Eneas Comiche diz que há antigos dirigentes envolvidos em conflitos de terra no Distrito Municipal de KaMavota, na Cidade de Maputo.
O edil de Maputo que falava, durante um comício popular para prestação de contas aos munícipes, afirmou que não cabe a si resolver disputas por terrenos.
O presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo esteve debaixo do sol na manhã deste sábado para orientar um comício e prestar contas sobre a sua governação municipal.
Eneas Comiche mostrou-se preocupado com o aumento de casos de conflito de terra, alguns dos quais, segundo o edil, envolvem antigos dirigentes.
“Fico grande parte do meu trabalho a atender a atender diversos representantes de associações de agricultores, com nomes que devemos respeitar porque foram dirigentes deste país, mas que na sua gestão têm originado situações de conflitos”, disse Eneas Comiche.
O edil da capital do país afasta de si toda e qualquer responsabilidade de encontrar soluções para os conflitos de terra no município que ele próprio preside.
“Eu queria, em particular, aos secretários do bairro, aos chefes do quarteirão para efetivamente nos ajudarem neste processo porque são dos assuntos que devem ser resolvidos ao nível da administração do distrito municipal”, disse.
Depois de falar às mais de 200 pessoas que estiveram no comício, apenas sete, apontadas pelo protocolo do presidente do município, é que tiveram o privilégio de confrontar o edil de Maputo com os problemas dos seus bairros.
Eneas Comiche disse que a execução do plano de desenvolvimento municipal foi comprometido pela pandemia da COVID-19, que afectou a capacidade de arrecadação de receitas.
A Alemanha vai fornecer à Ucrânia mais 45 tanques antiaéreos Gepard, ou Cheetah, até ao final do ano, para ajudar Kiev na sua luta defensiva contra a Rússia.
O plano foi anunciado pelo chefe do Centro de Situação do Ministério da Defesa alemão para a Ucrânia, o brigadeiro-general Christian Freuding, na edição de domingo do jornal Die Welt.
No total, já foram entregues 34 Gepards e outros 15 serão acrescentados nas próximas semanas. “Além disso, queremos entregar mais 30 tanques Gepard até ao final do ano, em cooperação com os Estados Unidos”, explicou Freuding.
Stockton Rush, fundador da OceanGate e uma das vítimas da implosão do submersível, trocou e-mails com um especialista que o acusou de colocar pessoas em risco. O executivo tratou o aviso como “lamúrias sem sentido”
Além de admitir que violou “algumas regras” durante a construção do submersível Titan, Stockton Rush — CEO da companhia OceanGate — rejeitou alertas sobre segurança, ao qualificá-los de “lamúrias sem fundamento”. No domingo passado (18), cerca de 1 hora e 45 minutos após iniciar a descida de 3.800m até os destroços do Titanic, no Atlântico Norte, a cerca de 500km da costa do Canadá, o Titan sofreu uma implosão catastrófica. Morreram na tragédia Rush; o francês Paul Henry Nargeolet, 77 anos, um dos maiores especialistas em Titanic; Hamish Harding, empresário britânico de 58 anos; Shahzada Dawood, executivo paquistanês de 48; e o filho Suleman, 19.
Em 2018, Rob McCallum, especialista em exploração de mares profundos, enviou e-mails ao fundador da OceanGate. Em uma das mensagens, advertiu-lhe: “Acho que você está potencialmente colocando a si mesmo e a seus clientes em uma dinâmica perigosa.
Em sua corrida até o Titanic, você está espelhando naquele famoso grito de guerra: ‘Ela é inafundável'”, escreveu McCallum.
Stockton Rush ignorou o recado. “Com muita frequência, escutamos lamúrias do tipo: ‘Você vai matar alguém’. Tomo isso como um sério insulto pessoal”, respondeu o criador do Titan.
McCallum insistiu sobre o suposto perigo representado pelo submersível e recomendou à OceanGate que buscasse uma certificação de segurança para a cápsula. “Até que um submarino seja classificado, testado e comprovado, ele não deve ser usado para operações comerciais de mergulho profundo”, lembrou o especialista.
A nova resposta de Rush veio com uma defesa do próprio empreendimento. Ele admitiu que “a abordagem inovadora e focada em engenharia da OceanGate vai contra a ortodoxia submersível”. “Mas essa é a natureza da inovação”, assegurou.
A reportagem enviou um e-mail para McCallum e recebeu uma mensagem automática. “Estou no mar ao norte de Papua Nova Guiné e as comunicações poderão ser adiadas para depois de nosso retorno, em 30 de junho”, afirma. McCallum não respondeu às mensagens enviadas pelo Telegram.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Manica fracassou na noite de quarta-feira em Chimoio, um assalto a um camionista que fazia o trajecto porto da Beira/cidade de Chimoio.
O camião em alusão transportava óleo usado no fabrico de equipamento eléctrico como postos de transformação, vulgo PTs.
Um dos três indiciados que tentou fugir no momento da intervenção policial foi baleado nos dois pés. Na posse dos indivíduos, que se encontram sob custódia policial na 2.ª Esquadra da PRM em Chimoio, foi encontrada uma arma de fogo com 12 munições e um spray.
Um dos detidos disse que adquiriu a arma legalmente, para a sua protecção, visto ser proprietário de uma empresa (não identificada na província de Sofala).
Dos três indivíduos consta um desertor das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM). Alegou que abandonou as fileiras das FADM porque o salário que ganhava não era suficiente para sustentar a sua família, tendo optado em seguir o mundo do crime que disse compensar.
No entanto, o porta-voz da PRM em Manica, Mateus Mindu, disse que os assaltos a camionistas são recorrentes no troço Inchope/Chimoio e neste momento as autoridades estão a massificar as acções com vista a neutralizar mais indivíduos que praticam este e outros crimes.
Mindu disse ainda que foi possível também apreender a viatura que os malfeitores usavam para seguir o camionista e substâncias psicotrópicas usadas pelos meliantes para promover a desordem pública.
O porta-voz referiu ainda que os detidos têm cadastro “muito preenchido no mundo do crime e a quadrilha actua principalmente na região centro do país”.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos confirmou que foram encontrados os destroços do submarino que desapareceu com cinco tripulantes no Oceano Atlântico, no início desta semana. Segundo o porta-voz das equipes de buscas, o tamanho dos restos do veículo indica “implosão catastrófica” do submersível.
Em entrevista coletiva para confirmar a morte dos tripulantes, o porta-voz da Guarda Costeira dos EUA, John Mauger, afirmou que os robôs que foram empregados na operação continuarão no oceano para tentar investigar as circunstâncias do acidente.
No entanto, dada a natureza do ocorrido e tendo em vista as condições marítimas – como a pressão, a falta de iluminação e as correntes – não se sabe se os restos mortais vão ser resgatados
“Este é um ambiente incrivelmente implacável no fundo do mar, a mais de três quilômetros abaixo da superfície. Os destroços são consistentes com a implosão catastrófica da embarcação. Continuaremos a trabalhar e vasculhar a área lá embaixo, mas não tenho uma resposta sobre as perspectivas neste momento”, afirmou Mauger.
A Guarda Costeira diz que equipamentos de busca permanecerão no local por enquanto, mas serão retirados em 48 horas.
Expedição
O dispositivo mergulhou na manhã de domingo (18/6), para uma expedição turística até a carcaça do Titanic, a cerca de 3,8 mil metros de profundidade no oceano. No entanto, o submarino perdeu o sinal cerca de 1 hora e 45 minutos depois de submergir.
A confirmação da implosão ocorreu após os destroços achados pelas equipes de busca mostrarem que a cabine que protegia a tripulação da pressão marítima foi perdida. Os destroços foram encontrados a cerca de 500 metros do Titanic.
As autoridades ainda não sabem dizer o momento exato da implosão nem o que causou o acidente.
As vítimas do acidente são:
Stockton Rush, diretor-executivo e cofundador da OceanGate;
Hamish Harding, bilionário britânico dono da empresa de aviação Action Aviation;
Shahzada Dawood, empresário paquistanês e vice-presidente da Engro Corporation;
Sulaiman Dawood, filho de Shahzada Dawood;
Paul-Henry Nargeolet, ex-comandante da Marinha Francesa e um dos principais especialistas no naufrágio do Titanic.
A Confederação das Associações Económicas (CTA) queixa-se da demora do pagamento de facturas por parte do Estado aos empreiteiros e fornecedores de bens e serviços.
Segundo o presidente da agremiação, Agostinho Vuma, essa demora no pagamento limita o crescimento das empresas.
O presidente da CTA, que falava, durante a Conferência Anual do Sector Privado (CASP), alem de retardar ocrescimento das PME, a despesa pública prejudica a economia.
Para colmatar o problema Vuma pediu ao Presidente da República, Filipe Nyusi, que o Governo crie limites máximos de acumulação dos atrasados para que essa despesa seja controlada e monitorada e que no Orçamento Anual seja incluída uma rubrica específica para o pagamento dessas facturas atrasadas aos empreiteiros fornecedores de bens e serviços do Estado.
Os combatentes do grupo de mercenários russo Wagner deixaram a região de Lipetsk, a sul de Moscovo, onde haviam entrado no sábado durante a marcha rebelde em direção à capital russa, anunciaram as autoridades locais.
“As unidades do grupo paramilitar Wagner, que ontem [sábado] pararam na região de Lipetsk, deixaram o território”, disse a assessoria de imprensa das autoridades regionais ao Telegram.
A capital regional de Lipetsk está localizada a 400 quilómetros de Moscovo.
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, qualificou de rebelião a ação do grupo, afirmando tratar-se de uma “ameaça mortal” ao Estado russo e uma traição, garantindo que não vai deixar acontecer uma “guerra civil”.
Antes, o chefe do grupo paramilitar acusou o Exército russo de atacar acampamentos dos seus mercenários, causando “um número muito grande de vítimas”, acusações que expõem profundas tensões dentro das forças de Moscovo em relação à ofensiva na Ucrânia.
Ao final da tarde de sábado, o chefe do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, acabou, contudo, por suspender as movimentações da rebelião contra o comando militar russo, depois de ter negociado um acordo com o Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko.
Um ataque aéreo registado no movimentado mercado de vegetais no noroeste da Síria matou pelo menos nove pessoas, disseram ativistas e socorristas locais.
Ativistas e monitores de guerra do Observatório Sírio para os Direitos Humanos, baseados na Grã-Bretanha, disseram que a Rússia, um dos principais aliados do Presidente sírio, Bashar Assad, lançou o ataque sobre a cidade estratégica de Jisr al-Shughur, localizada perto da fronteira com a Turquia e que está controlada pela oposição.
O ataque ocorre um dia depois de o grupo mercenário russo Wagner se ter revoltado contra o Presidente russo, Vladimir Putin.
A organização de defesa civil do noroeste da Síria, controlada pela oposição, conhecida como ‘Capacetes Brancos’, disse que mais de 30 pessoas ficaram feridas e espera que o número de mortos aumente.
“Ouvimos dizer que os feridos graves morreram depois de chegar ao hospital”, disse Ahmad Yaziji, dos ‘Capacetes Brancos’, à Associated Press, acrescentando que foi um ataque direcionado ao principal mercado de vegetais, onde os agricultores do norte da Síria se reúnem para fazer negócio.
Os agricultores levaram os feridos para o hospital em camiões de legumes, enquanto os ativistas partilhavam pedidos urgentes de doações de sangue.
Nem a Síria nem a Rússia comentaram este ataque aéreo, embora Damasco, a capital da Síria, diga que os ataques na província do noroeste têm como alvo grupos insurgentes armados.
O noroeste da Síria é controlado principalmente pelo grupo militante Hayat Tahrir al Sham, bem como por forças apoiadas pela Turquia.
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, qualificou de rebelião a ação do grupo, afirmando tratar-se de uma “ameaça mortal” ao Estado russo e uma traição, garantindo que não vai deixar acontecer uma “guerra civil”.
Antes, o chefe do grupo paramilitar acusou o Exército russo de atacar acampamentos dos seus mercenários, causando “um número muito grande de vítimas”, acusações que expõem profundas tensões dentro das forças de Moscovo em relação à ofensiva na Ucrânia.
Ao final da tarde deste sábado, o chefe do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, acabou por suspender as movimentações da rebelião contra o comando militar russo, depois de ter negociado um acordo com o Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Concursos Públicos. Saiba mais.
A Aliança da Sociedade Civil contra a Usurpação da Terra em Moçambique (ASCUT) pretende recrutar um (1) Consultor – Estudo sobre Abordagens Inovativas de Funcionamento das Redes e OSC e Utilização de TICs nas actividades de Advocacia. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Comunicação. Saiba mais.
A Arquitectura Sem Fronteiras (ASF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Coordenadora Adjunta de Projecto de Educação Inclusiva. Saiba mais.
A AMASI – Associação dos Educadores dos Consumidores de Água pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem. Saiba mais.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos mobilizou mais navios e outras embarcações, com apoio já de autoridades estrangeiras, para localizar o submersível que desapareceu quando transportava cinco pessoas até junto dos destroços do Titanic.
Na quarta-feira, um navio de vigilância canadiano detetou novamente ruídos subaquáticos na área onde as equipas de resgate estão a procurar o submersível. A questão é que, embora as autoridades procurarem numa área mais definida, a localização exata e a origem dos sons ainda não foram determinadas.
“Esta é uma missão de busca e salvamento (…). Continuaremos a colocar todos os recursos disponíveis que temos num esforço para encontrar o Titan e os membros da tripulação”, sublinhou o capitão Jamie Frederick, da Guarda Costeira dos EUA, citado pela agência Associated Press (AP).
Frederick destacou ainda que os ruídos foram ouvidos pelo segundo dia consecutivo, durante as buscas, mas as autoridades não sabem o que são.
Embora os cálculos indiquem que as reservas de 96 horas de oxigénio estejam prestes a acabar, os especialistas garantem se trata de uma estimativa imprecisa e pode ser prolongada se os passageiros tomarem medidas para conservar o ar respirável.
Para reforçar as buscas, numa corrida contra o tempo, foram envidos para o local navios e equipamentos especializados dos EUA, do Reino Unido, do Canadá e de França. O Polar Prince – o navio de pesquisa que está perto do local de onde o Titan foi lançado – vai continuar a ser o centro de comando para as buscas. Há também vários veículos controlados remotamente (ROVs) equipados com câmaras a tentar mapear as profundezas do oceano naquela área.
Dispositivo francês com braços mecânicos
As autoridades francesas também se juntaram à operação e mobilizaram um navio, o Atalante, que está munido de um veículo controlado remotamente que pode operar a profundidades de até quatro quilómetros. Este dispositivo pode fazer mapeamentos “relativamente reduzidos” com tecnologia sonar. E em caso de identificação do submarino desaparecido, poderá utilizar braços mecânicos para auxiliar nas operações de salvamento.
O Victor 6000, submersível operado pelo instituto de pesquisa francês Ifremer, chegou esta manhã à área das buscas. Vai rastrear a zona com equipas de dois pilotos que, em turnos de quatro horas, vão controlar o aparelho remotamente a bordo do navio Atalante.
As luzes e câmaras que o Victor 6000 tem a bordo permitirão que a equipa do navio veja em tempo real o que está no fundo do oceano. O submersível francês também possui dois braços mecânicos capazes de realizar manobras extremamente delicadas, como cortar ou remover detritos.
As forças de resgate afirmam que têm de continuar “otimistas e esperançosas”, mas o capitão que lidera as buscas também disse, à comunicação social, que continuam sem saber onde está o submersível. Mas depois de os aparelhos envolvidos terem detetados ruídos perto do local onde afundou o Titanic, o perímetro das buscas foi alargado.
A operação de salvamento no Atlântico Norte para recuperar o submersível com cinco ocupantes que desapareceu perto dos destroços do navio Titanic entrou, na quinta-feira, numa fase crítica porque as reservas de oxigénio podem esgotar-se nas próximas horas.
O Gabinete de Reconstrução pós-ciclones, GREPOC, recebeu cem milhões de dólares para reconstruir ou reabilitar vinte e uma mil casas.
O valor é parte dos setecentos milhões de dólares prometidos por parceiros de cooperação internacional para a componente habitação.
Parte do dinheiro já foi usado para construir ou reabilitar três mil casas.
Estes dados foram divulgados esta quarta-feira, em Maputo, pelo Director Executivo do Gabinete de Reconstrução pós-ciclones, num evento que abordou as questões de Habitação, Terra e Propriedade, em contexto de deslocamento por mudanças climáticas e desastres em Moçambique.
Luís Mandlate explicou que no sector da educação foram danificadas quatro mil salas de aulas e perto de mil e novecentas casas.
No sector de estradas, foi reposta a transitabilidade nos quatro quilómetros afectados.
Mandlate disse que existe a preocupação de aumentar a resiliência das infra-estruturas sociais aos choques climáticos adversos para reduzir danos humanos e materiais.
Uma explosão de gás provocou um incêndio, na quarta-feira, no bairro Quartier Latin, em Paris, capital da França. A polícia recomenda que as pessoas evitem a área.
Há ao menos 16 feridos, segundo a polícia. Um relatório preliminar relata sete feridos em “emergência absoluta” e nove em “emergência relativa”.
O ministro do Interior francês, Gerald Darmanin, confirmou a explosão e o incêndio na rua Saint-Jacques. Para a população, ele reforçou a mensagem de “não interfira” e “evite a área”.
Circula nas rede sociais um vídeo do incêndio no centro de Paris. Nas imagens, é possível ver os estragos causados pela explosão do gás. Destroços de prédios, chamas e fumaças invadem a rua parisiense.
No momento, estão no local equipes da Polícia de Paris e do Corpo de Bombeiros. Eles seguem trabalhando para conter as chamas. O bairro Quartier Latin fica próximo ao Jardim de Luxemburgo e a Universidade de Paris.
De acordo com as autoridades de Paris, “um prédio pegou fogo e desabou parcialmente”. No entanto, a prefeita do 5º arrondissement (Quartier Latin), Florence Berthout, disse que, até o momento, “não há nada que determine a origem do desastre”.
A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, lamentou a explosão e disse que acionou a unidade de crise da capital. “Meus pensamentos vão primeiro para as vítimas e seus entes queridos”, escreveu no Twitter.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) manifestou há momentos a sua preocupação pelo contínuo crescimento dos atrasos no pagamento de facturas por parte do Estado aos empreiteiros e fornecedores de bens e serviços.
O facto foi revelado pelo presidente da CTA, Agostinho Vuma, que falava na abertura da XVIII Conferência Anual do Sector Privado (CASP), que se realiza sob o lema “Transformação, Inovação, Sustentabilidade e Inclusão para a Competitividade Industrial”.
“Preocupa-nos o contínuo crescimento dos atrasos no pagamento de facturas por parte do Estado aos empreiteiros e fornecedores de bens e serviços”, disse Vuma.
O presidente da CTA acrescentou que o atraso no pagamento revela que as empresas, maioritariamente, as PME estão a financiar o Estado e, com isso, limitando o seu crescimento.
Neste aspecto, nota-se que as despesas das empreitadas, bens e serviços continuam a crescer, tendo, como exemplo, em 2022 atingido o montante de cerca de 46 mil milhões de meticais e que correspondente a uma realização de 99,7 %.
“Aqui, propomos que o Governo crie limites máximos de acumulação dos atrasados para que essa despesa seja controlada e monitorizada. No orçamento anual seja incluída uma rubrica específica para o pagamento dessas facturas atrasadas aos empreiteiros fornecedores de bens e serviços do Estado”, disse.
Arranca, na segunda-feira próxima, o processo de apresentação de candidaturas para as eleições autárquicas de 11 de Outubro próximo.
A informação foi partilhada, nesta quarta-feira, em Maputo, pelo porta-voz da Comissão Nacional de Eleições, Paulo Cuinica, em conferência de imprensa.
O Porta-voz da Comissão Nacional de Eleições assegurou que estão criadas as condições para a realização das restantes fases do processo eleitoral, tendo explicado os passos subsequentes para o acto.
Refira-se que no recém terminado recenseamento eleitoral para estas eleições foram inscritos mais de 18 milhões e 300 mil eleitores.
Uma ponte que liga a Crimeia, anexada por Moscovo, a uma região do sul da Ucrânia parcialmente ocupada pelas forças russas foi danificada por um ataque ucraniano, informaram as autoridades russas locais.
“Durante a noite, um ataque atingiu a ponte de Tchongar. Não houve vítimas”, disse o governador russo da Crimeia, Sergei Aksionov, acrescentando que os danos estavam atualmente a ser avaliados.
A ponte liga a Crimeia, anexada por Moscovo em 2014, a uma zona da região ucraniana de Kherson ocupada pelas forças russas.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, manteve em Maputo, um encontro com representantes de 25 partidos extraparlamentares, com objectivo de discutir questões políticas, económicas e sociais do país.
Na ocasião, o Chefe do estado reiterou que que todos os moçambicanos têm direito a liberdade de expressão à luz da Constituição da república.
“Citaram vias de comunicação, o exemplo da estrada Mágoè/Zumbo a Estrada Nacional número Um, saudaram o DDR mas também fizeram observações sobre o recenseamento que podia ser melhor, como mesmo assim, a vontade colectiva de termos eleições livres transparentes para a credibilidade da nossa democracia; é fundamental. Apontamos também a questão de respeito dos direitos civis, reiteraram a questão das manifestações e a liberdade de expressão que é a vontade do país para que não haja retrocesso, temos que evoluir para o melhoramento e mais outras coisas, só quis citar algumas coisas que todos nós defendemos”, disse.
Este é o segundo contacto entre o Chefe de Estado e representantes de partidos políticos esta semana, após ter reunido na segunda-feira, com o Presidente do MDM, Lutero Simango
At the Cholera Treatment Centre in Quelimane, Zambezia, MSF is working alongside health authorities, and is providing support with case management of patients, training to medical and non-medical staff, recruitment of support staff, and donating medical equipment and medicines. These include 150 cholera beds, 1,000 doses of antibiotics, 10,000 litres of Ringer Lactate for intravenous rehydration of severely sick patients, and 80,000 doses of oral rehydration salts.
A cidade de Pemba, província de Cabo Delgado, ainda não está livre da cólera, mas já não regista casos da doença desde o passado dia 17 de Maio. A informação foi confirmada pelos Serviços Províncias de Saúde de Cabo Delgado.
Há quase um mês que a cidade de Pemba não regista casos de cólera, mas as autoridades da saúde continuam em alerta para evitar a eclosão da doença, segundo explicou Anastácia Lidimba, Directora dos Serviços Provinciais de Saúde de Cabo Delgado.
A situação de cólera está parcialmente controlada na Cidade de Pemba, mas as autoridades de saúde estão preocupadas com Macomia, o único distrito da província com que ainda tem doentes internados.
Desde a eclosão da cólera em Cabo Delgado, em Março deste ano, foram registados cerca de novecentos casos da doença com três óbitos, todos ocorridos na Cidade de Pemba.
Pemba, Meluco, Ibo e Macomia foram os quatro dos dezasseis distritos da província que tiveram casos de cólera.
Uma explosão num restaurante na região de Ningxia, no noroeste da China, fez 31 mortos, na noite de quarta-feira. A informação foi avançada pela agência Reuters, que cita meios de comunicação chineses.
Entre as vítimas mortais estão estudantes e idosos. Há ainda a registar sete feridos, sendo que um destes se encontra em estado crítico.
O incidente foi desencadeado por uma fuga de gás no estabelecimento. No local estivera mais de cem efetivos, tendo as operações de busca e salvamento durado até às 4h00 da manhã de quinta-feira.
Uma funcionária da repartição dos Serviços de Mulher e Acção Social do Hospital Distrital de Manica encontra-se detida por adopção ilegal de gémeos, filhos de uma mãe com problemas mentais que abandonou os bebés na maternidade após o parto.
Na sequência do mesmo caso, recolheu às celas o pai adoptivo, que recebeu da referida funcionária, de forma ilegal. Os dois bebés do sexo masculino foram abandonados pela mãe no mês passado na maternidade do Hospital Distrital de Manica.
A informação foi tornada pública em Chimoio, durante numa conferência de imprensa conjunta dos Serviços Provinciais de Assuntos Sociais, Saúde; Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC); PRM-Secção de Menores e Procuradoria Provincial.
Na ocasião, Xavier Isidoro, director dos Serviços Provinciais de Saúde e porta-voz do encontro, informou que as crianças foram recuperadas na província de Tete, após duas semanas do seu desaparecimento em Manica.
Isidoro explicou que a parturiente que abandonou os filhos também está as contas com a Polícia da República de Moçambique no Comando Distrital, circunscrição onde ocorreu o crime.
Explicou que após o resgate, as crianças foram submetidas a exames médicos e gozam de boa saúde, tendo sido colocadas à responsabilidade do Infantário Provincial de Manica, localizado em Chimoio.
Os gémeos só poderão ser devolvidos aos seus parentes mediante decisão judicial, segundo anunciou a fonte.
Muitas embarcações artesanais de pesca em Luanda foram obrigadas a parar devido à subida dos preços dos combustível que aumentou as dificuldades para armadores e pescadores, ainda à espera de receberem os cartões subvencionados pelo Estado.
O cenário de dezenas de embarcações paralisadas é visível na conhecida praia da Mabunda, distrito urbano da Samba, em Luanda, onde as poucas que se fazem ao mar dizem ter duplicado os gastos e encarecido o pescado para compensar a atividade.
São poucas as embarcações de pesca que resistem ao atual preço da gasolina, cujo litro custa desde 02 de junho 300 kwanzas quase o dobro os 160 kwanzas anteriores, referem os operadores do setor, temendo o desemprego de muitos.
“Está complicado, porque temos chatas grandes no mar e, antigamente, levavam quatro ou cinco bidões de 200 litros e agora está complicado, então tem de reduzir os bidões. Só ontem para, hoje o combustível de quatro bidões, quase bateu 400.000 kwanzas”, disse Cláudio José.
O responsável de uma das embarcações ainda em atividade na Mabunda deu conta de que está agora a ter o dobro do custo só em combustível, em comparação com o período anterior, tendo criticado a medida das autoridades e a falta de cartões subvencionados, que permitem a determinadas classes profissionais abastecerem-se pagando o preço anterior.
“A venda do pescado subiu um pouco, mas quando tem muita produção, o preço mantém como o anterior. Esta medida não veio em boa hora porque complica mesmo o trabalho”, referiu ainda Cláudio José, há ano e meio na atividade.
O Governo angolano anunciou a retirada gradual de subsídios à gasolina, mantendo a subvenção aos taxistas, mototaxistas e ao setor agrícola e pesqueiro, prometendo cartões subvencionados aos operadores.
Os cartões subsidiados pelo Estado “nunca” chegaram aos pescadores da Mabunda, contou à Lusa António Miguel, 38 anos, dando conta que a atividade ficou “complicada” com subida do preço.
“Nós que temos embarcação, temos a licença e estamos à espera do cartão (subvencionado), porque diziam que seria acesso direto, mas até agora não temos nada”, lamentou.
Há 20 anos na atividade, o pescador falou também dos impactos negativos do aumento do preço da gasolina para a mobilidade das embarcações, referindo que está agora a comprar 112 litros por 333.600 kwanzas (410 euros) para a sua pequena embarcação.
Por outro lado, o preço do pescado está condicionado à oferta existente, disse, lamentando ainda as dificuldades de muitos colegas para manterem as embarcações em atividade.
“Isso está a afetar mesmo muito, porque algumas (embarcações) depois da subida do combustível não estão a conseguir sair, nem todo o mundo tem a mesma condição para fazer sair a embarcação”, apontou.
Nuno Gomes, armador de pesca naquela zona costeira de Luanda, criticou a medida das autoridades referindo que o consumidor final do pescado está também a pagar por isso gastando agora 5.000 kwanzas (6 euros) para a compra de cinco peixes-espadas contra os anteriores 2.500 kwanzas (3 euros) pela mesma quantidade.
O armador, com mais de 10 anos de atividade, falou igualmente das consequências negativas: “Uns estão a conseguir resistir e outros estão a parar devido à esta medida que o governo adotou”.
“Penso que o Governo, antes de fazer subir o combustível deveria nos fornecer os cartões, eles dizem que teríamos direito aos cartões, mas o combustível subiu no dia 02 e hoje são 21 e, até ao momento, nada se diz acerca dos cartões”, criticou.
A pagar o litro de gasolina no valor de 300 kwanzas, Nuno disse que “não tem como o peixe ser vendido barato” e já muitos desistiram de trabalhar.
“Sim, muitos estão parados e isso também se reflete na sociedade, o nível da criminalidade aqui neste bairro da Mabunda aumentou, há muito roubo de peixe e a situação está mesmo péssima”, atirou.
A falta de cartões subvencionados para os pescadores da Mabunda foi também criticada por Sebastião Francisco, pescador de 67 anos, considerando que as “promessas” das autoridades não passaram disso mesmo.
“O dia-a-dia agora mesmo está mal, porque o bidon que se comprava a 10.000 kwanzas (12 euros) agora está a 15.000 kwanzas (50 litros) e eles prometeram os cartões, mas até hoje não vemos os cartões. Deram apenas a duas pessoas como propaganda”, notou.
Sebastião Francisco, que diz ter entrado na atividade ainda na infância, referiu-se também à situação difícil porque passam atualmente os pescadores, assinalando que “muitas embarcações estão hoje paradas”.
“Já não conseguem comprar o combustível e quando conseguem algum peixe nem compensa os gastos da atividade”, atirou.
À beira-mar, a procura por peixe na Mabunda, sobretudo da parte de particulares e até de “zungueiras” (vendedoras ambulantes) é intensa.
Após a compra do peixe, e com o suporte de alguns jovens que aí operam, muitos tratam aí mesmo do pescado, sem qualquer condição de higiene e segurança, fazendo da Mabunda uma enorme praça de lixo.
Um cidadão faleceu este sábado na sequência do desabamento de uma loja na cidade de Maxixe, na província de Inhambane.
Segundo informações avançadas pela TV...
Foi inaugurado o novo Centro de Dados Híbrido do Centro de Informática da Universidade Eduardo Mondlane (CIUEM), uma infraestrutura tecnológica concebida e implementada pela...