A gigante petroquímica sul-africana Sasol Ltd optou por desistir da sua licença de exploração de gás, entre Inhambane e Sofala, na costa de Moçambique, informou a empresa neste domingo, 5.
Um comunicado da empresa citado pela Reuters diz que a “A Sasol devolverá o Bloco 16/19 na sua totalidade ao Governo de Moçambique. Para este fim, já foi enviada uma notificação de retirada às autoridades relevantes de Moçambique”.
A subsidiária Sasol Petroleum Sofala recebeu a licença de pesquisa em 2005. Em 2013, abandonou a parte de águas profundas da licença, mantendo a avaliação de potencial de hidrocarbonetos na parcela de águas rasas. O gás descoberto num dos furos Njika, nas águas profundas, foi considerado não comercialmente viável.
Com essa mudança, a área de exploração passou de 10 548 km2 para 2 857 km2, conforme dados do Instituto Nacional de Petróleo.
A pesquisa foi feita de parceria com a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos de Moçambique.
Reporta-se que a Sasol debate-se com alguns desafios financeiros.
A empresa continua a explorar gás em terra em Pande e Temane, na província de Inhambane, sul de Moçambique.
Um ex-membro da Polícia foi alvejado mortalmente e seus dois comparsas detidos em conexão com assalto a 10 mil dólares no distrito de Manica.
O caso deu-se no passado dia 29 de Junho quando o ex-agente da PRM e quarto comparsas sendo dois membros da Polícia e dois trabalhadores da empresa ANFRENA, subcontratada pela Administração Nacional de Estradas (ANE) para cobrança de camiões que saem do Porto da Beira aos países do Interland, assaltaram a referida firma onde roubaram 10 mil dólares.
A Polícia montou as suas linhas operativas, culminando com a neutralização do ex-agente que na tentativa de fuga, foi alvejado mortalmente.
Ainda durante a operação, a PRM deteve um membro no activo e um trabalhador da empresa ANFRENA que confessam o seu envolvimento no crime.
Mário Arnanca, porta-voz da Polícia em Manica condena veementemente este tipo de comportamento dos agentes que juraram servir fielmente a pátria na garantia da ordem e segurança públicas.
“Lamentamos a morte do nosso ex-colega que estranhamente pautou por essa conduta anormal para quadros da corporação, e temos a informar que quando o neutralizamos, tentou trocar tiros com a Polícia e acabou alvejado, infelizmente, mortalmente”, disse a fonte.
Refira-se que o agente ora baleado pela polícia foi expulso há dois anos, após ter assaltado um estabelecimento comercial em Gôndola, onde estava afecto.
Moçambique decretou o Estado de Emergência para conter a propagação da COVID-19, e por conta disso as igrejas suspenderam cultos públicos presenciais. Alguns e crentes nas Cidades de Maputo e Matola recorrem às tecnologias de informação e comunicação acompanhar os cultos.
É manhã dominical, o sol brilha e bate na torre da Sé Catedral de Maputo que tem suas portas abertas embora sem crentes.
No altar é notável a imagem de Jesus cristo crucificado. Nos bancos em fila desponta num dos cantos a Tânia Paulo que veio à igreja buscar o conforto de Deus perante as vicissitudes da vida e incerteza causada pela pandemia da COVID-19.
“Meu refúgio é sempre com Deus. Sou católica e tenho muita fé melhores dias virão, só que temos que ter muita calma e manter a cabeça em dia para podermos viver. Aqui na capela venho buscar a fé e conforto”.
Devido ao Estado de Emergência vigente no país que já vai para o quarto mês foram suspensos os cultos públicos e presenciais nas igrejas. Por conta disso várias igrejas tiveram que se reinventar. Joaquim Chirindza é pastor da Igreja evangélica prosperidade de Deus, conta que “nós como igreja, como pastores tivemos que adoptar sistemas de plataformas digitais, Facebook, Youtube e temos interagidos desta forma para dar continuidade ao nosso trabalho”.
Amélia Paixão é disso o exemplo, o culto e ministrado e transmitido em tempo real através de plataformas digitais.
Amélia Paixão, acompanha na sua casa o culto através do seu Smartphone conectado à internet através da plataforma Youtube.
“Vale apena, não é mesma coisa que estar na igreja.Sabes que nós africanos gostámos de ficar juntos e darmos abraços. E se não podemos estar juntos estamos conectados pela internet”.
A estilista Sara da Almeida, junto com a sua família acompanha a partir da sua residência os cultos através da internet e explica como tem sido feito o processo.
“Com meu telefone posso conectar ao televisor, para podermos acompanhar o culto em família e não cada um no seu telefone de forma individual. Todos os cultos nos sentamos oramos e como se tivéssemos no culto dentro da igreja a diferença e que estamos em casa”. A estilista aproveitou as nossas câmeras para cantar o “mhala mhala…”
Entretanto o bispo anglicano da diocese dos libombos Dom Carlos Matsinhe reconhece que as plataformas digitais mantém os crentes conectados na palavra divina e lamenta que nem todos consigam aceder aos cultos.
“Os nossos padres, os nossos líderes têm estado a dar homilia pelo telefone, tem várias redes de grupo de WhatsApp. É isso que nós temos estamos a viver, portanto há cultos que tem sido on-line, realizados, via WhatsApp, via zoom e outras plataformas digitais, só que não cobrem toda gente, porque nem todos tem smartphone, mesmo tendo smartphone, há outros que não sabem manejar esses telefones e há uma percentagem de crentes que fica de fora”, disse Dom Carlos Matsinhe que defende o retorno gradual aos cultos públicos e presencias nas igrejas.
Algumas igrejas neste momento que os crentes não vão aos cultos presencias enfrentam problemas de tesouraria resultante da falta das habituais contribuições. E há outras que recorrem a banca móvel para garantir as contribuições.
O país registou, em 24 horas, mais um óbito e 18 casos positivos de COVID-19. Segundo o Ministério da Saúde, trata-se de uma criança de 17 dias de vida, do sexo feminino, internada no dia 30 de Junho no Hospital Central de Maputo (na sala de isolamento).
A criança tinha algumas doenças congénitas e doença respiratória, que motivaram o seu internamento. A amostra para o teste do novo coronavírus foi colhida no dia 01 de Julho e teve o resultado positivo no dia 04 de Julho. O menor estava em tratamento para as comorbidades que determinaram o seu internamento e o óbito ocorreu na madrugada de 04 de Julho, no Hospital Central de Maputo (na sala de isolamento).
Com mais um caso de morte hoje reportado o país tem actualmente oito óbitos devido a COVID-19 e dois óbitos por outras causas.
O país que já tem um cumulativo de 1.242.361 pessoas rastreadas para a COVID-19, conta com um cumulativo de 33.125 casos suspeitos, dos quais 627 nas últimas 24 horas. Dos novos casos suspeitos testados, 609 foram negativos e 18 foram positivos para COVID-19.
Com novos casos hoje reportados, actualmente, o país tem 987 casos positivos registados, sendo 905 de transmissão local e 82 casos importados. Todos os casos são de nacionalidade moçambicana.
Das amostras testadas nas últimas 24h nos laboratórios do sector público, 12 são da Província de Cabo Delgado, 148 de Nampula, 53 da Zambézia, 26 de Tete, 40 de Manica, 2 de Inhambane, 225 da Província de Maputo e 121 da Cidade de Maputo. Dos 18 casos novos, que encontram-se em isolamento domiciliar, 14 são do sexo masculino e quatro (04) do sexo feminino.
O Ministério da Saúde avança ainda que o país tem um cumulativo de 26 indivíduos internados devido a COVID-19. Destes seis (06) continuam sob cuidados hospitalares. Os indivíduos que continuam internados, tem patologias crônicas diversas, associadas a COVID-19.
Nas últimas 24 horas, o país registou ainda mais catorze casos totalmente recuperados da COVID-19. Dos casos, três são da província de Niassa, três na Província de Cabo Delgado, quatro na Província de Inhambane e outros quatro na Província de Maputo. Todos indivíduos recuperados têm nacionalidade moçambicana.
Assim, o número de casos recuperados no país aumentou para 270. O número de casos activos também aumentou para 707.
O país registou, em 24 horas, mais um óbito e 18 casos positivos de COVID-19. Segundo o Ministério da Saúde, trata-se de uma criança de 17 dias de vida, do sexo feminino, internada no dia 30 de Junho no Hospital Central de Maputo (na sala de isolamento).
A criança tinha algumas doenças congénitas e doença respiratória, que motivaram o seu internamento. A amostra para o teste do novo coronavírus foi colhida no dia 01 de Julho e teve o resultado positivo no dia 04 de Julho. O menor estava em tratamento para as comorbidades que determinaram o seu internamento e o óbito ocorreu na madrugada de 04 de Julho, no Hospital Central de Maputo (na sala de isolamento).
Com mais um caso de morte hoje reportado o país tem actualmente oito óbitos devido a COVID-19 e dois óbitos por outras causas.
O país que já tem um cumulativo de 1.242.361 pessoas rastreadas para a COVID-19, conta com um cumulativo de 33.125 casos suspeitos, dos quais 627 nas últimas 24 horas. Dos novos casos suspeitos testados, 609 foram negativos e 18 foram positivos para COVID-19.
Com novos casos hoje reportados, actualmente, o país tem 987 casos positivos registados, sendo 905 de transmissão local e 82 casos importados. Todos os casos são de nacionalidade moçambicana.
Das amostras testadas nas últimas 24h nos laboratórios do sector público, 12 são da Província de Cabo Delgado, 148 de Nampula, 53 da Zambézia, 26 de Tete, 40 de Manica, 2 de Inhambane, 225 da Província de Maputo e 121 da Cidade de Maputo. Dos 18 casos novos, que encontram-se em isolamento domiciliar, 14 são do sexo masculino e quatro (04) do sexo feminino.
O Ministério da Saúde avança ainda que o país tem um cumulativo de 26 indivíduos internados devido a COVID-19. Destes seis (06) continuam sob cuidados hospitalares. Os indivíduos que continuam internados, tem patologias crônicas diversas, associadas a COVID-19.
Nas últimas 24 horas, o país registou ainda mais catorze casos totalmente recuperados da COVID-19. Dos casos, três são da província de Niassa, três na Província de Cabo Delgado, quatro na Província de Inhambane e outros quatro na Província de Maputo. Todos indivíduos recuperados têm nacionalidade moçambicana.
Assim, o número de casos recuperados no país aumentou para 270. O número de casos activos também aumentou para 707.
O número de casos confirmados de covid-19 em todo o mundo ultrapassou a marca de 11 milhões na noite desta sexta-feira (3). Segundo levantamento da universade americana de John Hopkins, são 11.045.713 de pessoas infectadas pelo novo coronavírus, até às 22h30 (horário de Brasília).
Ainda de acordo com a universidade, o número de vítimas fatais da doença chegou a 524.614.
O país recordista de casos segue sendo os Estados Unidos (2.793.435), seguido pelo Brasil (1.539.081), Rússia (666.941), Índia (625.544) e Peru (295.599). O mundo levou pouco menos de uma semana para registrar mais de 1 milhão de novos casos.
Em relação número de óbitos, segundo a plataforma da John Hopkins, a maior parte dos registros também são nos Estados Unidos. Por lá, 129.432 perderam a vida em decorrência da covid-19. A lista é seguida por Brasil (61.884), Reino Unido (44.216), Itália (34.833) e França (29.896).
A polícia da Alemanha informou nesta sexta-feira (3) uma operação contra um grupo neonazista em três estados federados do leste do país, sob suspeita de que sete de seus membros estavam preparando um ataque com coquetéis molotov contra uma mesquita e outros a empresas imigrantes.
Segundo a polícia, armas e munições, bem como símbolos nazistas, foram encontrados na ação contra a organização “Freie Kräfte Prignitz”.
A operação foi realizada em seis casas em Brandenburg, Mecklenburg-Antepomerania e Saxony-Anhalt.
Até o momento, não houve prisões na operação em envolve a participação de mais de 100 policiais.
As investigações serão realizadas pelo Departamento Penal Regional (LKA) de Brandenburg, um estado federado nas proximidades de Berlim.
Durante a operação, a polícia apreendeu vários computadores e telefones celulares.
O grupo, conhecido desde 2014, está na lista de organizações de extrema-direita contrárias à ordem constitucional do Escritório Federal para a Proteção da Constituição.
O Fulham anunciou esta quinta-feira a contratação do jovem lateral-esquerdo Ziyad Larkèche, de 17 anos, que estava em fim de contrato com o Paris SG.
O atleta tornou-se em 2018/19 o mais jovem jogador da história do PSG a actuar na Youth League, tendo participado também na prova em 2019/20, época em que representou também a equipa B. Larkèche chega ao clube inglês a custo zero e vai inicialmente integrar os sub-23. Recorde-se que também Tanguy Kouassi já saiu a custo zero (Bayern Munique) e espera-se também a saída de Adil Aouchiche nos mesmos moldes.
O avançado português João Félix saiu chateado quando foi substituído aos 54 minutos por Vitolo na vitória, desta sexta-feira, do Atlético Madrid frente ao Maiorca (3-0). João Félix saiu de campo, agarrou numa bola e atirou-a para a bancada.
A Cadena Cope lançou logo uma sondagem a questionar os adeptos do Atlético Madrid.
Sim. Merece ser titular
Não. Deixa muito a desejar.
João Félix foi titular em 21 jogos e foi substituído em 17.
A África do Sul registou mais 9.064 infetados, um novo recorde diário de casos confirmados de covid-19, informaram hoje as autoridades.
Cerca de 30% dos mais de 177 mil casos da África do Sul foram identificados na província de Gauteng, onde se localiza Joanesburgo e a capital, Pretória.
Mais de 2.900 pessoas no país morreram.
O continente africano tem mais de 433 mil casos.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 522 mil mortos e infetou mais de 10,92 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).
A doença é transmitida por um novo coronavírusdetetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.
O comissário federal de Ética canadiano anunciou na sexta-feira 03, a abertura de uma investigação ao primeiro-ministro, após um contrato controverso concedido a uma instituição de caridade para gerir um grande programa do Governo.
Mario Dion, funcionário independente do Parlamento, e que é comissário federal de Ética canadiano, divulgou através da sua conta na rde social Twitter que “informou” Justin Trudeau da sua investigação.
E acrescentou que esta irá acontecer de forma confidencial e será tornada pública após a sua conclusão, noticia a agência de notícias France-Presse (AFP).
O anúncio surge após a instituição de caridade em questão ter anunciado na sexta-feira a sua retirada da execução de um programa do Governo, após críticas pela sua proximidade com Justin Trudeau.
Os cofundadores da WE Charity, Craig Kielburger e Marc Kielburger, revelaram em comunicado à imprensa que tomaram aquela decisão devido à “controvérsia” sobre a escolha da sua organização para gerir o programa, que tem como objetivo incentivar o voluntariado dos estudantes durante a pandemia de covid-19.
O Governo liderado por Justin Trudeau anunciou no final de junho que confiava à organização a gestão do programa federal, que tem um orçamento de 900 milhões de dólares canadianos (591 milhões de euros) e que oferece bolsas até cinco mil dólares (4.444 euros) a estudantes em troca de voluntariado junto de associações sem fins lucrativos.
O primeiro-ministro do Canadá, a sua mulher e a sua mãe foram convidados a falar pelo WE Charity anteriormente, o que resultou em críticas por parte dos partidos da oposição, considerando haver tratamento preferencial.
A decisão da organização em se retirar do projeto foi “acordada mutuamente”, disse o ministro da Diversidade, Inclusão e Juventude, BardishChagger.
“A forma como tudo aconteceu é dececionante“, destacou Justin Trudeau na sexta-feira, durante uma conferência de imprensa.
O governante defendeu ainda o seu envolvimento pessoal e da sua família na organização.
“Há vários anos que estou envolvido com associações de jovens”, realçou.
A oposição mais conservadora já tinha exigido uma auditoria de outro membro independente do parlamento, a auditora geral do Canadá, Karen Hogan, sobre a escolha daquela organização.
Anteriormente, o Comissário de Ética já tinha divulgado dois relatórios, onde concluiu que o primeiro-ministro violou uma lei de conflitos de interesses, em 2017, por aceitar férias na ilha particular de Aga Khan, e no ano passado por tentativa de influenciar processos judiciais no caso SNC–Lavalin.
O chefe da diplomacia da União Europeia disse na sexta-feira 03, que tinha recebido uma carta do Irão, com o que inicia o mecanismo de resolução de disputas no acordo internacional que limita as ambições nucleares iranianas.
JosepBorrell adiantou que o Irão expressou preocupações com o facto de, no seu entender, o Reino Unido, a França e a Alemanha não estarem a cumprir a sua parte.
O acordo, que os iranianos assinaram com norte-americanos, britânicos, alemães, franceses e russos, em 2015, tem estado com problemas desde que os EUA se retiraram em 2018 e avançaram com sanções para prejudicar a economia do Irão.
Borrell, que é o coordenador do pacto, disse que na carta o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, JavadZarif, reclama uma compensação, “ao abrigo do mecanismo de resolução de disputas”.
Não foram avançados detalhes sobre as questões relacionadas com a aplicação do acordo, relativas ao Reino Unido, à França e à Alemanha.
O mecanismo de resolução de disputas estabelece um período de um mês, que pode ser prolongado por acordo das partes, para resolver qualquer desacordo.
Na rede social Twitter, em 19 de junho, Zarif afirmou que aqueles três países “devem parar com o salvar a face em termos públicos e terem a coragem de declarar publicamente o que afirmam em privado: a sua incapacidade de cumprir os seus próprios deveres (estabelecidos no acordo), devido à sua total impotência de resistir ao assédio dos EUA“.
A carta de ZArif para Borrell foi enviada um dia depois de um misterioso incêndio ter deflagrado nas instalações subterrâneas de Natanz onde o Irão enriquece urânio.
Ponto final na especulação em torno de Leroy Sané com o Bayern a anunciar a contratação do jovem extremo, de 24 anos, que assinou com o clube alemão um contrato válido por cinco temporadas.
Os valores do negócio não foram divulgados, mas a BBC avança que o Bayern terá pago, no imediato, 50 milhões de euros pelo passe do internacional germânico, com a possibilidade de o Manchester City encaixar mais 10 milhões de euros em objetivos.
Transferência consumada por cerca de metade dos valores negociados no verão de 2019, quando o Bayern fez as primeiras abordagens pelo jogador, então avaliado em 120 milhões de euros pelos citizens.
«Quero ganhar o máximo possível de troféus pelo Bayern e a Liga dos Campeões é prioridade máxima», refere Sané, que regressa à Alemanha depois de quatro temporadas e sete títulos conquistados pelo Manchester City.
Formado no Leverkusen, Leroy Sané regressa à Bundesliga de onde saiu em 2016 para ingressar no Manchester City, num negócio que rendeu 40 milhões de euros ao Schalke.
A perder espaço nas opções de Quique Setién, Griezmann poderá deixar o Barcelona na próxima temporada. Uma situação que despertou a cobiça do Arsenal.
De acordo com o Daily Express, o emblema londrino está a preparar uma proposta para resgatar o avançado francês de Camp Nou. Em cima da mesa estão os direitos desportivos de Matteo Guendouzi e Pierre-Emerick Aubameyang, mais uma verba monetária que não foi revelada.
Formado na Real Sociedad, Griezmann chegou ao Barcelona esta temporada depois de ter passado pelo Atlético Madrid. No total, soma 14 golos em 43 partidas pelos blaugrana.
O procurador-geral da República (PGR) angolano afirmou que o processo cível que decorre contra o casal Isabel dos Santos e Sindika Dokolo está em curso e que para haver negociação terá de ser reconhecida a ilicitude dos atos.
Em declarações hoje em Luanda, Helder Pitta Grós rejeitou estar a decorrer qualquer negociação nesta altura no âmbito do processo cível em que foram arrestadas contas e participações sociais da empresária Isabel dos Santos, filha do ex-Presidente José Eduardo dos Santos, e em que o Estado angolano reclama perto de 2 mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros).
“O processo cível está em curso e até ao momento não há nada que nos faça desistir da ação”, afirmou Pitta Grós, sublinhando que para haver negociação uma das partes tem de reconhecer que cometeu algum ato ilícito”,o que até agora não aconteceu, segundo o procurador-geral.
“Se ela quer negociar deve dizer que atos ilícitos cometeu para se fazer uma avaliação”, o que poderia levar o Estado angolano a deixar de ter interesse em deixar a ação cível chegar ao fim, acrescentou.
Helder Pitta Grós reforçou: “Se não quer que o processo prossiga, se entende que quer negociar, tem de dizer o que quer negociar e como”.
Sobre as alegações de Isabel dos Santos, que acusa os tribunais angolanos de lhe negarem justiça e forjarem provas, afirmando ser vítima de perseguição política, o PGR salientou que estão em causa “factos concretos”.
Helder Pitta Grós afirmou que o Ministério Público “tem feito o seu papel” e vincou que os advogados de Isabel dos Santos devem apresentar as pretensas “ilegalidades” junto dos tribunais, como o têm feito outros visados nos processos cíveis em curso.
“Ainda esta semana decorreram audiências de outros cidadãos portugueses, a quem os bens foram arrestados e que recorreram dessa decisão. Acredito que pode querer uma resposta mais urgente, mas os tribunais têm os seus princípios e irão dando resposta”, realçou o PGR.
Pitta Grós garantiu ainda que a justiça angolana não está a agir seletivamente, indicando que “há diversos processos” em curso e que não pode ser feito tudo ao mesmo tempo.
Em dezembro de 2019, o Tribunal Provincial de Luanda decretou o arresto preventivo dos bens de Isabel dos Santos, de Sindika Dokolo, seu marido, e do gestor Mário Filipe Moreira Leite da Silva, na altura presidente do conselho de administração do Banco Fomento de Angola (BFA).
Foram também alvo de arresto nove empresas nas quais a empresária detém participações sociais, entre as quais a cervejeira Sodiba, a Condis, detentora da rede de hipermercados Candando, a operadora de televisão Zap Media e a cimenteira Cimangola.
Em janeiro, o Consórcio Internacional de Jornalismo de Investigação revelou também mais de 715 mil ficheiros, sob o nome de `Luanda Leaks`, que detalham alegados esquemas financeiros de Isabel dos Santos e do marido, que lhes terão permitido retirar dinheiro do erário público angolano através de paraísos fiscais.
As fortes chuvas no sudoeste do Japão provocaram, nas últimas horas, inundações e deslizamentos de terra e causaram pelo menos dois mortos e 13 desaparecidos, encontrando-se pessoas presas nos telhados à espera de socorro, disseram as autoridades.
O primeiro-ministro, Shinzo Abe, criou um grupo de trabalho e prometeu fazer o máximo para resgatar os desaparecidos, anunciando que cerca de dez mil soldados foram mobilizados para as operações de resgate.
As autoridades japonesas já tinham ordenado a retirada de cerca de 75 mil pessoas no sudoeste do país, devido às fortes chuvas das últimas horas e que devem continuar este fim de semana.
A Agência Meteorológica do Japão divulgou o nível mais alto de alerta na escala de emergência para as duas regiões mais afetadas e também pediu aos habitantes dessas áreas que deixassem as casas e fossem para lugares designados para se protegerem.
Cenário aterrador
As imagens de televisão da emissora pública nipónica, a NHK, mostraram grandes áreas da cidade de Hitoyoshi, em Kumamoto, inundadas por águas barrentas que jorraram do rio Kuma. Muitos carros estavam submersos.
Deslizamentos de terra destruíram casas e águas das enchentes arrastaram troncos de árvores.
No distrito de Tsunagimachi, duas das três pessoas soterradas devido aos deslizamentos de terra foram resgatadas já sem sinais vitais.
As equipas de resgate ainda procuravam a terceira pessoa.
A NHK noticiou que pelo menos 13 pessoas estão desaparecidas.
As autoridades de Kumamoto dizem que ainda estão a avaliar a extensão dos danos.
As inundações também cortaram as linhas de energia e comunicação. Cerca de oito mil casas em Kumamoto e na vizinha Kagoshima estavam sem eletricidade, de acordo com a Kyushu Electric Power Co.
Dezenas de ativistas e organizações de defesa de direitos humanos de todo o mundo divulgaram esta sexta-feira uma carta aberta pela libertação imediata de Julian Assange, fundador da rede WikiLeaks, preso no Reino Unido.
Assange, que cumpre esta sexta-feira 49 anos, está preso no estabelecimento prisional britânico de alta segurança de Belmarsh, sudeste de Londres, enquanto aguarda pela segunda fase do julgamento marcado para setembro sobre o pedido de extradição dos Estados Unidos. O ativista australiano não recebe visitas desde o passado mês de março devido às medidas impostas para conter a pandemia da Covid-19.
Na carta aberta dirigida ao governo britânico os subscritores referem-se às novas acusações apresentadas nos últimos dias pelos Estados Unidos contra Julian Assange e que é apontado como responsável pela divulgação de informações secretas da administração norte-americana através do portal WikiLeaks.
No documento os signatários qualificam as últimas acusações como uma escalada sem precedentes e uma agressão “inquietante” para o jornalismo nos Estados Unidos. O texto recorda que o presidente norte-americano Donald Trump considera os meios de comunicação social “inimigos das pessoas”.
Por iniciativa da fundação internacional Courage Foundation, com representações no Reino Unido, Estados Unidos e Alemanha, cerca de 40 grupos encontram-se envolvidos na petição em que se incluem as organizações Repórteres Sem Fronteiras, Pen International e a Federação Internacional de Jornalistas.
Segundo o diretor executivo do organismo Pen International, Carlos Torner, as últimas acusações dos Estados Unidos “abrem portas de maneira efetiva à criminalização de atividades que são vitais para muitos jornalistas de investigação e a todos os que se dedicam a assuntos de segurança”.
Torner acrescentou que é preocupante o facto de Assange enfrentar neste momento o risco de extradição podendo vir a ser condenado a “várias décadas” de cadeia nos Estados Unidos. “A eventual sentença contra Assange é aterradora para o jornalismo”, afirmou.
Para Rebecca Vincent, diretora de campanhas internacionais da organização não-governamental Repórteres sem Fronteiras o “governo britânico deve exercer as suas obrigações para proteger a liberdade de informação e não permitir injustiças políticas provocadas por outro pais (Estados Unidos”. “Todas as acusações contra ele deveriam ser retiradas e Assange devia ser libertado hoje mesmo”, acrescentou.
Dezenas de ativistas e organizações de defesa de direitos humanos de todo o mundo divulgaram esta sexta-feira uma carta aberta pela libertação imediata de Julian Assange, fundador da rede WikiLeaks, preso no Reino Unido.
Assange, que cumpre esta sexta-feira 49 anos, está preso no estabelecimento prisional britânico de alta segurança de Belmarsh, sudeste de Londres, enquanto aguarda pela segunda fase do julgamento marcado para setembro sobre o pedido de extradição dos Estados Unidos. O ativista australiano não recebe visitas desde o passado mês de março devido às medidas impostas para conter a pandemia da Covid-19.
Na carta aberta dirigida ao governo britânico os subscritores referem-se às novas acusações apresentadas nos últimos dias pelos Estados Unidos contra Julian Assange e que é apontado como responsável pela divulgação de informações secretas da administração norte-americana através do portal WikiLeaks.
No documento os signatários qualificam as últimas acusações como uma escalada sem precedentes e uma agressão “inquietante” para o jornalismo nos Estados Unidos. O texto recorda que o presidente norte-americano Donald Trump considera os meios de comunicação social “inimigos das pessoas”.
Por iniciativa da fundação internacional Courage Foundation, com representações no Reino Unido, Estados Unidos e Alemanha, cerca de 40 grupos encontram-se envolvidos na petição em que se incluem as organizações Repórteres Sem Fronteiras, Pen International e a Federação Internacional de Jornalistas.
Segundo o diretor executivo do organismo Pen International, Carlos Torner, as últimas acusações dos Estados Unidos “abrem portas de maneira efetiva à criminalização de atividades que são vitais para muitos jornalistas de investigação e a todos os que se dedicam a assuntos de segurança”.
Torner acrescentou que é preocupante o facto de Assange enfrentar neste momento o risco de extradição podendo vir a ser condenado a “várias décadas” de cadeia nos Estados Unidos. “A eventual sentença contra Assange é aterradora para o jornalismo”, afirmou.
Para Rebecca Vincent, diretora de campanhas internacionais da organização não-governamental Repórteres sem Fronteiras o “governo britânico deve exercer as suas obrigações para proteger a liberdade de informação e não permitir injustiças políticas provocadas por outro pais (Estados Unidos”. “Todas as acusações contra ele deveriam ser retiradas e Assange devia ser libertado hoje mesmo”, acrescentou.
A Comissão Europeia deu a ‘luz verde’ à comercialização do antiviral Remdesivir, que se torna assim o primeiro medicamento autorizado ao nível da União Europeia para tratamento da covid-19.
A autorização do executivo comunitário, concedida ao abrigo de um procedimento acelerado e de forma condicional, surge após uma recomendação da Agência Europeia de Medicamentos, de 25 de Junho, que aprovou o recurso a este medicamento para o tratamento da covid-19 em adultos e adolescentes a partir dos 12 anos com pneumonia e que requerem oxigénio suplementar, e que em Portugal já tem sido utilizado em doentes graves.
Apontando que “a protevção da saúde pública é uma prioridade fundamental da Comissão”, Bruxelas indica que, “como tal, os dados sobre o Remdesivir foram avaliados num período de tempo excepcionalmente curto”, o que permitiu que a autorização fosse concedida rapidamente no contexto da crise do coronavírus, “no prazo de uma semana após a recomendação da EMA, em comparação com os habituais 67 dias”.
“A autorização de hoje de um primeiro medicamento para tratar a covid-19 é um importante passo em frente na luta contra este vírus. Estamos a conceder esta autorização menos de um mês após o pedido ter sido apresentado, mostrando claramente a determinação da UE em responder rapidamente sempre que novos tratamentos se tornem disponíveis. Não deixaremos pedra sobre pedra nos nossos esforços para assegurar tratamentos ou vacinas eficazes contra o coronavírus”, comentou a comissária europeia da Saúde, Stella Kyriakides.
Um dia após a recomendação da Agência Europeia do Medicamento, o Governo português disse esperar que a Comissão Europeia autorizasse já esta semana a utilização do Remdesivir para casos de covid-19, como veio a suceder, tendo a directora-geral da Saúde, Graça Freitas, indicado na ocasião que os hospitais activaram o programa de acesso precoce e têm usado o Remdesivir “para doentes graves”.
Na passada quarta-feira, o Infarmed assegurou que Portugal tem ‘stock’ disponível e reserva para uso imediato do medicamento Remdesivir e que o laboratório não antecipa constrangimentos no seu acesso aos doentes portugueses.
“Podemos informar que existe ‘stock’ disponível do medicamento Remdesivir, de acordo com as alocações que têm vindo a ser feitas ao nosso país, constituindo uma primeira reserva que garante o acesso imediato ao medicamento”, destacou, em comunicado, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde.
O Infarmed revelou ainda que, após contacto com o laboratório titular do medicamento Remdesivir, este confirmou que “antecipa que não venha a existir qualquer constrangimento no acesso ao tratamento por parte dos doentes portugueses, tendo a garantia de acompanhamento conjunto da situação”.
Na mesma nota, o Infarmed esclareceu que este medicamento “esteve sempre disponível em Portugal, mesmo antes de ter a referida autorização condicional, através de pedidos de Autorização de Utilização Excepcional, assim os médicos assistentes o entendessem”.
Também na quarta-feira, a Comissão Europeia indicou que está a negociar com a empresa produtora a compra e reserva do medicamento Remdesivir, depois das notícias de que os Estados Unidos compraram à empresa Gilead Sciences praticamente toda a reserva para três meses do medicamento, o primeiro aprovado também naquele país para o tratamento de covid-19.
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, foi acusado esta sexta-feira pela Polícia Federal brasileira de cometer fraude eleitoral e ocultar gastos de campanha nas eleições de 2018, segundo informações das autoridades locais.
Os investigadores da Polícia Federal brasileira suspeitam que, para obter fundos para a sua campanha, o agora governador usou candidaturas fantasmas de pessoas desconhecidas, que concorreram ao cargo de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Distrito Federal.
Esses candidatos não obtiveram mais do que uma dúzia de votos, mas existe a suspeita de que eles teriam usado as suas candidaturas para obter dinheiro que, segundo a Polícia Federal, na verdade foi usado na campanha de Ibaneis Rocha.
A polícia descobriu que esse dinheiro não foi declarado pela campanha do governador às autoridades eleitorais, um ato que constitui fraude.
A defesa do governador divulgou uma nota rejeitando as acusações e frisou que as contas da sua campanha foram aprovadas pela Justiça eleitoral, no ano passado.
“Essa acusação não será recebida pela Justiça”, garantiram os representantes do governador, eleito pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (MDB).
Ibanê Rocha era um desconhecido até lançar a sua campanha eleitoral em 2018 e, embora pertença a um partido tradicional como o MDB, do ex-Presidente brasileiro Michel Temer, tornou-se popular principalmente porque recebeu o apoio do atual Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.
Segundo a nota da defesa do governador, “o então candidato Ibaneis Rocha não era o coordenador da campanha nem líder do partido MDB”, que seria responsável pela administração dos recursos arrecadados.
A denúncia da Polícia Federal foi apresentada ao Ministério Público, que deve analisar o caso e decidir se vai registar uma queixa formal no Superior Tribunal de Justiça (STJ), órgão de terceira instância que é responsável por investigações e denúncias contra os governadores no Brasil.
Se a denúncia for aceite, Ibaneis Rocha poderá ser afastado do cargo e até mesmo destituído.
As denúncias sobre candidaturas fantasmas para arrecadar fundos em campanhas foram recorrentes nas eleições de 2018 e afetaram até o Partido Social Liberal (PSL), que servia de plataforma eleitoral para Bolsonaro, eleito Presidente do Brasil.
O Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos diz que o país está a perder muito dinheiro por conta da má qualidade das obras públicas.
João Machatine falava esta sexta-feira 03, em Maputo, na reunião de busca de soluções para colmatar os problemas da má qualidade das obras públicas.
“Perde-se dinheiro porque primeiro paga ao projectista, que infelizmente, poderá estar a fazer um mau projecto, é dinheiro perdido; paga ao fiscal, que eventualmente não esteja a desempenhar cabalmente a sua responsabilidade na obra, também é dinheiro perdido; prede também dinheiro porque tem que reparar os danos que precocemente ocorrem nas obras. O estado acaba por perder três vezes os seus recursos que poderiam ser muito bem aplicados noutras frentes”, frisou João Machatine, falando sobre o Papel dos Projectistas e Fiscais na Qualidade das Obras Públicas.
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