Conforme avançado anteriormente, o Manchester United estará a fazer todos os possíveis para poder contar com os trabalho de Jadon Sancho para a próxima temporada, tendo inclusive sido formalizada uma oferta em torno dos 120 milhões pelo passe do jogador. No entanto, este é um negócio que pode estar mais perto de se concretizar do que se imagina.
De acordo com novas informações veiculadas pelo The Guardian, o jovem inglês de 20 anos terá recebido uma proposta, com a qual concordou, que além de incluir um salário em torno dos 277 mil euros por semana, visa também uma ligação por cinco anos ao emblema inglês.
Por agora falta apenas que os dois clubes cheguem a um acordo relativamente às verbas relativas à transferência. Algo que, segundo com a mesma fonte, deverá acontecer nos próximos dias.
Ao longo da passada temporada, Jadon Sancho completou 32 jogos na liga alemã, entre os quais assinou 17 golos e 17 assistências.
O Níger, uma ex-colônia francesa, comemora seu sexagésimo aniversário de independência na segunda-feira.
A França mantém um certo grau de influência no país. Por motivos militares; A operação Barkhane ainda está muito presente, embora a situação de segurança tenha se deteriorado nos últimos anos.
No nível econômico, diz-se que o país desfruta de crescimento por meio da agricultura, mas 40% de sua população vive em extrema pobreza, de acordo com o Banco Mundial.
A França continua sendo o principal parceiro do Níger.
Portanto, é uma relativa independência, segundo Amadou Bounty Diallo, analista político nigeriano.
De fato, a independência permitiu que nossos países tivessem acesso à soberania internacional, mas estes são de pouca importância, uma vez que esses países ainda dependem do setor industrial. Você sabe que as duas principais empresas que empregam o maior número de nigerianos são empresas francesas “. ele disse.
A França tornou-se um tanto dependente dos recursos de urânio do país.
Em 2010, 30% do fornecimento de usinas nucleares francesas vieram do Níger
O Presidente dos Estados Unidos está a encorajar os eleitores no Estado da Florida a votarem por correio, após meses a criticar esta prática, e poucos dias depois de ameaçar processar Nevada por uma nova lei de voto por correio.
A mudança de pensamento de Donald Trump vem na sequência de milhares de pedidos de eleitores democratas que se registaram para votar por correio na Florida, um estado visto como crucial para a reeleição de Trump nas eleições agendadas para 3 de novembro.
Os democratas têm atualmente cerca de 1,9 milhões de inscritos naquele Estado para votar por correio , quase 600 mil mais do que os 1,3 milhões dos republicanos, segundo o secretário de Estado da Florida.
Em 2016, os dois campos tinham cerca de 1,3 milhões de inscritos antes das eleições gerais.
“Quer se lhe chame votar por correio ou voto ausente, na Florida o sistema eleitoral é seguro e garantido, testado e verdadeiro. O sistema de votação da Florida foi limpo (derrotamos as tentativas de mudança dos Democratas), por isso na Florida encorajo a todos a solicitarem uma votação por correio!”, escreveu Trump no Twitter.
Trump elaborou a razão pela qual apoia a votação por correio na Florida, mas não em qualquer outro lugar.
“Eles têm feito isto durante muitos anos e tornaram-no realmente fantástico”, disse Trump.
“Isto levou anos a fazer”, acrescentou. “Isto não leva semanas ou meses”. No caso do Nevada, eles vão votar em questão de semanas. E não se pode fazer isso”, reforçou.
No país, mais de duzentas empresas submeteram propostas ao Banco Nacional de Investimento para o acesso a linha de crédito disponível, visando minorar os impactos do novo coronavírus.
Na sua maioria, são pequenas e médias empresas do ramo da restauração, hotelaria, comércio-geral e agro-negócio, afectadas pela redução do volume de negócio, devido aos efeitos da Covid-19.
É uma linha de crédito avaliada em cerca de um ponto seis mil milhões de meticais, disponibilizada pelo Banco Nacional de Investimento.
O Presidente do Conselho de Administração da instituição bancária, Tomás Matola, explicou que o apoio a ser prestado, tem como principal objectivo a manutenção de postos de emprego e garantir a continuidade laboral das empresas.
O chefe do comando norte-americano de Operações Especiais em África disse esta terça-feira que os ataques no norte de Moçambique têm “impressão digital do Estado Islâmico”, manifestando preocupação com o acelerar da ameaça terrorista na região.
“Estamos preocupados. Acreditamos que há um problema local que está a ser aproveitado pelo Estado Islâmico. Nos últimos 12 a 18 meses desenvolveram as suas capacidades, tornaram-se mais agressivos e usaram técnicas e procedimentos comuns em outras partes, nomeadamente no Médio Oriente, associados ao Estado Islâmico”, disse o major-general Dagvin Anderson.
O comandante do Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos em África, com sede em Kelley Barracks em Estugarda, na Alemanha, falava esta terça-feira, durante uma conferência de imprensa para abordar os esforços dos Estados Unidos no combate ao terrorismo em África durante a pandemia de Covid-19.
Dagvin Anderson apontou o facto de o próprio Estado Islâmico ter reivindicado essa ligação, mas considerou, sobretudo, determinantes os sinais da organização terrorista nas comunicações. “Vimos publicações e comunicações nos média muito bem feitas e que têm a impressão digital e todas as marcas do Estado Islâmico”, disse. “Por isso, acreditamos que há uma ligação mais profunda, que o Estado Islâmico está envolvido com a facção no norte de Moçambique e que têm influência”, acrescentou.
O responsável admitiu, no entanto, que a extensão dessa influência não é ainda totalmente conhecida. “Estamos a trabalhar com a nossa embaixada e com o Governo de Moçambique para ter uma ideia melhor, perceber como essa ameaça se está a desenvolver e o que é que isso significa para a região”, afirmou.
Para o major-general Dagvin Anderson não há dúvidas de que “há actores externos que estão a influenciar o conflito e a torná-lo mais virulento e perigoso“. “Já não se trata apenas de um conflito local que possa ser resolvido apenas pelas autoridades locais. Foi inflamado pelo Estado Islâmico, que fornece treino, formação e recursos”, considerou.
Dagvin Anderson sublinhou a preocupação pela forma como a relação entre o movimento rebelde local e o Estado Islâmico se está a desenvolver, considerando que a resposta terá de ser liderada por Moçambique, mas envolvendo outros países e a comunidade internacional.
“Moçambique tem de tomar a liderança, mas é preciso envolver vários países na região. Tanzânia, Malawi e outros países terão de ajudar porque o terrorismo vai atravessar fronteiras e procurar refúgio onde puder para continuar a desestabilizar a região”, disse.
As universidades privadas sediadas na cidade de Nampula estão numa corrida atlética para cumprir com os requisitos impostos pelas entidades de saúde, do ensino superior e técnico-profissional, assim como das actividades económicas para garantirem o “sim” necessário para a reabertura para as aulas presenciais quando o Governo assim decidir.
Na Universidade Politécnica, a nossa equipa de reportagem testemunhou a presença de locais para a lavagem das mãos, desinfecção dos pés, medição da temperatura corporal através de termómetros com raios infra vermelhos, assim como o distanciamento recomendado entre as carteiras que serão ocupados por cada um dos estudantes das classes que vão regressar às aulas presenciais na primeira fase do “novo normal”, tal como sugere o Governo.
“Vamos colocar em cada carteira o nome da estudante de modo a que todo o estudante ocupe a mesma carteira em todas as aulas. As casas de banho têm água corrente 24 horas, sete dias por semana, temos baldes de água, temos tapetes (desinfectantes) à entrada das instalações, temos termómetros a funcionar e dispositivos de álcool gel”, garantiu Ana Guina, directora do Instituto Superior de Estudos Universitários de Nampula, da Universidade Politécnica.
Na Universidade Mussa Bin Bique, também trabalha-se para reunir os requisitos necessários para o novo normal. Naquela instituição de ensino superior, os procedimentos de controlo vão começar no ponto de toma dos autocarros que recolhem os estudantes e docentes em vários pontos da cidade de Nampula para o campus, na periferia, onde todos os passageiros deverão ser submetidos à medição da temperatura, o mesmo procedimento encontrarão ao descer para aceder ao recinto universitário e depois a última etapa será à entrada das salas de aula.
Os pontos de lavagem das mãos e de desinfecção dos pés serão, igualmente, garantidos em todo o percurso até à sala de aula.
“No novo normal as nossas turmas não podem passar de 20 estudantes. Antes da emergência tínhamos turmas com 40 a 45 estudantes, e nalguns cursos com 50, mas tivemos que repartir as turmas em 20 estudantes em cada uma delas”, disse Teófilo Manuel, director-executivo da Universidade Mussa Bin Bique.
O Governo vai submeter à Assembleia da República uma proposta de lei de Gestão e Redução do risco de desastres. A proposta a ser submetida ao Parlamento foi aprovada, esta terça-feira, na vigésima oitava sessão ordinária do Conselho de Ministros.
“A proposta de lei estabelece o regime jurídico de gestão e redução do risco de desastres com vista a fortalecer o seu sistema pela permanente disposição do país aos riscos de desastres subjacentes e emergência de novos riscos, capitalizar as experiências de gestão de calamidades e lições de observância de estado de emergência e promover a inclusão de matérias relativas a resiliência humana e infra-estrutural” frisou o porta- voz do Conselho de Ministros, Filimão Suázi.
Na sessão, o governo aprovou igualmente o regulamento sobre os Centros de Atendimento Integrado as vítimas de violência doméstica baseada no género.
Ainda na sessão o Conselho de Ministros apreciou a informações sobre o balanço do estágio actual das medidas em torno da prevenção do novo coronavírus.
Os legisladores britânicos pediram na terça-feira (04) ao Governo do Reino Unido para sancionar a líder de Hong Kong por permitir “violência policial excessiva” contra trabalhadores humanitários que tentaram ajudar os manifestantes feridos durante os protestos pró-democracia.
Um relatório sobre Hong Kong dos membros do grupo parlamentar bipartidário All Party disse que os trabalhadores de primeiros socorros, médicos e enfermeiras foram sujeitos a intimidações, ameaças, violência física e detenções durante os meses de confrontos entre a polícia e os manifestantes que começaram no ano passado na cidade semiautónoma chinesa.
O tratamento da polícia de Hong Kong aos trabalhadores humanitários e a interferência dentro dos hospitais resultaram em manifestantes feridos que não receberam cuidados médicos necessários na altura ou [que não receberam] de todo”, pode ler-se no documento.
O legislador Alistair Carmichael, que copreside o grupo parlamentar, disse que a violência não partiu de “alguns polícias desonestos”, mas sim de uma mudança de política “claramente sistemática e bastante deliberada” que se alinhava mais ao policiamento na China continental.
Os autores do relatório disseram que tiraram as conclusões depois de receberem mais de 1.000 testemunhos escritos e ouvirem muitos relatos de testemunhas em primeira mão, tendo pedido ao Reino Unido para impor urgentemente sanções à líder de Hong Kong, Carrie Lam, e ao comissário da polícia da cidade.
Hong Kong viveu no ano passado protestos violentos contra uma lei que permitiria a extradição de suspeitos para a China, protesto que se transformou num movimento muito mais amplo que pedia a reforma democrática e o fim da brutalidade policial.
O avançado argentino da Juventus Paulo Dybala foi eleito o melhor jogador da temporada 2019/20 do futebol italiano, enquanto o português Cristiano Ronaldo ficou de fora da lista de premiados, anunciou esta terça-feira a Liga de clubes transalpina.
Em nota publicada no site oficial da Série A, o organismo explicou que a atribuição dos seis prémios foi baseada nos dados estatísticos recolhidos pelas plataformas ‘Stats Perform’ e ‘Netco Sports’ nos jogos do campeonato, Taça de Itália e Supertaça da presente época.
Dybala, de 26 anos, somou 11 golos e seis assistências na Série A, contribuindo para o nono título consecutivo da Juventus, que perdeu a final da Taça de Itália para o Inter de Milão e foi derrotada pela Lazio na partida da Supertaça transalpina.
O argentino sucede a Cristiano Ronaldo, companheiro de equipa nos ‘bianconeri’, que tinha recebido este prémio na temporada transata. Apesar de ter tido um desempenho superior ao da época anterior, sendo inclusive o segundo melhor marcador do campeonato, com 31 golos, o avançado luso ficou de fora da lista de premiados.
O polaco Wojciech Szczesny, também da Juventus, foi considerado o melhor guarda-redes da temporada em Itália, o central holandês Stefan de Vrij, do Inter de Milão, foi distinguido como o melhor defesa e o argentino Papu Gómez, da Atalanta, como o melhor médio.
Ciro Immobile, jogador da Lazio, melhor marcador da Série A, com 36 golos, e Bota de Ouro da presente temporada europeia, foi distinguido como o melhor avançado, enquanto o prémio de melhor jogador jovem foi atribuído ao médio ofensivo do Parma Dejan Kulusevski, futuro reforço da Juventus.
Os seis galardoados vão receber os respetivos troféus no arranque da próxima época, de acordo com a Série A.
O ex-Presidente da Colômbia e actual senador Álvaro Uribe, ainda muito influente no país, anunciou na terça-feira (04) na rede social Twitter que a Justiça colombiana ordenou a sua detenção, com base num crime de manipulação de testemunhas contra um opositor.
A privação da minha liberdade causa-me uma profunda tristeza. Pela minha mulher, pela minha família, pelos colombianos que ainda acreditam que fiz qualquer coisa de bem pela pátria”, escreveu na rede social Uribe, que foi Presidente da Colômbia entre 2002 e 2010.
O Supremo Tribunal de Justiça colombiano ainda nada avançou sobre a decisão de ordenar a prisão domiciliária ao ex-Presidente, num processo ligado a presumíveis fraudes processuais e suborno de testemunhas, como referiu Uribe, ligado a direita conservadora.
A missão da Organização Mundial da Saúde (OMS) na China concluiu o trabalho preparatório da investigação sobre a origem do SARS CoV-2, anunciou, esta segunda-feira 03, a agência da ONU para a saúde.
A equipa avançada da OMS que foi enviada à China acabou de concluir a missão que consistiu em lançar as bases para esforços conjuntos para identificar o vírus”, disse o director-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
O director-geral acrescentou que os “estudos epidemiológicos vão começar em Wuhan (República Popular da China) para identificar a fonte potencial de infecção dos primeiros casos” detectados.
A Organização Mundial da Saúde alertou ainda que “talvez” nunca venha a existir “uma panaceia” contra a pandemia de covid-19, apesar das investigações em curso que procuram conseguir uma vacina contra a doença.
“Não há nenhuma ‘panaceia’ e talvez não exista nunca”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus na mesma conferência de imprensa que decorre através da internet.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 685 mil mortos e infectou mais de 18 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A Assembleia da República aprovou, esta terça-feira 04, o projecto de resolução atinente à comunicação do Presidente da República, Filipe Nyusi, sobre o término do estado de emergência.
Com mais de setenta páginas, o documento detalha os diferentes momentos que o país atravessou durante as fases do estado de emergência, declarado no contexto da prevenção do novo coronavírus.
O documento foi viabilizado pelo voto maioritário da Frelimo com cento e setenta e nove votos enquanto a Renamo e o MDM votaram contra, com cinquenta e três votos.
A Presidente da Assembleia da República, Esperança Bias, disse no final da sessão extraordinária que o fim do período de emergência não significa o relaxamento das medidas de prevenção da Covid-19.
“Por isso, reiteramos o nosso apelo a população moçambicana para continuar a cumprir as medidas de prevenção e mitigação observando as orientações do governo” disse.
A Liga Portugal anunciou, em forma de comunicado emitido nas plataformas oficiais ao início da tarde desta terça-feira 04, que já há acordo quanto às datas relativas ao ‘pontapé de saída na nova temporada dos principais escalões do futebol nacional.
Assim sendo, a nova campanha da I Liga irá arrancar no próximo dia 20 de Setembro, ao passo que a II Liga começa, precisamente, uma semana antes, no dia 13 do mesmo mês.
O organismo liderado por Pedro Proença sublinha, no entanto, que “estas datas carecem, ainda, de ratificação por parte da direção da Federação Portuguesa de Futebol”.
O sorteio da prova.
Quanto ao sorteio, recorde-se, estava agendado para o próximo dia 9 de Aosto, mas acabou por ser adiado para 28 do mesmo mês, devido ao vários processos que decorrem neste momento.
“A Liga Portugal informa que já são conhecidas as datas de arranque das edições 2020-21 da Liga NOS e da LigaPro. O pontapé de saída das competições profissionais está, assim, agendado para o fim-de-semana de 13 de setembro, com o arranque da LigaPro, enquanto que as emoções da Liga NOS regressam no fim-de-semana seguinte, de 20 de setembro. De referir que estas datas carecem, ainda, de ratificação por parte da Direção da Federação Portuguesa de Futebol “, escreve a Liga Portuguesa em comunicado.
Pela quarta vez consecutiva no país, mais uma pessoa não resistiu às dores causadas pelo novo Coronavírus. Segundo o Ministério da Saúde, o óbito foi declarado esta terça-feira 04, dia em que o malogrado ficou a saber que tinha o vírus no organismo.
O Ministério da Saúde explicou, que a mulher moçambicana, tinha 78 anos de idade e vivia na cidade de Maputo.
A mesma foi encaminhada para a unidade de cuidados intensivos de um hospital privado na capital do país no dia 29 de Julho, transferida de uma outra unidade sanitária.
A mulher “tinha um quadro clínico grave e sofria de outras doenças”, refere um comunicado do Ministério da Saúde.
Deste modo, Moçambique conta com 15 óbitos devido à COVID-19. A primeira morte foi anunciada a 19 de Maio passado. O paciente, de nacionalidade moçambicana, tinha idade compreendida entre 40 e 49 anos. Morreu em Palma, província de Cabo Delgado e sofria de uma outra doença.
África contabiliza 20.612 mortos e está a 32 mil casos de chegar a um milhão de infectados, segundo os dados mais recentes da pandemia no continente.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de mortos é de 20.612, mais 324 que nas últimas 24 horas, enquanto o de infetados é de 968.020, mais 10.985.
O número de recuperados é hoje de 629.726, mais 17.769 nas últimas 24 horas.
O maior número de casos e de mortos de Covid-19 continua a registar-se na África Austral, com 541.809 infectados e 9.063 óbitos.
Nesta região, a África do Sul, o país mais afectado do continente, contabiliza 516.868 infectados e 8.539 óbitos.
A região da África do Norte, a segunda mais afetada pela pandemia, tem agora 164.208 infetados e 6.817 mortos e na África Ocidental, o número de casos subiu para 131.680, com 1.953 vítimas mortais.
Já na região da África Oriental, registam-se 81.103 casos e 1.835 mortos, enquanto a região da África Central contabiliza 49.220 casos e 944 mortos.
O Egito é o segundo país com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, contabilizando 94.640 infectados e 4.888 óbitos, seguindo-se a Argélia, que conta hoje com 31.416 casos e 1.226 vítimas mortais.
Entre os cinco países mais afectados, estão também a Nigéria, que regista 44.129 infectados e 896 óbitos, e o Sudão, com 11.738 casos e 752 vítimas mortais.
Os famosos canais de Veneza, em Itália, foram palco de uma nova forma de ir ao cinema. Em tempos de pandemia, a procura por espaços abertos – que sejam seguros para a prática de actividades de cultura e lazer – geraram ideias como o Barch-in, um drive-in sobre as águas.
“Segundo a descrição do evento, que foi organizado pela Associação FEMS du Cinéma, tratou-se de uma “iniciativa de verão dedicada à cultura para projetar Veneza em direção ao futuro pós-pandemia”.
De acordo com a CNN, para assistir aos filmes organizados por esta associação – que teve a primeira edição entre 28 de julho e 1 de agosto – era necessário levar o barco até ao espaço onde estava a tela.
Restos mortais que seriam do jovem, Ricky Anak Ganya, de 14 anos, desaparecido desde o dia 26 de Julho, foram encontrados na barriga de um crocodilo na Malásia. As informações são do jornal local The Star.
Os agentes do serviço de protecção da vida selvagem capturaram o animal de 4,7 metros de comprimento e 1,7 m de largura, na última sexta-feira (31/7). O crocodilo foi encontrado a cerca de 3 km do local onde Ricky desapareceu.
De acordo com o “The Star”, o diretor assistente de operações do órgão governamental responsável pela proteção a vida selvagem, Tiong Ling Hii, disse: “Algumas roupas e várias partes do corpo foram encontradas no estômago do crocodilo”.
Antes de ser enviado para exames, o crocodilo foi retirado da água e aberto em frente aos policiais, à família da vítima e aos moradores locais.
Aumento no número de crocodilos
Segundo o diretor executivo do Sarawak Forestry Corporation’s (SFC), Zolkipli Mohamad Aton, houve um aumento no número de crocodilos na região nos últimos anos em comparação com o primeiro estudo de dados, feito em 1985.
Zolkipli Mohamad também afirmou que houve sucesso nos esforços de conservação da espécie, porém existem conflitos entre os animais selvagens e a população local. O caso do adolescente é um deles.
As explosões que abalaram Beirute na terça-feira (04) espalharam-se por toda a zona portuária da cidade e arredores, numa onda semelhante a um sismo.
A origem terá sido um armazém que tinha em depósito quase três toneladas de nitrato de amónio, uma substância química utilizada como fertilizante, responsável por várias tragédias pelo mundo.
As explosões que abalaram Beirute esta terça-feira espalharam-se por toda a zona portuária da cidade e arredores, numa onda semelhante a um sismo.
A origem terá sido um armazém que tinha em depósito quase três toneladas de nitrato de amónio, uma substância química utilizada como fertilizante, responsável por várias tragédias pelo mundo.
Porque a explosão ocorreu num momento difícil para o Líbano, com a economia em colapso e as tensões comunitárias ao rubro, chegou a especular-se sobre a origem criminosa. Uma testemunha conta:
“Já testemunhei explosões de bombas em carros aqui na zona e normalmente vejo o fumo negro a subir. Desta vez era rosa e branco, mas era maciço. Era como um vulcão. E o som, o fumo e a quantidade de quilómetros que atingiu e a quantidade de pessoas que o ouviram… Foi a primeira vez que aconteceu neste país”.
Em estado de choque e ensanguentadas, muitas pessoas correram para as ruas. A explosão matou dezenas de pessoas e deixou cerca de quatro mil feridas.
O governo decretou luto nacional e o primeiro-ministro, Hassan Diab, prometeu: “Isto não vai ficar impune. Os responsáveis por esta catástrofe vão pagar. Isto é uma promessa aos mártires e aos feridos. É um compromisso nacional”.
Alguns hospitais foram afectados pela explosão; os outros, já sobrecarregados com a pandemia da Covid-19, não conseguem dar resposta ao número de feridos.
As ofertas de ajuda internacional, assim como a condolências, têm chegado de diversos países, até de Israel.
Os homens estavam desaparecidos no arquipélago da Micronésia há quase três dias, quando o seu pedido de socorro foi avistado no domingo na ilha desabitada de Pikelot por aviões australianos e norte-americanos, informou o departamento de defesa australiano.
Os homens tinham aparentemente partido de Pulawat, nos Estados Federados da Micronésia, num barco de sete metros, a 30 de julho, e tinham a intenção de viajar cerca de 43 quilómetros (27 milhas) até ao atol de Pulap, quando saíram da rota e ficaram sem combustível.
Os três tripulantes foram encontrados a cerca de 190 quilómetros (118 milhas) de onde tinham partido.
Os homens foram encontrados bem de saúde, tendo um helicóptero militar australiano conseguido aterrar na praia e dar-lhes comida e água. Um navio patrulha micronésio foi em seguida resgatá-los.
Iniciou este sábado, 1 de Agosto, a Semana Mundial de Amamentação. A campanha mundial que vai de 1 a 7 de Agosto, é organizada pela Aliança Mundial para Acção à Amamentação, uma iniciativa que visa aumentar a conscientização para a importância da prática na saúde das crianças e das mães em todo o mundo. Este ano, o tema é “Apoiando a Amamentação para um Planeta Mais Saudável”. Desde 2016, a iniciativa apoia os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.
Segundo dados da OMS, 3 em cada 5 crianças não recebem o leite materno após o parto. Para a OMS, aumentar o aleitamento para níveis quase universais poderia salvar mais de 800 mil vidas todos os anos, a maioria de crianças menores de seis meses. A amamentação também reduz os riscos de cancro de mama nas mães, assim como cancro de ovário, diabetes tipo 2 e doenças coronárias.
A OMS recomenda amamentar os bebés a partir da primeira hora do nascimento até os primeiros seis meses de vida. Estima-se que elevar as taxas de aleitamento evitaria 20 mil mortes maternas, por ano, devido ao cancro de mama.
Para a Organização Mundial da Saúde, a Semana Mundial é estratégia importante de promoção da prática; aleitamento também salva a vida das mães de doenças como câncer, diabetes do tipo 2 e complicações coronárias.
Em 2018, a Assembleia Mundial da Saúde, a reunião anual dos países-membros da OMS, adoptou uma resolução aprovando a Semana Mundial de Amamentação como a melhor estratégia de promoção do aleitamento materno.
O troço de três quilómetros da Estrada Nacional Número Um (N1), que faz a ligação entre as localidades de Chissibuca e Mavila, encontra-se totalmente...
Mais de 165 mil pacientes com diagnósticos de infecções respiratórias graves foram atendidos nas unidades sanitárias da província de Tete entre os meses de...