O exército do Líbano, apoiado pelos Estados Unidos, anunciou o início de uma ofensiva militar para expulsar os militantes do grupo extremista Estado Islâmico da fronteira com a Síria.
O anúncio surgiu ao mesmo tempo que o grupo libanês Hezbollah e o exercito sírio anunciaram uma ofensiva semelhante para expulsar os militantes do Estado Islâmico do lado sírio da fronteira, na cordilheira ocidental de Qalamoun.
A operação, há muito aguardada, vai envolver cooperação dos dois lados, apesar de as autoridades libanesas insistirem que não se estão a coordenar com o Governo do Presidente sírio Bashar al-Assad.
Os corpos de três jovens marroquinos, mortos pela Polícia após um atentado terrorista na madrugada de quinta para sexta-feira (18) em Cambrils, a 120 km de Barcelona (nordeste da Espanha), foram formalmente identificados, anunciou a Polícia catalã, ao revelar suas identidades. No entanto, ainda não foi confirmado se o motorista do autocarro está morto.
Os mortos são Moussa Oukabir, Said Aallaa e Mohamed Hychami, respectivamente de 17, 18 e 24 anos, todos moradores de Ripoll, no norte da região, segundo a Polícia. Eles foram mortos na madrugada de sexta-feira após o segundo atropelamento em Cambrils, ao sul de Barcelona. Um quarto suspeito, Younes Abouyaaqoub, de 22 anos, ainda está sendo procurado.
De acordo com a imprensa espanhola, Oukabir seria o motorista da van utilizada no atropelamento em Barcelona. No entanto, o comissário-chefe da Polícia catalã, Josep Lluis Trapero, assegurou que os agentes ainda não identificaram o motorista do autocarro que semeou pânico ao atropelar em alta velocidade dezenas de pessoas nas concorridas Ramblas de Barcelona, matando 13.
As forças policiais aceleraram nesta sexta-feira as investigações sobre o duplo atentado com atropelamentos em massa cometidos em Las Ramblas, em Barcelona, e no passeio marítimo de Cambrils, que deixaram 14 mortos e 120 feridos. Trapero declarou em entrevista à TV regional TV3 que dos 12 suspeitos de envolvimento nos ataques, 5 foram mortos em Cambrils e 4 estão detidos.As outras três pessoas foram identificadas, mas não detidas. A Polícia suspeita que duas delas poderiam ter morrido no incêndio de uma casa em Alcanar, 200 km ao sul de Barcelona, onde supostamente o grupo preparava artefactos explosivos, na noite de quarta-feira. Nesta residência, “há restos (mortais) de duas pessoas diferentes, estamos trabalhando para provar que são duas destas três pessoas que também estão identificadas. E restaria uma terceira”, disse Trapero.
O massacre, reivindicado pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI), poderia ter sido pior, admitiu a Polícia. “A tese em que estamos trabalhando” é que “estavam se preparando já há algum tempo ao redor deste domicílio de Alcanar”, havia dito Trapero.
A explosão na casa, de onde tiraram dezenas de botijões de gás, evitou “atentados de maior alcance”, acrescentou. Os quatro detidos, um em Alcanar e o restante em Ripoll, são três marroquinos e um espanhol nascido no território de Melilla, com idades entre 21 e 34 anos, todos sem antecedentes relacionados com o terrorismo.
O governo do Zimbabwe diz que informações sobre interrupção de voos entre Harare e Joanesburgo (África do Sul) são questões puramente operacionais sem qualquer cunho político.
O executivo zimbabweano reagia a notícias veiculadas na imprensa que procuraram associar a interrupção de voos à questão de imunidade diplomática à volta da Primeira-Dama do Zimbabwe, Grace Mugabe, que está tecnicamente sob detenção na África do Sul, acusada de agressão a uma modelo.
Um avião da companhia sul-africana SAA em Harare foi impedido de levantar voo este sábado, deixando os passageiros em dificuldades. Antes disso, uma aeronave da companhia zimbabweana Air Zimbabwe foi retido em Joanesburgo sexta-feira mas o governo do Zimbabwe diz que são questões puramente de aviação, nada político.
O Ministro zimbabweano dos Transportes, Infraestruturas e Desenvolvimento, Joram Gumbo, confirmou a retenção dos aviões, descrevendo-a como assuntos operacionais e não políticos.
Referiu que a não renovação das suas licenças de operações para o estrangeiro, como exigido pelas normas internacionais, ditou a retenção dos aviões.
Gumbo salientou que o assunto está a ser tratado pelas respectivas autoridades de aviação para a retomada dos voos ‘porque não necessita de interferência política’.
Um homem, de 45 anos, cortou os mamilos da namorada grávida durante uma discussão, nos EUA.
Tony Deval Ledbetter foi considerado culpado, esta sexta-feira, por oito crimes de violência doméstica.
O caso mais grave aconteceu a 11 de Outubro de 2016 quando o ex-casal começou a discutir. O agressor bateu com a cabeça da vítima para a conseguir fazer parar de gritar. Sem sucesso, e com medo que os vizinhos se apercebessem, tentou tapar-lhe a boca com a mão e depois recorreu a um cobertor. Já sentado sobre o corpo da namorada pegou numa tesoura e cortou-lhe os mamilos.
A vítima conseguiu escapar e foi Ledbetter que chamou a polícia.
Durante a audiência desta sexta-feira o agressor disse ter agido em legitima defesa e a sentença será conhecida em Setembro.
Ledbetter enfrenta uma pena máxima de 15 anos de prisão. Um amigo da vítima criou uma página na Internet onde pede ajuda para ajudar a mulher que se encontra bem assim como o bebé.
O caudal da Barragem de Chipembe, em Cabo Delgado, tende a baixar consideravelmente e a população receia que venha secar por causa da perda de grandes quantidades de água derivado de uma avaria das comportas.
Augustinho Monela é um dos poucos habitantes da aldeia Mpaca, que conhece a história de Chipembe. Monela participou na construção do regadio local e diz que já viu a barragem quase a transbordar, mas hoje ele e outras pessoas que dependem de Chipembe estão a enfrentar dificuldades e receiam problemas sérios no futuro.
O regadio de Chipembe, actualmente com água quase metade da sua capacidade de retenção, é um dos sonhos adormecidos de Samora Machel, primeiro Presidente da República, que, na década 80, com ajuda da Coreia, construiu a barragem com objectivo de produzir arroz para alimentar o povo.
A África do Sul anunciou ter concedido imunidade diplomática à mulher do Presidente do Zimbabwé, acusada de agredir uma jovem há uma semana, de acordo com uma nota oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros daquele país.
“A ministra decidiu que a imunidade diplomática está justificada neste caso particular“, foi anunciado, em comunicado, especificando que a embaixada do Zimbabwé invocou a imunidade diplomática de Grace Mugabe, mulher do chefe de Estado Robert Mugabe, na última quarta-feira.
A decisão da ministra sul-africana dos Negócios Estrangeiros, Maite Nkoana-Mashabane, é anunciada depois de Grace e Robert Mugabe terem abandonado hoje de manhã a África do Sul e regressado ao Zimbabwé.
A chefe da diplomacia sul-africana reconheceu “as imunidades e privilégios da primeira-dama da República do Zimbabwé, Dr.ª Grace Mugabe”, lê-se na nota oficial.
Grace Mugabe, mulher do Presidente zimbabweano, é acusada de ter agredido há uma semana Gabriella Engels, uma manequim de 20 anos que se encontrava no mesmo hotel que ela, num bairro de luxo de Joanesburgo.
Grace Mugabe, considerada uma possível sucessora do marido, encontrava-se na África do Sul para tratar um pé, segundo a imprensa zimbabweana.
Robert Mugabe, por seu turno, chegou à África do Sul na quarta-feira, três dias antes de participar numa cimeira dos dirigentes da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que decorreu este fim-de-semana em Pretória.
A alegada vítima, Gabriella Engels, está a ser defendida por uma ‘estrela’ das barras de tribunal sul-africanas Gerrie Nel, que se tornou conhecido no caso Oscar Pistorius, do qual foi procurador do ministério público, obtendo, em 2015, a condenação por homicídio do campeão paralímpico.
A defesa da alegada vítima disse à imprensa que a jovem recebeu uma proposta de pagamento em dinheiro para “arquivar o caso”.
“A família [de Gabriella Engels, presumível vítima] foi abordada por uma terceira pessoa para aceitar dinheiro e arquivar o caso“, declarou à imprensa, na presença da jovem, com o rosto parcialmente coberto por uma ligadura.
Um incêndio destruiu, por completo, o depósito de medicamentos da província.
Ainda são desconhecidas as causas do incidente que ocorreu por volta das 15 horas de hoje, mas, sabe-se que os dados materiais são avultados.
Os serviços de salvação pública, que se localizam a menos de um quilómetro do depósito de medicamentos, fizeram-se ao local uma hora depois, e sem água suficiente para debelar as chamas. Questionado sobre a situação, o comandante dos bombeiros recusou-se a prestar quaisquer declarações.
O sucedido deixou populares que acorreram ao local agastados. As autoridades também acorreram para o local, mas do armazém pouco foi recuperado.
Trabalhos de perícia estão em curso para aferir o que terá originado o incêndio.
Pelo menos 23 pessoas morreram e 40 ficaram feridas neste sábado (19) por causa do descarrilamento de um trem no estado de Uttar Pradesh, no Norte da Índia, onde as equipes de emergência trabalham para resgatar as pessoas presas, informou a polícia em comunicado.
O acidente ocorreu por volta das 17h30 em Muzaffarnagar. Seis vagões de um trem da Kalinga Utkal Express, que vinha da cidade oriental de Puri, saíram da via, segundo uma fonte dos serviços de resgate.
O ministro indiano de Ferrovias, Suresh Prabhu, ordenou às autoridades da cidade que se dirijam ao local do acidente, para onde já foram enviadas várias ambulâncias.
“Estão sendo feitos todos os esforços para garantir a rápida operação de socorro e resgate”, afirmou o ministro em sua conta no Twitter. Segundo ele, já foi ordenada uma investigação sobre o acidente e serão tomadas medidas “rígidas” para descobrir algum tipo de “erro”.
A Força Nacional de Resposta a Desastres (NDRF) também enviou várias equipes ao local para ajudar nos trabalhos de resgate, conforme informou o departamento na mesma rede social.
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o presidente, Ram Nath Kovind, expressaram pesar pela tragédia em suas respectivas contas no Twitter, por meio das quais manifestaram apoio às famílias das vítimas.
Em Janeiro, 29 pessoas morreram e 50 ficaram feridas após o descarrilamento de um trem no estado de Andhra Pradesh. Em Novembro, outro acidente ferroviário terminou com 146 mortos e cerca de 200 feridos no norte do país.
A rede ferroviária indiana, com 65 mil quilómetros de percurso, é a quarta mais longa do mundo, atrás apenas de Estados Unidos, Rússia e China, e conta com 1,3 milhão de empregados e 12,5 mil trens, que transportam diariamente cerca de 23 milhões de passageiros.
Segundo um estudo divulgado pelo Ministério de Ferrovias, o investimento em segurança é fundamental no sistema ferroviário indiano, onde na última década aconteceram 1.522 acidentes, nos quais morreram 2.331 pessoas.
A Cruz Vermelha de Moçambique (CVM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Nacional de Redução de Risco de Desastres (RRD). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Controle Interno VG -SC023/17 Maputo. Saiba mais.
We are looking for an experienced HR Generalist (m/f ) in Maputo to support our Human Resources in Mozambique and liaison with the headquarter. Saiba mais.
We are recruiting an experienced Driver (m/f ) in Maputo. Candidates must have a valid driver license, clean records and be familiar with the countrywide road network. Saiba mais.
We are looking for an experienced HR Generalist (m/f ) in Maputo to support our Human Resources in Mozambique and liaison with the headquarter. Saiba mais.
We are looking for an experienced Project Leader/ Project Coordinator to support our local projects and liaison with the European headquarter. Saiba mais.
We are looking for an experienced Service Operations Manager (m/f ) for the operational lead for the local service organization in the telecommunication / IT sector in Maputo. Saiba mais.
We are looking for an experienced Driver (m/f ) in Maputo. Candidates must have a valid driver license, clean records and be familiar with the countrywide road network. Saiba mais.
We are looking for an experienced Software Field Service Engineer (m/f ) for nationwide application and network support for our clients, mainly in the provincial capitals in Maputo. Saiba mais.
CMC África Austral pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de SSMA – Gestão de Auditorias/ Principais Indicadores de Desempenho/ Incidentes – (Senior HSE Officer – Management of Audits/ Key Performance Indicators/ Incidents). Saiba mais.
CMC África Austral pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA) – Chief Health, Safety and Environment (HSE) Officer. Saiba mais.
Johns Hopkins University pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor Provincial de Aconselhamento e Testagem em Saúde na Comunidade (ATSC). Saiba mais.
Johns Hopkins University pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Conselheiro de ATSC (Aconselhamento e Testagem em Saúde na Comunidade). Saiba mais.
Abt Associates está a recrutar dezoito (18) Assistentes de Monitoria & Avaliação (M&A); quarenta (40) Digitadores de Dados e sete (7) Coordenadores de Base de Dados. Saiba mais.
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Planeamento, Contabilidade e Finanças. Saiba mais.
Grupo multinacional de renome, ligado ao sector alimentar de grande consumo pretende recrutar um (1) Operador de Frescos – Charcutaria, Peixaria, Talho, Cafetaria, Frutas e Vegetais, Padaria e Pastelaria. Saiba mais.
Grupo multinacional de renome, ligado ao sector alimentar de grande consumo pretende recrutar um (1) Operador de Aprovisionamento (alimentar e perecíveis). Saiba mais.
Grupo multinacional de renome, ligado ao sector alimentar de grande consumo pretende recrutar um (1) Responsável de Segurança Alimentar/ Supervisor Alimentar. Saiba mais.
Grupo multinacional de renome, ligado ao sector alimentar de grande consumo pretende recrutar um (1) Supervisor de Frescos – Charcutaria, Peixaria, Talho, Cafetaria, Frutas e Vegetais, Padaria e Pastelaria. Saiba mais.
A Plan International pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Consultor (Estudo de Base: Avaliação de Igualdade de Género e Adolescência). Saiba mais.
A Oxfam pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Consultores para Elaboração de Planos de Desenvolvimento de Capacidades dos Parceiros do Projecto AgriMulheres. Saiba mais.
A Polícia da República de Moçambique (PRM), em Tete, deteve duas pessoas indiciadas acusadas de venda ilegal de medicamentos do Sistema Nacional de Saúde, em mercados informais daquela cidade.
Segundo o Chefe do departamento de Assistência Médica, na Direcção provincial da Saúde, os detidos vendiam também fármacos de origem estrangeira.
Charifo Gentifo disse que a descoberta dos suspeitos foi através do trabalho coordenado entre o sector da Saúde e as autoridades policiais, no âmbito do combate ilegal à venda ilegal de medicamentos.
A fonte explicou que as quantidades apreendidas, são constituídas por vários tipos de fármacos, que estavam a ser manuseados por pessoas alheias e armazenadas em péssimas condições de conservação.
“Porque essas pessoas não têm nenhuma noção, nem de medicina, nem de enfermagem nem de farmácia e estão a tratar de vidas, vendendo medicamento. Então, isto é um perigo, é um atentado”, disse Charifo Gentifo, chefe do departamento de Assistência Médica, na Direcção provincial da Saúde de Tete.
Após 38 anos como chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos vai ter direito, quando deixar o cargo, a imunidade, residência oficial e uma subvenção mensal vitalícia de 80% do salário base do Presidente da República.
Com as eleições gerais em Angola agendadas para 23 de Agosto, às quais José Eduardo dos Santos – que completa 75 anos cinco dias depois, não se recandidata, a lei aprovada pela Assembleia Nacional, sobre o “Estatuto dos Antigos Presidentes da República de Angola“, foi publicada em Diário da República a 17 de Agosto.
No seu preâmbulo, a lei, consultada hoje pela Lusa, refere a necessidade de definir “deveres e os direitos dos antigos Presidentes da República”, sendo certo que desde 1975 o país conheceu apenas dois chefes de Estado. O primeiro Presidente de Angola foi Agostinho Neto, sucedido, após a sua morte, por José Eduardo dos Santos, em 1979.
A lei agora em vigor define que os antigos Presidentes da República gozam de tratamento protocolar “compatível com a dignidade das altas funções anteriormente desempenhadas” e que têm direito, nomeadamente, a gabinete de trabalho, oficial às ordens, escolta pessoal, protecção e segurança especial na residência, entre outros benefícios extensíveis ao cônjuge e aos descendentes e ascendentes de primeiro grau, como o passaporte diplomático.
A subvenção mensal vitalícia a que terá direito José Eduardo dos Santos, enquanto antigo Presidente, após as eleições de 23 de Agosto e tomada de posse do novo chefe de Estado, corresponde a 80% do salário base do Presidente da República, que está fixado desde Junho último em 640.130 kwanzas (cerca de 236.884 meticais).
Esta subvenção, refere ainda a legislação, é acumulável com a pensão de aposentação ou de reforma e em caso de morte do beneficiário transmite-se em 75% ao cônjuge, descendentes ou ascendentes.
“O cônjuge do antigo Presidente da República, à data do exercício das suas funções, tem direito a uma subvenção mensal vitalícia equivalente a 60% do salário base de um ministro“, lê-se ainda na lei, que entrou em vigor na quinta-feira.
Define igualmente que os antigos Presidentes “têm direito a uma residência oficial“, que pode ser do Estado ou arrendada, e ainda a uma viatura protocolar “de modelo idêntico à viatura oficial atribuída ao vice-Presidente da República [em funções]“.
“O Estado garante motoristas, combustível, manutenção e seguro contra todos os riscos“, acrescenta o texto da lei, que refere ainda que os antigos Presidentes “têm também direito a viaturas, de uso pessoal, para apoio do cônjuge e filhos melhores ou incapazes a seu cargo“.
José Eduardo dos Santos terá igualmente direito, conforme decorre da lei, a uma viagem anual de férias, “com passagens aéreas em primeira classe e ajudas de custo para si, cônjuge e filhos melhores ou incapazes, dentro do país ou no estrangeiro“.
A imunidade atribuída aos antigos Presidentes da República é semelhante à conferida aos deputados à Assembleia Nacional.
A lei, que se aplica também aos antigos vice-presidentes, prevê que estes possam “renunciar aos direitos patrimoniais” previstos.
Uma menina de apenas 10 anos resolveu fazer algo inusitado na noite da última segunda-feira (14). Entediada, a moradora do estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, pensou que seria uma boa ideia roubar um carro da YMCA para dar uma “voltinha” com seus amigos.
De acordo com a polícia da cidade de Bismarck, o roubo aconteceu entre as 19h40 e 20h40, quando a criança encontrou a chave de um Pontiac, de 2009, no armário da academia da YMCA, seguiu para o estacionamento e encontrou o carro. Determinada a não deixar rastros, ela se livrou dos pertences do dono do automóvel e deu partida no veículo.
Para deixar sua noite completa, a menina – cujo nome não foi divulgado – deu boleia para quatro amigos e continuou o seu passeio. Porém, nenhuma das crianças esperava que um pequeno incidente seria o responsável pelo fim de sua diversão.
Um dos pneus do carro precisou ser trocado, e enquanto os cinco garotos faziam malabarismos para realizar tal tarefa, um adulto percebeu a incomum movimentação e decidiu ligar para a polícia.
Às 22 horas, as autoridades chegaram ao local e encontraram o grupo de pequenos “infratores” junto do veículo. Arrependida, a autora do crime admitiu ter roubado o automóvel e foi levada para a delegacia, onde encontrou com seus pais e pode voltar para casa.
A Associação de Apoio a Albinos de Moçambique informou que acolheu três pessoas portadoras de albinismo em Maputo expulsas pelas suas famílias, acusadas de “trazerem azar”.
A Associação de Apoio a Albinos de Moçambique (ALBIMOZ) informou nesta sexta-feira que acolheu três pessoas portadoras de albinismo em Maputo expulsas pelas suas famílias, no primeiro trimestre, acusadas de “trazerem azar”.
Falando durante a cerimónia de distribuição de protectores solares a mais de 20 crianças albinas na província de Maputo, o presidente da ALBIMOZ, Wiliam Savanguane, apontou aqueles casos de expulsão como exemplo da prevalência de situações de discriminação de pessoas portadoras de albinismo em Moçambique.
“Alguns alegam que viver com albinos atrai azar, outros ainda dizem que ter um albino em casa traz muitas despesas financeiras”, afirmou William Savangane, aludindo aos custos de medicamentos relacionados com doenças de pele que afectam aquela camada populacional.
Para acolher as três pessoas albinas expulsas das suas residências, a ALBIMOZ teve de arrendar casas para as vítimas por forma a viverem em locais separados e evitar que se tornassem alvos de raptos.
“Nós tivemos que alugar casas para eles viverem, visto que não se pode aglomerar albinos numa casa, tendo em conta que atravessamos um momento crítico de rapto e assassinato de albinos, pelo que optamos em dispersá-los”, acrescentou.
Entre 2015 e 2016, várias pessoas portadoras de albinismo foram raptadas e mortas, principalmente no norte de Moçambique, em casos relacionadas com crenças supersticiosas.
Segundo relatos das autoridades, com base em testemunhos de pessoas detidas em conexão com esses crimes, partes de corpos de albinos mortos são usadas por curandeiros em rituais feitos em “clientes” que pretendem ficar ricos.
A Associação de Apoio a Albinos de Moçambique foi fundada em 2014, contando actualmente com 2.000 membros, e a sua principal actuação assenta em campanhas de combate à discriminação contra albinos e na melhoria das condições de vida do grupo, nomeadamente acções de luta contra o cancro da pele.
Matthew David Tatcher, de 26 anos, e a irmã, Emily Thomson, de 18, foram condenados a prisão pelo tribunal de Gales do Sul, Reino Unido, por terem violado três crianças pelo menos 36 vezes.
Os dois irmãos eram ajudados por Mandy Wright, que era cúmplice dos abusos e também aliciava menores nas redes sociais para depois serem abusados.
Matthew e Emily fotografavam e filmavam os abusos sexuais e trocavam mensagens em que planeavam como iam violar as crianças.
Em tribunal foi revelado que os dois irmãos mantinham uma relação incestuosa e Emily chegou mesmo a dizer que estava “apaixonada” pelo irmão. Uma das vítimas foi estrangulada enquanto era violada e ficou com danos nas vias respiratórias.
Todas as vítimas dos abusos apresentavam sinais de terem sido violadas repetidamente. Os crimes foram descobertos depois de Matthew ter sido apanhado a aliciar uma nova vítima nas redes sociais.
Na realidade estava a falar com um polícia e acabou detido, tendo confessado todos os crimes, bem como os da irmã e da cúmplice. Matthew foi condenado a 26 anos de prisão, a irmã, Emily, a 12 anos e Mandy Wright a sete anos de prisão.
Transportadores de passageiros, que fazem a ligação entre vários bairros da Matola e a cidade de Maputo, estão a abandonar as respectivas rotas.
Os operadores dizem que desistiram de operar na cidade de Maputo, devido a excessivas exigências da Polícia Municipal da capital que sempre termina em suborno.
A decisão afecta milhares de pessoas residentes em diferentes bairros da Matola, e que dependem daquele transporte público para chegar à cidade de Maputo.
Os terminais de Patrice Lumumba, T3, Nkhobe são os mais críticos e muitas pessoas vêem-se obrigadas a intercalar vários transportes para chegar à capital.
As autoridades sul-africanas estão a tentar bloquear um leilão de cornos de rinoceronte, organizado por um dos mais importantes rancheiros do país e denunciado como ilegal por defensores dos animais.
Apresentado na página oficial como “o primeiro leilão legal de cornos de rinoceronte na África do Sul“, é organizado pelo mais importante criador de rinocerontes do mundo, o milionário sul-africano John Hume, que acredita que “o comércio, e não os subsídios, vai salvar o rinoceronte africano“.
Os leilões de cornos de rinoceronte passaram a ser possíveis desde uma mudança na lei sul-africana, em Abril, após uma longa batalha judicial, vencida por John Hume, que conseguiu levantar a moratória ao comércio interno, em vigor desde 2009. Porém, o comércio internacional mantém-se interdito.
John Hume quer colocar no mercado cinco centenas de quilos de cornos, das cerca de seis toneladas que possui.
O corno deste animal é muito procurado, sobretudo na Ásia, onde a medicina tradicional lhe atribui propriedades terapêuticas.
John Hume alega que a receita do leilão servirá para cuidar dos 1.500 rinocerontes que acolhe no seu rancho de oito mil hectares, onde, mensalmente, gasta 145 mil euros só para os proteger dos caçadores furtivos.
Além disso, o milionário garante que os cornos foram retirados de animais anestesiados, num procedimento indolor.
A prática de retirar os cornos dos rinocerontes não é incomum, para dissuadir os caçadores furtivos.
“É uma solução para salvar os rinocerontes“, reclama Hume, citado pela agência francesa AFP.
Mas os defensores dos animais não acreditam nesta versão e consideram que o leilão vai “servir o mercado negro”, onde um quilo de corno pode valer perto de 50 mil euros.
Apesar de a justiça sul-africana ter levantado a moratória, é necessária uma autorização das autoridades nacionais, que decidiram bloquear a operação.
O anúncio foi feito pelo governo de Pretória, sem mais detalhes.
A África do Sul abriga 80% da população mundial de rinocerontes, espécie ameaçada pela caça furtiva.
Furioso, John Hume recorreu para o Supremo Tribunal de Pretória, exigindo que o governo autorize o que a justiça já autorizou.
Numa ocasião de rara celeridade, um juiz deverá pronunciar-se sobre o caso já no domingo, pouco tempo antes do agendado início do leilão, que decorrerá ‘online’, entre 21 e 24 de Agosto e, fisicamente, a 19 de Setembro.
CMC África Austral pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de SSMA – Gestão de Auditorias/ Principais Indicadores de Desempenho/ Incidentes – (Senior HSE Officer – Management of Audits/ Key Performance Indicators/ Incidents). Saiba mais.
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Abt Associates está a recrutar dezoito (18) Assistentes de Monitoria & Avaliação (M&A); quarenta (40) Digitadores de Dados e sete (7) Coordenadores de Base de Dados. Saiba mais.
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Planeamento, Contabilidade e Finanças. Saiba mais.
Grupo multinacional de renome, ligado ao sector alimentar de grande consumo pretende recrutar um (1) Operador de Frescos – Charcutaria, Peixaria, Talho, Cafetaria, Frutas e Vegetais, Padaria e Pastelaria. Saiba mais.
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Grupo multinacional de renome, ligado ao sector alimentar de grande consumo pretende recrutar um (1) Supervisor de Frescos – Charcutaria, Peixaria, Talho, Cafetaria, Frutas e Vegetais, Padaria e Pastelaria. Saiba mais.
A Plan International pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Consultor (Estudo de Base: Avaliação de Igualdade de Género e Adolescência). Saiba mais.
A Oxfam pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Consultores para Elaboração de Planos de Desenvolvimento de Capacidades dos Parceiros do Projecto AgriMulheres. Saiba mais.
Madison Gulliver, de sete anos, estava de férias no Egipto quando fez uma tatuagem temporária de henna no antebraço.
A menina estava longe de imaginar que uma simples tatuagem lhe traria dores horríveis. Quando chegou a casa, a menina sentiu imensa comichão na zona da tatuagem.
Os desenhos começaram a infectar e criaram bolhas que acabaram por rebentar. Madison foi ao hospital quando uma equipa especializada em queimaduras cortaram as bolhas.
Após a remoção destas a criança ficou com marcas. “Ela está com marcas para a vida toda. Tem bolhas desde a ponta do dedo até ao cotovelo“, disse Martin, de 50 anos, pai de Madison, citado pelo Daily Mail.
Um composto químico chamado para-fenilenodiamina, ou PPD, é adicionado ao henna para tornar as tatuagens mais escuras que causa muitas vezes reacções de hipersensibilidade em crianças.
“Em certa parte a culpa é minha por não saber os produtos químicos a que a minha filha estava sujeita, mas a culpa é do salão ao utilizar esses produtos em crianças“, referiu o pai da menina. Madison teve de ser encaminhada para outro especialista em queimadura, no Salisbury Distrit Hospital.
Depois de alguns exames, os médicos ficaram surpreendidos com o alto nível de PH contido no líquido das bolhas e indicaram que a menina sofreu queimaduras químicas.
A menina, de sete anos está agora em casa a recuperar, contudo, tem de usar uma ligadura durante seis meses para tentar minimizar as cicatrizes. O pai de Madison contatou o hotel onde ficaram hospedados durante as férias.
Ao que parece não é a primeira vez que algo do género acontece. O hotel assegurou não oferecer mais tatuagens.
Vítima de estupro e impedida de realizar um aborto, uma menina indiana de 10 anos deu à luz nesta quinta-feira (17) em um hospital na cidade de Chandigarh, no noroeste da Índia.
Segundo o médico Dasari Harish, o parto ocorreu por cesariana. A criança e o bebé passam bem. “A operação ocorreu sem complicações. O bebé nasceu pesando 2,2 quilos e está na UTI neonatal por enquanto“, afirmou Harish à imprensa local.
A menina, que não teve o nome divulgado, engravidou após ser estuprada por um tio durante várias ocasiões ao longo de seis meses. O caso só veio à tona após ela ser levada a um hospital reclamando de dores no estômago e então os médicos descobrirem que ela estava na 30ª semana de gestação.
Os pais dela recorreram à Justiça para conseguir autorização para um aborto. O caso chegou ao Supremo Tribunal indiano, que negou o procedimento com o argumento de que médicos garantiram que um aborto colocaria a vida da criança em risco.
Segundo a agência de notícias indiana Press Trust, os pais da vítima acabaram aceitando a decisão e decidiram dar o bebé para adopção. Eles ainda disseram que a filha nunca chegou a entender que estava grávida.
As leis indianas não permitem aborto após as 20 semanas de gestação a não ser que haja risco para a grávida ou o bebé. Apesar disso, o país tem recorde de abuso sexuais: cerca de 20 mil casos denunciados somente em 2015, segundo dados do governo.
O Tribunal Penal Internacional declarou o extremista islâmico maliano Ahmad al Faqi al Mahdi responsável por danos superiores a 2,7 milhões de euros pela destruição de mausoléus em Timbuktu, no norte do Mali, em 2012.
O Tribunal Penal Internacional determinou também a atribuição de compensações às vítimas dos ataques levados a cabo por Ahmad al Faqi al Mahdi.
“O tribunal ordenou indemnizações individuais, coletivas e simbólicas, reconhecendo que a destruição de edifícios protegidos atingiu os interesses das populações do Mali e da ‘comunidade internacional’ estimando-se que Mahdi causou danos da ordem dos 2,7 milhões de euros“, disse o juiz Raul Cano Pangalangan na leitura da acusação, em Haia.
Mahdi já tinha sido condenado em setembro a nove anos de prisão por ter dirigido intencionalmente os ataques contra a porta da mesquita Sidi Yahia assim como nove mausoléus da cidade, património mundial da humanidade da UNESCO. Mesmo assim, se o extremista for incapaz de pagar o montante determinado, o tribunal considera que a eventual situação de “indigência” do réu não deve dificultar nas obras de reconstrução e restauro em curso.
Pelo contrário, a ordem do TPI deve encorajar os fundos que foram criados e que constituem um instrumento independente que gere as contribuições voluntárias, públicas e privadas, destinadas à reconstrução de propriedades individuais e públicas.
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