Duas pessoas morreram e mais de 10 ficaram feridas, na sequência de um acidente de viação na Cidade de Maputo. O sinistro aconteceu na Avenida Guerra Popular, esquina com Josina Machel.
Um autocarro desgovernado que vinha do bairro de Albazine em direcção à Baixa da Cidade perdeu travões na Avenida Guerra Popular, esquina com Josina Machel, onde atropelou várias pessoas no passeio e derrubou uma árvore, antes de se imobilizar diante de um dos pilares de um estabelecimento comercial, duas das quais perderam a vida no local e mais de 10 contraíram ferimentos graves e ligeiros.
Houve, também, danos materiais, com destaque para a destruição de viaturas.
Um terremoto de magnitude 6,4 atingiu o Nepal na sexta-feira (03) e deixou pelo menos 22 mortos e dezenas de feridos. De acordo com o Centro Sismológico Nacional do Nepal, o epicentro do abalo sísmico foi registrado em Jajarkot, um distrito da província de Karnali, a 500 quilômetros da capital do país, Katmandu.
Informações iniciais indicam que casas e prédios não resistiram ao abalo e desmoronaram, mas ainda não há relatos de pessoas soterradas.
Além disso, o abalo teria sido sentido na cidade de Nova Delhi, na Índia, localizada a 600 quilômetros de distância do epicentro.
O Nepal está localizado entre a Índia e o Tibete e é conhecido pela Cordilheira do Himalaia, onde fica o Monte Everest. O país está no centro de uma região com grande atividade sísmica e por isso, é comum que terremotos sejam registrados.
O país asiático sofre com a movimentação das placas tectônicas indiana e eurasiana, na Ásia Central.
Em 2015, o Nepal sofreu com um terremoto de magnitude 7,8 que deixou mais de 1,3 mortos e dezenas de feridos.
O Presidente dos Estados Unidos Joe Biden deslocou-se na sexta-feira à cidade onde um tiroteio causou 18 mortos na semana passada, para apelar a um consenso político contra as armas de assalto, considerando que é de “senso comum”.
“Éde senso comum proteger os nossos filhos, as nossas famílias ou comunidades, independentemente da nossa política”, destacou o chefe de Estado norte-americano, acompanhado pela primeira-dama, Jill Biden, e pelas autoridades locais.
O tiroteio na cidade de Lewiston, no Estado do Maine, o mais grave nos EUA até agora este ano, ocorreu em 25 de outubro numa pista de bowling e num restaurante e feriu ainda 13 pessoas.
Entretanto, o atacante foi identificado como Robert Card, um soldado da reserva de 40 anos, e o seu corpo foi encontrado dois dias depois com um tiro autoinfligido na cabeça.
“Muitos americanos perderam entes queridos ou sobreviveram ao trauma da violência com armas de fogo. Sei disso porque Jill e eu nos encontramos com eles”, sublinhou Biden, lamentando que também haja muitos lugares que ficaram ‘famosos’ devido a este tipo de casos.
O Presidente norte-americano pretendeu transmitir às pessoas afetadas por este último tiroteio que, “em nome de todos os americanos”, não estão sozinhos, e também agradeceu a ação rápida dos serviços de emergência e do pessoal de saúde, que intervieram naquele dia.
Contudo, a principal mensagem do democrata a cada novo tiroteio em massa é sempre dirigida aos republicanos no Congresso, pedindo-lhes que unam os seus esforços para retirar as armas de assalto das ruas.
A caminho do Maine, a porta-voz da Casa Branca, Karine Jean Pierre, insistiu na responsabilidade do Congresso de avançar com este pedido, mas também falou sobre o que os estados podem fazer.
Especificamente, apontou leis de ‘bandeira vermelha’, que podem proibir pessoas consideradas perigosas para si mesmas ou para outras pessoas de possuírem armas de fogo, como, ao que tudo indica, o atirador de Lewiston fez.
Maine quase não tem restrições a armas e nenhuma lei de ‘bandeira vermelha’.
“Continuaremos a trabalhar com os estados e a incentivá-los a aprovar leis de bandeira vermelha”, garantiu Jean-Pierre.
Um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM), que estava afecto ao Comando Distrital de Bilene, na província de Gaza, morreu vítima de baleamento.
Contudo, o porta-voz da PRM em Gaza, Carlos Macuácua, que confirmou a ocorrência, explicou que decorrem trabalhos de peritagem para se apurar se foi um suicídio ou homicídio.
“Confirma-se a morte do nosso colega, por bala, o corpo foi achado hoje nos balneário do CFM na praia do Bilene”, disse Macuácua, abstendo-se de comentar sobre as circunstâncias descritas nas redes sociais.
Um Auto de Notícia que circula nas redes sociais refere que, feito exame preliminar no celular da vítima, foi encontrada uma mensagem que alega ter uma dívida de 67 000 meticais, com um agente de carteira móvel, valor solicitado para jogos de azar num aplicativo de jogos online.
O Ministério da Saúde de Gaza, que é comandado pelo Hamas, informou que o ataque aéreo israelense em frente a um hospital da Faixa de Gaza deixou ao menos 13 mortos, na sexta-feira (03). As informações são da rede de televisão Al Jazeera.
Segundo a Sociedade do Crescente Vermelho Palestino (PRCS), membro do Movimento Internacional da Cruz Vermelha, um comboio de ambulâncias acabou atingido por um bombardeio em frente ao hospital Al-Shifa. Um veículo teria sido danificado.
De acordo com a organização, os veículos retornavam de uma missão para transportar feridos até a fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito, na cidade de Rafah. “Nossos colegas foram salvos por milagre”, diz postagem da organização na rede social X (antigo Twitter).
Um vídeo divulgado no perfil da Sociedade do Crescente Vermelho mostra uma ambulância com o para-choque destruído e diversas manchas de sangue.
Contudo, as Forças de Defesa de Israel confirmaram a autoria do bombardeiro e disseram que miravam alvos do Hamas. De acordo com comunicado das tropas israelenses, a ambulância atingida era usada pelo grupo extremista.
O texto acrescenta que alguns terroristas teriam sido mortos no ataque. “Nós temos informações que demonstram que os métodos de operação do Hamas são de transferir terroristas e armas em ambulâncias”, alega.
“Ressaltamos que esta área é uma zona de batalha. Os civis são repetidamente chamados a evacuar para o sul para sua própria segurança”, completa.
A gigante energética Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) logrou uma produção acima da meta planificada para o terceiro trimestre do ano, em 14,3%.
Com os níveis alcançados, a firma prevê superar o tecto previsto para o fecho do ano, fixado em 15,488 GWh, tornando o país um player de referência na região.
A HCB S.A., registou, até ao final do terceiro trimestre de 2023, uma produção hidro-energética na ordem dos 12 120,4 GWh, correspondente a 14,3% acima do planeado, num ano cuja meta de produção definida é de 14,292 GWh.
A firma prevê superar as metas, atingindo a fasquia dos 15,488 GWh, o que fortalecerá a posição estratégica de Moçambique como um player energético regional.
Em comunicado, divulgado na página da instituição, o Presidente do Conselho de Administração da HCB, Tomás Matola, feriu que, no período em análise, “a HCB logrou alcançar uma facturação de pouco mais de 54,2% das receitas planeadas para o período, ao mesmo tempo que encerrou com sucesso as negociações sobre o ajustamento da tarifa de exportação de energia”.
Estes factores conjugados representam ganhos significativos para a empresa e para o país, quando comparado às produtoras de energia de outras nações da região. Aliás, as cifras apresentadas contribuirão para a realização de investimentos críticos nos equipamentos da cadeia de produção e em projectos de incremento da capacidade de geração energética, que se prevê chegar aos 4000 MW, até 2032, segundo avançou Matola.
No que concerne à disponibilidade hídrica, no início da época chuvosa 2023/2024, a HCB apresentava uma cota de armazenamento de 323,47 MW, correspondente a capacidade útil de 87%, resultante da quantidade de água proveniente das barragens de montante e dos escoamentos gerados na bacia própria de Cahora Bassa.
Contudo, o documento refere ainda que a presente cota é satisfatória e, conjugada com uma gestão criteriosa, técnico-científica e por meios tecnológicos ao dispor da empresa, assegurará o processo de geração de energia até ao final do ano.
Num outro desenvolvimento (recente), o PCA da HCB referiu que a empresa apresenta uma evolução muito positiva dos seus indicadores de performance, operacionais e financeiros, igualmente reflectidos no robustecimento do seu balanço, a que acresce o anúncio de futuros investimentos que por princípio deverão acrescentar valor à empresa.
No entanto, há um paradoxo entre a performance e os preços das acções, que estiveram a ser comercializadas abaixo do seu valor real. O facto foi comprovado pelo primeiro relatório Research sobre Mercado de Capitais em Moçambique, que tomou como pressupostos as variações do preço de venda das acções da HCB, de 2019 a esta parte.
Aquando da sua admissão ao mercado bolsista em 2019, cada acção transaccionada tinha cotação inicial de três Meticais. Dois meses depois da entrada em bolsa, as acções da HCB sofreram uma notável valorização, tendo atingido o seu valor máximo de 13,75 Meticais por acção, mais do que quadruplicado o seu valor original. Entretanto, o preço caiu para 1,17 Meticais por acção em Outubro de 2022 e, até Setembro passado, era transaccionada a 2,5 Meticais.
Em relação a essa discrepância entre os indicadores prudenciais e financeiros da empresa com o preço de compra e venda de acções da HCB, a Filantia, autora da pesquisa, esclarece que o desfasamento aparente entre a cotação da empresa e aquilo que os indicadores operacionais e financeiros fariam esperar é, em certa medida, explicado pelo mecanismo de fixação de preço da acção no mercado secundário. Explica-se, também, pela deficiente percepção do valor da empresa, pelo que vão dando ordens de venda da acção, recorrentemente colocando-a abaixo do valor de cotação inicial, apesar de os indicadores de performance expressivamente contrariarem essa tendência, diz o relatório.
Um outro factor chamado à colação é o facto de a HCB ter uma política conservadora de distribuição de dividendos, que poderão influenciar negativamente a percepção do investidor. Ou seja, “se o investidor apenas considera o retorno imediato do seu investimento por via dos dividendos recebidos (não valorizando o facto de que, reinvestindo os lucros não distribuídos, a HCB deverá acrescentar valor à própria empresa), é natural que atribua um valor menor à HCB, ignorando informação essencial à sua avaliação”, como referiu o relatório.
Parte dos planos que se entende que estejam por detrás da tímida distribuição de dividendos é a nova aposta da firma, a construção da Central Central Fotovoltaica à Norte HCB, na província de Tete, cujas obras só serão concluídas em 2032, segundo fontes da empresa.
Para o efeito, foi assinado, há duas semanas, um acordo entre a empresa e a Internacional Finance Corporation, para a realização de um estudo de pré-viabilidade para desenvolver o projecto.
A central Norte terá a capacidade de produzir 1245 MegaWatts.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Fiel – Armazém. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Educação. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director Adjunto – Técnico (DCOP). Saiba mais.
A Solidarités International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Actividade de Segurança Alimentar e Meios de Subsistência. Saiba mais.
A Moçambique Ship Services (MSS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista de Logística Internacional (Gestão Portuária/Exportação). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Enfermeiras de Saude Materno Infantil (ESMI). Saiba mais.
A SETH – Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, S.A. – Sucursal de Moçambique está a recrutar um (1) Técnico de Higiene, Ambiente e Segurança no Trabalho – (HAST). Saiba mais.
Um novo grupo de 100 palestinianos com passaporte estrangeiro chegou na quinta-feira à passagem de Rafah para deixar a Faixa de Gaza e ir para o Egito, país que estima receber, nos próximos dias, milhares de refugiados dos bombardeamentos israelitas.
De acordo com o porta-voz da administração da parte palestiniana do local, Wael Abou Mohssen, dois autocarros com um total de “100 pessoas de nacionalidade estrangeira” cruzaram o ponto de passagem em direção ao Egito na manhã desta quinta-feira, mas estão inscritas para fazer o mesmo caminho hoje 400 pessoas, entre os quais 60 feridos na guerra.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Egito adiantou ainda que o número exato de pessoas que serão autorizadas a entrar em território egípcio é desconhecido, mas estima que se possa chegar a 7.000 pessoas, de 60 nacionalidades, ou seja, praticamente todos os palestinianos com passaporte estrangeiro e nacionais de outros países.
Contudo, os meios de comunicação egípcios explicam esta quinta-feira que os que chegam a Rafah, única saída de Gaza que não está bloqueada por Israel, tem de cumprir os trâmites para entrar em território egípcio, sendo depois repatriado para os países das suas nacionalidades.
Este é um processo complicado com o qual o Egito – que acordou a abertura da passagem com Israel, com a mediação dos Estados Unidos e do Qatar – quer garantir que os palestinianos com dupla nacionalidade ou estrangeiros sairão do seu território daqui a alguns dias.
Na quarta-feira foi a primeira vez, desde o início do conflito entre o grupo islamita Hamas e Israel, em 7 de outubro, que a passagem foi aberta para este fim. Até agora, Rafah só foi utilizada para entrada de ajuda humanitária no enclave palestiniano.
A 5.ª Secção do Tribunal Judicial da Cidade de Nampula acaba de absolver sete arguidos acusados de violência e vandalismo colectivo nas manifestações de repúdio dos resultados das sextas eleições autárquicas de 11 de Outubro.
Segundo o tribunal, a decisão de absolver os sete arguidos detidos na sequência de violação da lei durante a marcha de membros e simpatizantes da Renamo, surge devido à falta de provas.
“Não há provas de que os arguidos tenham participado em actos de que são acusados pelo Ministério Público, uma vez terem confessado que no momento da sua detenção encontravam-se sozinhos e não em acto de vandalismo ou violência”, frisou o tribunal, acrescentando ainda que os mesmos foram detidos em diferentes lugares e na altura encontravam-se sozinhos.
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo absolveu 17 indivíduos acusados de participação em actos de violência durante as manifestações.
A antiga ponte sobre o rio Save foi projectada na década de 1960 e inaugurada a 16 de Setembro de 1972.
Cinquenta anos depois, a ponte já estava em avançado estado de degradação e limitava a circulação de veículos pesados de transporte de carga.
É que, por razões de segurança, as autoridades tiveram de reduzir a capacidade máxima de cada veículo de 50 para 30 toneladas, o que causava constrangimentos aos transportadores, uma vez que, para passar pela ponte, obrigatoriamente eles tinham de diminuir a carga e voltar a colocar no camião depois de atravessar. Essa operação provocava perda de tempo e dinheiro.
Em resposta aos sinais de degradação da ponte, que condicionavam a normal circulação de viaturas de uma margem à outra do rio Save, o Governo avançou, em 2018, com um ambicioso projecto integrado de construção civil naquela importante secção da Estrada Nacional número 1 (EN1).
No entanto, o projecto visava a reabilitação da antiga ponte, com mais de 50 anos de vida, e a construção de uma nova, mais moderna e dimensionada para os desafios impostos pelas mudanças climáticas na área de infra-estruturas rodoviárias.
O Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos diz que a ponte foi construída, usando tecnologia de ponta, e garante que, com as devidas manutenções, a ponte vai ter durabilidade de 50 anos.
As obras estão avaliadas em cerca de 5,5 mil milhões de Meticais do Orçamento de Estado; foram adjudicados ao empreiteiro China Road & Bridge Corporation, e deveriam durar três anos, prazo que acabou por ser estendido devido aos desafios conjunturais, com destaque para a pandemia da COVID-19.
Contudo, a reabilitação da antiga ponte consistiu, entre outros trabalhos, na substituição de cabos pendurais; substituição dos aparelhos de apoio; substituição das juntas de dilatação; reparação do pavimento; diversas reparações de betão e pintura geral.
A ponte tem uma extensão total de 810 metros e duas faixa de rodagem, perfazendo 7,2 metros e passeios laterais de 1,3 metros, mas, devido à fragilidade que apresentava antes das obras, a carga máxima que devia transitar sobre ela baixou para 35 toneladas e só devia passar um veículo de cada vez, provocando constrangimentos aos transportadores.
A nova ponte tem mil metros de extensão e 13,5m de largura, sendo 9,6m de faixas de rodagem e 1,2m de passeio de cada lado.
Foi dimensionada tendo em conta as mudanças climáticas e os efeitos no pico de cheias, bem como as exigências actuais e futuras da secção da EN1 no que tange ao escoamento de tráfego pesado no sentido Sul-Norte e Norte-Sul.
A Confederação das Associações Económicas olha para a nova ponte como uma importante infra-estrutura para dinamizar a economia do país, considerando que os camiões poderão circular sem restrições, facto que vai permitir a redução em até 3 dias, o tempo de viagem de Maputo para Cabo Delegado.
Para melhorar a circulação na zona, a ponte antiga servirá para o tráfego ligeiro e a nova também vai permitir a passagem de carros com até 48 toneladas.
Com as duas pontes nas condições infra-estruturais boas em que se encontram, fica garantido o fluxo ininterrupto da circulação de viaturas e bens nesta travessia mesmo em momento de inspecção e manutenção.
Na ocasião, o Presidente da República anunciou que o Governo está também a mobilizar fundos para a construção de uma segunda ponte sobre o rio Save na província de Gaza, que vai ligar a província de Manica.
A polícia australiana anunciou na quinta-feira que prendeu uma mulher de 49 anos pela morte de três idosos em agosto, depois de consumirem cogumelos venenosos num almoço que a mulher lhes ofereceu, noticia a imprensa local.
Entretanto, a polícia do estado de Victoria fez buscas a casa de Erin Patterson com a ajuda de cães treinados e irá interrogar a mulher.
“A detenção é apenas mais um passo no que tem sido uma investigação complexa e completa conduzida por detetives de homicídios e que ainda não terminou”, disse Dean Thomas, o detetive encarregado da investigação, em conferência de imprensa.
Uma jovem cidadã, identificada por Zakia Dassat, filha de um empresário de origem asiática, que actua no ramo comercial foi vítima de rapto no bairro da Sommerschield, cidade de Maputo.
O crime ocorreu por volta das sete horas de quarta-feira, em frente a residência da vítima, na rua Valentim Citi, bairro de Sommerschield, quando esta dirigia-se para sua viatura e foi interceptada por dois indivíduos, um dos quais armado.
Uma testemunha ocular confirma que houve disparos e que ninguém foi atingido.
A polícia confirmou a ocorrência ao “O País”, sem gravar entrevista.
O Instituto Nacional de Normalização e Qualidade (INNOQ) vai implementar, a partir de 1 de Novembro, o Programa de Avaliação da Conformidade (PAC) aprovado no ano passado pelo Decreto n.º 8/2022, de 14 de Março, que prevê a avaliação de conformidade de produtos importados para serem comercializados no país.
No entanto, este programa vai ser implementado num momento em que têm circulado, no país, vários produtos contrafeitos e sem qualidade, sendo que a indústria de alimentos e aparelhos electrónicos é a que mais casos regista.
Entre os bens adulterados ou sem qualidade, destaca-se o leite, massa de tomate, detergentes, bebidas espirituosas, calçados, vestuário diverso, com realce para roupa de ginástica.
No caso das peças de roupa de ginástica, é sabido que o truque usado pelos falsificadores consiste em aplicar o símbolo de uma marca que não tem nada a ver com o traje.
No mercado nacional também são comercializados telemóveis e electrodomésticos sem qualidade e, na maioria, sem marca ou, se a tem, é falsa. Nos casos em que o cliente solicita uma determinada marca, são os próprios vendedores quem a coloca e vendem-na como se de um produto genuíno se tratasse.
Contudo, uma pesquisa laboratorial realizada recentemente pelo Centro de Estudos Interdisciplinares Lúrio (CEIL) revelou que há presença de salmonela no frango congelado comercializado nas cidades de Nampula e Nacala, uma bactéria que causa intoxicação e, por isso, perigosa à saúde pública.
Uma jovem de 20 anos foi agredida, na segunda-feira, pela mulher de um médico durante um exame ginecológico numa clínica em Grande Recife, no Brasil. A vítima terá pedido à mulher para sair do consultório antes da realização do exame, mas o pedido não foi atendido.
“Quando me deitei na maca pedi para ela sair, porque me senti desconfortável pela forma como ela falou comigo”, afirmou Amanda Oliveira. A vítima relatou ao G1 que as agressões verbais começaram quando se despiu para a realização do exame. “Quando estava a despir as calças, ela disse que era para eu ter ido de saia e que eu não tinha modos”, afirmou Amanda.
As agressões foram filmadas pela vítima, que alega que começou a gravar o momento depois de a agressora, que também é médica mas não exercia funções na clínica, ter tocado nela sem autorização, durante a realização do exame. No vídeo é possível ver que a médica ordenou que a paciente se vestisse e fosse embora. “Saia daqui”, repetiu várias vezes.
Esta foi a segunda vez que a paciente foi à clínica. Há 15 dias já lá tinha estado para fazer o mesmo exame. “A primeira vez foi super tranquila. Ele [o médico] deixou-me à vontade e a auxiliar também”, referiu Amanda.
A vítima revelou que os funcionários da clínica acusaram a agressora de ser “problemática” e de já ter criado confusões noutras situações. “Fiquei muito nervosa, porque eu cheguei e fiz o que tinha que fazer”, revelou a paciente que admitiu que a situação a deixou muito constrangida.
Contudo, o médico foi afastado da clínica e a segurança reforçada na clínica. O caso está a ser investigado pela polícia.
O presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceira força parlamentar, esteve na quarta-feira na Procuradoria-Geral da República (PGR) para “pressionar” o Ministério Público a investigar indícios criminais em ilícitos eleitorais denunciados pelo partido.
“Estamos aqui para ouvir da PGR como é que estão esses processos [relacionados às eleições] porque nós não podemos ir até ao encerramento de todo esse processo sem que haja uma reação da PGR”, disse à comunicação social Lutero Simango, líder do MDM, à porta da Procuradoria-Geral, em Maputo.
De acordo com Simango, houve ilícitos denunciados pelo partido que configuram crimes, desde o recenseamento e até ao dia da votação para as eleições autárquicas de outubro, cujos processos estão ainda em curso no Conselho Constitucional.
O presidente do MDM disse que foi à PGR “simplesmente para fazer pressão jurídica”, referindo que, além de uma batalha política, o partido está também numa batalha judicial.
As chuvas que caíram nos últimos dias em Maputo provocaram o arrastamento dos solos em algumas ruas do bairro das Mahotas, condicionando a transitabilidade de pessoas e bens.
Os pontos mais críticos estão entre a Rua Alfredo Nhabanga e a Avenida Cardeal Dom Alexandre, onde os munícipes desta zona residencial preveem o agravamento da situação até ao fim da presente época chuvosa.
O Centro de Saúde do Alto Maé, na cidade de Maputo, passa desde a funcionar até às 20.00 horas, com vista a responder à demanda e descongestionar as “Urgências” do Hospital Central de Maputo (HCM).
Trata-se de uma das várias medidas tomadas pelo sector da Saúde visando alargar o acesso aos cuidados sanitários e reduzir a pressão nas unidades de referência, num contexto em que apesar da cidade ter cerca de 1,2 milhão de habitantes a procura pelos serviços essenciais é quase o dobro.
“O prolongamento do horário vai ajudar a descongestionar a pressão que existe no HCM, porque não tínhamos serviços de urgência públicos ao nível do Distrito Municipal KaMpfumo”, indicou Alice de Abreu, vereadora de Saúde e Acção Social no município de Maputo.
O Presidente russo, Vladimir Putin, assinou na quinta-feira a lei que revoga a ratificação do Tratado de Proibição Total de Testes Nucleares (CTBT), tendo como pano de fundo o conflito na Ucrânia e a crise com o Ocidente.
O tratado de 1996 proíbe todos os testes de armas nucleares, embora nunca tenha entrado em vigor porque alguns países importantes – incluindo os Estados Unidos e a China – nunca o ratificaram.
Putin disse no início de outubro que o seu país poderia revogar a ratificação do CTBT em resposta ao fato de os Estados Unidos nunca o terem ratificado.
“Não estou pronto para dizer se devemos ou não retomar os testes”, acrescentou, ao mesmo tempo que elogiava o desenvolvimento de novos mísseis que podem transportar ogivas nucleares.
Desde o início do conflito na Ucrânia, em fevereiro de 2022, funcionários do alto escalão do governo russo ameaçaram em diversas ocasiões utilizar armas nucleares, embora em outras Putin tenha demonstrado cautela a este respeito.
Entretanto, na semana passada, o presidente russo supervisionou exercícios de mísseis balísticos para preparar as suas tropas para um “ataque nuclear massivo” de retaliação. O projeto de lei para revogar o tratado foi aprovado pelo Parlamento Russo no mês passado.
Embora nunca tenha entrado em vigor, o acordo foi ratificado por 178 países, incluindo as potências nucleares França e Reino Unido, e tem valor simbólico.
Os proponentes dizem que o acordo estabelece uma norma internacional contra os testes de armas nucleares, mas os críticos afirmam que o acordo não será concretizado sem as ratificações das principais potências nucleares.
Assim, o parlamento russo ratificou o acordo em junho de 2000, seis meses depois de Putin se ter tornado presidente.
Moçambique prevê produzir 160 mil toneladas de castanha de caju em 2024, um aumento superior a 1,5 por cento face à estimativa deste ano, apesar dos efeitos climáticos, segundo informação governamental, citada pela Lusa.
Segundo documentos de suporte ao Plano Económico e Social do Orçamento do Estado para o próximo ano, em discussão na Assembleia Nacional, esta produção deriva de 9 milhões 734 mil cajueiros, de 188 mil 983 produtores, em todo o país.
No documento, prevê-se “que o incremento do volume de produção da castanha de caju passe de cerca de 157 mil 496 toneladas para cerca de 160 mil toneladas em 2024”.
Em 2020, a produção moçambicana de castanha de caju foi 139 mil 945 toneladas e no ano seguinte de 144 mil 823 toneladas.
“As previsões indicam que o ano de 2024 será marcado pela ocorrência do fenómeno ‘El Niño’, que influencia o clima em Moçambique provocando fenómenos climatéricos adversos, podendo causar escassez de precipitação nas zonas sul e centro, e cheias na zona norte do país, com impactos significativos no sector agrário”, alerta-se ainda no documento do Governo.
Durante grande parte do século passado, Moçambique foi o maior produtor mundial de castanha de caju e recebeu em 1960 a primeira fábrica de processamento do continente, actividade que entrou em declínio após a independência, em 1975.
No momento, estima-se que mais de um milhão de famílias moçambicanas cultivam e vendem caju e o sector de processamento emprega mais de 8 mil pessoas no país.
Já nos primeiros seis meses, a exportação de castanha de caju por Moçambique rendeu 53 milhões de dólares, mais do que todo o ano passado, sendo o principal produto agrícola vendido pelo país ao exterior.
“A forte pressão sobre a despesa pública, num contexto de fraca arrecadação de receitas e de limitadas fontes de financiamento externo, está a contribuir para o aumento do risco fiscal e do endividamento interno”.
Entretanto, o pronunciamnto foi feito pelo Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, durane o 48º Conselho Consultivo deste banco que decorre na cidade de Inhambane, acrescentando que o aumento da despesa decorre sobretudo da implementação da reforma salarial por via da Tabela Salarial Única, e dos gastos relacionados ao ciclo eleitoral.
Por causa disso, e a título de exemplo, Zandamela afirmou que o stock da dívida pública interna que em 2022 situou-se em 275 mil milhões de meticais, aumentou para 327 mil milhões de meticais, perfazendo um crescimento de cerca de 19 por cento.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...