Uma mulher deu à luz um bebê com duas cabeças em Samarkand, no Uzebequistão. A criança nasceu com apenas um corpo e dois cérebros funcionais. Aos jornais locais, ela relatou ter levado a gravidez até o fim após ser obrigada pelo sogro.
Além do fenómeno raro, o homem forçou a nora a abandonar o filho, fazendo-a entregá-lo à adoção. “Descobri que o bebê não estava bem na 21ª semana de gestação, mas o meu sogro é profundamente religioso e não permitiu que eu abortasse, mesmo contra todos os conselhos médicos. A minha vida também estava em risco”, disse ela.
Também aos jornalistas, o sogro se justificou. “O que é que podíamos fazer? Nem sequer sei se vão sobreviver. Eu errei, não devia ter obrigado que ela fosse até o fim com a gravidez. Eu achava que o bebê iria nascer saudável”, declarou.
O médico responsável pelo parto, Dilshod Rakhmonov, informou que a criança está bem e segue na Unidade de Tratamento Intensivo. “Crianças que nascem nestas condições podem, em alguns casos, viver entre 30 a 50 anos”, explicou.
O profissional da saúde ainda declarou que o menino espera uma nova família no hospital. Uma amiga da mãe disse que ela “só chora e reza” e que está “destroçada”.
O Partido Renamo manifesta preocupação face aos ataques armados na zona centro do país e condena a actuação dos terroristas em Cabo Delgado.
A Presidente da Liga Feminina da Renamo, Maria Inês, fez este pronunciamento, este domingo em Maputo, a propósito da passagem do cinco de Julho, dia do Destacamento Feminino da Renamo.
Maria Inês se referiu também à pandemia da COVID-19 e apelou a tomada de medidas de prevenção desta doença.
“O nosso país está a atravessar momentos difíceis por causa da pandemia da Covid-19 que está abalando o mundo, sendo que para a sua prevenção e combate somos chamados todos a observar as medidas que têm sido anunciadas pelas entidades da saúde, como a lavagem as mãos com água e sabão ou cinza, sempre que for necessário, uso de máscaras de protecção ao sair de casa para a via pública, a observância do distanciamento social de um metro e meio em lugares de aglomeração de pessoas e ficar em casa, caso não haja necessidade imperiosa de sair”, disse.
As chuvas torrenciais que atingiram o Japão, nesse sábado (4), deixaram, ao menos, 16 mortos e 13 desaparecidos. Os números foram actualizados neste domingo (5), em boletim divulgado pela NHK, emissora estatal japonesa. A meteorologia prevê mais chuvas fortes nesta noite.
As tempestades atingiram a província de Kumamoto, fazendo com que o rio Kuma transbordasse. Os alagamentos provocaram deslizamento de terras. Os militares foram acionados para fazer o resgate dos moradores ilhados.
As autoridades japoneses recomendaram que mais de 90 mil pessoas deixassem suas casas em Kumamoto e na cidade de Kagoshima.
O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano garante que todas as escolas envolvidas na primeira fase de retorno as aulas, serão equipadas com material de rastreio do novo coronavírus.
A porta-voz do Ministério da Educação, Gina Guibunda, disse este domingo à Rádio Moçambique, que a medida visa garantir que o vírus não se multiplique nas escolas.
“ Estaremos a controlar dia após dia e caso se detecte um caso confirmado imediatamente a escola também deverá ser fechada para que os outros alunos não passem por uma situação de estarem ou serem também contaminados”, frisou.
Em todo o país cerca de duzentos mil alunos da décima segunda classe e do último ano de formação de professores, poderão regressar às aulas este mês.
A porta-voz do Ministério da Educação indicou que em preparação a retoma das aulas, quadros do sector reúnem-se, esta segunda-feira em Maputo, para a partilha da estratégia de regresso às aulas
O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro acusou os Estados Unidos de ter “recrudescido as sanções criminosas” e o bloqueio contra a Venezuela durante a pandemia da covid-19, mas que o país tem resistido com sucesso às agressões.
“Quando a Venezuela enfrentava a pandemia, nos meses de março, abril e maio e pensávamos que os atores do império norte-americano iriam decretar uma pausa, um cessar das agressões, foi o contrário: aumentaram as sanções criminais, a perseguição contra os alimentos, os medicamentos e a gasolina que a Venezuela procura e compra ao mundo”, disse Nicolás Maduro durante uma comemoração do 209.º aniversário da Assinatura da Ata da Independência da Venezuela (5 de julho de 1811) e o Dia das Forças Armadas Bolivarianas (FANB).
“Recrudesceram as sanções criminosas, mas temos sabido avançar. Passou o primeiro semestre de 2020, tomámos todas as decisões corretas a tempo (…) O povo sabe que pode confiar no seu governo e nas autoridades civis e militares nesta batalha contra o coronavírus“, disse.
Nicolás Maduro acusou a oposição venezuelana de estar alinhada com os Estados Unidos e apelou para que os venezuelanos quebrem as cadeias de transmissão do coronavírus que disse estar a alastrar pelo país através das fronteiras com os países vizinhos (Colômbia e Brasil).
“Estamos enfrentando um surto da covid-19 no país, que, se comparado a outros países como o Brasil, Colômbia ou os Estados Unidos, os números continuam a ser reduzidos, mas devemos controlar esse surto e manter as comunidades saudáveis”, frisou.
Segundo Nicolás Maduro as autoridades venezuelanas estimam que 30 mil pessoas teriam entrado no país por veredas e caminhos não oficiais ou controlados, dos quais pelo menos 3.000 estariam contagiados com coronavírus.
“Temos implementando planos de segurança e prevenção. Neste momento, existem 14 mil brigadas médicas fazendo visitas casa a casa, atendendo os casos, mantendo o povo informado e insistindo em medidas de prevenção”, explicou.
Na Venezuela estão oficialmente confirmados 7.169 casos de pessoas infetadas e 64 mortes associadas ao novo coronavírus. Estão ainda dados como recuperados 2.100 pacientes.
A Venezuela está desde 13 de março em estado de alerta, o que permite ao executivo decretar “decisões drásticas” para combater a pandemia.
Os voos nacionais e internacionais estão restringidos no país.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 531 mil mortos e infetou mais de 11,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírusdetetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.
Já não é só Donald Trump a querer apertar o controlo na fronteira com o México. Agora é o estado de Sonora, no norte do México, a querer fazê-lo, mas por motivos diferentes.
É que Sonora faz fronteira com o Arizona, um dos estados norte-americanos mais afetados pela Covid-19. Por isso, o responsável pela pasta da Saúde naquele estado, Enrique Clausen, pediu ao governo central para implementar medidas mais restritivas na fronteira, de forma a impedir a entrada de residentes do Arizona e travar o avanço do surto no México.
No Arizona foram já registados 94.553 casos positivos e 1.805 mortes por Covid-19, e os números estão a aumentar rapidamente. Só na quarta-feira foram registados 4.900 novos casos e 88 mortes, o que obrigou as autoridades locais a darem um passo atrás na política de retoma de atividade, refere o ABC. O departamento de Saúde do Arizona adiantou mesmo que 89% das camas nos cuidados intensivos estão ocupadas. Por outro lado, o Estado de Sonora já tem 8.533 casos e 870 mortes. E, no sábado, o México ultrapassou França no número de óbitos (são já 30.366), tornando-se no quinto país com mais mortes devido à doença.
Enrique Clausen quer um controlo mais apertado na fronteira no que toca a atividades não essenciais entre os dois estados. “É muito importante implementar as medidas necessárias para proteger a saúde dos nossos residentes. E uma dessa medidas, neste momento, tem de ser reduzir as travessias na fronteira, dos Estados Unidos para o México”, disse na semana passada, numa conferência de imprensa.
A fronteira entre os dois países está temporariamente fechada a atividades não essenciais e assim se manterá, pelo menos, até ao final de julho — mantém-se apenas aberta para viagens de trabalho e razões de saúde ou emergências. Mas o presidente mexicano Andrés Manuel López Obrado disse, na sexta-feira, que há várias travessias não essenciais a acontecer.
Antecipando o fim de semana das celebrações do 4 de julho, Sonora anunciou um reforço dos pontos de controlo na fronteira para impedir a entrada de turistas e evitar que o estado se veja a braços com “um fardo maior de Covid-19”, disse, em comunicado, a governadora de Sonora, Claudia Pavlovich Arellano. Diariamente, passam a fronteira centenas de pessoas para trabalhar ou visitar familiares.
A Índia ultrapassou a Rússia e tornou-se no terceiro país com mais casos de covid-19, depois de nas últimas 24 horas ter identificado 24.248 novas infeções, elevando o total para 697.413 casos.
De acordo com o Ministério da Saúde indiano, o país registou além disso 19.693 mortes desde o início da pandemia.
A Rússia tem 680.283 casos, segundo os últimos dados oficiais.
Os Estados Unidos continuam a ser o país com o maior número de casos, com quase 2,9 milhões. O Brasil está em segundo lugar, com mais de 1,6 milhões.
As autoridades indianas abandonaram no domingo o plano de reabertura do famoso monumento TajMahal, depois de novos casos terem sido detetados na área. O Ministério da Cultura da Índia tinha decidido reabrir todos os monumentos em todo o país após mais de três meses de encerramento, com um limite ao número de visitantes e o uso obrigatório de máscaras faciais.
Após um rigoroso confinamento de dois meses, a Índia diminuiu as restrições na maior parte do país, exceto nas áreas de maior risco.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 531 mil mortos e infetou mais de 11,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Em Portugal, morreram 1.614 pessoas das 43.897 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
A doença é transmitida por um novo coronavírusdetetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) vai descontinuar a utilização de hidroxicloroquina e de lopinavir/ ritonavir no tratamento de pacientes hospitalizados com covid-19, pela falta de evidências da redução da mortalidade de pacientes infetados.
De acordo com um comunicado divulgado, a OMS “aceitou hoje a recomendação do Estudo de Solidariedade do Comité de Direção Internacional para descontinuar” os testes de hidroxicloroquina e de lopinavir/ ritonavir.
“Os resultados interinos dos testes demonstram que a hidroxicloroquina e a lopinavir/ritonavir diminuem pouco ou nada a mortalidade de pacientes com covid-19 hospitalizados, comparando com os tratamentos convencionais”, explicita a nota publicada na página na internet da OMS, acrescentando que os investigadores vão interromper os tratamentos com estes medicamentos “com efeito imediato”.
A Organização Mundial da Saúde também dá conta de que, para cada um dos medicamentos, “os resultados interinos não apresentam evidências sólidas de um aumento da mortalidade” destes pacientes.
A OMS acrescenta que esta descontinuação da utilização dos dois fármacos apenas se aplica “à conduta do estudo de Solidariedade em pacientes hospitalizados e não afeta a avaliação possível em outros estudos de hidroxicloroquina ou lopinavir/ritonavir” em pessoas infetadas pelo SARS-CoV-2, mas que não estão internadas.
A eficácia destes medicamentos foi comparada com os tratamentos convencionais para a doença provocada pelo novo coronavírus, sublinhou o comunicado.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 526 mil mortos e infetou mais de 11 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 1.598 pessoas das 43.156 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde, hoje divulgado.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.
O Flamengo, treinado pelo português Jorge Jesus, venceu este domingo por 2-0 o Volta Redonda e apurou-se para a final da Taça Rio de futebol, que consagra o vencedor da segunda volta do campeonato estadual do Rio de Janeiro.
No Maracanã, os ‘rubro-negros’, vencedores do grupo A da Taça Rio, tiveram pela frente o segundo colocado do grupo B, assegurando o triunfo na meia-final com dois golos do avançado Bruno Henrique, aos 21 e 49 minutos.
Na final, agendada para quarta-feira, a equipa comandada por Jorge Jesus vai defrontar o Fluminense, que empatou 0-0 com o Botafogo na outra meia-final, qualificando-se para o jogo decisivo pelo facto de ter vencido o grupo B.
A Taça Rio vai consagrar o vencedor da segunda volta do ‘Carioca’, sendo que os campeões brasileiros e sul-americanos já conquistaram a Taça Guanabara, troféu referente à primeira volta do estadual.
Em 2020, o ‘Fla’ soma 14 vitórias, mais um empate, em 15 jogos sob o comando de Jorge Jesus e já conquistou a Supertaça sul-americana e a Supertaça brasileira, além da Taça Guanabara.
Estes três títulos juntam-se à Taça Libertadores e ao ‘Brasileirão’, arrebatados em 2019, no ano de estreia do técnico luso, que somou 28 triunfos, oito empates e quatro derrotas, a última contra o Liverpool, na final do Mundial de clubes.
A capital de Madagáscar, Antananarivo, volta a estar confinada a partir de segunda-feira, devido ao aumento de casos de Covid-19, anunciou a Presidência da República.
“A região de Analamanga (na qual a capital se insere) volta ao confinamento total”, informou um comunicado de imprensa da Presidência da República de Madagáscar.
A medida deve-se “à disseminação da epidemia e ao aumento dos casos de covid-19”, explica o comunicado divulgado pela agência France-Press (AFP).
A região de Analamanga estará fechada à entrada e saída de viaturas, a partir de segunda-feira e até ao dia 20 de julho.
De acordo com o comunicado, “apenas uma pessoa por família tem direito a sair à rua entre as 06:00 e as 12:00”, ao contrário do que acontecia no anterior confinamento, em que as saídas eram permitidas até às 17:00.
Segundo a AFP, a autoridade sanitária de Madagáscar registou centenas de casos diários de infeção nos últimos três, incluindo 216 no sábado, identificados em 675 pessoas testadas.
No âmbito do confinamento foram determinadas restrições ao tráfego, a suspensão do funcionamento dos tribunais por tempo indeterminado e as reuniões do Governo passam a ser realizadas por videoconferência, de acordo com o comunicado de imprensa da presidência.
As autoridades estão a treinar pelo menos quarenta mil presos para defender a Venezuela de uma eventual invasão norte-americana, disse a imprensa local citando a ministra venezuelana dos Assuntos Penitenciários, Iris Varela.
“Temos pelo menos 40 mil pessoas das prisões do país, que estão prontas para ir para a linha da frente da batalha para defender a pátria”, disse.
Iris Varela falava aos jornalistas, sábado, durante uma visita ao Centro Penitenciário do Ocidente (806 quilómetros a sudoeste de Caracas), no Estado venezuelano de Táchira, onde entregou ordens de libertação a 151 presos ao abrigo do programa governamental Regime de Confiança Tutelar.
“Se os gringos vierem aqui, para invadir o nosso território, sairei com os presos na frente” explicou à EVTV notícias.
Segundo Iris Varela, os presos “recebem treino político e de pátria, dentro das instalações penitenciárias”.
De acordo com a governante, é ensinado aos presos história da Venezuela, valores da Pátria, formação social, moral e cívica, disciplina, educação, cultura, desporto e recreação”.
Ao ser questionada sobre se o uso de armas faz parte do treino, explicou que muitos estão presos “porque podem ensinar a usar uma arma”, sublinhando, no entanto, que naquele caso “não há armas, defende-se a pátria com a consciência”.
“Norma e disciplina. Levantar-se às quatro (horas) da manhã, fazer a ordem unida (exercícios de marcha em grupo que estimulam a disciplina e o espírito de grupo), erguer e prestar homenagem à bandeira, pedir e dar graças a Deus pelos alimentos de cada dia”, frisou.
A ministra desmentiu versões da imprensa local de que dão conta de que alguns presos estariam com carências alimentares e de que havia suspeita da existência de casos de coronavírus nas cadeias.
“Nenhum preso está a passar fome e não se registou nenhum caso da covid-19 nas cadeias do país. Desde março (início da quarentena) temos ido de cadeia em cadeia, a falar com a população (prisional), consciencializando de que não há visitas da família”, disse.
A ministra explicou que “há um protocolo para a entrada de pacotes permitidos” e que “seria uma tragédia” se alguém se contagiasse com coronavírus numa instalação penitenciária.
Na Venezuela existem 30 estabelecimentos prisionais adstritos ao Ministério do Poder Popular para as Relações Interiores, Justiça e Paz.
Dados da ONG Observatório Venezuelano de Prisões dão conta de que, em 2017, a população prisional venezuelana era de 57.096 pessoas, divididos em 53.670 (94%) homens e 3.044 (6%) mulheres.
Vistas de avião, as obras de construção do complexo industrial de liquefação de gás natural em Cabo Delgado erguem-se como uma ilha no meio de um manto esverdeado de terras virgens do Norte de Moçambique, território onde grassa terrorismo associado a grupos jiadistas.
Quanto à segurança, porém, o recinto do maior investimento privado em África tem permanecido também quase como uma ilha, fora da mira dos grupos.
“Nós antes não víamos circular aviões grandes”, afirma Silvino Silvério, chefe do posto administrativo de Palma, sede do distrito homónimo da província de Cabo Delgado, ao saudar quem chega à nova aldeia de Quitunda. Além do novíssimo aeroporto, esta aldeia, desenhada a regra e esquadro, feita de raiz em dois anos, é a primeira obra acabada pelo megaprojeto de gás na península de Afungi. Nela já habitam 186 famílias (cerca de 1200 pessoas), transferidas de povoados dos terrenos de implantação do projeto. Novas fases de expansão estão previstas para acolher 556 famílias.
Pelo menos 531.789 pessoas morreram em todo o mundo devido à pandemia do novo coronavírus desde que surgiu, em dezembro, na China, segundo um balanço da agência France Presse, às 20:00 de domingo 05, com base em fontes oficiais.
Mais de 11.343.890 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios, desde o início, dos quais 5.906.500 são dados como curados.
No entanto, este número de diagnosticados representa apenas uma parte do número real de contaminações porque alguns países testam apenas os casos graves e outros usam testes como prioridade no rastreamento, enquanto os territórios mais pobres têm esta capacidade limitada para a despistagem.
Desde a contagem realizada no sábado às 19:00 TMG (20:00 em Lisboa), registaram-se mais 4.205 novas mortes e foram diagnosticados 182.459 novos casos em todo o mundo.
Os países que registaram mais mortes são o Brasil, com 1.091 falecimentos, a Índia (613), e o México (523).
Os Estados Unidos (onde a primeira morte por covid-19 se verificou em fevereiro) é o país mais atingido, tanto em número de mortos (129.718) como de casos diagnosticados (2.852.807). Pelo menos 894.325 pessoas foram consideradas curadas.
Depois dos Estados Unidos, os países mais atingidos são o Brasil, com 64.265 mortos e 1.577.004 casos diagnosticados, o Reino Unido, com 44.220 mortos (285.416 casos), a Itália com 34.861 mortos (241.611 casos), e o México com 30.366 mortos (252.165 casos).
Entre os países mais duramente afetados estão a Bélgica, que reporta mais número de mortos por habitantes, com 84 falecimentos por 100 mil habitantes, seguida pelo Reino Unido (65), Espanha (61), Itália (58), e a Suécia (54).
A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), regista oficialmente um total de 83.553 casos (8 novos surgidos entre sábado e hoje), dos quais 4.634 mortos (0 novos falecimentos), e 78.516 recuperados.
A Europa totalizava, às 20:00 de hoje, 199.310 mortos e 2.725.090 casos diagnosticados, os Estados Unidos e o Canadá 138.446 mortos (2.958.343 casos), a América Latina e as Caraíbas 126.861 mortos (2.876.303 casos), a Ásia 37.904 mortes (1.472.426 casos), o Médio Oriente 17.833 mortos (825.224 casos), a África 11.302 mortos (476.535 casos), e a Oceânia 133 mortes (9.972 casos).
Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da Agência France Presse junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Na província de Tete, cerca de duzentas pequenas e médias empresas deixaram de exercer as suas actividades devido aos efeitos da pandemia da Covid-19.
Segundo o presidente do Conselho Empresarial de Tete, Carlos Cardoso, o maior número de empresas que encerraram são do sector de mineração, construção civil e hotelaria.
Carlos Cardoso disse que a situação afectou de forma directa mais de dois mil trabalhadores.
A Índia ultrapassou a Rússia e tornou-se no terceiro país com mais casos de covid-19, depois de nas últimas 24 horas ter identificado 24.248 novas infecções, elevando o total para 697.413 casos.
De acordo com o Ministério da Saúde indiano, o país registou além disso 19.693 mortes desde o início da pandemia.
A Rússia tem 680.283 casos, segundo os últimos dados oficiais.
Os Estados Unidos continuam a ser o país com o maior número de casos, com quase 2,9 milhões. O Brasil está em segundo lugar, com mais de 1,6 milhões.
As autoridades indianas abandonaram no domingo o plano de reabertura do famoso monumento Taj Mahal, depois de novos casos terem sido detetados na área. O Ministério da Cultura da Índia tinha decidido reabrir todos os monumentos em todo o país após mais de três meses de encerramento, com um limite ao número de visitantes e o uso obrigatório de máscaras faciais.
Após um rigoroso confinamento de dois meses, a Índia diminuiu as restrições na maior parte do país, exceto nas áreas de maior risco.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 531 mil mortos e infetou mais de 11,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Em Portugal, morreram 1.614 pessoas das 43.897 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
O país registou mais um óbito por Covid-19 nas últimas 24 horas o que eleva para 8, o número total de mortos causados pelo novo coronavírus.
Trata-se de uma criança de 17 dias, sexo feminino, internada no dia 30 de Junho no Hospital Central de Maputo. A criança tinha algumas doenças congénitas e respiratórias que motivem o seu internamento.
Um comunicado de imprensa do Ministério da Saúde indica que o país registou igualmente nas últimas 24 horas mais dezoito casos positivos da doença, elevando para 987 o número de casos positivos registados.
Dos novos casos, 2 são de Palma, Cabo Delgado, 02 de Nampula, 1 da cidade de Inhambane, 6 da província de Maputo e 7 casos na cidade de Maputo.
O documento indica ainda que seis pessoas continuam sob cuidados hospitalares devido a patologias crónicas diversas associadas ao novo coronavírus.
Nas últimas 24 horas, mais 14 pessoas recuperaram da Covid19, elevando para duzentos e setenta, o cumulativo de pacientes totalmente recuperados da doença.
O Comandante Geral da Polícia da República de Moçambique, (PRM) Bernardino Rafael, desafia os oficiais provenientes da Renamo a despirem as cores partidárias no exercício das suas funções.
São oficiais que foram patenteados, este sábado, no âmbito da implementação do processo de Desmobilização, Desarmamento e Reintegração dos homens residuais da Renamo.
Ao todo são 24 oficiais patenteados, entre os quais, guerrilheiros da Renamo.
Bernardino Rafael lembrou aos oficiais da Renamo que passam a obedecer nas suas funções a um único comando, baseado nos estatutos da Polícia da República de Moçambique.
“Qualquer comando fora destas, significa violação flagrante dos instrumentos legais da PRM. Portanto, cumpram com zelo e responsabilidade e não se deixem influenciar com nada, porque somos uma família, sob pena de vocês próprios criarem estigma. Nós somos um, Polícia da República de Moçambique”, disse.
As autoridades de saúde, no país, alertam a população que o consumo do álcool e tabaco baixam a imunidade e podem propiciar a contaminação da Covid-19.
Para além de baixar a imunidade, as autoridades de saúde alertam que o consumo do álcool pode aumentar os comportamentos de risco, incluindo o não cumprimento das medidas de prevenção do novo coronavírus.
Desafiando a proibição de ajuntamentos imposta por causa da pandemia de Covid-19, algumas centenas de membros da oposição e activistas russos foram este sábado junto ao Kremlin protestar contra as emendas constitucionais e tentar impugnar os resultados do referendo que as permitiram.
Um voto que foi “um logro fraudulento em larga escala”, segundo um dos coordenadores do movimento da oposição “Frente Esquerda”, Serguei Udaltsov.
Entre os manifestantes, o sentimento foi de “vergonha”, porque, afirmam, o que está ocorrer “é um circo”, repleto de “fraudes eleitorais”.
As alterações à Constituição russa de 1993, que entraram em vigor este sábado, abrem o caminho para Vladimir Putin ficar no poder até 2036 e reforçam os poderes do presidente.
O Presidente do Gana, Nana Akufo-Addo, anunciou que vai ficar em quarentena por 14 dias, por orientação médica, depois de uma pessoa do seu círculo íntimo ter testado positivo ao novo coronavirus.
Em comunicado divulgado neste domingo, 5, o Governo revelou que Akufo-Addo “testou negativo, mas optou pela medida de prevenção”.
No entanto, o Presidente continuará a trabalhar durante o período, de acordo com os protocolos de segurança adptados pelas autoridades.
O Gana registou até agora 19.388 casos de coronavírus, um dos mais altos da África subsaariana, com 117 mortes.
Na sexta-feira, 3, o vice-ministro do Comércio e Indústria, Carlos Kingsley Ahenkorah, renunciou ao cargo depois de testar positivo e violar a quarentena, ao se dirigir a um centro de recenseamento eleitoral no seu círculo.
Nos últimos dois anos, as transacções comerciais entre Moçambique e Zimbabwe atingiram a cifra de quatrocentos milhões de dólares, equivalente a aproximadamente trinta mil...
A introdução de quatro novos sistemas de captação, tratamento e abastecimento de água promete uma significativa melhoria nas condições de saúde para cerca de...