O bebé da grávida que foi atingida por duas balas perdidas durante um tiroteio no Rio de Janeiro, Brasil, ficou paraplégico.
A criança foi baleada ainda na barriga da mãe e nasceu através de uma cesariana de emergência.
Durante a operação, os médicos constataram que o menino também tinha sido atingido. “Esta criança tem uma lesão nas vértebras torácicas T3 e T4. Está com uma paraplegia dos membros inferiores“, disse o secretário de saúde de Duque de Caxias, José Carlos Oliveira, que é médico ginecologista e está a acompanhar o caso.
De acordo com a Globo, Claudinéia Melo, de 29 anos, estava num mercado na Favela do Lixão, quando começou um tiroteio.
A grávida, de nove meses, foi atingida por duas balas perdidas. Os tiros atravessaram a sua anca e atingiram a criança perfurando os pulmões e provocando uma lesão na coluna do menino.
O bebé passou por duas cirurgias no Hospital Moacyr do Carmo e, posteriormente, foi transferido para o hospital Adão Pereira Nunes devido à gravidade do seu estado de saúde.
O marido de Claudinéia e pai do bebé, Klebson Cosme da Silva, contou que conseguiu falar com a mulher e que apesar desta continuar internada está consciente. Quanto ao filho, diz que se acalmou quando tocou nele.
Angel Rogerson, 21, buscou consolo com um amigo identificado como Douglas Hodgson após a morte da avó, nos Estados Unidos.
De acordo com o site ‘CM Portugal’, Depois de voltar do funeral a jovem de luto, foi abusada sexualmente pelo amigo enquanto dormia e só descobriu no dia seguinte.
Douglas teria convidado a jovem para ficar na casa da família e poderia dormir com ele na mesma cama e ela teria aceitado. Ao amanhecer ela acordou sozinha e com dores no abdómen e na vagina. E suspeitou do amigo e enviou uma mensagem: “Sei exactamente o que fez comigo durante a noite“.
O agressor confessou e a jovem imediatamente procurou a polícia.
A presidente do parlamento da África do Sul diz que os legisladores votarão uma moção de não-confiança no presidente Jacob Zuma no dia 8 de Agosto.
O voto sobre Zuma, que enfrentou pedidos de demissão por causa de escândalos e problemas de corrupção, anteriormente estava agendado para 3 de Agosto.
Mas o parlamento anunciou hoje que a presidente Baleka Mbete mudou a data porque uma reunião do gabinete está marcada para uma data próxima do dia definido previamente para a votação. Mbete ainda não decidiu se a votação será realizada por voto secreto.
A oposição recorreu à Justiça para tentar deter o movimento pela votação secreta, o que, segundo os representantes, poderia favorecer Zuma. O Tribunal Constitucional disse que é Mbete, aliada de Zuma, que deve decidir como a votação será implementada.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) acaba de desactivar no distrito de Báruè, província de Manica, um esquema de venda ilegal de medicamentos, que envolvia, além do funcionário, um servente afecto ao Hospital Rural de Catandica e três vendedores.
Além da detenção dos envolvidos, a operação resultou na apreensão de uma quantidade significativa de fármacos, incluindo analgésicos e antibióticos, bem como material médico-cirúrgico alegadamente desviado do Sistema Nacional de Saúde (SNS) segundo noticiou sábado a STV, uma televisão privada do país.
O funcionário da saúde, ora detido pela polícia, confessou o seu envolvimento.
“Esta é a primeira vez, mas nunca desviei (medicamentos)“, disse Filipe.
Por seu turno, o director distrital de Saúde, Enoque da Gama, reconhece a fragilidade existente no controlo de medicamentos, sobretudo a nível daquele distrito.
“Eu diria que é fragilidade. Como nós sabemos que em todas as partes existem medicamentos. Temos medicamentos que estão sendo vendidos que não são de nenhuma unidade (sanitária). Isso dá-nos a máxima certeza de que tem de ver com a fragilidade de controlo a nível do nosso distrito“, afirmou.
Da Gama acrescentou que, como forma de acabar com o desvio de medicamentos, o trabalho de fiscalização deve ser contínuo sobretudo naquela província, e no país, em geral.
“O que nós pretendemos é que essa prática tenha seu fim para que não possa pôr em risco a saúde e a vida dos nossos concidadãos“, vincou.
Sobre os envolvidos, a polícia garante que já foram abertos processos-crimes.
O Serviço de Bombeiros de Manchester lançou uma investigação interna após surgirem na Internet várias imagens que mostram pelo dois bombeiros a fazer sexo com uma mulher dentro de um dos veículos de combate aos fogos daquela corporação.
As imagens foram divulgadas num site para adultos, que convida à prática do swing (troca de parceiros sexuais).
Em jeito de anúncio, ‘Callum’, de 27 anos, que diz que é “mesmo bombeiro no activo”, diz que é bissexual e que tem interesse em “festas para adultos, orgias, travestismo e sexo em público” e que procura “parceiros e casais dos 18 aos 60 anos” para sexo e swing.
A mulher que surge nua nas imagens, que mostram que o acto está a decorrer mesmo no interior de um carro dos bombeiros de Manchester, é descrita como sendo ‘Jodie’, “uma bombeira com uma personalidade fantástica”.
“Não acredito que uma coisa assim tenha acontecido e que estejamos a ver imagens altamente inapropriadas, captadas no seio de um serviço de fogos, em 2017. Não é quem nós somos“, explica ao Daily Mail o porta voz da corporação de Bombeiros de Great Manchester. “Os nossos bombeiros esforçam-se todos os dias e dão tudo o que têm para servir a comunidade. São profissionais íntegros. Toda a equipa está muito envergonhada com isto e não admite que essas imagens sejam o reflexo do comportamento de todos, porque não é. Vamos fazer tudo para apurar como foi captada a fotografia e quem são os envolvidos, porque não há lugar para eles na nossa corporação“, conclui o responsável. Os envolvidos enfrentam a expulsão imediata dos bombeiros por “uso indevido do material da corporação”.
As Alfândegas de Moçambique reforçaram a vigilância na fronteira de Ressano Garcia no quadro da recente interdição de importação de aves e carne pelo Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar.
A Direcção Nacional de Veterinária decidiu banir, há dias, a importação de aves vivas ou em carne, pintos de um dia, ovos e produtos derivados de aves da África do Sul, Zimbabwe e República Democrática do Congo. Trata-se de uma medida que visa proteger os avicultores moçambicanos de um surto de gripe aviária, causada pela gripe HSN8, que eclodiu nestes países.
Para uma maior vigilância na fronteira de Ressano Garcia, por onde entram quantidades consideráveis de produtos importados da África do Sul, equipas conjuntas das Alfândegas, Ministério da Agricultura e Migração redobraram a fiscalização. E há resultados: já há frangos incinerados e ovos apreendidos.
“Na fronteira turística já tivemos casos de incineração de 23 aves, concretamente galinhas vivas que vinham da África do Sul. Fizemos a incineração no próprio local para que os transeuntes possam ver que, realmente, é uma medida que deve ser cumprida. Já houve situações de apreensão de ovos e outras carnes proibidas”, explicou Alfredo Jaime, inspector agro-pecuário afecto à fronteira de Ressano Garcia, área de examinação de mercadorias.
As autoridades reportam que, de um modo geral, há poucos casos registados desde o aviso da interdição daqueles produtos, tanto na fronteira turística, quanto na fronteira de mercadorias, mais conhecida por quilómetro quatro.
“De momento não temos casos de entrada de pintos, ovos de incubação, incluindo carnes derivados de aves”, disse o inspector agro-pecuário.
Ainda assim há todo um trabalho de reforço da informação, sobretudo aos importadores informais.
Só na África do Sul e no Zimbabwe foram registados 12.845 casos da gripe aviária e igual número de mortes, bem como destruídas 261 772 aves nas unidades afectadas e circunvizinhas, de uma população em risco de 2.024.000 aves.
Um homem casado expulsou a esposa recém-casada porque ela estava gemendo enquanto era estuprada por assaltantes armados em sua presença, na Nigéria.
De acordo com o site Bastingnews, Baba Eneh expulsou a própria esposa de casa. Testemunhas afirmam que homens fortemente armados invadiram a casa do casal, exigindo dinheiro, o homem disse aos ladrões que ele tinha pouco dinheiro em casa. Pelo fato de o casal não terem dinheiro, os assaltantes ficaram irritados e decidiram violentar sexualmente a esposa do homem.
Revoltado com a situação, o homem disse que a sua esposa lhe desonrou e a expulsou de casa. O homem, aparentemente com medo de morrer, pediu à esposa para retornar à sua aldeia até que os sacrifícios necessários sejam feitos.
O Instituto Superior de Ciências de Educação a Distância, Delegação de Quelimane, proibiu a entrada de mais de 50 estudantes nas salas de exame.
Segundo o relato dos estudantes, a interdição deveu-se à falta de pagamento de mensalidades e à demora no processamento de pagamentos pelo sistema bancário. “Alguns já pagaram as mensalidades em atraso e têm facturas, mas o sistema ainda não reconheceu o pagamento e a instituição não os permite realizar os exames”, lamentou Lázaro Luís, estudante.
Os estudantes do ISCED contestam a medida e dizem que o correcto era fazerem os exames e depois a universidade bloquear as notas dos devedores.
Contactada a direcção do ISCED não se mostrou disponível para esclarecer o sucedido.
O Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA) acaba de emitir um comunicado que proíbe a importação de aves (vivas ou em carne), pintos de um dia, ovos e produtos derivados de aves da República da África do Sul (RAS), Zimbabwe e República Democrática de Congo (RDC).
A medida, segundo a Direcção Nacional de Veterinária, visa proteger os avicultores moçambicanos de um surto de gripe aviária, causada pela estirpe HSN8, que eclodiu nestes países da região austral de África.
O nome técnico da gripe aviária é Influenza Aviária (IA) que é uma doença infecciosa das aves causada pelas estirpes do tipo “A” do vírus da Influenza Aviária. A infecção causa sinais clínicos variados nas aves, que vão desde uma doença moderada até uma doença altamente contagiosa e fatal, sendo esta última conhecida por “Influenza Aviária Altamente Patogénica”. É esta, a gripe que dizima as aves dos três países banidos por Moçambique na importação de produtos aviários.
Só na África do Sul e no Zimbabwe, foram registados 12.845 casos da gripe aviária e igual número de mortes, bem como a destruídas 261.772 aves nas unidades afectadas e circunvizinhas, de uma população em risco de 2.024.000 aves. Segundo explicou o director nacional de Veterinária, Américo da Conceição, esta gripe aviária não é transmissível para humanos.
“Nas aves, Influenza Aviária Altamente Patogénica é caracterizada, frequentemente, por ausência de sinais clínicos, evolução rápida e mortalidade que pode atingir 100%. O período de incubação da Influenza Aviária é de poucas horas até 3 dias. Para efeitos de descontaminação, o período de vazio sanitário é de 21 dias”, explicou Américo da Conceição.
O presidente do Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento da Guiné-Bissau lamentou a suspensão das actividades da agência Lusa, RTP e RDP no país, considerando ser uma forma de silenciar a população guineense.
“As organizações da sociedade civil da Guiné-Bissau lamentam profundamente esta triste notícia para nós“, afirmou Jorge Gomes à agência Lusa, referindo que se o movimento tivesse conhecimento antecipadamente teria tomado a decisão de abordar o primeiro-ministro no sentido de “arranjar uma outra solução”.
Para Jorge Gomes, a decisão “é uma forma de silenciar a população guineense que tem tido contacto com os conterrâneos em Portugal diariamente“.
“Infelizmente, quando tivemos conhecimento da notícia, não conseguimos falar com o senhor primeiro-ministro e dizem que o prazo termina hoje à meia-noite [mais uma hora em Lisboa]“, referiu o responsável.
O ministro da Comunicação Social guineense anunciou hoje a suspensão das actividades da RTP, da RDP e da agência Lusa na Guiné-Bissau, alegando a caducidade do acordo de cooperação no sector da comunicação social assinado entre Lisboa e Bissau.
Questionado sobre se esta decisão atenta contra a liberdade de imprensa na Guiné-Bissau, o responsável respondeu: “Precisamente, é o que se está a constatar”.
“É a forma de silenciar os guineenses, mas vamos tentar falar com o sr. primeiro ministro na segunda-feira a ver se a situação se resolve de uma outra forma“, reafirmou.
A Guiné-Bissau tem vivido uma situação de crise institucional desde as últimas eleições, com um afastamento entre o partido vencedor das legislativas e o Presidente da República, também eleito.
O actual governo não tem o apoio do partido que ganhou as eleições com maioria absoluta e este impasse político tem levado vários países, entre os quais Portugal, e instituições internacionais a apelarem a um consenso.
Quando a queniana Terry Gobanga – então Terry Apudo – não apareceu no dia do seu casamento, ninguém poderia imaginar que ela havia sido sequestrada, estuprada e deixada à beira da morte no acostamento de uma estrada. Foi a primeira das duas tragédias a atingi-la. Mas ela sobreviveu.
Veja abaixo o depoimento:
Seria um grande casamento. Era pastora, então, todos os membros da nossa igreja haviam sido convidados, assim como nossos parentes. Harry, meu noivo, e eu estávamos muito ansiosos – afinal, nos casaríamos na Catedral de Todos os Santos de Nairóbi (capital do Quénia) e eu havia alugado um lindo vestido.
Mas na noite anterior ao casamento, percebei que algumas das roupas de Harry estavam comigo, incluindo sua gravata. Ele não poderia se casar sem ela, então, uma amiga que havia passado a noite na minha casa se ofereceu a levá-la para ele logo de manhã. Acordamos durante a madrugada e eu a levei até o ponto de ônibus.
Quando estava voltando para casa, passei por um homem que estava sentado no capô de um carro. De repente, ele me segurou por trás e me jogou no banco traseiro. Havia mais dois homens dentro do veículo, que partiu.
Tudo aconteceu numa fracção de segundo.
Um pano foi enfiado na minha boca. Chutava, me debatia e tentava gritar. Quando consegui me livrar da mordaça, gritei: “É o dia do meu casamento!” Foi quando levei o primeiro soco. Um dos homens me disse para “cooperar ou eu morreria”.
Os homens se revezaram para me estuprar. Sabia que ia morrer, mas estava lutando por minha vida, então quando um dos homens tirou o pano da minha boca, mordi o pénis dele. Ele gritou de dor e outro me esfaqueou na altura do meu estômago. Então, eles abriram a porta e me jogaram para fora do carro em movimento.
Estava a quilómetros de casa, fora de Nairóbi. Mais de seis horas se passaram desde que havia sido sequestrada.
Uma criança me viu sendo lançada para fora do carro e chamou sua avó. As pessoas vieram correndo. Quando a polícia chegou para verificar minha pulsação, ninguém conseguiu. Pensaram que estava morta, me envolveram num lençol e começaram a me levar ao necrotério. Mas, no caminho, engasguei e tossi. O policial me perguntou: “Você está viva?” Então, ele deu meia volta e me levou ao maior hospital público do Quénia.
Cheguei em choque, murmurava palavras incoerentes. Estava semi-nua e coberta de sangue, e meu rosto estava inchado por causa do soco. Mas algo fez a enfermeira-chefe desconfiar de que eu era uma noiva. “Vamos às igrejas perguntar se não há uma noiva desaparecida”, disse ela às enfermeiras.
“Vocês estão dando falta de uma noiva?”, perguntou a enfermeira em telefonema para a Catedral de Todos os Santos.
“Sim, havia um casamento às 10h e ela não veio”.
Quando eu não apareci na igreja no horário marcado, meus pais entraram em pânico. As pessoas saíram para me buscar. Boatos se espalharam. Alguns se perguntaram: “Será que ela mudou de ideia”. Outros afirmaram: “Não é do feitio dela… o que aconteceu?”
Depois de algumas horas, eles retiraram a decoração para que a próxima cerimónia fosse realizada. Harry foi colocado na sacristia para esperar.
Quando eles ouviram onde eu estava, meus pais vieram para o hospital com praticamente todos os convidados. Harry estava carregando meu véu. Mas a imprensa rapidamente ficou sabendo da história e jornalistas passaram a cercar o hospital.
Fui encaminhada a outro hospital onde tinha mais privacidade. Foi quando os médicos trataram dos meus ferimentos e compartilharam uma das piores notícias da minha vida: “O ferimento foi muito profundo e atingiu seu útero, e você não poderá ter filhos”.
Recebi a pílula do dia seguinte, além de retrovirais para evitar que contraísse HIV. Fiquei sem reacção, me recusava a aceitar o que havia acontecido.
Harry continuava a dizer que queria se casar comigo. “Quero cuidar dela e garantir que ela volte para casa com saúde”, disse ele.
Verdade seja dita, não estava numa posição de dizer Sim ou Não porque ainda não havia conseguido esquecer o que tinha acontecido comigo.
Dias depois, quando a sedação diminuiu, pude olhá-lo no olho. Não parava de pedir desculpas. Sentia que eu o havia desapontado. Algumas pessoas disseram que foi minha culpa sair de casa de manhã. Foi bem doloroso, mas minha família e Harry me apoiaram.
A polícia nunca conseguiu prender os estupradores. Por diversas vezes, fui chamada para identificar possíveis suspeitos, mas nenhum deles se parecia com meus agressores. A cada vez que ia à delegacia, era um sofrimento e acabava prejudicando minha recuperação. No final, disse aos policiais: “Você sabe de uma coisa? Estou farta disso”.
Três meses depois do ataque, recebi o resultado negativo do meu teste de HIV e fiquei muito feliz, mas eles me disseram que eu deveria esperar mais três meses para garantir. Ainda assim, eu e Harry começamos a planear nosso ‘segundo’ casamento.
Embora tenha ficado muito zangada com a pressão da imprensa, alguém leu minha história e me pediu para se encontrar comigo. Seu nome era Vip Ogolla, e ela havia sobrevivido a um estupro. Conversamos e fui informada de que ela e seus amigos queriam me dar uma festa de casamento de graça.
“Faça o que você quiser”, disse ela.
Fiquei paralisada. Escolhi um tipo diferente de bolo, muito mais caro. Em vez de um vestido alugado, agora eu poderia comprar um.
Em Julho de 2005, sete meses depois do que seria o nosso primeiro casamento, eu e Harry nos casamos e saímos de lua de mel.
Quase um mês depois, estávamos em casa numa noite bem fria. Harry acendeu um aquecedor a carvão e o colocou no quarto. Depois do jantar, ele o tirou de lá porque o quarto já estava bem aquecido. Me joguei debaixo das cobertas e ele trancou a casa. Então, ele veio para a cá e disse que estava um pouco tonto, mas não nos demos muita importância.
Estava tão frio que eu não consegui dormir, então sugeri que pegássemos outro cobertor. Mas Harry disse que não conseguiria, pois não tinha forças. Estranhamente, eu não conseguia me levantar. Percebemos que algo estava errado. Ele desmaiou. Eu desmaiei. Ainda guardo na memória o que aconteceu. Eu me lembro de falar com ele. Em alguns momentos, ele me respondia, em outros não. Saí da cama e vomitei, o que me recobrou as forças.
Engatinhei até o telefone. Chamei minha vizinha e disse: “Algo está errado. Harry não está respondendo”.
Ela veio até a minha casa imediatamente, mas me levou muito tempo para engatinhar e abrir a porta da frente, pois desmaiava a todo instante. Vi uma multidão de pessoas entrando, gritando. E, então, desmaiei novamente.
Acordei no hospital e perguntei onde meu marido estava. Me disseram que estavam cuidando dele no outro quarto. Eu disse: ‘Sou pastora, já passei por muitas situações na minha vida, preciso que vocês sejam directos comigo.’
O médico me olhou e disse: “Desculpe, seu marido morreu”.
Não conseguia acreditar. Voltar à igreja para o funeral, foi horrível. Um mês antes, estava lá usando meu vestido branco. Harry me esperava no altar, com seu terno. Agora, estava vestida de preto e ele estava dentro de um caixão.
As pessoas pensavam que eu estava amaldiçoada e impediam seus filhos de se aproximar de mim. “Há um mau presságio sobre ela”, diziam. Em determinado momento, cheguei a acreditar nisso.
Outros me acusaram de matar meu marido. Isso realmente me deixou muito mal – eu estava de luto.
A necropsia mostrou o que realmente aconteceu: envenenamento por monóxidos de carbono.
Entrei em colapso. Me senti traída por Deus, traída por todos. Morri para mim mesma.
Um dia, estava sentada na varanda olhando para os pássaros e disse a mim mesma: ‘Deus, como o Senhor pode cuidar dos pássaros e não de mim?’
Naquele instante, lembrei que o dia tem 24 horas – ficar trancada em casa com as cortinas fechadas é um desperdício de tempo. Antes de você perceber, passaram-se semanas, meses e anos. A realidade é dura.
Disse a todo mundo que nunca me casaria de novo. Deus levou meu marido, e o pensamento de passar por uma nova perda era demais para mim. É algo que eu não desejaria para ninguém. A dor é tão intensa, você a sente em todas as partes do seu corpo.
Mas havia um homem – Tonny Gobanga – que continuava a me visitar. Ele me incentivava a falar do meu marido e dos bons momentos que passamos juntos. Uma vez, ele não me telefonou por três dias e eu fiquei muito chateada. Foi quando percebi que estava apaixonada por ele.
Tonny me pediu em casamento, mas disse a ele para comprar uma revista, ler minha história e dizer se ele ainda me amava. Ele voltou e afirmou que ainda queria se casar comigo.
Mas eu disse: ‘Escute, há outra coisa – eu não posso ter filhos, então, não posso me casar com você’.
‘Crianças são um presente de Deus’, respondeu ele. ‘E se nós os tivermos, amém. Caso contrário, vou ter mais tempo para te amar’.
Depois disso, disse ‘sim’.
Tonny foi contar sobre o casamento a seus pais, que ficaram muito entusiasmados, até ouvirem minha história. ‘Você não pode se casar com ela – ela é amaldiçoada’, disseram eles.
Meu sogro se recusou a vir ao casamento, mas nós decidimos seguir com os planos. Tínhamos 800 convidados – muitos vieram movidos pela curiosidade.
Três anos após meu primeiro casamento, estava com muito medo. Quando estávamos trocando votos, pensei: ‘Estou aqui de novo, Pai, por favor, não o deixe morrer’.
Quando a congregação rezou por nós, chorei compulsivamente.
Um ano depois de nos casarmos, me senti mal e fui ao médico – para a minha surpresa, soube que estava grávida.
Os meses se passaram e me colocaram de cama, por causa do ferimento à faca no meu útero. Mas tudo correu bem, e nós tivemos uma menina, que chamamos de Tehille. Quatro anos depois, tivemos outra, Towdah.
Hoje, eu e meu sogro temos um óptimo relacionamento.
Escrevi um livro, Crawling out of Darkness (Rastejando para Fora da Escuridão, em tradução livre), sobre a minha vida. Meu objectivo era dar esperanças às pessoas. Também montei uma ONG, chamada Kara Olmurani.
Trabalhamos com sobreviventes de estupro, como gosto de chamá-los, não vítimas de estupro. Oferecemos terapia e apoio. Queremos construir um abrigo, onde eles possam permanecer até conseguir encarar a realidade novamente.
Perdoei meus agressores. Não foi fácil, mas percebi que não valia a pena. Minha fé me estimula a perdoar e não pagar o mal com o mal, mas com o bem.
O mais importante para mim foi o luto. Passe por cada etapa dele. Fique triste até você conseguir lidar com a situação. Você tem de continuar em frente, mesmo que tenha de rastejar. Mas siga na direcção do seu destino porque ele está te esperando. “
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta um (1) Gerente de Produção de Serviços de Catering (M/F). Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor dos Estudos e Análise Económica da CTA. Saiba mais.
A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Professor Catedrático na área de Métodos Quantitativos e Desenvolvimento Económico. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente para a região centro do país um (1) Chefe de Cozinha. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente para zona centro do país um (1) Cozinheiro. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente para a zona centro do país um (1) Gerente de Produção de Serviços de Catering. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Melhoria de Qualidade para Projectos Específicos. Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor da Unidade de Desenvolvimento Associativo e Relações Institucionais (UDARI). Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor da Unidade de Mecanismos Consultivos da CTA. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente um (1) Chefe Executivo para Tete. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente um (1) Cozinheiro para Tete em Moçambique (M/F). Saiba mais.
Vendedores do “Nwakakana” se recusam a ocupar parte das 280 bancas novas construídas pela Empresa de Desenvolvimento Maputo-Sul, de modo a dar lugar a construção do nó que ligará a Ponte Maputo-Katembe às avenidas 24 de Junho, OUA e Estrada Nacional Número 4.
O espaço localizado no interior do mercado Malanga tem 280 bancas novas mas carrega velhos problemas do processo de reassentamento. Vazias! Assim estão as bancas porque os vendedores do mercado abrangido pela Ponte ainda não ocuparam-nas em protesto contra a decisão de não serem indemnizados, mas também por serem alegadamente pequenas e não abrangerem todos os vendedores afectados.
Isabel Muthisse vende no “Nwakakana” há mais de 20 anos. Tal como outros 140 vendedores afectados ainda não ocupou as bancas. As razões ela mesmo descreve. “As bancas que temos neste novo mercado são pequenas em relação às que tínhamos. As vendedeiras do “Nwakakana” não foram todas abrangidas e quando chove o pavilhão permite a entrada de chuva”, desabafa Muthisse, ávida em ver a situação resolvida.
As bancas estão a ser divididas por igual entre os afectados pelo projecto da Ponte e os vendedores do mercado Malanga que cederam espaço para a construção do pavilhão.
As anfitriãs ameaçam ocupar as bancas vazias. O município de Maputo esclareceu terça-feira que o reassentamento está dividido em duas fases e que os não contemplados serão abrangidos na segunda fase.
Uma turista desmaiou após ter partido acidentalmente uma pulseira de jade de 39 mil euros (cerca de 2 milhões de meticais) que estava em exposição numa loja na província de Yunnan, no sudoeste da China.
De acordo com imprensa local, o incidente ocorreu, na terça-feira, quando a mulher decidiu experimentar uma pulseira de jade que estava em exposição na loja.
Quando foi informada do preço da jóia – quase 39 mil euros (cerca de 2 milhões de meticais), a turista decidiu tirá-la de imediato, deixando-a cair ao chão. Ao ver a pulseira partida ao meio, a mulher entrou em pânico e desmaiou sobre os braços de outros clientes.
Ainda não foi acordado qual o valor a pagar pela pulseira. Os funcionários da loja sugeriram que a mulher pagasse cerca de 21,9 mil euros (cerca de 1,5 milhões de meticais), mas ela terá dito que apenas conseguiria pagar aproximadamente 1,3 mil euros (cerca de 89,1 mil de meticais).
As autoridades não conseguiram fazer as duas partes chegar a acordo, pelo que o assunto poderá ter de ser levado a tribunal.
Um especialista avaliou a pulseira em quase 22,8 mil euros (cerca de 1,56 milhões de meticais). Nas redes sociais, vários internautas mostraram empatia pela mulher, enquanto outros questionaram o valor da pulseira.
A polícia indiana dá conta de um caso em que um homem morreu depois de Anima Kharia, a sua nora, o ter atacado durante uma luta de galos, em Saitola, aldeia no norte da Índia.
De acordo com o ‘Hindustan Times’, Kerketta envolveu-se numa acesa discussão discussão entre com a nora e o filho, Bhairaw.
O homem e a nora estavam a discutir, depois do galo que tinham levado a combate ter perdido a luta. Foi nessa altura que ela agarrou o sogro pelos testículos, explodindo um deles. O homem acabou por sangrar até à morte, no local.
O polícia Ashok Kumar afirmou que “o casal estava provavelmente alcoolizado”. Kharia confessou o assassinato, mas acrescentou que foi acidental.
O polícia acrescentou que “o homem morreu porque se esvaiu em sangue” depois de “um dos testículos explodir”. Esta foi uma das causas mencionadas no relatório da autópsia.
A suspeita permanece detida polícia, mas nem ela nem o seu marido foram acusados de participar numa luta de galos, que é um evento ilegal na Índia.
A governadora da província de Sofala visitou os Transportes Públicos da Beira (TPB), onde manifestou o seu desagrado com a gestão daquela empresa.
A visita surge na sequência de várias cartas-denúncia dirigidas à governadora Helena Taipo sobre os maus tratos, falta de pagamento de salários atrasados, má gestão e deficiente comunicação entre os mesmos e a comissão de gestão da empresa, escreve o jornal “O Pais”.
Por isso, na quarta feira Helena Taipo decidiu fazer uma visita surpresa à empresa (TPB).
Depois de visitar as instalações da transportadora pública, a governadora de Sofala manteve um breve encontro com funcionários e gestores da empresa, onde constatou que as denúncias eram verídicas.
Mais ainda, governadora descobriu outros problemas, como, por exemplo, a discrepância de salários: na mesma empresa, há trabalhadores que recebem um salário mensal de cerca de dois mil meticais, muito abaixo do salário mínimo estabelecido por lei e outros com mais de 90 mil meticais.
Com uma frota actual de cinco autocarros, a empresa está a produzir, diariamente, cerca de 70 mil meticais.
“A nossa situação é tão grave que, nos últimos meses, a empresa deixou de ter capacidade para produzir bilhetes. Estamos a recorrer aos bilhetes dos anos passados, onde nos limitamos apenas a colocar um carimbo na parte traseira. Os gestores da empresa há meses que não conseguem investir em equipamentos para a revisão das viaturas. Veja que, quando tomaram posse, tínhamos 16 autocarros e hoje operamos apenas com cinco“, desabafou João Tembo, um dos funcionários citado pelo “O Pais”.
Uma mulher foi detida por suspeita de ter morto uma grávida para lhe conseguir retirar o bebé da barriga. O caso chocante aconteceu esta terça-feira, na região Metropolitana de Goiânia, no Brasil.
Segundo avança a imprensa daquele país, Suelen Coimbra do Carmo, de 27 anos, [à esquerda na foto] enforcou Naiara Silva Costa, de 22, e de seguida realizou o parto forçado.
Para ocultar o crime, enterrou o corpo da vítima no quintal da casa onde morava. O objectivo era fingir que o bebé era seu, dado que Suelen, que sofreu um aborto há dois meses, continuava a fingir que estava à espera de um bebé.
O recém-nascido, porém, não resistiu e acabou por morrer também.
Suelen e Naiara, que estava no oitavo mês de gestão, conheceram-se através das redes sociais.
Uma brincadeira para colocar no YouTube acabou da pior forma possível. Uma jovem, natural do Minnesota foi presa por homicídio em segundo grau depois de ter baleado mortalmente o namorado enquanto filmavam um vídeo para aquela plataforma de partilha de conteúdos.
MonaLisa Perez, de 19 anos de idade, foi detida na segunda-feira passada, após a morte de Pedro Ruiz, de 22 anos, adianta o Daily Mail.
O rapaz foi baleado no peito na casa de ambos em Norman County, no estado de North Dakota, e foi declarado o óbito no local. A ideia foi colocar um livro à frente do peito do rapaz e disparar, na esperança de que o tomo parasse a bala. Tragicamente, não aconteceu.
O momento ficou filmado numa câmara GoPro que os dois colocaram para poder filmar o momento e depois colocar online. Foi a própria adolescente que chamou as autoridades.
MonaLisa pode vir a receber uma pena de até 10 anos de prisão, se for condenada, e uma multa até 20 mil dólares. Todo o incidente aconteceu à frente da filha de ambos, de 3 anos de idade. A adolescente está grávida de um segundo filho.
Antes do incidente, MonaLisa tinha dado indicação no Twitter de que iam fazer uma façanha perigosa e que a ideia tinha sido do rapaz.
OS transportes semi-colectivos de passageiros da rota Costa do Sol–Zimpeto, no Município do Maputo, paralisaram as operações, esta manhã, na sequência da redução da tarifa de 12,00 para 9,00 meticais.
O que preocupa os transportadores é que desde 2013 que operam nesta rota, os preços variam entre sete, nove e doze meticais, sendo que a redução do valor da tarifa não é viável para as operações, segundo disse Hermenegildo, membro da ATBAN, associação que opera na zona.
Ele explicou que a vereação dos transportes impõe a redução da tarifa, alegando ter cometido uma falha na aplicação da mesma, pois dentro da autarquia os preços praticados variam de sete a nove meticais.
Segundo a fonte, esta tarifa não é viável para os operadores com viaturas de 15 lugares, por isso há necessidade de reunir com a vereação para encontrar uma saída, mas neste momento os operadores não estão a trabalhar.
Nesta rota a circulação de pessoas e bens está sendo garantida, hoje, pelos autocarros da empresa municipal de transportes de passageiros, EMTPM.
Um jovem de 23 anos de idade foi espancado até à morte por um cidadão, alegadamente porque estava a amantizar com a namorada do seu agressor, que até ao fecho desta edição era dado como fugitivo, pela Polícia da República de Moçambique (PRM), na Zambézia.
O caso aconteceu semana finda, no bairro Coloane, arredores da cidade de Quelimane.
Miguel Caetano, porta-voz do Comando Provincial da PRM, na Zambézia, disse que se trata de um caso passional, que infelizmente terminou em tragédia.
O suposto namorado da rapariga que presumivelmente manteve uma relação extra-conjugal, agrediu fisicamente o jovem até à morte e de seguida colou-se em fuga, contou o agente da Lei e Ordem, repudiando o facto de determinadas pessoas resolverem as suas desinteligências recorrendo à violência.
Miguel Caetano disse igualmente que o esclarecimento deste homicídio depende da detenção do acusado, havendo um trabalho em curso para o efeito.
Ainda na Zambézia, um outro cidadão caiu nas mãos da Polícia, acusado de envolvimento em assaltos à mão armada.
Na posse do indiciado, que, de acordo com as autoridades, faziam parte de um grupo de malfeitores cujos restantes integrantes estão a monte, foi recuperada uma AKM com nove munições.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu uma declaração de “emergência de saúde pública de importância internacional” em resposta ao novo surto de ébola...
O ministro moçambicano do Interior, Paulo Chachine, afirmou a importância da modernização da formação policial, tendo em vista os desafios contemporâneos associados ao combate...