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Sábado, Maio 16, 2026
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Mais de 230 mil crianças são forçadas a serem soldados

Mais de 230 milhões de menores vivem em zonas de guerra e, apesar de não haver dados exactos, calcula-se que cerca de 250 mil crianças tenham de ser soldados em 17 países.

O alerta foi dado por várias organizações não-governamentais (ONG) para assinalar o Dia Internacional contra a Utilização de Menores Soldados e, para denunciar esta violação dos direitos humanos, estão previstas para este domingo várias ações, incluindo a VI Marcha Solidária “Corre por uma causa, corre pela educação”, organizada pela ONG Entreculturas, que vai acontecer na Casa de Campo de Madrid, Espanha.

Os fundos angariados com a iniciativa vão ser canalizados para a educação de 945 crianças do Sudão do Sul e para a formação de 50 professores da localidade de Maban, onde atualmente vivem 135 mil refugiados sudaneses e 15 mil deslocados internos que fugiram dos conflitos do Sudão e do Sudão do Sul.

De acordo com as Nações Unidas, mais de três milhões de pessoas viram-se forçadas a fugir das suas casas no Sudão do Sul. Além disso, 1,8 milhões de pessoas estão deslocadas no interior do país e 1,4 milhões de pessoas estão refugiadas em países vizinhos.

Também a Entreculturas e o Serviço Jesuíta a Refugiados anunciaram em comunicado que vão juntar-se à Rede Mundial da Oração do Papa para a causa das crianças soldado.

Estas ONG trabalham para promover a educação entre os menores da República Centro-Africana, do Sudão do Sul e da Colômbia para que as crianças recuperem a sua vida normal para que “voltem ao lugar onde deviam estar: na escola”.

JN

Três vítimas mortais resgatadas do rio Chipaca após naufrágio

O presidente da Câmara de Quelimane, Manuel Araújo, afirmou que foram resgatados três corpos sem vida do rio Chipaca, vítimas do naufrágio de uma embarcação que seguia com um número ainda indeterminado de passageiros.

A estas três mortes, duas mulheres de 22 e 28 anos, e uma adolescente de 12 anos, soma-se uma outra já confirmada no sábado, dia em que a embarcação que fazia a ligação entre Quelimane e Madal naufragou.

Em declarações à Lusa a partir de Quelimane, o autarca referiu que “à volta de cinco a 10 pessoas estão desaparecidas”, acrescentando que “até ao momento não se sabe ao certo quantas pessoas iam no barco”.

No sábado, o porta-voz da Polícia moçambicana na província da Zambézia, Miguel Cândido, disse à Lusa que o incidente ocorreu por volta das 07 horas de sábado, quando a embarcação, que estava superlotada, fez uma manobra arriscada, tendo embatido na estrutura da ponte sobre o rio Chipaca.

Segundo a Rádio de Moçambique, a lancha levava mais de 20 pessoas e foram resgatadas com vida somente quatro passageiros, um dos quais veio a falecer no centro de Saúde de Issídua, para onde fora transportado.

RTP

Hospital infecta acidentalmente pacientes com vírus da Sida

Pelo menos cinco pacientes de um hospital na China foram acidentalmente infectados com o vírus VIH. As culpas foram atribuídas a um médico, que reutilizou equipamentos médicos que deveriam ser descartáveis, segundo a BBC.

O caso remonta a 26 de janeiro e ocorreu no Hospital Provincial de Zhejiang de Medicina Chinesa de Hangzhou. O governo emitiu agora um comunicado assumindo a ocorrência de um “grave incidente médico”, mas muitas notícias sobre o caso acabaram por ser censuradas no país, como dá conta a AFP.

O clínico em causa terá reutilizado material médico em vários pacientes, depois de este ter sido usado num utente portador do vírus causador da Sida. É, por isso, alvo de uma investigação.

Nas redes sociais, o tema tem sido amplamente comentado, com os utilizadores chineses a duvidarem se terá sido a primeira vez que o hospital não cumpre os protocolos e a questionarem quantas mais pessoas terá sido infectadas.

Na década de 90, milhares de pessoas foram infectadas na China com VIH no seguimento de um esquema ilegal de venda de sangue infectado. Desde então, as regras em torno das doações e transfusões de sangue foram apertadas.

Notícias ao Minuto

Cabo Delgado: Professor detido por falsificação

Um professor está a contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM), em Cabo Delgado, acusado de falsificar a identidade de um menor, no ano findo, com vista a sua participação nos jogos desportivos escolares.

Estas informações foram tornadas públicas ontem, pela Direcção Nacional de Identificação Civil que adiantou que o facto foi descoberto que o menor foi a instituição para adquirir o bilhete de identidade com os seus verdadeiros dados pessoais.

De acordo com o porta-voz da DINIC o professor está preso e será responsabilizado pelos seus actos criminais.

Folha de Maputo

Gaza: Motorista dos Correios de Moçambique é detido após acidente de viação

Uma pessoa morreu e outras cinco contraíram lesões devido a um acidente de viação ocorrido na passada quinta-feira (09), no distrito de Bilene, província de Gaza, envolvendo um autocarro de passageiros da empresa Correios de Moçambique. O facto levou à prisão do condutor.

A vítima mortal foi uma mulher viúva de 58 anos de idade, que respondia pelo nome Beatriz Gonçalves Duval, segundo a Polícia local, que, porém, não revelou a identidade dos cinco sobreviventes ligeiramente lesionados.

O acidente, do tipo despiste e capotamento, deu-se por volta das 05h50, na Estrada Nacional número (EN1), concretamente zona da curva de Abdul, na vila municipal da Macia.

Informações fornecidas pela Polícia da República de Moçambique (PRM) em Gaza dão conta de que o sinistro envolveu um autocarro de passageiros com a chapa de inscrição AFX 430 MC, pertencente aos Correios de Moçambique.

Na altura, a viatura era conduzida por cidadão de nome Cristiano J. F. Matervla, de 40 anos de idade, o qual seguia o sentido Maputo/Xai-Xai, informou a corporação aos órgãos de comunicação social.

O arrebentamento do pneu de frente, lado esquerdo, aliado ao pavimento escorregadio devido à água da chuva é considerado a causa da desgraça.

As vítimas foram socorridas para Hospital Rural da Macia e o condutor detido encontra-se detido. Por conseguinte, foi lavrado o auto nº. 16/AV/CDBM/017.

@Verdade

Trump declara guerra a juízes e ganha tribunais como inimigos

Presidente promete lutar até ao Supremo, mas pondera novo decreto a proibir entrada de pessoas de países que considera perigosos.

“Vemo-nos nos Tribunais”, tweetou Donald Trump depois de um tribunal de San Francisco ter rejeitado o seu recurso para acabar com a suspensão da proibição de entrada nos Estados Unidos decretada pelo presidente para cidadãos de sete países de maioria muçulmana. O comentário foi seguido da garantia dada pelo inquilino da Casa Branca de que irá batalhar até ao Supremo Tribunal para que a sua ordem executiva volte a entrar em vigor, garantindo assim “a segurança da nação”. Mas diante dos obstáculos que se avizinham, Trump já admitia ontem emitir um novo decreto, contornando assim aqueles que se estão a tornar nos seus maiores inimigos: os juízes.

Apesar de já ter os conselheiros a trabalhar num novo decreto, Donald Trump não é homem para fugir de uma guerra. Chamou “alegado juiz” ao magistrado que primeiro suspendeu o decreto presidencial que além de suspender a entrada de cidadãos de sete países também suspende a entrada de refugiados nos EUA. Acusou os tribunais de serem partidários e “políticos” e insinuou que se acontecesse um ataque terrorista no país enquanto a sua ordem executiva estiver suspensa, a culpa é dos juízes. E depois de o tribunal de recurso de San Francisco ter confirmado a suspensão do decreto, o presidente voltou a sublinhar que “até um mau aluno do liceu consegue perceber” que a segurança dos EUA está em risco.

Foi no Twitter, o seu meio favorito de se exprimir e comunicar com o americanos e o mundo, que Trump ontem escreveu: “O nosso sistema legal está falido”. Acrescentando: “77% de refugiados autorizados a entrar nos EUA desde a suspensão da proibição de viajar. Tão perigoso!”

Para a revista Slate, o que Trump está a fazer é “culpar os tribunais por politizarem os tribunais ao agirem como tribunais”. Aquela publicação, assumidamente de esquerda, classifica ainda a atitude do presidente em relação ao juízes como sendo “perturbadora” e explica que “Trump declarou guerra ao sistema judicial pela mesma razão que declarara guerra ao sistema eleitoral, aos serviços secretos, ao Congresso, etc”.

A bordo do Air Force One a caminho de Mar-a-Lago, onde ia passar um fim de semana de golfe e diplomacia com o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe, Trump explicou que o novo decreto presidencial deve mudar “muito pouco” em relação ao anterior, mas sem dar mais pormenores. “Vamos vencer esta batalha.
Infelizmente demora tempo. Vamos vencer esta batalha. Mas temos muitas outras opções, incluindo emitir uma nova ordem executiva
“, afirmou o presidente.

Com um sistema de governo criado a pensar no equilíbrio de poderes, os Estados Unidos garantem que o presidente não pode tomar as decisões sozinho. E se as tomar, há outras instituições para o travar. No caso de Trump, o chefe do Estado até pode contar com um Congresso em que os republicanos têm maioria em ambas as Câmaras (o que mesmo assim não garante nada). Mas os tribunais têm o poder de declarar inconstitucional qualquer acto do presidente.

Duras críticas

Os ataques de Trump contra o sistema judicial valeram-lhe duras críticas. Inclusive dentro do seu campo político. Até Neil Gorsuch, o juiz que o presidente nomeou para o Supremo Tribunal e que aguarda ainda pela aprovação do Senado, veio, considerou esses comentários “desmoralizadores”.

A proibição de entrada nos Estados Unidos de cidadãos de sete países de maioria muçulmana foi até agora a decisão mais polémica da presidência Trump. E testou a capacidade do inquilino da Casa Branca de impor a sua vontade a um sistema político e judicial que jurou dominar mas que tem resistido às suas ordens. Sobretudo o judicial.

O decreto presidencial original, emitido em Janeiro, logo depois da posse de Trump, suspende a entrada de refugiados nos EUA durante 120 dias, além de proibir a entrada no país de cidadãos do Irão, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iémen. Uma nova ordem executiva poderá ser mais explícita, respondendo às preocupações dos juízes que suspenderam a anterior. Por exemplo no que se refere a cidadãos com autorização de residência permanente nos EUA (green card), uma vez que o texto principal era omisso em relação a eles, gerando confusão dentro da própria administração sobre se estariam ou não proibidos de entrar. A Casa Branca pode ainda, segundo o New York Times, mudar alguns países da lista e restringir a categoria de pessoas abrangidas.

Enquanto isso não acontece – Trump admitiu que o novo decreto presidencial pode ser emitido já nesta segunda ou terça-feira -, as autoridades americanas têm concentrado esforços no combate contra os imigrantes ilegais. Na semana que agora termina, foram realizadas várias operações em meia dúzia de estados que terminaram com a detenção de centenas de pessoas, na maioria criminosos condenados, mas também algumas sem cadastro. Durante a campanha, Trump prometeu deportar três milhões de ilegais condenados por crimes nos Estados Unidos. Ao todo estima-se que vivam no país 11 milhões de imigrantes sem documentos.

DN

Zona Verde: Disputa por boné termina em assassinato

Um jovem morreu, no sábado (11), após ser picado várias vezes com uma garrafa numa barraca onde estava a divertir-se com amigos, no bairro Zona Verde. 

A vítima foi atingida por vários golpes desferidos por um amigo após uma discussão acesa por causa de um chapéu. O malogrado, com 19 anos de idade, foi atingido sobretudo na garganta e cabeça, e morreu no hospital de Ndlavela, local para onde foi socorrido pelos vizinhos após os golpes.

Os familiares, vizinhos e amigos da vítima estão inconsoláveis e queixam-se de criminalidade na zona. Os mesmos dizem que tem sido frequentes assaltos com objectos contundentes sobretudo à noite. Aliás, alguns moradores revelaram que, por exemplo, é arriscado caminhar a partir das 19h00 pelas ruas daquela zona. Entre as principais vítimas dos criminosos constam estudantes do curso nocturno que tem sido surpreendido quando voltam da escola.

O indiciado que era vizinho e amigo mais próximo do malogrado fugiu após o crime. Momento depois do crime, por volta das 08h00 horas da manhã a Polícia deslocou-se à casa da vítima e depois a do indiciado para apurar os contornos do caso.

O crime provocou fúria popular

O assassinato provocou fúria dos familiares, amigos e vizinhos da vítima. Horas depois um grupo deslocou-se à casa do indiciado para fazer justiça pelas próprias mãos em forma de retaliação pela morte do jovem. Mas o indiciado já tinha fugido de casa e o grupo confusionou a mãe para revelar o esconderijo do filho. O pior (agressões) não aconteceu porque os moradores enfurecidos foram aconselhados a abandonar o local para evitar confusão.

 “Essa senhora sabe muito bem onde o filho se escondeu. Assim, estamos a espera dos outros familiares e voltaremos para interrogar bem a senhora até nos dizer onde o filho está. Sabemos que ele (indiciado) depois do crime veio falar com a mãe e acreditamos que revelou para onde vai”, referiu um dos familiares da vítima.

O País

Piloto se distrai ao tirar fotografias e faz avião cair

O tenente da Força Aérea britânica está em tribunal por causa do incidente quando levava a bordo 187 militares.

Um piloto da Força Aérea britânica que transportava 187 soldados para o Afeganistão fez o avião cair a pique porque, alegadamente estava “aborrecido” e se entreteve a fazer experiências com uma máquina fotográfica. O tenente rejeita algumas das acusações, mas admite negligência no desempenho das suas funções.

O caso, que está agora a ser julgado em tribunal militar, ocorreu em Fevereiro de 2014. O tenente Andrew Townshend, 49 anos, estava a fazer testes para tirar fotografias de longa exposição com uma máquina fotográfica, quando esta encravou entre o apoio do braço e o joystick que controla o avião, tendo desengatado o piloto automático e feito com que o avião caísse a pique. Catorze passageiros sofreram ferimentos.

De acordo com a acusação, no momento em que isto aconteceu o copiloto estava fora da cabine – tinha ido buscar um chá. Os quase 200 soldados que estavam a bordo a caminho do Afeganistão foram projectados para o tecto do avião e acharam que iam morrer.

Quando finalmente conseguiu recuperar o controlo do aparelho, o tenente anunciou aos passageiros que não sabia o que tinha acontecido. O avião, vistoriado na Turquia, não apresentou qualquer sinal de problema técnico. Ainda segundo a acusação, o piloto “não estava concentrado durante o voo e estava entediado”.

O tenente é acusado de ter mentido num inquérito interno ao incidente, no qual estava sob juramento. Daí enfrentar duas acusações de perjúrio e declarações falsas.

DN

Gaza: Carro despenha num rio e mata seis pessoas

Pelos menos seis pessoas morreram e quatro ficaram feridas devido a um acidente de viação do tipo despiste e submersão, ocorrido na semana passada, na ponte sobre o rio Mubera, no posto administrativo de Chaimite, na província de Gaza.

As autoridades acreditam que outros passageiros em número não especificado continuam desaparecidos.

O sinistro, ocorrido por volta das 17h00 da passada sexta-feira (03), envolveu uma viatura ligeira de mercadorias com chapas de inscrição HR 879 GP, conduzida por um moçambicano identificado pelo nome de Neto Armando Chambal, de 36 anos de idade.

A Polícia da República de Moçambique (PRM) naquele ponto do país aponta a velocidade excessiva e condução sob o efeito de álcool como as prováveis causas do sinistro. Houve “quatro feridos ligeiros e desconhece-se o número das vítimas que ficaram na água”.

O automobilista que protagonizou o acidente está detido e é um barbeiro, natural e residente no bairro 1, na cidade de Chibuto, segundo o Departamento de Relações Públicas da PRM em Gaza.

As vítimas foram socorridas para Hospital Rural de Chibuto e lavrado o auto nº. 02/AV/CDC/2017.

No dia seguinte ao acidente, ou seja, sábado (04), foram resgatados, por volta das 11h00, seis corpos, todos de sexo masculino.

As vítimas, todas de nacionalidade moçambicana, respondiam pelos nomes de Gonçalves Mafumo, de 35 anos de idade, natural e residente no bairro 1 da cidade de Chibuto; Arsénio Paulo Sitoe, de 27 anos, professor, natural e residente no bairro “B” Cimento-Chibuto; Raimundo Gabriel Mabunda, de 28 anos, natural e residente no bairro 2 daquela urbe.

No mesmo acidente pereceram Admiro Francisco Uqueio, de 25 anos, carpinteiro, e Filipe Pedro Machaeie, de 14 anos, estudante. Todos são naturais e residentes no bairro 1 de Chibuto.

Até ao fecho desta edição as autoridades encetavam diligências para o resgate de outras vítimas provavelmente desaparecidas.

@Verdade

Papa Francisco admite corrupção no Vaticano

O Papa Francisco admitiu que no Vaticano há corrupção, mas que ele próprio vive em paz, ao responder a algumas perguntas dos superiores de ordens religiosas e congregações de religiosos.

Esta conversa com os religiosos, da qual o diário “Corriere della Sera” publica, esta quinta-feira, uma pequena parte, o Papa Francisco falou também do uso do cilício, instrumento que causa dor e que é usado para penitência, sem rejeitar o seu uso.

“Quando entrei como noviço para os Jesuítas, deram-me o cilício. Está bem, mas atenção: não tem de me ajudar a mostrar que sou bom e forte. O verdadeiro ascetismo tem de tornar-me mais livre”, disse.

Neste encontro com os religiosos, do passado dia 25 de Novembro, Francisco explicou que nas congregações gerais prévias ao conclave “falava-se de reformas”.

Todas as queriam. Há corrupção no Vaticano. Mas eu vivo em paz“, admitiu.

“Não tomo tranquilizantes”, gracejou o Papa, que assegurou que em Buenos Aires era “mais ansioso”, mas que depois de ser escolhido sentiu uma paz interior que ainda hoje o acompanha.

Quando há um problema, contou, escreve uma mensagem num papel e coloca-a por baixo da estátua de São José que tem na sua habitação.

Agora, ele [São José] dorme debaixo de um colchão de mensagens de papel. Mas eu durmo bem. Durmo seis horas e rezo (…) Esta paz é um presente do Senhor. Espero que [Ele] não me a tire“, afirmou.

Segundo o Papa, para viver em paz é necessário um certo desprendimento, mas “nunca lavar as mãos dos problemas”, pois “se na Igreja há muitos Pôncio Pilatos que lavam as mãos para estar tranquilos e um superior lava daí as mãos, não é pai e não ajuda“.

A Jorge Bergoglio não lhe importam as críticas, pois, explica: “a vida está cheia de incompreensões e tensões e, quando são críticas que servem para crescer, aceito-as, respondo“.

Admitiu que as perguntas mais difíceis não são as dos religiosos, mas as dos jovens, que o põem em apuros nalgumas ocasiões.

Admitiu que na estrutura da Igreja pode encontrar-se “uma atmosfera mundana e principesca” e acrescentou que os religiosos “têm de contribuir para destruir este ambiente nefasto”.

Não é necessário converterem-se em cardeais para se crerem príncipes. Basta ser clericais. Isto é o pior na organização da Igreja“, garantiu.

A propósito dos abusos sexuais por parte de religiosos, Francisco respondeu: “Dois em cada quatro abusadores sofreram abusos e isto é devastador“.

No caso de estarem implicados religiosos é claro que está presente o diabo, que destrói a obra de Jesus através de quem a deveria anunciar“.

Sobre a pederastia, o Papa disse que é preciso manter claro que “é uma doença” e pediu “atenção ao receber candidatos na formação religiosa sem verificar a adequada maturidade afectiva”.

Por exemplo, nunca receber na vida religiosa ou numa diocese candidatos que tenham sido rejeitados noutras sem pedir informação detalhada sobre os motivos da rejeição“, acrescentou.

JN

Motorista prende ladrão na porta do autocarro

Um homem que fez um assalto dentro de um autocarro em Bogotá, na Colômbia, foi apanhado pelo motorista que o prendeu e o levou até à esquadra.

O suspeito seguiu “entalado” na porta do veículo até ser entregue às autoridades. Ao ver o homem preso na porta, várias pessoas ainda se aproximaram para o ajudar.

No vídeo que circula na internet, e que já se tornou viral com mais de 145 mil visualizações, é possível ver um homem e uma mulher a tentar abrir as portas para “salvar” o homem, mas param quando lhes dizem que se trata de um ladrão. O homem acabou por ser solto por falta de queixa.

Cm

Tete: Desconhecidos abandonam ossadas humanas num semi-colectivo

Dois indivíduos abandonaram, esta quarta-feira, ossadas humanas num transporte semi-colectivo que fazia o trajecto Angónia, cidade de Tete.

Os alegados criminosos subiram no semi-colectivo no povoado de Chiandame e a pasta levaram na região de Água-Boa.

De acordo com a RM A Rádio trata-se ossadas de uma pessoa adulta que estavam embrulhadas em plásticos pretos.

As ossadas encontram-se no comando distrital da polícia. O motorista e o cobrador estão sob custódia policial, segundo anunciou o comandante da Polícia em Maotize, Ernesto Calangue.

Neste momento estamos a fazer diligências para esclarecer o caso, porque consta-nos que o motorista e o cobrador conhecem da proveniência desta pasta. Eles estão sob custódia policial que é para averiguar quem é o dono da pasta e onde foram carregar essa pasta. Portanto, não foi no meio do caminho. Foram à casa de alguém que pedia que chegassem lá para poderem carregar, porque disse que tinham uma encomenda por levar”, frisou o comandante da Polícia em Moatize, Ernesto Calangue.

Folha de Maputo

Troca de murros entre deputados e guardas no parlamento sul-africano

Deputados da oposição na África do Sul e guardas do parlamento envolveram-se ontem (09), numa batalha campal quando os legisladores interromperam, com vaias, o discurso sobre o Estado da Nação do Presidente Jacob Zuma.

Num cenário caótico, com murros de parte a parte, cerca de 30 agentes de segurança do parlamento – vestidos com camisas brancas – expulsaram à força 25 deputados do partido radical de esquerda Combatentes pela Liberdade Económica.

Os deputados do EFF – que consideram que Zuma não tem legitimidade para se dirigir à Nação – impediram o discurso durante mais de uma hora.

O discurso sobre o Estado da Nação no parlamento, na Cidade do Cabo, já estava marcado pelo inédito contingente de militares destacados para proteger a Assembleia.

Grupos opositores de Zuma convocaram várias manifestações em frente ao parlamento – a exigir a demissão do presidente – o que levou à mobilização de cerca de 440 militares para o local. A medida é inédita, pelo que levantou protestos dos partidos da oposição e da sociedade civil sul-africana.

O principal partido da oposição, a Aliança Democrática (AD), viu na medida uma “demonstração de força” para “intimidar a oposição”, enquanto o terceiro partido da África do Sul, os Combatentes pela Liberdade Económica, qualificaram a mobilização da Força Nacional Sul-Africana de Defesa como “uma declaração de guerra” aos sul-africanos.

Os dois últimos discursos do Estado da Nação de Zuma ficaram marcados por confrontos entre polícia e manifestantes, que acusam o Presidente sul-africano de corrupção e culpam-no pelo mau desempenho económico do país.

Notícias ao Minuto

Beira: Trabalhadores dos Transportes Públicos em greve

Mais de 350 trabalhadores dos Transportes Públicos da Beira paralisaram, nesta quarta-feira (08), completamente as suas actividades para reivindicar o corte de todos os subsídios, incluindo horas extras, nos seus salários e o pagamento do 13º salário, e ao mesmo tempo exigir o afastamento imediato da comissão de gestão instalada em 2015.

Os trabalhadores viram os seus salários do mês de Janeiro a serem pagos antes de ontem e para surpresa dos mesmos, todos os subsídios foram retirados. Exigiram explicações à direcção da empresa, que, neste momento, é composta por uma comissão de gestão criada em Outubro de 2015, e a resposta não lhes agradou, daí que decidiram entrar em greve. “Ainda não sabemos porque nos fizeram isso. Depois da nossa pressão, a comissão de gestão explicou que o Governo central reduziu os valores que mensalmente envia à empresa, ou seja, dos cerca de sete milhões de meticais, apenas perto de três é que foram enviados e como solução para que os valores cheguem a todos, a comissão disse que decidiu cortar todos os nossos subsídios”, explicou um dos trabalhadores.

Os grevistas exigem ainda o pagamento do 13.º salário. Eles lembraram que em Dezembro passado, o Conselho de Ministro garantiu que, até meados de Janeiro, seriam pagos a metade do 13º. “Mas aqui nos Transportes Públicos da Beira esta orientação parece que não chegou. Exigimos o que é nosso”.

Governo repudia comportamento

O governo de Sofala diz que não entende a razão da greve e justifica que a situação se deve a dificuldades económicas. De acordo com Hélcio Canda, director provincial de Transportes e Comunicações, com a reestruturação dos fundos do tesouro, a empresa passou a receber menos dinheiro, ou seja, pouco mais de dois milhões e meio de meticais. “E para o pagamento de salários precisaríamos de cerca de seis milhões. Assim, ficamos com um défice de cerca de quatro milhões de meticais. Há um esforço local e ao nível central para tal, e apelamos aos trabalhadores para retomarem as actividades”, aconselhou.

O País

Homem é ferido com golpes de garrafa por sua namorada

Um jovem foi barbaramente furado por golpes de garrafa desferidos pela sua namorada, em frente ao Bar do Amigos, no bairro Magoanine-CMC, na cidade de Maputo.

O caso registou-se na manhã desta quinta-feira, por volta das 6h00, quando o casal, aparentemente brigava por razões passionais, acabou terminando em sangue.

De acordo com informações colhidas no local pela nossa fonte, o jovem, na imagem, deitado, foi prontamente socorrido por populares que o levaram ao Posto de Saúde de Magoanine.

A jovem em causa que aparenta ter menos de 30 anos de idade, foi neutralizada por populares.

Folha de Maputo

Gaza: Malfeitores tentam roubar arma de um agente da PRM

Dois indivíduos identificados pelos nomes de Arlindo Muhate, de 27 anos de idade, e Nivaldo Moisés, de 28 anos, encontram-se detidos, no distrito de Chókwè, província de Gaza, acusados de tentativa de roubo de uma arma de fogo tipo AK-47 nas mãos de um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM).

O caso teve lugar por volta das 23h00 de 26 de Janeiro passado, quando os indiciados simularam uma queixa alegando que acabavam de sofrer uma agressão algures e que os supostos ofensores ainda se encontravam no local do facto e propuseram que os agentes da Lei e Ordem fossem buscá-los.

Sem desconfiar que se tratava de uma trapaça, o oficial em serviço confiou a sua colega para se deslocar ao sítio da ocorrência com os dois queixosos, ambos residentes na cidade de Maputo, segundo a corporação.

Contudo, ao longo do percurso, eles agrediram a agente, tentando retirar-lhe a arma de fogo, o que não foi possível graças à pronta reacção da própria agente. Esta, sozinha conseguiu neutralizar os supostos bandidos e detê-los.

Já nas celas, os indiciados “confessaram que pretendiam arrancar a arma da agente para usá-la nas suas incursões criminais”, pelo que “vão responder em juízo”.

A policial “heroína” responde pelo nome de Constância Guilherme Congolo, afecta ao Posto da Polícia dos Transportes e Comunicações em Chókwè.

@Verdade

Donald Trump tem chances reais de sofrer impeachment

Antes mesmo de completar três semanas no cargo, o impeachment do presidente americano Donald Trump já é considerado como uma pauta no horizonte da política dos Estados Unidos.

Um grupo de democratas tenta fazer do tema uma pauta do partido. Jornais e revistas têm publicado artigos e reportagens sobre o assunto. A petição “Impeach Donald Trump Now” elenca argumentos para a retirada de Trump e já conta mais de 500.000 assinaturas. Há diversas petições no site da Casa Branca pedindo que o presidente divulgue seus impostos e suas relações comerciais pessoais – o objectivo é detectar conflitos de interesse que, no limite, levem a uma saída forçada do presidente.O site de apostas Paddy Power estima em 2 para 1 as chances de um impeachment. E até mesmo republicanos duvidam da capacidade de Trump de terminar o mandato. Em um artigo escrito para a revista The Atlantic, Eliot Cohen, ex-consultor de Condoleezza Rice durante o governo de George W. Bush, argumenta que “não seria a menor surpresa se a gestão não terminasse em 4 ou 8 anos, mas muito antes disso, com um impeachment”.Inimigos não faltam: Trump já comprou brigas dentro e fora dos Estados Unidos. Proibiu imigrantes muçulmanos, demitiu a procuradora-geral, cancelou o Tratado Trans-Pacífico, ameaçou o México com a construção do muro, comprou uma briga cambial com a Alemanha e até desligou o telefone na cara do primeiro ministro australiano Malcolm Turnbull.

Um de seus mais famosos apoiadores, o empresário Peter Thiel, costumava dizer que “o problema com os opositores de Trump é que eles o interpretam de maneira literal, mas não séria; e o problema com seus apoiadores é que eles o interpretam de maneira séria, mas não literal”. Até aqui, o melhor guia para a política trumpista tem sido exactamente o que Trump havia dito que iria fazer. Mas ele pode continuar assim até 2020?

O caso pró-impeachment

Embora o governo tenha menos de um mês, já há quem defenda que determinadas atitudes de Trump violam leis americanas que poderiam balizar uma moção de impeachment. O deputado democrata Joaquin Castro, por exemplo, questiona se o presidente não interferiu na autonomia de outros poderes quando baniu imigrantes muçulmanos de entrarem nos Estados Unidos — esta foi uma das acções do governo mais questionadas.

Para ele, há a possibilidade de Trump ter instruído a Agência de Protecção de Fronteira a ignorar ordens judiciais contra seu mandato executivo. “Se o presidente instruiu a Agência de Protecção de Fronteira a ignorar ordens da justiça contrárias ao seu mandato executivo ele deveria receber uma repreensão. Se fizer de novo deveria ser retirado do governo”, escreveu Castro no Twitter.

Outros motivos incluem a própria relação do presidente com seus negócios particulares — o republicano deixou as organizações Trump para seus filhos em um truste, no qual eles teoricamente não podem discutir negócios. Além do fato de Trump nunca ter disponibilizado sua declaração de imposto de renda. Alguns deles giram em torno da Cláusula dos Emolumentos, um adendo da constituição americana que proíbe alguém que ocupa um cargo público de ter interesses financeiros ou receber presentes e títulos de outros países.

Para Ajay Chaudhary, professor da Universidade de Columbia e director do Instituto Brooklyn de Pesquisa Social, ainda é cedo para argumentar pelo impeachment do presidente. “No actual momento é muito improvável que o impeachment aconteça, seja pelas ordens executivas de Trump ou pela Cláusula dos Emolumentos. Não há quase nada em que se possa apoiar um processo de crime político agora”, afirma.

Construindo a oposição

Um processo desses não tomaria lugar tão facilmente. Trump está fortalecido: segundo o jornal New York Times 48% dos americanos aprovaram a medida de banir imigrantes de países de maioria muçulmana. E seu partido tem maioria no Congresso, o que dificultaria o processo de impeachment de caminhar pelas vias legais.

Esperar que o governo enfraqueça é o que parece ser a única alternativa da oposição. Em um evento realizado pelo banco Credit Suisse em São Paulo, o ex-ministro de Relações Exteriores do México, Jorge Castañeda, argumentou que essa é a opção do país para lidar com as provocações de Trump. “O México é a criança mais fraca na turma, logo Trump vai mexer com ele primeiro. A opção é esperarmos que ele esteja mais fraco, com menos apoio, com a imagem desgastada e com a oposição democrata minimamente fortalecida para termos chances de nos defendermos melhor de suas políticas”, disse.

Os democratas começam a procurar por maneiras de deslegitimar a gestão de Trump e enfraquecer seu poderio político. Um boicote em massa está programado para o dia 28 de Fevereiro, quando acontece uma sessão conjunta do presidente com o Congresso, onde Trump irá fazer o famoso Discurso de Estado da União. O propósito é fortalecer o partido para as eleições de meio de mandato — nos Estados Unidos uma parte dos congressistas é eleita a cada dois anos — e tentar conquistar a maioria na Câmara. “Eu realmente acredito que se tivermos a maioria podemos dar entrada em um processo de impeachment”, disse o deputado democrata Ted Lieu ao site Politico.

Segundo o professor Chaudhary nem mesmo esse processo é simples. Ele lembra que os democratas precisam passar por algum tipo de reconstrução interna caso queiram se colocar como uma oposição real aos republicanos. “A coalizão republicana não deve ser enfraquecida tão cedo. Eles têm o controle do Congresso e da presidência da Câmara e podem tocar uma agenda económica conservadora. Para os democratas terem alguma chance é preciso que se fortaleçam como um partido de força económica, além de força social”.

Trump já afirmou que a verdadeira oposição a seu governo é a mídia. Mas analistas discordam que a imprensa apoiaria um impeachment caso não houvesse uma base legal sólida e acusações contundentes.

Impeachment nos Estados Unidos

O processo de impeachment americano é muito parecido com o brasileiro. Primeiro, as acusações passam por uma comissão de justiça na Câmara que julga os procedimentos legais da questão. Depois, vai a plenário da Câmara, onde o caso precisa de maioria simples.

Lá, como cá, o julgamento é feito no Senado, onde precisa do voto de 67 dos 100 senadores. Até hoje, nenhum presidente foi condenado no Senado, embora outros já foram julgados. Mais recentemente, no final de 1998, Bill Clinton teve duas moções de impeachment encaminhadas após o escândalo de seu envolvimento com a estagiária da Casa Branca, Monica Lewinsky. As acusações, de perjúrio e obstrução de justiça, foram aprovadas pela Câmara.

No Senado, Clinton foi inocentados por todos os 45 democratas e 5 republicanos em ambas as acusações, resultando no apoio de pelo menos metade dos senadores. Exactos 130 anos antes, o ex-presidente Andrew Johnson também foi inocentado pelo Senado, após acusações de que teria violado uma lei da época que impediria o presidente de remover civis nomeados a cargos políticos sem aprovação do Senado. Richard Nixon renunciou enquanto seu processo de impeachment corria pela Câmara, em 1974, acusado estar envolvido e tentar abafar o caso Watergate, em que a CIA teria invadido computadores e escritórios democratas para obter informações privilegiadas a mando da presidência.

Lá, como cá, o processo é essencialmente político. Clinton se safou porque a economia estava no rumo certo. Se os mirabolantes planos de Trump derem conta da promessa de fazer o país crescer 4%, ele certamente ficará onde está independentemente dos impropérios e conflitos de interesse. Mas, se a economia patinar, é melhor ele colocar o topete de molho.

Exame

Estados Unidos desmente que moçambicanos podem entrar nos EUA sem visto

O Governo dos Estados Unidos, através da sua embaixada em Moçambique veio a público desmentir notícias postas a circular, em alguns órgãos de comunicação e nas redes sociais, dando conta de que cidadãos moçambicanos poderia viajar aos Estados Unidos sem fazer o pedido do visto. Segundo um comunicado da Embaixada, a noticia posta a circular é falsa.

Tomamos conhecimento de um artigo veiculando uma falsa informação a dizer que moçambicanos podem desde já viajar para os Estados Unidos sem visto. Este artigo não é de uma fonte de notícias credível“, diz o comunicado acrescentando em seguida que “a política de vistos não foi alterada em relação aos cidadãos Moçambicanos, pós os Moçambicanos são bem-vindos aos Estados Unidos, mas para tal devem possuir um visto válido“.

A embaixada refere ainda que, a lista completa de países cujos cidadãos ou nacionais são actualmente elegíveis para o Programa de Isenção de Vistos está disponível na sua pagina electrónica.

Magazine Independente

Moamba: Adolescente é violada a caminho da machamba

Um homem encontra-se se detido na Moamba, acusado de violar sexualmente uma adolescente de 16 anos, a caminho da Machamba.

O jovem acusado e encarcerado, confessou ter violado a adolescente de 16 anos de idade.

A Polícia de República de Moçambique (PRM), na província de Maputo diz está trabalhar para detectar toda e qualquer acção criminosa e aproveitou a ocasião para apelar as populações para denunciarem qualquer anomalia, seja na esquadra ou através dos contactos que a polícia disponibiliza para o efeito.

Folha de Maputo

Mulher arranca intestinos do ex-marido depois de 4 horas de sexo

Dalya Saeed, de 35 anos, está a ser julgada no tribunal de Birmingham, no Reino Unido, por ter atacado o ex-marido com uma faca e ter tentado eviscerar o homem.

A mulher e o ex-marido, Bilal Miah, de 31 anos, terão tido uma discussão sobre a custódia da filha e acabaram a fazer sexo durante quatro horas.

No fim, Dalya atacou o ex-companheiro com uma faca e arrancou parte do intestino deste, atirando-o para o chão do quarto. Em tribunal, o homem contou em pormenor a cena digna de filme de terror. Em pânico e a sangrar profusamente, tentou voltar a por as entranhas na zona do abdómen.

“Os meus intestinos estavam de fora, estava tudo de fora e ela agarrou-os e puxou-os. Cortou parte e atirou para o chão, mas eu consegui pô-los na barriga”, contou Bilal Miah, que tentou fugir do apartamento mas foi perseguido pela mulher, que o atacou ainda na rua com um pau e um cutelo.
Foi um vizinho que ouviu os gritos de socorro do homem e o ajudou. Ouvida no julgamento, a arguida alega que, enquanto durou o casamento, foi muitas vezes vítima de violência doméstica.

Diz ainda que, no dia nos crimes, as quatro horas de sexo não foram consensuais e que, por isso, foi violada. Os dois correm risco de serem deportados, por terem imigrado ilegalmente para o Reino Unido, vindos do Iraque.

Correio da Manhã

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