As confissões religiosas de Manica, querem que a guerra de poder dos partidos políticos, seja somente no papel e não no físico para o alcance da paz efectiva em no País.

Os líderes religiosos, querem que a guerra de poder dos partidos políticos, seja somente no papel, tendo em conta que já foi alcançada uma trégua primeiro de sete dias e agora de sessenta dias onde as partes envolvidas no conflito devem consolidar definitivamente a paz para os moçambicanos.

Estes dirigentes religiosos justificam ainda que estas conversações, seja conversações sem morte, perseguições, para além de serem conversações dentre irmãos.

António Rafael, Abel Henriques e Niazi Pedro, afirmam o que citamos a seguir “não existem força de poder económica, financeira que substitui uma vida sacrificada pela bala perdida da tensão politico militar que esta em pausa de 60 dias.

Aliás, estamos a dizer que a guerra de poder dos partidos políticos, seja somente no papel e não no físico para o alcance da paz efectiva em no País, devido o ambiente de terror que se viveu nos tempos em pausa o que culminou com a perca de vidas humanas, bens como cabeças de gado bovino, caprino, suíno, vários tipos de aves de criação caseira para além de vários cereais o que retrocedeu o desenvolvimento da população e da economia do País, fim da citação.

As líderes religiosos esperam que o gesto de solidariedade que iniciou entre as duas partes envolvidas nas hostilidades militares a chegar-se ao entendimento definitivo neste ambiente de entendimento que iniciou com a trégua de 67 dias e não deve voltar-se ao ambiente de guerra afugentando mais a população que já voltou nas suas zonas de origem.

A nossa reportagem se fez a zona de troca de tiros entre as Forcas Governamentais e da Renamo, tendo testemunhado o regresso da população.

O mais caricato de Macadeira a Honde nas zonas de troca de tiros intenso hoje em dia verifica-se maior hastear-se de bandeiras dos partidos da oposição com destaque para Renamo e MDM.  Rufino Jhona, Joana Garrafão e Júlio Candeeiro, alguns dos entrevistados louvam o início de entendimento entre as duas partes envolvidas em ambiente de tensão político militar e prometem retomarem suas machambas e criação de animais para o seu auto sustendo.

 “Meu filho de não colimarmos o que comeremos a fome está a assolar esta zona nada temos para comer o que tinham produzido foi tudo destruído e saqueado no tempo da guerra, estamos esperançados que tudo de mal não venha mais a atingir esta zona pelo menos estes dias já dormimos também sono”, citamos algumas palavras dos nossos entrevistados na zona de tensão politico militar concretamente de Macadeira a Honde.   

Refira-se que vários estratos da sociedade moçambicana tem vindo a clamar pela paz efectiva no pais e que com esta trégua dos 67 dias, já indica que é um bom inicio e promete continuar a redobrar esforços em orações e marchas para que o esperado seja alcançado definitivamente.

Abrahamo Cufa – Chimoio-Manica