10 mortos, 13 desaparecidos e oito sobreviventes é o balanço de um naufrágio ocorrido na manhã de ontem, no rio Zambeze, nas proximidades do distrito de Luabo, província da Zambézia.
A embarcação que tinha como destino o distrito de Marromeu, tinha um total de 19 ocupantes.
Segundo o administrador do distrito de Chinde, que confirma esta ocorrência, a tragédia ocorreu por volta das 8 horas.
“Como sabe não existe batelão para fazer travessia ao longo do rio Zambeze e a única via que usamos é a embarcação que naufragou baptizada pelo nome de Baco-baço, disse o governante avançando que neste momento decorrem trabalhos no terreno para esclarecimento do assunto.
“A embarcação saía do nosso distrito e temos a informação que embateu num tronco nas águas do Zambeze e de seguida criou uma racha que permitiu a entrada de água. Na sequência a embarcação naufragou fazendo vítimas e desaparecidos.
O Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin) prendeu na quarta-feira (08) o vice-presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Édgar Zambrano.
Ele e mais nove parlamentares do país foram acusados de traição pelo Tribunal Supremo de Justiça, por apoiarem o levante popular convocado pelo autoproclamado presidente interino do país, Juan Guaidó, na semana passada, a fim de depor o presidente eleito, Nicolás Maduro – considerado “ursupador” pelos opositores.
Zambrano publicou em sua conta no Twitter que estava cercado pelos agentes da Sabin, na saída da sede do partido Acção Democrática, em Caracas, capital venezuelana.
Segundo o político, ele seria levado, de maneira forçada, para o Helicoide, edifício que sedia o serviço de inteligência do país, na capital, e também de prisão. “Nós, democratas, nos manteremos em pé de guerra”, disse.
Juan Guaidó também denunciou a prisão, considerada por ele como sequestro do vice-presidente da Assembleia, via Twitter.
Ao todo, 10 parlamentares podem ir a julgamento na Suprema Corte venezuelana, sob acusação de traição, conspiração e rebelião. São eles, além de Zambrano, Freddy Superlano, Sergio Vergara, Juan Andrés Mejía, Mariela Magallanes, Américo de Grazia, Henry Ramos Allup, Luis Florido, Simón Calzadilla e Richard Blanco.
Eleições livres
O Grupo Internacional de Contato (GIC), do qual fazem parte oito países da União Europeia (França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Portugal, Espanha, Suécia e Reino Unido) e mais três nações da América Latina (Uruguai, Equador e Costa Rica), divulgou declaração em apoio a uma missão política à Venezuela. O objectivo é apresentar e discutir opções concretas para uma solução pacífica e democrática aos conflitos no país.
O documento é resultado de encontro, a nível ministerial, realizado em San José, na Costa Rica, durante o qual os integrantes do grupo reafirmaram seus compromissos com uma saída “decidida pelos próprios venezuelanos, mediante a realização de eleições presidenciais livres e justas o quanto antes”. É a mesma posição defendida pelo Brasil, que apoiou o movimento deflagrado por Juan Guaidó.
De acordo com a documento publicado, é fundamental um processo político com credibilidade e, para isso, são necessárias “medidas urgentes significativas para forjar confiança, tais como a liberação de presos políticos e mudanças nos respectivos poderes do Estado, a fim de torná-los independentes e que prestem contas de seus actos”. Para o grupo, a prioridade é frear a escalada de violência, restaurar a democracia, o Estado de Direito e a separação dos poderes.
“O GIC condena firmemente os processos judiciais viciados destinados a criminalizar os protestos e as opiniões políticas, tais como as acções empreendidas contra vários Representantes da Assembleia Nacional. Os dirigentes e membros dos partidos precisam levar seu trabalho de maneira pacífica, sem intimidação nem represálias”, diz trecho da declaração. “A Assembleia Nacional, eleita democraticamente e presidida por Juan Guaidó, deve ser o centro da vida política do país, suas prerrogativas constitucionais devem ser respeitadas conforme a legislação nacional e a imunidade parlamentar de seus membros deve ser plenamente garantida”, acrescenta o texto.
Pelo menos nove civis morreram e várias casas foram pilhadas e queimadas em ataques separados no nordeste da Nigéria atribuídos, pelas autoridades, ao grupo ‘jihadista’ Boko Haram.
Segundo as autoridades nigerianas, os assaltantes chegaram em camiões, tendo atacado a localidade de Molai, na madrugada de terça-feira, quando os habitantes se preparavam para quebrar o jejum do Ramadão.
Seis pessoas foram mortas e dezenas de casas incendiadas, de acordo com as mesmas fontes, citadas pelas agências noticiosas internacionais.
As seis vítimas foram baleadas, cerca de 40 casas foram queimadas e pilhadas, precisou o responsável local encarregado dos serviços de emergência, Usman Kyari.
A facção do Boko Haram leal a Abubakar Shekau visa habitualmente alvos civis como mesquitas, mercados, escolas ou campos de deslocados, enquanto a facção filiada na organização Estado Islâmico ataca sobretudo objectivos militares.
Molai, que se situa a Maiduguri, capital do estado de Borno, é alvo frequente deste tipo de ataques.
Um membro de uma milícia paramilitar que combate ao lado das Forças Armadas nigerianas adiantou que os atacantes eram demasiado numerosos e estavam fortemente armados.
“Retiramos da localidade”, explicou, adiantando que mais tarde a zona foi bombardeada pela aviação nigeriana levando os ‘jihadistas’ a fugirem.
Num outro ataque, também na terça-feira, dois elementos do Boko Haram mataram três fazendeiros junto da localidade de Konduga, a 38 quilómetros de Maiduguri, segundo o chefe da milícia, Ibrahim Liman.
“Os assaltantes cortaram a garganta e estriparam os fazendeiros”, disse.
Fazendeiros e pastores são frequentemente atacados pelos movimentos ‘jihadistas’, que os acusam de colaborar com as Forças Armadas.
O Boko Haram quer estabelecer um Estado islâmico no nordeste da Nigéria, tendo alargado as suas actividades aos vizinhos Níger, Chade e Camarões.
O conflito com as Forças Armadas nigerianas, que dura desde 2009, causou já mais de 27 mil mortos e 1,8 milhões de deslocados.
Doze reclusos fugiram do comando distrital da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Nicoadala, na Província da Zambézia, no passado sábado (04). Em 2018 pelo menos 250 presos fugiram das cadeias em Moçambique.
A fuga aconteceu durante a manhã do passado sábado quando os guardas procediam a troca de turnos.
“Doze indivíduos acabaram forçado a saída, empurraram o nosso colega que estava a fazer a contagem quando ele abriu a porta da cela para ter melhor visão dos indivíduos, empurraram o nosso colega, deitaram a grade de protecção abaixo e colocaram-se em fuga”, detalhou Sidner Lonzo, porta-voz do Comando província da Polícia da República de Moçambique na Zambézia.
Falando a jornalistas nesta segunda-feira (06) a fonte policial disse que sete dos foragidos foram recapturados e decorrem diligências para a recaptura dos restantes. Esta foi a segunda fuga deste estabelecimento penitenciários este ano.
A fuga de reclusos é uma das preocupações da Procuradora-Geral da República que na Informação que prestou à Assembleia da República revelou que em 2018 registou-se a fuga de 250 presos, “nalguns casos com a conivência dos guardas penitenciários”, disse Beatriz Buchili.
A Save the Children Internacional (SCI) está a recrutar um (1) Coordenador de Salvaguarda da Criança (CSG) e Prevenção de Abuso e Exploração Sexual (PSEA). Saiba mais.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) torna público que pretende recrutar dois (2) Coordenadores de CFTLS – Espaço Temporário de Amizade e Aprendizagem para Crianças. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, pretende recrutar um (1) Auxiliar de Limpeza. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor de Advocacia e Políticas Humanitárias. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Parcerias. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Salvaguarda da Criança (CSG) e Prevenção de Abuso e Exploração Sexual (PSEA). Saiba mais.
A Associação Moçambicana de Reciclagem (AMOR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Projectos – Zona Centro. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Medicina Preventiva. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Psicossocial. Saiba mais.
A Empresa Moçambicana de Exploração Mineira (EMEM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Marketing e Comercial. Saiba mais.
A Project HOPE, uma Organização Não-Governamental pretende recrutar para o Projecto de Provisão Serviços Comunitários do HIV na Zambézia (CHAZ) um (1) Oficial de Testagem e Retenção nos Cuidados de HIV/SIDA na Comunidade. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GmbH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor/a Nacional – Componente HIV, Educação Básica e Ensino Técnico Profissional. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GmbH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor para Monitoria do Ambiente de Negócios. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Revisão e Concepção de Novos Materiais de Comunicação. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GmbH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador/a – Componente HIV/SIDA e Género, Educação Básica e Ensino Técnico Profissional. Saiba mais.
O Instituto de Formação em Administração de Terras e Cartografia (INFATEC) pretende recrutar um (1) Docente para a disciplina de Topografia e Geodesia. Saiba mais.
O Instituto de Formação em Administração de Terras e Cartografia (INFATEC) pretende recrutar um (1) Docente para a disciplina de Cadastro e Administração de Terras. Saiba mais.
A Direcção Provincial de Agricultura e Segurança Alimentar pretende recrutar seis (6) Técnicos Superiores de Agro-Pecuária N1 (Especialidade de Medicina Veterinária). Saiba mais.
O sultão Hassanal Bolkiah decidiu aplicar uma moratória à nova legislação, que começou a produzir efeitos no passado dia 3 de Abril, e em que o sexo entre gays é punido com a pena de morte.
A moratória suspende a nova lei e é a resposta do sultão à polémica que se gerou e que levou a protestos de figuras públicas como George Clooney – o actor disse que as novas leis equivalem a “violações de direitos humanos” e pediu um boicote aos hotéis de luxo ligados ao Brunei.
A ONU também alertou o país de que as leis violavam os padrões internacionais de direitos humanos estabelecidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 – ratificada pelo Brunei em 2006.
A morte por apedrejamento destina-se a quem seja condenado pela prática de sexo homossexual (entre homens, já que o sexo lésbico não é punido da mesma forma) e adultério, depois de o país ter adotado a lei islâmica (sharia).
Hassanal Bolkiah disse estar ciente de que existiram, após a aprovação da lei, “muitas perguntas e percepções equivocadas” sobre a implementação da legislação. É a primeira vez que o sultão fala publicamente sobre a polémica lei desde que esta foi introduzida.
A homossexualidade já era ilegal no Brunei e punível com uma pena de até 10 anos de prisão, mas depois da introdução da sharia, em 2014, as leis introduzidas a 3 de Abril marcaram a segunda fase da legislação e cobriram crimes puníveis com amputação e apedrejamento. São eles: violação, adultério, sodomia, roubo e insulto ou difamação do profeta Maomé.
Já o sexo entre duas mulheres é punido com 40 golpes da cana e/ou um máximo de 10 anos de prisão. Aqueles que “persuadem, dizem ou encorajam” crianças muçulmanas com menos de 18 anos “a aceitar os ensinamentos de outras religiões que não o Islão” enfrentam uma multa ou prisão – e os menores condenados podem ser sujeitos a chicotadas.
O Governo angolano pretende cortar 9% nas despesas públicas de 2019, reduzindo ainda o preço de referência do barril de petróleo para 55 dólares, conforme proposta de revisão ao Orçamento Geral do Estado (OGE) entregue na terça-feira no parlamento.
O documento, que baixa o preço de referência de 68 para 55 dólares (necessário para prever o encaixe de receitas petrolíferas), foi entregue ao presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, em Luanda, pelo ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior.
Em declarações à imprensa, Manuel Nunes Júnior disse que dois factores estiveram na base da previsão do OGE de 2019, nomeadamente o preço e a produção petrolífera do país.
Segundo o governante angolano, o OGE revisto para 2019, com o valor global – de receitas e despesas – de 10,3 biliões de kwanzas (30.640 milhões de euros), apresenta uma redução comparativamente ao orçamento em vigor de cerca de 9%, continuando a ser o maior beneficiado o sector social, com a alocação de 33,5% da despesa total.
Manuel Nunes Júnior referiu que, em Dezembro de 2018, quando foi discutido e aprovado o orçamento em vigor, a questão do preço de referência de 68 dólares o barril de petróleo – que representa mais de 90% das exportações angolanas – “foi colocada com bastante acuidade” pelos deputados.
O ministro de Estado lembrou que, em Outubro do ano passado, quando o Conselho de Ministros apreciou o OGE para 2019, o preço do petróleo no mercado internacional rondava os 85 dólares por barril, tendo baixado, em Dezembro do mesmo ano, por altura da discussão na Assembleia Nacional, para 49 dólares. “É compreensível que os deputados tivessem colocado com a profundidade que era necessária essa questão do preço de referência e naquela altura o que sobressaiu como conclusão do debate foi que devíamos acompanhar a evolução do preço do petróleo nos meses seguintes e depois ver se se impunha uma revisão do orçamento”, recordou.
O governante angolano salientou que a proposta apresentada, de 55 dólares por barril de petróleo, como preço de referência, no orçamento revisto, é baseada na expectativa da média de preço durante este ano, apontada por agências especializadas e pelo Fundo Monetário Internacional para os cerca de 59 dólares.
“Se, neste momento, o preço está entre 70, 71 e 72 dólares, não há garantias que permaneça neste patamar durante o ano”, disse Manuel Nunes Júnior, frisando que manter a referência de 68 dólares o barril de petróleo seria correr “um risco bastante grande”. “É mais prudente, mais seguro e estamos melhor protegidos de grandes flutuações do preço do petróleo no mercado internacional. Se, no fim do ano, o preço do petróleo no mercado internacional se posicionar muito acima do nosso preço de referência, é muito bom para nós, é um ganho. Quer dizer que os projectos que inicialmente não foram incluídos, poderão ser considerados devido à existência de recursos originados por esta via”, sublinhou.
De acordo com o ministro de Estado, é melhor o Governo estar preparado “para um cenário pior”, do que ter “um bom cenário e depois aparecerem situações adversas”.
Relativamente à produção, Manuel Nunes Júnior disse que o orçamento actual previa a média anual de 1,570 milhões de barris de petróleo, mas que, devido à falta de investimentos anteriores, a previsão baixou para a média anual de 1,434 milhões de barris. “O que quer dizer que teremos a menos cerca de 136 mil barris por dia. Esse também é um elemento que deve ser considerado, porque levou a uma diminuição das receitas e, por essa via, tivemos de ajustar todo o orçamento”, concluiu.
Por sua vez, o vice-presidente da Comissão de Economia e Finanças da Assembleia Nacional angolana, Joaquim David, disse que o documento que esta terça-feira deu entrada deverá ser analisado pelas várias comissões de especialidade ao longo dos próximos 15 dias, devendo ser submetido a votação na generalidade antes do fim do mês.
“O preço do petróleo é muito volátil. A única certeza, em termos de preço, é que é muito difícil estar certo. Uma coisa é certa, há mecanismos no nosso orçamento para tratar qualquer excedente”, disse o também deputado do MPLA, partido no poder.
Dois estudantes armados invadiram uma escola de ciência e tecnologia na área de Denver e abriram fogo na terça-feira, matando um colega e ferindo outros sete antes de serem levados sob custódia, afirmaram agentes da lei.
Várias das vítimas sobreviventes do ataque na Escola de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) em Highlands Ranch, um subúrbio de Denver, foram inicialmente listadas em estado crítico em hospitais locais e em cirurgia, disse uma nota do xerife do condado de Douglas, Tony Spurlock.
Uma dessas vítimas, um homem de 18 anos, morreu depois de ser baleado, disse Spurlock pouco tempo depois.
“Dois indivíduos entraram na escola STEM, entraram na escola e envolveram os alunos em dois locais diferentes” disse o xerife.
Os suspeitos foram identificados apenas como dois estudantes do sexo masculino da escola, um adulto e outro com menos de 18 anos, disse o xerife. A escola atende estudantes do jardim de infância até o 12º ano.
Imagens de televisão mostraram veículos policiais reunidos do lado de fora de uma casa suburbana a cerca de 3 quilómetros da escola, onde se acreditava que um dos suspeitos vivia.
Os policiais do xerife chegaram à escola, localizada a cerca de 40 quilómetros ao sul de Denver, dois minutos depois dos primeiros relatos. Os policiais se recusaram a comentar sobre um possível motivo para o ataque, dizendo que era muito cedo no curso da investigação, que estava sendo assistida pelo FBI.
No mês passado, o massacre de Columbine, uma escola nos arredores de Denver, completou 20 anos. O ataque, em Abril de 1999, deixou 15 mortos e 24 feridos.
O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) da Venezuela anunciou que que sete deputados da oposição são responsáveis por vários delitos, entre eles o de traição à pátria e conspiração.
Em causa estão os acontecimentos da madrugada do passado dia 30 de Abril, em que vários militares declararam apoiar o presidente do parlamento, o opositor Juan Guaidó. Além dos militares, vários civis, entre eles deputados, instaram a população à sair à rua para forçar uma mudança de regime no país.
“Tendo por base um pedido feito pelo procurador-geral (Tareck William Saab), o plenário do STJ decidiu que os factos comprometem a responsabilidade dos cidadãos Henry Ramos Allup, Luis Germán Florido, Marianela Magallanes López, José Simón Calzadilla Peraza, Andrés Enrique Delgado Velázquez, Américo De Grazia e Richard José Blanco Delgado”, lê-se no comunicado divulgado em Caracas.
Segundo o documento, os deputados são acusados dos delitos de “traição à pátria, conspiração, instigação à insurreição, rebelião civil, associação para cometer delito, usurpação de funções e instigação pública à desobediência das leis e ao ódio, continuado”.
A decisão tem por base o Código de Processo Penal venezuelano e a Lei Orgânica contra o Crime Organizado e o Financiamento do Terrorismo, destaca-se no documento.
O STJ ordena que seja remetida cópia da decisão ao presidente da Assembleia Constituinte (composta unicamente por simpatizantes do regime) para que esse “órgão determine o procedente” segundo o artigo 200 da Constituição da Venezuela, que diz respeito ao levantamento da imunidade parlamentar.
O Supremo Tribunal ordena ainda que seja enviada uma cópia ao procurador-geral, designado pela Assembleia Constituinte, Tarek William Saab, para que “tramite a continuidade da acção penal correspondente, observando para tal as devidas garantias processuais e os direitos constitucionais (…) tratados e acordos internacionais assinados e ratificados pela República”.
Na madrugada do passado dia 30 de Abril, um grupo de militares manifestou apoio ao presidente do parlamento venezuelano, o opositor Juan Guaidó, que instou a população a sair à rua para exigir uma mudança de regime.
Segundo o procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, cinco pessoas morreram e 233 pessoas foram presas pelo alegado envolvimento nos acontecimentos de 30 de Abril.
Por outro lado, segundo o procurador-geral designado pela Assembleia Constituinte foram ainda emitidos 18 mandados de detenção.
O novo edil do Conselho Autárquico de Angoche, da Renamo, Ossufo Rajá diz que não encontrou praticamente nada quando tomou posse em Fevereiro – só dívidas superiores a oito milhões de meticais.
“Não encontrámos absolutamente nada. Nem esferográficas, nem papéis, nem sequer recibos para cobranças de taxas nos mercados. Encontrámos, sim, dívidas com os descontos dos trabalhadores no Instituto de Segurança Social e outras dívidas com os trabalhadores nas finanças. Temos dívidas com o FIPAG [Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água], que é de um milhão de meticais (cerca de 14 mil euros), e tivemos outras dívidas de singulares. E o engraçado é que contraímos 256 mil meticais (cerca de 3.500 euros) [de dívidas] com peixe, enquanto a instituição não trabalha com peixe, senão com papéis e outros.”
Desaparecimento “misterioso” de verbas
O edil denuncia também o desaparecimento “misterioso” de verbas canalizadas pelo Governo central, em Janeiro, destinadas ao pagamento dos salários desse mês para os 400 funcionários do município.
“Apareceu o vencimento, que era para o mês de Janeiro, mas as pessoas não foram pagas. O dinheiro sumiu em dois dias, porque fora depositado no dia 5. Até dia 7, quando estavam a entregar [a gestão municipal], não tinha nada, era tudo zero”.
Ossufo Rajá diz que já processou judicialmente o edil anterior, para se esclarecerem todas estas questões na Justiça. “O assunto já está na Procuradoria [distrital]”.
Ex-edil de Angoche nega acusações
Em entrevista à DW, o antigo edil de Angoche, Américo Adamugy, nega todas as acusações do autarca da Renamo.
“Isso não constitui a verdade! Temos os relatórios de termo de mandato e todas as entregas foram feitas formalmente. Todos os processos estão lá. Naturalmente, qualquer instituição tem algumas dívidas. Por obrigação, alguém que assume o activo deve também ter de assumir o passivo. Essa é uma das formas de encobrir as suas fragilidades de poder dirigir convenientemente o município”, disse.
Adamugy diz que, até ao momento, não foi notificado pela Justiça para responder sobre a sua gestão em Angoche. Só jornalistas é o que o têm contactado.
Esta é a segunda vez que o município de Angoche é gerido pela Renamo, o principal partido da oposição em Moçambique.
O novo autarca queixa-se que o governo central ainda não canalizou o dinheiro do Fundo de Compensação Autárquica e de Investimentos, pelo menos até ao mês passado. Mas garante que, mesmo assim, já está a pagar salários e a reabilitar as estradas, com receitas locais e de parceiros.
O seleccionador Fernando Santos afirmou que Cristiano Ronaldo vai estar “seguramente” na lista de convocados de Portugal para a fase final da Liga das Nações de futebol, apesar de ter falhado a qualificação.
“Sim, vai estar seguramente. Todo o processo da não presença na fase de apuramento foi muito bem explicado e foi uma decisão totalmente legítima e compreensível. Ele explicou-nos bem. Entendemos que o melhor caminho era esse, que ele não estivesse connosco nesse período”, afirmou Fernando Santos.
Em entrevista à Sportv TV, o seleccionador português lembrou que Ronaldo tem uma “paixão constante” pelo país e que apoiou sempre a equipa, mesmo quando não esteve presente. “Basta ver o seu posicionamento, o apoio constante que ele dá aos seus colegas, mesmo quando não está. O Cristiano tem um apreço e paixão constante pelo seu país, ninguém pode duvidar isso”, reforçou.
O técnico de 64 anos admitiu que a lista de convocados para a primeira edição da Liga das Nações está “praticamente fechada” e que só algo “inesperado” poderá alterar as opções, que serão reveladas no dia 23 de maio. “Estamos muito perto de fechar a lista dos 23 e se tivermos que mudar, seria sinal que alguém se magoou”, confessou.
Uma das dúvidas será a presença de João Félix, já que a Liga das Nações se disputa na mesma altura do Mundial de sub-20, prova à qual o avançado do Benfica também poderá ser chamado. “Temos falado sobre vários jogadores que estão a bater à porta da selecção principal. Não quer dizer que não estando nos sub-20, vá à principal. Vamos procurar a melhor solução”, disse.
Sobre a campanha na Liga das Nações, como é habitual, Fernando Santos fugiu ao termo favorito, mas garantiu que Portugal tem o objectivo de conquistar a primeira edição da prova. “Quando se chega às meias-finais, não há favoritos. Todas as equipas querem ganhar. Temos o objectivo de vencer, chegar à final e vencer, como as restantes selecções. Eu sempre disse que Portugal entra em todas as competições para ganhar”, concluiu.
Portugal defronta a Suíça nas meias-finais, em 5 de Junho, no Porto, enquanto Inglaterra e Holanda disputam no dia seguinte a outra vaga para a final, em Guimarães.
A final está agendada para o dia 9 de Junho, no Estádio do Dragão. Antes, no mesmo dia, realiza-se o encontro de atribuição do terceiro e quarto lugar, no Estádio D. Afonso Henriques.
Mais de 152 mil pessoas foram deslocadas em uma semana no noroeste da Síria na sequência dos ataques do Governo sírio e do seu aliado russo contra insurgentes na província de Idlib, anunciaram as Nações Unidas.
Em declarações à agência de notícias France-Presse, o porta-voz do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitário (OCHA) David Swanson indicou que “só na semana passada, mais de 152 mil mulheres, crianças e homens foram deslocados”.
Segundo um comunicado do OCHA, os deslocamentos ocorreram entre 29 de Abril e 5 de maio.
“Estamos alarmados com os relatos de ataques aéreos em centros populacionais e infraestruturas civis, que fizeram centenas de mortos e feridos entre civis”, referiu Swanson.
Ataques aéreos e disparos de artilharia do regime e do seu aliado russo visaram hoje o último grande bastião ‘jihadista’ da Síria, Idlib (noroeste), onde pelo menos 53 combatentes foram mortos desde segunda-feira.
Os confrontos têm sido dos mais sangrentos desde que Moscovo, aliado de Bashar al-Assad, e Ancara, apoiante de alguns grupos rebeldes, realizaram em Setembro de 2018 um acordo sobre uma “zona desmilitarizada”, que devia separar os territórios insurgentes das zonas governamentais e garantir uma suspensão das hostilidades.
Em comunicado, o OCHA lamentou que “entre 29 de Abril e 06 de maio, pelo menos 12 instalações médicas foram atingidas por ataques aéreos (…) danificando infraestruturas que prestam serviços de saúde essenciais para mais de 100.000 pessoas”.
“As informações sobre os ataques a instalações médicas na região reflectem uma tendência preocupante, privando milhares de mulheres, crianças e homens de assistência médica vital”, alertou David Swanson.
De acordo com a ONU, desde 28 de Abril pelo menos sete hospitais ou centros médicos foram atingidos por bombardeamentos, assim como nove escolas.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, exortou na segunda-feira os beligerantes a protegerem os civis e pediu uma pacificação.
Desencadeada em 2011 devido à repressão violenta de manifestações pró-democracia, a guerra na Síria já causou mais de 370.000 mortos e obrigou milhões a abandonarem as suas casas.
Subiu de quarenta e um, para quarenta e três, o número de mortes causadas pelo ciclone tropical Kenneth, na zona norte do país.
A directora-geral do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), Augusta Maíta, disse esta segunda-feira, em Pemba, que do total de óbitos, quarenta e um foram registados na província de Cabo Delgado, e outros dois em Nampula.
“O número de feridos também subiu para 94. Temos cerca de 477 salas danificadas, o que afecta cerca de 42 mil alunos. Estamos a falar também da destruição de 189 unidas sanitárias, situadas em Cabo Delgado, 27.203 casas parcialmente destruídas e outras 18.000, totalmente destruídas”, frisou.
Entretanto, na cidade de Pemba, já começaram os trabalhos de reabilitação das rodovias danificadas pelo ciclone Kenneth.
Abrandamento das chuvas e a melhoria registada nas albufeiras nacionais, o Governo decidiu desactivar o alerta vermelho nas regiões afectadas pelo ciclone Idai
Face ao progresso que se regista a nível das bacias hidrográficas, com o abrandamento das chuvas, o governo decidiu desactivar o alerta Vermelho nas zonas afectadas pelo Ciclone Idai. A informação foi avançada esta terça- feira durante a 15ª sessão do Conselho de Ministro.
Segundo Ana Coamana, Porta-voz do Governo, “O executivo Moçambicano vai continuar a monitorar a situação no terreno, apoiando na assistência alimentar com ajuda de parceiros, como o PMA, Programa Mundial da Alimentação. E vai igualmente manter as medidas e saneamento e distribuição de material higiénico, talhões e a reposição em de infra-estruturas, da rede eléctrica e das vias de acesso”.
Em termos de impacto o ciclone Idai, afecto 1.622 e 483 pessoas e provocou 603 óbitos. E o Kenneth que atingiu as províncias de Cabo Delgado e Nampula afectou 249.948 pessoas tendo provocado 43 mortes.
Apesar das adversidades que o país viveu nos últimos tempos, caracterizado por ciclones, e cortes no financiamento externo, o executivo moçambicano mostra se optimista quanto ao relatório de grau de execução orçamental do primeiro trimestre do ano em curso que mostra um crescimento significativo.
“A execução orçamental esta a um ritmo equilibrado relativamente ao ano de 2018. De ponto de vista de receitas foram arrecadadas ate aqui 49.181,6 milhões de meticais contra 46.298,3 por cento do ano passado, isto significa um crescimento neste período de 6,4 por cento”, avançou a Ana Coamana.
Em relação às despesas foram realizadas 60.280,6 milhões de meticais contra 54.317,8 por cento que corresponde a um crescimento de 7,3 por cento
Na sessão do Conselho de Ministros, o executivo moçambicano Aprovou igualmente, o decreto que aprova o estatuto Orgânico da agência Nacional de Energia Atómica, resolução que ratifica o acordo de Cooperação no domínio dos assuntos do Mar entre o governo da Moçambique e o Governo da Republica Portuguesa e apreciou o relatório relativo ao processo de promoções, progressões e mudanças de carreira na Função Pública.
O Ministério Público do Peru pediu na terça que o ex-presidente Ollanta Humala seja condenado a 20 anos de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção, na primeira acusação formal na Justiça contra um ex-mandatário do país nos casos de subornos vinculados à empreiteira brasileira Odebrecht.
O promotor do caso, Germán Juárez, apresentou as acusações ante um juiz e incluiu na denúncia a esposa e o partido político de Humala por supostamente terem recebido US$ 3 milhões (cerca de R$ 12 milhões) da Odebrecht para a campanha eleitoral presidencial de 2011.
Segundo a promotoria, parte dos recursos entraram nas contas do Partido Nacionalista Peruano, mas outra parte foi utilizada para elevar o património de Humala e sua esposa, Nadine Heredia.
Humala, militar aposentado que governou o país entre 2011 e 2016, nega as acusações e afirma que as investigações são produto de uma “perseguição política”.
“O Partido Nacionalista está incluído como réu para que no caso de se conseguir uma sentença condenatória se pede a dissolução desde partido que foi sido instrumentalizado para lavar dinheiro”, disse Juárez após apresentar a acusação de mais de 1,5 mil páginas.
Ex-directores da Odebrecht, incluindo o ex-chefe da empresa no Peru, Jorge Barata, reiteraram em Fevereiro à promotoria peruana que deram dinheiro para a campanha de Humala a pedido do Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil. O ex-militar acabou ganhando a eleição com um discurso radical de esquerda.
Juárez solicitou uma pena maior, de 26 anos de prisão, para Nadine Heredia, a esposa de Humala, a quem também acusa de ocultar bens e de fundos da campanha de 2006, quando Humala tentou pela primeira vez chegar à Presidência do Peru.
Humala passou nove meses preso preventivamente entre 2017 e 2018 pelo caso Odebrecht, que teve uma reviravolta dramática há quase três semanas com o suicídio do ex-presidente Alan García , que deu um tiro na própria cabeça quando a polícia chegou a sua casa para prendê-lo por acusações de corrupção.
O caso Odebrecht atinge quatro dos últimos presidentes do Peru. Além de García e Humala, são acusados de receber subornos da empresa brasileira Pedro Pablo Kuczynski, conhecido como PPK, que cumpre prisão domiciliar de três anos, e Alejandro Toledo, que vive nos EUA, onde luta contra um pedido de extradição pela Justiça peruana.
Um crime bárbaro deixou em choque a cidade de Nova York, Estados Unidos. Um pai colocou a filha dentro do carro, a prendeu na cadeirinha, trancou e ateou fogo no veículo.
Segundo informações da polícia, Martin Pereira estava em uma disputa judicial pela guarda de Zoey Pereira com a mãe.
Segundo testemunhas, o pai jogou gasolina e colocou um vasilhame com líquido inflamável no banco de trás. A polícia ainda investiga se ele também tentou se matar, pois, uma pessoa viu o suspeito sair em chamas do carro e o ajudou com um cobertor.
Neste momento, os bombeiros chegaram e o pai fugiu. A equipe tirou a menina de dentro do carro, mas ela não resistiu às queimaduras e morreu no hospital. Martin foi encontrado em um parque só de cuecas tentando encontrar água para diminuir a dor. Em seguida, também foi encaminhado ao hospital.
Segundo o jornal NY Post, ele foi preso e está sob custódia da polícia enquanto se recupera. “Ele matou um bebê. Queimou ela viva. Isso não é um ser humano, é um animal. Covarde”, disse uma tia da menina à publicação.
Membros da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) denunciaram o governador do estado, Wilson Witzel, na Organização dos Estado Americanos (OEA), devido à sua política para a segurança pública.
Segundo informações divulgadas pela Agência Brasil, a denúncia foi motivada pela política para a área de segurança pública defendida pelo governador, que desde a campanha eleitoral afirma que é preciso recorrer a atiradores de elite para “abater” criminosos.
A Comissão de Direitos Humanos da Alerj acrescentou que Witzel promove uma política que terá como base “crimes contra a humanidade, pena de morte e tortura”.
Nos últimos quatro dias, pelo menos 13 pessoas foram assassinadas em comunidades pobres do Rio de Janeiro durante operações da polícia.
Quatro pessoas foram mortas no Morro do Borel, oito na comunidade da Maré, um dos maiores complexos de favelas da capital ‘carioca’, e um mototaxista morreu na favela da Rocinha.
O documento enviado à OEA também questiona um voo que o governador realizou num helicóptero da polícia na cidade de Angra dos Reis.
Num vídeo divulgado pelo próprio governador, Witzel disse que o objectivo de uma operação realizada naquela área era colocar fim à bandidagem no município.
A denúncia enumerou outras operações da polícia que resultaram em mortes, como uma acção realizada na comunidade do Fallet, que terminou com 13 mortos, em Fevereiro.
O governo do estado do Rio de Janeiro informou num comunicado à Agência Brasil que não recebeu nenhuma notificação da OEA.
Segundo o mesmo texto, a política de segurança do Rio de Janeiro é baseada, entre outros factores, em inteligência e investigação por parte da Polícia Civil e da Polícia Militar.
Sobre os atiradores de elite, o governo do Rio de Janeiro informou que são usados há anos e que todas as operações com esse tipo de agente são precedidas de planeamento e seguem protocolos previstos em lei.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) torna público que pretende recrutar dois (2) Coordenadores de CFTLS – Espaço Temporário de Amizade e Aprendizagem para Crianças. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, pretende recrutar um (1) Auxiliar de Limpeza. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor de Advocacia e Políticas Humanitárias. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Parcerias. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Salvaguarda da Criança (CSG) e Prevenção de Abuso e Exploração Sexual (PSEA). Saiba mais.
A Associação Moçambicana de Reciclagem (AMOR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Projectos – Zona Centro. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Medicina Preventiva. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Psicossocial. Saiba mais.
A Empresa Moçambicana de Exploração Mineira (EMEM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Marketing e Comercial. Saiba mais.
A Project HOPE, uma Organização Não-Governamental pretende recrutar para o Projecto de Provisão Serviços Comunitários do HIV na Zambézia (CHAZ) um (1) Oficial de Testagem e Retenção nos Cuidados de HIV/SIDA na Comunidade. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GmbH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor/a Nacional – Componente HIV, Educação Básica e Ensino Técnico Profissional. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GmbH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor para Monitoria do Ambiente de Negócios. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza pretende recrutar três (3) Director Geral e Director Geral Adjunto para Área Financeira e Director Geral Adjunto para Área Académica. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Revisão e Concepção de Novos Materiais de Comunicação. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GmbH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador/a – Componente HIV/SIDA e Género, Educação Básica e Ensino Técnico Profissional. Saiba mais.
O Instituto de Formação em Administração de Terras e Cartografia (INFATEC) pretende recrutar um (1) Docente para a disciplina de Topografia e Geodesia. Saiba mais.
O Instituto de Formação em Administração de Terras e Cartografia (INFATEC) pretende recrutar um (1) Docente para a disciplina de Cadastro e Administração de Terras. Saiba mais.
A Direcção Provincial de Agricultura e Segurança Alimentar pretende recrutar seis (6) Técnicos Superiores de Agro-Pecuária N1 (Especialidade de Medicina Veterinária). Saiba mais.
Um total de 41 pessoas morreram depois de um avião de passageiros da companhia Aeroflot se ter incendiado no domingo à tarde no Aeroporto de Sheremetyevo, em Moscovo, informam os últimos balanços.
Os primeiros dados oficiais, avançados pela agência estatal TASS, apontavam para treze mortos e seis feridos, mas esses números foram entretanto revistos significativamente.
“O avião emitiu um pedido de socorro depois de ter levantado voo. Solicitou duas vezes uma aterragem de emergência e quando finalmente se fez à pista já ia em chamas”, disse uma fonte à agência de notícias Interfax.
Os serviços de socorro referem que foram enviadas para o aeroporto várias ambulâncias.
Imagens transmitidas na televisão russa, e reproduzidas por várias estações internacionais, mostraram uma enorme coluna de fumo e o avião em chamas durante a tentativa de aterragem e os passageiros da frente da aeronave a serem retirados.
Segundo a agência Ria Novosti, o avião de passageiros Sukhoi Superjet 100 fazia a rota entre Moscovo e Murmansk (norte da Rússia) e um mau funcionamento eléctrico pode ser a causa do incêndio durante o voo.
No avião seguiam 73 passageiros e seis membros da tripulação.
Este não é o primeiro acidente grande com este modelo. Em 2012, um Sukhoi Superjet – que entrou ao serviço em 2011 – despenhou-se na Indonésia durante um voo de demonstração para potenciais investidores, matando as 45 pessoas a bordo.
O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, confirmou na segunda-feira que cinco pessoas morreram e 233 pessoas foram presas pelo alegado envolvimento nos acontecimentos de 30 de Abril.
Nesse dia, um grupo de militares e civis declararam apoiar o autoproclamado Presidente interino da Venezuelana, Juan Guaidó, que é, também, o presidente do parlamento venezuelano, no qual a oposição tem a maioria.
“Há aproximadamente 233 pessoas presas e cinco pessoas morreram. Todos esses casos estão a ser investigados pelo Ministério Público e terão conclusões definitivas “, garantiu Tarek William Saab.
Em declarações ao canal privado venezuelano Venevisión, o procurador-geral explicou ainda que, “até ao momento, foram emitidas 18 ordens de detenção para civis e militares, inclusive de baixa patente, como sargentos”. Tarek William Saab adiantou que naquele dia “parlamentares e alguns oficiais com patente de tenente-coronel” agiram “fora da lei”.
“O primeiro deles foi quem era o chefe do destacamento da Guarda Nacional Bolivariana, no Palácio Legislativo (Assembleia Nacional), Ilich Sánchez Farias”, declarou.
Tarek William Saab frisou que Ilich Sánchez Farias “enganou as suas tropas”, às quais ordenou “executar uma operação de rotina”, mas mudou-se “para o Distribuidor Altamira em Caracas, onde estavam Guaidó e Leopoldo López [líder do partido Vontade Popular, o mesmo de Juan Guaidó]”.
O autoproclamado Presidente da Venezuela, Juan Gaidó, desencadeou na madrugada de dia 30 de Abril um ato de força contra o regime de Nicolás Maduro em que envolveu militares e para o qual apelou à adesão popular. O regime ripostou, considerando que estava em curso uma tentativa de golpe de Estado.
Apesar de Juan Guaidó ter afirmado ao longo desse dia que tinha os militares do seu lado, nenhuma unidade militar aderiu à iniciativa, nem se confirmou qualquer deserção de altas patentes militares fiéis ao Presidente do país, Nicolás Maduro.
Um acidente ferroviário ocorreu na aldeia de Bialosliwie, na região centro-oeste da Polónia, na tarde desta quinta-feira, quando dois comboios de passageiros colidiram.
O incidente...
Após os terramotos que abalaram a Venezuela na noite de quarta-feira (24), cerca de 40 mil pessoas estão registadas como desaparecidas.
Essa informação foi disponibilizada...
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) chamou a atenção para a necessidade urgente de adoptar respostas humanitárias mais inclusivas, enfatizando...