Um tribunal indonésio condenou uma mulher e influenciadora digital a dois anos de prisão por ter usado uma oração islâmica num vídeo no TikTok e noutras redes sociais antes de comer carne de porco, proibida pelo Islão.
O tribunal da cidade de Palembang, de maioria muçulmana, na ilha de Samatra, considerou Lina Mukherjee, de 32 anos, culpada de “difundir informações suscetíveis de fomentar o ódio contra certos indivíduos e grupos religiosos”, segundo o veredicto publicado na terça-feira.
No entanto, o tribunal condenou-a também a pagar uma multa de 250 milhões de rupias indonésias ou, em caso de incumprimento, mais três meses de prisão.
A influenciadora, que acumula cerca de um milhão de seguidores nas contas do TikTok, Instagram e Youtube, foi detida em março, depois de um utilizador a ter denunciado à polícia por blasfémia e discurso de ódio, cuja pena máxima na Indonésia pode ir até cinco anos de prisão.
No vídeo, Lina, que se identifica como muçulmana, recita a invocação “bismillah” (“em nome de Alá”) e depois começa a comer bolachas de carne de porco “por curiosidade”, reconhecendo ao mesmo tempo que está a “violar os pilares dos seis princípios básicos” do Islão, segundo o vídeo.
O consumo de carne de porco é estritamente proibido pela fé islâmica e pode ser considerado blasfémia, assim como invocar o nome de Alá de forma leviana.
Lina declarou-se culpada em tribunal e pediu desculpas publicamente antes do início do julgamento.
Depois de conhecer o veredicto, Lina disse aos jornalistas locais que aceitava a sentença e afirmou que, no futuro, só produziria “conteúdo engraçado que não ofendesse as pessoas”.
Pai e filha foram presos depois de terem sido descobertos três corpos de bebés recém-nascidos em decomposição na cave da casa. Piotr Gierasik, de 54 anos e a filha, Paulina Gierasik, de 20, mantinham um relacionamento de incesto “voluntário” há quatro anos. Alegadamente, os bebés mortos eram do “casal”.
Contudo, o surpreendente caso aconteceu na pequena aldeia de Czerniki, na Polónia, mas está a deixar os quatro cantos do mundo chocados. Muitas pessoas até já consideram “a casa dos horrores”.
Aos poucos, os que conheciam o pai e a filha começam a encaixar as “peças do puzzle”. Várias vizinhos relataram aos órgãos de comunicação social regionais atitudes foram do comum, como por exemplo, andarem de mãos dadas na rua.
Entrentanto, as autoridades descobriram os três corpos dos recém-nascidos em estados de decomposição, na cave da casa do “casal”, embrulhados em sacos de plástico preto. A polícia teve que percorrer um corredor húmido e instável com tijolos em ruínas para encontrar os corpos.
Paulina admirava o pai “como se fosse Deus”
Os colegas que trabalhavam com a jovem numa pastelaria numa aldeia vizinha disseram aos jornalistas da região que o seu pai “rapava-lhe a cabeça para que os outros rapazes não olhassem para ela” e que Paulina admirava-o “como se fosse Deus”.
“Fora do trabalho ela não tinha amigos. Piotr certificava-se de que ela não tinha esse tipo de contacto”, relatou ao Polsat News a gerente da pastelaria onde trabalhava Paulina, que a descreveu ainda como “uma jovem trabalhadora e esforçada”.
Embora dois dos três bebés fossem de Paulina, acredita-se que a mãe do terceiro era de uma das suas irmãs, fruto de uma violação de Piotr.
“Quanto as duas das crianças, são filhos do suspeito. Há dúvidas quanto à terceira criança, teremos de resolver esta questão”, explicou a porta-voz do gabinete do procurador regional de Gdańsk, ao jornal polaco “Polsat News”.
Além disso, o jornal polaco “Fakt” afirma que a mulher de Piotr morreu há 15 anos, tendo ficado sozinho com 12 filhos. A maior parte deles fugiu de casa mas, os vizinhos dizem que Piotr nunca terá trabalhado, vivendo “dos filhos e da assistência social”.
Como foram descobertos?
Apesar de não esconderem o amor que tinham um pelo outro, eles não tinham intenções dos vizinhos perceberem a existência de filhos. Contudo, os colegas de trabalho de Paulina foram os primeiros a desconfiar que ela estava grávida. Porém, uns dias depois, quando regressou ao trabalho, a barriga tinha desaparecido.
“Quando ela voltou mais cedo das férias, a mudança foi visível. Ela estava muito mais magra, mais fraca e constantemente cansada”, descreveu uma colega de Paulina ao jornal Super Express, acrescentando que quando perguntaram “sobre a criança, ela ficou surpreendida e negou.”
Os colegas acabaram por chamar os serviços sociais, por considerarem a situação suspeita.
“Todos pensávamos que ela estava grávida. Acho que amarrava cintos à volta de si própria como uma espécie de corpete”, disse uma colega de Paulina ao jornal Super Express.
Os seus colegas também notaram que o pai de Paulina sempre costumava levá-la e ir buscá-la ao trabalho, e que ela sempre o chamava pelo primeiro nome.
Embora tenha negado a gravidez, um dos colegas viu mensagens no telemóvel da jovem sobre o bebé que, na altura, ainda estava vivo.
Piotr é acusado de cinco crimes: três de infanticídio e dois de incesto com Paulina e uma outra filha.
“O homem terá coagido a filha a ter relações incestuosas, usando a sua autoridade parental”, referiu o procurador Mariusz Duszyński ao jornal “Fakt”.
Já Paulina é acusada de incesto e de ter assassinado dois dos seus próprios filhos.
Resumindo, Piotr será pai e avô das três crianças encontradas mortas. Entretanto, serão feitos testes adicionais para confirmar se, de facto, serão filhos do casal.
O “casal” foi detido por decisão do tribunal e podem ser condenados a prisão perpétua, caso sejam confirmados os crimes.
O Ministério da Educação vai reabrir para o próximo ano lectivo 135 escolas encerradas devido ao terrorismo em Cabo Delgado. As matrículas para primeira classe arrancam daqui a duas semanas, no dia 4 de Outubro e há 1.6 milhões de vagas em todo o país.
As matrículas da primeira classe irão abranger todas as crianças que completem 6 anos até 30 de Junho de 2024.
No entanto, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano tem disponíveis perto de 1.6 milhões de vagas para os novos ingressos, que superam as do ano lectivo prestes a findar, onde estavam disponíveis 1.5 milhões de vagas.
“Quando fazemos a previsão de quantos alunos matricular levamos em consideração não só a população existente com idade escolar, mas também a rede escolar, o que significa que temos espaço suficiente para acolher a todas as crianças”, explicou Silvestre Dava, porta-voz do MINEDH.
Assim, o processo vai decorrer em todo o país, incluindo nas zonas afectadas pelo terrorismo onde serão reabertas 135 escolas, encerradas devido aos ataques.
“A situação em Cabo Delgado está a normalizar-se e as indicações que temos estado a receber dão conta de que a paz está de regresso, por isso iremos também matricular os novos ingressos para o ano lectivo de 2024”.
Contudo, o Ministério da Educação prevê igualmente a entrada em funcionamento de 155 novas escolas primárias. Entretanto, a contratação de novos professores está ainda refém do orçamento.
As matrículas da 1ª classe decorrem até 29 de Dezembro e o MINEDH reitera que o processo é gratuito.
Os republicanos da Câmara dos Representantes norte-americana entraram em confronto com o procurador-geral Merrick Garland, acusando o Departamento de Justiça de ‘minar’ o trabalho de investigação em favor do filho do Presidente Joe Biden.
A aparição de Garland perante o comité judiciário da Câmara dos Representantes (câmara baixa do Congresso) foi a primeira em dois anos e ocorreu num momento sem precedentes na história do Departamento da Justiça.
Contudo, o procurador-geral norte-americano está a supervisionar dois processos contra o republicano Donald Trump, o primeiro ex-presidente a enfrentar acusações criminais, e outro contra Hunter Biden, filho do presidente democrata em exercício.
Os republicanos no comité, liderados pelo presidente Jim Jordan, acusaram o Departamento de Justiça de favorecer a família Biden, enquanto tem como alvo o seu provável opositor nas presidenciais de 2024, Donald Trump.
“Há uma investigação que protege o presidente Biden. Há outra a atacar o presidente Trump. O Departamento de Justiça cobre os dois lados da equação”, frisou Jordan, citado pela agência Associated Press (AP).
Entretanto, Garland procurou defender a maior agência de aplicação da lei do país, com mais de 115.000 funcionários, numa altura em que as ameaças políticas e físicas contra agentes e as suas famílias estão a aumentar.
“O nosso trabalho não é receber ordens do presidente, do Congresso ou de qualquer outra pessoa sobre quem ou o que investigar criminalmente. Não sou advogado do presidente. Acrescentarei também que não sou procurador do Congresso. O Departamento de Justiça trabalha para o povo americano”, apontou.
As questões dos republicanos centraram-se nas alegações de que o Departamento de Justiça interferiu no caso de Hunter Biden, que já durava há anos, e que o procurador encarregado desse caso não tinha toda a autoridade necessária para apresentar as acusações necessárias.
Garland reagiu repetidamente que manteve propositalmente os detalhes da investigação à distância, para cumprir sua promessa de não interferir.
Os republicanos, liderados pelo presidente da câmara baixa, Kevin McCarthy, avançaram na semana passada com um inquérito de destituição do presidente Joe Biden, que tem primeira audiência marcada para 28 de setembro.
A audiência deverá centrar-se em “questões constitucionais e legais” que rodeiam as alegações de envolvimento de Biden nos negócios do filho Hunter fora dos Estados Unidos, de acordo com um porta-voz do comité de supervisão da Câmara dos Representes (câmara baixa).
Entretanto, os republicanos defenderam nas últimas semanas que as ações de Biden desde que era vice-presidente mostram uma “cultura de corrupção” e que o filho utilizou a “marca Biden” para promover negócios com clientes estrangeiros.
A Casa Branca classificou o inquérito de destituição como infundado e tem procurado concentrar o diálogo na política.
A província de Nampula prevê produzir e comercializar nesta campanha cajuícola, mais de oitenta e duas mil toneladas de castanha.
Este volume corresponde um crescimento em cinco por cento comparativamente a quantidade comercializada na campanha anterior.
Contudo, o Delegado Provincial do Instituto de Amêndoas de Moçambique em Nampula, Júlio Langa explicou que para a materialização destas metas, está em curso a campanha de tratamento químico, tendo já sido pulverizados cerca de quatro milhões e quinhentos mil cajueiros.
Segundo Júlio Langa, neste momento, os cajueiros encontram-se em estado de floração satisfatório, augurando bons níveis de produção.
Nampula é a maior produtora da castanha, contribuindo com cerca de quarenta por cento da produção nacional anual estimada em cento e cinquenta e sete mil toneladas. Possui um parque cajuicola de cerca de quinze milhões de árvores.
Duas pessoas morreram em Kherson, no sul da Ucrânia, após uma sequência de ataques ocorridos em seis cidades ucranianas, de acordo com fontes oficiais.
Além dos dois mortos em Kherson, cinco pessoas ficaram feridas, uma delas com gravidade, após um ataque a um edifício residencial, de acordo com o governador regional, Oleksandre Prokoudine.
“O exército russo bombardeou as zonas residenciais de Kherson (…) Nesta fase, temos conhecimento de dois civis mortos”, escreveu Prokudine na plataforma de mensagens Telegram.
Em Kiev, sete pessoas ficaram feridas, incluindo uma menina de 9 anos, informou, por sua vez, o presidente da Câmara da capital ucraniana, Vitalii Klitschko, notando ainda que edifícios residenciais e comerciais ficaram danificados.
No entanto, pelo menos seis ataques atingiram Kharkiv, danificando infraestruturas civis, declarou o governador regional, Oleh Syniehubov. O autarca desta cidade, no nordeste da Ucrânia, acrescentou que duas pessoas foram transferidas para hospitais.
Já em Cherkasy, no centro do país, foram contabilizados sete feridos e uma pessoa resgatada dos escombros, de acordo o ministro dos Assuntos Internos, Ihor Klymenko.
Uma zona industrial foi atingida na região ocidental de Lviv, danificando edifícios e provocando um incêndio, mas não há informações sobre vítimas, acrescentou Klymenko.
Na cidade de Rivne, na região homónima, no noroeste ucraniano, também se registaram ataques, disse o governador regional, Vitalii Koval, não avançando com mais detalhes.
O Conselho de Administração do Fundo Africano de Desenvolvimento, que é a janela de empréstimos concessionais do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), aprovou uma subvenção de 19,98 milhões de dólares para financiar a implementação do Programa de Aceleração Económica e Apoio à Governação de Moçambique.
Contudo, este financiamento é a primeira de duas operações sucessivas de apoio ao orçamento geral para os anos fiscais de 2023 e 2024, cada uma no valor de cerca de 20 milhões de dólares.
O programa apoiará reformas em duas grandes áreas: a melhoria do ambiente favorável ao sector privado para a recuperação económica e o crescimento verde, e o reforço da eficiência, responsabilização e transparência das despesas públicas.
Este fundo permitirá ao país racionalizar o quadro regulamentar e os processos de facilitação do investimento que promovem o desenvolvimento do sector privado e atraem o investimento na agricultura inteligente do ponto de vista climático.
Entretanto, espera-se que o acto ajude a estimular o desenvolvimento do agronegócio e das micro, pequenas e médias empresas, bem como a financiar os esforços de integração das iniciativas de género e de acção climática no desenvolvimento económico.
Cerca de 90 alunos da Escola Primária de Pulamadibogo, em Soshanguve, na África do Sul, foram hospitalizados, após ingerir ‘muffins’ que conteriam canábis.
De acordo com vários meios de comunicação locais, e a própria BBC, os estudantes – com idades entre os 6 e os 14 anos – terão comprado os bolos a um vendedor de rua, alegadamente sem saber que continham a substância.
Uma vez na escola, começaram a revelar náuseas, vómitos e dores de barriga, acabando por precisar de acompanhamento médico.
“De acordo com as informações de que dispomos, cerca de 90 alunos consumiram o que pareciam ser ‘muffins’ suspeitos de terem sido misturados com canábis, que compraram a um vendedor ambulante a caminho da escola. Os educadores testemunharam comportamentos estranhos dos alunos nas aulas e ligaram imediatamente para os serviços de emergência para obter o apoio necessário”, disse um porta-voz do governo, Steve Mabona.
No entanto, a escola foi visitada pelas autoridades locais e “posteriormente o vendedor ambulante foi identificado”, passando agora a investigação para as mãos da polícia, garantiu Mabona.
O Presidente da Republica, Filipe Nyusi, e a Primeira Dama, Isaura Nyusi, participaram na recepção oferecida pelo meu homólogo americano, Joe Biden, e esposa, evento que decorreu na sequência da realização da Semana de Alto Nível da 78ª Assembleia Geral das Nações Unidas.
Contudo, no evento, que teve lugar em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, o Presidente Nyusi revelou que partilhou com outros estadistas os desafios de Moçambique, em particular a nossa experiência do Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) dos antigos guerrilheiros da Renamo e a missão no Conselho de Segurança da ONU como membro não-permanente. Abordámos igualmente os aspectos de desenvolvimento do nosso país.
Pela primeira vez na sua já longa história, a Câmara Municipal da cidade brasileira de São Paulo anulou o mandato de um vereador por racismo.
Camilo Cristófaro, eleito pelo partido Avante, teve o mandato revogado por 47 votos a favor e cinco abstenções na noite de terça-feira.
No entanto, o polémico vereador, que há mais de 40 anos ocupa cargos públicos na maior cidade do Brasil e já se envolveu em vários outros episódios de preconceito contra mulheres e orientais, perdeu o mandato por uma frase dita em maio do ano passado durante uma sessão virtual da Câmara Municipal.
Sem perceber que o microfone pelo qual participava remotamente na sessão ainda estava ligado, o vereador comentou com alguém a seu lado “Isso é coisa de preto” e o comentário racista foi ouvido pelos seus colegas do parlamento municipal e ficou gravado no sistema de monitorização da Câmara.
Cristófaro fez o infeliz comentário ao contar a um interlocutor a seu lado que tinha ido a casa de um amigo e que, ao chegar, o encontrou a lavar a calçada da residência com uma mangueira. E disparou, em meio a uma risada, “lavar calçada é coisa de preto, né.”
Após a chuva de críticas que recebeu na altura devido ao comentário, Camilo Cristófaro iniciou uma sucessão de tentativas de se explicar, alegando primeiro que estava a referir-se a carros pretos e não a pessoas, depois avançou que, na verdade, estava a referir-se a um amigo “muito querido” que é negro e a quem, pela amizade de tantos anos, chama de preto, e por aí fora.
Quanto mais tentava explicar-se mais a sua situação se complicou, e o resultado foi a perda do mandato esta terça-feira, após mais de um ano de tramitação de um processo interno, período durante o qual recorreu à justiça comum para tentar evitar a perda do mandato mas em vão, pois a decisão num caso como este é política e não meramente jurídica.
Um homem, de 41 anos e origem portuguesa, morreu num acidente de trabalho no estaleiro Armón Vigo, na Galiza, Espanha.
O operário, que prestava serviços de eletricista para uma empresa subcontratada pelo estaleiro, não resistiu aos ferimentos após ser atingido por uma grua.
De acordo com a imprensa espanhola, os bombeiros foram acionados pelo 12:00 e encontraram o trabalhador preso sob a máquina.
Esta é a segunda morte no estaleiro em causa, no espaço de apenas um ano.
O governo moçambicano assina no Capitólio, em Washington, com a Millennium Challenge Corporation (MCC), o segundo compacto de financiamento, de 500 milhões dólares, na presença do chefe de Estado, Filipe Nyusi.
Segundo informação da MCC, a cerimónia de assinatura do Pacto de Conectividade e Resiliência Costeira de Moçambique está agendada para as 10h00 locais e contará também com a presença da presidente daquela agência de apoio externo do governo dos Estados Unidos da América (EUA), Alice Albright, e do ministro da Economia e Finanças de Moçambique, Ernesto Max Tonela.
“O Pacto de Conectividade e Resiliência Costeira de Moçambique é uma tentativa ambiciosa e inovadora de abordar os riscos multifacetados das alterações climáticas para os investimentos do Compacto da MCC. Único na conceção do ‘pacto’ é o foco em infraestruturas resistentes ao clima, no financiamento climático e no desenvolvimento costeiro, que visa fortalecer as economias locais dependentes da agricultura e das pescas, mas limitadas pela conectividade e pelo acesso fiável”, explicou anteriormente aquela agência.
Contudo, este compacto de financiamento contará com “três projetos inter-relacionados que cumprem todos os critérios abrangentes de investimento da MCC”, promovendo “uma forte inclusão social, de género, juventude”, além de alavancar o investimento privado.
O conselho de administração da Millennium Challenge Corporation (MCC) aprovou, em 28 de junho, um novo compacto de financiamento, de 500 milhões de dólares, para o Pacto de Conectividade e Resiliência Costeira de Moçambique.
Entretanto, a aprovação segue-se ao memorando assinado com o governo em janeiro e “reafirma o compromisso da MCC em enfrentar diretamente as restrições ao crescimento económico através de soluções inovadoras”, anunciou na altura a organização.
O programa vai incidir no desenvolvimento da província da Zambézia, centro do país.
“Em Moçambique, estamos a implementar o pacto mais climático da MCC, uma combinação de infraestruturas de transporte resilientes, oportunidades de economia verde, economia azul e reformas políticas e institucionais para permitir um crescimento mais eficaz e a longo prazo”, detalhou a agência.
Este é o segundo pacto da MCC com Moçambique, depois de um outro no valor de 506,9 milhões de dólares (472,9 milhões de euros), concluído em 2013, e que apostou no abastecimento de água e saneamento, em questões de propriedade da terra, transporte e agricultura.
Desta vez, a aposta recai na melhoria das redes de transporte em áreas rurais, incentivar a agricultura comercial através de reformas políticas e fiscais e melhorar os meios de subsistência costeiros através de iniciativas de resiliência climática.
A MCC é uma agência financiada pelo governo dos Estados Unidos da América que providencia subsídios por um período determinado a países em desenvolvimento.
A empresa Ernst Young, auditora das Linhas Aéreas de Moçambique, diz não estar autorizada a falar sobre as contas e os gastos da companhia.
Contudo, o pronunciamento da Ernst Young surge dias depois de a Fly Modern Ark, empresa sul-africana gestora das Linhas Aéreas de Moçambique, ter afirmado que detectou situações de corrupção, fornecimento de serviços acima dos valores de mercado e provedores de serviços sem contratos, na companhia aérea de bandeira.
O facto levou a que algumas entidades exigissem a reacção da empresa Ernst and Young, conhecida como a entidade auditora das contas das Linhas Aéreas de Moçambique.
Hoje, o sócio-gerente da Ernst and Young, Paulo Reis, disse não estar autorizado a falar sobre a situação financeira da companhia aérea nacional.
Paulo Reis avançou, no entanto, que a última auditoria, na companhia, foi feita em 2021.
O Director-executivo da Fly Modern Ark, empresa sul-africana gestora da LAM, acusou os administradores da empresa, de levarem a companhia à falência.
De acordo com Theunis Crous, um dos aspectos que teria deteriorado a condição financeira da LAM foi a aprovação, em Janeiro deste ano, pelos então administradores da empresa, de uma remuneração adicional de cem mil meticais por mês, numa altura em que o governo procura soluções para salvar a empresa.
Pelo menos 8 mil pessoas da vila de Moatize, na província de Tete, estão sem corrente elétrica devido a vandalização de postes de média tensão, anunciou a empresa pública Eletricidade de Moçambique.
Trata-se de moradores dos bairros de Chithatha e Capanga, que enfrentam o problema desde segunda-feira, indica um comunicado da Eletricidade de Moçambique (EDM) distribuído à comunicação social.
“Neste momento, decorre a mobilização de equipamento para repor o material vandalizado e assegurar o restabelecimento do fornecimento normal de energia elétrica, com a maior brevidade possível, aos clientes afetados”, refere a empresa.
Contudo, a EDM tem apontado o roubo de energia e a vandalização de infraestruturas elétricas como os “maiores desafios” da empresa, alertando que a situação ameaça o alcance da meta de acesso universal à energia a todos os moçambicanos até 2030.
Em 2022, segundo dados da empresa avançados em dezembro, a EDM perdeu cerca de 41 milhões de meticais (584 mil euros) em resultado de 265 casos de vandalização de infraestruturas elétricas registados no país.
Assim, somados os prejuízos do roubo de energia e vandalização de infraestruturas elétricas registados nos últimos quatro anos, a instituição “perdeu a oportunidade de fornecer energia” a mais de 500.000 novos clientes, referiu a EDM na altura.
Uma manada de elefantes, que circula há seis meses entre as comunidades, matou uma pessoa e devastou várias culturas em localidades da província de Sofala.
“Estes elefantes estão aqui na zona há sensivelmente seis meses. Nas últimas duas semanas os elefantes mataram uma pessoa na localidade de Candeia, quando esta tentava afugentar os animais de um campo agrícola”, disse Miguel Chatala, régulo da localidade de Chatala, citado pela Lusa.
De acordo com as autoridades, que desconhecem ainda o número dos elefantes, os animais saíram do Parque Nacional da Gorongosa (PNG) e deslocaram-se quase 200 quilómetros para o distrito de Chemba, atraídos por uma plantação de cana-de-açúcar na região.
Contudo, pelo menos 15 mil famílias já foram afectadas nos distritos de Chemba e Caia, além de vários campos agrícolas e casas de construção precária destruídos, disse o régulo, acrescentando que os animais saíram do PNG em Janeiro e refugiaram-se numa floresta próxima às comunidades.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A” pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Técnico de Higiene e Segurança no Trabalho. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder Técnico de WASH. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder Técnico de Segurança Alimentar e Meios de Subsistência. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor(a) Sénior de Projecto. Saiba mais.
A ADPP Moçambique (Associação de Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo) pretende recrutar um (1) Supervisor de Contabilidade dos Projectos. Saiba mais.
A ADPP Moçambique (Associação de Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo) pretende recrutar um (1) Supervisor de Contabilidade Institucional. Saiba mais.
A Associação de Solidariedade na Esperança de Vida (OIMPEVI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Contabilidade em Regime de Estágio. Saiba mais.
A CARE Internacional, uma organização de desenvolvimento e humanitária em Moçambique procura contratar um (1) Oficial de Aquisições (Procurement). Saiba mais.
A CARE Internacional, uma organização de desenvolvimento e humanitária em Moçambique procura contratar um (1) Oficial de Género e Proteção. Saiba mais.
A CARE Internacional, uma organização de desenvolvimento e humanitária em Moçambique procura contratar um (1) Assistente de Género e Proteção. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Projecto – Educação. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Técnico de Transferências Monetárias. Saiba mais.
Um camião que transportava a nova coleção da Balmain foi assaltado, em Paris, França. As 50 peças iriam ser apresentadas no desfile da semana da Moda de Paris, a 27 de setembro.
Contudo, o camião que seguia do aeroporto da capital francesa rumo à sede da empresa foi desviado, anunciou Olivier Rousteing, diretor criativo da marca, nas redes sociais.
“50 peças Balmain roubadas. A nossa entrega foi desviada. A camioneta foi roubada. Graças a Deus, o motorista está bem. Tantas pessoas trabalharam arduamente para que esta coleção acontecesse. Estamos a refazer tudo, mas isto é uma falta de respeito”, disse Oliver.
“Por favor, tenham cuidado, este é o mundo em que estamos a viver. Adoro-vos, minha equipa Balmain, e não vamos desistir”, alertou o diretor criativo.
Um morto e três feridos, um dos quais grave, é o balanço de um acidente de viação ocorrido na Estrada Nacional Número 4 (EN4), no Nó do Tchumene, na cidade da Matola, província de Maputo, envolvendo cinco viaturas entre ligeiras e um pesado.
De acordo com um comunicado da concessionária da EN4, a TRAC, o sinistro ocorreu quando uma viatura ligeira, de Marca Toyota Hilux, tentava ultrapassar quatro veículos acabou por se despistar e embateu na roda traseira de um camião de mercadorias que, por sua vez, capotou e bloqueou a estrada.
“Subsequentemente, outras três viaturas embateram no camião, tendo resultado em óbito do motorista do camião, um ferido grave e dois ligeiros”, refere a nota a que o “Notícias Online” teve acesso.
“O motorista do camião ficou entalado por baixo dos sacos de carvão vegetal que transportava. Como resultado do acidente, registou-se um congestionamento que viria a se dissipar a 1:00 hora de quarta-feira”, acrescenta o documento.
De acordo com a TRAC, ainda durante a madrugada, por volta das 2:20 horas, registou-se um outro acidente envolvendo três camiões, a 500 metros do Nó de Tchumene, no sentido Matola – Moamba, que bloqueou a estrada no sentido Matola – Moamba.
“O acidente deveu-se à condução em excesso de velocidade de um dos camiões, que em seguida embateu num outro em marcha, dando origem a um acidente em cadeia. Do embate resultaram ferimentos graves no motorista do primeiro camião e danos materiais avultados em todas as viaturas. Os veículos foram removidos e a estrada aberta por volta das 5:20 horas”, conclui a nota.
O Secretário-Geral das Nações Unidas classifica o encerramento da fase de desarmamento no quadro do DDR. António Guterres recebeu, em audiência, o Presidente da República Filipe Nyusi.
António Guterres e Filipe Nyusi sentaram-se na sede das Nações Unidas para abordar a relação entre Moçambique e a ONU, numa audiência concedida pelo líder máximo da organização internacional ao Chefe de Estado moçambicano.
Contudo, o encontro decorreu à porta fechada e, no fim, as Nações Unidas emitiram um comunicado, referindo que “o Secretário-Geral elogiou o Governo e o povo de Moçambique pela conclusão bem-sucedida da fase de desarmamento e desmobilização no âmbito do Acordo de Maputo para a Paz e Reconciliação Nacional de 2019”.
O desarmamento da Renamo foi fechado oficialmente em Junho deste ano com o encerramento da última base militar da Renamo e a entrada simbólica da última arma que estava na posse do partido das mãos do Presidente do partido, Ossufo Momade, ao Presidente da República, Filipe Nyusi.
Neste momento está em curso a entrega da documentação necessária, pelos antigos guerrilheiros para o início do pagamento de pensões aos desmobilizados.
O Secretário-Geral da ONU e o Presidente da República afirmam que as Nações Unidas discutiram ainda os desafios da paz e do desenvolvimento no país.
No entanto, ainda houve espaço para conversações entre o Presidente moçambicano e a Directora de Operações do Banco Mundial, um dos maiores parceiros de desenvolvimento de Moçambique. A directora de Operações da instituição de Breeton Woods, Anna Bjerde, assegurou que o Banco Mundial continua comprometido em apoiar projectos de desenvolvimento em Moçambique.
“Passamos em revista várias áreas em que trabalhámos juntos e essas áreas estão relacionadas com a construção de resiliência, devido às mudanças climáticas, construção de infra-estruturas e expansão de serviços”, disse a dirigente do Banco de Desenvolvimento, que também saudou a atenção que o país tem estado a dar a sectores como educação e saúde.
“Estimei bastante ouvir de Sua Excelência sobre o foco que está a ser dado à educação e à saúde em Moçambique, duas áreas que consideramos muito importantes para o desenvolvimento.”
Operações militares israelitas na Cisjordânia ocupada e distúrbios na Faixa de Gaza mataram seis palestinianos, disseram as autoridades de saúde da Palestina, parte de uma onda de violência que assola a região há um ano.
O Ministério da Saúde palestiniano disse que uma operação israelita lançada no campo de refugiados de Jenin, cidade do norte da Cisjordânia, causou quatro mortos e cerca de 30 feridos.
Contudo, as autoridades da Palestina revelaram ainda que um ataque a um outro campo de refugiados, Aqabat Jabr, perto da cidade de Jericó, provocou a morte de Dhargham al-Akhras, de 19 anos. O exército de Israel não fez até ao momento qualquer comentário sobre esta operação.
O ministério disse também que um sexto palestiniano, de 25 anos foi morto a tiro por soldados israelitas em distúrbios ao longo da volátil fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza, após uma vaga de protestos.
Na semana passada, dezenas de palestinianos queimaram pneus e atiraram engenhos explosivos contra soldados israelitas colocados na cerca que separa Israel da Faixa de Gaxa.
Confrontos que levaram Israel a proibir a entrada no território de milhares de trabalhadores palestinianos vindos do enclave, onde a maioria da população vive abaixo da linha da pobreza.
A Faixa de Gaza está sob um bloqueio por parte de Israel e do Egito desde 2007. Israel diz que o bloqueio é necessário para evitar que o grupo militante Hamas, que governa o enclave, obtenha armamento.
O exército israelita tinha confirmado que um `drone` (aeronave não tripulada) militar tinha “atingido” o campo de refugiados de Jenin.
Após a operação em Jenin, disse o exército, um explosivo rebentou debaixo de um camião do exército, que foi ainda alvo de disparos, sem causar qualquer ferido.
Depois de os militares israelitas se terem retirado de Jenin, dezenas de homens armados e residentes saíram às ruas para protestar contra o que consideram ser o fracasso da Autoridade Palestiniana em protegê-los, de acordo com imagens partilhadas pelos residentes.
Numa declaração, o ministro da Defesa israelita, Yoav Gallant, considerou que a incursão militar em Jenin faz parte das “medidas necessárias para prevenir atividades terroristas”.
O campo de Jenin é conhecido como um reduto de militantes e Israel efetua frequentemente rusgas e ataques na zona. Em julho, Israel levou a cabo a sua operação mais intensa na Cisjordânia em quase duas décadas, deixando uma destruição generalizada no campo.
Cerca de 190 palestinianos foram mortos na Cisjordânia desde o início do ano, de acordo com uma contagem da agência de notícias Associated Press.
Israel afirma que a maioria dos mortos eram militantes, mas também foram mortos jovens que protestavam contra as incursões e outras pessoas não envolvidas nos confrontos.
Pelo menos 31 pessoas foram mortas em ataques palestinianos contra israelitas desde o início de 2023.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...