Uma idosa, acusada de feitiçaria, morreu vítima de agressões físicas protagonizadas pela própria família, no distrito de Marromeu, província de Sofala.
MAPUTO- Segundo o Comando Distrital da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Marromeu, citado pelo o @Verdade, a malograda e o seu marido (que sobreviveu) foram submetidos a uma sessão agressões físicas e psicológicas, no último domingo (30), na sequência da morte de uma criança na sua família.
A situação gerou descontentamento e alguma desinteligência, porque os parentes das vítimas achavam que estas eram os responsáveis pela morte da referida criança, após cair doente.
Segundo o @Verdade, o casal era rejeitado pela própria família, devido à acusação de feitiçaria.
Domingos Canivete, sobrevivente, disse que a sua mulher praticamente morreu nas mãos dos agressores. “Éramos maltratados todos os dias porque diziam que somos feiticeiros e matávamos criança da família e outros membros”.
Em Moçambique as pessoas da terceira idade são vítima de estigmatização e exclusão social generalizadas.
O ex-Presidente do Peru Alberto Fujimori, hospitalizado desde quarta-feira, depois de o Supremo Tribunal ter anulado o indulto concedido no final do ano passado, considerou na quinta-feira uma condenação à morte o regresso à prisão.
Fujimori, de 80 anos, implorou às autoridades para que não seja detido à saída da clínica onde se encontra, num vídeo registado com o ex-Presidente deitado numa cama. “Eu quero pedir ao Presidente da República, aos juízes: por favor, não me matem. Se voltar à prisão, o meu coração não vai aguentar, está demasiado fraco. Não me condenem à morte, nada mais me causa mais medo”, afirmou Alberto Fujimori, Presidente do Peru de 1990 a 2000.
A filha do antigo chefe de Estado e dirigente da oposição, Keiko Fujimori, de 43 anos, disse, na quarta-feira, que a decisão foi “desumana”. “É o dia mais triste das nossas vidas, é muito mau”, afirmou, perante os jornalistas.
Depois de divulgado o vídeo, o ministro do Interior, Mauro Medina, declarou à rádio RPP que Fujimori, hospitalizado após descompensação e aceleração do ritmo cardíaco, “está já considerado detido” e informou que agentes da polícia se encontram defronte da clínica. “Esperamos a sua saída da clínica para o conduzir ao estabelecimento prisional”, notou o membro do Governo.
O juiz Hugo Nunez anulou o indulto depois de analisado o recurso das famílias das vítimas do Governo de Fujimori, condenado por crimes contra a humanidade.
O advogado das famílias das vítimas, Carlos Rivera, afirmou à agência France-Presse que a decisão do Supremo foi correta, porque “irregularidades foram cometidas no momento do indulto”. A Comissão Interamericana dos Direitos Humanos revelou que esta decisão foi uma grande “vitória para as vítimas e um passo à frente na luta contra a impunidade”.
“Justiça foi feita”, disse Rosa Rojas, que perdeu o filho, de 8 anos, e o marido em 1991, num dos dois massacres que levaram à condenação de Fujimori, perpetrados por um esquadrão da morte.
A libertação prematura de Fujimori, no final de 2017, após perdão da pena assinado pelo ex-Presidente Pablo Pedro Kuczynski, desencadeou uma crise política e protestos de organizações de direitos humanos e vítimas da repressão. Aposentado da política, Fujimori morava sozinho numa casa arrendado, num bairro de luxo de Lima, capital do país. Nos últimos anos, o antigo Presidente do Peru recorreu várias vezes ao hospital, tendo sido por diversas ocasiões operado por causa de um cancro na língua.
Iniciou na quarta-feira, em Pemba, o julgamento do caso dos ataques armados em Cabo Delgado. Na primeira sessão, que decorreu em três locais diferentes, estiveram presentes 106 dos 189 arguidos acusados de vários crimes.
A sessão começou na Penitenciária de Mieze, distrito de Metuge, onde sob fortes medidas de segurança, 13 réus presos e 16 em liberdade ouviram, pela primeira vez, a leitura da acusação do Ministério Público. Durante cerca de uma hora, os acusados ouviram todos crimes de que são acusados e as respectivas penas exigidas pelo Ministério Público.
Depois de Mieze, o tribunal deslocou-se à Cadeia Feminina de Pemba, onde 15 mulheres detidas, algumas com os filhos às costas, e outras duas que respondem em liberdade, tomaram conhecimento de que o Ministério Público não encontrou nenhuma circunstância atenuante para os crimes que cometeram.
A primeira sessão do julgamento terminou na Cadeia de Máxima Segurança. Perante 58 homens, todos detidos, o juiz da causa marcou a próxima segunda-feira, 08 de Outubro, para o início dos interrogatórios.
Segundo consta do processo 32/2018, do Tribunal Judicial da Província de Cabo Delgado, desde que iniciaram os ataques na madrugada de 5 de Outubro do ano passado, os arguidos, entre eles 29 tanzanianos e três somalis, assassinaram civis e militares, roubaram 37 armas AK 47 e mais de cinco mil munições, destruíram bens da população e atentaram contra o poder do Estado.
Um túnel localizado pela polícia do Paraguai a 210m da Penitenciária Regional de Pedro Juan Caballero, fronteira com Ponta Porã (MS), serviria para resgatar líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) durante as festividades de final de ano, conforme investigações policiais.
Com 12m de extensão, o túnel já tinha sistema de iluminação e oxigenação. Três homens foram presos quando faziam os trabalhos de escavação, nessa terça-feira (02). Eles teriam sido contratados por um brasileiro detido em uma residência próxima ao local.
O chefe de Investigações do Departamento de Amambay, Gérman Arévalo, informou que os presos durante a acção admitiram pretender resgatar o brasileiro Rony Perez Barbosa, 36 anos, apontado como um dos líderes do PCC na penitenciária de Pedro Juan Caballero.
Barbosa foi detido em Abril de 2016 durante operação da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) do Paraguai. Contra Barbosa, há uma ordem de captura no Brasil e pedido de extradição. A polícia suspeita que pelo menos 80 membros da facção criminosa seriam libertados se o plano de fuga desse certo, incluindo alguns paraguaios que fazem parte da facção.
Identificado por agentes do serviço de inteligência policial que actuam no combate ao crime organizado, o túnel partia de uma casa modesta situada no bairro Virgem dos Pobres, em Pedro Juan. A estrutura teria começado a ser construída há cerca de 23 dias e chamou a atenção da polícia pela sofisticação.
“Era bem estruturado e feito por gente que conhecia muito”, diz Arévalo. As dimensões chegavam a cerca de 1,20m de altura e 80cm de largura. Nas laterais, havia ripas de madeira para evitar desabamento. A polícia já trabalhava com informações sobre uma possível fuga de membros do PCC de presídios do Paraguai.
A polícia prossegue as investigações em conjunto com o Ministério Público para averiguar se há mais pessoas envolvidas na tentativa de fuga. O túnel será destruído.
Os quatro detidos durante a operação foram Nícolas Cano Centurión, de 25 anos; Pedro Anastacio Gauto Álvarez, de 21; Óscar Bordón Blanco, 19; e o brasileiro Alexandre Leguizamón, de 28 anos. Na residência onde ele estava, situada a oito quadras do túnel, foi encontrada parte da areia retirada. De acordo com a polícia paraguaia, o PCC tem no país 236 membros em diversas penitenciárias. A maioria (136) é de origem brasileira.
O produtor de música Rap norte-americano Marion “Suge” Knight, que lançou a carreira de famosos artistas como Snoop Dogg, Dr. Dre e Tupac Shakur, foi condenado esta quinta-feira a 28 anos de prisão por homicídio.
O homicídio aconteceu em 2015, na sequência de um desentendimento entre o produtor e Terry Carter, consultor cinematográfico, que era seu amigo.
Suge Knight, de 53 anos, atropelou Terry Carter, no estacionamento de um restaurante de fast food nos subúrbios de Los Angeles em Janeiro de 2015. O produtor foi então acusado de assassinato e atropelamento e fuga.
A discussão entre os dois, assim como o atropelamento, foram filmadas pelas câmaras de segurança no local. Suge Knight, que foi sentenciado a 28 anos de prisão, arriscava a prisão perpétua.
O Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC) anunciou na quinta-feira, a conclusão das obras de reparação de emergência da ponte-cais na travessia de Maputo para Katembe, permitindo deste modo, a normalização da transitabilidade de pessoas e bens.
Desde o passado dia 10 de Setembro que a transitabilidade de pessoas e viaturas era feita do lado do porto de Maputo, devido às más condições que a ponte-cais apresentava. desde hoje, a travessia está normalizada, nos moldes que vinha acontecendo nos últimos meses.
“Está integralmente reposta, desde esta manhã (4 de Outubro), a transitabilidade de pessoas e viaturas até um peso máximo de oito toneladas, na travessia Maputo/ Katembe”, refere um comunicado a que tivemos acesso.
O MTC garante que a travessia “vai decorrer em segurança” e deixa uma exortação “a todos os utentes para seguirem, rigorosamente, as medidas emanadas pelo Instituto Nacional da Marinha, Autoridade Marítima Nacional, que monitora permanentemente a segurança do transporte marítimo no país”.
Segundo a nota, os trabalhos de emergência, concluídos na quarta-feira, consistiram na reparação completa do pontão flutuante e intervenções focalizadas nas zonas mais críticas da estrutura metálica da ponte móvel que perigavam a segurança dos utentes.
“No essencial, foi feito o reforço da estrutura metálica, acção que implicou a substituição de algumas vigas e parte significativa das longarinas intermédias da ponte móvel, bem assim o reforço estrutural em algumas zonas dos passadiços da ponte”.
“Ainda no âmbito das obras de reparação de emergência, uma área significativa do madeiramento que compõe o piso da ponte e passadiços teve que ser substituída, por conta do nível de desgaste em que o mesmo se encontrava”, conclui a nota.
O antigo presidente da Coreia do Sul Lee Myung-bak foi hoje condenado a 15 anos de prisão por corrupção, sendo assim o segundo chefe de Estado do país condenado este ano por crimes semelhantes.
Na Coreia do Sul os chefes de estado são condenados frequentemente a penas de prisão após abandonarem o poder, sobretudo quando acontece uma alternância política.
Os quatro ex-presidentes actualmente vivos foram todos condenados.
No poder entre 2008 e 2013, Lee, de 76 anos, foi considerado culpado, nomeadamente, de corrupção e desvio de fundos pelo tribunal do distrito de Seul, que lhe aplicou uma multa de 13 mil milhões de won (10 milhões de euros).
“Tendo tudo em conta, uma pesada punição é inevitável para o acusado”, declarou o juiz durante a audiência, transmitida pela televisão.
O ex-presidente, que chegou à política depois de uma longa carreira na Hyundai, não esteve presente na leitura da sentença.
Lee foi acusado em Abril de 16 crimes.
O tribunal reconheceu-o culpado de ter recebido subornos do grupo Samsung para dar o seu perdão presidencial a favor do presidente do gigante sul-coreano, Lee Kun-hee, que tinha sido condenado por evasão fiscal.
O ex-presidente afirmou-se “chocado” com as acusações, alegando que havia dado um perdão ao chefe da Samsung, então membro do Comité Olímpico Internacional (COI), para que ele pudesse liderar a delegação que conseguiu levar à organização dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2018, que se realizaram em Fevereiro em Pyeongchang.
A Samsung também negou as acusações.
O ex-presidente também foi reconhecido como o verdadeiro dono da DAS, uma sociedade de peças sobresselentes para automóveis, que, segundo ele, pertencia ao seu irmão.
Lee terá desviado 24 mil milhões de wons da DAS.
Em Agosto, a condenação por corrupção e abuso de poder da antiga presidente Park Geun-hye, atingida em 2017 por um escândalo ressonante, foi agravada para 25 anos de prisão.
Antes dela, dois outros presidentes, Chun Doo-Hwan e Roh Tae-woo, foram considerados culpados de traição e corrupção nos anos de 1990.
O antecessor de Lee, Roh Moo-hyun, suicidou-se quando estava detido por corrupção.
O estado de Nova York investigará a suspeita de que o presidente norte-americano, Donald Trump, teria ajudado seus pais a cometerem crimes de evasão de impostos nos anos 1990.
O Departamento de Taxação e Finanças anunciou nesta quarta-feira (03) que tem intenção de apurar a denúncia feita pelo jornal The New York Times no dia anterior.
De acordo com a reportagem, Trump e seus irmãos abriram sociedades fictícias para mascarar e esconder milhões de dólares. O republicano teria acumulado sua fortuna graças aos esquemas de evasão fiscal – o que contradiz a declaração oficial de Trump de que teria construído seu patrimônio a partir de um empréstimo de apenas 1 milhão de dólares de seu pai e empresário, Fred Trump.
O presidente sempre alegou que a quantia já teria sido “saldada” com o genitor. Mas o The New York Times analisou mais de 10 mil documentos fiscais e judiciais de várias décadas diferentes. O jornal acredita que Trump tenha recebido cerca de 413 milhões de dólares de seu pai ao longo da vida. Esse valor, na cotação actual, corresponderia a 1,63 bilhão de dólares.
Os pais do presidente, Fred e Mary, teriam transferido aos filhos um total de 1 bilhão de dólares. Com os impostos de 55% sobre doações e heranças, o fisco americano deveria arrecadar cerca de 550 milhões de dólares. Porém, a família só teria pago 52,2 milhões de dólares (cerca de 5% dos impostos) graças às manobras de evasão com as empresas de fachada.
Na campanha de 2016 à presidência, o republicano chamou a atenção da imprensa e dos eleitores ao optar por não divulgar sua declaração de imposto de renda, ao contrário do que todos os candidatos costumam fazer. O advogado de Trump, Charles J. Harder, enviou uma carta ao jornal alegando que as acusações de “fraude e evasão fiscal são 100% falsas”.
O próprio Trump também se pronunciou sobre a denúncia, dizendo que o “falido NYT fez uma coisa que jamais vi”. “Eles usaram o conceito do ‘valor do dinheiro no tempo’ para fazer um antigo e chato artigo sobre mim. Além do mais, isso significa que 97% dos artigos sobre mim são negativos. Eles nunca se recuperaram da má eleição”, criticou em sua conta no Twitter.
Os pais de Trump já eram ricos desde que o actual magnata era criança. Eles actuavam no ramo imobiliário, construindo casas no Queens e no Brooklin. Na juventude, Trump entrou para os negócios e passou a empreender em arranha-céus em Manhattan que levavam seu nome.
O comandante-geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) revelou que o “Al Shaabab” moçambicano assassinou pelo menos 90 moçambicanos e destruiu 1.605 habitações desde 5 de Outubro de 2017, no entanto garantiu que “as Forças de Defesa e Segurança estão a controlar o grupo de malfeitores”.
Falando a jornalistas em Maputo, à margem das celebrações de Dia da Paz, Bernardino Rafael disse que: “Desde o 5 de Outubro até neste momento as Forças de Defesa e Segurança estão a trabalhar arduamente para a reposição da ordem e segurança pública naquela região”.
“Estamos desde lá a destruir alguns acampamentos dos malfeitores, as Forças de Defesa e Segurança já desactivaram os acampamentos de Nameia, Xitolo e Xingalola. Este último acampamento era tido como grande, onde os malfeitores se subdividiram em pequenos grupos e são esses pequenos grupos que estão a criar alterações da ordem e segurança pública nos pontos referenciados”, detalhou.
De acordo com o comandante-geral da PRM para além das “desactivações” dos acampamentos as autoridades detiveram pelo menos 280 malfeitores, dos quais 189 começaram a julgados.
Na quarta-feira (03) iniciaram na província de Cabo Delgado os julgamentos em massa de 152 moçambicanos, 26 tanzanianos e três cidadãos somalis, dentre eles 42 mulheres, detidos por pertencerem ao “Al Shabaab” moçambicano e são acusados de homicídio qualificado, porte de arma proibida, associação para delinquir, crime contra a organização do Estado e ainda a instigação a desobediência colectiva.
Bernardino Rafael revelou também que: “Os malfeitores, até neste momento, causaram a morte de 90 cidadãos moçambicanos, feriram 67 moçambicanos e destruíram um total 1.605 casas em aldeias da província de Cabo Delgado”.
Esta situação de aparente controlo contrasta com o apelo feito pelo Presidente Filipe Nyusi que, discursando no passado dia 25 na plenária da 73ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, afirmou que no combate contra o “Al Shabaab” moçambicano “contamos com a colaboração de todos por se tratar de um crime hediondo, de carácter global que envolve nacionais e não nacionais e ainda sem rostos e nem argumentos, e com tendência a alastrar-se para outros países vizinhos”.
A Associação de Desenvolver Esperança (ADE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Consultores para Elaboração do Plano Estratégico da ADE (2019-2023). Saiba mais.
A TJ Consultants está a recrutar para uma empresa cliente que actua na área da Banca, uma (1) Assistente Executiva de Administração e Recursos Humanos. Saiba mais.
A Mozambique Rovuma Venture SpA (MRV) – Uma multinacional do ramo de Petróleos e Concessionária para Pesquisa e Produção de Hidrocarbonetos, pretende contratar um (1) Contabilista. Saiba mais.
CONFHIC – Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, no âmbito de implementação do projecto em parceria com JHPIEGO pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Contabilista (Gestor Administrativo e Financeiro). Saiba mais.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista – Projecto do Censo, SB-2. Saiba mais.
ATIA Moçambique, ONG de desenvolvimento sócio económico pretende recrutar para o seu quadro de pessoal em Maputo dois (2) Agentes de Crédito. Saiba mais.
Corine Remande, de 49 anos, ficou cega do olho direito depois de ter sido atingida por uma bola de golfe enquanto assistia ao vivo à Ryder Cup, torneio profissional da modalidade, que decorreu entre 28 e 30 de Setembro, em França.
A mulher, que pretende processar os responsáveis da organização da prova, disse que o seu olho direito “explodiu” quando foi atingida pela bola, durante a prova do golfista Brooks Koepka, na passada sexta-feira, segundo avança o jornal britânico Metro.
“Claro que a responsabilidade é da parte de quem organiza”, disse a mulher, ao mesmo jornal, após ter necessitado de tratamento de emergência num hospital oftalmológico especializado em Paris.
“Os responsáveis não gritaram nem avisaram de que a bola vinha na minha direção. Agora só quero que paguem todas as contas médicas necessárias para garantir que não há qualquer risco de infeção”, adiantou.
Um dos responsáveis do torneio diz estar a investigar o incidente.
John Turmel é um canadiano de 67 anos, de Ontário, que já concorreu 95 vezes em eleições e está no livro do Guinness. Prepara agora a 96ª eleição, desta vez, para a câmara municipal da cidade onde mora.
John “O Engenheiro” Turmel, como gosta de ser chamado, começou na corrida às eleições em 1979 e, desde então, nunca mais parou. Participou em 95 eleições, todas elas perdidas, excepto uma que foi anulada, em Setembro de 2008. Actualmente, está a concorrer à 96ª eleição, desta vez, para presidente de câmara de Brantford, a cidade onde reside e que tem cerca de 99 mil habitantes.
Veste-se regularmente com uma gravata da sorte e um capacete de construção branco que diz: “Turmel, o Engenheiro”, referindo-se ao diploma de bacharel em engenharia eléctrica. Turmel refere-se a si próprio como o “mais inteligente homem na Terra” e descreve as massas como “retardadas”, segundo conta o jornal “The Guardian”.
Os cargos a que concorreu variam de vereador a deputado, em eleições federais, provinciais ou municipais. John Turmel entra na corrida às eleições, muitas vezes, como independente, sendo que os seus votos tanto totalizam 11, como 4500.
Tudo começou em 1979 e com o vício pelo jogo. Turmel foi detido várias vezes por promover – “debaixo da mesa” – o jogo “Blackjack” (ou “Vinte e um”, um jogo de azar, de cartas que, normalmente, se joga em casinos), em Otava. “Então, eu concorri ao parlamento em 1979 para legalizar os jogos de apostas e para que eu parasse de ser apanhado”, explicou ao “The Guardian”.
Na altura, a sua plataforma defendia também a legalização das drogas e da prostituição.
O canadiano descreve-se como um apostador profissional e acredita que as eleições não são feitas para ganhar ou para perder, mas sim como um meio de baixo custo para promover ideias.
Desde 1997 que Turmel aparece no livro do Guinness como o candidato com o maior número de derrotas do mundo, de acordo com o jornal “El País”.
Turmel diz que não faz campanha. “Inscrevo-me, divulgo um comunicado e promovo uma conferência de imprensa e depois vou para casa. E se houver um debate, eu apareço”, disse. Aliás, o candidato marca presença em todos os debates, mesmo naqueles para os quais não é convidado, acabando por ser escoltado pela polícia, na maior parte das vezes.
Os gastos que John Turmel tem nas candidaturas são pagos com aquilo que ganha no jogo, embora tenha parado de jogar ao ritmo que fazia antes. Agora recebe uma pensão que diz ser mais alta do que aquilo que conseguia juntar com as apostas.
“Não tenho arrependimentos. Para um homem sem recursos, fazendo tudo com os meus ganhos, principalmente de jogos ilegais, do que tenho que me envergonhar?”, referiu.
O Governo moçambicano pretende privilegiar os sectores sociais prioritários no Orçamento do Estado (OE) de 2019, anunciou o ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane.
“O orçamento continua a ser social”, referiu o ministro, num encontro com jornalistas, em Maputo, em que indicou que os sectores da Saúde, Educação e Infraestruturas respondem por 45% das verbas para os sectores prioritários, que por sua vez representam mais de metade da proposta de OE, sublinhou.
Trata-se do último ano de governação – as eleições gerais estão marcadas para 15 de Outubro – pelo que é também um documento de “fim de ciclo” em que vão ser feitos esforços para alcançar as metas previstas no início do mandato, disse o governante.
O défice global (em percentagem do PIB) deverá subir dos 8,1%, previstos para este ano, para 8,9%, em 2019, sobretudo devido às despesas acrescidas com as eleições e com o arranque de investimentos na área do gás natural, justificou.
Em 2017, de acordo com as contas gerais do Estado, o défice foi de 4,6% do PIB.
Na proposta de OE de 2019 o Governo aponta medidas para conter a despesa pública, três das quais destinadas a conter a folha salarial – que continua a levar 55% da receita fiscal – atingindo rácios acima da média da África Austral, referiu Maleiane.
Acrescentou que só haverá admissões para os sectores da Saúde, Educação e Agricultura. Nos restantes sectores só haverá uma admissão por cada três vagas e será dada prioridade à mobilidade de pessoal na administração pública.
Para melhorar a arrecadação fiscal, está em cima da mesa a revisão dos regimes específicos de tributação e benefícios fiscais das operações petrolíferas e da actividade mineira, prosseguir com a selagem de tabaco e bebidas e com a implementação de uma tarifa para fazer face ao serviço de macacão de combustíveis.
Adriano Maleiane diz-se optimista quanto ao futuro, já de olho nas receitas provenientes do gás natural, na próxima década, mas com cautelas.
O ministro moçambicano defende a diversificação da economia e medidas urgentes que permitam gerir o crescimento demográfica, num contexto em que se estima um crescimento da população moçambicana de 2,61% em 2019, passando para 28,5 milhões de pessoas.
A proposta do OE para 2019 prevê receitas internas de 249.501 milhões de meticais (3.580 milhões de euros) para uma despesa total de 340.414 mil milhões de meticais (4.885 milhões de euros).
O défice resultante de 90.912 milhões de meticais (1.304 milhões de euros) será financiado por 27.740 milhões de meticais (398 milhões de euros) de donativos externos, 43.724 milhões de meticais (627 milhões de euros) de crédito externo e 19.447 milhões de meticais (279 milhões de euros) de crédito interno.
Em termos nominais, o défice cresce em cerca de 10.000 milhões de meticais (142 milhões de euros), que corresponde à subida aproximada do valor de donativos externos previsto para o próximo ano.
A proposta de OE aponta ainda para um aumento das despesas em serviço de dívida de 5,8% para 6,6% do PIB, enquanto nas Contas Gerais do Estado de 2017 esse peso foi de 4,6%.
Um homem norte-americano foi detido no último sábado depois de alegadamente ter tentado comprar uma rapariga no Walmart, uma famosa cadeia de supermercados.
A detenção de Hellmuth Kolb aconteceu depois de uma mulher ter chamado as autoridades quando foi confrontada com uma estranha proposta. O homem de 81 anos terá perguntado a Tracy Nigh se ela estaria disposta a vender a filha.
“Começou por oferecer cerca de 100 euros, depois passou para os 150 e finalmente disse 200”, contou a mulher, ao “The Huffington Post”. “Eu disse que não e saí do local”, explicou.
Ao WJAX TV, Tracy disse que quando se levantou para sair o homem agarrou a mão da filha que tem apenas oito anos de idade. A mulher alertou de imediato o segurança que trabalhava no local. O incidente foi gravado pelas câmaras de segurança e o homem foi identificado através de uma transação do cartão de crédito.
Quando as autoridades chegaram ao local detiveram o homem. Hellmuth foi mais tarde colocado em liberdade. A polícia da Florida disse que existe pelo menos mais um relato do género a envolver um suspeito que encaixa na descrição de Hellmuth.
Um cidadão está detido na 15ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique, na cidade de Maputo, por extorquir agentes económicos fazendo-se passar por membro da Polícia Municipal (PM).
O mesmo frequentava os estabelecimentos comerciais de KaMubukwana, supostamente, para fiscalizar e disciplinar as possíveis infracções.
Informações disponibilizadas por Joshua Lai, porta-voz da Polícia Municipal, dão conta de que várias pessoas acreditaram que de facto o cidadão fazia parte da PM e deram-lhe valores monetários para isentarem-se de sanções.
Entretanto, uma das vítimas aproximou-se ao Comando da Polícia Municipal deste distrito com intuito de efectuar o pagamento duma multa e descobriu que se tratava dum impostor.
Concluiu dizendo que a PRM está a trabalhar de modo a identificar os comparsas do indivíduo ora detido, visto que este não actuava sozinho.
Donald Trump e os irmãos terão ajudado os pais num esquema de fuga aos impostos, segundo revelou uma investigação publicada na terça-feira pelo The New York Times (NYT), que passou a pente fino mais de 200 declarações fiscais e outros documentos financeiros da família Trump.
De acordo com a mesma investigação, o actual presidente dos EUA terá recebido pelo menos 413 milhões de dólares (357 milhões de euros) dos pais ao longo da vida e parte desse dinheiro terá vindo através de esquemas de fuga ao fisco.
As autoridades fiscais de Nova Iorque já estão a investigar os alegados esquemas fiscais de Donald Trump que não quis prestar esclarecimentos sobre o artigo ao NYT. Um dos advogados de Trump, contudo, citado no artigo, Charles J.Harder, considera que as alegações de “fraude e evasão fiscal são 100% falsas e totalmente difamatórias.”
O NYT expõe aquilo a que chama de “esquemas tributários duvidosos” orquestrados por Trump na década de 1990, “incluindo casos de fraude“, que aumentaram consideravelmente a fortuna que o presidente dos EUA e os irmãos acabaram por herdar dos pais. Na investigação, é lembrado que Trump sempre disse que se tornou bilionário fruto do seu trabalho, e que o fez quase sem ajudas financeiras do pai — um conhecido construtor de Nova Iorque, Fred C. Trump. Mas o NYT encontrou nas declarações fiscais confidenciais e outros registos de transferências do pai de Trump para o filho Donald de pelo menos 413 milhões de dólares que começaram logo em criança.
Aos 3 anos, Trump já recebia 200 mil dólares por ano dos progenitores. Aos 8 já era milionário e aos 17 anos o pai deu-lhe parte de um edifício com 52 apartamentos. Quando acabou a faculdade, os pais davam-lhe uma mesada equivalente a um milhão por ano, que passou para cinco milhões anuais quando estava na casa dos 40 e dos 50 anos. Mesmo somando todas estas “mesadas”, os valores ainda ficam longe dos 413 milhões de euros. No total, os pais Trump fizeram, de forma alegadamente pouco transparente, mais de mil milhões de euros de transferências para os filhos.
O New York Times escreve mesmo — num artigo em que mostra vários documentos como prova — que “grande parte desse dinheiro chegou a Trump porque ele ajudou os pais a evitar os impostos”. Donald Trump e os irmãos, denuncia a investigação, montaram uma empresa falsa para disfarçar donativos feitos pelos pais.
São também relatados, com recurso a especialistas, vários casos em que Trump conseguiu que as propriedades da família fossem subavaliadas de forma a pagar menos impostos, apesar de mais tarde as ter vendido por um valor 16 vezes superior.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, aceitou a demissão do ministro do Interior, Gérard Collomb, e pediu ao primeiro-ministro, Edouard Philippe, para assumir interinamente a pasta até à nomeação de novo membro do Governo.
O Conselho de Ministros, programado para as 10:00 (menos uma hora em Lisboa), realiza-se “com o Governo assim constituído”, refere uma nota da Presidência.
Número dois do Governo, Gérard Collomb renunciou pela segunda vez em 24 horas para “retornar a Lyon” e assumir a câmara. Collomb tinha pedido a demissão na segunda-feira, mas Emmanuel Macron recusou, segundo a Presidência, confirmando uma notícia do diário Le Figaro.
“Perante os ataques de que o ministro tem sido alvo desde que confirmou que vai ser candidato à Câmara de Lyon, o Presidente da República renovou-lhe a confiança e pediu-lhe para continuar totalmente mobilizado na sua missão para a segurança dos franceses”, indicou a Presidência francesa à agência France-Press.
Gérard Collomb tinha anunciado em 18 de Setembro a sua saída do Governo no próximo ano, para se apresentar às eleições municipais em Lyon, no centro-leste do país, em 2020. Desde então, várias vozes exprimiram-se para reclamar a demissão imediata do ministro. Ainda na segunda-feira, o ex-deputado ecologista Daniel Cohn-Bendit, apoiante de Emmanuel Macron, considerou que Collomb “tinha o direito à reforma”.
Esta personalidade do espetro político europeu, uma das ‘almas’ do maio de 68, desejou mesmo, em jeito de provocação, que Collomb “saia do ministério, vá cuidar dos netos, vá tratar das flores”, denunciando também a “condescendência” do ministro do Interior face ao Presidente da República.
Segundo o Figaro, Gérard Collomb, que tinha criticado a falta de humildade e de capacidade de escuta do Governo, entregou a sua demissão ao chefe do executivo na segunda-feira, ao fim do dia.
Segundo um conhecedor dos meandros do topo do Estado, o cenário de uma saída rápida de Gérard Collomb não foi levado a sério por Emmanuel Macron e Edouard Philippe, menos de um mês depois da demissão de Nicolas Hulot, do Ministério da Ecologia, e a míni remodelação que se lhe seguiu.
Iniciou hoje, no Tribunal Judicial de Cabo Delgado, o julgamento de 189 cidadãos, acusados de fazer parte do grupo de insurgentes que há um ano, protagonizam ataques a algumas aldeias de distritos daquela província nortenha do país.
De acordo com informações de fontes oficiais da Procuradoria Provincial de Cabo Delgado, o julgamento terá lugar numa sala improvisada na Penitenciária semi-aberta de Mieze, no distrito de Mituge, em Pemba, “devido ao elevado número de arguidos indiciados”.
De entre os arguidos constam 50 cidadãos de nacionalidade tanzaniana.
Novo balanço da Agência Nacional de Gestão de Desastres da Indonésia dá conta de pelo menos 1.407 mortos e 2.500 feridos graves. Esta quarta-feira, na mesma ilha atingida pelo sismo, um vulcão entrou em erupção.
O número de mortos na Indonésia continua a subir. Segundo o último balanço feito Agência Nacional de Gestão de Desastres, há registo de pelo menos 1.407 vítimas mortais devido ao sismo de magnitude 7.5 na escala de Richter seguido de tsunami. O número de feridos graves subiu para 2.500.
Este balanço ainda é provisório, uma vez que os serviços de emergência continuam as operações de resgate.
O anterior balanço dava conta de 1.234 mortos e cerca de 800 feridos.
Esta quarta-feira, o vulcão Soputan, localizado na ilha de Sulawesi, atingida recentemente por um tsunami e por dois sismos, entrou em erupção, causando uma enorme nuvem de fumo na ilha. Até ao momento, enquanto as autoridades avaliam a gravidade da situação, ainda não foram retiradas pessoas.
Enquanto as equipas de emergência prosseguem o seu trabalho, a ajuda começa a chegar ao país. Esta quarta-feira, o governo australiano ofereceu uma ajuda de 3,1 milhões de euros destinados a cuidados de saúde de emergência durante o período inicial de 21 dias.
O presidente indonésio, Joko Widodo, visitou a província de Sulawesi e garantiu que a ajuda humanitária já começou a chegar.
A Indonésia fica situada no chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma zona de grande actividade sísmica e vulcânica
A TJ Consultants está a recrutar para uma empresa cliente que actua na área da Banca, uma (1) Assistente Executiva de Administração e Recursos Humanos. Saiba mais.
A Mozambique Rovuma Venture SpA (MRV) – Uma multinacional do ramo de Petróleos e Concessionária para Pesquisa e Produção de Hidrocarbonetos, pretende contratar um (1) Contabilista. Saiba mais.
CONFHIC – Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, no âmbito de implementação do projecto em parceria com JHPIEGO pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Contabilista (Gestor Administrativo e Financeiro). Saiba mais.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista – Projecto do Censo, SB-2. Saiba mais.
ATIA Moçambique, ONG de desenvolvimento sócio económico pretende recrutar para o seu quadro de pessoal em Maputo dois (2) Agentes de Crédito. Saiba mais.
O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, reafirmou que uma das prioridades do seu governo é impulsionar os destinos turísticos e as zonas económicas especiais...
O Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Mito Albino, iniciou uma visita exploratória de três dias à província de Sofala, com o intuito...
Venâncio Mondlane foi oficialmente confirmado como presidente da Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo (Anamola), durante a Convenção Nacional que decorre na...