Na África do Sul, o Congresso Nacional de Estudantes critica a decisão do Presidente da República, Cyril Ramaphosa, de encerrar as escolas  públicas do país, exceptuando as privadas.

 O Congresso entende que as escolas privadas são independentes e que os salários dos professores e outros funcionários provêem do pagamento das propinas, mas defendem que a decisão presidencial deve ser cumprida por todos, por uma igualdade de acesso à educação para todos.

O Presidente Cyril Ramaphosa anunciou, semana passada, uma pausa de quatro semanas para os alunos das escolas públicas de todo o país, mas as escolas particulares foram autorizadas a permanecer abertas.