Está condicionado o normal funcionamento do Hospital Provincial de Xai-Xai, em Gaza, devido à indisponibilidade financeira.
Informações da direcção indicam que até ao momento, a maior unidade da província ainda não recebeu o orçamento referente ao presente ano.
A Rádio Moçambique soube que dada à exiguidade financeira, o hospital está com dificuldade de garantir uma alimentação ideal para os doentes internados, bem como a recolha de médicos e outros profissionais afectos à unidade sanitária.
A directora clínica do Hospital Provincial de Xai-Xai, Maria Tembe, confirmou a falta de orçamento para este ano e acrescenta que devido à situação, a unidade garante neste momento transporte para a transferência de doentes para Maputo e para algumas actividades de urgência local.
“Como hospital ainda não temos disponibilidade orçamental para este ano, mas temos garantidas as três refeições diárias; claro que a refeição não é diversificada, mas pelo menos, garantimos o mínimo para os nossos doentes. Quanto ao transporte, trabalhamos de forma condicionada. O Hospital Provincial de Xai-Xai está enfrentar esta dificuldade, mas temos feito esforços para que esta situação rapidamente se resolva”, disse
O ex-presidente da Argentina Mauricio Macri anunciou no domingo (26) que não será candidato às eleições presidenciais do país deste ano. Um dos principais nomes da oposição, o político governou a Argentina entre 2015 e 2019, e era dado como nome certo para o pleito deste ano.
“Quero ratificar a decisão de que não serei candidato nas próximas eleições. Há um grande número de novos líderes. Espero que não nos deixem ser pisoteados pelo populismo”, disse ele em vídeo divulgado nas redes.
No comunicado de domingo, Macri citou a crise inflacionária pela qual o país passa. No último mês, o índice atingiu 98,8% no acumulado dos últimos 12 meses. Esse é o percentual mais alto na Argentina desde outubro de 1991, quando o número ficou em 102,4%.
Em janeiro, houve aumento de 6% no indicador, ante expectativa de 5,6%. O país fechou 2022 com taxa de 94,8%, após alta de 5,1% em dezembro.
Em 2019, Macri entregou a economia argentina a Alberto Fernández já endividada, com uma inflação de 53,8%; o peso desvalorizado e uma taxa de pobreza de 40%.
O ex-presidente também deixou pendente a maior dívida contraída pela Argentina com o Fundo Monetário Internacional, de cerca de US$ 44,5 bilhões.
No vídeo de desistência, no entanto, Macri faz ataques a Fernández e chega a dizer que a Argentina está “à deriva, sem liderança” e isolada do resto do mundo. “Nunca mais teremos um fantoche como presidente”, afirma.
Em dezembro, a líder do governo peronista, Cristina Kirchner, presidente da centro-esquerda duas vezes entre 2007 e 2015, também anunciou que não estaria entre os candidatos.
Ela foi condenada a seis anos de prisão e inabilitação perpétua para cargos públicos por fraudes contra o Estado.
Até agora, a expectativa de nomes para o pleito são Alberto Fernández, pela reeleição, e o direitista prefeito da Buenos Aires, Horacio Rodríguez Larreta, pela oposição.
A legislação, cujos aspetos mais polémicos já estão a avançar no Knesset (Parlamento israelita), provocou os maiores protestos da história de Israel, com um recorde de 650 mil participantes na noite de domingo, pouco depois de Netanyahu ter demitido o ministro da Defesa, por Yoav Gallant ter pedido a suspensão da legislação já aprovada.
O Governo alega que, historicamente, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de Israel já se intrometeu demasiado em assuntos políticos, razão pela qual é necessário limitar os poderes.
Os opositores da reforma argumentam, por sua vez, ser “vital para a saúde democrática” de um país haver um sistema judiciário “independente”.
Os pontos mais polémicos da reforma são os seguintes:
Eleição dos juízes
O comité responsável por recomendar a nomeação de juízes é atualmente composto por nove membros, incluindo juízes titulares, representantes da Ordem dos Advogados de Israel, membros do Knesset e do Governo, sendo, por isso, necessário um acordo entre todos para os escolher.
A reforma proposta pelo ministro da Justiça, Yariv Levin, visa aumentar de nove para 11 os membros da comissão, bem como alterar a composição da própria comissão: três ministros e três deputados da coligação governamental, além de três juízes independentes e dois deputados da oposição, o que daria ao executivo uma maioria de seis membros em onze.
Trata-se de uma versão entretanto suavizada da Lei de Seleção de Juízes, modificada há uma semana, já que a formulação inicial dava ao Governo uma maioria de sete membros, com poder absoluto na eleição e destituição de todos os juízes, inclusive os do STJ. Espera-se que esta lei seja aprovada no Knesset esta semana.
Revisão judicial
As mudanças propostas visam impedir que o STJ possa rever a legislação, incluindo a Lei Básica, um conjunto de leis com estatuto constitucional. A reforma visa exigir que a revogação de qualquer lei exija o consenso de 80% do corpo de desembargadores do Supremo Tribunal de Justiça, quando agora é necessária apenas a maioria simples.
Esse é um ponto que até mesmo alguns opositores à reforma defendem, pois muitos acreditam que o STF tem demasiado poder para reverter leis, embora difiram na forma e defendam que é preciso mais do que a maioria simples para a aprovação ou modificação de leis básicas leis no Parlamento.
Cláusula de anulação
Este é um dos aspetos que mais polémica gerou, pois permitiria que uma maioria parlamentar simples (61 deputados em 120) anulasse decisões do STJ quando se tratasse de revogar ou modificar leis.
Os opositores da lei veem esta cláusula como uma clara violação da separação de poderes e da independência judicial e, como tal, uma séria ameaça à democracia israelita.
O projeto de lei que inclui a cláusula de nulidade, que também permite que as leis sejam protegidas de revisão judicial, foi aprovado em primeira instância há duas semanas. A aprovação final foi adiada para maio, após as férias parlamentares associadas à Páscoa.
Assessores legais dos Ministérios
A reforma proposta pelo Governo visa reclassificar os cargos de assessores jurídicos dos ministérios, que até agora eram peritos independentes tutelados pelo Ministério da Justiça, para advogados politicamente eleitos. Além disso, as opiniões desses consultores deixariam de ser vinculativas e exequíveis.
Dessa forma, os respetivos ministros terão o controlo total para escolher e demitir os conselheiros, o que para os opositores da reforma implica uma clara politização dos controlos judiciais.
Razoabilidade
A reforma visa limitar o alcance do conceito de “razoabilidade” pelo qual os tribunais podem submeter qualquer decisão governamental, incluindo a nomeação de funcionários públicos, à revisão judicial por sua própria iniciativa, com base no facto de considerarem as medidas razoáveis ou não razoáveis.
Com base nesse critério, o STJ considerou em janeiro “não razoável” a nomeação como ministro do Interior e da Saúde do líder ultraortodoxo Aryeh Deri, meses depois de ter sido condenado por fraude fiscal e evitado a prisão em troca de um acordo judicial em aquele que se comprometia a deixar a política.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, já está em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, onde vai reunir-se com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres e dirigir sessões do Conselho de Segurança de Alto Nível.
Para além do Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, o evento irá contar com a presença dos presidentes da Suíça, do Gana e da Comissão da União Africana.
Filipe Nyusi, chegou a Nova Iorque, na noite deste Domingo, madrugada em Moçambique, acompanhado pela Primeira-Dama, Isaura Nyusi e a Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação. Após a reunião habitual com a sua delegação, a Verónica Macamo falou à imprensa detalhando a agenda do Chefe de Estado em terras norte-americanas.
“Encontro-me desde ontem em Nova Iorque, Estados Unidos da América, onde até dia 30 vou orientar actividades enquadradas na presidência rotativa mensal do Conselho de Segurança que Moçambique detém desde dia 1 de Março. Dentre várias actividades, destaque para dois debates de alto nível que vou presidir dois debates na sede da ONU sob os temas “Ameaças à paz e segurança internacionais causadas por actos terroristas: combate ao terrorismo e prevenção do extremismo violento” e “O impacto das políticas de desenvolvimento na implementação da Iniciativa Continental do Silenciar de Armas”, contando com vários convidados”, informou o Chefe do Estado.
Ainda em Nova Iorque, Nyusi vai participar numa sessão de reflexão e partilha de experiências de Moçambique na construção da paz.
“Falarei dos desafios globais da actualidade, a situação do terrorismo em África, experiências do país e iniciativas regionais em curso para conter as acções terroristas”, declarou o Chefe do Estado.
Um ataque russo provocou pelo menos dois mortos e 29 feridos na cidade de Sloviansk, leste da Ucrânia, anunciou o governador regional, Pavlo Kyrylenko.
“Há dois mortos e 29 feridos em Sloviansk. Prédios administrativos e escritórios foram danificados, assim como cinco prédios habitacionais e sete casas”, disse Kyrylenko, numa mensagem na rede social Facebook, acrescentando que as forças russas “atingiram o centro da cidade (…) com dois mísseis S-300”.
O governador acrescentou que outra cidade na região de Donetsk, Druzhkivka, foi alvo de um ataque.
“Mais um dia que começou com o terrorismo da Federação Russa. O Estado agressor atingiu a nossa cidade de Sloviansk”, confirmou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, nas redes sociais, prometendo que “a Ucrânia não perdoará a tortura infligida”.
As forças russas fizeram da captura da região de Donetsk a sua principal prioridade militar e anunciaram no ano passado que a anexaram, embora não controlem ainda todo o território.
Entretanto, as autoridades de Avdiivka anunciaram a saída dos funcionários municipais desta cidade localizada na frente de batalha no leste da Ucrânia e regularmente bombardeada pelas forças russas.
“Avdiivka parece cada vez mais um lugar saído de filmes pós-apocalípticos (…) Portanto, foi tomada uma difícil decisão de retirar (…) funcionários municipais que pelo menos tentavam manter a limpeza e a vitalidade da cidade”, disse Vitaliy Barabash, chefe da administração militar local.
As tropas russas tentam, há vários meses, tomar Avdiivka, que está na linha de frente de combate com forças russas desde 2014, quando Moscovo decidiu a anexação da Crimeia.
Atingida pela artilharia e mais recentemente pela força aérea, a cidade tem agora apenas cerca de 2.300 habitantes, incluindo 1.960 identificados que recebem ajuda humanitária, disse Barabash.
Em junho, os russos cortaram uma das duas principais vias de acesso à cidade e posicionaram-se a leste e a sul.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Comunicação. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Técnico do Projecto USAID FILOVC. Saiba mais.
O Centro deAprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar um (1) Consultor para desenhar um Manual e oferecer treinamentos em monitoria de Direitos Humanos e Abordagens baseadas em Direitos Humanos para o Staff do CESC-IGUAL e Parceiros. Saiba mais.
A International Organization for Migration (IOM) pretende recrutar um (1) Consultor (Planejamento de Transição) – Financiamento – (REEMITIDO). Saiba mais.
A Management Sciences for Health (MSH) pretende recrutar um (1) Assessor Técnico Principal, Reforço dos Sistemas Regulatórios e Farmacovigilância. Saiba mais.
A Região Metropolitana do Grande Maputo enfrenta uma crise sem precedentes na oferta de carvão vegetal, afectando vendedores e milhares de famílias que têm o combustível como fonte primária para a confecção de refeições.
A situação deve-se à interrupção da emissão de licenças para produção deste recurso, aliada à degradação das vias de acesso agravada pelas chuvas e inundações das áreas de exploração.
Nos poucos mercados onde é possível encontrar o combustível lenhoso, assiste-se à especulação de preços. O saco, que custava entre 1.200 e 1.300 meticais, actualmente é comercializado a 1.600 ou 1.700. A lata de 20 litros ronda os 400 meticais, situação verificada em mercados como Mukoreano e Vulcano e na zona de Missavene, em Mavalane.
Norda Sitoe, vendedeira que adquire o recurso na província de Gaza, demonstrou preocupação com a redução da disponibilidade do produto, tendo em conta que negócio é sua única fonte de renda.
“O carvão existe nos locais de exploração mas os camiões estão paralisados por falta de licenças de transporte aos mercados e dificuldades para a sua obtenção. Estamos a tentar gerir o último stock medindo em baldes e sacos plásticos”, disse.
Uma forte explosão numa fábrica de chocolate na Pensilvânia, nos Estados Unidos, ocorrida na tarde de sexta-feira, provocou cinco mortos. Há seis desaparecidos. As causas da explosão ainda estão ser investigadas.
A explosão aconteceu pouco antes das 17 horas locais de sexta-feira na fábrica RM Palmer Company, em West Reading, segundo a Agência de Gestão de Emergências da Pensilvânia.
Segundo Jessica Bezler, porta-voz da Tower Health, um sistema de saúde regional integrado que oferece serviços de saúde e bem-estar, oito pessoas foram levadas para o hospital de West Reading.
“No edifício da frente, com a igreja e os apartamentos, a explosão foi tão grande que deslocou o prédio um metro e meio para a frente”, referiu Samantha Kaag, presidente da câmara de West Reading, numa conferência de imprensa.
A causa da explosão ainda é desconhecida e está a ser investigada pelas autoridades.
Várias pessoas marcharam nas ruas de Hong Kong, na primeira manifestação autorizada em três anos, apesar de regulamentos policiais rigorosos.
Os residentes de Tseung Kwan O Town, uma das novas cidades de Hong Kong construídas principalmente em terra recuperada do mar, marcharam para proteger o oceano.
As exigências incluem a denúncia da construção de instalações “desagradáveis”, que consideram como políticas ambientais contraditórias.
Os manifestantes, usando identificação visível, marcharam pelas ruas ao longo de uma rota de isolamento, sob a vigilância de dezenas de agentes de segurança. As autoridades limitaram a marcha a cerca de 100 pessoas, embora mais de 300 tivessem solicitado a sua adesão.
Além disso, a polícia alertou para o risco de “criminosos” se infiltrarem no evento para instigar a violência, informou o Posto da Manhã do Sul da China.
O protesto foi o primeiro desde 2020 contra uma política governamental e surge depois de todas as restrições devido à covid-19 terem sido levantadas.
Dezassete pessoas morreram e outras duas ficaram feridas na sequência de um acidente de viação na província de Sofala.
De acordo com a Miramar, as vítimas seguiam, na manhã deste sábado, num transporte semi-colectivo de passageiros, ao longo da Estrada Nacional Número 6, e morreram quando estourou o pneu do “chapa” que de seguida embateu violentamente contra um camião que fazia o sentido oposto.
Fontes policiais disseram à Miramar que as 17 pessoas perderam a vida no local e outras duas foram socorridas de imediato para o Hospital Rural de Nhamatanda.
Manifestantes e polícias envolveram-se, no sábado, em violentos confrontos sobre uma disputada reserva de água em construção em Sainte-Soline, no centro-oeste da França, onde milhares de pessoas se mobilizaram, apesar da proibição de ajuntamentos.
As autoridades francesas mobilizaram 3200 agentes de segurança para fiscalizar a manifestação não autorizada contra um projeto de bacias – reservas de água destinadas à agricultura – temendo atos de violência num contexto inflamável devido à tensão provocada pela nova legislação sobre a idade de reforma.
Uma longa manifestação – composta por pelo menos seis mil pessoas, segundo a autarquia local, cerca de 25 mil, segundo os organizadores – juntou membros de associações ambientais e sindicatos.
“O objetivo é rodear a bacia, para parar a obra”, admitiu um membro da organização ambientalista Revoltas da Terra, no início da manifestação, que se propunha ser pacífica, segundo os organizadores.
Contudo, pouco depois, eclodiram confrontos violentos, com ativistas radicais a usarem fogo de artifício contra os agentes policiais.
Durante cerca de uma hora, as imediações da bacia transformaram-se num cenário de violento conflito, com muitas detonações, observadas à distância pela maioria dos manifestantes que se mantiveram pacíficos.
Vários veículos da polícia foram incendiados, até que os atacantes recuaram e a relativa calma voltou à manifestação.
As autoridades registaram ferimentos em vários polícias, que foram transportados para hospitais da região.
“Em Sainte-Soline, a ultra-esquerda e a extrema-esquerda são extremamente violentas contra os nossos agentes”, disse o ministro do Interior, Gérald Darmanin, reagindo aos incidentes, numa mensagem na rede social Twitter.
Objetos e armas perigosas foram apreendidos durante a manifestação – bolas de petanca, produtos incendiários, facas e machados – e 11 pessoas detidas.
No projeto que foi alvo desta manifestação, 16 reservatórios, com uma capacidade total de cerca de seis milhões de metros cúbicos, serão construídos, principalmente em Deux-Sèvres, no âmbito de um projeto liderado por uma cooperativa de 450 agricultores com apoio do Estado.
O objetivo é armazenar a água a céu aberto, depois de retirada dos aquíferos superficiais no inverno, para irrigar as plantações no verão, quando as chuvas são escassas.
Os opositores da iniciativa denunciam uma apropriação de água pela agroindústria em tempos de mudança climática.
A França vive há várias semanas uma grande mobilização contra a reforma da segurança social, cuja aprovação sem votação na Assembleia Nacional levou a uma sucessão de manifestações violentas em muitas cidades da França.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) desmente uma suposta existência de grupos terroristas em alguns distritos da província de Inhambane, considerando falsas as informações que circulam nas redes sociais sobre a alegada movimentação destes em Morrumbene, Homoíne, Maxixe e cidade de Inhambane.
O comandante provincial da PRM, Feliciano Chongo, disse que a corporação não confirma essas informações, afirmando não haver registo de pessoas desconhecidas vindas de outros pontos,
nem indivíduos detidos em conexão com este tipo de caso.
“Essa é a informação que a Polícia tem. Agora, do que tem vindo a ser propalado nas redes socais, devo dizer claramente que não constitui a verdade”, disse o comandante citado pela Rádio
Moçambique, apelando à população a estar calma e vigilante face aos rumores da presença de grupos terroristas na província.
Um prédio de seis andares ruiu em Luanda, Angola, na madrugada de sábado. A queda do edifício, que já tinha sido evacuado por risco de desabamento, não provocou vítimas.
O prédio, localizado na Avenida Comandante Valódia, desabou pelas 2h00 da madrugada. Às 11h00 as autoridades ainda não tinham afastado a hipótese de serem encontradas vítimas nos escombros.
O edifício, “construído ainda no tempo colonial”, estava em “iminente risco de colapso”, disse um vizinho ao Novo Jornal.
A causa, adianta um comunicado da Fundivest, que cita um relatório do Laboratório de Engenharia de Angola, terá sido uma “rutura de tubagem nas redes de distribuição de aguado do edifício vizinho”, que contribuiu para a perda de capacidade de suporte do solo da fundação.
De acordo com o Porta-Voz dos Serviços de Proteção Civil e Bombeiros, superintendente Bombeiro Félix Domingos, mais de 250 efetivos e diversos meios, estão a trabalhar há cerca de 11 horas na remoção dos escombros.
Vários vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento da derrocada e algumas pessoas a fugirem apressadamente, antes de o edifico se desfazer numa nuvem de pó.
Junto ao prédio, que tinha também espaços comerciais, encontravam-se estacionadas várias viaturas que ficaram destruídas, verificou a Lusa no local.
Moradores do bairro Mahubo, na vila municipal de Boane, província de Maputo, estão, há mais de um mês, sem água potável nas suas residências.
A situação deve-se à avaria do sistema de água que abastece os bairros de Mahubo 10, 14, 25 e alguns pontos de Massaca.O drama data desde antes do pico das chuvas e a elevada pluviosidade só agravou o cenário.
“Não temos água, há algum tempo e, quando sai, apresenta níveis elevados de turvação. Procuramos satisfação junto às entidades competentes e alegam que as bombas estavam submersas. Há semanas informaram que o município havia adquirido novas bombas, porém, ainda não temos solução”, disse Elísio Pelembe.
Para colmatar a ausência do recurso, a população recorre a um lago, que deriva da água das chuvas para lavar, cozinhar e beber.
“Passam quase dois meses que partilhamos a água com animais. Não temos alternativas ou dinheiro para comprar. Só podemos vir para este lago mesmo sabendo do risco de contrair doenças”, referiu Isac Mendes, outro residente.
Mais de 100 pessoas com cataratas, doença que se manifesta pela perda progressiva da transparência da lente natural do olho, vão ter acesso a cirurgias gratuitas de recuperação da visão.
A campanha, lançada quinta-feira última, no Hospital Provincial de Pemba (HPP), é financiada pela Electricidade de Moçambique (EDM), no âmbito da sua responsabilidade social, que para o efeito disponibilizou mais de três milhões de meticais.
A campanha de remoção de cataratas, segundo o sector de Saúde visa, essencialmente, prevenir a ocorrência de casos de cegueira na província, assim como fortalecer os cuidados de saúde ocular no seio da população.
As cirurgias compreendem a correção de cataratas, glaucoma, tracoma, triquíase, entre outras doenças dos olhos, cujo diagnóstico precoce aumenta as chances de recuperar a visão, segundo defendeu Sérgio Mosse, responsável de oftalmologia, no Hospital Provincial de Pemba.
O Presidente dos Estados Unidos aprovou a declaração oficial de catástrofe no estado do Mississipi após a passagem devastadora de um tornado por vários condados que deixou pelo menos 25 mortos e consideráveis danos materiais.
A declaração do Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, irá facilitar a chegada de fundos federais aos quatro condados mais atingidos: Carroll, Humphreys, Monroe e Sharkey, de acordo com a Casa Branca.
Além das 25 vítimas mortais no Mississipi, da passagem do tornado resultou também um morto no estado do Alabama.
Enquanto os serviços estatais de salvamento continuam a procurar pessoas que ainda possam estar presas nos escombros e a avaliar os danos, a região Centro-Oeste está a preparar-se para mais “super tempestades” hoje.
Especificamente, as autoridades emitiram um aviso de nível 3 (numa escala de 5) para granizo, ventos fortes e tornados para várias partes do leste do estado do Luisiana, centro-sul do estado do Mississipi e centro-sul do estado do Alabama, de acordo com um comunicado do Centro de Previsão de Tempestades.
Estas “super tempestades” chegarão ao Alabama nas próximas horas e depois deslocar-se-ão para leste em direção às Carolinas, de acordo com o comunicado do centro, informou a CNN.
Um tornado atingiu o estado de Mississippi, nos Estados Unidos, na noite de sexta-feira (24), matando pelo menos 23 pessoas. As informações são da CNN Internacional.
A tempestade arrancou telhados de casas, praticamente destruindo bairros das cidades de Silver City e Rolling Fork. Milhares estão sem energia elétrica. Imagens postadas nas redes sociais mostram o cenário de devastação.
Pelo menos 13 mortes foram registradas cerca de 60 milhas a noroeste de Jackson, no condado de Sharkey, em Rolling Fork.
O governador de Mississippi, Tate Reeves, pediu orações e proteção de Deus em uma rede social. Também afirmou que equipes de busca estavam em ação na região.
Horas antes da chegada do tornado, o governo emitiu um alerta informando que tempestades poderiam atingir o estado, com ventos que poderiam ultrapassar os 120 km/h.
Um garoto de 11 anos precisou pedir a ajuda da mãe por meio de uma selfie depois que a professora tapou a boca dele com fita adesiva durante a aula.
O caso ocorreu na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. A fita seria uma punição por que o aluno “falava demais na sala de aula”.
O menino enviou a foto por mensagem para a mãe, Catherine Webster, que imediatamente acionou a direção da escola do filho. “Eu não sei o que fazer”, escreveu na conversa. Ao ver a imagem, a mãe reagiu: “o que é isso? Quem fez isso? Estou a caminho”. O episódio ocorreu em 14 de fevereiro.
Em entrevista à Fox, Catherine disse que o filho foi forçado a ficar com a fita no rosto durante toda a aula e que mais dois colegas sofreram a mesma punição. “Ele se sentiu humilhado”, disse.
Morreu, na manhã de sábado, o antigo Primeiro-ministro, Pascoal Mocumbi, vítima de doença. Mocumbi foi um dos membros-fundadores da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo).
Nascido em Abril de 1941, o político moçambicano iniciou os seus estudos universitários em Medicina, na Universidade de Lisboa e, pouco tempo depois, mudou-se para França, onde continuou a estudar na Universidade de Poitiers até 1963.
Pascoal Mocumbi foi membro-fundador da Frelimo, criada em 1962. Em 1963 tornou-se membro do Comité Central da Frelimo e liderou o Departamento de Informação e Propaganda do partido.
Em vida, Pascoal Mocumbi ocupou vários cargos no governo moçambicano, entre eles: Ministro da Saúde, em 1980; Ministro dos Negócios Estrangeiros, em 1987; Primeiro-Ministro, em 1994, cargo que ocupou até 2004.
Internacionalmente, Mocumbi ocupou o cargo de Alto-comissário da Parceria sobre Ensaios Clínicos entre países europeus e países em vias de desenvolvimento, da Organização Mundial da Saúde.
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump descartou no sábado ser alvo de uma possível acusação, aproveitando o primeiro comício na campanha presidencial das eleições de 2024 para atacar os seus adversários políticos.
“O procurador de Nova Iorque, sob os auspícios e a direção do ‘Departamento de Injustiça’ em Washington DC, estava a investigar-me por algo que não é um crime, nem contravenção”, disse Donald Trump aos seus apoiantes em Waco, no estado do Texas, citado pela agência France Presse.
Trump, que faz campanha como candidato à nomeação presidencial Republicana para 2024, enfrenta vários problemas judiciais, entre os quais a investigação do procurador distrital de Manhattan por alegados pagamentos à atriz pornográfica Stormy Daniels para, alegadamente, comprar o seu silêncio sobre uma relação sexual que tiveram.
Um grande júri deve decidir em breve se acusa ou não o ex-presidente, enquanto as forças de segurança estão em alerta diante de possíveis manifestações dos seguidores de Trump, como as que ocorreram em 06 de janeiro de 2021, no ataque ao Capitólio.
Nos Estados Unidos o grande júri é utilizado para questões particularmente controversas e a sua missão é determinar se existem provas suficientes para investigar um possível crime.
Paralelamente ao processo em Nova Iorque, o Departamento de Justiça está a investigar o tratamento de milhares de documentos oficiais, incluindo cerca de 300 classificados retirados da Casa Branca no final do mandato de Trump, em janeiro de 2021, e encontrados por agentes do FBI em agosto durante uma busca à sua casa em Mar-a-Lago, no estado da Florida.
A agência de notícias Associated Press descreve que Donald Trump mostrou-se desafiante e incendiário no comício de sábado em Waco, cidade famosa pela resistência mortal contra a aplicação das leis.
Donald Trump abriu o comício com a música “Justice for all”, com um coro de homens presos por estarem envolvidos no ataque ao Capitólio em 06 de janeiro de 2021, tendo algumas imagens desse episódio sido exibidas em ecrãs.
No discurso, Donald Trump defendeu os insurgentes e criticou os procuradores, incluindo os que supervisionam as investigações de que é alvo.
“Vocês serão absolvidos e orgulhosos. Os bandidos e criminosos que estão a corromper o nosso sistema de justiça serão derrotados, desacreditados e totalmente desgraçados”, afirmou.
Em busca da nomeação republicana para as eleições presidenciais de 2024, Trump afirmou na sexta-feira que o país enfrentará uma situação catastrófica caso seja acusado.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...