O crime aconteceu numa altura em que a Rússia, como muitos outros países, ordenou o confinamento em casa devido ao coronavírus.
Um russo de 32 anos matou cinco pessoas a tiros por estarem a falar alto junto ao seu apartamento. Aconteceu no sábado à noite, por volta das dez horas, na pequena cidade de Yelatma, 200 quilómetros a sudoeste de Moscovo.
Segundo a comunicação emitida pelo Comité de Investigação, o principal organismo federal de investigação na Rússia, a discussão começou quando o homem veio à sua varanda e se queixou de o grupo estar a falar demasiado alto.
Ter-se-á seguido uma discussão que acabou em tragédia. O morador foi buscar uma espingarda de caça e disparou, matando quatro homens e uma mulher. “Todos morreram no local”, segundo o Comité de Autoridade.
O autor foi preso próximo de sua casa. Na Rússia, como em muitos outros países, vigora a ordem geral de confinamento em casa devido ao coronavírus. Por enquanto não há informações sobre se isso contribuiu para o crime.
Empresário residente em Santiago de Compostela, na Galiza, foi detido por suspeitas de ter roubado material sanitário no valor de cinco milhões de euros. Material terá sido comprado por portugueses.
Um empresário residente em Santiago de Compostela, na Galiza, foi detido pela polícia autonómica da Galiza por suspeitas de ter roubado material sanitário no valor de cinco milhões de euros, incluindo dois milhões de máscaras, avança o La Voz de Galicia na segunda-feira (04). A detenção foi feita com a ajuda das autoridades portuguesas, uma vez que os indícios apontavam para que a venda do material tivesse sido feita a uma empresa em Portugal, onde o material seria posteriormente vendido.
Tudo parece indicar que o roubo ocorreu quando a pandemia de coronavírus já estava presente em vários países e era considerada um problema de saúde pública”, afirmou o vice-presidente da Junta, que garante que os autores “estavam plenamente conscientes de que este era um material muito necessário. na luta contra a doença e que era já escasso”.
A investigação teve início após uma denúncia, feita já depois o início da pandemia, que dava conta de que uma empresa, localizada em Tambre, especializada em equipamentos de proteção estava em insolvência e tinha em sua posse “um grande número de máscaras FFP2, luvas cirúrgicas, calças, uniformes sanitários, armários de remédios e álcool”.
Quando as autoridades chegaram ao local, no entanto, depararam-se com a falta de quase todo o material que deveria estar no local, tendo sido deixados para trás apenas os produtos que têm sido menos procurados. Além disto, o material roubado teria sido retirado das caixas originais “com o objectivo de ocultar a sua proveniência”, explica ainda o vice-presidente.
As câmaras de videovigilância do local acabaram por facilitar a descoberta do autor do furto e dos seus contactos, que serão portugueses e também se deslocaram ao armazém.
A hipótese actual, explica o vice-presidente, “é que, após o equipamento médico ter sido roubado, este terá sido vendido a uma empresa sediada em Portugal“.
O homem já foi interrogado e será presente a tribunal, enquanto decorre a investigação, em colaboração com as autoridades portuguesas, para determinar quem serão os cúmplices que terão recebido o material em falta.
A Kukwira pretende recrutar para o seu cliente, uma empresa ligada ao serviço público um (1) Director de Serviço Central de Administração e Finanças. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 25, pretende contratar um (1) Pipe Fitte. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Preventiva. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Oftalmologia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal duas (2) Enfermeiras de SMI – Médios. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Administração Hospitalar. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Medicina Geral. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Médico de Clínica Geral. Saiba mais.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Técnico de Reabilitação Escolar. Saiba mais.
A Bolsa de Mercadorias de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Superiores de TIC’s N1 ( Programador). Saiba mais.
A Cimento Nacional, pretende no âmbito da sua política de valorização da mão-de-obra em Moçambique, recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Representante de Vendas. Saiba mais.
A Universidade Rovuma pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Anatomia Animal. Saiba mais. . Vaga para A Universidade Rovuma pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente e Digitador de Dados. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Contabilidade Geral (kaMpfumu). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Contabilidade Geral . Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Gestão Financeira. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Contabilidade Financeira. Saiba mais.
A China afirmou hoje (06) que o número de infectados da covid-19 é de 1.299, a primeira vez desde Janeiro que baixa da barreira dos 1.300.
Comissão Nacional de Saúde da China disse que nas últimas 24 horas foram registados 39 novos casos na China continental, que exclui Macau e Hong Kong.
Destes, 38 são provenientes do exterior, os chamados casos importados. O único caso de contágio local diagnosticado foi registado na província de Guangdong, vizinha da cidade de Macau.
De acordo com a mesma fonte, o número de pacientes que superam a doença e recebem alta diariamente excede os novos infectados.
Nas últimas 24 horas, 114 pacientes receberam alta, em comparação com as 39 novas infecçõesdetectadas.
A China relatou ainda uma única morte, no período em análise. Trata-se de um paciente em Wuhan, cidade onde o surto começou.
Assim, o número total de infectados diagnosticados na China desde o início da pandemia é de 81.708, dos quais 3.331 pessoas morreram e, até ao momento, 77.078 pessoas tiveram alta após a superarem a doença.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 68 mil.
Dos casos de infecção, mais de 283 mil são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, dirigiu ontem (05) uma carta aos norte-americanos, apelando a que travem as alegadas intenções de Donald Trump de avançar para um conflito armado com a Venezuela e impeçam “outro Vietname ou Iraque perto de casa”.
Nós, na Venezuela, não queremos um conflito armado na nossa região. Queremos relações fraternas, de cooperação, de intercâmbio e de respeito. Não podemos aceitar ameaças bélicas nem bloqueios, nem tão pouco a intenção de instalar uma tutelagem internacional que viole a nossa soberania e ignore os avanços do ano passado no sincero diálogo político entre o governo e uma grande parte da oposição venezuelana, que deseja soluções políticas e não guerras por petróleo”, escreveu o líder venezuelano no documento lido aos jornalistas pelo ministro de Relações Exteriores, Jorge Arreaza.
Na carta, o presidente da Venezuela apela “ao povo dos EUA para que trave essa loucura, para que responsabilize os seus governantes e os obrigue a focar a sua atenção e recursos na atenção urgente à pandemia” da Covid-19.
Peço, junto com o cessar das ameaças militares, o fim das sanções ilegais e do bloqueio que restringe o acesso a apoios humanitários, tão necessários hoje no país (…), que não permitam que o vosso país seja arrastado uma vez mais para outro conflito interminável, outro Vietname ou outro Iraque, mas desta vez mais perto de casa”, apelou.
A carta explica que o mundo está paralisado a tentar controlar a pandemia do coronavírus, um combate em que a Venezuela tem “algumas vantagens”, como medidas de isolamento desde muito cedo e a ampliação da triagem com base num “sistema de saúde público e gratuito, com médicos de família em todo o país”.
A solidariedade de Cuba, China, Rússia e o apoio da Organização Mundial da Saúde têm-nos permitido obter os apoios médicos necessários, apesar das sanções ilegais de Donald Trump. Enquanto o mundo se concentra em responder à emergência da Covid-19, o Governo de Trump, instrumentalizando uma vez mais as instituições para alcançar os seus objetivos eleitorais e baseando-se em infâmias sob o pretexto da luta contra as drogas, ordenou o maior desdobramento militar dos Estados Unidos na nossa região em 30 anos, a fim de ameaçar a Venezuela e levar a nossa região a um conflito bélico, custoso e sangrento de duração indefinida”, sublinhou Nicolas Maduro.
Segundo a carta, em 26 de março, “William Barr, um procurador-geral de independência questionável” que “recomendou a invasão do Panamá contra [Manuel António] Noriega em 1989 e ajudou a encobrir as irregularidades do escândalo Irão-Contras”, apresentou, “sem mostrar qualquer prova, acusações de tráfico de drogas para os Estados Unidos contra mim [Nicolás Maduro] e contra altos funcionários do Estado venezuelano”.
Isto, “apesar de as informações do próprio Departamento de Defesa demonstrarem que a Venezuela não é um país de trânsito primário de drogas para os EUA, como o são países aliados de Washington, como a Colômbia ou as Honduras”.
“Trump constrói uma cortina de fumo para ocultar o seu manejo improvisado e errático da pandemia”, cuja importância “subestimou e negou”.
Apesar de ter os recursos, não está na disposição de transformar o sistema de saúde [norte-americano] para dar prioridade ao atendimento integral da população e não ao lucro da medicina privada, seguradoras e produtos farmacêuticos”, escreveu.
No documento, Nicolás Maduro convida os norte-americanos a lutarem com os venezuelanos por uma sociedade mais justa, livre e compassiva.
FILE PHOTO: A scientist conducts research on a vaccine for the novel coronavirus (COVID-19) at the laboratories of RNA medicines company Arcturus Therapeutics in San Diego, California, U.S., March 17, 2020. REUTERS/Bing Guan/File Photo
O medicamento é produzido em Portugal e chama-se Ivermectina. O fármaco aguarda testes para uso em humanos. Investigadores australianos dizem existir um medicamento que pode eliminar a Covid-19. Trata-se de um antiparasitário que é utilizado, por exemplo, no combate aos piolhos.
O fármaco em cultura de células, eliminou todo o RNA viral em 48 horas, e mesmo em 24 horas é possível apresentar uma redução significativa.
O medicamento ainda aguarda novos ensaios clínicos e poderá demorar entre 6 a 9 meses até se comprovar a eficácia e para se certificar as doses indicadas para o uso em humanos.
Mais de 3.500 pessoas testaram positivo para o coronavírus no Japão e 85 morreram, não um grande surto em comparação com alguns pontos quentes, mas os números continuam subindo com um alarme especial pela disseminação em Tóquio, que tem mais de 1.000 casos.
O primeiro-ministro Shinzo Abe deve anunciar seu plano para a emergência ainda na segunda-feira, informou o jornal Yomiuri, enquanto a agência de notícias Kyodo disse que novas medidas provavelmente entrarão em vigor na quarta-feira.
Uma emergência daria aos governadores autoridade para convidar as pessoas a ficar em casa e as empresas fecharem, mas não para ordenar o tipo de bloqueio visto em outros países. Na maioria dos casos, não há penalidades por ignorar solicitações, e a aplicação dependerá mais da pressão dos colegas e do respeito pela autoridade.
Família infectada com Covid-19, residente em Valladolid, Espanha, está confinada num apartamento de 172 metros quadrados. Crianças têm entre 12 meses e 15 anos.
Uma família de 13 elementos – pai, mãe e 11 filhos -, residente em Valladolid, Espanha, foi contagiada com o novo coronovírus e está há semanas confinada ao seu apartamento de 170 metros quadrados. “Estamos a sair do poço, mas ainda não podemos sair de casa”, desabafaram ao jornal El Español.
A primeira pessoa a sentir os sintomas, em 16 de Março, ainda antes de Espanha ter decretado o estado de emergência, foi a progenitora, Irene Gervás, que é enfermeira. Poucos dias depois, toda a restante família ficou infectada.
Em todo o continente africano há agora 8.500 casos registados em 50 países e mais de 360 mortes. A África do Sul continua a ser o país com mais casos. Argélia regista 105 mortes e Marrocos 59.
O número de mortes provocadas pela Covid-19 em África subiu para 360 nas últimas horas num universo de mais de 8.500 casos registados em 50 países, de acordo com a mais recente actualização dos dados da pandemia naquele continente.
Segundo o boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (CDC Africa), nas últimas 24 horas o número de mortes registadas subiu de 313 para 360 com as infecções confirmadas a passarem de 7.741 para 8.536.
O CDC África registou também 710 doentes recuperados após a infecção, mais 70 do que os registados no sábado.
O norte de África mantém-se como a região mais afectada pela doença com 3.837 casos, 255 mortes e 391 doentes recuperados.
Na África Austral, são 1.682 os casos registados da doença, que já provocou 14 mortes, tendo 51 doentes recuperado da infecção.
Na África Ocidental, há registo de 1.541 infecções, 45 mortes e 217 doentes recuperados.
A África do Sul é o país com mais casos confirmados da doença (1.585), registando nove mortes e 45 doentes recuperados.
Argélia (1.171 casos e 105 mortes), Egipto (1.170 casos e 71 mortes) e Marrocos (919 casos e 59 mortes) são outros países com números expressivos.
Em Espanha, o número de casos diários e de mortes por Covid-19 continua a abrandar, mas o governo não baixa a guarda e decidiu prolongar as medidas excecionais. O número de mortos das últimas 24 horas foi o mais baixo em nove dias: 674.
Depois do Palácio de Gelo, mais um ringue de patinagem, desta vez em Majadahonda, também na região de Madrid, foi transformado em morgue temporária.
O confinamento obrigatório foi prolongado até ao dia 25 de Abril. Para o presidente do governo, Pedro Sánchez, não há tempo para baixar os braços.
“Precipitar-nos, relaxar nesta altura teria um resultado pior que o de nos levar de volta ao ponto de partida, porque iria desencadear uma segunda onda que nos iria atingir numa altura em que as nossas resistências estão debilitadas, disse o chefe do governo”.
A Itália continua no topo da lista das mortes por Covid-19, embora os números estejam também a abrandar, com 681 novos óbitos no dia de sábado.
O mundo do desporto uniu-se à onda de solidariedade. A equipa olímpica italiana fez um vídeo de apoio ao pessoal dos serviços de saúde.
O primeiro-ministro britânico foi hospitalizado este domingo à noite. Boris Johnson está infectado com o novo coronavírus e, de acordo com um porta-voz do governo do Reino Unido, tem febre muito alta e sintomas “persistentes” da doença.
O primeiro-ministro, de 55 anos, acusou positivo para Covid-19 há cerca de 10 dias e estava até agora confinado num apartamento ao lado da residência oficial de Downing Street, em Londres.
O porta-voz do executivo informou ainda que “por conselho do seu médico, o primeiro-ministro foi internado hoje [domingo] para realizar exames no hospital. Esta é uma medida de precaução, uma vez que o primeiro-ministro continua a apresentar sintomas persistentes de coronavírus, dez dias depois de testar positivo”.
A empresa Aeroportos de Moçambique está fortemente prejudicada pelo impacto do coronavirus, disse à VOA Saide Júnior, administrador do pelouro de de Administração, Finanças e Marketing.
Para ele o futuro, a curto e médio prazos, prometem ser muito duros, por causa do impacto do coronavírus.
Em Janeiro, a empresa registou o movimento de 172 mil passageiros, mas, em Março, apenas 70 mil, nos voos domésticos, e cerca de 8 a 10 mil passageiros, nos internacionais.
O alto representante da União Europeia (UE) para a Política Externa, Josep Borrell, e o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, chegaram a acordo para ajudar África a enfrentar a crise da covid-19.
Segundo a delegação da UE na China, Borrell e Wang mantiveram na sexta-feira conversações pelo telefone durante as quais debateram a luta contra a covi-19 e a agenda bilateral entre as duas partes.
Ambos indicaram que a covid-19 representa um “desafio considerável” para os países em vias de desenvolvimento, especialmente “os menos desenvolvidos e os que estão submersos em conflitos”.
Borrell sublinhou que “a solidariedade internacional e a cooperação são essenciais” perante a pandemia da covid-19, e agradeceu em nome da Europa o apoio da China “num momento tão difícil”.
O espanhol afirmou que viajará a Pequim para participar no Diálogo Estratégico UE-China quando terminarem as restrições às viagens e se possam retomar as cimeiras políticas de alto nível.
Por outro lado, a televisão pública chinesa CGTN referiu que Wang pediu para não se politizar a cooperação na luta contra a covid-19.
O chefe da diplomacia chinesa assegurou que a ajuda prestada pela China à Europa é marcada pelo “espírito humanitário internacional”.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 57 mil.
Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
O continente europeu, com cerca de 587 mil infectados e quase 42 mil mortos, é aquele onde se regista o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, 14.681 óbitos em 119.827 casos confirmados até hoje.
O economista-chefe da consultora Eaglestone considera que a economia de Moçambique deve registar um crescimento económico de 2% devido à queda das matérias-primas da incerteza sobre a evolução da pandemia.
“Estamos a assumir um crescimento de 2% para este ano, um pouco abaixo da previsão mais pessimista do governo anunciada recentemente que aponta para 2,2%”, enquanto a estimativa mais otimista aponta para uma subida de 3,8% do PIB, ambos mostrando uma redução significativa face aos 4,8% previstos inicialmente pelo Governo, disse Tiago Dionísio.
Em declarações à Lusa a propósito do agravamento da situação económica em África, no seguimento do desequilíbrio causado pela descida dos preços das matérias-primas e pela propagação da pandemia da covid-19, o analista vincou a importância de um acordo de médio prazo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) depois da pandemia estar controlada.
“Depois da questão desta pandemia ser ultrapassada, o tema mais premente para o país é voltar a ter um acordo de médio prazo com o FMI, que permitiria ao país melhorar a sua credibilidade, nomeadamente junto de investidores internacionais, e ajudaria a retomar a ajuda financeira externa que o país precisa para o seu desenvolvimento”, considerou o analista.
Na semana passada, a Eaglestone enviou aos clientes um relatório sobre a economia de Moçambique, no qual analisou os ricos para a economia do país: “Os últimos acontecimentos relacionados com a covid-19 trouxeram riscos e incertezas sobre as perspetivas económicas do país, que deverá trazer pressão adicional na balança de pagamentos devido à recente queda abrupta no preço das matérias primas e até atrasar a implementação dos projetos de gás, penalizando assim a trajetória de recuperação” do país.
A atividade económica, conclui Tiago Dionísio, estava a recuperar do impacto dos ciclones Idai e Kenneth, que devastaram certas zonas do país no ano passado, estimando-se um crescimento perto de 5% este ano “graças aos esforços de reconstrução do país e aos avanços nos projetos de gás natural”.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou cerca de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 63 mil.
Dos casos de infecção, cerca de 220 mil são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
O continente europeu, com cerca de mais de 627 mil infectados e mais de 46 mil mortos, é aquele onde se regista o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, 15.362 óbitos em 124.632 casos confirmados até hoje.
A Espanha é o segundo país com maior número de mortes, registando 11.744, entre 124.736 casos de infecção confirmados até hoje, enquanto os Estados Unidos, com 8.162 mortos, são o que contabiliza mais infectados (300.915).
A China, sem contar com os territórios de Hong Kong e Macau, conta com 81.638 casos e regista 3.326 mortes. As autoridades chinesas anunciaram hoje 19 novos casos e mais quatro mortes.
Além de Itália, Espanha, Estados Unidos e China, os países mais afectados são França, com 7.560 mortos (89.953 casos), Reino Unido, com 4.313 mortos (41.903 casos), Irão, com 3.452 mortos (55.743 casos), e Alemanha, com 1.330 mortes (92.150 casos).
A pandemia afecta já 50 dos 55 países e territórios africanos, com mais de 7.700 infecções e mais de 300 mortes, segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC). São Tomé e Príncipe permanece como o único país lusófono sem registo de infecção.
Cinco elementos do grupo extremista islâmico Al Shabab morreram num ataque aéreo efectuado pelos Estados Unidos na Somália, anunciou o governo de Mogadíscio.
O bombardeamento, efectuado pelo comando militar para África das Forças norte-americanas (AFRICOM), atingiu a zona de Xawaaalo, sul da Somália, indicou o Ministério de Informação, através de um comunicado, acrescentando que a população civil não foi afetada.
O governo Federal da Somália e o AFRICOM, refere a mesma nota, “adoptaram importantes medidas para evitar vítimas civis na luta contra os fantoches terroristas Al Shabab da Al Qaeda”.
No final do mês de Março, a Amnistia Internacional (AI) notava “falta de responsabilidade à medida que aumentavam as mortes de civis, vítimas dos ataques aéreos dos Estados Unidos” em território da Somália.
A Amnistia Internacional tem vindo ao longo dos últimos anos a contradizer os dados norte-americanos sobre a morte de civil na Somália disse que tem provas de que o AFRICOM matou dois civis e feriu outros três em ataques aéreos ocorridos no passado mês de Fevereiro, apesar de Washington insistir que apenas atingiu “terroristas” do grupo Al Shabab.
Os Estados Unidos, que mantêm 500 militares na Somália realiza ataques aéreos com aparelhos não tripulados (drones) nas zonas controladas pelo grupo extremista Al Shabab contando com o apoio, no terreno, com o Exército de Mogadíscio e das forças da Missão Internacional de Paz da União Africana na Somália (AMISON).
Al Shabab, grupo ligado à Al Qaeda desde 2012, controla parte do território do centro e do sul da Somália pretendendo instaurar um Estado Islâmico wahabi (ultraconservador).
Os elementos do Al Shabab atuam na Somália e nos países vizinhos, especialmente no Quénia.
A Somália vive um estado de guerra permanente desde 1991, altura em que foi derrubado o ditador Mohamed Siad Barré.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse ontem estar preocupada com o aumento de casos de covid-19 em África, assinalando que a doença provocada pelo novo coronavírus está “a ameaçar os frágeis sistemas de saúde do continente”.
“O número de casos está a aumentar exponencialmente na região africana”, afirmou a diretora regional para África da OMS, Matshidiso Moeti, que acrescentou que passaram 16 dias entre o primeiro e os cem casos na região e apenas outros 10 para alcançar o primeiro milhar.
Num comunicado hoje emitido pela OMS, a diretora regional assinala que “três dias depois, eram 2.000, e dois dias depois, 3.000”.
Para conter a pandemia de covid-19, muitos países africanos adotaram medidas de restrição e contenção da população, incluindo o encerramento total de fronteiras, a limitação das entradas no país, ou a imposição de uma quarentena obrigatória equivalente ao período máximo de incubação do vírus.
Ainda assim, países como a República Democrática do Congo (RDCongo), África do Sul, Burkina Faso, Camarões e Senegal verificaram casos em várias regiões do país.
A OMS alerta que muitas pessoas na região habitam em situações de sobrepopulação ou trabalham em “setores informais”, necessitando de trabalhar diariamente para garantir que têm acesso a dinheiro.
Dessa forma, a OMS anunciou que está a trabalhar em conjunto com parceiros e outras agências das Nações Unidas, como o Programa Alimentar Mundial (PAM).
Durante um ‘briefing’ realizado por videoconferência, Moeti e a diretora regional do PAM para a África Austral, Lola Castro, abordaram as medidas restritivas aplicadas pelos vários Estados africanos.
“Para que as medidas de restrição social sejam eficazes, devem ser acompanhadas por medidas de saúde públicas fortes, sustentadas e dirigidas que permitam localizar, testar e tratar os casos de covid-19”, afirmou Moeti.
Lola Castro considerou que é fundamental que os portos continuem a funcionar para receberem alimentos e outros materiais fundamentais para a ajuda humanitária.
“É também fundamental que a comunidade internacional forneça os fundos necessários para manter e aumentar os programas de assistência”, referiu Castro.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 55 mil.
Dos casos de infeção, cerca de 200 mil são considerados curados.
A pandemia afeta já 50 dos 55 países e territórios africanos, com mais de 7.000 infeções e pelo menos 280 mortes, segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana.
São Tomé e Príncipe permanece como o único país lusófono sem registo de infeção.
Não há registo de novos casos do novo coronavírus no país, mantendo-se os 10 registados até à ultima quarta-feira. Ora, um total de 63 pessoas estão a ser monitoradas em Cabo Delgado, por terem tido contacto com a pessoa contaminada pelo novo Coronavírus.
O nono e o décimo caso confirmados da covid-19 no país foram registados na última quarta-feira. Desde lá até cá os testes realizados pelo Instituto Nacional de Saúde têm dado negativos, é o caso dos 22 realizados nas últimas 24 horas, de acordo com a Directora Nacional de Saúde Pública.
As autoridades de saúde conseguiram localizar 63 pessoas em Cabo Delgado que mantiveram contacto com um dos casos diagnosticados na última quarta-feira e estão a ser monitoradas.
No total, já são 193 pessoas que tiveram contacto com pessoas com a Covid-19 no país e que estão em acompanhamento.
O Hospital Central de Maputo e as autoridades de saúde da China mantiveram um programa de treinamento online sobre o tratamento dos pacientes da COVID-19.
Depois de ter lidado com a pandemia COVID-19 com sucesso, a China sente-se mais confiante para passar a sua experiência a outros países. Na sexta-feira (03), a pedido do Governo moçambicano, especialistas médicos dum hospital da província chinesa de Sichuan e funcionários de saúde do Hospital Central de Maputo, por meio de videoconferência, realizaram um treinamento sobre COVID-19 que inclui diagnóstico da doença, tratamento, gestão de áreas de isolamento e outros cuidados médicos.
O conhecimento partilhado pela China durante duas horas foi considerado proveitoso pelas autoridades de saúde moçambicanas, segundo Mouzinho Saide, Director do HCM.
De acordo com Comissão Nacional de Saúde da China, há cerca de mil especialistas de saúde chineses no continente africano que têm prestado apoio médico e formação a funcionários de saúde locais.
A página Paris United, habitualmente bem informada sobre a actualidade do Paris Saint-Germain, assegura na sua edição digital que o conjunto francês reactivou o interesse na contratação de Alex Telles, defesa esquerdo que termina contrato com o FC Porto em 2021.
O nome do brasileiro consta na lista de reforços do PSG há muito tempo, desde que Antero Henrique, antigo diretor do FC Porto, assumia a pasta do futebol em Paris. Antero saiu mas Leonardo, seu sucessor, não perdeu Alex Telles de vista. Contudo, reforça aquela página que o Chelsea está na frente da corrida pelo jogador dos dragões e fala até em «conversações avançadas» do FC Porto com os londrinos.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) apresentou ontem ao Ministério das Finanças uma proposta para a revisão das taxas, encargos e contribuições...