarta-feira, pela coordenadora da unidade de planificação, coordenação, monitoria e avaliação no Conselho Nacional de Combate ao Sida (CNCS), Ema Chuva, durante o encontro para disseminação de documentos orientadores para a população-chave.
Os inquéritos biológicos e comportamentais realizados no país referem a prevalência de altas taxas de HIV entre os grupos de risco constituídos em parte por reclusos, transgéneros, mulheres trabalhadoras de sexo, entre outros.
Intervindo na cerimónia, Ema Chuva referiu que Moçambique continua a enfrentar desafios muito sérios para a cobertura efectiva dos programas de prevenção, mitigação e tratamento da população-chave, razão pela qual, o CNCS espera adoptar novas estratégias para implementar programas mais abrangentes para reduzir as novas infecções
Faltam indústrias de fabrico de borracha para produção de diferentes artigos industriais, incluindo a recauchutagem de pneus, as empresas nacionais recorrem ao mercado internacional para adquirir matérias-primas, o que encarece o produto final.
De acordo com a TVM o parque Industrial de Beluluane, na província de Maputo, operam 41 fábricas que se dedicam à produção de materiais industriais, com destaque para o alumínio, varões ferro e pneus.
Do conjunto das empresas sobressai a Tyre Corporation, vocacionada à recauchutagem de pneus, que significa transformar pneus velhos em novos.
A empresa é nacional e presta serviços às multinacionais que produzem gás, carvão mineral e grafite. O seu trabalho consiste na manutenção de pneus de grandes equipamentos usados na construção e mineração, tais como, camiões, caterpillars e autocarros.
“Temos tido trabalho quase todos os dias, principalmente, por causa de número reduzido das recauchutagens” – Diz Horácio Manganhela, supervisor de produção.
O número de solicitações tende a crescer em função do surgimento de novas companhias na indústria de petróleo e gás. A empresa recauchuta cerca de 6.500 pneus por ano, no meio de dificuldades impostas pela falta de matéria-prima no mercado nacional.
Moçambique não dispõe de indústrias de borracha, o que obriga as empresas a recorrer ao estrangeiro para aquisição do recurso.
“Nós trazemos muito material da África do Sul porque aqui em Moçambique não há essa linha de borracha para produzir pneus. E é muito difícil porque o nosso camião precisa sair daqui para África do Sul e de lá para cá e as estradas não estão boas” – lamenta o Gestor da empresa, Wayne Smith.
A Tyre Corporation é das poucas industriais no sector de pneus no país. No passado, Moçambique já teve as falidas UFA, MABOR e FACOBOL que produziam borracha e pneus para o mercado nacional e exportação.
O Governo da República Democrática do Congo (RDC) anunciou que vai suspender todos os acordos assinados com o Ruanda, na sequência da tensão militar entre as duas potências militares do continente africano.
RDC acusa o Ruanda de apoiar o grupo rebelde M23, que protagoniza ataques armados sangrentos contra posições do Exército congolês no Kivu do Norte, apesar do acordo de paz assinado com as autoridades de Kinshasa em dezembro de 2013.
Na quinta-feira (17.06), após uma longa reunião do Conselho Superior de Defesa da República Democrática do Congo, o porta-voz do Governo, Patrick Muyaya, anunciou a medida histórica: “Suspender todos os protocolos de acordos, acordos e convenções celebrados com o Ruanda”.
Patrick Muyaya, também ministro da Comunicação, disse que o Conselho Superior de Defesa exigiu que o Ruanda “retirasse imediatamente as suas tropas, que apoiam o grupo terrorista M23, do território congolês”.
A escalada das tensões veio depois do movimento rebelde M23 ter tomado Bunagana, uma cidade chave no leste da RDC, na passada segunda-feira (13.06).
Perante a crescente tensão militar, o general Sylvain Ekenge, que é porta-voz do Governo militar da província do Kivu do Norte, proclamou perante milhares de manifestantes em Goma, capital regional da República Democrática do Congo, que se o Ruanda “quer guerra, terá guerra”.
“Vamos fazer todo o possível para expulsar estes criminosos, estes terroristas e os seus apoiantes, do território nacional. Ruanda não gosta de nós. Nós não temos medo dele e iremos combatê-lo. Se o Ruanda quer guerra, terá guerra”, frisou.
O povo congolês mobilizar-se em gesto de apoio às forças armadas. Em Goma, cidade fronteiriça com Ruanda, Jack Sinzahera agita a bandeira do Congo e caminha em direção à fronteira, acompanhado de milhares de manifestantes. Ele diz que estão prontos para a guerra.
“Apelamos a toda a população congolesa para que se levante em apoio das nossas forças armadas. Chega, não podemos mais aceitar ser atacados pelos países vizinhos. Por isso existe uma mobilização popular para dizer não à agressão do Ruanda e do Uganda ao nosso país”, disse.
Cimeira em Luanda
Nelly Lumbulumbu prefere responsabilizar a comunidade internacional pela sua “inércia” na resolução do conflito. “Queremos uma condenação efetiva por parte da Comunidade Internacional. Seguimos os discursos das Nações Unidas todos os dias, eles condenam mas na realidade não fazem absolutamente nada. Queremos ver como irão responsabilizar o Ruanda pelas suas ações”.
Segundo a agência Lusa, o Presidente angolano, João Lourenço, conversou esta sexta-feira (17.06) ao telefone com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, expressando preocupação com as tensões entre a RDC e o Ruanda, que justificam a realização urgente de uma cimeira em Luanda.
Segundo Lourenço, a tensão entre os dois países “justifica a realização, com urgência, da Cimeira de Luanda, com Angola como mediador” e os chefes de Estado da RDC e do Ruanda, refere nota dos serviços de imprensa da Presidência angolana.
O Presidente da República da Angola vai enviar na quarta-feira (22.06) o ministro das Relações Exteriores a Dacar para apresentar ao seu homólogo senegalês, Macky Sall, presidente em exercício da União Africana (UA), uma mensagem sobre os passos dados por Angola em cumprimento do mandato da Cimeira de Malabo, acrescenta a mesma nota.
João Lourenço vai mediar as tensões entre a RDC e o Ruanda e recebeu no início de junho a visita do Presidente congolês, Félix Tshisekedi, num encontro em que foram debatidas várias questões no âmbito de uma resolução pacífica do diferendo entre os dois países.
As tensões entre o Ruanda e a RDC agravaram-se após o reinício, em março, de combates entre o exército e o movimento rebelde 23 de Março (M23), que, de acordo com Kinshasa, é apoiado pelos vizinhos ruandeses.
Os Estados Unidos da América (EUA) e a União Europeia pediram hoje à Rússia que aceite rapidamente a abertura dos portos ucranianos para a exportação dos milhões de toneladas de cereais armazenados, permitindo aliviar a crise alimentar global.
Moscovo “deve agir imediatamente para abrir esses portos e acabar com esta guerra”, disse o secretário de Agricultura norte-americano, Tom Vilsack, em conferência de imprensa na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque. “É uma coisa séria, não devemos usar a comida como arma”, insistiu.
A Organização das Nações Unidas (ONU) negocia há várias semanas com Moscovo, Kiev e Ancara garantias militares para a utilização do Mar Negro por navios civis, um acordo que permitiria que os cereais ucranianos saíssem do país em segurança e os fertilizantes produzidos pela Rússia regressassem ao mercado internacional.
Moscovo reclama de obstáculos às suas exportações devido a sanções económicas.
Se um acordo fosse alcançado, isso reduziria os preços dos alimentos e aliviaria a crise alimentar mundial, que está a agravar-se devido à invasão russa da Ucrânia.
Tom Vilsack reiterou que as sanções dos EUA não visam alimentos e fertilizantes, posição que foi repetida pelo chefe da diplomacia da União Europeia, Josep Borrell, durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU.
“As sanções da União Europeia não são a causa da escassez de alimentos” porque “elas visam a capacidade do Kremlin de financiar a agressão militar – não a condução do comércio legítimo”, disse Borrell.
“As sanções da União Europeia não proíbem a importação e o transporte de produtos agrícolas russos, nem fertilizantes, nem o pagamento dessas exportações russas” e as “nossas medidas não afetam a capacidade de países terceiros comprarem à Rússia”, acrescentou Borrell.
Sobre as discussões em curso, o secretário norte-americano disse esperar que os russos negociem “de boa-fé”, “a sério e que não o façam apenas para criar uma imagem” de boa vontade. “Encorajo a Rússia” a contribuir para “a reabertura dos portos e que o faça rapidamente. Porque a necessidade é imediata”, disse.
Questionado sobre um plano do presidente dos EUA, Joe Biden, de estabelecer silos na Polónia para receber grãos ucranianos, Tom Vilsack explicou que se trata de “reduzir o risco de perda” de cereais, evitar o seu roubo e preservar a qualidade dos mesmos.
Vilsack anunciou ainda que o Governo norte-americano e o Ministério da Política Agrária e Alimentação da Ucrânia estabeleceram um Memorando de Entendimento para melhorar a coordenação entre os setores agrícola e alimentar dos dois países e construir uma parceria estratégica para abordar a segurança alimentar.
“Este memorando ampliará a parceria estratégica entre as nossas duas nações e alavancará a nossa força colectiva para aumentar a produtividade, abordar questões da cadeia de suprimentos e identificar desafios de segurança alimentar. Este é um importante passo e, quando implementado, irá permitir combater melhor a insegurança alimentar global juntos”, disse Vilsack.
Actualmente, “a Rússia bloqueia pelo menos 20 milhões de toneladas de cereais ucranianos que não podem chegar aos mercados mundiais”, denunciou Josep Borrell, pedindo também a Moscovo que permita a reabertura dos portos sob bloqueio russo.
“É o equivalente a 300 navios enormes que deveriam atracar em portos ao redor do mundo. Em vez disso, a Rússia está a bombardear os portos, a infra-estrutura e as terras agrícolas da Ucrânia”, disse o líder europeu.
Já o embaixador russo na ONU, Vasily Nebenzya, rejeitou essas acusações: “Estão a tentar colocar a culpa na Rússia, com alegações infundadas de bombardeamentos de armazéns de grãos, bloqueios de grãos. Não há nenhum obstáculo nesse sentido”.
Na quarta-feira, a Turquia anunciou que estava pronta para sediar “uma reunião de quatro vias”, com a ONU, Rússia e Ucrânia, para organizar a saída dos cereais ucranianos pelo Mar Negro.
“A Turquia apoia” o plano proposto pela ONU “e aguarda o retorno da Rússia”, disse o ministro turco das Relações Exteriores, Mevlut Cavusoglu, acrescentando que as reuniões técnicas entre os soldados continuam.
“Devemos responder às preocupações de todos”, disse o ministro. “A Rússia quer ter certeza de que os barcos não carregam armas e a Ucrânia quer ter certeza de que a Rússia não usará esses corredores para atacar”, explicou.
O jogador internacional Reinildo, do Atlético de Madrid (Espanha), que se encontra a passar férias do período do defeso, decidiu promover um jogo de beneficiência as crianças desfavorecidas.
O jogo de solidariedade realiza-se a 26 de junho, no campo do Ferroviário da Beira, e juntará os amigos de Reinildo e do seu amigo e colega da seleção, Gildo, atualmente a representar o Amora do Campeonato de Portugal.
A entrada ao jogo será mediante a entrega, no local, de produtos alimentares não perecíveis, que serão destinados
às crianças desfavorecidas da cidade da Beira.
Em comunicado, Reinildo e Gildo falam sobre a iniciativa dizendo ser este um jogo com um sabor muito especial. “Trata-se de uma cadeia de amor, de proteção, porque os tempos não foram fáceis, não estão melhores e, os que se aproximam, não permitem descansar”, pode-se ler.
Os Golden State Warriors são os novos campeões da NBA. A formação de San Francisco venceu (103-90) os Boston Celtics, no TD Garden, e confirmou novo título do basquetebol norte-americano selado ao jogo 6 do playoff, com 4-2 no agregado. Um título de grande significado na temporada de regresso de Klay Thompson, após dois anos e meio de ausência por lesão.
Boston começou com um parcial favorável de 14-2 mas quem terminou na frente foi a equipa de Steve Kerr. Com um ‘run’ de 21-0, alcançaram algo num visto em 50 anos numa final da NBA.
O segundo período manteve a toada e ao intervalo os forasteiros levavam a melhor com 15 pontos de vantagem: 54-39. Um mal menor para a formação de Udoka já que os Celtics chegaram a estar com 21 pontos de desvantagem (54-33).
No quarto período, houve mais Warriors e Boston sem engenho, o jogo ‘estava’ decidido a cerca de dois minutos do fim. Estava entregue o sétimo título de campeão aos Warriors.
Steph Curry transportou os Warriors para novo título com 34 pontos e terminou o encontro em lágrimas e abraçado pelos colegas. Pela primeira vez, recebeu o prémio de MVP da final.
Os Warriors repetem os títulos de 1946/47, 1955/56, 1974/75, 2014/15, 2016/17 e 2017/18, os dois primeiros sediados em Filadélfia, e isolam-se no terceiro lugar do ‘ranking’, deixando para trás os Chicago Bulls, de Michael Jordan (1990/91 a 92/83 e 95/96 a 97/98).
A Associação de Educadores dos Consumidores de Água, AMASI, pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Oficial de Recursos Humanos. Saiba mais.
A SDO Moçambique pretende recrutar para um seu cliente, uma empresa do grupo A um (1) Assistente do Gestor de Higiene, Ambiente e Segurança no Trabalho. Saiba mais.
A N’weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Técnicos Provinciais de Nutrição. Saiba mais.
Uma empresa que actua no ramo de Impressão Digital, Bordado e Serigrafia, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Produção. Saiba mais.
A Solidarités International (SI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Actividades de Gestão e Coordenação de Acampamento CCCM. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Executivo de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Segurança. Saiba mais.
Uma mulher de 44 anos de idade está a contas com as autoridades, na 14.ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), indiciada de envenenar um homem de 54 anos e a filha de seis, no bairro Ferroviário, na cidade de Maputo.
Segundo o Notícias, a suspeita, natural de Xai-Xai, na província de Gaza, viveu com as vítimas durante dois meses como empregada e amante do finado.
A indiciada, que não assume a autoria do crime, conta que, no último domingo, depois do jantar, a criança sentiu-se mal e administrou-lhe medicamento tradicional, tendo espalhado sal no quarto da menor.
“Eu não consigo explicar o que levou à morte deles porque todos nós comemos a mesma comida, inclusive o Cossa (finado) foi quem grelhou a carne de porco”, disse.
O porta-voz da Polícia da República de Moçambique na cidade de Maputo, Leonel Muchina, conta que a acusada permaneceu com os corpos das vítimas durante dois dias e só na última terça-feira partilhou a informação com a irmã mais velha da vítima.
Acrescentou que os exames preliminares feitos pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) apontam para o envenenamento e as declarações da mulher podem ser argumentos de auto-defesa.
O Governo em parceria com a Fundação de Caridade Tzu Chi lançou esta quinta-feira, no posto administrativo de Mafambisse, a primeira pedra para a reconstrução da Escola Secundária de Mafambisse, que foi destruída pelo ciclone Idai, em Março de 2019.
A nova Escola Secundária de Mafambisse terá 58 salas de aula, contra 10 da actual. As salas estarão divididas em pisos, sendo 18 salas no primeiro, 20 salas no segundo e outras 20 no terceiro, o que elevará a sua capacidade para cerca de 10 mil alunos em três turnos, incluindo o nocturno, contra os actuais seis mil alunos.
Esta será a maior escola secundária geral erguida no país, desde a independência nacional. O referido empreendimento está avaliado em cerca de 814 milhões de Meticais.
Entre outras infra-estruturas, a escola em referência contará ainda com 18 casas de banho, cinco salas de professores, três salas de informática, sendo duas para os alunos e outra para os professores, três laboratórios para as disciplinas de Física, Química e Biologia, uma enfermaria e um campo de jogos multiusos. Para os professores, a nova infra-estrutura vai contribuir para a melhoria da qualidade de ensino.
“Não é para duvidar, porque, a partir da altura em que temos melhores condições de trabalho, temos que melhorar a nossa actuação para podermos alcançar os nossos objectivos, neste caso, formar, com qualidade, o homem novo”, referiu Baltazar Zunguze, director da escola em declarações ao O País.
Na ocasião, os alunos estavam muito felizes. “Estamos muito felizes porque esta será a maior e melhor escola do país, facto que nos orgulha bastante. Veja que, desde 2019, estamos a estudar de forma condicionada, debaixo das árvores e em tendas, e, numa pequena alteração da temperatura, as aulas são interrompidas, o que contribuía para o nosso baixo aproveitamento pedagógico”, afirmou Tomás Fernando, aluno.
Dino Foe, representante da Fundação, referiu que “com esta infra-estrutura, o nosso compromisso é que seja um centro de excelência, onde a comunidade, pais, encarregados de educação, estudantes e professores se abracem para uma formação de base, mas também humanitária”.
A Escola Secundária de Mafambisse foi projectada para ter uma estrutura resiliente, capaz de resistir aos eventos extremos decorrentes dos efeitos nefastos das mudanças climáticas, assim como para o alargamento da rede escolar.
”Actualmente, 117 turmas na província de Sofala funcionam ao ar livre. Com a entrada em funcionamento da Escola Secundária Geral de Mafambisse, o impacto será a redução de 116 turmas que funcionavam ao ar livre”, afirmou Carmelita Namashulua, ministra da Educação e Desenvolvimento Humano.
Por seu turno, o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, falando em representação do Chefe do Estado, afirmou que a escola representa uma mais-valia, não só em Sofala, mas para as províncias vizinhas.
“É uma obra que será um símbolo emblemático para o ensino secundário no país pela dimensão infra-estrutural”, referiu Carlos Mesquita.
No final, o pelouro das Obras Públicas recomendou ao Gabinete de Reconstrução Pós-Ciclone, ao financiador e ao Governo provincial para trabalharem de forma articulada, “de modo a garantir que as obras que hoje iniciamos tenham resiliência necessária aos eventos extremos e que sejam concluídas dentro de 15 meses, que é o prazo previsto. Por isso, recomendamos o reforço da coordenação e da fiscalização”.
O Presidente da República e comandante-chefe das Forças de Defesa e Segurança, Filipe Nyusi, considera as novas incursões terroristas em Cabo Delgado, como estratégia dos malfeitores para chamar atenção do mundo.
Segundo o Comandante-chefe das FDS, os malfeitores estão neste momento fragilizados, desnorteados, e atacam algumas comunidades na busca de alimentação para a sobrevivência.
Neste sentido, Filipe Nyusi, que esta quinta-feira visitou algumas posições militares nos distritos de Ancuabe, Macomia, Nangade e Mueda.
Na sua interação com unidades das FDS, que, lado a lado com as tropas da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SAMIM) e do Ruanda, orientou o efectivo para que continue firme na perseguição aos terroristas.
“Sei que estão aqui no terreno para garantir plena segurança. Por exemplo, chegou a informação, que é real, de que houve um ataque a Nanduli e que se registam algumas movimentações. Mas também disseram ao mundo que a vila de Ancuabe estava deserta. Então, nós viemos aqui para ver essa situação. Só que encontrámos aqui esta movimentação de crianças a estudar”, disse Nyusi.
O Comandante-Chefe manifestou gestos de encorajamento às FDS, ressalvando que a prontidão e moral devem estar permanentemente em alta.
Em todos os distritos por onde passou, disse ter ordenado aos militares a “vasculharem”, em cada ponto da província, o inimigo que tira sossego às comunidades engajadas na produção e no desenvolvimento do país. “Viemos aqui solidarizarmo-nos convosco, saber como estão. Continuem a proteger a população, os distritos e a economia”, disse.
A Ministra do Interior, Arsénia Massingue, disse durante a sua recente visita à província de Cabo Delgado que alguns agentes da lei e ordem nesta província colocam em causa a luta contra o terrorismo nesta parcela do país pelo facto de divulgarem informações secretas ao inimigo, escreve o O País.
“O nosso trabalho é bastante e há quem diz que é espinhoso, mas os espinhos são esses que estamos a criar quando temos desvios de comportamentos, não temos sigilo profissional, e saímos para informar os inimigos onde estão as nossas forças”, revelou Arsénia Massingue, ministra do Interior, numa parada realizada no Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique em Cabo Delgado.
Outros problemas considerados graves e preocupantes em Cabo Delgado são o abandono do posto de trabalho e consumo de álcool por parte de alguns agentes da lei e ordem que deixam a segurança em Cabo Delgado cada vez mais vulnerável.
“Consta-nos que há, aqui, abandono do posto. É inconcebível que um agente da Polícia que jura à bandeira, que promete servir ao Estado, jura entregar a sua vida se necessário, abandone a instituição”, anotou Arsénia Massingue, ministra do Interior
Esses comportamentos desviantes por parte agentes que têm a missão de garantir a ordem e tranquilidade públicas estão a criar um ambiente de insegurança para a população e a deixar as cidades e vilas vulneráveis a acções criminais, especialmente as que estão localizadas nas zonas consideradas seguras, onde mesmo os governantes e dirigentes se sentem inseguros e têm sido vítimas de assaltos às suas residências.
“Estamos a falhar quando os chefes do sector que têm a tarefa de interagir com a população não fazem o seu papel, procurando saber quem e onde mora, isso permite que um bandido se acomode nos bairros e planifique as suas incursões enquanto está lá. Não faz sentido que um membro da UPAI (Unidade de Protecção de Altas Individualidades) abandone o seu posto e permita que as residências dos dirigentes sejam assaltadas, deixando em insegurança. Continuamos a falhar quando elementos da UIR (Unidade de Intervenção Rápida), no lugar de sacrificar suas vidas para combater o terrorismo no Norte da província, sai do seu posto e vai beber, torna-se bêbado”, explicou a ministra do Interior.
Devido à gravidade da situação de indisciplina dos agentes da lei e ordem, a ministra do Interior exigiu mudanças urgentes.
“Vamos deixar de ser corruptos, indisciplinados, preguiçosos e faltosos no trabalho. Estas práticas devem morrer e serem sepultadas, não daqui a oito dias nem trinta dias, devem morrer agora, porque não faz sentido”, determinou Arsénia Massingue.
Além de Pemba, a ministra do Interior visitou o Teatro Operacional Norte para avaliar a situação de segurança e a logística dos agentes da lei e ordem envolvidos no combate ao terrorismo em Cabo Delgado.
O Bordeux, clube onde milita o do defesa internacional Mexer desceu administrativamente à terceira divisão francesa devido a problemas financeiros, já depois de ter sido despromovido ao segundo escalão pela via desportiva.
Esta terça-feira, a LFP (Liga Profissional de Futebol) anunciou a despromoção administrativa do Bordeaux, que na época 2022/23 vai jogar no terceiro escalão do futebol francês, caíndo assim mais uma divisão. Esta situação deve-se aos graves problemas financeiros do Bordeaux, que viu as suas contas reprovadas por não conseguir oferecer garantias financeiras para disputar a Ligue 2.
De resto, o Bordéus já anunciou que vai recorrer de uma decisão “brutal” e tomada ao fim de “uma audição de quase duas horas que decorreu em boas condições”.
Em contacto com o “Notícias”, Mexer disse que ainda tem contrato com o clube francês, mas expectante, dentro do possível, de uma oportunidade para mudar de ares, porque “o mais importante é estar feliz”.
John Hinckley Jr saiu da prisão esta quarta-feira, depois de 41 anos detido e de um juiz de um Tribunal Federal dos Estados Unidos considerar que está “preparado para continuar com a sua vida”.
Hinckley tentou assassinar Reagan à saída do hotel Hilton, em Washington, no dia 30 de março de 1981. O então presidente ficou com um pulmão perfurado. Outras três pessoas ficaram feridas, incluindo o assessor de imprensa da Casa Branca, James Brady.
O atirador disse que queria impressionar a atriz norte-americana Jodie Foster, por quem vivia obcecado desde que viu o filme “Taxi Driver”. Durante o julgamento, em 1982, foi declarado “penalmente inimputável”, e foi internado num hospital psiquiátrico.
Hinckley, que agora é músico, anunciou que vai começar uma digressão e já tem um concerto marcado para o próximo mês.
Jorge Messi, pai e empresário do capitão da seleção argentina de futebol, Lionel Messi, faleceu na madrugada deste sábado, aos 68 anos, numa unidade...
O presidente da Renamo, Ossufo Momade, rejeitou as exigências para deixar de imediato a liderança do partido, defendendo que qualquer transição deve respeitar os...