Um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM), pertencente à Unidade de Intervenção Rápida (UIR), encontra-se detido na cidade de Chimoio, indiciado pelo assassinato da sua mãe, de 63 anos. O crime ocorreu na semana passada, no bairro Vila Nova.
De acordo com informações disponíveis, o indivíduo de 30 anos alegou ter cometido o ato devido a supostas práticas de feitiçaria por parte da mãe, que, segundo ele, seriam a causa dos seus problemas, particularmente nas suas relações pessoais. O suspeito confessou à imprensa: “Eu já estava cansado de tanto azar e de ser usado por ela nas suas práticas de feitiçaria”.
Relatos indicam que o acusado vivenciou problemas psicológicos desde a adolescência, afirmando ter sido levado pela mãe a locais como cemitérios para práticas não especificadas. Esta situação, segundo ele, afectou gravemente a sua vida social e sentimental. O agente mencionou que já havia tentado resolver os seus problemas através de curandeiros e até mesmo incendiado a casa da mãe.
A tragédia ocorreu durante uma interrupção do fornecimento de energia eléctrica na noite de segunda-feira, proporcionando ao indiciado a oportunidade para cometer o crime. O agente detido se encontrava escondido na casa de um amigo, e pronto para abandonar a província.
Domingos Mardez, oficial de imprensa no Comando Provincial da PRM em Manica, confirmou os detalhes da detenção e afirmou que o caso está a ser investigado pelas autoridades competentes.
Perto de cinquenta mil habitantes de cinco distritos da província de Nampula deverão ter acesso à água potável até ao final deste ano, graças à construção de oito sistemas de abastecimento.
Esta iniciativa, que está a ser financiada pelo Conselho Islâmico de Moçambique, irá abranger os distritos de Murrupula, Mugovolas, Nacala-Porto, Malema e Nampula.
A informação foi divulgada pelo Delegado do Conselho Islâmico de Moçambique em Nampula, Abdul Majid, que destacou a importância desta intervenção para a melhoria da qualidade de vida das comunidades locais.
O Governo de Moçambique anunciou o lançamento da Escola de Saúde Pública (ESP), uma iniciativa destinada a converter conhecimento científico em soluções práticas para as comunidades.
Este novo marco visa enfrentar os desafios contemporâneos e futuros do Sistema Nacional de Saúde (SNS) através de formação especializada, investigação e inovação.
Durante a cerimónia de lançamento, a Primeira-Ministra, Maria Benvinda Delfina Levi, enfatizou a importância de uma força de trabalho técnica e cientificamente capacitada para uma resposta eficaz aos problemas de saúde pública. “Exige-se a criação de profissionais permanentemente actualizados, com habilidades para analisar evidências e liderar equipas, transformando conhecimento em soluções concretas”, afirmou.
Levi destacou que a Escola representa um avanço significativo para Moçambique, configurando-se como uma estratégia no desenvolvimento do capital humano num contexto de profundas mudanças no perfil das doenças, dinâmica populacional e evolução tecnológica no sector da saúde.
A Primeira-Ministra relatou que o país atravessa uma rápida transição epidemiológica, marcada pelo aumento das doenças crónicas não transmissíveis e do trauma, ao mesmo tempo que persistem os desafios impostos pelas doenças infecciosas. Este panorama requer uma capacidade superior de previsão, planeamento e resposta, e profissionais bem preparados para interpretar realidades complexas.
Com a missão de acelerar a formação de profissionais de saúde em diversas áreas, a Escola de Saúde Pública irá colaborar com instituições de ensino superior tanto nacionais quanto internacionais. A oferta incluirá cursos de curta duração, programas de mestrado e doutoramento em áreas estratégicas como Sistemas de Saúde, Saúde Digital, Economia de Saúde, Clima e Saúde, e Educação Profissional em Saúde.
Maria Levi enfatizou ainda a importância da transformação digital na saúde, frisando que a Escola disporá de laboratórios e equipamentos digitais que permitirão a formação virtual e alcançar profissionais em várias regiões do país. Segundo a Primeira-Ministra, “a transformação digital deve aproximar os serviços dos cidadãos e não criar novas barreiras”.
A nova instituição almeja ser um centro de excelência em investigação, debate e inovação, onde o conhecimento produzido ajude a resolver problemas reais e melhore a qualidade de vida dos moçambicanos. “Pretendemos que este seja um espaço onde o conhecimento se traduza em melhorias tangíveis para a população”, disse.
Levi sublinhou igualmente que este reconhecimento é um motivo de orgulho para Moçambique e reforça a responsabilidade do país em garantir formação de qualidade, contribuindo assim para o fortalecimento dos sistemas de saúde nos países africanos de língua portuguesa.
O papel da cooperação internacional na concretização da Escola foi igualmente reconhecido, com destaque para o apoio do Governo brasileiro e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além das contribuições de diversas organizações internacionais como as Nações Unidas e o Banco Mundial.
A criação da Escola de Saúde Pública ilustra que “uma visão clara, acompanhada de parcerias e perseverança, pode resultar em instituições ao serviço do país”.
As autoridades sul-africanas procederam à detenção de trezentas e cinquenta pessoas ligadas a mais de duzentos casos de intimidação e incitamento à violência, no contexto de recentes protestos anti-imigração no país.
Segundo o Comité Interministerial sobre Migração, estão em curso actualmente cento e doze processos judiciais, enquanto outros sessenta e nove casos se encontram sob investigação.
Num apelo à ordem, a Ministra da Justiça e do Desenvolvimento Constitucional, Mmamoloko Kubayi, advertiu severamente os grupos que empreendem buscas ilegais em residências e estabelecimentos comerciais. A governante enfatizou que a fiscalização, o controlo das fronteiras e as deportações constituem competências exclusivas do Estado sul-africano.
A situação permanece tensa, reflectindo as crescentes preocupações sociais e políticas relacionadas à migração.
Grandes quantidades de minérios pesados extraídos pela empresa de capitais chineses, Ding Sheng Minerals, SA, encontram-se retidas nos armazéns do Porto de Chongoene, no distrito de Chibuto.
Esta situação deve-se a atrasos burocráticos no licenciamento da infra-estrutura necessária para o início das actividades de exportação.
Os minérios em questão, que incluem titânio e zircónio, têm estado armazenados há vários meses no porto de águas profundas de Chongoene, projectado com fundos da própria empresa com o intuito de minimizar os custos de transporte rodoviário até ao Porto de Maputo, de onde seriam destinados para a Ásia.
Jaime Neto, secretário de Estado, confirmou que, neste momento, o único minério a ser exportado é o zircão, e em quantidades reduzidas. Esta realidade está a provocar impactos económicos significativos tanto para a empresa como para o país, que depende dos dividendos gerados pela exploração dos recursos naturais para a manutenção da sua economia.
O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) apresentou uma proposta para a criação de um Centro de Drones em Moçambique, com o objetivo de consolidar a capacidade nacional na utilização desta tecnologia para a gestão de riscos de desastres.
Rômulo Correa, representante do BAD em Moçambique, fez esta declaração durante uma cerimónia que assinalou a graduação de pilotos de drones e a conclusão do primeiro projecto de gestão de desastres que utiliza esta tecnologia. O responsável afirmou que o centro também fomentaria a inovação em diversos sectores de desenvolvimento.
Correa destacou que a criação do centro poderia posicionar Moçambique como um líder regional na aplicação de drones para o desenvolvimento e a gestão de riscos de desastres. “Hoje não celebramos uma linha de chegada, mas sim um ponto de partida para consolidar o ecossistema nacional de drones, promover a pesquisa e a inovação, desenvolver competências e expandir a utilização destas tecnologias em áreas como a agricultura, monitorização de infraestruturas, gestão ambiental e adaptação às mudanças climáticas”, frisou.
Durante o período de implementação do projecto, que durou 15 meses, foram disponibilizados nove drones, sistemas de informação, sensores e tecnologias avançadas de recolha e análise de dados, assim como a formação de profissionais nacionais. No total, 30 especialistas moçambicanos foram formados, dos quais 10 estão agora qualificados para instruir outros técnicos, garantindo assim a transferência contínua de conhecimentos.
Os drones desempenharam um papel crucial durante operações de emergência, melhoraram a recolha de dados e contribuíram para uma resposta mais rápida às populações afectadas. “Os drones não são meramente equipamentos. São ferramentas que ajudam as equipas de emergência a chegar mais rapidamente e actuam como olhos no terreno durante situações críticas”, afirmou Correa.
Bok Kang, Embaixador da Coreia do Sul em Moçambique, salientou que o projecto ilustra a importância da combinação entre a cooperação para o desenvolvimento e a tecnologia, apostando na experiência acumulada para enfrentar desafios do mundo real. O diplomata sublinhou que a iniciativa vai além da mera disponibilização de equipamentos, focando-se no fortalecimento da capacidade local para assegurar que Moçambique utilize a tecnologia de forma sustentável.
“Korean specialists worked alongside Mozambican technicians during the floods in Gaza province, where drones helped identify isolated communities, assess affected areas, and provide real-time information to emergency teams. The project’s completion should mark the beginning of broader cooperation, including new initiatives in technological innovation and climate resilience,” afirmou.
Este projecto foi realizado em parceria com o governo moçambicano e instituições nacionais ligadas à gestão de riscos e meteorologia, assim como o BAD, o governo sul-coreano e o Busan Technopark.
Na cerimónia de patenteamento de Oficiais das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, da Polícia da República de Moçambique e do Serviço Nacional Penitenciário, o Presidente da República, Daniel Chapo, sublinhou a necessidade de disciplina, integridade e criatividade na luta contra a criminalidade no país.
Durante o seu discurso, o Chefe de Estado enfatizou que a segurança pública deve ser equitativa, garantindo que todos os cidadãos tenham acesso igualitário aos serviços sociais. Este compromisso visa promover o bem-estar da população moçambicana, reafirmando a responsabilidade do governo na construção de instituições mais robustas e eficientes.
O evento, que decorreu há momentos, evidenciou a importância de uma abordagem integrada no enfrentamento dos desafios que afectam a segurança e a ordem pública no país.
A localidade de Nhamagua, no distrito de Macossa, na província de Manica, celebra um avanço significativo no acesso à água potável com a inauguração de um novo sistema de abastecimento. Este projecto visa beneficiar duzentas famílias residentes na área.
O sistema de abastecimento, construído de raiz, é composto por dois tanques elevados, cada um com capacidade para 10 mil litros, instalados em torres metálicas de 10 metros de altura. Esta infraestrutura inclui um fontanário, bebedouros públicos e um lavatório com duas torneiras na unidade sanitária local. Além das famílias, cerca de 1.647 alunos da escola nas proximidades também terão acesso à água potável.
Uma ligação domiciliária ao quintal da residência do chefe do posto administrativo de Nhamagua foi estabelecida para atender as necessidades da população. A captação de água é assegurada por uma fonte com capacidade de três mil litros por hora, a qual bombeia a água para os reservatórios elevados.
A obra foi realizada ao longo de cinco meses e teve um custo aproximado de 3,3 milhões de meticais, financiados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e implementados pela organização não-governamental Solidar Suisse. A nova infraestrutura está preparada para abastecer não apenas a população de Nhamagua, mas também as regiões circunvizinhas.
A gestão do sistema ficará a cargo de um comité formado por 12 membros da comunidade, incluindo homens e mulheres, e representantes dos sectores da educação e da saúde, sob a supervisão dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas.
Esta inauguração coincide com as comemorações do Dia Mundial da População, celebrado anualmente em 11 de Julho. Durante o evento, a governadora da província de Manica, Francisca Tomás, destacou que o número de beneficiários poderá aumentar de 200 para aproximadamente 1.500 famílias.
Francisca Tomás sublinhou a importância da conservação da infraestrutura, de modo a assegurar que possa servir a população durante muitos anos, beneficiando também futuras gerações. “Esta fonte vem resolver problemas que a população de Nhamagua enfrentava, onde recorria a fontes não seguras para obter água”, afirmou a governadora.
Este ano, o Dia Mundial da População é celebrado com o lema “Realizando as esperanças e aspirações dos jovens – hoje e no futuro”, que visa refletir sobre os desafios do país na construção de infraestruturas públicas, como escolas e hospitais, e na melhoria das vias de acesso.
Durante as festividades, a governadora também entregou 426 kits de higiene e dignidade ao Governo do distrito de Macossa, contendo produtos essenciais destinados às comunidades.
Além disso, Francisca Tomás visitou uma feira de produtos agrícolas, ofereceu um enxoval ao primeiro bebé nascido no Dia Mundial da População e orientou um comício popular no posto administrativo.
O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil é uma organização moçambicana, sem fins lucrativos pretende recrutar uma (1) Empresa para Prestação de Serviços de Segurança e Vigilância Privada. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um/a (1) Coordenador(a) de Mercadorias Locais (Matola). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador(a) de Supply Chain (Matola). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director do Projecto GCF/LINK (Maputo). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor(a) de Cadeia de Abastecimento/Supply Chain – (Gaza). Saiba mais.
A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Oficial Técnico Sénior em Redução do Risco de Desastres e Adaptação às Mudanças Climáticas. Saiba mais.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) de Nampula efectuou a detenção de três cidadãos moçambicanos suspeitos de envolvimento em crime de tráfico de espécies protegidas.
Os indivíduos foram encontrados na posse de quatro pontas de marfim, durante uma operação que culminou na sua intercepção.
A detenção ocorreu no âmbito de uma investigação que levou os agentes a localizar e abordar os suspeitos. No decorrer da operação, foram apreendidas as quatro pontas de marfim. Os detidos revelaram ter adquirido cada ponta por 1.500 meticais com a intenção de revender a um comprador conhecido apenas pelo nome de Nganda, por um total de um milhão e trezentos mil meticais.
Segundo a porta-voz do SERNIC, Enina Tsinine, os suspeitos planeavam comercializar os troféus, ação que se insere nas medidas de combate aos crimes ambientais e ao comércio ilegal de recursos faunísticos protegidos. Durante o interrogatório, os detidos afirmaram ter obtido as pontas de marfim em uma feira de exposição realizada no distrito de Mueda, na província de Cabo Delgado.
O pugilista moçambicano Tiago Muxanga continua a brilhar no mundo do boxe profissional, tendo conquistado, mais um título internacional no Reino Unido, país onde reside desde o ano passado.
Muxanga triunfou sobre o nigeriano Tunde Segun Adeyemi, com uma decisão unânime dos juízes, no combate realizado no Brentwood Center, situado em Essex, Inglaterra.
Com esta vitória, o atleta moçambicano não só defende a sua invencibilidade, somando a quarta vitória em igual número de combates, como também se sagra campeão da IBO All-Africa na categoria de pesos super meio-médios, após ter conquistado anteriormente o Cinturão de Prata da Commonwealth.
Tiago Muxanga, que integra a prestigiada academia Top Tier Boxing desde 2025, expressou a sua determinação em alcançar novos patamares no boxe. “Quero ser campeão do mundo. Estou preparado para isso e tenho trabalhado nesse sentido diariamente. O boxe é meu trabalho, é minha vida”, declarou o pugilista de 25 anos, nas vésperas de mais uma subida ao ringue.
Além de seu sucesso no boxe profissional, Muxanga teve uma trajectória notável no boxe federado, onde alcançou os quartos-de-final do Mundial 2025 da Associação Internacional de Boxe (IBA), que se realizou no ano passado, em Dubai. Em 2024, fez parte da delegação moçambicana nos Jogos Olímpicos de Paris, reforçando a sua posição como uma das promessas do desporto nacional.
No dia 13 de Julho de 2026, um trágico desabamento de um edifício ocorreu na aldeia de Ebuhleni, localizada na zona de Inanda, ao norte da cidade de Durban, KwaZulu-Natal. Pelo menos dez pessoas ficaram feridas após o colapso da estrutura.
As equipas de emergência e resgate encontram-se no local, empenhando-se na busca por eventuais vítimas que possam estar soterradas sob os escombros. As operações começaram imediatamente, mobilizando várias ambulâncias, o Corpo de Bombeiros de eThekwini e equipas especializadas em busca e salvamento.
O porta-voz da ALS Paramedics, Garrith Jamieson, forneceu uma actualização sobre a complexidade da situação. Diversos feridos, pelo menos oito, foram transportados para hospitais da região, com o auxílio de populares que reagiram rapidamente antes da chegada dos serviços de emergência. O corpo de bombeiros lidera a operação de resgate, realizando escavações minuciosas na busca por pessoas que se encontram desaparecidas, com a suspeita de que sete indivíduos possam ainda estar soterrados.
As causas do colapso da estrutura permanecem desconhecidas até ao momento. As autoridades locais planeiam instaurar um inquérito assim que as operações de salvamento forem concluídas.
A província de Inhambane acolhe, entre os dias 13 e 31 de Julho, uma campanha dedicada a cirurgias gratuitas de cataratas, uma iniciativa promovida pelo Serviço Provincial de Saúde em colaboração com a Fundação Olhos do Mundo.
Esta acção visa combater a perda de visão, que afecta, principalmente, pessoas com mais de 60 anos, mas que pode igualmente afectar outras faixas etárias.
O programa terá início no Hospital Distrital da Massinga, onde as intervenções cirúrgicas decorrerão de 13 a 17 de Julho. Seguir-se-á o Hospital Rural de Vilankulo, que receberá a campanha de 20 a 24 de Julho. Para finalizar, o Centro de Saúde de Inhassoro será o local das cirurgias entre os dias 27 e 31 de Julho.
A catarata, uma condição que resulta na visão turva ou embaçada, representa um dos principais problemas de saúde ocular em Moçambique. Com esta iniciativa, espera-se proporcionar melhoria significativa na qualidade de vida dos beneficiários.
O Vaticano expressou a sua confiança nas investigações em curso relativas ao assassinato de Dom Osório Citora Afonso, Bispo da Diocese de Quelimane e Administrador Apostólico da Arquidiocese da Beira, que ocorreu em Junho deste ano.
Em uma conferência de imprensa realizada em Maputo, Dom Inácio Saure, Presidente da Conferência Episcopal de Moçambique, afirmou que a Santa Sé acredita que as autoridades competentes estão a conduzir as investigações com a máxima diligência e transparência.
Este pronunciamento de Dom Inácio Saure surge na sequência da visita realizada, neste mês, pelos Arcebispos de Maputo, Beira e Nampula ao Papa Leão XIII e ao Secretário de Estado do Vaticano, Pietro Paroli.
A Primeira-Ministra, Benvinda Levi, deu início esta manhã à cerimónia oficial de lançamento da Escola de Saúde Pública, um marco significativo para a formação de profissionais na área da saúde em Moçambique.
O evento decorreu na cidade de Maputo e contou com a presença de Ussene Isse, ministro da Saúde, e do seu homólogo brasileiro, Alexandre Padilha.
A cerimónia reuniu ainda representantes dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e diversos parceiros de cooperação, todos comprometidos com o avanço da saúde pública. A nova instituição de ensino propõe-se formar especialistas em saúde nos níveis de mestrado e doutoramento, além de oferecer formação contínua através de cursos de curta duração.
A Escola de Saúde Pública surge como uma resposta à necessidade de qualificação e especialização de profissionais, contribuindo para a melhoria dos serviços de saúde em Moçambique.
Mais de duas semanas após os devastadores terramotos que atingiram a Venezuela, o governo do país actualizou, na tarde deste domingo (12), o balanço oficial da tragédia, que agora contabiliza 4.490 mortos.
As informações foram divulgadas por Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional e porta-voz oficial sobre a emergência. Segundo o novo levantamento, o número de feridos subiu para 16.740, enquanto 6.462 pessoas foram resgatadas com vida. O balanço também indica que 17.907 indivíduos permanecem desabrigados.
Adicionalmente, os dados revelam que 190 edifícios colapsaram completamente, com mais 856 a sofrerem danos estruturais variados em diferentes regiões do país.
As autoridades também informaram que, desde o início da emergência, já foram registadas 1.222 réplicas dos tremores. Para enfrentar a situação, mais de 30 mil agentes continuam mobilizados nas operações de busca, assistência humanitária e esforços de reconstrução.
O Presidente da República de Moçambique e a Associação das Pequenas e Médias Empresas (PMEs) deram um importante passo no fortalecimento da colaboração entre o Governo e o sector privado durante um encontro realizado na passada sexta-feira, na capital, Maputo.
No decurso da reunião, foram discutidas propostas de reformas que visam eliminar os obstáculos que dificultam o crescimento das micro, pequenas e médias empresas no país. Essas iniciativas são consideradas essenciais para potenciar o desenvolvimento empresarial, aumentar a geração de emprego e fortalecer a economia nacional.
Pedro Silva, Presidente da Associação das PMEs, destacou que as medidas a serem implementadas serão aprimoradas por uma equipa técnica conjunta, sublinhando a importância de criar melhores condições para o sector empresarial.
Ainda na mesma jornada, o Chefe de Estado manteve uma reunião com a Directora Regional da Corporação Financeira Internacional (IFC) para a África Austral, Cláudia Conceição. O encontro centrou-se na análise de medidas que visam reforçar o sector privado e melhorar o ambiente de investimento em Moçambique.
O Hospital Rural de Chicuque, situado na Cidade da Maxixe, já ultrapassou a crise de alimentos que afectou a sua operação. Esta unidade sanitária, que acolhe tanto pacientes locais como doentes transferidos dos distritos de Homoíne, Panda e Morrumbene, assegura agora ter um stock de alimentos suficiente para quase todo o ano.
Arlindo Romão, director do Hospital Rural de Chicuque, fez esta confirmação em declarações à Rádio Moçambique, onde detalhou a normalização do fornecimento de alimentos para os internos.
Em adição à regularização da alimentação, a direcção do hospital frisou que os serviços estão a funcionar em pleno. Os serviços de Raio-X, por exemplo, foram restabelecidos com a instalação de duas novas máquinas modernas, dotadas de tecnologia avançada para o diagnóstico da tuberculose óssea.
Este avanço representa um importante reforço na capacidade de atendimento do hospital, contribuindo para a melhoria da saúde da população da região.
Na província de Maputo, a mortalidade materna continua a ser uma questão preocupante, com um aumento significativo de casos relacionados a complicações durante ou após o parto.
De acordo com dados do sector de Saúde provincial, desde o ano passado, 25 mulheres perderam a vida devido a essas complicações.
O governador da província, Manuel Tule, reconheceu durante a inauguração de uma nova maternidade e Casa Mãe Espera no distrito de Magude, que a situação é crítica. Ele sublinhou que, das 126 unidades sanitárias existentes na província, 27 não dispõem de serviços de maternidade, nem de infraestruturas adequadas para acolhimento de mães que necessitam de cuidados durante a gestação.
Esses dados revelam a necessidade urgente de aprimorar a infraestrutura de saúde materna na província, a fim de garantir a segurança e o bem-estar das mulheres durante o parto. A recente inauguração da maternidade e Casa Mãe Espera em Magude é um passo na direcção certa, visando a melhoria do atendimento e a redução da mortalidade materna na região.
Na manhã deste domingo, um grave acidente de viação resultou na morte de três jovens na vila-sede do distrito de Morrumbene. O incidente, que ocorreu por volta das 04:00 horas, envolve um despiste e capotamento de uma viatura ligeira que transportava seis ocupantes.
Além das vítimas fatais, três jovens ficaram feridos e foram urgentemente evacuados do Centro de Saúde de Morrumbene para o Hospital Rural de Chicuque, no município da Maxixe, devido à gravidade das suas condições de saúde. As autoridades apontam o excesso de velocidade e a condução sob o efeito de álcool como as principais causas deste trágico sinistro.
A Polícia da República de Moçambique, em Morrumbene, relembra a necessidade do estrito cumprimento das regras de trânsito, reiterando que a segurança nas estradas deve ser uma prioridade para todos, a fim de evitar mais perdas de vidas em acidentes de viação.
Um barco com 270 ocupantes começou a afundar neste domingo a cerca de dois quilómetros da cidade costeira de Kyrenia, no Chipre.
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A Polícia Municipal (PM) interrompeu um espectáculo ao vivo na Avenida 10 de Novembro, em Maputo, devido ao não cumprimento das normas estabelecidas para...