Pelo menos 68 pessoas perderam a vida e 213 sofreram ferimentos em consequência do sismo de magnitude 7,7 que abalou a ilha de Flores, no sábado. As autoridades indonésias continuam a realizar operações de socorro.
O novo balanço, divulgado pela Agência de Gestão de Catástrofes local, assinala um aumento significativo no número de vítimas, comparativamente ao anterior relatório, que contabilizava 53 mortos e 137 feridos. A maioria das fatalidades ocorreu nos distritos de Manggarai, onde 26 pessoas faleceram, e em Manggarai Oriental, onde 24 vidas foram ceifadas. Outros distritos afectados incluem Nagekeo, com oito mortos; Sikka, com quatro; e Ende, Manggarai Ocidental e Ngada, com duas mortes cada um.
Além das vítimas, o sismo forçou a evacuação de mais de cinco mil residentes deslocados para abrigos temporários. Desde o tremor inicial, foram registadas aproximadamente mil réplicas, levando o governo provincial a declarar um estado de emergência por um período de 14 dias. Esta medida visa facilitar a coordenação da ajuda com as autoridades centrais.
A Indonésia está situada no Anel de Fogo do Pacífico, uma região reconhecida pela sua intensa actividade sísmica e vulcânica. Neste local, ocorrem cerca de sete mil sismos anualmente, a maioria com intensidade moderada.
epa13174790 (FILE) - A view of a double-sided panel depicting the 'Madonna and Child with Christ in Pieta' attributed to Renaissance master Antonello da Messina at the Regional Interdisciplinary Museum of Messina (MuMe) in Messina, Sicily, Italy, 15 July 2022 (issued 16 August 2026 ). On the evening of 15 August 2026, thieves bypassed alarm systems and security barriers to steal the double-sided panel directly from its armored display case, along with three panels from the artist's famed 1473 'San Gregorio Polyptych'. EPA/ELISABETTA BARACCHI
Quatro valiosas obras do célebre pintor renascentista Antonello da Messina foram furtadas durante a festa da Assunção, na cidade natal do artista.
O incidente, que ocorreu na Praça Duomo, onde milhares de fiéis se reuniram para a procissão da Vara, chocou as autoridades locais e a comunidade artística.
Enquanto a procissão decorreu sob rigorosas medidas de segurança, o museu regional, situado a quatro quilómetros do local das festividades, foi alvo de um audacioso roubo. Três a quatro indivíduos, com o rosto coberto por balaclavas, conseguiram entrar no estabelecimento e, em questão de minutos, subtraíram as seis obras, as quais estão avaliadas em dezenas de milhões de euros.
Duas das obras foram posteriormente encontradas na proximidade do museu, o que leva a crer que os assaltantes abandonaram as peças durante a fuga, temendo serem identificados pelos presentes na celebração.
O Ministério Público de Messina lançou uma investigação por roubo agravado de obras de arte, inicialmente contra desconhecidos. O presidente da Região da Sicília, Renato Schifani, classificou o ato como “um crime excepcional” e “uma intolerável afronta ao património cultural universal”. O ministro da Cultura, Alessandro Giuli, manifestou o seu pesar pela situação e garantiu o apoio total do governo às autoridades regionais na gestão dos museus.
Logo após a descoberta do roubo, a polícia estabeleceu postos de controlo nos terminais de ferry que fazem a conexão com a Calábria, embora, até ao momento, não tenham conseguido localizar o grupo criminoso nem determinar se as obras ainda se encontram na Sicília.
Com a colaboração da Unidade de Protecção do Património dos carabinieri, diversas linhas de investigação estão em curso, incluindo a hipótese de que o assalto tenha sido encomendado por um negociante de arte.
Adicionalmente, a polícia procura esclarecer o que motivou a falta de intervenção dos quatro seguranças que se encontravam no museu durante o ataque, mesmo quando os alarmes soaram. As câmaras de videovigilância captaram todas as fases do roubo, e as forças da ordem só foram informadas da situação quando bateram à porta do museu para verificar a origem das obras encontradas.
O governador Schifani anunciou o início de uma inspeção interna para avaliar a responsabilidade do pessoal de segurança, relembrando que “não será tolerada qualquer zona cinzenta” no que toca à segurança das obras de arte.
Este caso surge apenas três dias após a polícia italiana ter recuperado três quadros de renomados artistas – Cézanne, Renoir e Matisse – que haviam sido roubados em março, num valor estimado de nove milhões de euros, de um museu de Parma.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) expressou preocupação face ao crescente número de casos de homicídio na província de Cabo Delgado, muitos dos quais foram acompanhados pelo furto de bens das vítimas.
A porta-voz da PRM em Cabo Delgado, Eugénia Nhamussua, revelou que nas últimas duas semanas foram relatados quatro homicídios nos distritos de Ancuabe, Quissanga, Namuno, bem como na cidade de Pemba. A corporação considera alarmante a ocorrência destes crimes em diversas localidades da província, o que exige um reforço nas medidas de segurança e investigação.
Em declarações à imprensa, Nhamussua garantiu que a PRM está a trabalhar intensamente na investigação destes homicídios, com o intuito de esclarecer as circunstâncias em que ocorreram e identificar os responsáveis. A polícia apela à população que colabore fornecendo informações que possam auxiliar na resolução destes casos.
A situação tem gerado apreensão entre os cidadãos, que clamam por mais segurança e crime.
Um crescente número de cidadãos moçambicanos tem deslocado-se à África do Sul para efectuar o processo de solicitação de vistos para os Estados Unidos da América.
Esta mudança de trajecto surge como resposta a uma crescente demanda por parte de indivíduos à procura de oportunidades de trabalho, estudo e turismo no país norte-americano.
Relatos indicam que os consulados estadunidenses na África do Sul têm-se tornado o destino preferencial para muitos moçambicanos, dado que o acesso e a rapidez no processo de solicitação de vistos são considerados mais favoráveis em comparação com as opções disponíveis dentro de Moçambique. Este fenómeno tem levado a um aumento significativo no número de viagens entre os dois países.
As autoridades consulares americanas na África do Sul têm notado um aumento no fluxo de pedidos de vistos provenientes de várias nacionalidades africanas, com os moçambicanos a destacarem-se neste panorama. As exigências para a obtenção do visto variam conforme o tipo de visto solicitado, mas incluem geralmente documentos que comprovem a finalidade da viagem, meios de subsistência e, em certos casos, vínculos com o país de origem.
Os custos associados ao tratamento de vistos, bem como as dificuldades enfrentadas por aqueles que tentam obter a documentação necessária, têm gerado debate entre os cidadãos moçambicanos. A deslocação até à África do Sul, que implica gastos com transporte e estadia, levanta preocupações quanto à acessibilidade do processo.
Enquanto os moçambicanos continuam a buscar oportunidades no exterior, as autoridades locais avaliam o impacto desta tendência nas relações bilaterais entre Moçambique e os Estados Unidos, bem como o reflexo que isso poderá ter no desenvolvimento socioeconómico do país.
Os moradores da Manga Mascarenhas, localizada na cidade da Beira, expressaram a sua necessidade urgente pela construção de uma ponte que facilite a circulação de pessoas e bens.
Esta infraestrutura é considerada essencial para garantir o acesso a serviços básicos, como saúde e educação.
A solicitação foi apresentada durante uma recente visita de fiscalização da bancada da Frelimo na Assembleia Municipal da Beira, onde Manuel Severino, chefe da bancada, destacou a situação alarmante dos habitantes que, há mais de 30 anos, dependem de uma passagem improvisada, feita com materiais precários, para atravessar a área.
Severino comprometeu-se a levar a questão à Assembleia Municipal, enfatizando a necessidade de uma intervenção rápida por parte do município. O custo estimado para a construção da ponte é de aproximadamente 500 mil meticais, um investimento que visa melhorar significativamente a qualidade de vida dos residentes locais.
A Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou a libertação de um total de 1.046 presos políticos, desde a intervenção dos Estados Unidos a 3 de Janeiro.
Esta informação foi divulgada no passado sábado, gerando reacções e dúvidas entre organizações da sociedade civil sobre a veracidade dos dados.
Na sua comunicação, Rodríguez afirmou que a Venezuela reafirma o seu compromisso com a reconciliação nacional, destacando o regresso destes venezuelanos às suas casas entre os acordos estabelecidos internamente. Prometeu ainda que as autoridades continuarão a avançar com responsabilidade no processo de libertação.
Esta declaração marca a primeira vez que a Presidente menciona o número de detenções liberadas no âmbito da chamada lei de amnistia, que faz parte do Programa para a Paz e a Coexistência Democrática. Na última sexta-feira, as autoridades venezuelanas já tinham informado sobre a libertação de mais de 130 presos políticos, conforme os termos da lei aprovada em Fevereiro, que possibilita a libertação de indivíduos que tenham cometido delitos desde 1999.
Entretanto, a organização não-governamental Foro Penal revelou que, das 130 libertações anunciadas, apenas conseguiu confirmar 73 até ao momento, levantando questões sobre a transparência do processo.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a intenção de “reduzir substancialmente” a dimensão dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul.
Esta decisão acontece na véspera do início de mais uma edição dos exercícios, que se realizam desde há mais de 70 anos e que este ano estão designados como Ulchi Freedom Shield.
Trump justifica a sua posição afirmando que tais exercícios, que envolverão cerca de 18.000 soldados sul-coreanos e uma significativa parte dos 28.500 soldados norte-americanos estacionados na península, são “dispendiosos” e transmitem um “sinal totalmente inadequado e hostil” para a Coreia do Norte. O líder norte-americano expressou a sua insatisfação com o envolvimento histórico dos EUA em manobras militares na região, destacando a boa relação que mantém com o líder norte-coreano, Kim Jong-Un.
Na sua mensagem nas redes sociais, Trump afirmou: “Tendo em conta que já é demasiado tarde para os cancelar, dei instruções ao Secretário da Defesa, Pete Hegseth, para reduzir substancialmente os exercícios militares conjuntos.” O Presidente salientou ainda que Seul não se juntou a Washington na “desnuclearização” do Irão.
A Casa Presidencial da Coreia do Sul manifestou que está a analisar a publicação de Trump e espera que a relação amistosa entre os líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte permita um diálogo significativo, impulsionando as negociações com vista à paz e estabilidade na Península Coreana.
No entanto, a decisão de Trump suscita reacções diversas. O líder da oposição sul-coreana, Jang Dong-hyeok, considerou-a um “desastre diplomático” provocado pelo Governo do Presidente Lee Jae-myeung. Para Cheong Seong-chang, vice-presidente do Sejong Institute, a possibilidade de Trump suspender completamente os exercícios militares ou reduzir o número de tropas norte-americanas sem consultar a Coreia do Sul é uma preocupação.
A segurança nacional da Coreia do Sul é uma questão premente, e diversas vozes no país sugerem uma diminuição gradual da dependência em relação a Washington, além do reforço das capacidades de dissuasão nuclear de Seul. Contudo, especialistas alertam que a redução da dimensão dos exercícios poderá comprometer a responsabilidade da Coreia do Sul pela sua própria defesa e fragilizar a dissuasão face a potenciais conflitos na Ásia.
Lim Eul-chul, especialista em assuntos da Coreia do Norte, considera que o regime de Pyongyang não verá esta redução como significativa, a menos que os exercícios conjuntos sejam completamente cancelados. “Há poucas razões para considerar isto significativo”, afirmou.
Três pessoas perderam a vida, nove permanecem desaparecidas e duas foram resgatadas com vida na sequência de um naufrágio ocorrido na manhã de ontem, no povoado de Cuassiane, na localidade de Alto-Maganha, distrito de Pebane, na província da Zambézia.
O balanço preliminar foi confirmado ao “Notícias Online” pelo administrador de Pebane, Cássimo Jamal. A embarcação sinistrada transportava 14 ocupantes, entre os quais se encontravam nove mulheres e algumas crianças.
De acordo com Jamal, os passageiros, na sua maioria da mesma família, dirigiam-se à ilha de Chocho, nas proximidades de Cuassiane, para recolher conchas e outros produtos do mar. As autoridades locais acreditam que o acidente possa ter sido desencadeado por condições meteorológicas adversas e pela sobrelotação da pequena embarcação. Apenas um homem estava a bordo, além dos ocupantes, e ele exercia também a função de tripulante, o que terá dificultado a gestão da situação quando as condições do mar se deterioraram.
As operações de busca e salvamento continuam, envolvendo equipas do Instituto Nacional do Mar (INAMAR), da Polícia da República de Moçambique (PRM) e pessoal de saúde. Os dois sobreviventes já receberam assistência médica no centro de saúde local. As autoridades estão empenhadas em localizar os desaparecidos e recuperar os corpos das vítimas.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) de Moçambique anunciou a resolução de 419 casos criminais variados durante a primeira metade deste ano na província central de Manica.
Este número representa um aumento significativo face aos 210 casos resolvidos no mesmo período de 2022.
Em comunicado, o SERNIC especificou que os crimes elucidados incluem homicídios, roubos agravados e agressões sexuais, entre outros delitos.
As informações foram divulgadas durante uma visita do Secretário de Estado para Manica, Lourenço Lindonde, à instituição. Durante esta visita, Lindonde avaliou o relatório da entidade, salientando os progressos logrados até à data. Contudo, reconheceu a existência de desafios, nomeadamente a falta de espaço para albergar determinados serviços, assim como a escassez de recursos financeiros e humanos necessários para o pleno funcionamento do SERNIC.
“Por vezes, estes desafios têm impactado as operações do setor. É necessário reconhecer que alguns destes problemas são generalizados. Acreditamos que serão superados, e o Estado irá gradualmente melhorar a sua capacidade material e financeira para assegurar o contínuo desenvolvimento do país”, afirmou.
Lindonde deixou um apelo ao SERNIC para manter o compromisso com a segurança e a luta contra a criminalidade através de investigações profissionalizadas. “Executem o vosso trabalho com profissionalismo e lealdade. Concentrem-se em investigações profissionalizadas, pois essa é a única forma de cumprirmos a nossa missão de prevenir e combater o crime”, disse.
O Secretário de Estado também instou os agentes do SERNIC a priorizarem a formação profissional, de modo a enriquecer os seus conhecimentos em áreas específicas. “No vosso dia-a-dia, lidam com questões sensíveis que, por vezes, requerem um conhecimento aprofundado. Existem casos criminais que exigem especialização em direito ou áreas afins”, concluiu.
Nos últimos dois anos, mais de 14 mil famílias de baixa renda foram abrangidas por programas de promoção da produção agrícola e pecuária em várias localidades da província do Niassa, incluindo Cuamba, Metarica, Marrupa, Maúa e Nipepe.
Estas comunidades, que dependem principalmente da agricultura familiar para a sua subsistência, beneficiaram de uma variedade de insumos agrícolas, capacitações em técnicas de cultivo e apoio na criação de gado, incluindo caprinos, suínos e aves.
A informação foi partilhada durante o encontro de encerramento do Programa para a Produção e Produtividade, Renda e Sustentabilidade (PRESSANI). Este programa foi criado para apoiar os agregados familiares com a disponibilização de meios de produção e a transmissão de conhecimentos técnicos essenciais.
Celestina Teófilo, directora do Gabinete do Governador do Niassa, destacou que o PRESSANI teve um papel crucial na diversificação das actividades produtivas. Além disso, a iniciativa contribuiu para reduzir a dependência exclusiva da agricultura de sequeiro, que se mostra particularmente vulnerável face às alterações climáticas.
O actual surto de Ébola na República Democrática do Congo (RDC) já é considerado o mais letal da história, com 2.325 mortes confirmadas, segundo os últimos dados das autoridades congolesas.
Com um total de 4.945 casos confirmados, o surto ultrapassa em contágios e mortes o anterior, que afectou o leste da RDC entre 2018 e 2020, resultando em 2.299 mortos e 3.481 casos.
Este novo surto tem avançado de forma alarmante, atingindo o número de mortes quase três vezes mais rapidamente do que o surto de Ébola de 2014-2016, considerado o mais mortífero até então, que causou 11 mil mortes e 28 mil contágios na África Ocidental.
A epidemia está a alastrar-se em um contexto complicado, caracterizado por greves de profissionais de saúde que não recebem salários, ameaças de grupos rebeldes, e a desinformação que nega a realidade do Ébola em comunidades que já foram traumatizadas. Até o momento, seis das 26 províncias do país foram afectadas.
Informações recentes da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que o vírus começou a circular no leste da RDC em Fevereiro; no entanto, uma investigação publicada na revista “Science” no final de Julho sugere que as primeiras infecções podem ter ocorrido ainda em Janeiro. Após a declaração da epidemia em Ituri, o vírus propagou-se para Uganda, que a 28 de Julho declarou-se “livre do Ébola” após registar 20 casos, incluindo 15 considerados importados da RDC, com duas mortes.
O surto actual está associado à estirpe de Bundibugyo, que apresenta uma taxa de letalidade entre 30% e 50%, para a qual não existem vacinas autorizadas nem tratamentos específicos. O vírus é transmitido por contacto directo com fluidos corporais de indivíduos ou animais infectados, causando febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.
A Save the Children Internacional (SCI), Uma Organização Humanitária sem fins lucrativos com Seu enfoque virado ao Bem-Estar da Criança, pretende recrutar dois (2) Motoristas baseados em Matola– MT-VG02/2026. Saiba mais.
O Ministério da Saúde (MISAU) pretende recrutar uma (1) Empresa de Consultoria para Avaliação, Dimensionamento e Optimização da Infraestrutura de Conectividade de Internet e Segurança Digital do Ministério da Saúde. Saiba mais.
A Gold Travel and Tours, Empresa que actua no ramo de Viagens, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Motoqueiro, baseado na cidade de Maputo. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável – Supply Chain (Maputo). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável de Desenvolvimento de Propostas de Programa. Saiba mais.
O presidente da Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo (ANAMOLA), Venâncio Mondlane, anunciou o lançamento de uma campanha nacional destinada a erradicar as mortes, perseguições e actos de violência dirigidos a membros do seu partido.
O comunicado ocorreu durante as celebrações do primeiro aniversário da formação política, realizadas na cidade de Quelimane.
Em declarações à imprensa, Mondlane confirmou que, nos últimos 12 meses, 56 quadros do partido perderam a vida, com a ocorrência de assassinatos violentos e destruição sistemática de bens residenciais. A situação tem gerado preocupação e clamor por parte dos membros do partido, que se sentem cada vez mais ameaçados.
No seu discurso, o líder da ANAMOLA criticou também a postura das autoridades em relação às detenções sem motivos justificados, afirmando que os seus apoiantes enfrentam prisões arbitrárias de forma recorrente. Mondlane exigiu uma resposta mais adequada do governo, apelando por um diálogo nacional inclusivo que permita abordar os desafios políticos e sociais que o país enfrenta.
“O diálogo nacional inclusivo surgiu a partir de uma proposta que escrevi quando estava fora do país, apresentando uma série de pontos que visavam estabelecer uma plataforma de entendimento. Oferecemos essa alternativa, mas a implementação depende da aceitação das partes envolvidas,” disse Venâncio Mondlane, conforme reportado pelo jornal “O País”.
As festividades em comemoração ao primeiro aniversário da ANAMOLA foram marcadas por um confronto entre os intentos de os membros do partido realizarem uma marcha e a intervenção das autoridades policiais. A polícia deteve a saída dos manifestantes do local do comício, utilizando gás lacrimogéneo, o que resultou em momentos de tensão. Muitos participantes ficaram expostos ao gás, levando à dispersão das pessoas presentes.
Este evento sublinha a crescente agitação política e os desafios enfrentados pela ANAMOLA em Moçambique, à medida que busca um espaço no cenário político nacional.
A Autoridade Nacional Reguladora de Medicamentos (ANARME) realizou, recentemente, uma operação na cidade de Maputo que resultou na apreensão de grandes quantidades de medicamentos e substâncias sem qualquer tipo de rótulo numa clínica privada.
A acção contou com a colaboração do Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) e do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC).
Durante a operação, os inspectores da ANARME encontraram substâncias líquidas e em pó, cuja composição ainda não foi identificada. Segundo informações recolhidas, estas substâncias estariam a ser administradas a pacientes da clínica, levantando alarmes sobre a segurança e legalidade dos tratamentos ali praticados.
A liderança da operação manifestou preocupação face à falta de rótulos nos produtos, o que impossibilita a verificação da sua composição, origem, fabricante e outras informações essenciais. “Estamos preocupados porque não sabemos como é que isto entrou aqui. A ANARME é quem autoriza a entrada de medicamentos, mas temos aqui muito medicamento e, pior, sem rótulo nenhum,” revelou uma fonte da ANARME.
Para esclarecer a situação, as autoridades planeiam recolher amostras das substâncias apreendidas para análises laboratoriais, a fim de determinar a natureza e composição dos produtos. As análises são cruciais para verificar a presença de substâncias potencialmente nocivas e para estabelecer alguma relação com medicamentos previamente identificados pelas autoridades.
Esta operação surge num momento de crescente preocupação por parte das autoridades sanitárias em relação à circulação de medicamentos suspeitos em Moçambique.
Na cidade de Tete, duas mulheres, de 38 e 16 anos, mãe e filha, foram detidas sob a acusação de furto de dois milhões de meticais. O crime ocorreu na residência dos patrões da menor, em Chimoio, na província de Manica, onde a jovem exercia funções como empregada doméstica.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) informou que, após o assalto, a menor fugiu para Tete, onde se refugiou na casa da mãe. Na sequência, a jovem adquiriu vários bens, incluindo telemóveis, electrodomésticos, roupas e uma bicicleta.
Ainda segundo a PRM, foram recuperados 571 mil meticais e parte dos objetos comprados. A menor afirmou ter recebido o dinheiro da filha dos patrões, de apenas 13 anos, para a compra de alguns itens. Aconselhada a encontrar-se com a mãe, a jovem seguiu a orientação dada pela filha dos patrões, que a instruiu sobre como utilizar o montante.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) anunciou a apreensão de 1,4 tonelada de fentanil no Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de Maputo. Esta substância altamente perigosa tinha como origem o Brasil.
Durante a operação, foi detido um cidadão moçambicano de 31 anos que se preparava para levantar a droga sintética, camuflada no interior de frascos de produtos cosméticos, na forma líquida. A carga estava dividida em 207 caixas.
Segundo um comunicado enviado ao jornal “Notícias”, o narcótico transitou por Angola antes de chegar à capital moçambicana. A mercadoria foi expedida em três lotes, que chegaram a Maputo nos dias 1, 6 e 11 de Agosto.
O SERNIC revelou que, a partir de um trabalho de inteligência criminal, recebeu informações de fontes sobre a chegada de uma carga suspeita proveniente de Campinas, com escala em Luanda, tendo como destino final a cidade de Maputo.
Uma semana após um sismo de magnitude 7,4 que abalou a costa pacífica da Colômbia na madrugada de 10 de Agosto, as operações de emergência entraram numa nova fase.
As equipas de resgate estão agora concentradas na recuperação dos corpos das vítimas que permanecem sob os escombros.
O tremor sísmico causou a destruição de milhares de edifícios e resultou na morte de aproximadamente 294 pessoas, de acordo com os últimos dados oficiais. Além disso, pelo menos 320 pessoas continuam desaparecidas e 3.935 ficaram feridas.
O mais recente balanço da Unidade Nacional para a Gestão do Risco de Desastres (UNGRD), actualizado neste domingo, reporta 289 mortos, o que representa uma diminuição de cinco vítimas em comparação com o sábado.
O número de feridos subiu para 4.187, enquanto 143 pessoas ainda são consideradas desaparecidas. Até ao momento, 354 pessoas foram resgatadas das ruínas. As autoridades continuam a mobilizar recursos para apoiar as operações de busca e recuperação.
Novos incêndios florestais na Croácia resultaram na morte de uma pessoa e deixaram pelo menos 40 feridos. O corpo da vítima foi encontrado pela polícia na vila de Lokva Rogoznica, onde o fogo teve início.
O avanço das chamas na região é consequência de períodos de calor intenso, que afectaram cerca de 500 mil hectares de terra em toda a União Europeia. Na Croácia, os fortes ventos contribuíram para a propagação do incêndio em áreas da cidade turística de Omis.
O chefe dos bombeiros, Slavko Tucakovic, caracterizou o incêndio como “um dos piores da história da Croácia”, destacando o impacto devastador que teve. “Foi assustador até mesmo assistir. Muitas casas, cafés, restaurantes, carros e barcos que estavam em terra firme foram danificados”, afirmou.
Em resposta à situação, o primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, utilizou a rede social X para alertar os britânicos sobre a gravidade dos incêndios e reiterou a importância de manter todos em segurança. “Durante este período de calor extremo, estou pedindo a todos que tomem cuidado extra. Por favor, não acendam nenhum fogo em jardins, no campo ou em outros espaços abertos, incluindo parques, terras altas e áreas arborizadas”, enfatizou.
Três funcionárias do Serviço Nacional de Migração (SENAMI) foram detidas na fronteira de Ressano Garcia, acusadas de corrupção e associação criminosa. Esta acção decorre de investigações sobre o movimento migratório de potenciais raptores.
Segundo informações do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), as detidas foram apanhadas na posse de 150 passaportes que apresentavam carimbos de entrada e saída, correspondendo a procedimentos realizados sem a presença dos respectivos titulares.
As autoridades estão a investigar as implicações desta actividade ilícita, que levanta sérias preocupações sobre a segurança nas fronteiras do país. A detenção é vista como um passo importante na luta contra a corrupção e práticas ilegais no sector de imigração.
As universidades Politécnica e Rovuma formalizaram, na passada semana, um protocolo de cooperação na cidade de Maputo, com o objectivo de fortalecer a parceria nas áreas de ensino, investigação, mobilidade académica e desenvolvimento institucional.
O acordo estabelece um compromisso entre as instituições para o desenvolvimento de projectos conjuntos de investigação, bem como para a promoção do intercâmbio de docentes, investigadores e estudantes. Esta colaboração prevê a realização de conferências, palestras e seminários, além da partilha de publicações académicas e da cooperação nas áreas de tecnologias de informação, comunicação e pedagogia.
Durante a cerimónia de assinatura, o reitor da Universidade Politécnica, Augusto Jone Luís, sublinhou que o protocolo representa uma oportunidade ímpar para aproximar as comunidades académicas das duas universidades, potenciando assim os recursos disponíveis em ambas as instituições.
Em resposta, o reitor da Universidade Rovuma, Mário dos Santos, destacou que este acordo não só aprofunda a relação de cooperação existente, mas também cria condições propícias ao desenvolvimento de novas iniciativas conjuntas.
Com este protocolo, espera-se que as universidades contribuam de forma significativa para o avanço do conhecimento e da formação académica em Moçambique.
Foram publicadas hoje, dia 16 de Outubro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
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O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, declarou que a presença de droga nas imediações das escolas representa uma "linha vermelha", assegurando que...
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