Meio-campista francês do Manchester United diz que está animado para voltar aos trabalhos após passar por operação. Atleta só participou de oito jogos na temporada.
O francês Pogba revelou as frustrações pelo momento que está vivendo e convivendo com uma lesão no tornozelo que o limitou de jogar nesta temporada. Em entrevista ao podcast oficial do Manchester United, o meio-campista que está sendo especulado em diversos times da Europa comenta sobre as expectativas por voltar ao campo.
– Eu já estou treinando com bola. Estou frustrado há muito tempo. Agora estou quase lá, então só estou pensando a voltar a treinar totalmente com a equipe. Eu nunca tive algo assim em minha carreira. Isso me deixa com mais fome de voltar e me sair bem.
O campeão do mundo com a selecção francesa na Copa de 2018 revelou também como foi a sua lesão com mais detalhes.
O clube de Turim estará interessada na contratação de Alex Telles (FC Porto). De acordo com o «Tuttosport», o clube italiano considera que o lateral brasileiro, que apenas tem mais um ano de contrato, seria o substituto perfeito de Mattia De Sciglio, que estará de saída.
A capa da Marca de segunda-feira faz manchete com o colossal plano de Florentino Pérez para reforçar o plantel do Real Madrid no futuro breve.
De acordo com o jornal espanhol, os blancos sonham com duas contratações de peso. Para o próximo verão, o objectivo é conseguir resgatar Erling Haaland, recentemente contratado pelo Borussia Dortmund ao Salzburgo. O jovem avançado norueguês tem feito furor na Bundesliga e poderá estar disponível por 75 milhões de euros, valor da sua cláusula de rescisão com os alemães.
Concluído este processo, a direcção do Real debruçar-se-á sobre o dossiê Mbappé, que já se arrasta há alguns anos. Acreditam os espanhóis que o avançado francês irá recusar todas as propostas de renovação de contrato que lhe serão endereçadas e o conjunto parisiense estará obrigado a negociar Mbappé em 2021. O jogador termina contrato em 2022 e poderia, pois, fugir ao PSG a ‘custo zero’.
Cerca de 40 pessoas marcaram presença na igreja de Saint-Nicolas-du-Chardonnet, mas só o padre foi multado. A polícia francesa foi chamada a intervir, na noite de sábado para domingo, para colocar ponto final numa missa clandestina de Páscoa que se encontrava a decorrer na igreja de Saint-Nicolas-du-Chardonnet, situada no centro de Paris.
A notícia é adiantada, este domingo, pelo jornal francês Le Point, que revela que a denúncia foi feita por cidadãos que moram nas imediações, e que foram alertados pela música que se podia ouvir proveniente deste local.
À chegada ao local, os agentes das autoridades depararam-se com a porta da igreja fechada, mas, ao entrar no recinto, comprovaram que estava, de facto, a ocorrer uma missa na qual marcavam presença cerca de 40 pessoas.
O padre responsável pela missa foi multado em 135 euros por desrespeitar as ordens de confinamento decretadas pelo governo francês, no seguimento da pandemia de Covid-19, ao passo que os devotos receberam apenas um aviso verbal.
Pelo menos seis pessoas morreram na sequência da passagem de vários tornados pelo estado do Mississippi, no sul dos Estados Unidos, levando à declaração do estado de emergência, foi ontem (12) noticiado.
“Declaro, esta noite [domingo] o estado de emergência para proteger a saúde e a segurança dos habitantes do Mississippi, na sequência de fortes tornados e trovoadas registados em todo o estado”, escreveu Tate Reeves, numa mensagem difundida pela rede social Twitter, na qual garantiu também os residentes que “não estavam sozinhos”.
“Vamos mobilizar todos os recursos disponíveis para proteger os nossos e os seus bens”, acrescentou.
A agência de gestão de emergências no Mississippi afirmou terem sido registados seis mortos, todos na região sul do estado.
“São relatórios preliminares e actualizaremos os dados à medida que forem conhecidas novas informações”, indicou o organismo numa mensagem divulgada no Twitter.
De acordo com os meios de comunicação social norte-americanos, os tornados causaram “danos catastróficos”.
Os serviços meteorológicos dos Estados Unidos emitiram um aviso de emergência, o nível mais alto de alerta para tornados.
As “fortes trovoadas” deverão continuar durante a madrugada no Mississippi e também nos estados do Alabama e da Geórgia.
Os serviços meteorológicos alertaram também para “fortes tornados, ventos destruidores e geadas”.
Durante a tarde de domingo, o governador repetiu os alertas meteorológicos, ao mesmo tempo que lembrou aos residentes a necessidade de respeitar as medidas de prevenção contra o novo coronavírus (SARS–CoV-2), caso fosse necessário recorrer aos refúgios públicos.
Os Estados Unidos registaram mais 1.514 mortos nas últimas 24 horas, elevando para 22.020 o número total de mortos devido à covid-19, de acordo com um relatório divulgado pela Universidade Johns Hopkins.
Este é o segundo dia consecutivo de descida do número de vítimas mortais da doença causada pelo novo coronavírus (SARS–CoV-2), depois de a mesma universidade ter registado, na contagem que divulga diariamente, 1.920 mortes no sábado e 2.108 na sexta-feira.
Os Estados Unidos são o país mais atingido pela pandemia da covid-19, com mais de 555 mil casos confirmados, acrescentou a instituição do ensino superior de Baltimore, no estado de Maryland.
O SARS–CoV-2, detectado em Dezembro na China, já causou mais de 112 mil mortos em todo o mundo e infectou mais de 1,8 milhões de pessoas em 193 países e territórios.
Dos casos de infecção, quase 375 mil são considerados curados.
O continente europeu, com mais de 932 mil infectados e 77 mil mortos, é o que regista o maior número de casos, e a Itália é o segundo país do mundo com mais vítimas mortais, contando 19.899 óbitos e mais de 156 mil casos confirmados.
A China rejeitou ontem (12) as acusações de racismo e xenofobia feitas pela União Africana e pelos Estados Unidos da América (EUA), por alegados maus-tratos a cidadãos africanos e afro-americanos em Cantão.
“As autoridades em Cantão atribuem uma grande importância às preocupações recentemente levantadas por alguns dos nossos parceiros africanos”, disse o porta-voz da diplomacia chinesa, ZhaoLijian, citado pela agência France-Presse, acrescentando que as autoridades “estabelecerão um mecanismo de comunicação eficaz com os consulados” situados naquela província.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China sublinhou que as autoridades locais “opõem-se firmemente a qualquer racismo e qualquer declaração discriminatória”.
As autoridades africanas confrontaram publicamente a China por causa das alegações de maus tratos aos cidadãos africanos, na sequência da pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus (SARS–CoV-2).
De acordo com a Associated Press (AP), houve relatos de africanos que dizem ter sido afastados e discriminados num centro comercial devido ao medo da doença covid-19.
A agência refere também um alerta de segurança da embaixada dos EUA na China, emitido hoje, que dá nota de que “a polícia ordenou que bares e restaurantes não atendessem clientes que pareçam ser de origem africana” e que as autoridades locais determinaram a realização de testes obrigatórios e ‘auto quarentena’ para “qualquer pessoa com contactos africanos”.
A embaixada denunciava ainda que algumas empresas e hotéis se recusam a fazer negócios com afro-americanos, em resposta ao aumento das infecções na cidade chinesa de Cantão, a norte de Macau e Hong Kong.
A polícia e o departamento de saúde pública de Cantão disseram na terça-feira aos jornalistas que as autoridades haviam respondido aos rumores, já desmentidos, de que “300.000 negros” naquela cidade do sul da China “estavam a desencadear uma segunda epidemia”, o que “causou pânico”.
Diplomatas africanos reuniram-se com responsáveis dos serviços diplomáticos da China para expressar “preocupação e condenação das experiências perturbadoras e humilhantes” às quais os seus “cidadãos foram submetidos”, revelou a embaixada da Serra Leoa em Pequim, através de um comunicado divulgado na sexta-feira.
Pelo menos 14 cidadãos de Serra Leoa foram colocados em quarentena obrigatória por 14 dias, segundo a mesma nota.
A situação motivou já críticas do presidente da Câmara dos Deputados da Nigéria, FemiGbajabiamila, e a intervenção do chefe da diplomacia nigeriana, Geoffrey Onyeama, que disse ter convocado o embaixador chinês para expressar “extrema preocupação” e pedir uma resposta imediata de Pequim.
O Quénia também já se manifestou através de uma declaração do Ministério dos Negócios Estrangeiros e da embaixada daquele país em Pequim.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já provocou mais de 109 mil mortos e infetou quase 1,8 milhões de pessoas em 193 países e territórios.
Dos casos de infecção, quase 360 mil são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
Em África, há registo de 744 mortos num universo de mais de 13 mil casos em 52 países.
O primeiro-ministro britânico, de 55 anos, estava internado no St. Thomas’s Hospital no centro de Londres há uma semana. Em casa, fez um agradecimento especial a dois enfermeiros. Um deles é português.
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, recebeu este domingo (12) alta do hospital, onde estava internado há uma semana devido a um agravamento do estado de saúde após contágio com covid-19, mas não vai regressar já ao trabalho, informou um porta-voz.
Já em casa, o líder do Governo britânico agradeceu a dois enfermeiros que foram essenciais. Um deles é Luís, um enfermeiro natural do Porto, e que está a trabalhar no St. Thomas’s Hospital, em frente ao Parlamento britânico.
“Quero dar um cumprimento especial a dois enfermeiros que se mantiveram junto a mim durante 48 horas, quando tudo poderia ter acontecido. Assim, agradeço à Jenny, da Nova Zelândia, e ao Luís, de Portugal, mais concretamente de uma localidade perto do Porto”, revelou Boris Johnson, num testemunho gravado em vídeo e publicado no Twitter, a partir de Chequers Court, a residência de campo, a 70 quilómetros de Londres, onde continuará a sua recuperação.
O Ministério da Saúde lançou uma plataforma `online´ para autoavaliação de risco de contaminação pelo coronavírus que provada a doença covid-19, uma iniciativa que vai facilitar a identificação de zonas de propagação no país.
“Trata-se de uma plataforma para avaliação de risco para cada pessoa e que pode ser usada através do telemóvel”, disse Rosa Marlene, directora nacional de Saúde Pública, durante a conferência de imprensa de actualização de dados sobre a Covid-19 no país.
Os dados que forem recolhidos através da plataforma vão servir para que as autoridades identifiquem as zonas de risco de propagação no país, o que poderá melhorar a capacidade de resposta, explicou o Ministério da Saúde.
“Os usuários desta plataforma serão acompanhados pelos profissionais de saúde sem precisar sair de casa”, afirmou Rosa Marlene.
Além da plataforma de autoavaliação de risco, há outras plataformas informativas sobre a covid-19 que estão a ser adoptadas pelo Governo moçambicano.
Nas últimas 24 horas, Moçambique testou 14 pessoas suspeitas, mas não registou casos novos.
Na sexta-feira, o Ministério da Saúde anunciou a subida de 17 para 20 dos casos confirmados de contágio pelo novo coronavírus.
Segundo o Ministério da Saúde, desse total de 20 casos registados desde o primeiro caso no país, a 11 de março, 12 são de transmissão local e oito são importados.
Os três novos casos resultaram de uma investigação sobre as ramificações de um caso de infeção, anunciado em 02 de abril, descoberto em Afungi, Cabo Delgado, na área do projeto para a exploração de gás no Norte de Moçambique liderado pela francesa Total.
As autoridades moçambicanas identificaram 66 pessoas que tiveram contacto com o primeiro caso de Afungi, dos quais 64 do meio profissional do indivíduo, mas ainda decorrem ações para a identificação dos contactos dos três novos casos.
Moçambique vive em estado de emergência durante todo o mês de abril, com espaços de diversão e lazer encerrados, proibição de todo o tipo de eventos e de aglomerações.
Durante o mesmo período, as escolas estão encerradas e a emissão de vistos para entrar no país está suspensa.
Em África, há registo de 693 mortos pela covid-19, num universo de mais de 12.973 pessoas contagiadas pelo novo coronavírus em 52 países.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já provocou mais de 100 mil mortos e infetou mais de 1,7 milhões de pessoas em 193 países e territórios.
Dos casos de infeção, mais de 335 mil são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
O futebolista internacional argentino Lionel Messi, avançado do FC Barcelona, manifestou ontem um “profundo agradecimento” aos profissionais de saúde que combatem a pandemia de covid-19.
“No sábado, terminou a semana mundial dos trabalhadores da saúde e, juntamente com a Unicef, quero expressar o meu profundo agradecimento pelo trabalho que desempenham”, escreveu Messi na sua conta pessoal no Instagram, acompanhado por uma fotografia em que mostra um profissional de saúde a segurar um bebé.
Naquela rede social, o jogador, de 32 anos, destacou “o compromisso nobre dos heróis anónimos, que passam longos dias e noites longe das suas famílias, para que outros, como grávidas e crianças, estejam a salvo da covid-19″.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já provocou mais de 109 mil mortos e infetou quase 1,8 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Dos casos de infeção, quase 360 mil são considerados curados.
Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia, e o continente europeu é neste momento o mais atingido, com cerca de 910 mil infetados e de 75 mil mortos.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, o dos Estados Unidos, Donald Trump, e o rei saudita Salman bin Abdulaziz, manifestaram ontem (12) apoio ao acordo dos produtores de petróleo de reduzir a produção em 9,7 milhões de barris por dia.
De acordo com o Kremlin, os três chefes de Estado tiveram uma conversa telefónica sobre o acordo alcançado pelo cartel da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que deverá estabilizar o mercado, na sequência da forte quebra do consumo devido à pandemia covid-19.
“Os líderes apoiaram o acordo alcançado dentro da OPEP sobre a limitação voluntária e gradual da produção de petróleo para estabilizar os mercados mundiais e garantir a sustentabilidade da economia global”, anunciou o Kremlin após a chamada telefónica.
Donald Trump também comentou o resultado do acordo na rede social Twitter: “Vai salvar centenas de milhares de empregos no sector da energia nos Estados Unidos”.
“Quero agradecer e congratular o presidente Putin e o rei Salman, da Arábia Saudita. Acabei de falar com eles a partir da Casa branca. Bom acordo para todos!”, acrescentou.
Ainda segundo o Kremlin, Putin e Trump também mantiveram uma conversa telefónica em separado, na qual trocaram opiniões sobre a situação do mercado petrolífero e destacaram a “grande importância” da cooperação no seio da OPEP para reduzir a produção do petróleo.
A OPEP e outros produtores chegaram hoje a acordo para subir os preços cortando a produção em 9,7 milhões de barris diários a partir de 01 de maio, segundo fontes ligadas às negociações.
O corte hoje anunciado representa um décimo do fornecimento global, segundo responsáveis do sector de vários países que participaram nas negociações, tratando-se de um acordo sem precedentes.
Devido às consequências da propagação do vírus covid-19, com o impacto na economia e a diminuição do consumo, o Comité Técnico Conjunto da OPEP tem vindo a recomendar cortes na produção de petróleo.
O ministro da Energia do México disse hoje, numa mensagem na rede social Twitter que o grupo concordou em cortar 9,7 milhões de barris por dia, a começar a partir de 01 de maio, informação confirmada pelo ministro do Petrónio do Kuwait Oil, Khaled al-Fadhel na mesma rede social.
O ministro do Petróleo do Irão também escreveu no Twitter que o corte será efectuado nos meses de maio e Junho, e que os países concordaram que o México irá cortar a produção em 100 mil barris durante aqueles meses.
O objectivo do acordo é encontrar uma solução para a rápida queda nos preços do petróleo devido ao colapso da procura e à guerra de preços entre a Arábia Saudita e Rússia.
A pandemia da covid-19 desequilibrou um mercado em que a oferta global já estava excedente e agora encontra-se em proporções raramente vistas, com restrições de viagens tomadas em todos os países para impedir a propagação da doença.
Está agendada uma nova reunião para 10 de Junho, também por videoconferência, “para decidir medidas adicionais, tanto quanto for necessário para equilibrar o mercado”.
O acordo também prevê um nível de redução da produção entre Janeiro de 2021 e Abril de 2022.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já provocou a morte a mais de 112 mil pessoas e infectou mais de 1,6 milhões em 193 países e territórios.
Dos casos de infecção, mais de 330 mil são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
Em Moçambique, as famílias cristãs celebram a Páscoa tristes por não poderem participar, como habitualmente, nas missas ou cultos religiosos por causa das medidas de restrição, visando evitar o alastramento do coronavírus.
As igrejas dizem que estão e vão cumprir com as regras estabelecidas no âmbito do Estado de Emergência, decretado pelas autoridades governamentaisRM
Agora, canta-se e reza-se apenas em casa.
“Passar a Páscoa sem poder ir à igreja é muito triste”, disse um fiel, enquanto outro acrescenta “bom, eu queria muito ir à missa, mas, por causa do coronavirus, isso não é possível, dói o coração.”
As igrejas continuam a rezar, mas, em virtude das medidas para conter a pandemia da Covid-19, são poucos os que estão autorizados a participar nas missas. Somente o padre, os acólitos e alguns crentes.
“É uma tristeza em parte mas temos uma vantagem na medida em que pelo menos transmitimos pela rádio, as pessoas vão acompanhar”, diz Dom Francisco Chimoio, Arcebispo da Diocese de Maputo, para quem a Igreja Católica que, em Moçambique, segundo dados divulgados o ano passado pelo Vaticano, tem acima de sete milhões e 600 mil fiéis, vai cumprir, com rigor, todas as normas estabelecidas, visando prevenir a COVID-19.
“A todos os moçambicanos não menosprezem as medidas que foram apresentadas pelo governo. Procurem obedecer à risca porque o beneficiário somos nós. Portanto, muita obediência, muita seriedade e sobretudo muito amor à vossa própria vida”, conclui”, Dom Francisco Chimoio, Arcebispo da Diocese de Maputo.
Tristes, mas firmes na fé, estão também os religiosos integrados no Conselho Cristão de Moçambique, que congreva 26 igrejas, com um total de seis milhões e 600 mil membros.
Os templos quase todos eles fechados, e orações são feitas sobretudo com base em mensagens enviadas por telemóvel ou escritas em papéis previamente impressos e distribuídos por todos.
“É triste porque não nos encontramos, não nos vemos fisicamente mas sempre partilhamos a mensagem, seria mais triste se não tivéssemos esta oportunidade da tecnologia para podermos nos comunicar”, afirma o reverendo João Damião, secretário-geral do Conselho Cristão de Moçambique,
“O apelo que nós continuamos a dar é que toda a gente siga as medidas dadas pelo Governo assim como a saúde. De lavar sempre as mãos e seguir todas as medidas de higiene pessoal e colectiva. E estarmos sempre se possível, em casa”, acrescenta João Damião, como mensagem do Conselho.
Moçambique está em estado de emergência desde há uma semana.
O Instituto para a Comunicação Social da África Austral – Moçambique (MISA) “apela às autoridades do Governo para que usem todos os meios para permitir que o jornalista Ibraimo Mbaruco seja restituído à liberdade”.
Ibraimo Abu Mbaruco, jornalista e locutor da Rádio Comunitária de Palma, Cabo Delgado, é dado como desaparecido desde o dia 7 de Abril, após sair do serviço, cerca das 18 horas.
Fontes próximas do jornalista disseram à imprensa que Mbaruco terá sido sequestrado entre as 18:00 e 19:00 horas, a caminho da sua residência.
No seu comunicado, o MISA escreve que “momentos antes, Ibraimo Mbaruco teria enviado uma curta mensagem (SMS) a um dos seus colegas de trabalho, informando que ‘estava cercado por militares’”.
De seguida, “não mais atendeu às chamadas, embora o seu telefone continuasse a dar sinal de estar ainda comunicável”.
O MISA diz que a sua “breve investigação conseguiu apurar que Ibraimo Mbaruco não se encontra no quartel de Palma”.
“Atos de violência e detenções arbitrárias de jornalistas contrariam todos os princípios de uma democracia ancorada na supremacia da Lei e no respeito pelos direitos humanos,” conclui o MISA.
O Comité para a Protecção de Jornalistas (CPJ), com sede em Nova Iorque, está também preocupado com o desaparecimento de Mbaruco.
“O CPJ está a investigar e continua preocupado com o fato de Cabo Delgado ser virtualmente uma área interdita a jornalistas,” afirma à VOA Ângela Quintal, coordenadora da secção africana.
Quintal recorda que os jornalistas que estão em Cabo Delgado “trabalham em difíceis e perigosas circunstâncias”.
No ano passado, foram detidos naquela província os jornalistas Amade Abubakar e Germano Adriano, que cobriam a situação das vítimas de ataques armados iniciados em 2017.
Em missa do Domingo de Páscoa, o Papa Francisco pediu misericórdia divina à população de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, que tem sido alvo de ataques terroristas. O líder da Igreja Católica também pede fé a todos os doentes da COVID-19 no mundo.
A partir da Basílica de São Pedro, no Vaticano, o papa Francisco orou por todos os cristãos do mundo, num dia em que os cristãos assinalam a ressurreição de Jesus Cristo. Na mensagem de bênção da Páscoa, o Papa falou da população de Cabo Delgado que tem sido vítima de violência de terroristas.
A COVID-19 que assola quase todos os países também esteve em destaque na mensagem do Papa. Apelou aos doentes a manter a fé, tendo saudado o sacrifício de todos os funcionários da Saúde.
Numa altura em que a pandemia começa a impactar na economia global, Papa Francisco apelou ao perdão das dívidas dos países pobres para que esses tenham o suficiente para combater a COVID-19.
Por conta da pandemia do novo Coronavírus, desta vez, a basílica de São Pedro esteve quase vazia, mas graças à internet e televisão, os cristãos de todo o mundo puderam acompanhar a missa pascal.
Um cidadão de 21 anos de idade encontra-se,desde sexta-feira (10), está encarcerado no posto policial de Nkobe, na província de Maputo, indiciado de violar sexualmente uma menor de 12 anos de idade.
O indiciado foi surpreendido em pleno acto sexual pela mãe da vítima que de imediato denunciou a ocorrência, e as autoridades efectuaram diligências que culminaram com a detenção do violador.
A vítima foi encaminhada para uma unidade sanitária a fim de ser examinada, e os relatórios médicos confirmaram a penetração.
Carmínia Leite, porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) na província de Maputo, disse que o indiciado confessou o crime, e já vem praticando estes actos desde ano passado, tendo vitimando mais sete menores.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Associado de Programas: Juventude, Género e População e Desenvolvimento. Saiba mais.
A Federação Moçambicana de Futebol pretende introduzir um (1) Secretário Técnico Provincial (STP) em cada uma das Associações Provinciais de Futebol. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Técnico de Protecção à Criança em Emergências. Saiba mais.
A Kukwira pretende recrutar para o seu cliente, uma empresa ligada ao serviço público um (1) Director de Serviço Central de Administração e Finanças. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 25, pretende contratar um (1) Pipe Fitte. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Preventiva. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Oftalmologia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal duas (2) Enfermeiras de SMI – Médios. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Administração Hospitalar. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Medicina Geral. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Médico de Clínica Geral. Saiba mais.
A Bolsa de Mercadorias de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Superiores de TIC’s N1 ( Programador). Saiba mais.
A Cimento Nacional, pretende no âmbito da sua política de valorização da mão-de-obra em Moçambique, recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Representante de Vendas. Saiba mais.
A Universidade Rovuma pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Anatomia Animal. Saiba mais. . Vaga para A Universidade Rovuma pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2). Saiba mais.
O ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, disseque o Governo só vai prestar garantias ao financiamento de empresas públicas que assegurarem o reembolso dos empréstimos, para evitar situações de incumprimento que aconteceram no passado.
“É preciso que se prove que o projecto [empresarial] que está sendo financiado é viável e tem capacidade para reembolsar o crédito”, declarou Adriano Maleiane, respondendo a perguntas dos deputados da Comissão do Plano e Orçamento (CPO) da Assembleia da República (AR) de Moçambique.
As condições em que o executivo moçambicano avaliza o endividamento de empresas públicas centraram a audição parlamentar com Adriano Maleiane, com os deputados preocupados em assegurar que não se vão repetir situações como a das dívidas ocultas.
O governante avançou que o processo de emissão de garantias vai seguir a obrigação legal de autorização pelo Conselho de Ministros e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
“Só podemos passar a garantia quando tivermos a certeza de que o empréstimo vai ter o rendimento e produtividade que se espera”, acrescentou.
A ida do ministro da Economia e Finanças à Assembleia da República decorreu no âmbito de audições de vários membros do Governo a propósito das propostas do Orçamento de Estado (OE) e Plano Económico e Social (PES) para 2020.
Na sequência do escândalo das dívidas ocultas, o Governo moçambicano aprovou em 2017 um decreto com regras mais restritivas para a emissão de garantias de Estado.
O escândalo das dívidas ocultas foi desencadeado por denúncias de que o então Governo moçambicano emitiu secretamente avales a empréstimos no valor de 2,2 mil milhões de dólares (dois mil milhões de euros) a favor de três empresas estatais ligadas à pesca e segurança marítima.
Moçambique entrou em incumprimento em relação a essas dívidas, sendo obrigado a reestruturar a parcela convertida em ‘eurobonds’, e viu os seus parceiros de cooperação suspenderem o apoio ao Orçamento do Estado (OE) em 2016.
O ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, afirmou hoje que o país vai comprar 300 ventiladores para o Sistema Nacional de Saúde (SNS), no âmbito da luta contra a pandemia da doença respiratória covid-19.
Adriano Maleiane fez o anúncio, em resposta a perguntas dos deputados da Comissão do Plano e Orçamento (CPO) da Assembleia da República (AR) de Moçambique, durante uma audição sobre as propostas do Plano Económico e Social (PES) e do Orçamento do Estado (OE) de 2020, que vão ser debatidos na próxima semana.
“De acordo com os serviços competentes [de saúde] está prevista a aquisição de 100 ventiladores fixos e 200 móveis”, declarou Maleiane.
O custo das referidas máquinas está orçado em 228,5 milhões de meticais (3,1 milhões de euros) e será suportado por parceiros externos, havendo já entidades que manifestaram interesse nesse sentido, acrescentou.
“Esperamos que os ventiladores tenham financiamento externo, caso não, vamos ter de encontrar formas de ir buscar esse dinheiro no Orçamento do Estado”, afirmou o governante.
O ministro da Economia e Finanças de Moçambique esclareceu os deputados acerca do pedido de 700 milhões de dólares (639,9 milhões de euros) que o executivo fez aos parceiros internacionais no dia 23 de março para o combate à covid-19, sublinhando que o montante inclui a construção de hospitais, uma vez que há distritos sem este tipo de estruturas no país.
“Há muitos distritos que não estão preparados na eventualidade de o país entrar no nível quatro das medidas de combate à pandemia”, referiu Adriano Maleiane.
Moçambique tem 17 casos oficialmente declarados de infeção pelo novo coronavírus.
O número de mortes provocadas pela covid-19 em África é de 630 num universo de mais de 12.219 casos registados em 52 países, de acordo com a mais recente atualização dos dados da pandemia naquele continente.
Segundo o boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (CDC África), nas últimas 24 horas, o número de mortes registadas subiu de 572 para 690, enquanto as infeções subiram de 11.400 para 12.219.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,5 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 94 mil. Dos casos de infeção, mais de 316 mil são considerados curados.
As gigantes tecnológicas norte-americanas Google e Apple anunciaram, na sexta-feira (10), uma parceria para desenvolver ‘software’ que permita o rastreamento digital de pessoas que estiveram perto de outras infectadas pelo novo coronavírus, para limitar a propagação da pandemia.
“A Google e a Apple anunciaram um esforço conjunto que vai permitir a utilização da tecnologia ‘Bluetooth’ para ajudar governos e agências de saúde a reduzir a propagação do novo coronavírus”, explicitam as duas empresas através de comunicado conjunto, citado pela agência France-Presse.
Ou seja, os ‘smartphones’ com sistema operativo iOS, da Apple, ou Android, da Google, vão poder trocar informações através de ‘Bluetooth’ para acompanhar os contactos entre pessoas e alertar os utilizadores se tiverem estado em contacto com alguém que está contagiado com a doença covid-19.
De acordo com ambas as gigantes tecnológicas, estas ferramentas deverão estar disponíveis a partir de maio e este ‘software’ terá em conta o “respeito pela privacidade” e a segurança dos utilizadores.
Aplicações para ‘smartphones’ semelhantes já foram desenvolvidas por outras empresas que criam ‘software’ na China ou em Singapura.
Os sistemas operativos da Google e da Apple são os mais utilizados em dispositivos móveis em todo o mundo.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 96 mil mortos e infetou quase 1,6 milhões de pessoas em 193 países e territórios.
Os Estados Unidos são o país mais afetado em número de casos, com 466.299 infetados e 16.686 mortos.
A Europa é o continente com mais casos contabilizados (826.382) e com maior número de vítimas mortais (66.642).
A Itália é o país com maior número de mortes (18.279), seguida dos Estados Unidos (16.686), da Espanha (15.843), da França (12.210) e do Reino Unido (7.978).
Em África, há registo de 630 mortos num universo de mais de 12.219 casos em 52 países.
Este homem acabou por ser detido pelas autoridades policiais espanholas e vai agora responder em tribunal por um crime de ódio.
Espanha é um dos países mais massacrados pelo surto do novo coronavírus, sendo o terceiro país do mundo com mais vítimas mortais.
Se a situação aqui ao lado obriga a que todos os cidadãos tenham um comportamento exemplar, eis que alguns indivíduos teimam em não cumprir as ordens das autoridades governamentais, como ainda gerar um clima de pânico.
Um homem, no decorrer desta semana, deslocou-se de Madrid para a sua cidade de origem, Torrevieja (Alicante). Após a sua chegada, este mesmo homem gravou um vídeo, rapidamente divulgado nas redes sociais, e em que manifestava o desejo de espalhar a Covid-19 e açambarcar os supermercados, para “assim deixar os conterrâneos a morrer à fome”.
Rapidamente esta gravação chegou às mãos da Guarda Civil espanhola, acabando este cidadão da comunidade valenciana, pouco tempo depois, por ser detido, indo agora responder a tribunal por um crime de ódio.
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