O governo do Haiti tomou a decisão de estender o recolher obrigatório por mais dois dias na região Oeste, abrangendo Porto Príncipe, devido ao aumento da violência por parte de grupos armados.
Em comunicado, o governo afirmou que o objetivo é restaurar a ordem e implementar medidas necessárias para retomar o controle da situação.
A medida não se aplica aos agentes das forças de segurança em serviço, bombeiros, serviços de emergência médica, profissionais de saúde e jornalistas devidamente identificados. Todas as manifestações públicas na região Oeste, tanto de dia quanto de noite, estão proibidas devido ao estado de emergência.
O governo declarou que as forças de segurança estão autorizadas a usar todos os meios legais disponíveis para garantir o cumprimento do recolher obrigatório e deter aqueles que o violarem.
O Haiti enfrenta uma iminente ameaça de guerra civil, o que poderá resultar em um desastre humanitário.
Quatro pessoas perderam a vida e outras três ficaram gravemente feridas devido a descargas atmosféricas na região de Mogincual, na província de Nampula, desde o início da temporada de chuvas.
O administrador distrital de Mogincual, Ricardo Batalha, reportou o ocorrido à Rádio Moçambique (RM).
Batalha informou que o distrito tem experimentado chuvas regulares nos últimos dias, embora não tenham causado danos significativos em residências.
Os cidadãos feridos devido a estas ocorrências já estão em processo de recuperação, segundo as autoridades locais.
Mais de duzentos e oitenta mil e oitocentos jovens foram recenseados pelo Ministério da Defesa Nacional, revelando que o terrorismo em Cabo Delgado não afetou o processo de recenseamento militar, superando as metas estabelecidas para este ano.
Na província de Cabo Delgado, mais de 17 mil e 400 jovens foram recenseados, ultrapassando os 15 mil e 700 previstos. O diretor dos Recursos Humanos do Ministério da Defesa Nacional, Jorge Leonel, explicou que o recenseamento militar decorreu em todas as sedes distritais, com medidas de segurança adequadas.
A nível nacional e na diáspora, mais de 280 mil jovens de ambos os sexos foram recenseados, o que representa uma execução de cento e vinte e sete por cento em relação às metas estabelecidas. Para este ano, o Ministério da Defesa Nacional tinha previsto recensear mais de 221 mil jovens, tendo superado essas expectativas.
O sucesso do processo de recenseamento deveu-se à logística implementada e à distribuição eficaz das brigadas móveis e fixas. O período de regularização das inscrições decorre até 31 de março, permitindo que os jovens ainda tenham oportunidade de se recensear.
Os sindicatos e associações de camionistas do Malawi e da região da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) reiteraram a sua preocupação com o que consideram detenções arbitrárias de seus membros pela polícia moçambicana. Ao mesmo tempo, exigem que Maputo indenize o motorista malawiano agredido por agentes da guarda fronteiriça em janeiro.
As quatro associações de transporte de longa distância e o sindicato do Malawi estão a pedir uma solução duradoura para vários incidentes de agressão contra os seus membros, especialmente nos corredores da Beira (N6) e Tete (N7), que ligam o porto da Beira, no Oceano Índico, aos países africanos do interior.
Em comunicado conjunto, as associações do Malawi destacam a importância de defender o princípio de que todos são inocentes até prova em contrário. O incidente com o motorista malawiano, Elasto Ngonyani, levantou preocupações sobre direitos humanos, uma vez que a agressão ocorreu antes de qualquer processo legal formal.
Por sua vez, a associação dos transportadores da SADC aponta que a detenção e agressão de seus membros geralmente acontecem quando eles se recusam a pagar subornos em postos de fiscalização.
Steven Masunga, presidente da associação da SADC, questionou por que a polícia, em vez de proteger, prende motoristas malawianos, tanzanianos, zimbabuanos ou sul-africanos por não pagarem subornos por corrupção.
No entanto, a polícia em Manica negou que as detenções estejam relacionadas a subornos exigidos pela polícia de trânsito, e pede que as vítimas denunciem as violações. Mateus Mindu, porta-voz da polícia em Manica, destacou que os camionistas, principalmente malawianos, detidos em Manica estavam envolvidos em tráfico humano e contrabando de diversos produtos.
As autoridades de Moçambique já pediram desculpas publicamente ao Malawi pelo incidente e prometeram trabalhar para uma atuação dentro dos limites estabelecidos. Entretanto, os dois agentes da Polícia da guarda fronteiriça moçambicana, responsáveis pela agressão ao camionista malawiano, foram suspensos, anunciou a Polícia da República de Moçambique (PRM) em Tete.
O analista e jornalista moçambicano, Fernando Lima, destaca que as detenções e agressões foram discutidas na última reunião entre os ministros dos transportes de Moçambique e Malawi, devido à preocupação do Malawi com a segurança de seus condutores. Ele observa que isso afeta o fluxo de negócios entre os dois países e prejudica Moçambique.
Historicamente, a relação entre Moçambique e o Malawi nem sempre foi boa, apesar dos esforços de ambos os lados para melhorar. A agressão ao motorista malawiano foi vista como uma violação do protocolo da SADC de livre circulação de pessoas e bens na região.
Na província do Niassa, mais de 5 mil alunos enfrentam condições precárias de estudo devido à destruição de 51 salas de aula durante a época chuvosa. As salas, construídas com materiais locais, foram parcial ou totalmente danificadas pelos fortes ventos e chuvas.
Isabel Cavo, delegada do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres na região, relatou que cerca de 700 casas desmoronaram durante este período, afetando mais de 3 mil pessoas. Além disso, quatro mortes e dezanove feridos foram registados devido a raios, correntes de água e desabamentos de paredes.
Apesar dos desafios enfrentados, Isabel Cavo afirmou que a situação está sob controlo na província, garantindo também a disponibilidade de diversos produtos para auxiliar as vítimas.
Os maquinistas dos comboios de passageiros da Deutsche Bahn retomaram na terça-feira uma greve, marcando a sexta vez desde novembro, devido ao impasse nas negociações com a direção da empresa alemã.
A greve, convocada pelo sindicato dos maquinistas ferroviários alemães GDL, teve início às 1h00 em Lisboa e deverá prolongar-se por 24 horas. Nos comboios de transporte de mercadorias, a greve começou às 17h00 de domingo.
Esta é a sexta greve organizada pelo GDL desde novembro de 2023 e surge menos de uma semana após uma paralisação dos maquinistas ferroviários ter causado perturbações a milhares de passageiros.
O sindicato GDL afirmou que a Deutsche Bahn não apresentou uma proposta escrita melhorada até ao final do prazo, no sábado, o que “inevitavelmente conduz a uma ação sindical”, afirmou Claus Weselsky, o líder do GDL.
“Estamos convencidos de que só conseguiremos chegar a um acordo através do diálogo, sentando-nos à mesa das negociações”, declarou Martin Seiler, diretor de recursos humanos da companhia de caminhos-de-ferro da Alemanha, no sábado passado.
Para além dos aumentos salariais, a principal exigência do sindicato GDL é a redução da semana de trabalho para 35 horas, em vez das atuais 38, mantendo um salário completo.
A Deutsche Bahn anunciou ter feito concessões que incluem até 13% de aumento salarial, bem como a possibilidade de reduzir a semana de trabalho para 37 horas a partir de 2026.
Na região de Gaza, mais de sessenta mil crianças, com idades entre zero e cinco anos, estão a ser imunizadas contra diversas doenças, destacando-se a tuberculose, poliomielite e sarampo, no âmbito do Programa Alargado de Vacinação.
Além das vacinas mencionadas, as crianças estão a receber também proteção contra doenças diarreicas, meningite e outras doenças hepáticas, como hepatite.
O responsável pelo Programa Alargado de Vacinação na Direção Provincial de Saúde de Gaza, Majamu Machatine, garantiu que o setor possui stock suficiente de vacinas para imunizar todas as crianças até o final do primeiro semestre deste ano.
Machatine enfatizou que a vacinação está a ser realizada em todas as unidades de saúde da província, bem como através de brigadas móveis, garantindo que nenhum menino ou menina seja deixado para trás no processo de imunização.
As inundações causadas pelo mau tempo atingiram o sudeste da França no domingo, deixando um rastro de morte e desaparecimentos.
Até o momento, cinco pessoas foram encontradas mortas após serem arrastadas pelas enchentes em seus veículos nos departamentos vizinhos de Gard e Hérault, situados aproximadamente a 700 km ao sul de Paris. Além disso, três indivíduos permanecem desaparecidos.
O corpo de um homem de 87 anos foi localizado em Hérault, na região da Occitânia, conforme relatado pela promotoria. Uma jovem que possivelmente estava com a vítima durante a inundação ainda está sendo procurada pelas equipes de resgate.
O Gabinete de Implementação do Projeto Mphanda Nkuwa está atualmente em busca de um novo parceiro para a construção da linha de alta tensão de 1400 quilómetros entre Tete e Maputo, como parte do empreendimento hidroelétrico planeado para ser construído no rio Zambeze, no distrito de Marara, em Tete.
A revelação foi feita pelo diretor do gabinete, Calos Yum, durante uma palestra realizada ontem na Universidade Pedagógica de Maputo, na qual foram discutidas as fases que levarão à implementação efetiva do projeto.
“Estamos a lidar com questões específicas relacionadas com as manifestações de interesse de financiamento e as coisas estão a correr bem”, afirmou Yum quando questionado sobre a busca de financiamento para atender às necessidades do projeto.
Yum explicou que, ao mesmo tempo, estão a ser estruturados os acordos de energia, aproveitando os vários estudos que alimentam o modelo financeiro deste tipo de investimento.
Os trabalhos incluem a parte legislativa relacionada com o contrato de concessão, atividades que ocupam grande parte do tempo da equipa, juntamente com diversos estudos de impacto ambiental e social.
A tempestade tropical severa “Filipo” está a causar preocupação no sul de Moçambique, com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) a alertar que mais de 525 mil pessoas poderão ser afetadas por ventos fortes e inundações.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), a tempestade começou a fazer-se sentir na noite de ontem nas províncias de Maputo, Gaza, Inhambane e Sofala, e espera-se que perdure até amanhã.
Apesar de ter perdido força há cerca de uma semana, o fenómeno recuperou intensidade e representa uma ameaça para a região sul do país e a província de Sofala.
Prevê-se que a tempestade atinja Inhambane durante a noite de ontem, com ventos que podem chegar aos 90 km por hora, semelhantes à velocidade de um carro.
Além dos ventos, são esperadas chuvas intensas, com acumulações entre 100 e 200 milímetros em 24 horas, aumentando o risco de inundações.
O centro operativo de emergências, que envolve várias instituições públicas, já está em alerta máximo, com os centros de emergência ativados em todas as províncias.
“Estimamos cerca de 525 mil pessoas em risco, bem como unidades escolares e de saúde, principalmente nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo. Equipas multidisciplinares já estão a implementar medidas de sensibilização para as comunidades se precaverem”, afirmou Paulo Tomás, porta-voz do INGD.
Devido à situação, várias infraestruturas correm o risco de serem destruídas, com estradas nas províncias de Gaza e Inhambane a poderem ser afetadas.
O fenômeno deverá atingir as quatro províncias durante três dias, com ventos fortes e chuvas intensas, alertou Manuel Francisco, meteorologista do INAM.
Desde o início da época chuvosa, em outubro do ano passado, já foram registados 115 óbitos e cerca de 55 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas em Moçambique.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, dirigiu uma mensagem de saudação à comunidade muçulmana moçambicana por ocasião do início do Ramadão, considerado um dos meses mais sagrados do ano para os muçulmanos, marcado pelo jejum, um dos pilares do Islão.
“Por ocasião do início deste período de sacrifício, saúdo e encorajo a comunidade muçulmana, especialmente a do meu país, para que celebre a renovação da fé tendo em mente os valores e princípios que sempre caracterizam o Islamismo, como a prática da solidariedade, caridade, honestidade e fraternidade. À toda comunidade muçulmana, envio votos de muita fé e determinação; rogo que tenham sempre em mente, durante este período de Ramadão, os nobres valores da harmonia e concórdia no seio da família moçambicana”, declarou o Presidente, conforme publicado na sua página oficial do Facebook.
O Setor da Saúde e seus parceiros estão empenhados na erradicação da oncocercose no país, uma doença que afeta a pele e os olhos, causando lesões de pigmentação ou até mesmo cegueira.
Esta doença, transmitida pela picada da mosca fêmea reproduzida em correntes de água de alto fluxo, como rios, apresenta evidências de contaminação ainda limitadas no país.
No entanto, um estudo realizado em sete distritos das províncias de Niassa e Zambézia, em 2019, revelou a presença do vetor propagador da infecção e uma alta frequência de testes laboratoriais positivos em humanos, em quatro distritos.
Esses dados demonstram a necessidade de definir a melhor abordagem para a sua erradicação, num contexto em que os países vizinhos, Malawi e Tanzânia, são endêmicos à oncocercose.
Com esse propósito, teve início ontem, em Maputo, a primeira reunião do Comité Específico de Peritos em Oncocercose, que reúne técnicos nacionais e internacionais com o objetivo de contribuir para a erradicação da infecção.
O primeiro-ministro do Haiti, Ariel Henry, concordou em renunciar ao cargo, abrindo caminho para a transição de poder no país, anunciou o atual líder da Comunidade das Caraíbas (Caricom), Mohamed Irfaan Ali, numa conferência de imprensa realizada na segunda-feira após uma reunião de emergência na Jamaica sobre a situação no Haiti.
Mohamed Irfaan Ali, também Presidente da Guiana, expressou satisfação pelo acordo alcançado, designadamente “um acordo de governação transitório que abre caminho para uma transição pacífica de poder, continuidade da governação, um plano de ação de segurança a curto prazo e eleições livres e justas”.
O acordo prevê que Ariel Henry renuncie formalmente ao cargo assim que for criado um conselho de transição e nomeado um chefe de Governo interino.
A reunião de urgência na Jamaica, convocada pela Caricom, contou com a participação de representantes da ONU e de vários países, incluindo França e Estados Unidos, com o objetivo de encontrar uma solução para a crise política no Haiti.
Ariel Henry, atualmente em Porto Rico após uma tentativa falhada de regressar ao Haiti, participou na reunião por videoconferência com os membros da Caricom.
O Haiti enfrenta uma crise política e de segurança desde o assassinato do último chefe de Estado, Jovenel Moïse, em 2021. Sem eleições desde 2016, o país não possui um parlamento nem um presidente no momento.
A escalada de violência decorrente de confrontos entre bandos armados agravou-se após a revelação de que Ariel Henry, que deveria ter deixado o cargo em 7 de fevereiro, conforme acordo de 2022, comprometeu-se a realizar eleições apenas em 2025.
No início de março, Henry assinou um acordo em Nairobi para permitir o envio de agentes da polícia do Quénia para o Haiti, como parte de uma força multinacional.
Enquanto isso, Michel Patrick Boisvert, que atua como primeiro-ministro interino, estendeu o recolher obrigatório por mais três dias na região Oeste, que inclui a capital, Porto Príncipe.
Com o país à beira de uma guerra civil iminente, o Haiti também prorrogou o estado de emergência na zona da capital por mais um mês, até 3 de abril, numa tentativa de conter a escalada da violência e evitar um desastre humanitário.
O Conselho de Segurança da ONU instou a realização de “negociações significativas” para garantir a realização de eleições legislativas e presidenciais “livres e justas” e a restauração das instituições democráticas “o mais rapidamente possível” no Haiti.
A tempestade tropical moderada “Filipo” entrou no país através da província de Inhambane, pelo distrito de Inhassoro. Desde então, o fenómeno evoluiu para uma tempestade tropical severa.
O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu um alerta, indicando que nas próximas 24 horas, o sistema continuará a deslocar-se progressivamente na direção sudoeste, afetando as temperaturas com chuvas intensas, ventos atingindo até 90 km/h e rajadas podendo chegar a 120 km/h nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo.
Em Inhambane, os distritos de Homoine, Funhalouro, Inharrine, Jangamo, Mabote, Massinga, Zavala, Morrumbene, Massinga, Vilankulo, Inhassoro, Govuro, Panda, e as cidades de Maxixe e Inhambane estão sob alerta.
Em Gaza, os distritos de Massingir, Chókwe, Chongoene, Bilene, Limpopo, Mandlakazi, Chicualacuala, Mapai, Mabalane, Chigubo, Chibuto, Guijá, Chongoene e a cidade de Xai-Xai serão afetados.
Manhiça, Marracuene, Boane, Magude, Matutuine, Moamba, Namaacha, as cidades da Matola e Maputo também enfrentarão a intempérie.
Devido à ocorrência de ventos fortes, trovoadas e chuvas intensas, recomenda-se a adoção de medidas de precaução e segurança.
Nove pessoas perderam a vida após o colapso de um edifício residencial de três andares, ocorrido na madrugada de terça-feira, no centro do Paquistão. O incidente teve lugar em Multan, uma cidade situada na província oriental de Punjab.
Segundo informações prestadas por Rizwan Qadeer, um alto funcionário do governo, os escombros do prédio também atingiram casas vizinhas, resultando em vários feridos.
Entre as vítimas mortais, constam quatro membros de uma mesma família, destacando a dimensão da tragédia.
Desmoronamentos de edifícios são relativamente frequentes no Paquistão, onde muitas estruturas são construídas de forma precária, utilizando materiais de construção de baixa qualidade e ignorando as normas de segurança para reduzir custos.
Um incidente semelhante ocorreu em junho de 2020, quando um prédio de apartamentos ruíu em Karachi, a maior cidade do país, resultando na morte de 22 pessoas.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Psicólogo Clínico. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Promotores Comunitários de Projecto. Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development – ACTED, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Logística de Área. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Gestão de Informações de Proteção à Criança. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Desenvolvimento Comunitário. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Assistente – Desenvolvimento Comunitário. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte (20) Educadores de Pares. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director Técnico – Imunização. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor – Administração. Saiba mais.
Success Masra, primeiro-ministro do Chade, surpreendeu ao fazer uma aparição inesperada numa reunião do seu partido, Les Transformateurs, em 10 de março de 2024.
Diante de uma recepção calorosa de milhares de apoiantes, Masra anunciou a sua aceitação da nomeação do seu partido para as próximas eleições presidenciais, solidificando a sua candidatura aos olhos de muitos.
A decisão surge após semanas de especulação sobre as intenções de Masra, especialmente após o anúncio da candidatura do atual Presidente de transição.
A presença de Masra na reunião, após a sua recente participação na reunião da CEEAC em Malabo, Guiné Equatorial, marca um momento significativo no cenário político do Chade.
Num discurso apaixonado perante a multidão reunida, Masra expressou o seu compromisso em servir o povo chadiano e guiar o país para um futuro melhor.
Ele destacou a sua inspiração no espírito patriótico do povo e enfatizou a sua determinação em levar o Chade a novos patamares.
“Estamos aqui como candidatos para servir o povo chadiano, homens e mulheres chadianos”, declarou Masra. “Sim, sou um candidato e nós somos candidatos para nos tornarmos os próximos líderes do país”.
O anúncio de Masra foi recebido com entusiasmo e apoio dos membros do partido, muitos dos quais têm sido firmes na sua dedicação desde o início do Les Transformateurs.
Eles manifestaram a sua disponibilidade para embarcar em esforços de campanha e trabalhar incansavelmente para alcançar o objetivo de chegar à presidência.
Apesar do cepticismo inicial em alguns quadrantes, os apoiantes continuam convencidos da capacidade de Masra em efetuar mudanças significativas.
Masra reservou um momento para homenagear a memória daqueles que perderam a vida, tanto como mártires como em acontecimentos trágicos recentes.
Ele prometeu fazer tudo ao seu alcance para garantir um processo eleitoral justo e transparente, mesmo enfrentando forte concorrência do seu adversário, o atual Presidente Mahamat Kaká, apoiado pelo poderoso partido MPS.
A Comissão Eleitoral Independente da África do Sul está a investigar as circunstâncias que levaram ao vazamento das listas de candidatos dos partidos ANC e Umkhoto We Sizwe para as eleições gerais e provinciais marcadas para 29 de Maio próximo.
As listas foram submetidas ao órgão eleitoral, mas acabaram por ser divulgadas nas redes sociais e em alguns meios de comunicação sul-africanos.
O ANC e o Umkhoto We Sizwe expressaram preocupação pelo facto de as listas conterem informações pessoais dos candidatos. A Comissão Eleitoral Independente confirmou que iniciou um processo interno para determinar a origem do vazamento.
Mouzinho Saíde, diretor-geral do Hospital Central de Maputo (HCM), manifestou preocupação com as cobranças ilegais e o mau atendimento relatados na maior unidade de saúde do país.
Esta declaração foi feita durante uma visita realizada ontem pelo Provedor de Justiça, Isaque Chande, ao HCM.
Saíde também apontou a contínua redução nos orçamentos de um ano para o outro como um dos principais obstáculos para o cumprimento das metas estabelecidas para esta unidade de saúde.
No entanto, destacou os investimentos realizados em infraestrutura, equipamento médico-cirúrgico e hospitalar como conquistas significativas.
Por sua vez, o Provedor de Justiça desafiou o HCM a tornar-se um modelo de unidade de saúde, colocando a qualidade do atendimento como a principal prioridade.
A Autoridade Reguladora das Comunicações de Moçambique (INCM) assegura que não haverá um aumento das tarifas dos serviços de telecomunicações no país, refutando assim preocupações sobre uma possível subida dos preços.
O porta-voz do INCM, Massingue Apala, esclareceu durante o TeleJornal da Televisão de Moçambique, transmitido no domingo à noite, que não houve qualquer revisão em alta das tarifas, e estas permanecerão inalteradas.
“De facto, as tarifas não foram revistas em alta, mantêm-se como estão”, afirmou. Apala explicou que o papel do regulador foi apenas definir diretrizes para as empresas de telecomunicações seguirem.
“Atualmente, por exemplo, o custo do serviço de voz é de seis meticais, e o de dados é de um metical. O que o regulador fez foi estabelecer balizas”, acrescentou.
Segundo o INCM, os pacotes comerciais das operadoras devem manter-se dentro dessas balizas, pois o regulador não quer que os serviços sejam fornecidos abaixo do preço mínimo.
Apala salientou que a percepção de aumento dos preços pode estar associada à falta de informação sobre os custos dos serviços de telecomunicações.
“Existe a perceção de que os preços aumentaram, mas na verdade não aumentaram. As tarifas estão disponíveis nas páginas das operadoras e do INCM”, esclareceu.
O porta-voz mencionou que, por exemplo, um minuto de chamada custa 6,5 meticais, mas as operadoras não praticam esse preço devido à sua estratégia de retenção e atração de clientes através da redução das tarifas.
Apala tranquilizou os consumidores, afirmando que o mercado de comunicações é saudável e que os preços permanecerão os mesmos, com os operadores desenvolvendo pacotes que são aprovados pelo INCM.
Essas declarações visam esclarecer uma nova resolução do INCM que estabelece limites mínimos nas tarifas dos serviços de telecomunicações, incluindo um custo de chamada entre 0,72 e 0,92 meticais por minuto, e de dados a 0,71 meticais, o que coloca Moçambique como o quarto país com internet mais cara em África.
O Tribunal Supremo de Moçambique condenou Fernando Francisco Tsucana, ex-Vice-Comandante Geral da Polícia da República de Moçambique, pela prática de dois crimes de difamação...
Um impressionante acidente registado em Brisbane, Austrália, capturado por câmeras de segurança, mostrou um carro sendo lançado ao ar e atravessando um autocarro ....