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Quarta-feira, Julho 8, 2026
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OMS nega ter ignorado avisos sobre transmissão do vírus entre humanos

A Organização Mundial de Saúde negou, esta segunda-feira, ter ignorado avisos do centro de controlo de doenças de Taiwan sobre a transmissibilidade entre humanos do novo coronavírus no final de Dezembro do ano passado.

Respondendo a uma pergunta colocada na conferência de imprensa de acompanhamento da pandemia, o representante do departamento legal da organização, Steve Solomon, reconheceu que Taiwan enviou à OMS um ‘email’ em 31 de Dezembro pedindo informação sobre “sete casos de pneumonia atípica” que se tinham verificado na cidade chinesa de Wuhan, epicentro do que viria a ser a pandemia da covid-19.
“O ‘email’ não era um aviso e só continha informação que a OMS já tinha detectado”, afirmou Steve Solomon, que reiterou que aquela agência das Nações Unidas não ignorou qualquer aviso sobre a transmissibilidade entre humanos e que, dias depois do ‘email’, mesmo quando ainda não havia certeza sobre essa transmissibilidade, as orientações da OMS aos seus membros já se baseavam na possibilidade de ocorrer contágio entre seres humanos.
Solomon leu o ‘email’ de 31 de Dezembro na totalidade, em que se afirmava que “meios de comunicação indicam que há pelo menos sete casos de pneumonia atípica registados em Wuhan”.
“As autoridades de saúde chinesas responderam aos meios de comunicação que não se pensa que sejam casos de SARS (Síndrome respiratória aguda grave). Contudo ainda estão sob análise e os casos foram isolados”, lia-se ainda no ‘email’ do centro de controlo de doenças taiwanês.
Posteriormente, viria a provar-se que se tratava de um novo coronavírus da mesma família do que provoca SARS, e que viria a ser baptizado SARS-Cov2, responsável pela doença covid-19.
O director executivo do programa de emergências sanitárias da OMS, Michael Ryan, afirmou que “dizer que pneumonia atípica é a mesma coisa que SARS é completamente incorrecto”.
“A pneumonia atípica é uma forma extremamente comum de pneumonia que ocorre em todo mundo. Há milhões de casos todos os anos” e o que quer dizer é que pode não ser diagnosticada como uma pneumonia provocada pelas causas mais comuns, geralmente bactérias mas potencialmente vírus.
Steve Solomon voltou a rejeitar qualquer favorecimento da OMS à China em detrimento de Taiwan devido à animosidade entre a ilha e Pequim, que não lhe reconhece soberania e a considera formalmente uma província chinesa.
“Há cerca de 49 anos, as Nações Unidas e a OMS decidiram que só havia um representante legítimo da China no sistema das Nações Unidas: a República Popular da China”, ou seja, a China continental.
Essa decisão “ainda se mantém”, referiu Solomon, afirmando que a OMS, como “agência especializada” das Nações Unidas, tem de ser coerente com a organização a que pertence.
“O papel dos funcionários da OMS não é envolverem-se em questões de geopolítica”, declarou, frisando que os princípios de “neutralidade e imparcialidade” que regem a organização “existem para os manter afastados dessas questões”.
Steve Solomon reiterou que isso não impede a participação técnica de representantes de Taiwan na partilha de informação e nos mecanismos de colaboração internacional da OMS.
Quanto à participação de Taiwan — mesmo que como observador – na Assembleia Mundial da Saúde, a reunião magna dos países membros da OMS, vetada pela China, Solomon afirmou que “o secretariado da OMS não tem qualquer autoridade para decidir” sobre o assunto, apenas os estados membros podem mudar esse estatuto.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 247 mil mortos e infectou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.
Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

Mais um pretendente para Luka Jovic

Jovic parece mesmo estar com um pé fora do Real Madrid, onde não tem sido feliz (24 jogos, 771 minutos e apenas dois golos), e aumenta a lista de pretendentes para o avançado internacional sérvio, que já representou o Benfica.

O mais recente interessado numa contratação, ou empréstimo, terá sido o Newcastle, que prepara uma revolução para atacar a época em força, depois da entrada de novos investidores.

Benfica numa corrida a dois por Paquetá

De acordo com o Calciomercato, o Milan está aberto à possibilidade de vender Lucas Paquetá. O médio brasileiro não convenceu os responsáveis do emblema italiano e deverá deixar San Siro no próximo verão.

A mesma fonte avança que Benfica e Fiorentina são os únicos interessados, depois da Juventus ter negado um eventual interesse. Nenhum dos clubes apresentou uma proposta oficial, mas a mesma fonte avança que os rossoneri só estão dispostos a negociar por uma verba superior a €30 milhões.

 

Formado no Flamengo, Paquetá chegou ao Milan em janeiro de 2019. No total soma 36 partidas.

Sofala: Três pessoas provenientes de Afungi em quarentena domiciliária obrigatória

Três pessoas provenientes da península Afungi, na província de Cabo Delgado, local que regista casos confirmados do coronavírus, estão em quarentena domiciliária obrigatória, em Sofala.

Os referidos indivíduos, identificados na sequência de uma denúncia popular, observam a quarentena nos distritos da Beira, Nhamatanda e Marromeu.

A informação foi avançada esta segunda-feira, pela Secretária do Estado na província de Sofala, Stela Pinto Novo Zeca, numa reunião do comité de emergência da Saúde Pública.

Primeira-dama assassinada do Lesoto concordou em se divorciar no dia em que morreu

Horas antes de ser morta a tiros nos arredores da capital, a ex-primeira-dama do Lesoto, Lipolelo Thabane, tomou uma decisão surpreendente.

De acordo com uma amiga íntima e um empresário bem conectado, ela concordou em se divorciar do marido, o primeiro-ministro Thomas Thabane, depois de anos se recusando a abrir caminho para seu rival.

Com a bênção desse rival – a atual esposa e primeira-dama de Thabane – o empresário, Teboho Mojapela, encontrou-se com Lipolelo no dia de sua morte para mediar.

“Ela disse: ‘… estou pronto para libertá-lo'”, disse Mojapela à Reuters. “‘Eu só quero ser cuidado.'”

A troca foi confirmada por seu amigo e confidente Thato Sibolla, que estava presente na reunião.

A mudança de coração de Lipolelo, que não foi relatada anteriormente, acrescenta uma nova reviravolta a um escândalo que atraiu rara atenção internacional ao Lesoto, o pequeno reino de 2 milhões de pessoas escondido na África do Sul.

Homens armados emboscaram Lipolelo, 58 anos, em seu carro enquanto ela voltava para casa nos arredores da capital Maseru em 14 de junho de 2017. Sibolla estava com ela no veículo.

Dois dias após o assassinato, Thabane, agora com 80 anos, foi empossado para um segundo mandato. Dois meses depois, casou-se com o sucessor de Lipolelo e sua rival, Maesaiah Liabiloe Ramoholi, agora Maesaiah Thabane.

A polícia acusou Maesaiah pelo assassinato de Lipolelo em fevereiro e nomeou Thabane como suspeito, embora ele ainda não tenha sido formalmente acusado no tribunal. Ambos negam qualquer envolvimento.

No caso de Thabane, o tribunal superior deve primeiro decidir se pode ser processado enquanto estiver no cargo. O caso foi adiado indefinidamente devido à pandemia do COVID-19, embora o Lesoto continue sendo um de um pequeno número de países que ainda não registrou um caso.

O próprio governo de Thabane está tentando forçá-lo a deixar o cargo antes do final de julho, quando ele disse que estava disposto a renunciar. Não está claro se ele se curvará às exigências deles.

Thabane e sua esposa se recusaram a ser entrevistados ou responder a perguntas escritas enquanto o caso está pendente, e seus advogados disseram que foram instruídos a não falar com a imprensa.

“Ele está esperando a polícia apresentar uma queixa ao tribunal para que ele possa limpar seu nome”, disse por telefone o secretário particular de Thabane, Thabo Thakalekoala.

A primeira-dama Maesaiah também “quer apresentar seu lado da história”, disse à Reuters seu conselheiro, Manama Letsie. “Mas ela já foi considerada culpada no tribunal público (de opinião)”.

O caso de assassinato de alto perfil desestabilizou um país já em turbulência.

O Lesoto viu quatro golpes militares desde a independência da Grã-Bretanha em 1966. A África do Sul, para quem esta nação de montanhas verdes irregulares é uma importante fonte de água da torneira, às vezes é atraída para ajudar a resolver transtornos, e entrou como mediadora no última crise.

Índia impõe 70% de “imposto corona” sobre o álcool para deter grandes multidões

Oficiais da capital da Índia impuseram um imposto especial de 70% sobre as compras de bebidas no varejo a partir de terça-feira, para impedir grandes reuniões nas lojas, pois as autoridades facilitam um bloqueio de seis semanas imposto para retardar a propagação do coronavírus.

Os impostos sobre o álcool são um dos principais contribuintes para a receita de muitos dos 36 estados e territórios federais da Índia, a maioria dos quais está ficando sem fundos devido à longa interrupção na atividade econômica causada pelo vírus.

A polícia acusou centenas de pessoas que se reuniram em lojas de bebidas quando abriram na segunda-feira pela primeira vez em um relaxamento do maior bloqueio do mundo, que deve durar até 17 de maio.

O governo do estado de Délhi anunciou a “taxa especial da coroa” em um comunicado público na noite de segunda-feira.

“Foi uma pena que o caos tenha sido visto em algumas lojas de Délhi”, disse Arvind Kejriwal, ministro-chefe do estado.

“Se soubermos sobre violações do distanciamento social e outras normas de qualquer área, teremos que selar a área e revogar as relaxações ali”, acrescentou.

Outros estados, como o sul de Andhra Pradesh, onde as pessoas também violaram as medidas de distanciamento social para fazer fila às centenas de álcool, também subiram os preços.

Os aumentos ocorrem quando a Índia registrou 3.900 novas infecções na terça-feira para o maior aumento em um único dia, elevando a contagem para 46.432. O número de mortos é de 1.568, informou o Ministério da Saúde.

Especialistas em saúde disseram que o aumento diário mostra que a Índia continua em risco, apesar de um bloqueio severo que limita sua população de 1,3 bilhão de habitantes a suas casas desde o final de março, com todo o transporte público interrompido e a atividade econômica quase congelada.

“A curva não mostrou uma tendência de queda. Isso é motivo de preocupação ”, disse o Dr. Randeep Guleria, diretor do principal Instituto de Ciências Médicas da Índia, em Nova Délhi.

O aumento médio diário de casos na Índia foi de 6,1 na semana passada, atrás da Rússia e do Brasil, mas superior à Grã-Bretanha, Estados Unidos e Itália.

Os maiores picos foram registrados nos estados ocidentais de Maharashtra, lar da capital comercial da Índia, Mumbai, Gujarat e Delhi. Esses centros urbanos densamente povoados impulsionam a economia da Índia, alimentada por exércitos de trabalhadores migrantes.

Autoridades do governo disseram que o bloqueio ajudou a evitar um surto de infecções que poderia ter sobrecarregado os serviços médicos, no entanto.

Agora, os casos dobram a cada 12 dias, contra 3,4 dias quando o bloqueio começou, disse Lav Agarwal, secretário conjunto do ministério da saúde.

CIP denuncia alegada falta de transparência na adjudicação de concursos no país

A organização não-governamental Centro de Integridade Pública denunciou más práticas na contratação de serviços pelo Ministério da Saúde em Moçambique, considerando que há empresários que estão a beneficiar da alegada ineficiência em concursos adjudicados pela entidade.

“Da análise feita aos concursos adjudicados pelo Ministério da Saúde para fornecimento de medicamentos e artigos médicos e para obras entre os anos 2014 e 2019, depreende-se que, muitos destes ocorreram em meio a ineficiência, falta de transparência e integridade”, lê-se numa nota da organização distribuído hoje à imprensa.

Segundo CIP, que analisou aos concursos adjudicados pelo Ministério da Saúde neste período, os constantes “ajustes diretos” e alegados critérios de avaliação não transparentes têm favorecido a um grupo de empresas, em prejuízo do Estado.

“A inexistência de concorrência faz com que os concursos sejam adjudicados a preços muito mais elevados do que o normal, numa situação de claro prejuízo ao Estado”, lê-se no documento, que frisa que durante o período o Ministério da Saúde de Moçambique escolheu quase sempre as mesmas empresas para o fornecimento de serviços e medicamentos.

Por outro lado, segundo a nota do CIP, os concursos são adjudicados às empresas sem uma avaliação da sua capacidade de cumprimento do contrato após a qualificação.

“No caso do fornecimento de medicamentos e artigos médicos, são muito comuns casos de fornecedores que apresentam documentos com quantidades que não conferem com a real disponibilidade”, refere-se na nota.

A ONG moçambicana sugere que o Ministério da Saúde desenvolva um plano de ação conjunto para a transparência, num processo que envolva também entidades da sociedade civil e que esteja sujeito a auditorias constantes.

“Que os critérios de avaliação dos concursos sejam mais transparentes e que as empresas qualificadas sejam submetidas a uma avaliação pós-qualificação de modo a evitar que o Estado compre `gato por lebre´”, concluiu a organização.

Repatriados 11 etíopes encontrados num contentor em Tete, três fugiram

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) diz que ajudou a repatriar 11 etíopes que escaparam da morte num contentor transportado por um camião de traficantes, em Tete, centro de Moçambique.

Eles e dezenas de outros migrantes que não sobreviveram foram descobertos após o camião ter atravessado a fronteira entre Malawi e Moçambique, em março.

Mas, diz a OIM, três dos sobreviventes desapareceram do local de acomodação e ainda não foram localizados.

A operação foi coordenada pelos governos da Etiópia e Moçambique, com apoio da OIM e Iniciativa Conjunta UE-OIM para a Proteção e Reintegração de Migrantes no Corno de África.

Reporta-se que milhares de etíopes, fugindo da pobreza na sua terra, fazem a perigosa travessia do corno de África ao sul do continente, mediante o pagamento de valores entre 2.500 e 6.000 dólares americanos a grupos de contrabandistas.

Travessia angustiante

No entanto, Paul Dillon, porta-voz da OIM, em Genebra, diz que no caso do grupo em referência, a travessia acabou sendo um pesadelo e uma experiência angustiante.

“Foi uma tragédia que abalou o continente africano: Restos mortais de 64 migrantes da Etiópia foram encontrados trancados no contentor de um camião, descoberto, a 24 de março, perto de Tete, Moçambique. Um mês depois de escapar da morte, os homens concordaram que é um milagre que eles sobreviveram, ” diz Dillon.

Dillon diz que os jovens relatam terem sido torturados pelos contrabandistas e privados de comida e água durante dias de viagem pela floresta.

Investigação em curso

Os migrantes descreveram também os horrores de ficar confinados num espaço que mal podia acomodar 20 pessoas, mas tinha 78 pessoas umas sobre as outras.

Dillon recorda ainda que “após a descoberta pelas autoridades moçambicanas, os sobreviventes foram a um hospital em Tete, onde foram tratados da desidratação e exaustão; e cumpriram a quarentena necessária como parte das medidas de prevenção da COVID-19.”

Os 11 repatriados serão entregues às suas comunidades de origem em Oromia, Southern Nations, Nationalities e Peoples.

O motorista do camião, cuja identidade não foi divulgada, foi detido e a OIM diz que uma investigação está em curso.

Governo em negociações com alguns países para regresso de moçambicanos interessados

O governo garante estarem em curso negociações com alguns países onde se encontram moçambicanos que manifestaram interesse em regressar ao país, face a pandemia do Covid-19.

A garantia foi dada, sábado pelo porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Geraldo Saranga, no programa Linha Directa da Rádio Moçambique, que teve como tema” Desafios impostos pelo novo Coronavírus”.

Segundo Geraldo Saranga, parte dos moçambicanos que pediram regressar ao país, encontram-se no Egipto, Brasil, Índia, Sri Lanka e Estados Unido da América.

“Temos, por exemplo, cerca de dez moçambicanos no Brasil, dezassete moçambicanos retidos na Índia, três no Egipto, um em Sri Lanka, dez no Paquistão, dez nos Emirados Árabes Unidos, tem um grupo de dez moçambicanos nos Estados Unidos da América, mais um grupo especial constituído por estudantes adolescentes que foram para os Estados Unidos para cumprir um programa de curta duração, que devia terminar agora em Junho, mas que o programa foi cancelado por causa do covid-19”, disse.

Saranga referiu que 35 moçambicanos que estavam retidos em Angola, regressaram esta sexta-feira ao país.

Governo pode rever restrições para abertura de empresas

O ministro da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita, prometeu levar ao Conselho de Ministros, uma proposta que visa aliviar as restrições na constituição de empresas, durante o período de Estado de emergência.

Carlos Mesquita, visitou o Balcão de Atendimento Único (BAÚ) da cidade de Maputo, para se inteirar do processo de rotatividade dos funcionários.

Lembra-se, que os serviços se encontram paralisados em cumprimento das medidas adoptadas no âmbito do Estado de emergência, declarado no dia 30 de Março e prorrogado a 30 de Abril.

A introdução da rotatividade, conforme explicou Carlos Mesquita, vai permitir a prestação de serviços mínimos aos cidadãos, que se vêem, neste momento, impossibilitados de constituir empresas enquanto vigorar o Estado de emergência no país.

“Temos de pensar na pertinência da paralisação dos serviços do Balcão de Atendimento Único ou relaxar algumas medidas porque há cidadãos que pretendem constituir empresas, até para o fabrico de produtos essenciais para o combate à Covid-19”, disse o o governante.

Na ocasião, Carlos Mesquita prometeu levar esta proposta ao Conselho de Ministros para apreciação pois “a vida não parou e temos que olhar para aspectos que têm a ver com o desenvolvimento da nossa economia, mas respeitando as principais medidas de combate a esta pandemia”.

Entretanto, Mesquita desafiou o BAÚ a introduzir reformas que concorram para a redução de tempo na tramitação dos processos para permitir que as licenças e os alvarás sejam emitidos em tempo útil, acções que podem ditar o melhoramento do ambiente de negócios em Moçambique.

Para tal, deve haver um compromisso por parte dos funcionários e maior coordenação e sincronia entre os vários sectores que intervêm neste processo (Ministério da Indústria e Comércio, Ministério da Economia e Finanças, Ministério do Trabalho e Segurança Social e Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos) para que o serviço prestado ao cidadão seja célere e fiável.

“Pretendemos chegar a uma fase em que o cidadão não precise de se deslocar ao BAÚ para dar início a um processo de licenciamento. Através da interoperabilidade, isso será feito de forma remota, através de um telemóvel ou computador. E não estamos longe disso. Precisamos de fazer algumas reformas no sistema actual”, acrescentou.

Importa realçar que, para além do BAÚ, Carlos Mesquita visitou, igualmente, a Direcção da Indústria e Comércio da Cidade de Maputo, onde se inteirou do seu funcionamento e desafios.

Supostos pescadores relacionados com insurgentes de Cabo Delgado

A Polícia da República de Moçambique, não descarta a possibilidade dos supostos pescadores paquistaneses encontrados a deriva próximo da cidade da Beira, há cerca de cinco dias, serem colaboradores dos insurgentes que semeiam terror em Cabo-Delgado.

Paulik Ucacha, comandante provincial da PRM em Sofala, citado pelo jornal O País, afirmou ontem que desde a noite da passada quinta-feira, dia que os supostos 10 pescadores paquistaneses foram encontrados a deriva, há cerca de 20 milhas da cidade da Beira, a polícia e outras instituições como o sector de pesca, tem estado a investigar a origem dos tripulantes e da embarcação.

Refira-se que as primeiras declarações prestadas pelos tripulantes do barco, indicavam que o mesmo estava avariado e solicitaram combustível aos ocupantes de um barco de pesca nacional que se aproximara dos mesmos cerca das 13 horas da passada quinta-feira.

Os supostos pescadores primeiro recusaram ser socorridos para a cidade da Beira e pediram combustíveis mas o armador nacional recusou oferecer-lhes combustíveis e depois conseguiu convence-los a seguirem rebocados até ao Porto de pesca da Beira, onde decorrem investigações e a polícia, não descarta a possibilidade do grupo ser colaborar dos insurgentes de Cabo Delgado porque há indícios de que o barco onde se fazem transportar não é de pesca.

“Os 10 ocupantes da embarcação estão a ser investigados. Queremos apurar as verdadeiras causas que contribuíram para eles pararem na costa moçambicana. Queremos saber se efetivamente eles são pescadores que foram vítimas de um vendaval, como justificam, ou se tem algo a ver com os insurgentes de Cabo Delgado ou se ainda são traficantes.”

De acordo com a fonte acima citada, o comandante da polícia em Sofala falava durante a reunião balanço mensal do comité de emergência criado para fazer face ao COVID-19, onde o governador de Sofala pretendia saber quais foram as medidas tomadas face a doença. Refira-se que todos os paquistaneses foram rastreados e que neste momento o barco esta isolado para evitar contactos com outras pessoas.

OMS saúda uso de medicina tradicional desde que clinicamente comprovada

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou ontem que reconhece os benefícios da utilização de formas de medicação tradicionais, em particular em África, saudando a utilização destes na procura de terapias no combate à Covid-19.

“A OMS reconhece que a medicina tradicional, complementar e alternativa tem vários benefícios, e África tem um longo histórico de medicina tradicional, com os praticantes a desempenharem um papel fundamental no cuidado das populações”, refere um comunicado esta segunda-feira divulgado pela agência das Nações Unidas.

No documento, a OMS aborda o caso específico da artemísia, uma planta que está a ser utilizada num produto desenvolvido em Madagáscar e que o Presidente do país, Andry Rajoelina, garante que protege e cura a covid-19, doença provocada por um novo coronavírus.

“Plantas com propriedades medicinais, como a Artemisia annua (espécie de artemísia), estão a ser consideradas como possíveis tratamentos para a covid-19 e a sua eficácia e efeitos secundários devem ser testados”, aponta o comunicado.

A OMS defende que o continente africano “merece usar medicamentos testados nos mesmos moldes que os usados pelas pessoas do resto do mundo” e que, “mesmo que as terapias tenham origem em práticas tradicionais e naturais, é fundamental estabelecer a sua eficácia e segurança através de testes clínicos rigorosos”.

Nesse sentido, a agência das Nações Unidas diz ter estado a trabalhar nos últimos 20 anos com países em África para assegurar um desenvolvimento seguro e eficaz da medicina tradicional, fornecendo recursos financeiros e apoio técnico.

“A OMS apoiou testes clínicos, levando 14 países a emitirem autorizações para a comercialização de 89 produtos de medicina tradicional, que cumpriram requisitos nacionais e internacionais. Destes, 43 foram incluídos em listas de medicamentos essenciais à escala nacional”, refere a Organização Mundial da Saúde, acrescentando que aqueles são utilizados para tratar pacientes com infeções relacionadas com o VIH e diabetes, entre outras.

Ainda assim, a OMS alerta que é necessário que haja cautela contra a desinformação sobre a eficácia de certos remédios.

“Muitas plantas e substâncias estão a ser apontadas sem a mínima prova de qualidade, segurança ou eficácia. O uso de produtos para o tratamento da covid-19 que não tenham sido fortemente investigados podem colocar as pessoas em perigo, dar uma falsa sensação de segurança e distraí-los da lavagem de mãos e do distanciamento social, que são cruciais na prevenção da covid-19”, constata o comunicado.

A OMS conclui, referindo que está aberta a “qualquer oportunidade para colaborar com países e investigadores para desenvolver novas terapias”.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 249 mil mortos e infetou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Mais de um milhão de doentes foram considerados curados. A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

O número de mortes provocadas pela covid-19 em África subiu para 1.800 nas últimas horas, com mais de 44 mil casos da doença registados em 53 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia naquele continente.

Covid-19: PR quer ajuda das instituições de ensino superior

O Presidente da República, Filipe Nyusi, pediu na segunda-feira (04) o envolvimento das instituições de ensino superior em Moçambique na procura de soluções para fazer face à pandemia da covid-19 no país.

“Na vossa qualidade de academia moçambicana, qual pode ser a vossa contribuição na luta contra esta pandemia?”, questionou o chefe de Estado moçambicano, durante um encontro com reitores de cinco instituições de ensino superior na Presidência da República.

Para Filipe Nyusi, numa altura em que o mundo enfrenta a pandemia da covid-19, as academias moçambicanas são chamadas a procurar soluções, a partir da realidade do país.

“Temos de pensar em soluções a curto, médio e longo prazo. O que podemos dar, o que podemos fazer e o que pode ser capitalizado”, frisou o chefe de Estado moçambicano, acrescentando que a luta contra a covid-19 deve ser travada em “todas as frentes”.

Com um total de 80 casos da covid-19, sem vítimas mortais, Moçambique vive em estado de emergência desde 01 de abril e até final de maio, com espaços de diversão e lazer encerrados, proibição de todo o tipo de eventos e de aglomerações, recomendando-se a toda a população que fique em casa, se não tiver motivos de trabalho ou outros essenciais para tratar.

Durante o mesmo período, há limitação de lotação nos transportes coletivos, com obrigatoriedade do uso de máscaras faciais, as escolas estão encerradas e a emissão de vistos para entrar no país está suspensa.

O número de mortes provocadas pela covid-19 em África subiu para 1.800, com mais de 44 mil casos da doença registados em 53 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia naquele continente.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 247 mil mortos e infectou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

Reacção global aumenta contra a China por causa do coronavírus

À medida que as solicitações de indemnizações e reparações se espalham, Pequim respondeu agressivamente, misturando ameaças com ajuda e aumentando a desconfiança crescente da China.

A Austrália pediu um inquérito sobre a origem do vírus. A Alemanha e a Grã-Bretanha estão hesitando novamente em convidar a gigante chinesa da tecnologia Huawei. O presidente Trump culpou a China pelo contágio e está tentando puni-lo. Alguns governos querem processar Pequim por danos e reparações.

Em todo o mundo, está havendo uma reacção contrária à China por seu manuseio inicial da crise que ajudou a liberar o coronavírus no mundo, criando uma batalha profundamente polarizante de narrativas e atrasando a ambição da China de preencher o vácuo de liderança deixado pelos Estados Unidos .

A China, nunca receptiva às críticas externas e desconfiada de danos ao seu controle doméstico e ao longo alcance econômico, reagiu agressivamente, combinando assistência médica a outros países com uma retórica nacionalista dura e misturando demandas de gratidão com ameaças económicas.

Mesmo antes do vírus, Pequim exibia uma abordagem feroz às relações públicas, um estilo agressivo chamado diplomacia “Wolf Warrior”, batizado com o nome de dois filmes chineses ultrapatrióticos que mostram as tramas malignas e a morte ardente de mercenários estrangeiros liderados pelos americanos.

Com claro incentivo do presidente Xi Jinping e do poderoso Departamento de Propaganda do Partido Comunista Chinês, uma geração mais jovem de diplomatas chineses vem demonstrando sua lealdade a mensagens desafiadoramente nacionalistas e às vezes ameaçadoras nos países onde estão localizadas.

“Você tem uma nova marca de diplomatas chineses que parecem competir entre si para serem mais radicais e, eventualmente, insultam o país onde são publicados”, disse François Godement, consultor sênior da Ásia no Institut Montaigne, com sede em Paris. . “Eles entraram em brigas com todos os países do norte da Europa com os quais deveriam ter interesse, e alienaram todos eles.”

Zimbábue está caminhando para uma catástrofe económica e de saúde

O Zimbábue está caminhando para uma catástrofe económica e de saúde devido à pandemia de coronavírus porque suas dívidas em atraso significam que não pode acessar credores estrangeiros, alertou o ministro das Finanças em uma carta ao FMI.

Mthuli Ncube disse na carta de 2 de abril e vista pela Reuters na segunda-feira que o Zimbábue precisava iniciar negociações e normalizar os laços com credores estrangeiros para liquidar seus atrasados ​​de décadas e desbloquear fundos urgentemente necessários.

“As autoridades do Zimbábue propõem um diálogo de alto nível para mitigar a queda econômica e social da pandemia do COVID-19 por meio de pagamentos transformadores em atraso … sem os quais o país sofrerá uma catástrofe econômica e de saúde”, disse Ncube na carta.

Foi enviado ao FMI e copiado para o Banco Mundial, o Banco Africano de Desenvolvimento, o Banco Europeu de Investimento e o presidente do Clube de Paris de credores soberanos.

O FMI se recusou a comentar a carta vazada. Um funcionário da agência, que não quis ser identificado, confirmou que a carta havia sido recebida.

Credores como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial pararam de emprestar para o Zimbábue em 1999, depois que o país deixou de pagar seus pagamentos.

Isso levou o governo a recorrer a empréstimos domésticos e a imprimir dinheiro para financiar o déficit orçamentário, elevando a inflação para 676,39% em março de um ano para o outro, uma das mais altas do mundo.

Antes do surto de coronavírus, o Zimbábue enfrentava sua pior crise econômica em uma década, marcada por escassez de divisas, medicamentos e eletricidade, à medida que cresce a frustração sobre o governo do presidente Emmerson Mnangagwa.

O Zimbábue registrou apenas 34 casos de coronavírus e quatro mortes. No entanto, os efeitos econômicos de seu bloqueio foram ruinosos. Mais da metade dos 15 milhões de pessoas do Zimbábue já precisavam de ajuda alimentar após uma seca em 2019, segundo o governo e as agências de ajuda, que reduziram a economia em 6%.

O presidente prometeu na semana passada um pacote de estímulo de US $ 720 milhões para empresas em dificuldades, mas não disse de onde viria o dinheiro.

“Cumulativamente, a economia do Zimbábue pode contrair-se entre 15% e 20% entre 2019 e 2020. Essa é uma contração massiva com consequências sociais muito sérias”, disse Ncube na carta.

Ncube e seu porta-voz não responderam às perguntas da Reuters. Os funcionários do Tesouro não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

O ministro disse que em troca de apoio externo, o Zimbábue empreenderia reformas políticas e econômicas.

SERNIC procura raptores do patrono da Fundação Rizwan Adatia

O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) na província de Maputo está a desencadear um trabalho técnico-operativo para esclarecer o rapto do patrono da Fundação Rizwan Adatia. O caso ocorreu na passada quinta-feira por volta das 15 horas, na Matola, quando a vítima saía de um estabelecimento comercial.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) avançou que o rapto foi protagonizado por quatro indivíduos ainda a monte, que bloquearam a viatura em que a vítima se fazia transportar.
Munidos de uma pistola, os raptores forçaram a vítima a seguir viagem numa outra viatura para parte incerta.
O chefe do Departamento de Instrução e Investigação Criminal, Canana Makanhingane, explicou que o caso é sensível e está exigir trabalho aturado da corporação.

OMS alerta para o agravamento das condições em África

A Organização Mundial da Saúde, OMS, lançou o alerta relativamente a vários subúrbios da capital do Quénia, Nairobi. Para a OMS estas zonas representam um risco elevado de infeção.

As autoridades de saúde quenianas já iniciaram uma campanha de testes em massa a fim de conterem o avanço deste novo coronavírus no país.

“Neste momento consigo apenas vender um quarto dos produtos que vendia o que está a agravar a situação pois não posso pagar a renda e alimentar os meus filhos. Espero que o teste do Covid-19 venha a dar negativo para então poder regressar ao trabalho”, adianta Monica Wairimu, uma residente do subúrbio de Kawangware.

Na Somália, a situação é ainda mais grave, afirma a OMS.

O número de casos tem vindo a aumentar e o governo optou por organizar um controlo mais abrangente da população.

No entanto, um carregamento de testes proveniente da China encontra-se bloqueado.

Nos campos de refugiados a situação é ainda mais grave.

Uma requerente de asilo, Halima Abdia Mumin, diz-nos que o campo onde se encontra, o Jawle dois, está sobrelotado.

Em algumas tendas e abrigos, vivem duas ou três familias, adianta.

O alastramento do Covid-19 faz temer o pior.

Líder do G20 desafia credores privados a participar no ‘perdão’ de dívida

O ministro das Finanças da Arábia Saudita e presidente em exercício do G20 defendeu hoje num artigo de opinião no Financial Times que os credores privados devem aceitar uma suspensão do pagamento da dívida dos países mais pobres.

“O impacto do novo coronavírus nas nações em desenvolvimento com sistemas de saúde mais frágeis e economias menos capazes pode ser devastador”, argumentou Mohammed Al-Jadaan, num artigo de opinião publicado no influente jornal económico britânico, no qual lembra que as Nações Unidas estimam que só em África o vírus possa matar 300 mil pessoas e que o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que o continente precise de 114 mil milhões de dólares [104,2 mil milhões de euros] para gastar na saúde só este ano.

“É por isso que o G20 aprovou uma suspensão dos pagamentos da dívida para 77 países mais pobres, incluindo todos aqueles elegíveis ao abrigo dos critérios da Associação para o Desenvolvimento Internacional; todos os credores oficiais bilaterais estão a participar neste iniciativa, e os bancos de desenvolvimento multilaterais são encorajados a juntarem-se, e os credores privados deviam fazer a coisa correta e juntarem-se também”, defendeu o ministro das Finanças saudita.

“São devidos 18 mil milhões de dólares [16,4 mil milhões de euros] às instituições financeiras privadas, ou 40% dos pagamentos de dívida soberana dos países mais pobres este ano”, acrescentou o governante, vincando que “se estes credores estiverem disponíveis para aceitar uma suspensão de mesmo metade deste valor, isso faria com 9 mil milhões de dólares [8,2 mil milhões de euros] estivessem disponíveis para estes países lideram com o impacto da covid-19, enquanto cada nação negoceia os termos individuais relativamente às suas dívidas”.

Ainda de acordo com o texto, que cita as conclusões da reunião de quinta-feira no Instituto Financeiro Internacional (IFI), “os credores privados indicaram ao G20 que estão a considerar seriamente uma suspensão da dívida, e nós encorajamo-los a cumprirem essas intenções mais cedo do que tarde”.

Enquanto líderes governamentais, concluiu o ministro saudita, “isto tem de ser voluntário” e deve-se “evitar impor o que quer que seja aos investidores privados, já que isso pode distorcer os mercados e limitar a oferta futura por dívida dos mercados emergentes por parte do setor privado”.

A questão da dívida pública dos mercados emergentes, nomeadamente os africanos, tem sido apontada como uma das questões essenciais para a resolução da propagação da pandemia neste populoso continente, que enfrenta uma crise económica e sanitária devido à covid-19.

O G20 já tinha anunciado há três semanas a suspensão dos pagamentos de cerca de 20 mil milhões de dólares, cerca de 18,2 mil milhões de euros, devidos pelos países mais pobres este ano em juros sobre a dívida, nomeadamente para os países africanos.

O FMI adiou a receção dos pagamentos da dívida que os países tinham ao Fundo, e o Banco Africano de Desenvolvimento disponibilizou 10 mil milhões de dólares, ou 9,1 mil milhões de euros, para ajudar os governos do continente.

O IFI, associação que representa os credores da dívida a nível mundial, estimou no início deste mês que a dívida soberana e os juros dos empréstimos contraídos pelos países em desenvolvimento e dos mais pobres a pagar este ano rondaria os 140 mil milhões de dólares (127,8 mil milhões de euros).

Os países em desenvolvimento enfrentam um duplo desafio de financiar os cuidados de saúde necessários para combater a pandemia da covid-19 e, ao mesmo tempo, lidar com as consequências do confinamento, que afundou as economias que já de si estavam fragilizadas no seguimento da descida dos preços das matérias-primas.

De acordo com a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), que os países em desenvolvimento terão de pagar entre 2 a 2,3 biliões de dólares em dívidas só neste e no próximo ano.

Os países em desenvolvimento vão “bater numa parede de dívida durante esta década, e num contexto de circunstâncias profundamente problemáticas”, porque só neste e no próximo ano os países em desenvolvimento de alto rendimento terão em dívida 2 a 2,3 biliões de dólares [1,8 biliões a 2,1 biliões de euros], e os de médio ou baixo rendimento deverão 700 mil milhões de dólares a 1,1 biliões de dólares [646 mil milhões de euros a 1 bilião de euros]

Bolsonaro lidera manifestação em Brasília

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, juntou-se a uma manifestação de cerca de três mil apoiantes que se juntaram em Brasília com palavras de ordem contra o Congresso e o Supremo Tribunal, desrespeitando as recomençações de distanciação social feitas pelas autoridades sanitárias para combater a epidemia de coronavírus.

“É uma forma de manifestação espontânea do povo aqui em Brasília, em defesa da democracia e da liberdade. Quer um governo sem interferência, que possa trabalhar para o futuro do Brasil.” Jair Bolsonaro – presidente do Brasil

Os manifestantes pediam o afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, acusado por Bolsonaro de conspirar para a sua destituição.

O número de contaminações e vítimas mortais da Covid-19 no território brasileiro continua a aumentar.

O Brasil ultrapassou os 7000 mortos devido à epidemia de coronavírus. O número de infetados ultrapassou, por seu lado, a barrreira dos 100.000.

De acordo com o Ministério da Saúde brasileiro, a taxa de letalidade da covid-19 no país está agora em 6,9%. Está também a ser averiguada a eventual relação de outras 1300 mortes com o novo coronavírus.

Vagas de emprego do dia 04 de Maio de 2020

Foram publicadas hoje, dia 04 de Maio de 2020 no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Lista de oportunidades de emprego para hoje

1. Vaga para Oficial de Finanças

O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal um (1) Oficial de Finanças. Saiba mais.

2. Vagas para Docentes N1 – Engenharia Electrónica

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro dois (2) Docentes N1 – Engenharia Electrónica. Saiba mais.

3. Vagas para Docentes N1 – Electricidade Industrial

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro três (3) Docentes N1 – Electricidade Industrial. Saiba mais.

4. Vaga para Docente N1 – Engenharia Hidráulica

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro um (1) Docente N1 – Engenharia Hidráulica. Saiba mais.

5. Vaga para Docente N1 – Arquitectura

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro um (1) Docente N1 – Arquitectura. Saiba mais.

6. Vaga para Docentes N1 – Engenharia Civil

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro quatro (4) Docentes N1 – Engenharia Civil. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Assessor Clínico Distrital

A Friends in Global Health está a recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Assessor Clínico Distrital . Saiba mais.

2. Vaga para Oficial Financeiro Nacional

A Friends in Global Health,  está a recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Oficial Financeiro Nacional. Saiba mais.

3. Vaga para Gestor Financeiro Nacional

A Friends in Global Health está a recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Gestor Financeiro Nacional. Saiba mais.

4. Vaga para Coordenador de MEAL – Projecto LAN

A Save the Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de MEAL – Projecto LAN. Saiba mais.

5. Vaga para Gerente de Recursos Humanos

A Futuro Mcb, S.A, instituição financeira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Recursos Humanos baseado em província de Nampula. Saiba mais.

6. Vaga para Supervisor de Cliente Individual

A Futuro Mcb, S.A, instituição financeira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Cliente Individual baseado em Namutequeliua na província de Nampula. Saiba mais.

7. Vaga para Assistente de Programa – População Chave

A AMODEFA – Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Assistente de Programa – População Chave. Saiba mais.

8. Vaga para Oficial de Comércio de Animais Selvagens

O Fundo Mundial para a Natureza (WWF), pretende recrutar um (1) Oficial de Comércio de Animais Selvagens. Saiba mais.

9. Vaga para Oficial de Desenvolvimento Comunitário

O Fundo Mundial para a Natureza (WWF), pretende recrutar um (1) Oficial de Desenvolvimento comunitário (Wildlife Field Officer). Saiba mais.

10. Vagas para Consultores Para Mapeamento Geo-Espacial

A Viamo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Consultores Para Mapeamento Geo-Espacial. Saiba mais.

11. Vaga para Oficial Nacional de Advocacia

A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Nacional de Advocacia. Saiba mais.

12. Vaga para Docente N1

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1. Saiba mais.

13. Vaga para Superintendente de Saúde e Segurança Ocupacional

A Belutécnica S.A., pretende contratar um (1) Superintendente de Saúde e Segurança Ocupacional. Saiba mais.

14. Vaga para Assistente Financeira

A Sunline pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Financeira. Saiba mais.

15. Vaga para Agente de Importação e Exportação

A Sunline pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Agente de Importação e Exportação. Saiba mais.

16. Vaga para Supervisor de Controlo de Estoque

A Kenmare pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Equipamento Rotativo. Saiba mais.

17. Vaga para Coordenador de Equipamento Rotativo

A Kenmare pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Equipamento Rotativo. Saiba mais.

18. Vaga para Planificador de Inventário

A Kenmare pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Planificador de Inventário. Saiba mais.

19. Vaga para Supervisor de Logística

A Kenmare pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Logística. Saiba mais.

20. Vaga para Contabilista

A Helpcode Itália pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.

21. Vaga para Servente

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Servente. Saiba mais.

22. Vaga para Canalizador

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Canalizador. Saiba mais.

23. Vaga para Assistente Técnico Administrativo

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Assistente Técnico Administrativo. Saiba mais.

24. Vaga para Técnico Administrativo

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Técnico Administrativo. Saiba mais.

25. Vaga para Técnico Profissional – Contabilidade

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Técnico Profissional – Contabilidade. Saiba mais.

26. Vaga para Técnico Superior N1 – Direito

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Técnico Superior N1 – Direito. Saiba mais.

27. Vaga para Investigador Universitário Assistente

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Investigador Universitário Assistente. Saiba mais.

28. Vaga para Docente Estagiário

O Instituto Superior Politécnico de Tete pretende recrutar um (1) Docente Estagiário. Saiba mais.

29. Vaga para Gestor de Conformidade

A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente que actua na banca um (1) Gestor de Conformidade. Saiba mais.

30. Vaga para Oficial de Conformidade

A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente que actua na banca, um (1) Oficial de Conformidade que está baseado em Maputo. Saiba mais.

31. Vaga para Especialista em Gestão de Finanças Públicas

O Ministério da Saúde pretende contratar um (1) Especialista em Gestão de Finanças Públicas. Saiba mais.

32. Vaga para Especialista em Planificação e Orçamentação

O Ministério da Saúde pretende contratar um (1) Especialista em Planificação e Orçamentação. Saiba mais.

33. Vaga para Coordenador da UTP do Prosaúde III

O Ministério da Saúde pretende contratar um (1) Coordenador da UTP do Prosaúde III. Saiba mais.

34. Vaga para Docente N1 – Ensino de Geografia

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Geografia. Saiba mais.

35. Docente N1 – Ensino de Agro-Pecuária

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Agro-Pecuária. Saiba mais.

36. Vaga para Docente N1 – Ensino de Português

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Português. Saiba mais.

37. Vagas para Técnicos de Farmácia

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar  dois (2) Técnicos de Farmácia. Saiba mais.

38. Vagas para Enfermeiros de SMI

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar dois (2) Enfermeiros de SMI. Saiba mais.

39. Vaga para Técnico de Estatística Sanitária

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar um (1) Técnico de Estatística Sanitária. Saiba mais.

40. Vaga para Técnico Superior de Nutrição N1

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar um (1) Técnico Superior de Nutrição N1. Saiba mais.

41. Vagas para Técnicos de Medicina Preventiva

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar dois (2) Técnicos de Medicina Preventiva. Saiba mais.

42. Vaga para Técnico de Laboratório

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar um (1) Técnico de Laboratório. Saiba mais.

43. Vaga para Técnico de Nutrição

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar um (1) Técnico de Nutrição. Saiba mais.

44. Vaga para Técnico de Psiquiatria

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar um (1) Técnico de Psiquiatria. Saiba mais.

45. Vagas para Técnicos de Medicina Geral

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar três (3) Técnicos de Medicina Geral. Saiba mais.

46. Vagas para Enfermeiros Gerais

O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar três (3) Enfermeiros Gerais. Saiba mais.

47. Vagas para Técnicos de Tecnologias e Electrónica

A Click Auto pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (08) Técnicos de Tecnologias e Electrónica para sua extensão em Niassa e Cabo Delgado. Saiba mais.

48. Vaga para Técnico Provincial (STP)

A Federação Moçambicana de Futebol pretende introduzir um (1) Secretário Técnico Provincial (STP) em cada uma das Associações Provinciais de Futebol. Saiba mais.

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