Macau registou um primeiro caso de um doente da covid-19 que voltou a testar positivo depois de ter sido dado como recuperado, foi ontem (27) anunciado.
Este doente, o 15.º caso da doença no território, recebeu alta hospitalar em 12 de abril e estava a cumprir 14 dias de convalescença em isolamento no centro clínico de saúde pública em Coloane, indicou o Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus, na conferência de imprensa diária.
Antes de sair do isolamento, foi sujeito ao teste de ácidonucleico no sábado e no domingo, com resultados positivos para o novo coronavírus (SARS–CoV-2).
Este paciente é um filipino de 31 anos, que esteve em Manila entre 28 de janeiro e 16 de março, tendo sido diagnosticado com a covid-19 em 18 de março.
Também hoje, 19.º dia sem casos da covid-19, mais um doente teve alta hospitalar e foi transferido para o centro clínico de Coloane para uma convalescença de 14 dias em isolamento, adiantou o Centro.
Este doente, o 13.º caso da covid-19 no território, é uma residente de Macau, de 20 anos, estudante no Reino Unido.
Macau registou 45 infetados desde o início do surto do novo coronavírus, em 22 de janeiro.
Após uma primeira vaga de dez casos em fevereiro, o território esteve 40 dias sem identificar qualquer infeção.
Contudo, a partir de 15 de março foram identificadas mais 35 pessoas infetadas, todos casos importados.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 206 mil mortos e infetou quase três milhões de pessoas em 193 países e territórios.
A doença é transmitida por um novo coronavírusdetetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.
As tensões aumentaram na Somália no fim de semana, fazendo com que manifestantes furiosos queimassem pneus e exigissem justiça.
Confinamentos e restrições de viagem contra o coronavírus estão se mostrando extremamente difíceis de aplicar.
Os moradores estão dificultando os agentes de segurança. E as reacções das forças de segurança enfureceram a população que se opõe às medidas preventivas contra o vírus.
“Essa manifestação continuará até que os altos funcionários do governo ouçam os protestos da população. Queremos que o governo reverta a decisão de recolher que é imposta aos moradores durante este mês sagrado (Ramadã) ”, disse Mohamed Abdi, manifestante.
Um policial de Mogadíscio foi preso por atirar em pelo menos um civil enquanto ele impunha restrições à pandemia.
“Primeiro, eu respeito que os jovens de Mogadíscio precisam expressar sua raiva contra esse incidente (assassinato de civis). Eles têm o direito de fazê-lo. Em segundo lugar, lamento muito o incidente que aconteceu ontem à noite e compartilho a mesma tristeza que todos estão sentindo ”, afirmou o prefeito de Mogadíscio, Omar Mohamed Mohamed.
No sábado, o chefe de polícia do país demitiu o comissário encarregado da segurança no distrito de Bondhere, onde ocorreu o tiroteio.
No primeiro discurso desde o internamento devido a uma infeção por covid-19, Boris Johnson agradeceu a paciência do país e alertou que é demasiado cedo para levantar as medidas de confinamento.
Boris Johnson falou ao país em Downing Street, numa intervenção que marca o seu regresso às funções de primeiro-ministro depois de superar uma infeção por covid-19, que inclusivamente obrigou ao seu internamento.
“Há sinais de que estamos a passar pelo pico”, disse o primeiro-ministro britânico, citado pelo The Guardian, salientando porém que é muito cedo para levantar restrições. O Reino Unido ainda se encontra numa fase de “máximo risco” e não pode ceder à tentação de acabar com as restrições prematuramente, disse.
“Temos de reconhecer o risco de um segundo pico”, salientou. “Isso não só representaria uma nova onda de mortes e doença, mas também um desastre económico. Seriamos obrigados mais uma vez a carregar no travão em todo o país e em toda a economia e voltar a impor restrições”. “Recuso-me a desperdiçar todo o esforço e sacrifício do povo britânico”, acrescentou.
“Peço-vos que contenham a vossa impaciência, porque acredito que estamos a chegar ao final da primeira fase deste conflito”, disse ainda Boris Johnson, numa mensagem diretamente dirigida aos empresários.
“Obrigada pelo vosso bom senso e altruísmo, graças à nossa determinação coletiva, estamos à beira de conquistar a primeira missão — impedir o nosso sistema nacional de saúde de ficar saturado”, sinalizou.
O primeiro-ministro britânico considerou que este foi o maior desafio que o país enfrentou desde a II guerra Mundial.
O primeiro-ministro voltou hoje ao trabalho, apenas dois dias após o país se ter tornado o quinto a ultrapassar a barreira das 20.000 mortes provocadas pelo novo coronavírus, depois dos EUA, Itália, Espanha e França.
De acordo com o balanço de domingo do Ministério da Saúde britânico, o Reino Unido registou 20.732 óbitos durante a pandemia covid-19, e o número total de casos de contágio é agora de 152.840.
O governo está sob pressão crescente de políticos conservadores para aliviar as medidas de distanciamento social por causa da preocupação com o impacto na economia, e também dos partidos da oposição para publicar o plano para o desconfinamento.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente que actua na banca um (1) Gestor de Conformidade. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente que actua na banca, um (1) Oficial de Conformidade que está baseado em Maputo. Saiba mais.
A Global Alliance Seguros, com sede em Maputo pretende admitir para seu quadro de pessoal um (1) Consultor de Vendas da Banca de Seguros para trabalhar no escritório de Nampula. Saiba mais.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Campo Segurança Alimentar e Meios de vida. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Geografia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Agro-Pecuária. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Português. Saiba mais.
A Click Auto pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (08) Técnicos de Tecnologias e Electrónica para sua extensão em Niassa e Cabo Delgado. Saiba mais.
A Federação Moçambicana de Futebol pretende introduzir um (1) Secretário Técnico Provincial (STP) em cada uma das Associações Provinciais de Futebol. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Preventiva. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Oftalmologia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal duas (2) Enfermeiras de SMI – Médios. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Administração Hospitalar. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Medicina Geral. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Médico de Clínica Geral. Saiba mais.
A China registou três casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, dois deles oriundos do exterior, e uma vítima mortal, informou hoje a Comissão de Saúde do país.
Trata-se de uma queda face a sexta-feira e sábado, quando o país registou doze e onze casos, respetivamente.
O novo caso de contágio local foi detetado na província de Heilongjiang, no nordeste da China, onde se registou recentemente um aumento de infeções causado por cidadãos chineses oriundos da Rússia.
Uma pessoa morreu devido a infeção pelo novo coronavírus em Pequim.
O número de infetados ativos no país fixou-se em 723, depois de 80 pessoas terem tido alta após superaram a doença, nas últimas 24 horas.
Desde o início da epidemia, a China registou, no total, 82.830 infetados e 4.633 mortos. Até ao momento, 77.474 pessoas tiveram alta.
As autoridades chinesas referiram que 730.529 pessoas que tiveram contacto próximo com infetados estiveram sob vigilância médica na China, entre as quais 8.443 permanecem sob observação.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 204 mil mortos e infetou mais de 2,9 milhões de pessoas em 193 países e territórios.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern , disse hoje que o país venceu a batalha contra a covid-19, uma vez que se tem registado poucos casos de infeções locais no país.
“Não há grandes infeções locais na Nova Zelândia. Vencemos a batalha”, disse Ardern, aos jornalistas em Wellington, acrescentando que está otimista de que o país vai continuar no caminho do sucesso.
“Para conseguir isso, precisamos rastrear os casos mais recentes. É como procurar uma agulha no palheiro”, alertou, especificando que no 11 de maio será avaliado se as restrições serão novamente reduzidas.
A Nova Zelândia, um país que tem sido internacionalmente elogiado pela forma com está a lidar com a pandemia, registou desde domingo um novo caso de infeção no seu território insular ocupado por 5 milhões de habitantes.
Atualmente tem 1.122 casos confirmados do novo coronavírus, número que inclui 19 mortes, enquanto a taxa de transmissão é inferior a 0,4%, em comparação com a média internacional de 2,5%.
A partir das 23:59 de hoje o Governo da Nova Zelândia baixará o nível de alerta 4, que estava em vigor há quatro semanas que determinava o encerramento de todas as atividades e a quarentena da população, para o nível 3.
Por esse motivo, a primeira-ministra pediu aos seus compatriotas que mantivessem medidas de distanciamento social durante a retomada parcial de certas atividades comerciais e das aulas.
Espera-se que um milhão de trabalhadores regresse aos locais de trabalho.
“Estamos a abrir a economia, mas não estamos a retomar a vida social das pessoas”, alertou a primeira-ministra, pedindo aos moradores que permaneçam dentro das suas “bolhas” e reduzam os contactos com terceiros.
O Presidente da RENAMO, Ossufo Momad, recomendou hoje ao governo a prorrogação do Estado de Emergência que vigora desde o dia 01 de Abril. Momad entende que só assim é que se pode evitar o pior, dado que os casos confirmados, 76 actualmente, mostram tendência de agravamento.
Momad defendeu ainda que as medidas de prevenção das autoridades da saúde podem ser combinadas com outras estratégias para impulsionar a actividades económicas sem prejuízo dos rendimentos.
Por outro lado, o Presidente da Renamo condenou alguns excessos dos agentes da Polícia da República de Moçambique. Pediu a criação de uma comissão de inquérito mista para averiguar os factos.
As autoridades sul-coreanas consideram que o líder da Coreia do Norte está “vivo e de boa saúde”, minimizando a seriedade dos rumores sobre os alegados de problemas de saúde de Kim Jong-un.
A posição do nosso Governo é firme”, disse Moon Chung-in, conselheiro especial do Presidente sul-coreano em segurança nacional, à emissora de televisão norte-americana CNN, no domingo.
O conselheiro acrescentou ainda que o líder norte-coreano está hospedado desde 13 de abril em Wonsan, um resort à beira-mar no leste do país. “Nenhuma ação suspeita foi detetada até agora”, reforçou.
Na semana passada, a cadeia de televisão norte-americana CNN tinha noticiado, citando um responsável norte-americano, que os EUA tinham acesso a informações de que Kim Jong-un estaria “em estado grave”, devido a complicações pós-operatórias.
As dúvidas sobre os possíveis problemas de saúde do líder norte-coreano surgiram após a sua ausência na tradicional visita ao mausoléu de Pyongyang, onde permanece o corpo do seu avô Kim Il-sung, de acordo com as imagens divulgadas pelos média do país.
Por tradição, no dia 15 de abril, aniversário do nascimento do seu avô e a principal festividade nacional, Kim Jong-un visita o Palácio do Sol de Kumsusan e presta tributo ao fundador da Coreia do Norte, com ampla cobertura dos media controlados pelo regime.
Dado o aumento de número de casos positivos de Covid-19 no país, o Ministro da Saúde diz haver necessidade de se fazer um reforço total das medidas de prevenção da pandemia.
Armindo Tiago aconselha o uso correto da mascara de proteção e a observância das medidas de higiene nos locais e instituições públicas.
Foi durante uma conversa telefónica que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o seu homólogo francês, Emmanuel Macron, concordaram com a necessidade de reformar a Organização Mundial de Saúde (OMS) comunicou a Casa Branca, citada pela Euronews.
Segundo a fonte, durante a conversa, Trump e Macron falaram dos avanços positivos na luta contra a COVID-19 e o progresso até à reabertura das economias mundiais.
Nos meados de Abril corrente, Trump ordenou a suspensão de fundos com os quais os EUA contribuía para o financiamento da OMS, depois de criticar a gestão da crise pela organização.
O presidente norte-americano justificou a decisão pela oposição da OMS em fechar fronteiras para combater a propagação do vírus, por não ter actuado mais cedo e por, não só confiar, como também “elogiar”, o Governo da China.
O Governo francês lamentou essa decisão e reiterou o compromisso, “especialmente o do presidente da República”, com o multilateralismo, indicou a porta-voz do Conselho de Ministros francês, Sibeth Ndiaye.
Dias depois, durante uma reunião dos líderes do G7, organizada sob a presidência de Trump, Macron defendeu a OMS e enfatizou o “papel central que a organização deve ter em relação ao conjunto de Estados, das instituições internacionais e dos programas dedicados à vacina, saúde e fortalecimento dos sistemas de saúde”, de acordo com o gabinete presidencial.
Florentino e o AC Milan têm já uma “longa história de amor”, como o próprio Calciomercato aponta. Segundo o site especializado no mercado de transferências, o clube italiano quer sentar-se à mesa com os responsáveis do Benfica para negociar o passe do jovem médio encarnado.
Depois de em janeiro, a tentativa de aquisição não ter resultado, o AC Milan pretende no verão voltar a falar com o Benfica, uma vez que o interesse em Florentino continua vivo.
Apesar de ter sido utilizado apenas em 15 partidas esta temporada, Florentino tem contrato até 2024 e uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros, fatores que indicam que não será fácil ao AC Milan levar o médio para Itália por valores baixos.
É certo que Florentino não teve grande espaço esta época, menos ainda com a chegada de Julian Weigl, mas é também verdade que é tido como um dos mais promissores jovens do plantel das águias.
Na sequência da controvérsia gerada pela forma como lidou com a crise de Covid-19 no país, e com a própria infeção, Yaakov Litzman informou que vai deixar o ministério, que liderou na última década.
O ministro da Saúde de Israel, Yaakov Litzman, disse que vai deixar o cargo, na sequência de uma controvérsia sobre a forma como lidou com a crise de covid-19 e a sua própria infeção.
Yaakov Litzman informou o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que se afastava, enquanto o país forma novo governo, sem mencionar a sua muito criticada atuação enquanto ministro da Saúde, pasta que liderou na última década.
Em comunicado, afirmou que decidiu não integrar o Ministério da Saúde pela quarta vez, preferindo liderar um projeto mais abrangente para resolver a crise de habitação em Israel no Ministério da Habitação.
O Governo tem sido elogiado por manter a crise de coronavírus sob controlo.
Mais de 15.000 israelitas foram infetados e morreram cerca de 200 pessoas, mas Israel não tem visto o seu sistema de saúde sobrecarregado como outros locais duramente atingidos, como Itália ou Nova Iorque.
Litzman, um ultraortodoxo sem formação médica, tem estado debaixo de críticas por surgir mal preparado em conferências de imprensa e resistir a propostas para apertar as medidas de confinamento que iriam afetar a comunidade religiosa do país.
No início do mês, Litzman foi diagnosticado com covid-19, aparentemente depois de ignorar as ordens do seu próprio ministério para evitar orações de grupo em locais públicos. Entretanto, recuperou.
O coronavírus causa sintomas ligeiros a moderados na maioria dos pacientes, que recuperam em algumas semanas.
Mas pode causar doença grave ou morte, particularmente em doentes mais velhos ou com outros problemas de saúde.
Com a crise aparentemente controlada, o Governo anunciou este domingo um novo abrandamento das medidas de confinamento.
A decisão do rei da Arábia Saudita de pôr fim à pena de morte para menores de idade surge um dia depois da ordem para acabar com as flagelações, que são substituídas por um tempo de prisão efectiva.
O rei Salman da Arábia Saudita ordenou o fim da pena de morte para crimes cometidos por menores, um dia depois do fim das punições por flagelação, indicou este domingo o presidente da Comissão dos Direitos Humanos saudita, Awwad Alawwad. A decisão surge um dia depois da ordem para acabar com as flagelações, que são substituídas por um tempo de prisão efetiva, multas ou serviços comunitários, pondo cobro a um dos mais controversos castigos públicos do reino.
O herdeiro de Salman, o já príncipe coroado Mohammed bin Salman, segundo escreve a agência France Presse, tem sido visto como a “força por trás” do fim de algumas restrições públicas de punição e um “mediador” nas interpretações ultraconservadoras da Lei Islâmica que muitos no país ainda defendem. Face a uma oposição doméstica, o príncipe herdeiro tem procurado modernizar o país, através sobretudo do investimento estrangeiro de forma a acabar com a má reputação saudita, sobretudo definida pelas organizações de direitos humanos.
Mohammed bin Salman tem estado também a tentar servir de ponte entre o regime e os liberais, ativistas dos direitos humanos e das mulheres, escritores, líderes religiosos moderados e reformistas. Porém, a morte, em 2018, do escritor saudita Jamal Khashoggi na Turquia, assassinado por homens de mão do príncipe herdeiro gerou grandes críticas e ceticismos internacionais.
O mais recente decreto real do rei Salman vai permitir evitar o cumprimento da pena de morte a pelo menos seis homens da minoritária comunidade xiita do país, uma vez que os crimes cometidos ocorreram quando ainda eram menores de 18 anos. Vários grupos internacionais de defesa dos direitos humanos, como a Amnistia Internacional (AI), Human Rights Watch (HRW), há muito que exigem ao reino a abolição da pena de morte, em particular como punição a crimes cometidos por menores.
Este domingo, segundo o presidente da Comissão dos Direitos Humanos do Governo saudita, ao anunciar o novo decreto, argumentou que a medida vai ajudar o reino a estabelecer “um código penal mais moderno” e que “demonstra a vontade e o empenho” do regime de Riade em prosseguir com reformas-chave no país.
“Vão vir mais reformas. As duas decisões [fim das flagelações e da pena de morte para menores] refletem como a Arábia saudita está a seguir em frente na concretização de reformas críticas nos direitos humanos, mesmo no meio das condições impostas pela pandemia de Covid-19”, afirmou Awwad Alawwad.
O decreto deste domingo substitui o aprovado em fins de 2018, em que o rei Salman determinou um máximo de dez anos de prisão para menores na maioria dos casos, à excepção de crimes puníveis com a pena de morte. A partir de agora, explicou Alawwad, a pena máxima será de 10 anos para todos os crimes cometidos por menores.
Dois cidadãos infectado pelo novo coronavírus e que estavam em isolamento domiciliar na Cidade da Matola deslocaram-se para a Cidade de Maputo onde estão a receber cuidados paliativos numa instituição médica privada.
O sumário epidemiológico apresentado neste domingo (26) pelo director-geral do Instituto Nacional de Saúde revela que dois cidadãos do sexo masculino infectados pelo novo coronavírus e que cumpriam o isolamento na Cidade da Matola, na Província de Maputo, deslocaram durante a semana passada para a Cidade de Maputo aumentando o cumulativo de casos para 17, dos quais nove estão curados.
O @Verdade apurou que os doentes deslocaram-se dos locais onde se encontravam em ambulâncias de uma instituição médica privada e, embora tenham sintomatologia leve, estão internados nessa unidade hospitalar.
Entretanto o diagnóstico de novos doentes mantém-se a Cidade da Matola com um cumulativo de cinco casos infectados.
As ruas de Milão continuam praticamente desertas. Mas, de acordo com o último comunicado do governo italiano, a partir desta segunda feira algumas empresas vão recomeçar a trabalhar e a preparar-se para o arranque oficial, a partir do dia 4 de maio.
As medidas serão levantadas progressivamente sempre com precaução para evitar o risco de uma nova infeção, disse o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Compte.
O número de mortes continua a descer. O país contabilizou mais 260 vítimas mortais – menos 155 que na contagem anterior e o menor número desde 14 de março.
O número total de óbitos eleva-se agora para quase 27 mil (26.644). No entanto o número de pessoas recuperadas também aumentou: são quase 65 mil os casos de sucesso (64.928).
O número de infeções aumentou, foram despistados 256 novos casos de coronavírus – depois do país ter assistido a uma queda durante seis dias seguidos.
Até o momento, Itália registou quase 200 mil casos de Covid-19 (197.675), incluindo vítimas mortais e sobreviventes.
Em Paris, as ruas desertas dão lugar a mais movimento sempre que mais pessoas saem para fazer as compras essenciais.
Neste domingo, umas das tradicionais zonas comercias do centro da capital francesa – a rua Montorgueil – encheu-se de consumidores que tentam usar máscaras e respeitar o distanciamento social.
França registou 242 mortes adicionais nas últimas 24 horas. No total, quase 23 mil pessoas (22.856) morreram devido ao novo coronavírus desde o dia 1 de março, no país.
O Brasil ultrapassou a barreira dos quatro mil mortos associados à covid-19, apresentando ainda mais de 59 mil casos confirmados da doença. Números que os especialistas temem estar longe da realidade devido ao baixo número de testes efectuado no país.
Em algumas cidades, o colapso do sistema de saúde previsto pelo ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, já está a acontecer. É o caso de Manaus, de onde chegam relatos de doentes que não conseguem ter acesso aos cuidados médicos necessários.
No Equador a situação é igualmente preocupante e os números oficiais, 576 óbitos e cerca de 22 mil casos confirmados, estão longe de traduzir a realidade. As autoridades tiveram já de recorrer a valas comuns para enterrar todas as vítimas da pandemia, nos hospitais o número de corpos também se tem vindo a acumular bem para lá do admissível.
De acordo com um enfermeiro num hospital de Guayaquil, que preferiu manter o anonimato, devido à incapacidade das morgues na cidade mais afetada do país o pessoal hospitalar foi obrigado a envolver os corpos numa mortalha e acumulá-los nas casas de banho do edifício.
Já Cuba tem sido relativamente poupada pelo surto e vários países se têm socorrido do seu sistema médico de excelência. Este domingo partem para a África do Sul mais de duas centenas de pessoas para ajudar no combate à epidemia, já são mais de 1 200 profissionais de saúde cubanos em 23 países diferentes.
Tal como grande parte do que acontece na Coreia do Norte, também a saúde de Kim Jong-un permanece um mistério. Imagens de satélite agora reveladas mostram o que se pensa ser o comboio do líder norte-coreano parado numa estação destinada à sua família, na cidade de in Wonsan, entre 21 e 23 de Abril.
Mas, tal como o estado físico em que o líder se encontra, também o seu paradeiro permanece uma incógnita.
Kim Jong-Un está afastado da vida pública desde 11 de abril, tendo falhado a cerimónia de aniversário do falecido avô e pai da pátria, Kim Il-Sung. Rumores chegaram mesmo a dá-lo como morto.
Pyongyang desmente, mas, a ocidente, pouco se sabe, apenas que a China terá enviado ao país médicos para assessorar a equipa responsável pelos cuidados ao chefe de estado norte-coreano.
Caso Kim Jong-un deixe livre a cadeira do poder impõem-se a questão: quem será o sucessor?
Um dos nomes mais prováveis é o de Kim Yo-jong irmã, representante real e assistente pessoal do atual líder.
A primeira vítima do novo coronavírus na Guiné-Bissau era um alto funcionário do Ministério do Interior guineense. Cabo Verde regista 16 novos casos e Moçambique tem seis novos doentes.
O Centro de Operações de Emergência da Saúde da Guiné-Bissau confirmou este domingo (26.04) a primeira morte de um paciente infetado pelo novo coronavírus. “Trata-se de um alto funcionário do Ministério do Interior”, disse o médico Dionísio Cumba, presidente do Instituto Nacional de Saúde.
A vítima entrou no Hospital Nacional Simão Mendes na sexta-feira passada e morreu no sábado (25.04) ao final do dia. “Ainda não foi identificada a cadeia de transmissão da vítima mortal, mas teve contactos com muitas pessoas. Vai ser um caso difícil de investigar”, salientou Dionísio Cumba.
Um novo caso da Covid-19 foi confirmado, elevando para 53 o total de infetados na Guiné-Bissau.
Este domingo, o Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, prolongou o estado de emergência no país até 11 de maio no âmbito do combate à pandemia do novo coronavírus. A renovação do estado de emergência deve-se ao facto de que o “país ainda não está em condições de afirmar ter o controlo de toda a situação”, afirmou Sissoco Embaló.
O Governo de Moçambique não tem nenhum plano de repatriamento para os mais de sete dezenas de moçambicanos retidos no estrangeiros pela covid-19. “Não existe um plano de repatriamento” deixou claro o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (MINEC) que no entanto tranquilizou “não existe nenhum moçambicano que tenha sido envolvido ou afectado pelas alegadas atitudes de discriminação na China”.
Falando em conferencia de imprensa, na passada sexta-feira (24), Geraldo Saranga, informou “que além de Portugal e Angola temos também informação de moçambicanos a precisar de regressar à casa no Brasil, no Paquistão, na Índia e no Sri Lanka”.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação precisou que pediram repatriamento “21 moçambicanos em Portugal, oito em Angola, dez no Brasil, oito no Paquistão, 27 na Índia e um no Sri Lanka”.
“Não há uma previsão segura porque ainda estamos no processo de negociações, como sabem os aeroportos estão fechados e poucas são as companhias aéreas que ainda fazem voos, vale mencionar que a Etiophian Airlines é uma das poucas companhias aéreas em África que com muita coragem cobre um bocadinho o continente africano. Estamos a negociar com a Etiophian Airlines para ver se conseguimos estabelecer voos de natureza comercial, obviamente que cada um vai pagar o seu bilhete, para algumas dessas capitais para recolher esses moçambicanos num regime até de comparticipação com outros Estados membros da Região que tenham interesse em trazer os seus nacionais que também possam estar situados nessas capitais onde nós temos os nossos compatriotas”, explicou.
No entanto o porta-voz MINEC deixou bem claro que: “Não existe um plano de repatriamento, Moçambique não vai ao mundo, aos cinco continentes, buscar os moçambicanos que vivem lá, estamos preocupados com aqueles que foram encontrados em contrapé pela pandemia da covid-19 nesses países para onde se deslocaram por uma razão ou por outra, e pessoas que tem manifestado interesse e contactaram as nossas autoridades no estrangeiros”.
Saranga no entanto tranquilizou os familiares dos moçambicanos na China onde existem relatos que os cidadãos africanos estão a ser alvo de actos de xenofobia. “Não existe nenhum moçambicano que tenha sido envolvido ou afectado pelas alegadas atitudes de discriminação na China”.
De acordo com o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação pelo mundo um cumulativo de oito moçambicanos foram infectados pela covid-19, um na Espanha, um em Portugal, dois na Suíça, três nos Estados Unidas da América e um na Alemanha que acabou por não resistir. “O indivíduo do sexo masculino, de 63 anos de idade, que perdeu a vida na Alemanha era natural de Nauela, em Alto Molócuè, na Província da Zambézia”, revelou.
Como já é do domínio público, o Governo anunciou recentemente um conjunto de medidas adoptadas pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional, no âmbito da implementação das medidas de prevenção à COVID-19 nas Instituições de Ensino Superior, Públicas e Privadas.
Entre várias iniciativas, foi referida a interacção com operadores de Telecomunicações no sentido de assegurar acesso à internet pela comunidade académica nacional, a preços bonificados.
Com efeito, a Moçambique Telecom, SA- Tmcel disponibiliza o #EstudaEmCasa concebida, especificamente, para os estudantes, onde por 100Mt beneficiam-se de acesso ilimitado à internet por um período de 30 dias renováveis.
“Esta facilidade representa uma evolução da oferta #FicaEmCasa disponibilizada aos consumidores em todo território moçambicano, em resposta à decisão do Governo de encerrar as aulas por um período de 30 dias e a posterior o anúncio do estado de Emergência. Na altura, assumimos o compromisso de ajustar as nossas ofertas, sem prejuízo da nossa estrutura de custos, cientes que os nossos clientes e os consumidores de um modo geral teriam nos próximos tempos outro tipo de necessidades, que não se limitam às de comunicação”, declarou Márcia Wiehle Fenita, directora executiva comercial da Tmcel.
Acrescentou ainda que “para beneficiar-se da oferta, o estudante só precisa de estar devidamente cadastrado, na base de dados do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional (MCTESTP) pelo link: https://simecacin.morenet.ac.mz/ e com o número de telemóvel Tmcel (82 ou 83). Estando registado na base de dados, acede ao menu *220#, subscreve a oferta por 100Mt e tem acesso ilimitado à internet por 30 dias renováveis, enquanto durar o estado de emergência”.
Com o distanciamento social a ser observado com todo rigor, as lojas da Tmcel em todo País continuam a funcionar, com apoio da Linha do cliente (100 móvel ou 21100 fixo).
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