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Sábado, Maio 16, 2026
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Gâmbia: Jammeh recusa ceder o poder após fim do mandato

Tropas de vários países africanos estão a postos para intervir na Gâmbia, caso o presidente cessante não ceda o poder.

Num derradeiro esforço diplomático, o chefe de Estado da Mauritânia, Mohamed Ould Abdel Aziz, deslocou-se a Banjul para um encontro com Yahya Jammeh, poucas horas antes da meia-noite, quando expirava o mandato do homólogo gambiano.

Aziz deslocou-se depois ao vizinho Senegal, onde terá confirmado o fracasso da reunião, segundo um porta-voz do governo senegalês.

Yahya Jammeh, à frente dos destinos da Gâmbia há 22 anos, recusa ceder o cargo a Adama Barrow, vencedor das eleições de 1 de Dezembro. Refugiado no Senegal, Barrow garante que irá hoje ao seu país para a cerimónia de investidura.

Milhares de gambianos fugiram do país, com receio de uma guerra civil ou intervenção militar externa. Vários países europeus recomendaram aos cidadãos que se encontram a fazer turismo na Gâmbia, que regressem a casa. A Comunidade Económica de Estados da África Ocidental ameaça enviar soldados para o país, se Jammeh não deixar o poder.

Euronews

Crianças trocam escola pelo garimpo em Nampula

A prática do garimpo em algumas regiões do distrito de Nacarôa, na província de Nampula, está a levar muitas crianças a abandonarem a escola.

Aliás, o garimpo também acaba por contagiar muitos pais e encarregados de educação, que decidem abandonar a prática da agricultura, aliciadas pelo lucro fácil, facto que poderá ter reflexos na taxa de analfabetismo e insegurança alimentar.

O cenário ocorre com maior incidência nas regiões de Nacope e Mahepa, localizadas a 200 quilómetros da vila sede do distrito de Nacarôa, onde muitas escolas se debatem com a falta de alunos e vastas extensões de terras aráveis permanecem ociosas, apesar do seu elevado potencial para a produção de mandioca e outras culturas.

Uma equipa do governo para monitoria da presente campanha agrícola, que recentemente trabalhou naquele distrito, escreve no seu relatório ter constatado a presença de um elevado número de crianças e camponeses de Nachere, em Nacarôa, envolvidos no garimpo.

Por isso, como recomendação a equipa incumbiu à administração local no sentido de desenvolver um trabalho de sensibilização junto da população para evitar envolver alunos na actividade de garimpo e incentivar os camponeses a valorizar mais a prática da agricultura.

A primeira vista, o garimpo poderá parecer uma solução para os problemas económicos e sociais que a maioria da população enfrenta. Contudo, a longo prazo poderá culminar com uma geração de analfabetos e bolsas de fome.

De facto, não constitui novidade a ocorrência de casos de fome ao nível daquele distrito, que já obrigaram a intervenção do governo provincial para persuadir às populações no sentido de privilegiarem a produção agrícola.

O jornal electrónico “Wamphula fax” apurou que, devido à actividade mineira, muitas estradas acabaram ficando esburacadas e vários cursos de água inquinados, numa altura em que os garimpeiros deveriam estar concentrados na sementeira.

Segundo a administradora do distrito, Joaquina Charles, o garimpo é feito em moldes tradicionais e, normalmente, envolve alunos e camponeses.

“Neste distrito, o garimpo é feito individualmente e de forma desordenada, cujos resultados em termos económicos nem sempre são palpáveis”, referiu.

Refutou ainda que a actividade esteja a comprometer a produção agrícola.

“Temos aconselhado aos meninos e seus encarregados a praticarem o garimpo apenas nos tempos livres e não no período lectivo”, disse a governante.

Refira-se que o governo distrital, em coordenação com a Direcção Provincial de Recursos Minerais e Energia está a trabalhar na criação de uma associação de garimpeiros, enquanto as autoridades procuram identificar um empresário com capacidade para dinamizar a actividade mineira e assim eliminar o comércio desregrado das pedras preciosas.

Em Mahepa, a reportagem do Wamphula fax entrevistou Francisco Alberto, que confirmou a existência de camponeses que abandonaram a agricultura para se dedicarem exclusivamente ao garimpo.

“O que muitos de nós não sabemos é que ali perdemos grande parte do tempo em vão. Digo isso porque tenho visto pessoas a passarem mal por causa de fome”, afirmou.

Alfredo Faustino, presidente da Associação Ophavela Ophuanha localizada em Makulo 2, lamentou o facto, tendo dito que são frequentes os casos de famílias desiludidas com o garimpo, pois concluíram que não mudou a sua vida.

A mineração artesanal e garimpo ilegal, que decorre em diversos distritos da província de Nampula também preocupam o governo porque não contribuem em nada para os cofres do Estado.

A prática da mineração ilegal e do garimpo é visível em muitas regiões da província de Nampula, para a extracção de pedras preciosas e semi-preciosas, ouro e materiais de construção, tais como pedra, areia, saibro e argila de cerâmica.

O impacto é visível nos distritos de Nacala-Porto, Mogovolas, Moma, Memba e Murrupula que apresentam problemas graves resultantes de escavações e abandono dos locais de extracção de minérios, provocando a erosão dos solos.

AIM

Juiz da Lava-Jato morre em queda de avião

Um avião despenhou-se ontem (18), em Paraty, litoral do Rio de Janeiro, com quatro ocupantes a bordo e na lista de passageiros figura o juiz do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, noticiou o jornal Folha de S. Paulo.

O juiz é o relator dos processos da operação Lava Jato no STF, mas inicialmente não havia confirmação de que Teori Zavascki estivesse a bordo.

No entanto, pouco tempo depois, o próprio filho do juiz confirmou nas redes sociais que o pai não só constava na lista de passageiros como embarcou.

A aeronave, com capacidade para oito pessoas, descolou de São Paulo com destino Paraty tendo caiu no mar na Costa Verde do Rio de Janeiro, a cerca de dois quilómetros da pista onde iria aterrar.

De acordo com a imprensa brasileira estão já confirmadas três vítimas mortais, mas a identidade das mesmas ainda não foi revelada.

Notícias ao Minuto

Mulher descobre que filha casou escondida da família e ateia fogo nela

A Justiça do Paquistão condenou uma mãe à pena de morte por assassinar sua filha como punição por ter se casado com um homem sem o consentimento de sua família.

Parveen Bibi confessou diante de um júri, na cidade de Lahore, que ateou fogo em sua filha, em Junho do ano passado, por “trazer vergonha a seus familiares”.

A polícia paquistanesa afirma que Zeenat Rafiq, filha de Parveen, de 18 anos, se casou às escondidas com um homem chamado Hassan Khan e fugiu para viver com ele e sua família. A Justiça condenou Parveen à pena de morte após concluir que ela, com a ajuda de um irmão de Zeenat, descobriu onde a filha estava morando e espancou a jovem. Posteriormente, a mãe jogou querosene sobre Zeenat e ateou fogo.

Ainda de acordo com a polícia, após a morte de Zeenat, nenhum integrante de sua família reivindicou uma busca pelo seu corpo, cabendo à família do marido o enterro dos restos carbonizados da jovem.

Segundo a Comissão de Direitos Humanos do Paquistão, casos de violência contra a mulher têm tido um crescimento galopante no país. Em 2015, foram registados mais de 1,1 mil casos de “crimes de honra” envolvendo vítimas mulheres.

Em Outubro, o parlamento paquistanês aprovou um projecto de lei que pune de forma mais severa estes chamados “crimes de honra”, como, por exemplo, o caso de Zeenat, que se casou e fugiu com um homem sem consentimento familiar, infringindo “valores conservadores”.

Anteriormente, um réu poderia escapar da punição judicial de pena de morte diante do perdão de familiares da mulher assassinada ou violentada. Com a nova lei, é possível que parentes perdoem o acusado, mas ele ainda permanece passível de uma condenação à prisão perpétua.

Extra

Josina Machel exige 300 milhões de indemnização por danos na visão

Josina Machel, filha do primeiro Presidente da República, Samora Machel, com a activista Graça Machel, exige uma indemnização de 300 milhões de meticais (cerca 4,2 milhões de dólares), ao ex-namorado, pelos danos causados e que culminaram com a perda de visão num dos olhos.

A vítima exigiu esses valores durante o julgamento do caso, que iniciou, esta segunda-feira no Tribunal Judicial do Distrito Municipal Ka-Mpfumo, em Maputo, após ter sido adiado a 16 de Dezembro último, por falta de comparência do réu, Rofino Licuco.

Josina Machel disse, durante a audição, que pretende, com o valor exigido, financiar um projecto de mulheres vítimas de violência.

Questionada se o réu estaria em altura de pagar o valor que se lhe exigia, Josina Machel foi peremptória e disse: “Sim. O Rofino que eu conheço pode pagar”.

Relativamente às circunstâncias que culminaram com o incidente, a vítima voltou a afirmar que o ex-namorado ter-lhe-ia agredido com dois socos na face, atingindo os olhos, um dos quais com maior gravidade.

Estas declarações foram, no entanto, negadas pelo réu, que alegou, em sede do julgamento, que a mesma teria tropeçado e caído.

Terminada a primeira sessão do julgamento, nenhuma das partes envolvidas no caso prestou quaisquer declarações à imprensa, mesmo depois de tanta insistência.

Aliás, a única que falou foi a mãe da vítima: “Eu não vou fazer nenhuma declaração, até o fim. Só depois da sentença é que, talvez, eu possa fazer uma declaração à imprensa. Durante o processo, não vou falar”.

Josina Machel fez-se ao tribunal acompanhada da família, activistas, personalidades políticas e do seu advogado, numa sessão que iniciou cerca das 10 horas e que terminou às 13h30.

A segunda sessão do julgamento só terá lugar a 2 de Fevereiro próximo.

O caso da agressão à Josina Machel ocorreu em Outubro de 2015, em Maputo, a capital moçambicana.

Sabe-se que Josina Machel e Rofino Licuco foram namorados entre 2012 e 2015.

RM

Idosa atropelada mortalmente na Matola-Rio

Uma idosa encontrou a morte depois de ter sido atropelada quando voltava da machamba, na zona da Matola-Rio, no distrito de Boane.

O sinistro teria sido causado por um carro da Electricidade de Moçambique (EDM) e que se supõe estivesse a voltar de uma assistência, nas imediações do acidente fatal.

Segundo testemunhas o motorista do veículo, teria começado a travar a uma distância considerável da idosa na esperança de que esta pudesse sair da via o que não aconteceu porque a senhora teria ficado assustada.

A vítima perdeu a vida no local do sinistro e a polícia se fez ao local para se inteirar do ocorrido e de seguida remover o corpo.

Nem a polícia e nem o motorista do veículo aceitaram prestar declarações a imprensa alegadamente porque não estavam autorizados.

Folha de Maputo

Jacto militar mata 100 pessoas por engano na Nigéria

Cerca de 100 pessoas morreram, ontem (18), durante um bombardeamento a um campo de refugiados na Nigéria.

Segundo fontes governamentais, o campo localizado no estado de Borno, no nordeste do país, foi bombardeado inadvertidamente por um jato militar que estava em missão contra o Boko Haram.

À Reuters, o general Lucky Irabor confirmou a ocorrência do incidente e deu conta de que ficaram feridos alguns trabalhadores de organizações humanitárias.

Muitos civis, incluindo pessoal da Cruz Vermelha e dos Médicos Sem Fronteiras, ficaram feridos”, reportou.

A Associated Press cita também a mesma fonte do exército. Lucky Irabor acrescentou à agência noticiosa que ordenou a missão com base em informação de que membros do Boko Haram estariam reunidos numa determinada zona do país. As coordenadas geográficas terão, afinal, correspondido a um campo de refugiados.

Tratar-se-á da primeira vez que as forças militares nigerianas admitem ter cometido um erro de tamanha dimensão, segundo a Associated Press.

Ao The Independent, a porta-voz dos Médicos Sem Fronteiras, confirmou ter membros em missão humanitária na área em que ocorreu o acidente (governada pelo Kala Balge), mas não conseguiu ainda apurar quantos trabalhadores estarão entre as vítimas.

Info Diário

Afonso Dhlakama espera regressar à vida política brevemente

O líder da Renamo espera que as negociações de paz em Moçambique sejam retomadas em breve, com a chegada esta semana dos mediadores, e regressar à vida política activa após os 60 dias de trégua por ele declarados.

Se tudo correr bem e concluirmos aquilo que estamos a tratar na mesa das negociações, acredito que em Março ou Abril poderei estar em Maputo, a andar livremente, a retomar as actividades políticas“, afirmou, em declarações à Lusa, Afonso Dhlakama, que anunciou, a 03 de Janeiro, uma trégua de 60 dias, após uma conversa telefónica com o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi.

O presidente da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), retirado na serra da Gorongosa desde finais de 2015 alegando questões de segurança, referiu que as eleições autárquicas de 2018 “estão à porta e precisam ser preparadas a tempo”, sinalizando a intenção de o maior partido de oposição participar numas eleições que boicotou em 2013.

Esperemos que os mediadores cheguem rapidamente para retomarmos, com os pontos que estão na agenda, e concluirmos o acordo [de paz]. Há coisas que podem ser concluídas até Março, mas outras questões podem arrastar-se“, afirmou.

O líder do principal partido da oposição disse que as equipas de mediação serão repartidas em dois grupos, um dos quais para acompanhar o processo de descentralização junto da comissão técnica indicada pelas duas partes, e o outro para seguir os restantes pontos de agenda.

Sei que não é fácil, mas com essa paz de 60 dias, até Março, se tudo correr bem, podemos assinar o acordo definitivo e motivar as pessoas“, declarou Afonso Dhlakama, apelando para um esforço das partes, porque “o mais importante é a paz”.

O presidente da Renamo lembrou que está na Gorongosa desde o final de 2015, após ter sofrido duas emboscadas em Setembro daquele ano na província de Manica, e uma invasão da sua residência, na cidade da Beira, pelas Forças de Defesa e Segurança, em Outubro.

Não esperava o vandalismo que o Governo me fez, mas já me esqueci disso, não guardo rancor“, disse Dhlakama, que não deseja repetir a experiência de assinar um acordo no decurso de uma campanha eleitoral, como sucedeu a 05 de Setembro de 2014, quando celebrou o Acordo de Cessação de Hostilidades Militares com o então Presidente Armando Guebuza, já em pleno processo das eleições gerais.

Gostaríamos que tivéssemos tempo de nos prepararmos para as autárquicas“, disse ainda.

Moçambique vive uma crise política e militar provocada pela recusa da Renamo em aceitar os resultados das eleições gerais de 2014, alegando fraude.

As partes voltaram ao diálogo em Maputo, na presença de mediadores internacionais, mas não foram conhecidos resultados.

Notícias ao Minuto

Dondo: Adolescente é detida acusada de matar namorado

Uma jovem de 17 anos de idade está detida, desde a manhã de segunda-feira, indiciada de ter assassinado o namorado de 25 anos de idade.

O crime deu-se no distrito de Dondo, província de Sofala, em circunstâncias ainda por clarificar. A vítima, que em vida respondia pelo nome de João Armando, morreu cerca das 23h00 do passado domingo, depois de se ter envolvido em briga com a namorada e um docente, ora fugitivo, que o malogrado suspeitava ser amante da sua parceira.

De acordo com um parente próximo, João Armando teria encontrado o docente, em causa, a escassos metros da casa onde a sua namorava vivia juntamente com a irmã. Consta que no local, o docente foi visto a falar ao telemóvel, ao que João exigiu que lhe entregasse o aparelho para certificar se ele estava ou não em conversa com a sua namorada. Contudo, o docente recusou a solicitação, ao que se seguiu uma briga que, mais tarde, acabou envolvendo a jovem supostamente disputada. “Não sabemos o que aconteceu, mas passados menos de 10 minutos, João Armando retornou com uma ferida profunda na testa e um telefone nas mãos que afirmou pertencer ao suposto amante da namorada. Instantes depois, apareceu a namorada e começaram a lutar. Tivemos que separá-los”, contou Bernardo Francisco, parente da vítima e testemunha.

A rapariga, identificada apenas pelo nome de Mariana, foi detida pela Polícia, mas, em declarações à imprensa, negou que tenha participado na agressão do namorado. Ela disse ainda que conhece o docente com quem foi acusada de estar a amantizar. “De repente, cerca das 21h00 horas, ouvi gritos próximo da minha casa. Quando saí para ver o que se estava a acontecer, deparo-me com o meu namorado aos socos com um indivíduo que é amigo de um vizinho. Tentei, com ajuda de alguns vizinhos, separá-los. Só que o meu namorado virou-se contra a minha pessoa e começou a agredir-me. Minutos depois notámos que o meu namorado estava a sangrar na parte frontal da cabeça”, contou a jovem, indiciada de matar o namorado com ajuda do suposto amante.

Por sua vez, a Polícia na Beira disse que, neste momento, a corporação está a intensificar buscas para neutralizar o docente, ora fugitivo, que é igualmente indiciado de envolvimento no homicídio, com vista o esclarecimento definitivo do caso.

O País

Presidente da Gâmbia Adama Barrow impedido de ir a funeral do filho

Adama Barrow, o presidente eleito do país, não pôde assistir ao funeral do filho por se encontrar refugiado no Senegal. A Gâmbia está envolta numa crise política.

Um dos filhos do presidente eleito da Gâmbia morreu, no passado domingo, no seguimento de um ataque de um cão. Habibu Barrow, de oito anos, perdeu a vida a caminho do hospital, nos arredores de Banjul, a capital do país.

O pai, Adama Barrow, não pôde assistir ao funeral do filho, segundo o jornal local The Point por questões de segurança, o presidente eleito do país encontra-se refugiado no Senegal, uma vez que o presidente ainda em funções não reconhece a sua vitória e recusa-se a aceitar a sucessão.

A Gâmbia está, por isso, a atravessar uma crise política desde o passado mês de Dezembro. Se inicialmente o presidente Yahya Jammeh reconheceu a derrota nas urnas, mais tarde mudou de ideias e optou por não aceitar o resultado das eleições, alegando irregularidades na votação.

A tomada de posse do novo presidente está agendada para a próxima quinta-feira, 19 de Janeiro. Habibu Barrow é muçulmano e pratica a poligamia. Diz a BBC que tem duas mulheres e cinco filhos.

Notícias ao Minuto

Matola: Avô de 67 anos é detido após abusar sexualmente da neta de sete anos

Um ancião de 67 anos de idade está detido na Polícia da República de Moçambique (PRM), no município da Matola, província de Maputo, acusado de violar sexualmente, de forma repetitiva, a sua neta de apenas sete anos de idade.

O estupro aconteceu na Matola-Garre. Pese embora a olho nu os órgãos genitais da miúda denunciasse que houve cópula forçada, os pais da vítima, transtornados com a situação, não quiseram acreditar que o idoso tenha tido tamanho descaramento para tal.

Submetida a exames médicos, estes confirmaram o que se suspeitava: a menina foi repetidamente desflorada.

A criança contou que o avô abusava sexualmente dela na casa de banho. Sempre que ele regressasse à casa enquanto lhe apetece, ido de algures, arrastava-a para a casa de banho.

O homem ameaçava a neta dizendo que se ela contasse para alguém, ele mataria a ela e os pais, segundo a própria vítima.

A mãe disse que descobriu que alguma coisa estava errada com a filha porque esta se locomovia com dificuldades.

Perguntei a ela o que se estava a passar e respondeu que estava tudo bem. Mas ela continua a andar mal. O pai pediu para que eu examinasse a ela devidamente. Levei-a para o quarto e descobri que o órgão genital dela expelia um líquido amarelado”, relatou a progenitora agastada.

Inconformada, a senhora optou por chamar uma mulher mais adulta, a qual disse que “a menina foi violada sexualmente” e suspeitava que não tinha sido só uma vez.

Por sua vez, o indiciado confessou ter mantido cópula forçada com a neta. “Violei a ela três vezes em casa, na cama. Não sei o que eu estava a fazer, mas sempre dizia que vale a pena o que eu fazia”.

@Verdade

 

Atentado suicida contra forças governamentais no norte do Mali mata 37 pessoas

Um bombista suicida matou ontem (18), pelo menos 37 ex-rebeldes e membros de grupos armados pró-governamentais na cidade de Gao (norte do Mali), indicou uma fonte militar, enquanto fontes médicas falam em mais de 60 mortos.

“Um suicida atacou um campo” de agrupamento da Coordenação dos Movimentos de Azawad (CMA, ex-rebelião de dominância tuaregue) e da Plataforma (grupo pró-governamental) em Gao, “o balanço é de 37 mortos”, afirmou a mesma fonte da Missão da ONU no Mali (MINUSMA).

A informação foi confirmada por uma fonte administrativa em Gao, que não deu mais pormenores.

Fontes médicas contactadas pela agência EFE falam em pelo menos 67 mortos no mesmo atentado, alertando que o número poderá aumentar tendo em conta o grande número de feridos.

O ataque ocorreu às 08:40, segundo a fonte da MINUSMA, que adiantou que a CMA e a Plataforma “devem começar em breve a realizar uma patrulha mista”.

As patrulhas mistas estavam previstas no acordo de paz assinado em Maio/ Junho de 2015 entre Bamako e diferentes grupos armados.

O norte do Mali foi ocupado em 2012 por grupos ‘jihadistas’, que foram em grande parte afastados depois de ter sido lançada em 2013 uma intervenção militar internacional, que prossegue.

Mas vastas zonas continuam a escapar ao controlo das forças malianas e estrangeiras, regularmente alvo de ataques mortíferos, apesar da assinatura do acordo de paz, que se pensava poder isolar os ‘jihadistas’.

Notícias ao Minuto

MDM acusa Governo e Renamo de conspirarem contra o povo

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) entende que desde a sensação das hostilidades militares, por um período de dois meses, as “autoridades governamentais passeiam a sua classe nas antigas bases” da Renamo, o que sugere haver um complô entre as partes, pois, para além de que antes era impensável, ninguém sabe o que é que o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder do maior partido da oposição acordaram nas suas conversas telefónicas.

As declarações do daquele partido, com 17 assentos no Parlamento, surge dias depois de Maria Helena Taipo, governadora da província de Sofala, ter visitado as antigas bases da Renamo em Sathungira e Mazembe, no âmbito de trégua decretada a 03 de Janeiro corrente, por Afonso Dhlakama, no prosseguimento do contacto telefónico com o Chefe de Estado, cujo teor é publicamente desconhecido.

Nós pensamos que vamos implantar aqui algumas indústrias e erguer outras infra-estruturas. Eu penso que, doravante, o governo vai sentar, reflectir e verificar o que é que falta e o que é que este povo aqui precisa (…)”, disse Helena Taipo, no fim da visita àquele local já ocupado pelas Forças de Defesa e Segurança (FDS).

Na sequência, o MDM convocou uma conferência e imprensa, nesta segunda-feira (16), na cidade da Beira, para manifestar a sua indignação em relação ao que classifica de “incoerência, inconsistência e falta de transparência” a gestão e busca de soluções para o conflito militar.

Sande Carmona, deputado da Assembleia da República (AR) e porta-voz do partido, disse haver “ausência do respeito pelos direitos humanos” e o país “vive uma democracia doentia, onde a lei das armas dita as regras do jogo”.

Neste contexto, urge a necessidade de convidar o povo moçambicano a uma reflexão em torno da instabilidade política do país, um problema que persiste desde a independência nacional por causa da ausência de políticas claras.

Já tivemos vários acordos em papel que entraram em colapso pela força das armas e o povo está a pagar um preço extremamente alto com as suas próprias vidas. Neste momento, estamos a viver um situação similar, em que temos um acordo que pelas características do mesmo, não é consistente, que já começou a ser violado. Uma das partes procura denunciar que, por sinal, foi um acordo verbal via telefone”, disse o político.

O MDM voltou a defender que é preciso rever a Constituição da República para permitir que haja descentralização, redução dos poderes do Chefe de Estado, eleição dos governadores provinciais, autonomia administrativa e financeira dos magistrados, bem como participação de outros partidos e da sociedade civil no dialogo que ora é negado a muitos moçambicanos.

Afinal, onde nos querem levar?”, questionou afirmou Sande Carmona, para depois afirmar que o povo não quer ser cobaia, mas sim, parte da solução do problema que lhe diz respeito a todos os moçambicanos.

@Verdade

Maputo: Três pessoas morrem após terem sido arrastadas pela água da chuva

Três pessoas morreram, na madrugada desta segunda-feira, em Maputo, depois de terem sido arrastadas pela água da chuva. As vítimas seguiam no triciclo, vulgo txopela.

A informação foi confirmada pelo presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, David Simango, que, na tarde de hoje, visitou algumas zonas afectadas pelas chuvas, juntamente com o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Bonete.

Relativamente aos danos causados pelas chuvas, o Gabinete de Emergência do Município de Maputo contabilizou mais de 1600 famílias afectadas.

Um centro de acomodação provisório será aberto para acolher 130 famílias que têm as suas casas alagadas.

A edilidade diz que não tem registo de uma estrada cortada completamente, mas reconhece existência de algumas crateras e diz que já estão a ser sinalizadas para evitar constrangimentos para os automobilistas.

Há ainda registo de cinco casas que desabaram e David Simango garante que estão disponíveis terrenos para o reassentamento das famílias em causa.

O País

Governo de Manica quer resgate dos valores morais deteriorados nos últimos dias no país

Governo da província de Manica desafia a Liderança da Embaixada de Jesus Cristo a continuar lutar na preservação dos valores morais, éticos e sócio culturais que nos últimos dias tendem a deteriorar-se pelo aumento de consumo de drogas e vícios.

Para Abel Henriques de Albuquerque director provincial da Justiça Assuntos Constitucionais e Religiosos de Manica, diz que tem esperança de que a Conferencia Nacional da Juventude da Embaixada poderá transformar aos Jovens que fizeram parte da mesma tendo em consideração que tudo o que foi verificado no local da realização é sinais de mover do criador do Universo.

O governo de Manica pelo intermédio da direcção provincial da Justiça Assuntos Constitucionais e Religiosos compromete-se em ajudar com qualquer auxílio que as igrejas quiserem para a transformação da Juventude a sair do mundo de consumo de substâncias psicopatias, vícios e outros males tendo em conta que não abona a sociedade.

Para o coordenador presidente das confissões religiosas de Manica António Rafael desafia a embaixada a emigrar-se para outros países do interland como Zimbabwe, Malawi, Tanzania, Itália para além de preencher o país inteiro tendo em conta que algumas províncias já alcançadas pela mesma não ser fáceis de pregar o evangelho de Deus.

Os participantes dizem saírem desta conferência nacional cheio de conhecimentos para resgatar aos outros dos vários males e desafiam a embaixada nos próximos eventos a convidar os do estrangeiro.

Já o profeta Raivaque Adriano Razão, diz ter acolhido as opiniões do Governo e dos participantes dai que a conferência de 2018 vai ser internacional que vai decorrer na província de Nampula, a norte de Moçambique.

Refira-se que a conferência nacional da Juventude da Embaixada de Jesus Cristo decorreu de 02 a 07 na sede nacional quando caiu pano da mesma com o leva “O Fogo de Avivamento” aberto e encerrado pelo director provincial da Justiça Assuntos Constitucionais e Religiosos de Manica, Abel Henriques de Albuquerque.

Abrahamo Cufa – Chimoio-Manica

Homem é condenado a prisão perpétua após violar e engravidar menina de 10 anos

Homem ainda tentou esquivar-se da justiça, fugindo para o Guatemala, mas acabaria por ser dito e extraditado para os Estados Unidos onde foi agora julgado.

Rony Otoniel Mendez, de 26 anos, foi condenado a pena de prisão perpétua por ter violado e engravidado uma menina de 10 anos.

Conta o Metro britânico que Mendez foi considerado culpado de três acusações de agressão sexual contra uma criança.

Ao que a justiça apurou, Mendez começou a violar a menina em outubro de 2013, tendo voltado a fazê-lo mais vezes no ano seguinte. A criança viria a engravidar fruto das sucessivas violações, tendo o bebé nascido em maio de 2015. Testes de ADN confirmaram que Mendez era de facto o pai.

Assim que os crimes – que ocorreram na Florida – foram denunciados, o homem fugiu para a terra natal, na Guatemala. Contudo, haveria de ser detido e extraditado para os Estados Unidos no verão passado.

Nos três dias de julgamento, foi traçado o modus operandi de Mendez: atacava a menina no quarto da mãe, trancando a porta e ameaçando a vítima para que ficasse calada.

Notícias ao Minuto

Governo falha pagamento de prestação da dívida da EMATUM

O governo moçambicano vai falhar o pagamento da prestação de juros no valor de 60 milhões de dólares referentes à dívida da EMATUM.

Conforme mencionado pelo ministro da Economia e Finanças durante a apresentação aos investidores em Londres, a 25 de Outubro de 2016, e tal como reiterado no comunicado do Ministério, datado de 14 de Novembro de 2016, que a degradação da situação macroeconómica e a situação fiscal da República afectou severamente as finanças públicas do país. Resulta que a capacidade de pagamento é neste sentido bastante limitada em 2017 e não permite que a República tenha espaço fiscal para proceder ao referido pagamento dos juros dos títulos em dívida”, explica o Ministério da Economia e Finanças em comunicado divulgado no seu site.

A prestação da dívida da EMATUM vence no próximo dia 18 de Janeiro. As autoridades moçambicanas dizem no comunicado que a solução para as dificuldades em honrar com os compromissos passa pela renegociação da dívida comercial do país, de modo que seja sustentável.

O País

Manica: Confissões religiosas querem que a guerra dos políticos seja somente no papel

As confissões religiosas de Manica, querem que a guerra de poder dos partidos políticos, seja somente no papel e não no físico para o alcance da paz efectiva em no País.

Os líderes religiosos, querem que a guerra de poder dos partidos políticos, seja somente no papel, tendo em conta que já foi alcançada uma trégua primeiro de sete dias e agora de sessenta dias onde as partes envolvidas no conflito devem consolidar definitivamente a paz para os moçambicanos.

Estes dirigentes religiosos justificam ainda que estas conversações, seja conversações sem morte, perseguições, para além de serem conversações dentre irmãos.

António Rafael, Abel Henriques e Niazi Pedro, afirmam o que citamos a seguir “não existem força de poder económica, financeira que substitui uma vida sacrificada pela bala perdida da tensão politico militar que esta em pausa de 60 dias.

Aliás, estamos a dizer que a guerra de poder dos partidos políticos, seja somente no papel e não no físico para o alcance da paz efectiva em no País, devido o ambiente de terror que se viveu nos tempos em pausa o que culminou com a perca de vidas humanas, bens como cabeças de gado bovino, caprino, suíno, vários tipos de aves de criação caseira para além de vários cereais o que retrocedeu o desenvolvimento da população e da economia do País, fim da citação.

As líderes religiosos esperam que o gesto de solidariedade que iniciou entre as duas partes envolvidas nas hostilidades militares a chegar-se ao entendimento definitivo neste ambiente de entendimento que iniciou com a trégua de 67 dias e não deve voltar-se ao ambiente de guerra afugentando mais a população que já voltou nas suas zonas de origem.

A nossa reportagem se fez a zona de troca de tiros entre as Forcas Governamentais e da Renamo, tendo testemunhado o regresso da população.

O mais caricato de Macadeira a Honde nas zonas de troca de tiros intenso hoje em dia verifica-se maior hastear-se de bandeiras dos partidos da oposição com destaque para Renamo e MDM.  Rufino Jhona, Joana Garrafão e Júlio Candeeiro, alguns dos entrevistados louvam o início de entendimento entre as duas partes envolvidas em ambiente de tensão político militar e prometem retomarem suas machambas e criação de animais para o seu auto sustendo.

 “Meu filho de não colimarmos o que comeremos a fome está a assolar esta zona nada temos para comer o que tinham produzido foi tudo destruído e saqueado no tempo da guerra, estamos esperançados que tudo de mal não venha mais a atingir esta zona pelo menos estes dias já dormimos também sono”, citamos algumas palavras dos nossos entrevistados na zona de tensão politico militar concretamente de Macadeira a Honde.   

Refira-se que vários estratos da sociedade moçambicana tem vindo a clamar pela paz efectiva no pais e que com esta trégua dos 67 dias, já indica que é um bom inicio e promete continuar a redobrar esforços em orações e marchas para que o esperado seja alcançado definitivamente.

Abrahamo Cufa – Chimoio-Manica

Famílias deslocadas passam fome em Vandúzi

As famílias que continuam a viver no centro de acomodação de Vandúzi estão a sobreviver com base em mangas verdes, que tem sido o seu principal alimento, depois de nos últimos dois meses, segundo relataram, não terem recebido apoio alimentar do governo, através do Instituto nacional de Gestão de Calamidades (INGC).

A nossa reportagem, que escalou o local por volta das 12h00 deste domingo, testemunhou cenário de uma família que “lutava” em torno de uma bacia de mangas, o que nos levou a acreditar que mesmo perante os dias de incerteza, as pessoas preferem passar fome do que voltar às suas zonas de origem, devido à instabilidade.

Estas mangas fomos tirar ali no mato, nas montanhas. Assim estamos a almoçar. Não temos comida desde Novembro último. Assim este é almoço e mata-bicho em simultâneo, aqui não há mesmo comida”, contou Maria Francisco que comia mangas com as suas duas filhas, enquanto outras três estavam no lume para o jantar.

Daniel José, outro deslocado que vive no referido centro, precisou que desde que se instalaram naquele local o governo vinha prestando assistência alimentar, “mas desde Novembro até agora, não trouxeram mais comida. Mas estão a prometer que dentro dos próximos dias teremos comida”.

José pediu ao governo para olhar para falta de bens alimentares como prioridade, uma vez que as famílias estão instaladas num local onde apenas podem contar com apoio das autoridades governamentais.

Agradecíamos que o governo fosse oportuno na intervenção sobre alimentos. Veja que aqui tem muita gente aglomerada e sem outros parentes que vem cá para poder ajudar”, disse Daniel José, para quem a assistência às famílias é urgente, antes que a fome comece a provocar outras situações que podem degradar a saúde dos que ali vivem.

Além de mangas, as famílias recorrem a biscates nas machambas das populações circunvizinhas, para garantir o seu auto-sustento.

O País

 

Artistas se recusam a cantar na posse de Donald Trump

Em quatro dias, Donald Trump se tornará oficialmente o líder do país com a maior indústria fonográfica do planeta. Ainda assim, o magnata enfrenta dificuldades para encontrar artistas para se apresentarem em sua cerimônia de posse, nesta sexta-feira.

A imagem ruim do presidente eleito entre o meio artístico está relacionada a suas posições polêmicas envolvendo, por exemplo, imigrantes. Ironicamente, a maioria dos convidados para se apresentar na posse de Trump é formada por estrangeiros.

Elton John é um dos grandes nomes que se negaram a participar da cerimônia. “Sou britânico. Já encontrei Trump, e ele foi muito gentil comigo. Não é nada pessoal, ele tem suas posições políticas, e as minhas são diferentes”, disse o cantor em entrevista ao jornal “The Guardian”, deixando claro: “Não seria republicano nem em um milhão de anos.”

Apesar de chegar perto de fechar um dueto com Jackie Evancho, do “America’s got talent”, o tenor italiano Andrea Bocelli cancelou a apresentação após perceber uma reação negativa entre seus fãs. A canadense Céline Dion foi outra que recusou o convite. A razão, no entanto, teria mais a ver com sua agenda de shows.

A banda de hard rock americana Kiss também foi convidada, mas “educamente declinou da oportunidade”. Apesar de o vocalista do grupo, Gene Simmons, nutrir simpatia por Trump, segundo o site “TMZ”, a sua mulher, Shannon Tweed, e a filha, Sharon, o odeiam.

Uma das últimas a pular fora da cerimônia foi Rebecca Ferguson, ex-participante do reality show inglês “The X-Factor”. A cantora desistiu depois de insistir em se apresentar com a canção “Strange Fruit”, cuja letra é uma intensa crítica ao linchamento de negros nos EUA. Jennifer Holliday, estrela de musicais da Broadway, em Nova York, chegou a aceitar o chamado do comitê de Trump, mas, ontem, divulgou uma carta categórica sobre os motivos para mudar de ideia:

Peço desculpas sinceras por meu lapso de julgamento, por ter sido ignorante a respeito de assuntos que afetam todos os americanos neste período crucial da História e por causar tanto desgosto e corações partidos em meus fãs”.

Mesmo entre os escalados, a polêmica persiste. Algumas integrantes das Rockettes, companhia de dança do Radio City Music Hall que se apresentou na posse do republicano George W. Bush, recusaram-se a participar.

Boris Epshteyn, diretor de comunicações do Comitê de Posse, procurou afastar a polêmica: Isto não é Woodstock.

A banda B Street Band, cover de Bruce Springsteen, se apresentará na evento, apesar de o cultuado cantor americano considerar Donald Trump um “grande embaraço” para o país. Ao saber da notícia, o baixista da E Street Band, verdadeira banda de Springsteen, escreveu no Twitter: “Por favor, me digam que essa é mais uma notícia falsa. Ou pelo menos uma piada”.

Extra

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