A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifesta-se preocupada com o recrudescimento de crimes económico-financeiros que, nos últimos anos, têm vindo a ganhar espaço no país.
De acordo com o Notícias, sem avançar números, a PGR afirma que, nos últimos tempos, o índice de crimes desta natureza regista um aumento considerável, daí a necessidade de capacitar investigadores no campo da recuperação de activos, fornecendo-lhes ferramentas técnicas e cientificidade na sua actuação.
Para o efeito, a PGR, em parceria com o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), iniciou ontem, em Maputo, a formação de 50 investigadores, criteriosamente seleccionados para responderem com maior eficácia às exigências de investigação de qualidade e recuperação de activos.
A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido na oposição, acusou, ontem, a Polícia de estar preparada para “agir violentamente”, em caso de eventuais manifestações contra o custo de vida, assinalando que esta postura configura uma violação de direitos fundamentais.
“Circulam rumores de que a Polícia se encontre espalhada pelo país, sobretudo na cidade de Maputo, para agir violentamente, a qualquer momento”, afirmou o porta-voz da Renamo, José Manteigas, em conferência de imprensa.
O comportamento da Polícia da República de Moçambique (PRM) corresponde a uma autêntica intolerância política e negação dos direitos fundamentais dos cidadãos, considerou Manteigas.
José Manteigas acusou, ainda, a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, de cobrar fundos coercivamente aos funcionários do Estado, visando o financiamento do seu próximo Congresso.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A BNBC – Recrutamento e Selecção, Agência Privada de Emprego, pretende recrutar para uma empresa que trabalha na área indústrial dois (2) Operários de Máquinas. Saiba mais.
A Palace Complexo Lda. no âmbito de seu crescimento, está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Secretaria Executiva e Administrativa. Saiba mais.
O Instituto para o Desenvolvimento Económico e Social (IDES) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Logística e Procurement. Saiba mais.
O Instituto para o Desenvolvimento Económico e Social (IDES) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A EKITALCI Consultoria Consultoria Investimentos Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Agentes de crédito ao funcionário público. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Representante de Vendas. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Provincial de serviços clínicos. Saiba mais.
A Universidade Save (UniSave) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Tecnologia de Informação e Comunicação N1 (TIC). Saiba mais.
A Universidade Save (UniSave) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Profissional de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC). Saiba mais.
A Universidade Save (UniSave) pretende contratar para o seu quadro de pessoal dois (2) Auxiliares Administrativos (Condutor de veículos pesados). Saiba mais.
O Istituto Oikos Mozambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico em Promoção de Higiene e Saneamento na Comunidade. Saiba mais.
A Administração Regional de Águas do Centro, Instituto Público pretende recrutar para o seu quadro um (1) Técnico Superior de Obras Públicas (Hidrólogo “A”). Saiba mais.
A Administração Regional de Águas do Centro, Instituto Público pretende recrutar para o seu quadro um (1) Técnico Superior de Contabilidade N1. Saiba mais.
Mais de 80 pessoas compareceram, esta segunda-feira, perante um tribunal sul-africano por serem suspeitos de violação sexual colectiva de oito mulheres, que causou uma onda de choque no país.
Na quinta-feira, um grupo armado invadiu um local onde estavam a decorrer as filmagens de um videoclipe, perto de Krugersdorp, pequena cidade a Oeste de Joanesburgo, e violou oito jovens que faziam parte do elenco.
De acordo com o Comissário da Polícia da África do Sul, Fred Kekana, dos suspeitos, sete são moçambicanos, quatro de Lesotho, sete zimbabwianos, um camaronês, um malawiano, entre outros.
Dois outros suspeitos foram mortos num tiroteio com a Polícia e um terceiro ficou ferido, segundo fontes da policiais.
Ninguém ainda foi acusado por violação colectiva, mas a Polícia culpou imigrantes ilegais que trabalham nas minas na área, conhecida localmente como Zama Zama, e prendeu 84 pessoas numa operação.
Ontem, os detidos começaram a ser ouvidos em tribunal, mas pelo facto de terem entrado ilegalmente no país e serem encontrados com bens roubados.
A chefe da Polícia Nacional, Fannie Masemola, disse que há uma investigação em curso para determinar se os suspeitos estiveram envolvidos no estupro.
Um pequeno grupo de manifestantes reuniu-se do lado de fora do tribunal exigindo justiça, exibindo cartazes que, segundo a agência France-Presse, diziam: “Sem fiança para violadores”, “Sou o próximo?”, ou mesmo “O meu corpo não é um cenário de crime”.
O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, classificou, ontem, o que aconteceu como “actos horríveis de brutalidade” e “uma afronta aos direitos das mulheres e meninas”, e afirmou: “Os violadores não têm lugar na nossa sociedade”.
“O que aconteceu em Krugersdorp é simplesmente uma vergonha para a nação”, disse o ministro da Polícia, Bheki Cele, numa conferência de imprensa, considerando que as vítimas vão ter “cicatrizes ao longo da vida”.
Esta situação dramática veio alimentar um debate já existente na África do Sul sobre a introdução ou não da castração química para violadores.
Ao mesmo tempo, também aumentou a pressão sobre o Governo, com os críticos a dizerem que a Polícia está mal equipada para combater o crime no país, que tem uma das maiores taxas de homicídio do mundo e que recentemente foi atingido por uma série de tiroteios.
O Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO, I. P) retomou, a 11 de Julho passado, a produção de cartas de condução Biométricas, interrompida em Dezembro do ano passado devido a irregularidades administrativas no processo de contratação do provedor que fornecia o serviço.
Segundo o INATRO, a facto constitui o culminar do processo de contratação do novo provedor, seleccionado em concurso público.
A nova carta de condução contém características visuais diferentes da anterior, nomeadamente a cor, a disposição da identificação do condutor, para além do aumento dos dispositivos de segurança de 13 para 24.
Para atender à preocupação dos condutores que aguardavam por este documento, decorre o processo de distribuição das cerca de 75 mil cartas de condução biométricas já produzidas.
A reconstrução da vila de Mocímboa da Praia, um dos locais mais afectados pela insurgência armada em Cabo Delgado, vai incluir o reordenamento urbano para melhorar a vida das populações e reforçar a segurança dos bairros, informou o Governo provincial.
“Há necessidade de rever o ordenamento, de modo a que as populações que estão de regresso tenham melhores condições”, disse o director dos Serviços Provinciais do Ambiente em Cabo Delgado, Reinildo Jamane, citado pela Rádio Moçambique.
Mocímboa da Praia foi o distrito em que grupos armados protagonizaram o seu primeiro ataque no dia 5 de Outubro de 2017, tendo a sua vila sede sido, por muito tempo, descrita como a “base” dos rebeldes. Após mais de um ano nas “mãos” dos revoltosos, Mocímboa da Praia foi saqueada e quase todas as infra-estruturas públicas e privadas foram destruídas, assim como os sistemas de energia, água, comunicações e hospitais.
No total, cerca de 62 mil pessoas (quase a totalidade da população) abandonaram a vila costeira devido ao conflito nos últimos quatro anos, com destaque para as fugas em massa que ocorreram após a intensificação das acções rebeldes em Junho de 2020.
Segundo o director dos Serviços Provinciais do Ambiente em Cabo Delgado, o reordenamento da vila vai também servir para melhorar as condições de segurança para as populações que, gradualmente, regressam às suas zonas de origem.
Como já foi revelado em Julho passado pelo Ministério da Administração Estatal e Função Pública, a reabilitação das infra-estruturas do Estado destruídas em, pelo menos, sete distritos afectados pelo conflito armado em Cabo Delgado vai custar perto de 638 milhões de meticais, sendo que a maior parte do valor vai ser aplicada na reconstrução de infra-estruturas do Estado localizadas na vila de Mocímboa da Praia.
No geral, o Plano de Reconstrução de Cabo Delgado, aprovado em Conselho de Ministros de Moçambique em Setembro do ano passado, está orçado em 300 milhões de dólares e visa responder à destruição, bem como à crise humanitária provocada pelos ataques armados que eclodiram na província em 2017.
A criação de uma coligação que ostenta o nome do antigo líder do partido, Afonso Dhlakama, continua a preocupar a RENAMO. Na comunicação com os membros desta formação política em Pemba, André Magibire exortou a que ninguém aceite o que apelidou de “brincadeiras de mau gosto”.
“Não se baralhem. A RENAMO é una e indivisível. O presidente é Ossufo Momade. Não estamos a dizer que os outros partidos não podem fazer política, podem fazer sim senhor, mas usem os seus nomes, as suas bandeiras. Mas acham que se alguém tivesse criado a coligação eleitoral “Samora Machel” no notário iam aprovar? Ou coligação eleitoral “Eduardo Mondlane” iam aprovar? Mas porque é que aprovaram quando se diz Afonso Dhlakama?”, questionou o número dois da “perdiz”.
Segundo Magibire, a pretensão é dividir e fragilizar a RENAMO nos pleitos eleitorais.
“Sabem porquê? É para tentar dividir-nos. Estão a perceber, não é? Vai-se na mesa de votação e tem partido RENAMO de um lado a concorrer e, do outro lado, a coligação Afonso Dhlakama. Não acham que isso vai baralhar as pessoas?”.
Uma pessoa morreu e outras 11 ficaram feridas com gravidade na sequência do despiste e capotamento de uma camioneta, vulgo “My Love”, ocorrido por volta das 18 horas de ontem, no distrito da Manhiça, província de Maputo.
De acordo com a porta-voz da Polícia da República de Moçambique, na província de Maputo, Carmínia Leite, o sinistro ocorreu na zona de Chibututuine, quando uma camioneta de marca Toyota, modelo Dyna, que circulava em excesso de velocidade, despistou-se e capotou provocando ferimentos graves a 12 pessoas que viajavam na mesma.
A fonte explicou ao que, os feridos foram socorridos no Hospital Distrital da Manhiça onde um foi declarado óbito.
“A carrinha, que circulava no troço Manhiça-Maluana, era conduzida por um indivíduo de 48 anos de idade e residente no bairro das Mahotas, na cidade de Maputo”, esclareceu a porta-voz da Polícia.
Com vista a aliviar o sofrimento dos utentes e acelerar o processo de transporte de mercadorias do posto fronteiriço de Machipanda, os Governos de Moçambique e Zimbabwe pretende até Dezembro do ano em curso colocar o posto a funcionar 24 horas por dia.
A informação foi avançada pelo director-geral do Serviço Nacional de Migração, Fulgêncio Seda, segundo ele os governos dos dois países estão a estudar uma forma de viabilização daquele que é o segundo maior posto fronteiriço de Moçambique.
Actualmente, a fronteira funciona das 6.00 às 22.00h, um horário que provoca grandes constrangimentos, sobretudo aos camionistas de longo curso, noticia a Rádio Moçambique.
O processo de corrupção de mais de 20 anos contra o ex-presidente sul-africano Jacob Zuma e o fabricante de armas francês Thales foi adiado novamente hoje no Tribunal Superior de Pietermaritzburg, sudeste da África do Sul.
O juiz Piet Koen decidiu adiar para 17 de outubro o caso de corrupção, devido a um recurso pendente no Tribunal Constitucional submetido pelo antigo chefe de Estado sul-africano para que o procurador, o advogado Billy Downer, seja afastado do julgamento do caso.
Zuma, de 80 anos, e um representante do fabricante de armamento francês Thales não compareceram hoje no tribunal por decisão judicial.
Em maio, o juiz Piet Koen adiou o caso para hoje afirmando que estava pendente uma decisão da presidente do Supremo Tribunal de Apelação (SCA, na sigla em inglês), em Bloemfontein, centro do país.
A juíza Mandisa Maya, presidente do SCA, indeferiu posteriormente o pedido de recurso de Zuma ao indeferimento pelo juiz Koen de um pedido especial na instância inferior em Pietermaritzburg, que pedia o afastamento do procurador do julgamento do caso.
A decisão foi anunciada em 16 de fevereiro pelo juiz Piet Koen, com o fundamento de que “lhe faltam argumentos razoáveis” para aceitar o afastamento do procurador.
Em sequência do indeferimento da juíza Maya, Zuma recorreu ao Tribunal Constitucional da África do Sul.
O ex-presidente e a Thales enfrentam acusações de fraude, extorsão, corrupção, evasão fiscal e lavagem de dinheiro num caso de corrupção pública de aquisição de armamento multibilionário com mais de 20 anos em que a companhia de armamento francesa é acusada de subornar o antigo chefe de Estado.
Zuma, que foi Presidente da República entre 2009 e 2018 enfrenta 18 acusações relacionadas com o caso, incluindo fraude, corrupção, lavagem de dinheiro e extorsão, relacionadas com a compra de equipamento militar a cinco empresas de armamento europeias, em 1999, quando era vice-Presidente do país.
Em 2018, Zuma foi forçado a demitir-se após uma série de escândalos.
O fabricante francês do setor da Defesa enfrenta também acusações de corrupção e branqueamento de capitais. Tanto Zuma, como o grupo Thales têm negado as acusações.
O caso de alegada corrupção na aquisição de armamento pelo Estado sul-africano foi o maior escândalo de corrupção pública nos primeiros cinco anos de democracia na África do Sul, após o escândalo de corrupção em torno da peça teatral Sarafina, em 1996, no mandato do ex-presidente Nelson Mandela.
A produção pecuária nacional registou um crescimento em 9%, contra a média de 4,4% registada nos últimos dez anos, segundo revelou o “Balanço da Produção Pecuária da Campanha 2020-2021” divulgado pelo Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER), citado pelo Diário Económico.
Esta evolução é fruto da implementação do programa Sustenta. De acordo com o MADER, a produção de carnes vermelhas foi de 159 992 toneladas, um crescimento de 13%, das quais 17 781 toneladas são de carne bovina, que representa 18% do total.
“O aumento da produção de carne é justificado pela subida da taxa de extracção de 7% para 8%, do peso médio de carcaça de 132 kg para 135 kg e do abate de animais em matadouros e casas de matança credenciadas”, refere.
A produção de pequenos ruminantes foi de 3240 toneladas contra 2965 de 2020, o que representa um crescimento de 10%.
Na mesma senda, o documento acrescenta que a produção da carne caprina foi de 2763 toneladas e a ovina 484 toneladas. Igualmente, foram produzidas 135 708 toneladas de carne de frango, um crescimento de 13%, o que permitiu o fornecimento de 98% do consumo nacional.
“A produção de ovos, com 24 729 832 dúzias, representando um crescimento de 18%. Há ainda a assinalar o registo da maior produção de vacinas no país, com 45 682 900 doses, o que representa um crescimento de 101%”, salienta o documento.
Entretanto, verificou-se uma redução na ocorrência de doenças com impacto negativo no sector, com destaque para a febre aftosa, que, depois de quatro anos de ocorrência de focos, não se registou nenhum caso em 2021.
“A não ocorrência desta doença deveu-se ao maior rigor na implementação de medidas de prevenção, nomeadamente a cobertura de vacinação em cerca de 98% e ao registo obrigatório e monitoria de transporte/transportadores de animais”, frisou o MADER.
O efectivo pecuário está avaliado em 70 904 653 687,50 meticais, sendo que o gado bovino representa 64,4%.
A juíza Kathaleen McCormick, que está encarregue do caso que opõe o Twitter a Elon Musk, decidiu que o processo começará a ser julgado no dia 17 de outubro.
Como conta o Engadget, o processo terá uma duração de cinco dias e terminará no dia 21 de outubro. Recordar que Elon Musk pretendia que o processo só começasse a ser julgado no próximo ano, com o tribunal a decidir em favor do Twitter.
A ‘batalha legal’ entre o Twitter e Elon Musk poderá resultar na tecnológica a forçar uma aquisição de Musk, que colocou entraves ao negócio argumentando que não tinha informações suficientes sobre a quantidade de contas falsas da plataforma.
Centenas de manifestantes reuniram-se, este domingo, do lado de fora do memorial do ex-Presidente Thomas Sankara, em Ouagadougou, para rejeitar a presença dos militares franceses no país, revelou a France Press (AFP).
Símbolo da revolução do Burkina Faso, Sankara foi assassinado durante um golpe liderado por Blaise Compaore, que esteve próximo da França até à sua queda em 2014.
Uma coligação recém-formada, M30 Naaba Wobgo, pediu o término dos Acordos de Cooperação com a França. “A França apega-se miseravelmente ao seu antigo império colonial africano, que saqueia, explora os recursos e instiga golpes, mata os seus chefes de Estado, inflama o terrorismo e alimenta guerras e genocídios”, disse Yéli Monique Kam, presidente do Movimento M30 quando falava ontem aos manifestantes, que seguravam faixas com os dizeres “Abaixo a União Europeia, a conquista da França”, “A França é imperialista, tirana, parasita, fora” e “Não aos Acordos de Cooperação com a França”.
O Movimento anunciou uma manifestação para 12 de Agosto para exigir “o fim da política francesa em todas as formas e a saída do embaixador francês”. Estas acções ocorrem apenas alguns dias depois que Emmanuel Macron ter terminado a digressão por três países africanos: Camarões, Benin e Guiné-Bissau, numa tentativa de “renovar as relações com os países da região”.
Na semana passada, as Forças Armadas do Burkina Faso anunciaram a morte de 15 terroristas numa operação na sequência de um ataque realizado na terça-feira contra um destacamento em Kelbo (Norte) que resultou na morte de dois militares, noticiou o site Notícias ao Minuto.
O Exército anunciou, em comunicado, que a “contra-ofensiva” foi lançada após a “resposta vigorosa” ao ataque e detalhou que “foi enviado apoio aéreo para interceptar o grupo de assaltantes que tentou fugir”.
O Exército pediu às forças burkinabes “que mantenham a dinâmica, que torna cada vez mais difícil a situação dos grupos terroristas armados”.
O Burkina Faso registou a partir de 2015 um aumento significativo de ataques, desencadeados pelo Movimento ligado à Al-Qaeda e do Estado Islâmico. Os ataques também contribuíram para o aumento da violência entre comunidades e fizeram com que surgissem grupos comunitários de auto-defesa.
Centenas de seguidores de um influente clérigo xiita acamparam, este domingo, no interior do Parlamento iraquiano, após derrubarem os muros de segurança em redor do edifício que invadiram no sábado.
Os manifestantes, seguidores do clérigo xiita iraquiano Muqtada Al-Sadr, comprometeram-se a realizar uma concentração aberta para fazer descarrilar os esforços dos seus rivais dos grupos políticos apoiados pelo Irão para formar o próximo Governo do país.
Os desenvolvimentos catapultaram a política iraquiana, mergulhando o país numa crise política à medida que se desenrola uma luta de poder entre os dois principais grupos xiitas.
Ontem, a concentração pareceu mais uma celebração alegre do que um protesto político, com seguidores do clérigo xiita iraquiano Muqtada Al-Sadr a dançar, a rezar e a cantar slogans dentro do Parlamento, em louvor ao seu líder. No intervalo, faziam sestas nos colchões que revestiam os grandes salões.
Foi uma cena muito diferente da de sábado, quando os manifestantes usaram cordas e correntes para derrubar paredes de cimento à volta da Zona Verde fortemente fortificada em Bagdade e depois avançaram para o edifício da Assembleia.
Foi a segunda tentativa de invasão do Parlamento, na última semana, mas desta vez não se dispersaram pacificamente.
As forças de Segurança iraquianas dispararam gás lacrimogéneo e granadas solares no início, para tentar repelir os manifestantes. O Ministério da Saúde disse que cerca de 125 pessoas ficaram, entre 100 manifestantes e 25 membros das Forças de Segurança. Em poucas horas, a Polícia recuou, deixando o Parlamento a mercê dos manifestantes.
O Presidente do Congresso Nacional Africano (ANC), Cyril Ramaphosa, considerou, este domingo, que o partido que dirige, no poder na África do Sul, encontra-se “dividido” e no seu “nível mais baixo” dos últimos quase 30 anos de governação do país.
Falando na abertura da 6.ª Conferência Nacional de Política do ANC, no Centro de Convenções de Nasrec, arredores de Joanesburgo, o também Chefe de Estado sul-africano instou os delegados a demonstrarem uma “cultura democrática” na resolução dos seus problemas internos.
“O ANC encontra-se no seu nível mais baixo e vulnerável desde o advento da democracia no país”, salientou o líder do ANC, o partido no poder desde 1994 na África do Sul.
Ramaphosa, que procura ser reeleito para um segundo mandato na Conferência Nacional electiva do partido, em Dezembro, destacou a “desconfiança” e a “desilusão” da maioria negra sul-africana relativamente à governação do país como as principais fraquezas do antigo movimento de libertação, que diz estar “dividido”.
“Somos um movimento dividido”, salientou o líder sul-africano, atribuindo a ruptura interna no seio das várias facções do ANC governante ao “clientelismo” e à “corrida pelo acesso a cargos e a recursos públicos” através da política de colocação de quadros do partido, incluindo nas empresas públicas.
“Este é um momento decisivo para o ANC, mas acima de tudo para o nosso país”, frisou Ramaphosa, pedindo políticas “claras” e “práticas” aos delegados do partido no poder.
A conferência em Nasrec é o culminar de várias reuniões do partido a nível provincial, sendo considerada por analistas sul-africanos como uma “previsão” da conferência Nacional do ANC, em Dezembro, onde o partido elegerá o seu líder e indicará o candidato às próximas eleições presidenciais no país.
Após quase três décadas no poder, o Congresso Nacional Africano enfrenta um declínio no apoio do eleitorado, abaixo dos 50%, segundo as sondagens locais em Novembro. O partido é amplamente criticado pela incerteza política, e a corrupção pública e o crime que são galopantes no país, e pelo empobrecimento generalizado da sociedade sul-africana.
Com o desemprego acima dos 35% e uma crise de electricidade sem fim com contínuos cortes de energia em todo o país, os esforços públicos de Ramaphosa para acabar com a corrupção pública foram recentemente afectados por acusações de que teria ocultado quatro milhões de dólares na sua propriedade agrícola.
Em Junho, o líder sul-africano, que é o quinto Presidente da República sul-africana desde a queda do apartheid, em 1994, considerou como um “trauma nacional” para a sociedade sul-africana pós-apartheid a captura do Estado pela grande corrupção pública na Presidência do seu antecessor, Jacob Zuma (2009-2018).
Devido ao adiamento da disputa do CAN’2023 para Janeiro/Fevereiro de 2024 e ao desejo das cinco selecções africanas qualificadas para o Campeonato do Mundo de 2022 (Camarões, Ghana, Marrocos, Senegal e Tunísia) de preparar a competição da melhor forma possível, a Confederação Africana de Futebol (CAF) formalizou, ontem, a mudança de datas das 3ª e 4ª jornadas das eliminatórias de apuramento para o CAN’2023, inicialmente marcadas para Setembro próximo.
“O Comité Executivo da Confederação Africana de Futebol aprovou a modificação do calendário para a fase de qualificação da Taça de África das Nações (CAN), na Côte dÍvoire’2023. Esta decisão segue o compromisso do Comité Executivo de oferecer mais tempo de preparação para as nações africanas que se qualificaram para o Campeonato do Mundo da FIFA, marcado para Novembro e Dezembro de 2022 ”, disse o órgão pan-africano antes de comunicar o novo calendário.
“Consequentemente, os dias de disputa das 3ª e 4ª jornadas das Eliminatórias da Taça de África das Nações, originalmente programadas para Setembro de 2022, agora ocorrerão de 20 a 28 de Março de 2023. A quinta jornada acontecerá de 12 a 20 de Junho de 2023 e a sexta de 4 a 12 de Setembro de 2023.
Com estas mudanças no calendário das eliminatórias, a Selecção Nacional defronta, entre 20 e 28 de Março de 2023, a similar do Senegal, em Dakar, em desafio pontuável para a quarta jornada do Grupo.
O piloto Max Verstappen da Red Bull-RBTP venceu o grande prémio da Hungria e passa contar com 28 vitórias na Fórmula 1, oito no Mundial de 2022.
Arrancando da 10.ª posição da grelha de partida, o campeão de 2021 estreou-se a ganhar na Hungria e, aproveitando o dia mau da Ferrari, combinou a 8.ª vitória da temporada com o aumento da vantagem sobre Charles Leclerc no topo da classificação do campeonato de pilotos, de 63 pontos para 80.
Verstappen, que protagonizou pião antes de assumir a liderança de corrida que registou 7 mudanças de comandante e esteve quase sempre sob ameaça de chuva, beneficiou de estratégia correta de pneus, arrancando com o composto mais macio da Pirelli, para atacar na primeira fase do grande prémio, de forma a ganhar posições, e montando o médio nas duas paragens que realizou durante as 70 voltas.
Surpreendentemente, com a Ferrari fora de combate, por decisões estratégicas erradas, também relacionadas com a seleção dos pneus, dia (muito) bom para a Mercedes, que voltou a colocar dois pilotos no pódio, a exemplo do que tinha sucedido há uma semana, em Paul Ricard, França, na ronda 12 do campeonato, com Lewis Hamilton na 2.ª posição, à frente do parceiro de equipa George Russell. No Mundial de Construtores, a escuderia alemã soma menos 30 pontos do que a italiana, que passou a estar a 97 da Red Bull, que está cada vez mais bem posicionada na corrida à reconquista de título que não vence desde 2013.
A Fórmula 1, depois desta corrida no Hungaroring, pára para férias, regressando à ação apenas a 28 de agosto, com o Grande Prémio da Bélgica.
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Um homem de 39 anos, um vendedor de nacionalidade nigeriana, foi morto na rua, na sexta-feira, na cidade de Civitanoca Marche, às mãos do italiano Filippo Claudio Ferlazzo, 32 anos, já preso, segundo as autoridades.
O crime está a chocar a Itália, segundo descrevem vários meios de comunicação locais, visto que Alika Ogorchukwu foi atacado em plena luz do dia no centro da cidade italiana de Civitanova Marche sem que ninguém tivesse feito nada.
Além da inacção dos populares, houve ainda quem gravasse o sucedido, e até quem gritasse para que o agressor parasse, mas ninguém agiu para pôr termo à agressão brutal.
Alika estava na rua Umberto I, centro de Civitanova Marche, um ponto turístico na costa do Adriático, quando foi atacado pelo italiano por ter feito um comentário sobre a namorada de Filippo.
Segundo os jornais italianos, esse comentário foi o gatilho para a discussão e consequentes agressões. O italiano desferiu vários golpes com uma muleta e atirou Ogorchukwu ao chão. De seguida, colocou-se em cima deste e espancou-o até à morte.
Charity Oriachi, viúva da vítima disse querer “justiça”. “Tudo o que eu quero é justiça. Justiça para o meu marido. A Itália não me deixe sozinha”, disse em lágrimas ao jornal La Reppublica.
A mulher esteve presente numa manifestação organizada pela comunidade nigeriana na cidade de Marche.
A Dupla moçambicana, Ainadino Martinho e Jorge Monjane apurou-se para final do Campeonato Africano de vólei de praia ao vencer os compatriotas, José Mondlane e Osvaldo Mungoi, por 2-0, pelos parciais de 21/19 e 21/15, numa partida realizada no campo principal, montado na praia de Agadir, Marrocos.
A dupla aguarda agora para saber qual o seu adversário na final, que sairá do confronto entre Abicha e Elgraoui do Marrocos e Jack e Chisawaniso do Bostwana.
Um cidadão faleceu este sábado na sequência do desabamento de uma loja na cidade de Maxixe, na província de Inhambane.
Segundo informações avançadas pela TV...
Foi inaugurado o novo Centro de Dados Híbrido do Centro de Informática da Universidade Eduardo Mondlane (CIUEM), uma infraestrutura tecnológica concebida e implementada pela...