Dois cidadãos de nacionalidade estrangeira encontram-se nas mãos da Polícia da República de Moçambique (PRM), desde o último fim-de-semana, na cidade de Maputo, por alegado tráfico de drogas e pedras preciosas.
Trata-se de um nigeriano de 42 anos de idade, detido no Aeroporto Internacional de Maputo, na posse 50 cápsulas de uma droga não especificada, mas que se presume ser cocaína.
O produto equivale a 1.100 quilograma, de acordo com Orlando Modumane, porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) na Cidade de Maputo.
As alfândegas de Moçambique indicam ser sétima vez, este ano, que cidadãos estrangeiros são recolhidos aos calabouços por envolvimento neste tipo de crime registado naquele aeroporto.
Em relação ao chinês, de 35 anos de idade, ele é acusado de posse de meio quilograma de pedras preciosas. Ele também caiu nas mãos da Polícia no Aeroporto Internacional de Maputo, quando fazia o check in.
Orlando Modumane disse que, numa outra operação, a PRM tirou da circulação três quadrilhas composta por 12 elementos que consumiam e comercializavam estupefacientes em alguns bairros da capital do país.
“Na posse desses indivíduos foram apreendidos 5,3 quilogramas de cannabis sativa”, vulgo soruma, disse o agente da lei e ordem, salientando que houve recuperação de cinco viaturas roubadas com recursos a chaves falsas. Ele disse que os meios circulantes já foram devolvidos aos respectivos donos.
Outros dois indivíduos foram privados de liberdade suspeitos de posse ilegal de duas pistolas sem carregadores, no bairro da Munhuana. A corporação acredita que os instrumentos bélicos eram usados para o cometimento de crimes.
A ONU Mulheres pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação, Planificação, Gestão de Conhecimento. Saiba mais.
A ONU Mulheres pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa (Eliminação da Violência Contra as Mulheres, HIV and Empoderamento das Mulheres e Raparigas). Saiba mais.
Empresa que se dedica actividade de logística a três (3) anos no mercado nacional, pretende recrutar para o seu quadro um (1) Analista de Compras. Saiba mais.
O Conselho Nacional de Combate ao HIV/SIDA (CNCS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
O Conselho Nacional de Combate ao HIV/SIDA (CNCS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Comunicação, Informação e Advocacia. Saiba mais.
Empresa de referência no fornecimento de material, equipamento e componentes Electricos e Electrónicos pretende reforçar a sua estrutura com Representante de Vendas. Saiba mais.
As cerimónias fúnebres de Afonso Dhlakama, presidente da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), vão decorrer na quarta-feira, dia 09 de Maio, a partir das 08:00, no campo desportivo do Ferroviário da Beira, anunciou no sábado (05) a comissão política nacional do partido.
O corpo do líder da oposição de Moçambique vai sair da morgue do Hospital Central da Beira diretamente para o recinto, que vai acolher as cerimónias públicas, detalhou Ossufo Momade, coordenador da comissão política, numa conferência de imprensa na cidade da Beira.
Na quinta-feira, dia 10 de Maio, será realizado o funeral organizado pela família em Mangunde, distrito de Chibabava, no interior da província de Sofala, terra natal do líder da Renamo, a cerca de 300 quilómetros da Beira.
Durante o anúncio do programa das cerimónias, Ossufo Momade pediu aos membros e simpatizantes do partido e à sociedade em geral “muita calma e coragem”.
O programa foi acordado entre o maior partido da oposição moçambicana e familiares de Dhlakama, referiu Ossufo Momade. O anúncio ocorreu depois de uma reunião da comissão política nacional da Renamo iniciada na sexta-feira à tarde na cidade da Beira.
O Conselho de Ministros moçambicano já tinha anunciado na sexta-feira, após reunião extraordinária, em Maputo, que Dhlakama teria um funeral oficial ao abrigo do estatuto especial do líder do segundo partido com assento parlamentar (líder da oposição). Segundo o jornal moçambicano CanalMoz, o Governo não vai decretar luto nacional.
Vladimir Putin foi, esta segunda-feira, investido como presidente da Rússia para um quarto mandato, que deverá prolongar-se até 2024, numa cerimónia solene no Grande Palácio do Kremlin.
“Considero como meu dever e como o sentido da minha vida fazer tudo o que me for possível pela Rússia, pelo seu presente e pelo seu futuro”, disse Putin após a posse.
Com a mão direita sobre a Carta Magna, Putin jurou “respeitar e defender os direitos e as liberdades das pessoas e dos cidadãos; cumprir e defender a Constituição da Federação da Rússia; defender a soberania e a independência, a segurança e a integridade territorial do Estado e servir o povo com lealdade”.
Mais de seis mil convidados, incluindo ministros do Governo cessante, deputados e senadores, membros do corpo diplomático, autoridades civis, eclesiásticas e militares, e outras personalidades assistiram à cerimónia.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve um indivíduo acusado de ter tentado raptar uma menor de cinco anos de idade, para extrair coração para fins supersticiosos.
Segundo noticia a Agência de Informação de Moçambique (AIM), a detenção ocorreu, no distrito de Sussundenga, em Manica.
O indiciado, de 23 anos contou que foi instruído por um curandeiro para procurar uma criança para tratamento tradicional com objectivo de ser rico. E, na madrugada do dia 2 de Maio corrente, dirigiu-se a uma residência onde tentou sequestrar uma menor que estava a dormir com sua avó, tentativa que foi frustrada.
“Fui ao curandeiro para tratar do meu problema. Ele disse que eu devia encontrar uma criança e tirar o coração para fazer tratamento. Quando cheguei a uma casa onde tentei levar a menor que estava a dormir com a avó, os familiares se aperceberam e me coloquei em fuga. Mais tarde fui neutralizado por populares”, explicou à AIM.
“Era tentativa de obter riqueza. O curandeiro é que me mandou, estou arrependido. Ele disse, caso consiga, podia tratar-me e mudar minha vida. Por isso, procurei a criança. Fui para aquela casa para ver ser levava um menor. Não consegui, porque fui descoberto e agredido pelos donos da casa e vizinhos”, acrescentou.
O porta-voz da PRM, em Manica, Mateus Mindu, disse que a detenção do indivíduo foi feita por populares que, apercebendo-se da presença do raptor que tentou levar a menor que se encontrava a dormir com avó, tratou de mobilizar vizinhos para sua captura.
Segundo Mindu, depois de neutralizar o suposto raptor, a população informou a polícia e, neste momento, foi lavrado um processo-crime para sua responsabilização.
Por outro lado, apelou a população para continuar vigilante e denunciar qualquer acção maléfica nas comunidades, sobretudo contra crianças que são principais vítimas para obtenção de órgãos usados para práticas supersticiosas.
Uma embarcação que transportava 62 pessoas, em Cabo Delgado, naufragou, ontem (06).
A embarcação saía da Ilha das Quirimbas, distrito de Ibo, para Quissanga. E, de acordo com o Secretário-Permanente de Cabo Delgado, António Mapure, morreram cinco pessoas.
No acidente, foi possível resgatar com vida 57 pessoas na embarcação com capacidade para 21.
O presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Daviz Simango, defendeu hoje que os restos mortais de Afonso Dhlakama deviam ser depositados na Praça dos Heróis Nacionais, em Maputo.
Para mim era importante que os restos mortais fossem depositados na cripta”, na capital moçambicana, onde jazem o independentista Eduardo Mondlane e o primeiro Presidente moçambicano, Samora Machel, entre outras figuras.
Para Simango, líder do terceiro partido com representação parlamentar, “se existe uma Praça dos Heróis e estão lá depositadas personalidades ligadas a uma linhagem política, a um grupo, a um clã, é preciso mostrar que os moçambicanos querem se reconciliar a si mesmos, abrindo essa janela”, com a entrada do líder da oposição à Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) – no poder desde a independência em 1975.
“Poderia ser muito bom para fortalecer a unidade nacional que tanto andamos a apregoar”, sublinhou.
Sem o fazer, “o Governo [da Frelimo] perdeu uma grande oportunidade” de se reconciliar “consigo mesmo” e “de criar condições para que o Estado se reconciliasse com os cidadãos”.
“Ele devia estar depositado na Praça dos Heróis e, naturalmente, devíamos ter uma cerimónia mais de Estado que outra coisa”, concluiu Daviz Simango, que é também presidente do município da Beira, para onde estão marcadas as cerimónias fúnebres públicas do presidente da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), na quarta-feira.
Uma comitiva governamental juntou-se hoje à família de Dhlakama na cidade para definir se as cerimónias vão decorrer no estádio do Ferroviário da Beira, tal como anunciado pela Renamo e familiares no sábado, ou no largo da estação de caminhos de ferro.
Na quinta-feira, o corpo do ex-guerrilheiro e líder da oposição em Moçambique vai ser sepultado pela família às 14:00 na sua terra natal, Mangunde, 300 quilómetros a sudoeste da Beira, na província de Sofala.
Dhlakama morreu na quinta-feira na Serra da Gorongosa devido a complicações de saúde.
A Coreia do Norte acusou no domingo (06) os Estados Unidos de levarem adiante uma “perigosa tentativa” de arruinar a aproximação entre Kim Jong-un e o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in.
Em entrevista à agência oficial “KCNA”, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Pyongyang criticou a posição da Casa Branca de que a abertura ao diálogo por parte de Kim se deva às sanções impostas por Washington. Além disso, os EUA dizem que só reduzirão a pressão quando a Coreia do Norte entregar todas as suas armas nucleares.
Segundo Pyongyang, tratam-se de afirmações “enganosas”. “Os EUA estão deliberadamente provocando a República Popular Democrática da Coreia”, declarou o porta-voz, que não é identificado pela “KCNA”.
De acordo com ele, a Casa Branca está promovendo uma “perigosa tentativa de arruinar a atmosfera de diálogo e levar a situação de volta para o início”. “Não seria bom se os EUA entendessem a intenção de paz como um sinal de fraqueza”, acrescentou.
Na guerra de narrativas entre Washington e Pyongyang, Donald Trump tenta creditar a abertura do diálogo às sanções e à pressão sobre a China, enquanto Kim dá a entender que seu programa nuclear já atingiu um nível suficientemente avançado para garantir a manutenção do regime.
Os líderes devem se encontrar no início de Junho, para dar sequência à histórica reunião entre Kim e Moon, realizada no último dia 27 de Abril e na qual as duas Coreias se comprometeram a assinar um acordo de paz ainda em 2018.
Ivone Soares, Chefe da Bancada da Renamo na Assembleia da República, disse em entrevista a STV, que o pacote de descentralização depositado no parlamento encontra-se estacionária por falta de entendimento no processo de indicação dos administradores.
Soares diz que bancada da Frelimo entende que o Ministro de tutela é que deve indicar os administradores, ouvindo o governador eleito.
“Nós achamos que o governador é que deve montar a sua equipa, porque eles (governadores) representam toda a província e o Plano Económico Social tem de ser aplicado de acordo com a política desenhada para uma certa região. Não queremos um governador que só corta fitas, porque se passar a proposta da bancada da Frelimo, os administradores passarão a receber ordens e orientações apenas ao nível central”.
Ivone Soares pediu o apoio de toda a sociedade e das outras forças políticas da oposição para pressionarem a bancada maioritária da Frelimo e o Governo, no sentido dos administradores serem indicados pelos governadores.
“Não nos acovardemos, por favor. Dhlakama já não está entre nós para sair em nossa defesa e obrigar a Frelimo a aceitar a descentralização. Agora nós todos temos que ser Dhlakama, porque senão vamos ter uma descentralização centralizada, pois o Governo central vai continuar a dar orientações aos administradores, orientações essas que podem contrariar aquilo que serão as nossas políticas de governação”.
A chefe da bancada da Renamo terminou afirmando que neste momento ainda é cedo para se abordar esta questão com profundidade. A nossa prioridade agora é sepultar o presidente Dhlakama.
A polícia deteve o líder de oposição Alexei Navalny durante a manifestação contra Vladimir Putin realizada, no sábado (05) no centro de Moscou, capital da Rússia.
Milhares de pessoas se reuniam na praça Pushkin para protestar contra a posse do presidente russo. Nesta segunda-feira (07), ele dará início a seu quarto mandato no cargo, por mais seis anos.
O protesto faz parte de uma série de actos marcados para ocorrer em ao menos dez cidades do país, incluindo São Petersburgo e localidades do extremo leste e da Sibéria. As manifestações, que têm como slogan a frase “Ele não é nosso czar”, foram convocadas por Navalny. A polícia deteve manifestantes em outras cidades, mas não há informações até o momento sobre o número de pessoas presas.
A mulher detida na posse de 12.4Kg de drogas, no Aeroporto Internacional de Maputo é natural da Serra Leoa. Tem 44 anos de idade e veio a Moçambique a convite de um amigo. É o que conta Nancy Juliana, detida quando tentava regressar ao seu país.
No processo do check in, a Polícia descobriu uma mala, contendo 12.4Kg de drogas, que se presume que seja cocaína e efedrina.
As autoridades dizem que só haverá certeza do tipo de drogas após análises laboratoriais.
A acusada diz não conhecer a origem da droga e que foi tudo uma armação de uma amiga.
Moçambique é actualmente conotado como um dos maiores corredores de drogas a nível da região Austral da África.
O órgão máximo do partido Renamo elegeu por unanimidade Ossufo Momade para dirigir interinamente a formação política até realização Conselho nacional, em data ainda por anunciar.
Já marcadas estão as cerimónias fúnebres de Dhlakama, falecido vítima de doença na quinta-feira (03), iniciam na próxima quarta-feira (09) na cidade da Beira e o enterro vai acontecer na sua terra natal em Mangunde, no distrito de Chibabava, na quinta-feira (10).
“A Comissão Política nacional decidiu por unanimidade eleger o tenente-general Ossufo Momade para Coordenador dos trabalhos da Comissão Política nacional do partido Renamo” até realização Conselho nacional ainda sem data, disse este sábado (04) em conferência de imprensa o deputado Alfredo Magumisse.
Tenente-general, ex-deputado da Assembleia da República, antigo secretário-geral do partido e até sexta-feira chefe do Departamento de Defesa, Ossufo Momade informou, na mesma conferência de imprensa deste sábado, que: “9 de Maio de 2018 é a data para a realização das cerimónias fúnebres e oficiais de Sua Excia presidente do partido Afonso Macacho Marceta Dhlakama na cidade da Beira, com início previsto para as 8 horas no campo do Ferroviário da Beira. O funeral será realizado na sua terra natal em Mangunde, distrito de Chibabava, no dia 10 de Maio de 2018″.
Embora ainda não tenha sido anunciado é expectável que o Presidente da República tome parte das cerimónias que o Governo decidiu que terão um cariz oficial, aliás Filipe Nyusi adiou importantes vistas de Estado que tinha agendadas ao que tudo indica para estar presente no último adeus ao seu “irmão”.
Entretanto sobre o dossier da paz o líder interino do partido Renamo declarou que: “não vamos fazer outra coisa além daquilo que ele já havia iniciado, e esse trabalho já está na Assembleia da República, e a partir daí os nosso deputados através da bancada da Renamo vão poder decidir em relação a aquilo que vai ser os destinos do nosso trabalho”.
A ONU Mulheres pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação, Planificação, Gestão de Conhecimento. Saiba mais.
A ONU Mulheres pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa (Eliminação da Violência Contra as Mulheres, HIV and Empoderamento das Mulheres e Raparigas). Saiba mais.
Empresa que se dedica actividade de logística a três (3) anos no mercado nacional, pretende recrutar para o seu quadro um (1) Analista de Compras. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial do Programa de Patrocínio. Saiba mais.
O Instituto do Coração (ICOR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Informática Sénior para o departamento de IT. Saiba mais.
O Conselho Nacional de Combate ao HIV/SIDA (CNCS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
O Conselho Nacional de Combate ao HIV/SIDA (CNCS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Comunicação, Informação e Advocacia. Saiba mais.
Empresa de referência no fornecimento de material, equipamento e componentes Electricos e Electrónicos pretende reforçar a sua estrutura com Representante de Vendas. Saiba mais.
“Os Estados Unidos juntam-se a todos os moçambicanos em luto pelo falecimento de Afonso Dhlakama”, diz a Embaixada americana em Maputo numa nota de imprensa divulgada nesta sexta-feira (04).
“Endereçamos as nossas mais profundas condolências à família, aos seus entes queridos e aos seguidores políticos do Sr. Dhlakama, e honramos o seu serviço como líder da Renamo e como membro do Conselho de Estado da República de Moçambique”, continua a nota que lembra, que, através de um esforço conjunto, primeiro com o Presidente Joaquim Chissano e mais recentemente com o Presidente Filipe Jacinto Nyusi, o Sr. Dhlakama provou a Moçambique e ao mundo que estava empenhado em alcançar a democracia e uma paz duradoura que beneficiará todos os seus concidadãos, independentemente do partido político”.
Mesmo nos seus últimos dias, a representação diplomática de Washington em Moçambique destaca que Dhlakama trabalhou perseverantemente “para promover os dois objectivos da descentralização e desmilitarização, que servirão de pilares para um acordo de paz duradouro entre o seu partido e o Governo”.
Na sequência da morte “prematura do Sr. Dhlakama, encorajamos os líderes da Renamo e os seus interlocutores no Governo da República de Moçambique a honrar o legado do Sr. Dhlakama ao concluir este grande projecto pelo qual dedicou os últimos anos da sua vida: uma nação livre dos grilhões da guerra e da violência, uma nação que pode aproveitar o poder dos seus recursos e desencadear o potencial do seu povo, e uma nação firmemente enraizada nos princípios da democracia”.
O comunicado da Embaixada americana em Maputo conclui dizendo que “este acordo de paz deve ser a herança do Sr. Dhlakama para o povo de Moçambique, e os Estados Unidos estão prontos para ajudar a alcançá-lo”.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, manifestou ontem dor com a morte de Afonso Dhlakama, revelando ter enviado um helicóptero para transferir o líder da Renamo para tratamento médico no estrangeiro.
“O momento torna-se muito mau para mim, porque eu, desde ontem, estive a fazer um esforço para ver se transferia o meu irmão para fora do país”, afirmou Filipe Nyusi, falando ao telefone para o canal público TVM.
Filipe Nyusi adiantou que tomou conhecimento na quinta-feira de que o líder da Renamo estava doente há uma semana, tendo feito diligências para que fosse levado de helicóptero da Serra de Gorongosa, para tratamento médico fora do país.
“Estava há uma semana mal”, declarou Filipe Nyusi.
Repetindo que se sentia mal com a morte de Afonso Dhlakama, o chefe de Estado disse que o líder da Renamo pediu-lhe para que o processo de paz em curso no país terminasse com sucesso.
“Da última vez que falou disse `não vamos falhar nada”, declarou Filipe Nyusi.
O chefe de Estado moçambicano apelou ao país para que a morte de Afonso Dhlakama não seja usada para qualquer tipo de aproveitamento. O líder da oposição em Moçambique, Afonso Dhlakama, morreu ontem devido a problemas de saúde.
O corpo de Afonso Dhlakama chegou à morgue do Hospital da Cidade da Beira durante a última madrugada, de acordo com o secretário-geral da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), Manuel Bissopo.
“Perdermos o nosso pai, o nosso mestre, a pessoa que é a luz da maioria dos moçambicanos”, referiu o dirigente do partido à reportagem da Televisão de Moçambique (TVM).
Fontes do partido tinham referido à Lusa que uma caravana da Renamo transportaria hoje o corpo do líder do partido desde a residência onde Dhlkama morreu, na Serra da Gorongosa, para a cidade da Beira.
No entanto, a reportagem da TVM exibiu esta manhã a chegada, pelas 3.40 horas, de um conjunto de viaturas à morgue da cidade da Beira, onde viajariam familiares e membros do partido.
“Não tenho elementos substanciais sobre aquilo que vai acontecer a partir de amanhã [sábado]”, acrescentou Manuel Bissopo, referindo que os membros do partido vão “juntar-se com a família”.
“De princípio, o funeral vai ser feito na terra natal”, em Mangunde, distrito de Chibabava, na província de Sofala, referiu.
Ainda não há data marcada para o funeral, acrescentou.
Um menor, de seis anos de idade, perdeu a vida, no bairro de Sidlhwava, na província de Maputo, quando uma bala o atingiu na zona do tórax, presumivelmente disparada por um dos militares de um quartel próximo do bairro.
Segundo os populares, o tiro que atingiu a criança teria sido disparado por militares que, durante a semana, têm estado a realizar exercícios militares.
O corpo do menor foi removido pela SERNIC. Na ocasião, o comandante da nona esquadra na Matola, Gilberto Inguane, disse que, apesar de ser verdade que os exercícios militares no quartel local incluem disparos, era prematuro relacionar esse facto com a morte da criança.
“Não podemos dizer se a morte da criança é consequência directa do exercício dos militares, há que dar tempo a quem é de direito para investigar. Não podemos adiantar muito quanto a isso”, disse o comandante, citado pelo Jornal O País.
Os residentes dizem que têm passado por maus momentos, principalmente quando circulam pelas ruas próximas do quartel. Estes alegam que entre as sevícias que passam, incluem-se espancamentos, violações e extorsões.
Quatro mineiros morreram e outros seis ficaram feridos na quinta-feira após um terremoto ter atingido uma mina de ouro do grupo Sibanye-Stillwater, nos arredores de Joanesburgo, divulgou hoje a empresa e o Sindicato Nacional de Mineradores (NUM).
Três funcionários estavam ainda hoje bloqueados no fundo do poço da mina, dois dos quais ainda não haviam sido localizados, referiu Sibanye-Stillwater num comunicado.
Segundo a empresa, o acidente foi causado pelo colapso na quinta-feira de uma galeria de sua mina em Masakhane, perto de Driefontein (nordeste), após um ligeiro terramoto.
No início de Fevereiro, cerca de mil mineiros ficaram presos no subsolo por 30 horas, após um corte de energia causado por uma tempestade, em outra mina já pertencente à Sibanye-Stillwater.
Alguns dias depois, dois mineiros morreram devido a um deslizamento de terra numa mina pertencente ao mesmo grupo.
A maior central sindical do país, Cosatu, considerou os resultados do grupo em termos de segurança “alarmantes”.
Os acidentes destes são comuns na África do Sul, que tem as minas mais profundas do mundo.
Em 2016, 73 pessoas morreram nas minas do país, segundo estatísticas da Câmara das minas.
O académico Lourenço do Rosário considera que a perda de Afonso Dhlakama coloca as negociações da paz efectiva no país em incógnita, visto que era um assunto tratado directamente por si e pelo Presidente da República.
“Cria aqui uma grande incógnita, na medida em que ele perde a vida quando os dois estavam a conduzir este processo de paz que nos dava um alento de que as coisas estavam a correr bem. O Presidente Nyusi fica sem o arrimo para poder continuar este processo de paz como eles tinham engendrando”.
Do Rosário descreve Dhlakama como um líder político-militar, que congregava fidelidade, lealdade e, ao mesmo tempo, obediência, quer dos políticos quer dos militares e defende que esta característica pode ser fundamental para a eleição de novas lideranças. “Os passos dentro da Renamo têm que congregar esses consensos”.
Por outro lado, indica quais podem ser os papéis dos militares neste processo: Dhlakama era, ao mesmo tempo, um líder político e militar, então os militares vão ter uma palavra a dizer na resolução do próximo líder da Renamo. Os militares poderão apoiar um novo líder político que tenha consenso ou então podem eles próprios assumir o poder e serem eles a negociar todo o processo que estava na agenda da paz.
O académico, que conviveu com o líder da Renamo, descreve-o como um indivíduo muito lúcido mas também muito inconstante. “Sabia o que queria, era difícil de movê-lo das suas próprias ideias, mas tinha objectivos, que era ser o Presidente deste país”.
O Presidente moçambicano revelou que da última vez que falou com o líder da Renamo, Afonso Dhlakama pediu-lhe que o processo de paz em curso no país terminasse com sucesso e prometeu que a Renamo “não ia falhar”.
Na primeira reacção à morte de Dhlakama nesta quinta-feira (03), na Serra da Gorongosa, fruto de complicações de saúde, Filipe Nyusi disse, em conversa telefónica com a televisão Televisão de Moçambique (TVM), que se sentia mal com a morte de Afonso Dhlakama.
O Chefe de Estado moçambicano pediu para que a morte de Afonso Dhlakama “não seja usada para qualquer tipo de aproveitamento”.
Na conversa, Nyusi revelou ter feito esforços para ajudar o líder da Renamo a procurar assistência médica quando soube que estava doente.
“Estávamos num alinhamento total para resolver os problemas do país. Fiz todo o esforço para transferir o meu irmão para fora do país, mas não consegui. Já era tarde. Estou muito deprimido, profundamente chocado, porque não me deram tempo para agir”, afirmou Nyusi, indicando que só ontem soube que Dhlakama estava doente há uma semana.
Ele garantiu ter feito diligências para que Afonso Dhlakama fosse levado de helicóptero da Serra de Gorongosa, para um hospital fora do país.
O Presidente moçambicano não adiantou se irá ao funeral do líder da Renamo ou que tipo de cerimónia terá Afonso Dhlakama.
O líder do principal partido da oposição faleceu na manhã desta quinta-feira, na sequência de complicações de saúde.
Fontes da VOA revelaram que Dhlakama teve uma crise decorrente de diabetes e tentou sair da Gorongosa em direcção de Sofala, de onde seria transferido para uma clínica na África do Sul.
O antigo guerrilheiro e líder do principal partido da oposição faleceu aos 65 anos de idade.
O corpo dele será levado na sexta-feira (04), para o Hospital Central da Beira.
No final do dia, familiares e dirigentes da Renamo dirigiram-se para Gorongosa a fim de preparar uma comunicação ao país, que deverá feita na manhã de sexta-feira, e os funerais de Afonso Dhlakama.
A Associação Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD) manifesta-se contra a decisão do governo moçambicano que impõe um monopólio estatal na importação de...
O Conselho de Ministros aprovou uma proposta de revisão do Código de Estrada, cujo objectivo primordial é reforçar os mecanismos de fiscalização e controlo...
A Fundação de Caridade Tzu Chi Moçambique irá realizar a distribuição de arroz para mais de 4.000 famílias vulneráveis nas províncias de Maputo, Gaza...
A décima quinta ronda da campanha de vacinação contra a poliomielite iniciou destacando-se como uma iniciativa crucial para a saúde infantil na província da...