Grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico assumiu responsabilidade pelo atentado bombista contra miniautocarro de estação de televisão afegã, em Cabul. Um jornalista e um motorista morreram.
Grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico assumiu responsabilidade pelo atentado bombista contra miniautocarro de estação de televisão afegã, em Cabul. Um jornalista e um motorista morreram.
O porta-voz do Ministério do Interior do Afeganistão, Marwa Amini, disse que outros quatro funcionários do órgão de comunicação social ficaram feridos no ataque.
Numa nota num sítio da Internet de uma filial do Estado Islâmico, a associação ‘jihadista’ referiu que o ataque foi contra um miniautocarro que transportava funcionários da Khurshid TV, descrevendo aquela entidade como “leal ao Governo infiel afegão”.
Tanto os talibãs como os jihadistas estão ativos no Afeganistão, mas tem sido o Estado Islâmico a reivindicar os atentados a civis, enquanto o movimento Talibã tem assumido a responsabilidade por alvos militares.
O Estado Islâmico tem estado cada vez mais ativo no Afeganistão depois de sofrer perdas no campo de batalha para o Governo e para os Estados Unidos da América, bem como para os talibãs.
O funcionário da Khurshid TV Mohammad Rafi Sediqi confirmou a morte de dois funcionários, acrescentando que dois dos feridos encontravam-se em estado crítico.
O atentado aconteceu após o fim de uma trégua que os talibãs e as forças de segurança nacionais afegãs alcançaram, por três dias, durante o feriado muçulmano – Eid al-Fitr (festa que marca o fim do mês de jejum do Ramadão), que terminou na terça-feira.
Na rede social Twitter, o porta-voz do Presidente afegão Sediq Sediqqi escreveu que o Governo condenou “veementemente o ataque hediondo e covarde à equipa da Khurshid TV em Cabul”.
O Afeganistão está entre os países mais perigosos do mundo para jornalistas.
O Comité de Segurança para Jornalistas Afegãos informou que cinco jornalistas foram mortos no ano passado, e, em 2018, 17 jornalistas e funcionários de órgãos de comunicação social foram mortos no Afeganistão, tendo sido relatados 121 casos de violência contra equipas de reportagem.
O governo da província de Manica através da delegação local do Instituto Nacional de Calamidades Naturais (INGC), começou último Sábado a distribuição de cestas básicas a famílias carenciadas no âmbito de mitigação dos efeitos decorrentes das medidas de prevenção do coronavírus.
Numa primeira fase estão a ser abrangidas cerca de três mil famílias, o correspondente a perto de quinze mil pessoas.
Entende o governo que com o Estado de Emergência em vigor e por si decretado, muitas famílias deixaram de ter as suas fontes de renda. Tal torna-se ainda pior para quem dependia de esmola para sobreviver, como é o caso de deficientes visuais, auditivos e pessoas da terceira idade.
Ciente desta dificuldade, o governo daquela parcela do país iniciou a distribuição de cestas básicas àquele grupo de cidadãos carenciados, com objectivo de assegurar que fique em casa para que não seja exposto a contaminação pelo coronavírus.
Falando no acto de lançamento da iniciativa, Esperança Feijão, directora provincial de Serviços Sociais em Manica, disse que até ao momento já foram inscritas 2.614 famílias que receberão kits básicos compostos por um saco de arroz, cinco litros de óleo, açúcar, algumas unidades de latas de sardinha e sabão, por forma a garantir a sua higienização pessoal.
Já o INGC através do seu delegado, Alexandre Augusto, disse esperar que os beneficiários compreendam que o governo pretenda com o gesto que a ideia essencial é que tenham comida suficiente e não se façam às ruas para pedir comida.
Por seu turno, a Associação dos Cegos e Ambliopes de Moçambique, ACAMO em Manica, uma das beneficiárias do gesto do governo, disse na voz do seu delegado diz que tem estado a sensibilizar os membros a ficarem em casa.
“Temos conversado com eles (os membros) por forma que saibam que a pandemia é uma realidade e que a mesma pandemia não escolhe se é pessoa com deficiência ou não, dai que é preciso ficar em casa para não contrair o vírus”, vincou Domingos Neves, delegado da ACAMO em Manica.
O gesto do governo irá se estender por todos os 11 distritos que perfazem a província de Manica.
Domingo à noite, houve manifestaçōes em várias cidades dos Estados Unidos pela sexta noite consecutiva para expressar a sua ira pela morte de George Floyd e pedir mudanças, aumentando a perspectiva de novos confrontos com a polícia que tenta impor o recolher obrigatório.
Los Angeles, Chicago, Miami, Detroit e Filadélfia estão entre as quase 40 cidades que manifestaçōes depois do anoitecer. Os governadores dos estados do Texas e Virgínia impuseram estados de emergência. Alguns presidentes camarários de grandes cidades, como a London Breed, de São Francisco, dizem que os seus recolheres obrigatório são por tempo indefinido. Cerca de 5 mil membros da Guarda Nacional foram convocados em vários lugares e outros 2 mil estão prontos caso sejam necessários.
Joe Biden, presumível candidato presidencial democrata à presidência, visitou o local de um dos protestos no domingo e conversou com afro-americanos em Wilmington, no seu estado natal de Delaware.
“Somos uma nação que está a sofrer”
Biden pediu aos manifestantes que não usassem a violência. Somos uma nação que está agora a sofrer, mas não devemos permitir que essa dor nos destrua. Como presidente, ajudarei a liderar esta conversa ”, twittou Biden. Ele também criticou a violência na mídia social: “Protestar essa brutalidade é correto e necessário. Mas queimar comunidades e destruição desnecessária não o é”.
No domingo, em comunicado, o procurador-geral William Barr pediu o fim da violência: “A contínua violência e destruição de propriedades colocam em risco a vida e os meios de subsistência de outras pessoas e interferem nos direitos de manifestantes pacíficos, assim como nos de todos os outros cidadãos”, afirmou. “Isso também prejudica o trabalho urgente que precisa ser feito – por meio de um envolvimento construtivo entre as comunidades afetadas e os responsáveis pela lei – para tratar de queixas legítimas. Prevenir a reconciliação e separar-nos é o objetivo desses grupos radicais, e não podemos permitir que eles tenham sucesso. ”
Em Atlanta, a presidente camarária Keisha Lance Bottoms demitiu dois polícias e colocou outros três em trabalho de secretaria, até que as acusações de uso excessivo da força no sábado à noite sejam revistas.
Na capital do país, cerca de mil manifestantes reuniram-se, domingo, em Lafayette Park, em frente à Casa Branca. A multidão desfilou desde a Universidade Howard e virou a sua ira contra a polícia, gritando: “Sem justiça, sem paz, sem polícia racista”.
Washington e outras cidades com recolher obrigatório
A presidente camarária de Washington Muriel Bowser ordenou o recolher obrigatório na cidade desde a noite de domingo até à manhã de segunda-feira.
Os protestos de sexta e sábado à noite em Washington tornaram-se violentos inclusive em frente à Casa Branca. O presidente culpou a maior parte da violência no “Antifa e outros grupos radicais de esquerda” e ofereceu assistência militar federal a Minnesota, onde os protestos começaram.
Outras cidades com recolher obrigatórios são Chicago, Los Angeles, San Francisco, Miami, Cleveland, Indianapolis, Seattle, LouisvilleRichmond, Virginia, e Portland, Oregon.
Nas últimas cinco noites, incêndios, vandalismo, saques e violência – muitos deles contra a polícia – desestabilizaram as principais cidades americanas.
Os manifestantes, de preto e branco, dizem que protestam não apenas contra o duro tratamento policial de homens e mulheres negros, mas também com o racismo sistêmico nos Estados Unidos.
As manifestações começaram na terça-feira em Minneapolis, onde George Floyd, um negro de 46 anos, morreu após ser algemado, e colocado no chão com a face para baixo, enquanto um polícia carregava com o seu joelho no pescoço por mais de oito minutos.
Quatro dias mais tarde, o polícia, Derek Chauvin, foi acusado de assassinato em terceiro grau e homicídio culposo em segundo grau . Ele e três outros polícias que estavam presentes e não intervieram foram demitidos terça-feira. Chauvin deve comparecer em tribunal na tarde de segunda-feira em Minneapolis.
Até sábado, de acordo com a Associated Press, quase mil e 400 pessoas tinham sido presas em todo o país.
Um total que não incluiu detenções durante a noite de sábado e domingo. Numerosas empresas de Minneapolis sofreram danos materiais extensos na sexta-feira, quando manifestantes saquearam aleatoriamente lojas em um bairro próximo ao local onde Floyd morreu.
O empresário somali-americano Ahmed Siyad Shafi’i disse à VOA que vândalos atacaram todas as suas lojas da noite para o dia. “Eles quebraram os vidros, as portas, as janelas”, disse via Skype, “e pegaram o que podiam.” Shafi’i, proprietário de um restaurante e loja de roupas em South Minneapolis, considerou “inaceitável” que alguém destruísse propriedades pessoais e sugeriu protestos pacíficos.
Várias entidades internacionais condenam a saída dos Estados Unidos da Organização Mundial de Saúde, alegando que este não era o momento oportuno.
O mundo mostra-se apreensivo com a recente decisão dos Estados Unidos cortarem laços com a Organização Mundial de Saúde. O maior contribuinte da OMS resolveu, na sexta-feira, deixar de doar cerca 400 milhões de dólares àquela instituição, acusando-a de má gestão da pandemia COVID-19 e favorecimento da China.
Em reacção, a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o Alto Representante dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, Joseph Barrel, condenaram a saída dos Estados Unidos e reiteraram a contínua contribuição da União Europeia bem como a necessidade de existir reforma dentro da OMS.
O Ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, considera decepcionante a decisão dos Estados Unidos, e apela a União Europeia a tomar liderança. O porta-voz do Ministério de Saúde britânico reiterou o compromisso do Reino Unido em continuar a ajudar a OMS.
A porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da Rússia também criticou os Estados Unidos, considerando que este é o momento em que todos os membros deviam estar mais unidos na luta contra o coronavírus. Já o porta-voz do Ministério de Saúde do Irão condenou a decisão, acusando a Adminstração Trump de usar a OMS como bode expiatório para sua incompetência em lidar com a pandemia da COVID-19. A nível global, a pandemia da COVID-19 já ultrapassou mais de seis milhões de casos e mais de 367 mil pessoas morreram.
A ONU e as agências de ajuda privada estão a ampliar a assistência a milhares de pessoas que perderam tudo num incêndio que tomou conta do seu acampamento em Maiduguri, capital do estado de Borno, no leste da Nigéria, há uma semana.
O que era para ser uma ocasião festiva comemorando o fim do Ramadão transformou-se num pesadelo. Na véspera da festa muçulmana de Eid-al-Fitr, faíscas de uma lareira começaram um incêndio que se espalhou por um acampamento que abrigava 40 mil pessoas que haviam fugido da violência do Boko Haram. Duas pessoas morreram no incêndio.
O Alto Comissariado da ONU para Refugiados relata que quase quatro mil pessoas, a maioria mulheres, perderam todos os seus bens. A porta-voz do ACNUR, Shabia Mantoo, diz que o incêndio neste assentamento improvisado destruiu os seus abrigos, destruiu casas e danificou outras instalações.
“O ACNUR está a trabalhar com autoridades, agências de ajuda e parceiros locais para garantir que os afetados recebam abrigo e outros meios de socorro, pois as pessoas estão a ser deslocadas novamente para fora e também dentro do campo. Muitos, incluindo crianças pequenas, estão a viver ao ar livre , basicamente a viver em campo aberto e sem proteção e também a precisar de ajuda imediata – abrigo, comida e roupas “.
Quase 300 mil pessoas deslocadas pela violência do Boko Haram estão vivendo em locais organizados e improvisados em Maiduguri e arredores. Mantoo diz que a tragédia atual é apenas a mais recente de uma série de incêndios que eclodiram em toda a região nos últimos meses.
Ela diz que os campos do nordeste da Nigéria estão congestionados e os abrigos estão muito próximos por segurança.
“Com a crescente violência, a ameaça da Covid-19 também traz novas ameaças para pessoas deslocadas internamente que vivem em acampamentos e assentamentos superlotados, onde o distanciamento físico é impossível. Em resposta, o ACNUR está a trabalhar com o Programa de Desenvolvimento da ONU para expandir vários campos e construir abrigos adicionais”.
Desde o início da insurgência do Boko Haram em 2009, dezenas de milhares de pessoas foram mortas e 2,5 milhões foram deslocadas na região do Lago Chade. Esse número inclui 1,8 milhão na Nigéria e o restante nos Camarões e no Chade.
Apesar de inúmeros contratempos, o Boko Haram continua a ser uma força potente e perigosa. O grupo militante gerou outros grupos armados na região, aumentando a violência. As agências humanitárias relatam que milhares estão fugindo para salvar suas vidas todos os dias. Os que suportam o impacto desse conflito em curso, dizem eles, são meninas, mulheres idosas e trabalhadores humanitários.
Subiu de 244 para 254 o número de infecções do Coronavírus registados nas últimas 24 horas em Moçambique, anunciou a directora de saúde pública Rosa Marlene.
O número de mortes mantem-se em dois.
Entre os países africanos de língua oficial portuguesa a Guiné-Bissau é o país com mais casos (1.256 casos e oito mortos).
São Tomé é o PALOP com mais mortes – 12 mortes em 479 casos.
Cabo Verde regista 421 casos e quatro mortes, e Angola tem 77 casos e quatro mortos).
O presidente de Moçambique Filipe Nyusu disse que forças governamentais estiveram envolvidas em grandes combates com rebeldes na província de Cabo Delgado tendo morto “destacados quadros” do grupo armado.
Citado pela Rádio Moçambique Nyusi disse que “as últimas batalhas das forças de defesa e segurança foram enormes e muito produtivas” .
“Temos informações que destacados quadros dessa força foram mortos”, acrescentou Nyusi sem contudo dar outros pormenores.
As declarações do presidente Moçambicano seguem-se a um ataque contra a cidade de Macomia que foi ocupada durante vários pelos rebeldes que se dizem seguidores do Estado Islâmico.
Macomia está situada a cerca de 230 Quilómetros da capital provincial Pemba.
Luiz Fernando Lisboa, o Bispo de Pemba disse que centenas de pessoas chegaram à cidade fugidos de Macomia .
O grupo de insurgentes que atacou e ocupou a sede de Macomia, na quinta-feira, 28, deixou a vila na noite deste sábado, 30, após controlar por três dias o principal centro urbano da região centro e norte de Cabo Delegado, deixando um rasto de destruição.
Relatos da população descrevem um cenário de guerra e destruição de infraestruturas publicas e comércio, além da “paralisação total” da vida dos moradores durante o período de ocupação do grupo de jovens jihadistas, localmente conhecidos por al-shaabab.
“Hoje (domingo) de manhã as pessoas começaram a ir espreitar a vila. Esta tudo destruído”, contou à VOA um morador que se identificou por Salimo, descrevendo um misto de “choros e silêncio assustador” nos bairros.
Um outro morador, que junto com Salimo, procurava por familiares de que se separaram durante a fuga na quinta-feira, conta que alguns lugares da vila estão “irreconhecíveis”.
“O mercado principal está todo destruído, reduzido a cinzas. Tem muitas casas com perfurações de balas”, disse o morador, acrescentando que “não sabemos se há pessoas que morreram dentro destas casas”.
Até ao principio da tarde deste domingo continuava a haver pouca informação para avaliar os estragos da invasão a vila sede de Macomia, o principal centro urbano onde corta a estrada asfaltada que liga aos distritos mais a norte de Cabo Delegado e a vizinha Republica da Tanzânia.
Na sexta-feira, segundo várias fontes locais, os insurgentes teriam saqueado a agência bancária do BCI e sabotado as torres de telecomunicações e a subestação de Macomia, deixando sem comunicação e as escuras os distritos mais a norte de Cabo Delegado.
Entretanto, 35 crianças, de diferentes famílias, que fugiram dos ataques a vila de Macomia, chegaram a Pemba neste sábado e foram acolhidas numa escola do bairro Cariacó, nos arredores da baia.
Segundo relatam as crianças, que fugiram da invasão dos insurgentes, caminharam a pé durante dois dias pela mata até chegar a aldeia de Mitambo.
Desta aldeia voltaram a caminhar pela estrada até a aldeia Moja, quando foram socorridos por um condutor duma camionete para Pemba.
Um morador do bairro Cariacó, que avistou as crianças na manhã deste domingo, contou à VOA, que as crianças estavam “visivelmente traumatizadas” e que relataram terem visto um numero muito maior de insurgentes durante a invasão.
As autoridades estão a trabalhar na identificação das crianças, para posterior reencaminhamento das famílias.
As autoridades de Maputo, que combatem o grupo, descrito como parte do Estado Islâmico, ainda não se pronunciaram sobre o ataque
A Management Sciences for Health (MSH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Consultores da Cadeia de Suprimentos para a Resposta à COVID-19. Saiba mais.
A Handicap International/Humanity & Inclusion, pretende recrutar para Sofala, um(a) especialista de
saúde no contexto da pandemia da covid-19. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Social. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Técnico Jurídico. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Software. Saiba mais.
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A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Redes. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Gestor Comercial. Saiba mais.
A N´weti-Comunicação para a Saúde pretende recrutar para o seu quadro de pessoal A Lugela Digital pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motociclista (Motoboy). Saiba mais.
A Save the Children International (SCI), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Gestor do Projecto Educação Inclusiva para Portadores de Deficiência. Saiba mais.
A Novos Horizontes Mozambique LDA, líder na produção de frango de corte na região Norte de Moçambique, está a recrutar um (1) Oficial de Vendas. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 25, pretende contratar um (1) Safety Officer. Saiba mais.
A Kriaactividade & Mng Acção Procura por um estagiário em programação (M/F) que seja criativo, corajoso e fora dos padrões que goste de trabalhar fora da caixa para um projecto inovador que lhe dará a oportunidade de crescer. Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e sessenta e quatro (164) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e oitenta e quatro (184) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e cinquenta e dois (152) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar trezentos e vinte e nove (329) Agentes de Extensão Rural (médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e trinta e dois (132) Agentes de Extensão Rural (médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar duzentos e vinte e cinco (225) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e sessenta e dois (162) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Auditor Interno & Compliance. Saiba mais.
A Women’s Voice and Leadership – ALIADAS Pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Para Concepção de um Landing Page e BootCap do programa WVL-ALIADAS.. Saiba mais.
A Women’s Voice and Leadership Pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor de Concepção e Gestão de um Espaço Virtual Para o Programa WVL-ALIADAS. Saiba mais.
A Lar construções e Engenharia, empresa de construção civil pretende contratar para o seu quadro um/a (1) Recepcionista/ Assistente Administrativa. Saiba mais.
A Empresa Moçambicana de Dragagens – Empresa Pública – EMODRAGA EP, com sede na Cidade da Beira pretende
recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Procurement. Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma agência de Emprego com foco de agenciamento de staff doméstico, Consultoria e RH está a recrutar para o seu quadro de pessoal Jardineiros Profissionais. Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma agência de Emprego com foco de agenciamento de staff doméstico, Consultoria e RH está a recrutar para o seu quadro de pessoal Babá Residente. Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma agência de Emprego com foco de agenciamento de staff doméstico, Consultoria e RH está a recrutar para o seu quadro de pessoal Cuidadoras de Idosos (Não Residentes). Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma agência de Emprego com foco de agenciamento de staff doméstico, Consultoria e RH está a recrutar para o seu quadro de pessoal Cuidadoras de Idosos (Residentes). Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma agência de Emprego com foco de agenciamento de staff doméstico, Consultoria e RH está a recrutar para o seu quadro de pessoal Barbeiros & Cabeleireiras Profissionais. Saiba mais.
A Super Steel, Lda., empresa do ramo de transportes e logística, sedeada na cidade de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Estagiários de Recursos Humanos, baseados na província de Maputo, cidades de Maputo e Matola. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 25, pretende contratar uma (1) Contabilista Sénior. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão e Administração Hospitalar. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor/ Líder de Equipa (Caldeireiro). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro três (3) Docentes N1 – Electricidade Industrial. Saiba mais.
Nuno Gomes esteve no programa ‘5 para a Meia-Noite’, da RTP, tendo recebido uma provocação de … Jorge Costa, antigo capitão do FC Porto, com quem chegou a partilhar o balneário da Seleção Nacional.
Jorge Costa surgiu num vídeo a colocar uma questão ao antigo avançado: «Querido Nuno, não querendo colocar-te sobre maior pressão, de entre todos os jogos que fizeste na tua bonita carreira, nomeadamente nos clássicos entre FC Porto e Benfica, alguma vez te sentiste vítima de bullying?»
Nuno Gomes não deixou de responder entre sorrisos: «Eu também gosto muito de ti, Bicho. Vítima de bullying não, mas o Jorge era agressivo. Gostava muito de conversar durante os jogos, usava essa tática de ir falando comigo para eu estar distraído, para me ter debaixo de olho. Ele chegou a ser expulso na final da Taça porque provoquei um bocadinho com os braços e virou-me. Não foi bullying, foi uma entrada mais dura.»
FUTEBOL-Inauguracao da Bancada do Estadio do Maritimo,em Funchal. Sexta Feira 02 Dezembro de 2016.
(ASPress/HELDERSANTOS)
Num comunicado intitulado «A Verdade da Retoma», o Marítimo assume que discorda com o procedimento adotado para a regresso do Campeonato e, ainda que renuncie à faculdade de impugnar a competição, reitera que não aceita ser coagido a assinar uma declaração ilegal.
O clube insular, recorde-se, foi o único a votar contra a alteração regulamentar que permitiria às equipas realizar cinco substituições (em vez de três) e sentar nove jogador (em vez de sete) nas últimas dez jornadas da Liga, suspensa em março devido à pandemia do Covid-19.
Eis o comunicado na integra:
«Retoma da competição: o Marítimo é inequivocamente a favor da retoma da competição; não restem nenhumas dúvidas sobre o tema;
Plano de retoma da competição: o Marítimo adere MATERIALMENTE, sem reservas, ao plano, ou seja, aceita todos os aspectos técnicos e demais definidos no plano, isso não está em questão;
O Marítimo discorda, como sempre disse coerentemente desde o início, com o procedimento adoptado: não é nem o órgão competente para o efeito, nem é o procedimento correcto, e viola as normas estatutárias e regulamentares em vigor; é um facto incontornável.
Por último, para que não haja qualquer dúvida, o Marítimo RENUNCIA à faculdade de impugnar o campeonato com base nas questões ligadas ao Plano de retoma; só não aceita ser coagido a assinar uma declaração ilegal.»
O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres, pediu nesta quinta-feira (28) a redução da dívida de qualquer país em desenvolvimento ou de renda média que precise de dinheiro devido a crise causada pelo novo coronavírus. Ele sugeriu também um plano coordenado de recuperação em escala global.
Guterres falou na abertura de uma cúpula virtual em que participaram várias dezenas de chefes de estado e de governo para discutir novas necessidades de financiamento para políticas de desenvolvimento no contexto da pandemia da covid-19.
As Nações Unidas se propuseram a buscar ações coletivas para responder com urgência em seis áreas, incluindo o problema da dívida soberana.
O diplomata português alertou que as consequências econômicas resultantes da pandemia ameaçam causar uma onda de crises de dívida que complicariam a resposta à doença e retardariam o progresso do desenvolvimento durante os próximos anos.
Planos de ajuda
Para Guterres, a suspensão temporária do serviço da dívida dos países mais pobres já acordada pelo G20 é “um primeiro passo”, mas essas medidas devem ser estendidas a qualquer país em desenvolvimento ou de renda média que o solicite por apresentar dificuldades de financiamento nos mercados.
Além disso, a ONU considera necessário buscar “formas criativas e incentivos” para que os credores privados, que possuem grande parte da dívida soberana dos países em desenvolvimento, também participem de programas de assistência.
Guterres enfatizou a necessidade de responder “com unidade e solidariedade” e deixou claro que uma recuperação adequada da pandemia custará dinheiro, mas que não fazer isso custará ainda mais.
A esposa do antigo primeiro-ministro do Lesoto, Thomas Thabane, acusada do assassínio da primeira mulher do governante, deverá regressar à prisão hoje, após o tribunal ter anulado o controlo judicial de que beneficiava.
Maesaiah Thabane, de 43 anos, foi acusada em fevereiro por envolvimento no assassinato de Lipolelo Thabane, a primeira mulher do antigo chefe de Governo, em 1997.
O caso mergulhou o Lesoto numa grave crise política e precipitou a demissão, na semana passada, de Thomas Thabane, de 80 anos, que foi abandonado pela coligação que tinha apoiado o seu governo durante três anos.
Numa nova reviravolta no processo, o Supremo Tribunal do Lesoto anulou, hoje, as medidas controversas de controle judicial de que beneficiava a senhora Thabane.
“A decisão do Supremo Tribunal de Justiça de libertar a segunda arguida (Thabane) foi anulada e o seu pedido foi remetido para outro juiz”, afirmou na audiência o presidente daquele tribunal de recurso, Kanananelo Mosito.
O magistrado justificou a sua decisão, recordando que Thabane tinha sido libertada “a uma velocidade muito invulgar” e “sem que fossem ouvidas testemunhas”.
O Pentágono tomou a rara decisão de ordenar ao Exército que colocasse unidades da polícia militar dos EUA em alerta, prontas para agir em Minneapolis, onde o homicídio do afro-americano George Floyd pela polícia provocou protestos generalizados.
Os soldados de Fort Bragg, na Carolina do Norte, e Fort Drum, em Nova Iorque, receberam ordens para estarem prontos para serem enviados dentro de quatro horas, se chamados, disseram à agência de notícias Associated Press três fontes com conhecimento direto dos pedidos e que pediram para não serem identificadas.
Os soldados em Fort Carson, no Colorado, e Fort Riley, no Kansas, devem estar prontos dentro de 24 horas.
As ordens de preparação foram enviadas verbalmente na sexta-feira, depois do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedir ao secretário de Defesa Mark Esper opções militares para ajudar a conter a agitação em Minneapolis, após os saques e incêndios registados em algumas partes da cidade.
Trump fez o pedido por telefone a partir da Sala Oval na noite de quinta-feira.
Milhares de pessoas concentraram-se, ao início da noite de sexta-feira, em várias cidades norte-americanas em protesto pela morte do afro-americano George Floyd, às mãos da polícia, na passada segunda-feira.
No centro de Atlanta, no sudeste do país, perto da sede da cadeia de televisão CNN, grupos de manifestantes destruíram lojas e a polícia lançou granadas de gás lacrimogéneo, de acordo com imagens difundidas pelas televisões.
Alguns manifestantes atiraram pedras contra o edifício da CNN e vários veículos da polícia em estacionamentos foram atingidos por pedras e outros objetos contundentes. Pelo menos um foi incendiado.
Na área metropolitana de Minneapolis e de Saint Paul, cidades separadas pelo rio Mississippi, centenas de manifestantes cortaram uma ponte, onde se concentraram em protesto contra o recolher obrigatório imposto a partir do anoitecer na sexta-feira e durante todo o fim de semana.
Nos últimos três dias, estas manifestações de protestos resultaram em pilhagens, incêndios de veículos policiais e confrontos com agentes.
Na origem dos protestos está a morte do afro-americano George Floyd, de 46 anos, às mãos da polícia, depois de ter sido detido sob suspeita de ter tentado usar uma nota falsa de 20 dólares (18 euros) num supermercado de Minneapolis.
Nos vídeos feitos por transeuntes e difundidos online, um dos quatro agentes, que participaram na detenção, tem um joelho sobre o pescoço de Floyd, durante minutos.
Os quatro foram já despedidos da força policial e o agente Derek Chauvin foi acusado de assassínio e homicídio involuntário. A mulher já anunciou o divórcio após os acontecimentos.
Em comunicado, a família de Floyd saudou a detenção do agente, apesar “de tardia” e insuficiente: “queremos uma acusação de homicídio voluntário premeditado e queremos que os restantes agentes sejam detidos”.
As autoridades de Minneapolis e do estado do Minnesota fizeram já vários apelos à calma, mas o governador do estado, o democrata Tim Walz, ativou na quinta-feira a Guarda Nacional norte-americana para garantir a segurança de estabelecimentos comerciais e de edifícios na área metropolitana.
Também em Washington, um protesto pacífico resultou em confrontos entre manifestantes e a polícia e agentes dos Serviços Secretos, na sequência da detenção de pelo menos duas pessoas. Os manifestantes também atiraram garrafas de plástico contra as forças de segurança.
A imprensa norte-americana registou incidentes durante protestos em Brooklyn (Nova Iorque), em Charlotte (Carolina do Sul) em Houston (Texas), entre outras cidades.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal apresentou, esta quinta-feira, um dos supostos raptores de Shelton Lalgy. E o empresário RizwanAdatia relatou os dias de cativeiro e o drama que viveu.
Foi um mês no cativeiro. O empresário Rizwan Adatia, que foi raptado no fim de Abril, volta a ter contacto com o mundo exterior em resultado de uma operação de resgate desencadeada pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal. Foram penosos os dias de cativeiro.
Um empresário com uma vasta rede de supermercados há 20 anos em Moçambique. Diz que o rapto não lhe vai travar nos negócios, muito menos nas suas acções humanitárias. Até porque já vai intervir positivamente durante a crise do Coronavírus.
O SERNIC apresenta também um dos supostos implicados no sequestro de Shelton Lalgy. Este rejeita as acusações. O Porta-voz fala dos escrutínios, tanto dos raptos como das operações de resgate.
O empresário Rizwan Adatia diz que os seus sequestradores não determinaram um valor directo para o seu resgate, mas associaram-no às dívidas de que não tem conhecimento.
O SERNIC diz que o grosso das informações só será dispensado quando forem concluídas operações de captura dos implicados.
Um tribunal de Ruanda proferiu na quinta-feira uma sentença de prisão perpétua a um ex-político considerado culpado de orquestrar a morte de dezenas de milhares de pessoas durante o genocídio de 1994, disse um porta-voz do tribunal.
Ladislas Ntaganzwa, chefe da comuna de Nyakizu, no sul de Ruanda, foi indiciado em 1996 pelo Tribunal Penal Internacional para Ruanda, com sede em Arusha, na Tanzânia, sob a acusação de incitação pública e direta a cometer genocídio, assassinato e estupro.
O tribunal foi fechado há cinco anos e foi substituído por um órgão sucessor, o Mecanismo Residual Internacional para Tribunais Penais, com escritórios em Arusha e Haia, na Holanda.
Cerca de 800.000 tutsis e hutus moderados foram mortos durante o genocídio.
A acusação do tribunal acusou Ntaganzwa de conspirar para exterminar a população tutsi de Ruanda e ordenar pessoalmente o massacre de mais de 200.000 civis tutsis em uma paróquia em abril de 1994. Passou o caso para um tribunal do governo de Ruanda.
“Ladislas Ntaganzwa foi hoje condenado à prisão perpétua por crimes de genocídio cometidos durante o genocídio contra Tutsi em 1994”, disse o porta-voz da corte, Harrison Mutabazi.
Alexis Musonera, advogado de Ntaganzwa, disse que planeja recorrer da decisão.
“Planejamos apelar porque as evidências na audiência foram baseadas no testemunho de testemunhas, mas isso não foi suficiente, pois algumas testemunhas estavam se contradizendo. Não estamos felizes com essa longa prisão perpétua ”, disse Musonera à Reuters.
O julgamento foi anunciado por videoconferência, enquanto Musonera usava o Skype para segui-lo com Ntaganzwa na prisão de Mpanga, na província do sul.
Ntaganzwa foi preso em dezembro de 2015 na República Democrática do Congo. Ruanda o levou sob custódia em março de 2016.
Os Estados Unidos haviam oferecido até US $ 5 milhões por informações que levassem à sua prisão.
Félicien Kabuga, o principal fugitivo do genocídio, foi preso na França na semana passada.
O Mecanismo Residual Internacional para Tribunais Penais disse que concluiu que o ex-ministro da Defesa Augustin Bizimana, outro principal suspeito, havia morrido.
O líder da oposição do Burundi, Agathon Rwasa, apresentou na quinta-feira um caso no tribunal constitucional contestando o resultado das eleições presidenciais de 20 de maio, dizendo que ele tinha evidências de fraude.
A comissão eleitoral do Burundi disse na segunda-feira que o candidato do partido no poder, o general aposentado Evariste Ndayishimiye, venceu a eleição presidencial com 69% dos votos.
O presidente da comissão, Pierre Claver Kazihise, disse que a participação foi enorme e as eleições foram pacíficas.
“Erros terríveis foram cometidos em todo o país, nenhum distrito ou província foi poupado. Fornecemos evidências de que houve uma fraude maciça ”, disse Rwasa a repórteres depois de registrar sua queixa.
“Os resultados anunciados são falsos.”
Ele disse que o tribunal tinha oito dias para decidir o caso.
A votação de 20 de maio para substituir o presidente Pierre Nkurunziza, no entanto, foi precedida por violência política, incluindo a prisão, tortura e assassinato de ativistas da oposição, de acordo com um grupo de direitos locais.
Também houve controvérsia sobre a realização da eleição durante a crise do coronavírus.
Centenas de burundianos foram mortos e centenas de milhares foram exilados após distúrbios em torno da última eleição de 2015, quando a oposição acusou Nkurunziza de violar um acordo de paz ao concorrer a um terceiro mandato.
Rwasa disse que as evidências em seu arquivo mostram que as pessoas votaram usando a identidade de eleitores mortos e o uso de um registro eleitoral que nunca foi publicado pelo órgão eleitoral e pelo recheio das urnas.
A Conferência dos Bispos do Burundi na terça-feira também criticou a conduta eleitoral, dizendo que alguns observadores dos partidos foram perseguidos nas assembleias de voto.
Os funcionários do órgão eleitoral não estavam imediatamente acessíveis para comentar as queixas de Rwasa.
Outros cinco candidatos também participaram das pesquisas, nas quais 5,11 milhões de eleitores registrados foram elegíveis para participar.
O tribunal judicial provincial de Gaza retomou, esta quinta-feira, o julgamento do caso de assassinato do activista social Anastácio Matavele, a 7 de Outubro passado.
Com a audição das alegações finais do ministério público e dos advogados de defesa,
O Ministério público, representado pelo procurador, Luís Geneque, pediu ao tribunal a responsabilização exemplar ao réus, alegando que nas audições, ficou provado o cometimento de crime de que são acusados. Pediu que os réus indemnizem a vítima e não ao estado, pois na altura dos factos, estes não estavam de serviço.
Já os advogados de defesa, quase todos pediram a absolvição dos seus constituintes, alegando falta de provas no cometimento dos crimes de que são acusados, mas admitem meia culpa e em caso de condenação, pedem apenas em função do grau de envolvimento de cada réu.
Os Estados Unidos vão suspender a entrada de cidadãos da China que sejam considerados como “potenciais riscos” para a segurança do país.
Os Estados Unidos vão suspender a entrada de cidadãos da China que sejam considerados como “potenciais riscos” para a segurança do país, anunciou esta sexta-feira o Presidente norte-americano, Donald Trump.
“Vamos suspender a entrada de certos cidadãos chineses que identificámos como potenciais riscos para a segurança” dos Estados Unidos, disse o chefe de Estado norte-americano, citado pela agência France-Presse, durante uma conferência de imprensa convocada para discutir as relações entre os EUA e a China, em Washington.
Ainda durante a conferência de imprensa na Casa Branca, Trump classificou como “uma tragédia” a legislação de segurança nacional para Hong Kong apresentada por Pequim.
Na opinião do chefe de Estado norte-americano, a “ação do governo chinês contra” aquela região administrativa especial chinesa “é a mais recente de uma série de medidas que diminuem o estatuto” de Hong Kong.
“É uma tragédia para o povo de Hong Kong, para a China, e, de facto, para todas as pessoas do mundo”, lamentou Donald Trump, acusando Pequim de não manter “a palavra dada ao mundo” ao nível da garantia da autonomia da cidade.
A Assembleia Popular Nacional (APN), órgão máximo legislativo da China, aprovou na quinta-feira uma lei de segurança nacional para Hong Kong, competência que cabe às autoridades do território, de acordo com a Lei Básica, a mini-Constituição de Hong Kong.
A lei aprovada proíbe “qualquer ato de traição, separação, rebelião, subversão contra o Governo Popular Central, roubo de segredos de Estado, a organização de atividades em Hong Kong por parte de organizações políticas estrangeiras e o estabelecimento de laços com organizações políticas estrangeiras por parte de organizações políticas de Hong Kong”.
Na China continental, os tribunais recorrem frequentemente à lei de segurança nacional, incluindo acusações como “separatismo” ou “subversão do poder do Estado”, para prender dissidentes ou ativistas, que desafiam o domínio do Partido Comunista Chinês.
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) adotou na sexta-feira uma resolução que prolonga até maio de 2021 o embargo sobre as armas e as sanções individuais impostas ao Sudão do Sul.
Esta aprovação foi obtida apesar das reservas russas, chinesas e sul-africanas.
Redigida pelos EUA, a resolução obteve 12 votos a favor e registaram-se três abstenções, relativas à Federação Russa, China e África do Sul.
O Sudão do Sul foi criado em 2011 e mergulhou na guerra civil em dezembro de 2013, quando o Presidente, Salva Kiir, um dinka, acusou RiekMachar, um nuer, que está pela terceira vez na vice-presidência, de fomentar um golpe de Estado.
O conflito, marcado por atrocidades, como assassínios e violações, provocou em seis anos mais de 380 mil mortos e uma crise humanitária catastrófica.
A implementação do plano de electrificação dos postos administrativos da província de Cabo Delgado enfrenta constrangimentos devido à escassez de financiamento.
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