O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Rasaque Manhique, realiza uma acção de monitorização e avaliação do impacto das chuvas em vários pontos críticos da cidade.
De acordo com uma nota enviada ao “Notícias Online”, esta iniciativa visa verificar o funcionamento dos sistemas de drenagem, identificar constrangimentos e orientar intervenções imediatas para minimizar os efeitos da pluviosidade na mobilidade urbana, segurança e bem-estar dos cidadãos.
Os locais seleccionados para a avaliação incluem a Ravina da Polana Caniço B, o Descarregador de Hulene A, a Casa Jovem e o Descarregador da Vala da Avenida Joaquim Chissano.
A monitorização acontece num contexto de intensas chuvas que se fazem sentir na capital desde o fim-de-semana. Várias vias e bairros encontram-se alagados, provocando restrições na circulação dos transportes semi-colectivos de passageiros, devido a dificuldades na mobilidade.
A actividade do presidente do Conselho Municipal reflete a preocupação com a infra-estrutura da cidade e a necessidade de intervenções que garantam a segurança e o conforto dos munícipes durante períodos de intensa precipitação.
O Governo moçambicano anunciou a aprovação de um novo Regulamento de Controlo de Tráfego, cuja principal finalidade é enfrentar o aumento significativo e a complexidade das fraudes e crimes cibernéticos no país.
Esta medida confere aos operadores de telecomunicações o poder de bloquear subscritores envolvidos em actividades ilícitas.
Em 2024, o Instituto Nacional de Comunicações de Moçambique (INCM) contabilizou mais de 500 mil casos de fraude, com ênfase em situações de usurpação de identidade, exploração de falhas nos sistemas de comunicações e desvio de tráfego internacional. Estes dados sublinham a preocupação crescente com a segurança digital em Moçambique.
A Autoridade Reguladora das Comunicações destaca que esta iniciativa visa estruturar uma resposta adequada à criminalidade cibernética em expansão. O novo regulamento também se destina a regular provedores de internet e serviços de televisão, como a IPTV não licenciada, reforçando a resiliência e segurança das infraestruturas de comunicação.
O dispositivo legal delineia regras para o controlo e monitorização de todos os tipos de tráfego nas redes de comunicação, abarcando dados, voz, SMS e televisão, em contraste com o regulamento anterior que não incluía algumas dessas categorias.
Adilson Gomes, director de Controlo de Tráfego no INCM, esclareceu que o intuito do regulamento não é a vigilância de conteúdos privados, mas sim a identificação de padrões e actividades fraudulentas que possam comprometer redes e utilizadores, bem como o interesse público.
Com a implementação desta nova normativa, operadores e reguladores poderão suspender ou bloquear comunicações de subscritores identificados em actos fraudulentos por um período inicial de 48 horas. O prolongamento da suspensão ficará a cargo de uma decisão judicial.
Os operadores de telecomunicações assumem agora um papel mais activo na prevenção e combate a fraudes, sendo responsabilizados por reforçar o controlo interno. O INCM considera estas medidas essenciais para aumentar a capacidade de resposta do estado diante da crescente digitalização e sofisticação dos crimes cibernéticos.
Sérgio Faife Matsolo foi nomeado o novo treinador da equipa sénior masculina do Desportivo de Maputo, sucedendo a Uzaras Mohamed, com quem trabalhou como adjunto na época anterior.
A decisão marca o início de um novo capítulo para o clube, com um contrato estabelecido por objectivos que abrange uma temporada.
Matsolo está actualmente a formar a sua equipa técnica, enfrentando o desafio de conduzir os “alvi-negros” ao apuramento para a Poule de acesso ao Moçambola-2027. O propósito fundamental da sua gestão será restaurar a competitividade da equipa, que busca o regresso ao mais alto patamar do futebol moçambicano.
É relevante recordar que a parceria entre Uzaras Mohamed e Sérgio Matsolo começou a meio da época transacta, após a direcção do Desportivo rescindir contrato com Amad Chababe, devido ao desempenho insatisfatório da equipa. No Campeonato da Cidade da última temporada, o Desportivo terminou em nono lugar, somando 27 pontos, resultado de sete vitórias, seis empates e doze derrotas em 26 confrontos.
A nova direcção espera que a experiência e conhecimento de Sérgio Matsolo contribuam para a reconstrução da equipa e a conquista de melhores resultados nos desafios por vir.
Pelo menos sete estradas na província de Gaza tornaram-se intransitáveis devido a chuvas intensas que se têm verificado nos últimos dias, resultando no isolamento de várias comunidades.
A situação é especialmente alarmante nos distritos do centro e norte da província, onde a mobilidade viária já se caracteriza por deficiências, particularmente durante a época chuvosa.
Jeremias Mazoio, delegado da Administração Nacional de Estradas (ANE) em Gaza, revelou que, durante uma sessão do Centro Operativo de Emergência (COE), foi apresentado o estado das vias de acesso na província, onde se identificaram 21 troços de estradas afectados por inundações.
As infraestruturas mais problemáticas incluem a estrada R441 Chinhacanine/Nalazi, com cortes em dois pontos, nos quilómetros 35 e 45, assim como as estradas Mapai–Pafuri, Chicualacuala–Pafúri, Machaila–Massangena e Alto Shangani–Maquéze.
Outras estradas afectadas apresentam transitabilidade condicionada, sendo recomendada a circulação de veículos com suspensão alta e tração nas quatro rodas. Este é o caso das estradas Mohambi–Maquéze, Xai-Xai–Chilaulene, Ndonga–Dindiza, Chókwè–Tlhawene, Chicumbane–Zongoene, Magul–Tlhawene e Massingir–Zulu, onde predominam solos argilosos, bem como alagamentos e poças de água ao longo dos trajectos.
A ANE está também a monitorizar a situação da estrada Massingir–Chimbutane, que enfrenta uma ameaça de intransitabilidade.
O Anantara Bazaruto Island Resort, um dos principais destinos turísticos na província de Inhambane, enfrenta um dos momentos mais críticos da sua história.
Recentemente, o gestor da estância foi agredido e forçado a deixar o local por um grupo de cerca de 50 trabalhadores que protagonizaram protestos contra a falta de pagamento de salários e benefícios laborais.
De acordo com fontes próximas à situação, a negligência dos proprietários em cumprir com as suas obrigações legais e contratuais teria alimentado um clima de tensão laboral, que agora culminou numa grave manifestação de descontentamento. O gestor, que se encontrava no seu escritório, foi surpreendido pelos trabalhadores que exigiram a sua imediata saída da unidade turística.
Relatos de testemunhas descrevem a cena tensa, onde o gerente foi retirado à força do escritório, sendo fisicamente contido e acompanhado até à sua residência. No local, os protestantes intensificaram a pressão, exigindo que o gestor arrumasse os seus pertences e deixasse a morada de forma imediata. A situação escalou quando tentaram forçar a entrada na casa, colocando em risco a segurança da esposa do gestor, que foi empurrada durante a confusão.
Durante o tumulto, o casal conseguiu reunir os seus bens essenciais e abandonar a Ilha de Bazaruto, sob vigilância da polícia local e com o auxílio de segurança privada. Recuaram para Vilankulo, onde cumpriram as instruções para se dirigirem ao aeroporto.
Importa salientar que todo o desenrolar dos eventos ocorreu com a presença das autoridades policiais, levantando questões sobre a eficácia da gestão do conflito e os métodos de mediação de tensões laborais na unidade turística.
Neste momento, o gestor do Anantara Bazaruto Island Resort, através do seu advogado, apresentou uma participação criminal à Procuradoria Provincial de Inhambane, relatando os incidentes ocorridos. O processo encontra-se a ser analisado pelas autoridades competentes, aguardando-se novos desenvolvimentos.
A final do Campeonato Africano das Nações (CAN) está marcada para este domingo, às 21h00, no Estádio Prince Moulay Abdellah, onde Senegal e Marrocos se confrontarão em busca do título.
O Senegal garantiu o seu lugar na final após uma vitória apertada frente ao Egipto, com um golo decisivo de Sadio Mané aos 78 minutos, o que culminou num triunfo por 1-0 nas meias-finais.
Por seu lado, Marrocos, a jogar em casa, assegurou a sua presença na final numa partida intensa contra a Nigéria. Após um empate sem golos durante o tempo regulamentar e o prolongamento, os “Leões do Atlas” mostraram grande destreza na marcação de grandes penalidades, triunfando por 4-2.
Tanto Senegal como Marrocos entram no encontro decisivo com a ambição de conquistar o segundo título da sua história no CAN, adicionando um novo capítulo glorioso às suas trajectórias futebolísticas.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Assistente de Supply Chain – Matola. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador(a) de Armazém – Matola. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Alimentação Escolar – Manhiça. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Alimentação Escolar – Matola. Saiba mais.
A Portador Diário, empresa líder em correio, transporte de cargas e logística em Moçambique, procura um (1) Gestor de Administração e Logística. Saiba mais.
A Portador Diário, empresa líder em correio, transporte de cargas e logística em Moçambique, procura um (1) Gestor de Vendas e Experiência do Cliente. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Especialista – Técnico de Educação (Maputo). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor – Parcerias (Maputo). Saiba mais.
A cidade da Beira enfrenta dificuldades no abastecimento de água devido às chuvas intensas que têm assolado a região centro de Moçambique.
A qualidade da água bruta foi comprometida, resultando em um aumento significativo nos níveis de turvação na estação de tratamento de Ding Ding. Esta situação forçou a empresa Águas de Moçambique a reduzir a captação diária de água, de 50.000 metros cúbicos para cerca de 42.000 metros cúbicos.
As consequências da diminuição de captação refletem-se em restrições no abastecimento de água em vários bairros da cidade, bem como nas extremidades da rede de distribuição. A empresa esclarece que, além da redução na captação, foi identificada uma fuga numa conduta de transporte de água bruta. Este problema foi exacerbado pela pressão elevada resultante do aumento do caudal, em conjunto com a instabilidade do terreno decorrente das chuvas.
A reparação da conduta danificada está prevista para realizar-se assim que os níveis de água na captação baixarem e as condições de segurança permitirem a actuação das equipas técnicas. Estas equipas continuam empenhadas em garantir a normalização do abastecimento de água, buscando mitigar os efeitos da situação actual sobre a população.
De acordo com informações recentes, pelo menos dez bacias hidrográficas em Moçambique estão actualmente em alerta máximo devido às intensas chuvas que têm caído nas últimas semanas.
Este cenário elevou significativamente o risco de inundações em diversas regiões do país.
As bacias afectadas incluem Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Limpopo, Inhanombe, Búzi, Púnguè, Chiri, Zambeze e Rovuma. Estas áreas continuam a receber um volume considerável de água proveniente das regiões montanhosas, aumentando a preocupação das autoridades.
Em uma conferência de imprensa realizada recentemente, Agostinho Vilanculos, chefe do Departamento de Gestão de Recursos Hídricos da Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos, enfatizou que a instituição irá manter uma vigilância constante sobre a evolução da situação. Vilanculos fez um apelo às comunidades para evacuarem as zonas de risco, a fim de garantir a segurança dos cidadãos.
As medidas de prevenção são essenciais neste momento crítico, e as autoridades públicas continuam a trabalhar para mitigar os efeitos das intempéries que se abatem sobre o país.
O responsável máximo pela Justiça iraniana, Gholamhossein Mohseni-Ejei, anunciou esta quarta-feira a implementação de julgamentos sumários e a possibilidade de execuções para os indivíduos detidos durante os recentes protestos contra o regime da República Islâmica do Irão.
Organizações não governamentais têm reportado mais de 2.500 mortos nas manifestações que começaram a 28 de Dezembro em todo o território iraniano. Mohseni-Ejei afirmou que “se quisermos fazer o trabalho, temos de fazê-lo já”, enfatizando que a ação rápida é crucial para que o efeito das medidas seja maximizado.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou que os EUA podem intervir militarmente caso haja vítimas mortais resultantes dos protestos, relembrando o apoio dos EUA à guerra de 12 dias de Israel contra Teerão, em Junho. Trump declarou que, caso as autoridades iranianas “fizessem algo assim”, os EUA tomariam “medidas muito fortes”.
Em meio a esta situação tensa, activistas anti-ayatollah, que se opõem ao regime teocrático instaurado após a revolução de 1979, informaram que a empresa de telecomunicações Starlink, liderada pelo norte-americano Elon Musk, está a fornecer serviços gratuitos no Irão. Este desenvolvimento surge num contexto em que a Internet tem estado bloqueada no país desde 8 de Janeiro.
Embora as chamadas telefónicas para o estrangeiro tenham sido autorizadas na terça-feira, ainda não é possível estabelecer contactos de países estrangeiros para o Irão. A situação continua a evoluir, com a comunidade internacional a observar de perto os desdobramentos dos protestos e das reacções do governo iraniano.
Um homem de 80 anos foi impedido de embarcar num voo no aeroporto de Tenerife Sul, na Espanha, após tentar transportar a mulher, já sem vida, numa cadeira de rodas.
A situação foi descoberta pelos funcionários do aeroporto, que perceberam que a esposa do idoso não respondia enquanto era empurrada em direcção ao avião.
Segundo o Daily Mail, após o casal passar pela segurança, os trabalhadores do aeroporto verificaram o estado da mulher e constataram a ausência de sinais vitais. Um colaborador do aeroporto relatou ao jornal espanhol Diário de Avisos que, ao se aproximar da mulher, uma funcionária notou que ela apresentava uma temperatura baixa e não respirava.
Imediatamente, o funcionário notificou o supervisor, e o protocolo de emergência foi activado. Vários agentes de segurança, bem como a Guarda Civil, foram rapidamente mobilizados para o local.
O marido, cuja identidade não foi divulgada, afirmou aos investigadores que a esposa havia falecido algumas horas antes. No entanto, os funcionários do aeroporto relataram que o idoso tentou atribuir a morte da mulher ao ambiente do aeroporto, uma questão que está a ser investigada, conforme indicado pelo Daily Mail.
A investigação sobre a morte da mulher permanece em aberto, com o objectivo de esclarecer as circunstâncias do falecimento e determinar se há alguma responsabilidade criminal a ser atribuída.
No mês passado, um incidente semelhante foi relatado, onde uma passageira britânica idosa foi levada numa cadeira de rodas para um voo quando já estava morta. A mulher de 89 anos foi ajudada a embarcar no avião pelos familiares, que alegaram que ela não se sentia bem e tinha adormecido. Pouco antes da descolagem, a tripulação foi informada de que a mulher havia falecido, levando o avião a retornar antes de sair da pista e resultando num atraso de 12 horas no voo.
Moçambique lamenta a perda de 94 vidas desde o início da presente época chuvosa e ciclónica, devido a afogamentos e descargas atmosféricas.
A informação foi divulgada pela presidente do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), Luísa Meque, após a sua visita aérea às áreas afectadas, nomeadamente nos distritos de Machanga, na província de Sofala, e Govuro, em Inhambane, que enfrenta o risco de transbordo do rio Save, o que poderá resultar na inundação da sede distrital de Nova Mambone.
De acordo com Luísa Meque, as mortes por afogamentos ocorreram quando as vítimas tentaram atravessar os cursos de água em vez de se refugiarem. Simultaneamente, cerca de 1.048 famílias encontram-se abrigadas em centros de acolhimento temporário, distribuídas principalmente nas províncias de Maputo e Zambézia.
Do total, 1.007 famílias estão instaladas em centros nos distritos de Gugurune e Parreirão, enquanto 41 agregados estão abrigados nos bairros Nkobe e Nwamatibjwana, na província de Maputo.
Embora se tenha registado um abrandamento das chuvas, o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) antecipa a continuidade da precipitação a partir de hoje, com forte intensidade prevista nas regiões do sul do país. Acácio Tembe, chefe do Departamento de Previsão do Tempo no INAM, alertou que se esperam chuvas de entre 50 e 100 milímetros em 24 horas nas províncias de Maputo, Gaza e no sul de Inhambane, devido à passagem de um sistema de baixas pressões associado à zona de convergência intertropical. Manica, Sofala e Tete continuarão a experienciar chuvas moderadas a fortes, entre 30 e 50 milímetros.
O porta-voz do INGD, Paulo Tomás, garantiu que as autoridades têm barcos e outros materiais de emergência já posicionados nos distritos em risco. Além disso, estão a ser implementadas campanhas de sensibilização nas comunidades, utilizando rádios comunitárias, brigadas móveis e líderes locais, e a identificação de rotas alternativas.
Na província do Niassa, o desabamento de habitações causou o desalojamento de 11 famílias no posto administrativo do Lúrio-sede, distrito de Cuamba. No distrito de Magude, em Maputo, a precipitação resultou na destruição de infra-estruturas e vastas áreas de cultivo e pastagem, afectando mais de oito mil bovinos e isolando diversas localidades.
O chefe do Executivo de Hong Kong, John Lee Ka-chiu, comprometeu-se na quarta-feira a “ir ao fundo” das causas do incêndio devastador em Tai Po, que resultou na morte de mais de 160 pessoas.
Durante uma sessão no Conselho Legislativo (LegCo), Lee garantiu que o Governo responsabilizará os culpados e buscará soluções a longo prazo para o alojamento das vítimas.
Segundo reportado pela emissora pública RTHK, o líder do Executivo classificou os trabalhos de recuperação pós-desastre como uma “tarefa urgente”. Na primeira reunião do parlamento após o incidente, o Executivo apresentou uma moção de apoio, sublinhando a necessidade de agir rapidamente.
Lee informou os deputados que o Governo está a trabalhar na finalização de um plano de alojamento a longo prazo para as famílias afectadas, com o objectivo de que possam estabelecer-se em novas casas o mais brevemente possível.
A situação continua a ser uma prioridade para as autoridades, que buscam garantir o bem-estar das vítimas e a responsabilização dos responsáveis pelo desastre.
O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, encontra-se, esta quarta-feira, em Abu Dhabi, onde realiza um encontro com o Rei da Espanha, Juan Carlos. Esta reunião integra a visita de trabalho de Chapo aos Emirados Árabes Unidos.
Durante a conversa, os líderes irão avaliar o actual estado da cooperação entre Moçambique e Espanha, bem como explorar novas áreas de investimento que possam beneficiar ambos os países.
Daniel Chapo participa numa mesa redonda dedicada a Moçambique e aos Emirados Árabes Unidos, onde se discutirá as oportunidades disponíveis para o sector privado dos Emirados.
O Presidente moçambicano terá ainda a sua última agenda na Cimeira de Sustentabilidade de Abu Dhabi 2026.
A Presidente do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), Luís Meque, realiza, nesta quarta-feira, uma visita de monitorização à situação crítica do transbordo do rio Save.
Esta situação coloca em risco as comunidades ribeirinhas, especialmente a vila de Nova Mambone, na província de Inhambane.
Luís Meque destaca a urgência da retirada das populações que habitam as zonas vulneráveis da bacia do Save, alertando sobre a iminente possibilidade de inundações. Recentemente, uma brigada liderada pela Secretária de Estado de Inhambane, Bendita Lopes, visitou o bairro Mussassa, uma das áreas mais expostas às cheias. Durante a visita, reiterou-se a necessidade de evacuar as famílias para locais mais seguros.
Para garantir a segurança das pessoas afetadas, foi estabelecido um centro de acomodação no antigo Centro Internato da Escola Secundária de Doane. As autoridades também disponibilizaram embarcações e kits de alimentos que já se encontram pré-posicionados para auxiliar possíveis vítimas.
Pelo menos 22 pessoas perderam a vida esta quarta-feira na sequência da queda de um guindaste de construção sobre um comboio de passageiros no nordeste da Tailândia, segundo as autoridades locais.
O incidente deixou ainda cerca de 80 feridos, com as equipas de resgate a trabalhar para localizar indivíduos presos nos vagões tombados.
O guindaste caiu enquanto o comboio realizava a viagem de Banguecoque para a província de Ubon Ratchathani, resultando no descarrilamento do comboio e num incêndio, conforme relatado pelo Departamento de Relações Públicas da província de Nakhon Ratchasima. O acidente ocorreu por volta das 09:00 (02:00 em Lisboa) e envolveu um guindaste utilizado na construção de uma ferrovia elevada de alta velocidade.
O departamento comunicou nas redes sociais que o incêndio estava controlado e que as operações de resgate estavam em andamento, apesar de terem sido temporariamente suspensas devido a uma “fuga química”, cuja origem não foi especificada.
Thatchapon Chinnawong, responsável de uma esquadra de polícia de Nakhon Ratchasima, informou que “mais de 80” pessoas foram feridas no acidente. O ministro dos Transportes, Piphat Ratchakitprakan, declarou que 195 pessoas estavam a bordo do comboio e anunciou a abertura de uma investigação sobre o incidente, que ocorreu em Ban Thanon Kho, a 32 quilómetros de Banguecoque.
Imagens do desastre foram amplamente divulgadas nas redes sociais, mostrando o incêndio e a presença de numerosos socorristas no local. Um morador, Mitr Intrpanya, de 54 anos, relatou ter ouvido um barulho forte seguido de explosões e descreveu o guindaste apoiado sobre um comboio de passageiros, com o metal do guindaste a ter partido o segundo vagão ao meio.
O guindaste fazia parte de um ambicioso projecto de construção de uma linha de comboios de alta velocidade na Tailândia, iniciado em 2017, que enfrenta agora uma década de atrasos. Com um custo estimado em 5,4 mil milhões de dólares (aproximadamente 4,64 mil milhões de euros), o projecto visa ligar Banguecoque a Kunming, no sul da China, passando pelo Laos, com a inauguração do primeiro troço prevista para 2028 e do segundo para 2032.
A construção da linha é apoiada pela China como parte da iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota”, destinada a impulsionar o comércio na região. Acidentes industriais, de construção e de transporte são relativamente comuns na Tailândia, frequentemente atribuídos a uma fiscalização insuficiente das normas de segurança. Em 2020, um incidente semelhante resultou na morte de 18 pessoas quando um comboio de mercadorias colidiu com um autocarro que transportava passageiros.
A comunicação rodoviária entre os distritos de Mecúfi e Chiúre, na província de Cabo Delgado, encontra-se interrompida devido a intensas chuvas que causaram a destruição da ponte sobre o rio Megaruma.
A Administração Nacional de Estradas (ANE) informou que o aumento do nível das águas resultou no arrastamento de solos, o que inviabiliza a circulação normal de viaturas e compromete a segurança dos utentes da estrada.
Cláudio João, representante da ANE, revelou que, embora os empreiteiros já se encontrem em campo para avaliar os danos e planear as intervenções necessárias, a via permanecerá intransitável durante o período chuvoso.
As condições actuais ainda não permitem a reposição segura da passagem. O representante da ANE assegurou que o sector está a monitorar a situação com atenção.
O futebolista moçambicano Reinildo Mandava anunciou oficialmente a sua despedida da Seleção Nacional, os Mambas, através de uma carta emocional publicada nas suas redes sociais.
Na missiva, o jogador expressa a sua gratidão por todos os momentos vividos ao serviço da equipa nacional.
Reinildo, que completará 32 anos em breve, destaca que a decisão de se afastar não está relacionada à sua juventude, mas sim à grave lesão que sofreu, alegando que é o momento de ouvir o seu corpo. O atleta recorda a sua trajectória, que começou na adolescência, e a paixão com que sempre vestiu a camisola da Seleção.
Ao longo da sua carreira, Mandava enfrentou tanto alegrias como desafios, incluindo a perda da sua mãe e a construção da sua própria família, sendo pai de dois filhos e de uma bebé recém-nascida. Realçou que tudo o que conquistou deve também à sua família, que é o seu maior motivo para continuar a lutar.
O jogador fez carreira em clubes como o Ferroviário da Beira, Liga Desportiva de Maputo, Benfica B, entre outros, até chegar ao LOSC Lille, onde se destacou ao ser coroado campeão da Ligue 1. A sua passagem pelo Atlético de Madrid também foi marcada por momentos intensos, incluindo a lesão que o afastou por um período significativo.
Actualmente, Mandava realiza o sonho de actuar na Premier League inglesa pelo Sunderland AFC. No entanto, a lesão que sofreu levou-o a repensar a sua carreira e o desgaste físico que tem enfrentado.
O jogador revelou que desejava despedir-se após a participação no Campeonato Africano das Nações, que ocorrerá em Dezembro de 2025, onde pretendia vestir a camisola dos Mambas pela última vez, emocionando-se com o Hino Nacional e lutando até ao último minuto.
Mandava aproveitou a oportunidade para agradecer a todos os que o apoiaram ao longo dos anos, desde treinadores até adeptos, salientando a importância das memórias vividas durante os jogos. Agradeceu também à sua família, que sempre foi o seu pilar.
Concluiu a sua carta com um sentimento de orgulho e respeito por tudo o que representou para o seu país, afirmando que continuará a apoiar a Seleção, agora como um adepto apaixonado.
A circulação rodoviária na Estrada Nacional Número Um (N1) foi restabelecida, após uma interrupção que ocorreu no domingo passado devido à formação de uma cratera no acesso à ponte sobre o rio Muari, na província de Sofala.
Trabalhos de emergência foram realizados para assegurar a transitabilidade do troço que liga Muxúngue ao Rio Save. A execução das obras esteve sob a supervisão da Administração Nacional de Estradas, em colaboração com um empreiteiro especializado.
A reabertura da estrada representa um alívio para os utilizadores, que enfrentaram dificuldades significativas devido à interrupção do tráfego.
Membros e coordenadores distritais do partido ANAMOLA manifestaram, numa recente reunião na delegação provincial, a sua insatisfação com a liderança actual exercida por Marta Pavor.
Os contestatários exigem a exoneração de Pavor, alegando que o seu ingresso no cargo ocorreu sem a realização de eleições internas, o que contraria os estatutos do partido.
Durante o encontro, realizado na cidade de Quelimane, os membros relataram ter submetido diversas reclamações tanto à direcção provincial quanto à nacional, visando resolver a questão. A descontento também se estende a irregularidades no âmbito dos processos internos de alguns distritos, caracterizadas pela exclusão de membros e pela formação de grupos paralelos, situações que, segundo os contestatários, comprometem a unidade e a organização do ANAMOLA na província.
O grupo de membros fez um apelo à intervenção do presidente do ANAMOLA, solicitando uma mediação para o conflito em curso. Defendem a necessidade de realização de eleições internas como forma de restaurar a estabilidade e a coesão no partido. Até ao momento do fecho desta edição, a direcção provincial não se pronunciou sobre os acontecimentos.
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