Um juiz federal dos Estados Unidos emitiu preliminar de emergência que suspende temporariamente as deportações de viajantes com vistos válidos detidos sob uma ordem executiva do presidente Donald Trump.
A suspensão emitida no sábado pela juíza distrital dos Estados Unidos, Ann Donnelly, que proibiu os agentes de fronteira dos EUA de remover qualquer pessoa que chegasse aos EUA com um visto válido ou permissão de refugiado dos sete países de maioria muçulmana sujeitos à directriz de Trump.
“Existe um perigo iminente de que, sem a suspensão ou remoção, haveria danos substanciais e irreparáveis aos refugiados, aos titulares de vistos e a outras pessoas“, disse Donnelly, que foi nomeado pelo ex-presidente Barack Obama.
A ordem de Trump impõe uma proibição de 90 dias de entrada de cidadãos do Irã, Iraque, Síria, Iêmen, Sudão, Líbia e Somália, e bloqueia a entrada dos refugiados da Síria indefinidamente e suspende todas as admissões de refugiados por 120 dias.
Enquanto a decisão do tribunal tem sido apenas um bloqueio parcial à ordem executiva, foi visto como um golpe significativo para o novo governo que decidiu baixar a presença dos imigrantes no país.
Há menos de um dia que dois homens iraquianos foram detidos no aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, na manhã de sábado.
A União Americana de Liberdades Civis (ACLU) entrou com uma acção no início do sábado em nome dos dois iraquianos, enquanto estimava que entre 100 e 200 pessoas estivessem sendo apanhados em aeroportos ou em trânsito pelos Estados Unidos.
Pessoas que já estavam a meio voo foram detidas à chegada, mesmo que tivessem vistos válidos ou outros pedidos aprovados.
Lee Gelernt, vice-director jurídico do Projecto de Direitos dos Imigrantes da ACLU, que discutiu o caso no tribunal, disse a uma multidão que aplaudiu a decisão de sábado “garante que as pessoas que tenham permissão para estar neste país não serão removidas ou deportadas ilegalmente do solo dos EUA“.
“O juiz, em poucas palavras, viu o que o governo estava fazendo e nos deu o que queríamos o que era bloquear a ordem Trump e não permitir que o governo remova qualquer um que veio e está preso na ordem, em todo o país”, disse ele à multidão. Gelernt também disse que o juiz ordenou que a administração Trump fornecesse uma lista dos detidos sob a execução do decreto presidencial.
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Hoje em dia, entretanto, ele parece ter superado esse fato: “Eu gosto do meu pénis, eu sei que ninguém tem o tamanho que eu tenho“, disse ele em entrevista ao site The LAD Bible. “Eu gostaria de entrar para o Guinness Book, mas eles não reconhecem esse recorde“, completou.
Perto de atingir seu objectivo, o homem, apelidado de “El Centauro”, ja foi convidado por dois sites pornô a participar de filmes. Decidido, ele acredita que fará sucesso: “Quero ser actor pornô e acho que vou ganhar muito dinheiro“.
Pelo menos 47 pessoas foram mortas e 22 ficaram feridas quando o veículo que os transportava no regresso de um casamento saiu da estrada, caindo num rio no centro-norte da ilha de Madagáscar, anunciaram as autoridades policiais locais.
“O motorista perdeu o controlo do veículo”, disse à AFP o comandante Herilala Andrianatisaona, porta-voz da policia de Madagáscar.
O acidente envolveu um veículo que transportava 72 passageiros e ocorreu no distrito Anjozorobe, 90 quilómetros a nordeste da capital, Antananarivo.
Entre os mortos estão pelo menos dez crianças, e os recém-casados, segundo a mesma fonte.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) lançou em Outubro do ano passado uma campanha para controlar a circulação de armas na província e na cidade de Maputo. Como resultado deste programa da PRM, 12 armas ilegais, foram recolhidas.
A informação foi revelada, ontem, pelo comandante da PRM na cidade de Maputo, Bernardino Rafael que descreve a operação como satisfatória.
Segundo Bernardino Rafael as armas foram recolhidas de pessoas que não tinham licença de porte e outras foram entregues voluntariamente por populares.
De recordar que a campanha de recolha de armas foi lançada no dia do enterro de dois agentes da Polícia de Protecção, mortos por criminosos na capital.
As autoridades pretendem continuar com a campanha porque acreditam que poderá controlar a proliferação de armas de fogo e reduzir os índices de criminalidade.
A ordem executiva assinada na sexta-feira pelo presidente americano, Donald Trump, sobre a “protecção da nação contra a entrada de terroristas estrangeiros nos Estados Unidos” proíbe desde então que cidadãos de sete países muçulmanos ingressem no país.
Esta medida surpreendeu inúmeras pessoas que estavam em voo no momento da assinatura do decreto ou que estavam a ponto de embarcar, provocando confusão em alguns aeroportos americanos.
A seguir as categorias de pessoas afetadas:
– Sírios: todos os sírios, cujo país se encontra atingido pela guerra desde 2011, são proibidos de entrar em território americano até nova ordem.
– Cidadãos do Iraque, Irã, Iêmen, Somália, Sudão e Líbia: o texto proíbe que entrem nos Estados Unidos durante 90 dias, período no qual serão revistos os critérios de concessão de vistos.
A Casa Branca e o Departamento de Estado afirmaram que o decreto envolve todos os cidadãos destes países, com excepção dos que têm dupla nacionalidade americana e certos vistos diplomáticos.
– Green Card e vistos de imigração:
O texto afecta as pessoas que têm visto e até os que têm o Green Card, documento de residência americana que demora anos para ser obtido.
Para poder entrar nos Estados Unidos, os titulares do Green Card que actualmente se encontram no exterior devem ir ao consulado americano para conseguir uma autorização especial, afirmou o Departamento de Estado.
Os cidadãos destes países que possuem Green Card e que desejam sair dos Estados Unidos devem pedir uma autorização prévia às autoridades americanas para conseguir retornar.
– Suspenso o programa de admissão de refugiados
O decreto suspende durante 120 dias o programa de admissão de refugiados, um dos mais ambiciosos do mundo para a recepção de vítimas de conflitos.
Criado em 1980, permitiu que os Estados Unidos acolhessem 2,5 milhões de pessoas.
O programa já havia sido congelado durante três meses, logo depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.
Sete funcionários do Conselho Municipal da Cidade de Nampula (CMCN), afectos ao Balcão de Atendimento Único (BAÚ), foram detidos, na última quarta-feira (25), por alegado desfalque de fundos da edilidade, no valor de 2.953.010 meticais.
É na mesma urbe onde igual número de trabalhadores do sector de saúde responde a um processo-crime, indiciados de lesar o Estado em 918.811 meticais saqueados das contas do Hospital Geral de Marrere (HGM).
No caso recente, o grupo faz parte de 11 funcionários. Dos detidos consta um ex-vereador das Finanças, identificado pelo nome de M. Juma. Outros quatro acusados encontram-se foragidos.
Francisco Baúque, procurador afecto ao Gabinete Provincial de Combate à Corrupção em Nampula, disse que os visados integram uma rede encabeçada pelo ex-vereador em alusão, acumulava o cargo de chefe do sistema do BAÚ.
Os indiciados, segundo o magistrado, são acusados de prática de três crimes, nomeadamente o peculato (vulgo desvio de fundo públicos), associação para delinquir e falsificação de documentos.
O esquema consistia em falsificação talões de depósito, recibos, balancetes durante o pagamento de vários serviços pelos munícipes. Os acusados ora detidos são financeiros, informáticos e contabilistas.
O desvio do erário iniciou em 2014 e foi descoberto em 2016. A edilidade, sob a alçada de Mahamudo Amurane, tinha conhecimento do problema mas manteve-se supostamente em silêncio.
O caso chegou aos ouvidos do Gabinete Provincial de Combate à Corrupção em Nampula através dos meios de comunicação social, em Agosto passado.
“Não tivemos nenhuma queixa por parte da edilidade, apesar de ter tomado conhecimento do caso. É provável que tenha submetido a queixa ao Ministério Público ou tribunal“, comentou Baúque.
De referir que em relação ao caso de outros sete funcionários de saúde, eles foram presos e restituídos à liberdade condicional mediante o pagamento de uma caução. No total são nove trabalhadores acusados de prática do mesmo crime. Os outros dois estão foragidos.
O furto, que acontecia desde 2015, foi despoletado em Novembro de 2016 através de uma denúncia ao Gabinete Provincial de Combate à Corrupção em Nampula. As investigações levadas a cabo concluíram ter havido delapidação do erário.
Francisco Manuel Baúque, procurador afecto ao Gabinete Provincial de Combate à Corrupção em Nampula, disse a nossa fonte que o esquema era encabeçado por um funcionário sénior, dos Recursos Humanos e de Administração e Finanças no HGM.
O saque consistia na transferências de fundos em forma de bónus e horas extraordinárias a favor de alguns técnicos de laboratório, enfermeiros, pessoal administrativo, entre outros, cujos valores não correspondia à categoria que os beneficiários ostentavam. Posteriormente, eles precediam à divisão do dinheiro.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (26) que o presidente mexicano Enrique Peña Nieto deve cancelar sua visita a Washington, prevista para terça-feira (31), se o México se recusar a pagar pelo muro que ele quer construir longo da fronteira entre os dois países.
“Os EUA têm um déficit de US$ 60 bilhões com o México. Tem sido um acordo de apenas um lado desde o início do Nafta, com números massivos de empregos e empresas perdidas. Se o México não quer pagar pelo tão necessário muro, seria melhor cancelar o encontro”, escreveu Trump no Twitter.
Se a visita de Peña Nieto a Washington for mantida, ele será um dos primeiros líderes mundiais a se encontrar com o novo presidente americano.
Na quarta-feira (25), após Trump assinar um decreto para a construção de um muro na fronteira entre os dois países, ele disse que lamenta e reprova a decisão. “O México não acredita nos muros. Já disse várias vezes, o México não pagará nenhum muro“, declarou, em vídeo publicado no Twitter.
Em resposta ao decreto de Trump, Peña Nieto ordenou que os 50 consulados mexicanos nos EUA reforcem suas medidas de protecção e “se convertam em autênticas defensorias dos direitos dos imigrantes”.
Promessa de campanha
Entre as principais promessas de Trump durante a campanha estavam construir um muro ao longo de toda a fronteira com o México – e fazer o país vizinho pagar a conta (o que autoridades mexicanas já afirmaram não aceitar) – e deportar todos os imigrantes ilegais que vivem nos EUA.
A fronteira entre EUA e México tem cerca de 3 mil quilómetros, e já existe algum tipo de barreira em um terço de sua extensão. As demais áreas ficam em regiões desérticas ou montanhosas, de difícil acesso.
Estima-se que 11 milhões de imigrantes vivam irregularmente nos EUA, muitos dos quais ingressaram por terra e jamais entraram nos registos do governo. Para dar conta da missão, Trump pretende triplicar para 15 mil o número de agentes de deportação.
Um ex- funcionário, está a respirar o ar das celas, acusado de roubar material cirúrgico do Hospital Provincial de Chimoio.
O meliante que assume a culpa teria sido expulso por outras infracções e não satisfeito teria voltado ao local para roubar o material de cirurgia recuperado pela polícia e devolvido a estabelecimento de saúde.
O acusado disse que pretendia vender a uma clinica o material que segundo um funcionário do hospital iria boicotar a cirurgia de cerca de 50 pacientes.
A Polícia Federal tenta cumprir desde o início da manhã desta quinta-feira (26) um mandado de prisão preventiva (sem data para terminar) contra o empresário Eike Batista. A acção faz parte da Operação Eficiência, segunda fase da Calicute, braço da Lava Jato do Rio.
Os policiais chegaram à casa do empresário, localizada no Jardim Botânico, zona sul, por volta das 6h da manhã. O empresário, no entanto, não está no Brasil, segundo apurou o UOL. Segundo a Polícia Federal, ele ainda não é considerado foragido pela Justiça. Contra ele também está sendo cumprido mandado de busca e apreensão.
Eike é investigado por corrupção activa por ter pagado propina para o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) utilizando um contrato fictício. A reportagem ligou para o celular do advogado de Eike, mas não conseguiu o contacto. À “GloboNews”, ele afirmou que Eike se entregará quando voltar ao país. A assessoria de comunicação do grupo EBX, de Eike, ainda não foi localizada.
O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, expediu nove mandados de prisão preventiva, quatro de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a acompanhar os policiais para prestarem depoimento) e 22 de busca e apreensão, todos no Rio de Janeiro.
Entre os alvos de mandado de prisão estão Cabral, seu ex-assessor Carlos Miranda e o ex-secretário de governo Wilson Carlos. Os três já estão presos desde a Operação Calicute, realizada Novembro do ano passado.
Segundo o juiz, a prisão dos três foi decretada mais uma vez porque apareceram fatos novos na investigação: “aparentemente estariam em curso condutas ilícitas ainda não apuradas, de lavagem e ocultação de activos em nome de terceiros, e por isso não consideradas na decisão anterior que determinou as prisões preventivas destes acusados, o que igualmente sugere, também por esse motivo, a necessidade de novo decreto de prisão complementar, que acolho.”
Hoje foi preso o advogado Flávio Godinho, ex-braço direito de Eike e vice-presidente do Flamengo. Assim como o empresário, Godinho também é “investigado por corrupção activa com o uso de contrato fictício”, segundo o MPF (Ministério Público Federal). O advogado já tinha sido alvo de condução coercitiva na 34ª fase da Operação Lava Jato, em Setembro de 2016.
Eike, Godinho e Cabral também são suspeitos de terem cometido actos de obstrução da investigação porque, em uma busca e apreensão em endereço vinculado ao empresário em 2015, foram apreendidos extractos que comprovavam a transferência dos valores ilícitos de uma conta no Panamá para a empresa Arcadia Associados, segundo o MPF. Na transacção, teriam sido pagos por Eike e Godinho US$ 16,5 milhões em propina para o ex-governador.
“Esse valor foi solicitado por Sérgio Cabral a Eike Batista no ano de 2010 e, para dar aparência de legalidade à operação, foi realizado, em 2011, um contrato de fachada entre a empresa Centennial Asset Mining Fuind Llc, holding de Batista, e a empresa Arcadia Associados, por uma falsa intermediação na compra e venda de uma mina de ouro”, segundo a força-tarefa da Calicute.
O trio teria orientado os donos da Arcadia a manterem perante as autoridades a versão de que o contrato de intermediação seria verdadeiro. Segundo o MPF, a empresa recebeu os valores ilícitos numa conta no Uruguai em nome de terceiros, mas à disposição de Cabral.
“De maneira sofisticada e reiterada, Eike Batista utiliza a simulação de negócios jurídicos para o pagamento e posterior ocultação de valores ilícitos, o que comprova a necessidade da sua prisão para a garantia da ordem pública“, dizem, em nota, os procuradores da Calicute.
De acordo com a Procuradoria, “quatro membros da organização” também são alvos de mandado de prisão: Álvaro Novis, Sérgio de Castro Oliveira, Thiago Aragão e Francisco Assis Neto.
O doleiro Álvaro Novis, sócio da corretora Hoya, foi mencionado pelos colaboradores como sendo a pessoa responsável por creditar vultosas quantias em dinheiro em espécie na conta do acusado de Sergio Cabral. Ele fez 33 ligações para Carlos Miranda, ex-assessor do ex-governador, entre Janeiro e Setembro de 2014. Novis teria pago R$ 12,2 milhões, segundo o despacho do juiz Bretas.
“Lavagem consistente”
O MPF diz que investiga crimes de lavagem de dinheiro consistente na ocultação no exterior de aproximadamente US$ 100 milhões. Segundo o órgão, R$ 270 milhões já foram repatriados e estão à disposição da Justiça Federal em conta aberta na Caixa.
“A investigação, concentrada nos crimes de corrupção (activa e passiva), lavagem e evasão dos recursos, tem avançado com base em quebras de sigilo (bancário, fiscal, telefónico e telemático) e em acordos de colaboração premiada“, informa o MPF. Segundo os procuradores, a organização criminosa liderada por Cabral movimentou, em dez meses (Agosto de 2014 a Junho de 2015), R$ 39,7 milhões, cerca de R$ 4 milhões por mês.
“A remessa de valores para o exterior foi contínua entre 2002 e 2007, quando Cabral acumulou US$ 6 milhões. Mas esse alto valor em nada se compararia às surreais quantias amealhadas durante a gestão do governo do Estado do Rio de Janeiro, quando ele acumulou mais de US$ 100 milhões em propinas, distribuídas em diversas contas em paraísos fiscais no exterior“, diz o MPF em nota.
Entre os alvos de mandados de condução coercitiva estão a ex-mulher de Cabral, Suzana Neves Cabral, e um irmão dele, Maurício de Oliveira Cabral. Eles seriam beneficiários de recursos ilícitos. “Suas contas e de suas empresas receberam altas quantias ocultadas pela organização”, dizem os procuradores.
Para o MPF, há elementos suficientes para pedir as prisões temporárias, que têm duração de até cinco dias, de Susana e do irmão de Cabral, “mas foi pedida uma medida menos gravosa para que deponham, conforme for ordenado pela Justiça”.
O UOL ainda não conseguiu contacto com a defesa dos alvos na operação de hoje.
Eike complicou Mantega na Lava Jato
Eike já foi considerado o oitavo homem mais rico do mundo, segundo a revista “Forbes”, mas acabou acumulando grandes prejuízos com a derrocada de sua petroleira, a OGX.
Citado na Operação Lava Jato, o ex-bilionário optou por comparecer de forma espontânea ao MPF, onde depôs em maio do ano passado. Na ocasião, o relato dele acabou sendo factor decisivo para complicar o petista e ex-ministro da Fazenda Guido Mantega em relação a desvios de dinheiro e corrupção na Petrobras.
Mantega chegou a ser detido no âmbito da 34ª fase da Lava Jato, baptizada Arquivo X, mas foi liberado posteriormente por decisão do juiz Sérgio Moro.
Eike declarou que, em Novembro de 2012, Mantega pediu R$ 5 milhões ao empresário para quitar dívidas da campanha de 2010 da então candidata à Presidência Dilma Rousseff. A defesa do ex-ministro negou ter feito o pedido.
No depoimento, o empresário declarou ainda que o dinheiro solicitado pelo ex-ministro seria pago a uma empresa do ex-marqueteiro do PT João Santana e sua mulher, Mônica Moura, presos em outra fase da Lava Jato. O repasse seria feito mediante a prestação de serviço ao grupo do empresário.
Cabral é acusado de liderar grupo
Em novembro, Cabral foi detido em seu apartamento, no Leblon, na zona sul carioca, e hoje se encontra em uma cela do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste. Contra ele havia dois mandados de prisão, dos quais um expedido pelo juiz Sérgio Moro.
As investigações mostraram, de acordo com a Justiça, que Cabral liderou um grupo de operadores e beneficiários de esquema de propina junto a empreiteiras que tinham contratos com o governo do Estado.
Eram empresas responsáveis por tocar grandes obras, como a reforma do Maracanã, a construção do Arco Metropolitano e projectos de urbanização em favelas da cidade.
O prejuízo estimado para os cofres públicos é de R$ 224 milhões, segundo denúncia do MPF. A defesa de Cabral diz que ele nega todas as acusações.
A venda de viaturas usadas, importadas maioritariamente do Japão, transformou-se num grande negócio a partir do início do ano 2000, mas nos últimos dois anos há cada vez menos pessoas a comprar carros nos parques nacionais.
Não há registos oficiais, mas numa ronda que a nossa equipa de reportagem fez ao longo da avenida Joaquim Chissano, na cidade de Maputo, constatou perto de dez “stands” encerrados.
O assunto é tido como sensível, por isso, os actores envolvidos na importação e venda daquelas viaturas não quiseram “dar a cara”. Aponta-se a diminuição do poder de compra das pessoas, por conta da crise financeira, a super valorização do dólar face ao metical e as elevadas taxas aduaneiras aplicadas pelas Alfândegas de Moçambique.
“Uma viatura que estava a ser vendida a 140 mil meticais, hoje é vendida a 240 a 260 mil meticais. Se formos a ver, importando um carro do Japão, se antes estava a 2 000 dólares, hoje está a 1 900 dólares, estamos a falar de 1 900 multiplicado por 73 meticais, o custo actual do dólar, quando antes era por 35 dólares”, explicou um dos envolvidos no negócio.
Quanto às Alfândegas, o grande problema apontado é a alegada aplicação de um câmbio acima do oficialmente estabelecimento pelo Banco Central, o que acaba se reflectindo no valor calculado da taxa a pagar, em função do valor de compra. Fora isso, os importadores queixam-se da reavaliação do valor das viaturas que as Alfândegas fazem com frequência, ignorando o declarado no local de proveniência, acabando também por encarecer os carros.
No que concerne ao parque automóvel nacional, aproxima-se a 700 mil veículos. Dados fornecidos pelo INATTER indicam que, até ao primeiro semestre 2016, existiam 450 mil veículos ligeiros, 150 mil pesados.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na quarta-feira (25) uma ordem executiva para iniciar a construção de um muro na fronteira com o México, uma das principais e mais polémicas promessas de campanha do republicano.
Trump também assinou uma ordem executiva para bloquear fundos federais para as chamadas “cidades-santuário”, que protegem imigrantes sem documentos da deportação. Os fundos federais serão abolidos para cidades que se recusem a fornecer informações às autoridades federais sobre o status de imigração de pessoas detidas nessas localidades, entre as quais estão Chicago, Nova York e Los Angeles.
Após assinar as ordens, Trump discursou a uma plateia de funcionários do Departamento de Segurança Interna e deu mais detalhes. Segundo ele, os textos ordenam:
Construção imediata de um muro na fronteira;
Fim da politica de “prender e soltar” na fronteira e requer que outros países aceitem os imigrantes de volta;
Repressão às cidades-santuário;
Mais poder aos patrulheiros para mirar e retirar aqueles que apresentam uma ameaça à segurança nacional;
Contratação de mais 5 mil patrulheiros de fronteira (triplicando o número de funcionários);
Criação de um escritório dedicado a apoiar vítimas do crime de imigração ilegal.
Realidade paralela de Trump tenta justificar série de medidas polémicas
“Uma nação sem fronteiras não é uma nação. A partir de hoje os Estados Unidos tomam de volta o controle de suas fronteiras”, disse à plateia.
A Inspecção Geral do Trabalho (IGT) suspendeu, ano passado, na província de Nampula, um total de 140 cidadãos estrangeiros que exerciam diversificadas actividades laborais de forma ilegal.
A acção resultou de um trabalho inspectivo desencadeado em 788 empresas que operam em Nampula, tendo abrangido um universo de 20 mil trabalhadores, entre os quais 1.065 estrangeiros.
A IGT indica em comunicado de imprensa, hoje recebido pela AIM, que, em 2016, Nampula registou 2.202 processos de contratação de cidadãos estrangeiros.
Deste universo, 1.249 estrangeiros foram contratados no âmbito da quota estabelecida pela legislação laboral, conhecida como sendo contratação automática, e 494 entraram no mercado do emprego por via de projectos que decorrem naquela região nortenha, com destaque para o sector industrial, comercial, extractivo, agrícola, serviços e construção civil.
Os contratos de curta duração, até 180 dias, também previstos na legislação laboral em vigor, registaram os índices mais baixos, ao somar apenas 27 trabalhadores estrangeiros e os de até 30 dias de duração registaram 176 expatriados, entre outro tipo de contratos. O pedido de autorização de trabalho, isto é, acima da quota estabelecida, foi de apenas 5 casos.
Por outro lado, diversas empresas que operam em Nampula rescindiram contratos de trabalho com 169 cidadãos estrangeiros, por diversos motivos, entre os quais a resposta encontrada internamente em termos de mão-de-obra nacional qualificada, a reestruturação empresarial, bem como o fim de actividades de alguns projectos de investimento.
Outros 74 contratados estrangeiros foram autorizados pelo Governo a transferirem-se para outros projectos ou locais de trabalho.
Em termos de nacionalidades, nos últimos doze meses, a indiana foi a que deu entrada mais trabalhadores na Província de Nampula ao totalizar 622 cidadãos, seguindo-se da chinesa (com 267 trabalhadores) e a portuguesa (266).
Os outros países que se evidenciaram na mão-de-obra contratada em Nampula, durante o ano transacto, foram a África do Sul (com 144 trabalhadores), Brasil (129), Guiné-Conacry (123), Nigéria (84), Paquistão (74), Zimbabwe (61), Mali (59), Somália (44) e Tanzânia com 39 cidadãos contratados.
Durante a campanha inspectiva foram detectadas, para além do emprego ilegal de mão-de-obra estrangeira, 2.191 infracções que resultaram em 439 multas e 1.752 advertências.
Para além da fiscalização, a IGT, ministrou algumas palestras pedagógicas sobre legislação e boa convivência laboral, para além de ter prestado diversa assessoria técnica a empresas que solicitaram intervenção da instituição para a correcção de erros decorrentes de interpretação da legislação laboral, entre outros problemas.
O presidente dos Estados Unidos defendeu que o seu plano para limitar a entrada de pessoas de diversos países muçulmanos é necessário devido à “confusão total” do mundo.
Em entrevista à ABC, na noite de quarta-feira, Donald Trump rejeitou tratar-se de uma interdição contra os muçulmanos: “Não, não é uma proibição dos muçulmanos, mas dos seus países”, porque “as pessoas vão chegar e causar-nos tremendos problemas”.
“O nosso país já tem problemas suficientes e em muitos ou em alguns casos [há pessoas] que procuram causar tremenda destruição”, adiantou.
Donald Trump recusou dizer a que países se estava a referir, mas afirmou acreditar que a Europa “cometeu um enorme erro ao permitir que esses milhões de pessoas sigam para a Alemanha e outros países. Basta olhar – é um desastre o que está a acontecer lá”.
Segundo um projecto de ordem executiva publicado pelos meios de comunicação social norte-americanos, os refugiados da Síria vão ser banidos por tempo indefinido, o amplo programa norte-americano de admissão de refugiados vai ser suspenso por 120 dias e todos os pedidos de visto oriundos de países considerados uma ameaça terrorista – Iraque, Síria, Sudão, Líbia, Somália e Iémen – vão ser suspensos por 30 dias.
Questionado sobre se receia provocar a ira dos muçulmanos em todo o mundo, Donald Trump respondeu: “Raiva? Já há muita raiva neste momento. Como é possível haver mais?”
Para Trump, “o mundo é um lugar de raiva (…). Fomos para o Iraque, não devíamos ter ido. Não devíamos ter saído da forma que saímos. O mundo está uma confusão total”.
Segundo o projecto de decreto divulgado pelos ‘media’, o Presidente norte-americano planeia cortar pela metade o número de refugiados que entram nos Estados Unidos durante o ano fiscal de 2017, que termina a 30 de Setembro.
Enquanto a administração do antigo presidente Barack Obama definiu a meta de aceitar mais de 100 mil refugiados este ano, Trump pretende cortar esse objectivo para 50 mil.
Mauro Biglino, antigo tradutor das Edizioni San Paolo (uma das mais importantes editoras católicas), traduziu durante anos escritos originais da Bíblia. Agora afirma que o livro não fala sobre Deus.
Mauro Biglino trabalhou durante anos no Vaticano como tradutor de hebraico antigo para as Edizioni San Paolo, uma das mais importantes editoras católicas do mundo, que edita a Bíblia e outros livros católicos em todo o mundo, incluindo em Portugal (Editora Paulus). Era responsável pela tradução dos escritos originais da Bíblia, em hebraico, para a publicação em italiano pela editora pertencente à Sociedade de São Paulo, congregação fundada em 1914 pelo Beato Giacomo Alberione. Trinta anos depois de ter começado o seu trabalho como tradutor, publicou “A Bíblia não é um Livro Sagrado” (Livros Horizonte), obra polémica em que assegura: “A Bíblia não é aquilo que habitualmente se diz. Conta uma outra história, não se ocupa de Deus”.
Ao Observador, Biglino afirma que “não há qualquer referência a Deus nos textos da Bíblia. Há, sim, a um colectivo, chamado Elohim, e a um deles em particular, chamado Yaveh“. A dada altura, explica o autor, “as traduções foram sendo adulteradas e foram convertendo Yaveh num Deus único e todo poderoso”. E acrescenta: “Em hebraico nem sequer há nenhuma palavra que signifique Deus”. No seu livro, Mauro Biglino detalha o percurso das traduções oficiais da Bíblia, que foram adulteradas para “para inventar o monoteísmo”.
Biglino, que nasceu em 1950 na cidade italiana de Turim, aprendeu hebraico na comunidade hebraica de Turim. Mais tarde, a editora do Vaticano apercebeu-se dos trabalhos de tradução de Biglino, reconheceu o seu rigor e convidou-o para colaborar. “Além disso, perceberam que eu também conhecia latim e grego, línguas essenciais para entender o contexto dos textos bíblicos”, acrescenta.
“Em 2010, comecei a escrever um livro em que denunciava algumas das contradições que estava a encontrar nas minhas traduções dos textos bíblicos, e desde esse momento, a colaboração foi interrompida, acabaram o meu contrato de trabalho”, lembra. Biglino acrescenta que compreende “perfeitamente” a decisão da editora, uma vez que se tornou “inviável” estar ao serviço da editora e obter conclusões tão distintas.
Quando deixou de colaborar com as Edizioni San Paolo, Biglino publicou livros em que apresentou traduções literais, palavra por palavra, de vários textos bíblicos, que foram usados por historiadores para identificar imprecisões. Nesses livros, que mostravam lado a lado as palavras italianas e hebraicas, Biglino argumenta que a Bíblia contém diversas imprecisões facilmente demonstráveis. “É por isso que os críticos discordam das minhas conclusões mas não põem em causa o rigor das traduções”, sublinha.
“Quando eu digo que a Bíblia não fala de Deus, não digo que Deus não existe, porque não o sei. Digo apenas que a Bíblia não fala de Deus”, destaca, acrescentando que, no seu entender, “não se sabe nada sobre Deus”. Por isso, sublinha, “como Deus me é absolutamente desconhecido, não posso acreditar nele”. Mauro Biglino afirma ainda que não é o único a discordar das traduções oficiais da Bíblia, mas acrescenta que “não há muitos que tenham a coragem de divulgar as suas conclusões”.
Para o antigo tradutor, o seu trabalho pode mesmo ter influência nas futuras traduções da Bíblia, avançando que já se sentem alguns efeitos. “A profecia de Isaías, por exemplo, dizia que ‘a Virgem irá conceber e dará à luz um Filho’, mas as bíblias alemãs, depois da aprovação da Conferência Episcopal, já não dizem isso. Já dizem que ‘a Virgem vai conceber’, que é o que verdadeiramente lá está escrito”, destaca Mauro.
Contactada pelo Observador, a editora italiana confirmou que Mauro Biglino já deixou de colaborar com as Edizioni San Paolo “há muitos anos”, pelo que recusou comentar o trabalho atual do tradutor.
Um sargento da Polícia da República de Moçambique (PRM) e instrutor de Ordem Legal na Escola de Formação de Matalana, identificado pelo nome de N. Baptista, está detido, há dias, suspeito de pertencer a uma gangue que protagonizava assaltos à mão armada nos distritos de Marracuene e Manhiça.
Segundo a nossa fonte, o visado cometia desmandos em conexão com o seu primo, ora em parte desconhecida. Os outros elementos do grupo formado por este bando estão igualmente a ver o sol aos quadradinhos.
Ele foi interceptado pela Polícia algures no bairro de Khongolote, no município da Matola, e conduzido às celas do Comando Distrital da PRM em Marracuene, onde igualmente está encarcerado um outro cidadão de nome L. Cossa. Este declarou-se, de pés juntos, que é inocente e está preso por ser amigo do primo do instrutor. Por isso, considerou que a prisão injusta. “Nunca cometi nenhum crime”.
Baptista alegou que a sua suposta ligação com o delito em causa resulta do facto de a 30 de Dezembro passado ter emprestado o seu carro ao primo foragido. E, em vez de ser o primo a devolver a viatura, foi um vizinho a fazê-lo. Não desconfiou que alguma coisa errada estava a acontecer.
Aliás, para a corporação, Baptista é a mesma pessoa que, há sensivelmente três anos, apareceu numa fotografia difundida nas redes sociais, envergando fardamento das Alfândegas e era indiciado de extorsão a vários cidadãos.
Endossando a teoria de crime, a Polícia fez saber igualmente que o sargento e os seus comparsas praticavam desmandos na vila da Manhiça e na área da Feira Agro-Pecuária, Comercial e Industrial de Moçambique (FACIM), usando uma viatura cuja descrição não nos foi fornecida.
Na tentativa de convencer a PRM de que houve engano em relação ao seu envolvimento no crime de que é acusado e recuperar o bom nome, o visado argumentou que os seus superiores hierárquicos sabem e podem testemunhar que na fotografia em alusão ele aparece porque estava em missão de serviço, no Estádio da Machava, na celebração do “dia da independência”.
Refira-se que este é apenas um exemplo de muitos casos de policiais que se envolvem em crime e mancham o bom nome da corporação.
Até há policiais que alugam armas de fogo a bandidos para a prática de delitos. Tal é o caso de Cândido de Almeida Safur e Joaquim Munogarepi, de 42 e 43 anos de idade, membros da PRM afectos ao Comando Distrital de Chibabava (Sofala), condenados a 24 anos de prisão maior, pela 5ª secção do Tribunal Judicial de Sofala.
A lista de policiais envolvidos em crimes é extensa. Pode-se ainda citar os casos Calisto, que ocupava o cargo de inspector da PRM e chefe da brigada da Polícia de Investigação Criminal; Faustino Artur, inspector principal da PRM; Victor Arone, subinspector da PRM, e Tadeu Gaspar, sargento da PRM, detidos em conexão com o roubo de 12 cornos de rinoceronte, dos 65 apreendidos a 12 de Maio do ano passado, numa residência no município da Matola.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve recentemente um homem de 53 anos de idade, quando tentava raptar um bebé de três semanas, numa maternidade em Tete.
O indiciado ora a contas com a PRM nega as acusações e diz que pensou que o bebé fosse da sua esposa que também estava na maternidade aguardando a hora do parto.
A porta-voz da PRM naquele ponto do país, Lurdes Ferreira esclareceu que a intervenção da polícia evitou que o rapto da menor se efectivasse.
Ferreira explicou ainda que o acusado aproveitando-se pelo facto da mãe dos dois menores por sinal gémeos enquanto fazia o controle semanal se dirigiu a enfermaria e deixado o outro na companhia da sua filha menor de nove anos subtraiu um dos menores e colocou-se em fuga mas dentro das instalações do hospital.
O Costa do Sol, treinado pelo português Nelson Santos, goleou o Phiva Young Stars FC, da 2ª divisão da África do Sul, por 3-0, em partida realizada inserida na preparação para a presente época de futebol moçambicano.
Os golos foram marcados por Ruben, Isac e Zequito, este dois últimos reforços ex-Maxaquene e Estrela Vermelha de Maputo, respectivamente.
O jogo realizou-se na cidade sul-africana de Joanesburgo, onde os «canarinhos» se encontram a estagiar desde domingo. Foi o quarto teste para os comandados de Nelson Santos em terras sul-africanas.
No primeiro encontro, perderam diante do Mbombela, por 3-1, e depois empatou por duas vezes frente ao Bidvest Wits, 1-1, e Acornbush, 2-2.
No sábado, o Costa do Sol encerra o seu estágio medindo forças com o Platinum Stars, curiosamente adversário da União Desportiva do Songo na pré-eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça da Confederação Africana.
O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que vai pedir “uma grande investigação” sobre alegados actos de fraude eleitoral registados durante as presidenciais de Novembro passado, suspeitas que não foram sustentadas, até à data, por qualquer prova.
“Vou pedir uma grande investigação sobre fraude eleitoral, nomeadamente sobre os eleitores inscritos para votar em dois Estados, aqueles que são ilegais e os eleitores registados que morreram (e muitos já há algum tempo). Dependendo dos resultados vamos reforçar os procedimentos de votação“, escreveu, esta quarta-feira, o chefe de Estado americano na sua conta pessoal na rede social Twitter.
Trump afirmou recentemente aos líderes do Congresso norte-americano que está convicto de que até cinco milhões de pessoas terão votado ilegalmente nas eleições presidenciais e gerais de 08 de Novembro de 2016.
“Nas suas palavras, entre três e cinco milhões de pessoas poderão ter votado de forma ilegal, um dado que tem por base estudos a que tivemos acesso“, declarou na terça-feira o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, durante a habitual conferência de imprensa diária da Presidência dos Estados Unidos.
Até à data, não foi apresentada publicamente qualquer prova que sustente as suspeitas de fraude eleitoral.
Se estas alegações forem confirmadas, tal cenário irá constituir um dos maiores escândalos políticos na história do país.
O porta-voz da Casa Branca ressalvou, no entanto, que Donald Trump tem confiança nos resultados das eleições.
O magnata do imobiliário perdeu o voto popular contra a sua adversária democrata Hillary Clinton, que conseguiu mais 2,9 milhões de votos populares.
Mas foi Donald Trump que garantiu a vitória que interessava: a maioria dos ‘grandes eleitores’ no Colégio Eleitoral (processo que escolhe directamente o Presidente), 304 contra os 227 da democrata.
Nas mesmas declarações, Sean Spicer indicou que, segundo “estudos e provas” que “pessoas” apresentaram a Trump, 14% dos eleitores “não eram cidadãos norte-americanos”.
No passado, Donald Trump já tinha citado um estudo do centro de pesquisa norte-americano “Pew Center on the States” de 2012 segundo o qual mais de “1,8 milhões de pessoas mortas figuravam nos cadernos eleitorais“.
Este relatório não fornecia qualquer elemento que permitisse pensar que outras pessoas pudessem ter votado em nome destes eleitores falecidos.
Trump também chegou a citar um relatório da Old Dominion University que sugeria que um grupo de cidadãos não americanos (cerca de 14%) afirmava estar registado nos cadernos eleitorais. A fiabilidade deste estudo foi fortemente questionada.
Três irmãos encontram-se detidos na 7ª esquadra da Polícia da República de Moçambique no bairro T-3, indiciados de matar o seu próprio irmão, por sinal doente mental, no bairro da Zona Verde, município da Matola.
Os indiciados confirmam ter agredido o irmão mas negam ter morto o cidadão.
Segundo contam, o malogrado que sofria de perturbações mentais teria sido o primeiro a atacar um dos irmãos provocando-lhe ferimentos na cabeça.
“O homem me atacou sem eu ter lhe feito nada de errado e de repente levou uma pá e veio muito agressivo tendo me batido com o instrumento e aleijou-me“, disse um dos acusados.
Estes explicaram ainda que depois conseguiram lhe segurar e lhe amarraram mas o malogrado continuava a fazer forca. Por isso suspeitam que ele tenha perdido a vida na tentativa de se desamarrar.
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