Gonçalo Ramos, jovem avançado de 19 anos, renovou contrato com o Benfica até 2025, ficando blindado com cláusula de rescisão de 120 milhões de euros.
Promovido à equipa principal na época passada (estreando-se no jogo com o Aves, da penúltima jornada da Liga 2019/2020 com dois golos), o jovem avançado iniciou a presente temporada a destacar-se na equipa B, mas, entretanto, encontra-se já a trabalhar permanentemente no plantel principal.
Tinha contrato até 2024, mas agora acrescentou mais um ano, com o Benfica a salvaguardar-se com o aumento da cláusula de rescisão.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse hoje que contrair covid-19 foi uma “bênção de Deus” e garantiu que isso ajudará a “curar” outros norte-americanos, apesar de o próprio ainda não ter superado a doença.
Embora os seus médicos afirmem que o presidente não estará fora de perigo antes de segunda-feira, Trump explicou que, desta forma, pôde comprovar em si mesmo o efeito do coquetel experimental de anticorpos sintéticos da farmacêutica Regeneron, que foi aplicado a menos de 10 pessoas fora dos ensaios clínicos.
“Para mim não foi algo terapêutico, fez com que me sentisse melhor, chamo a isso uma cura. E quero que toda a gente tenha o mesmo tratamento que o seu presidente”, afirmou Trump num vídeo publicado no Twitter.
Nesse sentido, Trump explicou que o seu governo planeia aprovar com caráter de urgência o coquetel da Regeneron que lhe foi administrado e garantiu que o mesmo será distribuído gratuitamente.
A declaração foi feita um dia depois de a Agência do Medicamento dos Estados Unidos (FDA) estabelecer critérios de aprovação de uma futura vacina contra a covid-19, que tornam improvável a sua autorização antes das eleições presidenciais em 03 de Novembro.
O vídeo onde Donald Trump produziu estas declarações foi gravado fora da ala oeste da Casa Branca, onde o presidente norte-americano esteve hoje a trabalhar na sala oval, apenas seis dias depois de ter testado positivo à covid-19.
O comportamento do presidente, desde que abandonou o hospital, na segunda-feira à noite, tem sido alvo de críticas e escrutinado com particular atenção no momento em que o número de trabalhadores da Casa Branca que testaram positivo para o novo coronavírus não para de aumentar.
Nuvunga tem recebido, desde o dia 3 deste mês, chamadas anónimas ameaçado bombardear a sua casa. A Amnistia Internacional (AI) condena as ameaças de atentado a bomba contra Adriano Nuvunga, líder da sociedade civil moçambicana, e pede às autoridades uma investigação transparente.
Um comunicado da AI diz que Nuvunga tem recebido, desde o dia 3 deste mês, chamadas anónimas ameaçado bombardear a sua casa. Numa das ocasiões, o interlocutor disse a Nuvunga que uma bomba havia sido plantada na sua casa e que explodiria a qualquer momento, forçando a sua mudança.
Nuvunga, diretor e investigador do Centro para a Democracia e Desenvolvimento, é uma das vozes que criticam a má governação, incluindo a resposta das autoridades na luta contra a insurgência em Cabo Delgado.
A Amnistia Internacional (AI) denunciou nesta quarta-feira, 7, que três anos após o início dos combates na província moçambicana de Cabo Delgado, as vítimas do conflito que matou mais de duas mil pessoas continuam a lutar por justiça, verdade e reparação.
Em contrapartida, “autoridades não conseguiram responsabilizar criminalmente todos os suspeitos de terem cometido crimes contra o direito internacional e violações de direitos humanos”.
A nota daquela organização de defesa lembra que, apesar do primeiro ataque ter acontecido a 4 de outubro de 2017, ”os ataques violentos deste grupo aumentaram 300 por cento, nos primeiros quatro meses de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado.
“A situação desencadeou uma crise humanitária, com mais de dois mil mortos, 300 mil deslocados internos e 712 mil pessoas com necessidade de assistência humanitária”, acrescenta a AI.
Al-Shabab
O grupo denominado localmente al-Shabab, que nos últimos tempos tem sido apontado como tendo ligação com o Estado Islâmico, é, segundo a AI, “responsável por um sofrimento indescritível em Cabo Delgado”.
O diretor para a África Oriental e África Austral da AI, Deprose Muchena, diz que eles “reduziram casas a cinzas através de ataques coordenados de fogo posto, mataram e decapitaram civis, saquearam alimentos e propriedades, e forçaram centenas de milhares a fugir das suas casas”.
As Forças de Defesa e Segurança (FDS) também não estão isentas das acusações da AI, que diz ter provas de que elas “também cometeram crimes contra o direito internacional e violações de direitos humanos, incluindo desaparecimentos forçados, tortura e execuções extrajudiciais”.
Forças de Defesa e Segurança acusadas e censura
Para Muchena, “estes crimes são agravados pelo fato de as autoridades moçambicanas não permitirem que jornalistas e investigadores locais e internacionais documentem esta situação sem que sofram consequências”.
As FDS, diz a AI, são “acusadas de crimes contra o direito internacional e violações de direitos humanos na perseguição dos suspeitos de fazerem parte do grupo armado, como execuções extrajudiciais, tortura e outros maus-tratos”.
A organização lembra igualmente que “o exército também foi implicado em sequestros e detenções arbitrárias de jornalistas, investigadores, líderes comunitários e outras pessoas que tentassem expor os abusos”.
O diretor para a África Oriental e África Austral da AI afirma que “as violações contra a população civil devem terminar imediatamente, e que as autoridades moçambicanas devem garantir que nenhum suspeito de crime, incluindo as forças de segurança, fique impune”.
A organização defende “uma investigação independente e imparcial sobre estes graves abusos e, se houver provas admissíveis suficientes, devem ser feitas acusações em julgamentos justos perante tribunais civis comuns”.
A AI ainda lembra que, nas últimas semanas, houve relatos incontestáveis de tortura e outros crimes ao abrigo do direito internacional cometidos pelas FDS em Cabo Delgado.
A organização acrescenta ter analisado imagens da região que mostravam “tentativas de decapitação, tortura e outros maus-tratos de detidos, o desmembramento de alegados combatentes de grupos armados, possíveis execuções extrajudiciais e o transporte de um grande número de cadáveres até valas comuns”.
A AI conclui que “o grupo não fez nenhuma reivindicação política”, mas analistas defendem que os motivos dos ataques estão ligados à centralização do poder em Maputo e à exclusão social e económica da população de Cabo Delgado”.
A Procuradora-Geral da República (PGR) de Moçambique, Beatriz Buchili, exige dos magistrados maior ação na investigação das fontes de financiamento do terrorismo, sobretudo ao longo da costa moçambicana, que tem sido a mais usada por terroristas.
Beatriz Buchili está de visita à província de Inhambane, sul do país, e num encontro com magistrados manifestou algum desconforto relativamente ao trabalho de investigação sobre o terrorismo.
“Não podemos levar de ânimo leve esta questão. O financiamento do terrorismo é feito através do tráfico de drogas, branqueamento de capitais, pesca ilegal, transações bancárias. Que controlo estamos a fazer na nossa costa?”, interrogou-se a PGR.
Refira-se que que Beatriz Buchili defende a criação de tribunais específicos para resolver, exclusivamente, questões relacionadas com o terrorismo, que, segundo ela, é um fato novo no sistema judicial moçambicano.
O primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, diz que o Governo apoia a iniciativa da PGR “porque terrorismo é um mal que impede o desenvolvimento do nosso país”.
“Todos os instrumentos legais e outros que possam convergir e apoiar na luta contra o terrorismo, são sempre uma mais-valia”, considerou o governante.
Entretanto, o jurista José Machicame não acha que seja por falta de tribunais que não se julga este tipo de matérias porque os tribunais comuns têm competência para fazer este julgamento, até porque o terrorismo já é crime no quadro jurídico do país.
Contudo, aquele jurista entende que tribunais especializados podem permitir uma tramitação mais célere de processos, exatamente porque têm magistrados e investigadores que se dedicam apenas a crimes terroristas.
“Vejo o argumento da Procuradora nesta linha, e podem, se calhar, não serem, necessariamente tribunais, mas serem seções especializadas nos tribunais comuns, mas, claramente, pelo caráter muito específico deste tipo de crimes, faz todo o sentido que comece a haver uma preocupação no sentido da especialização de fóruns para investigação e julgamento deste tipo de crimes”, realçou José Machicame.
Moçambique tem sido apontado como potencial “mercado” de lavagem de capitais por parte de terroristas, quando também o país enfrenta no terreno uma crescente insurgência, em Cabo Delgado, promovida por grupos radicais, cuja origem de financiamento se desconhece.
O PAÍS fixou ontem um novo recorde de casos de recuperação da Covid-19, ao registar, de uma só vez, 454 pacientes livres da doença provocada pelo novo coronavírus.
Desta forma, Moçambique tem actualmente um cumulativo de 6812 indivíduos recuperados, o que corresponde a 71.8 por cento do universo de casos positivos já detectados desde a eclosão da doença em Março. Entretanto, onúmero de infectados subiu ontem para 9494, com o anúncio de 96 novos casos positivos, diagnosticados em 1080 amostras testadas.
Um indivíduo encontra-se detido na 7ª esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM) na cidade da Beira indiciado de homicídio qualificado contra o seu enteado.
De acordo com o porta-voz da PRM em Sofala, Dércio Chacate, trata-se de X. Jorge, 49 anos, que, segundo conta, no último domingo, empurrou o enteado durante uma discussão, tendo este caído e perdido a vida.
Ainda de acordo com Jorge, quer ele, quer o finado estavam sob efeitos de álcool. Aliás a discussão começou depois que o enteado pediu a ele e a mãe dinheiro, 200 meticais, para comprar mais bebida. Na sequencia de uma resposta negativa dos pais, o jovem lançou areia para o prato do padrasto.
“Depois disso, eu empurrei-o para afastá-lo daí e ele caiu”, conta Jorge. A queda foi fatal.
O porta-voz provincial da policia disse que a foi a mulher de Jorge, mãe da vítima, que denunciou o caso.
Quarenta e duas famílias vítimas do terrorismo na província de Cabo Delgado recomeçam suas vidas no distrito de Nicoadala, província da Zambézia, em meio a várias dificuldades.
Algumas famílias produzem blocos de barro e buscam capim no mato para cobrir as respectivas casas.
Ter habitação é a palavra de ordem naquele distrito. Desde que as famílias começaram a chegar a Nicoadala, o Instituto Nacional do Gestão de Calamidades (INGC) tem estado a distribuir alimentos, utensílios de cozinha e tendas para abrigo.
O jovem Elias Jacob fugiu de Muidumbe, onde deixou os pais, para Nicoadala. Segundo ele, os terroristas matam sem piedade, destroem bens das pessoas sem razão aparente.
“Cheguei na província da Zambézia há sensivelmente dois meses. Por falta de condições, outras famílias permaneceram em Muidumbe, mas há sempre comunicação por telefone”, contou a fonte, acrescentando que o medo ainda paira e deixa tudo nas mãos de Deus. Elias Jacob tem, contudo, esperanças de um dia voltar a rever os seus pais.
Maria Luís é outra deslocada de Mocímboa da Praia, onde as acções dos terroristas são intensas. Ela explicou ao “O País” que aquele distrito está irreconhecível. O grupo armado tomou e destruiu a vila.
A directora regional centro do INGC, Lurdes Daniel, visitou os deslocados, viu de perto as condições em que vivem e apelou à boa convivência entre as famílias e as autoridades locais.
“Impressiona-me o facto de as famílias por si só avançarem para a construção das suas casas. Isso é bastante positivo e encoraja-nos. Compreendemos que elas são deslocadas e perderam tudo, mas é fundamental que tenham esperança, pois o Governo está a fazer de tudo para devolver Cabo Delgado a normalidade que merece”, disse a responsável.
Lurdes Daniel referiu igualmente que a instituição que dirige vai continuar a prestar apoio necessário às famílias, fundamentalmente alimentação.
Além de Nicoadala, mais pessoas de Cabo Delgado continuam a chegar em diferentes distritos da Zambézia.
O Instituo Nacional de Saúde (INS) vai realizar pesquisas com recurso a plantas nativas para controlar e curar a COVID-19. O estudo, cuja data de início ainda não está definida, será feito, também, com base nas bactérias existentes no organismo humano.
Ainda não foram identificadas as plantas para a pesquisa, mas entre elas consta a moringa, cujos estudos sobre a mesma já iniciaram e estão a cargo de outras organizações.
Nas plantas, será avaliada a sua toxidade e a concentração de substâncias que permitem ou não serem administradas no organismo humano, sem causar danos à saúde.
Depois deste processo, serão feitos experimentos para analisar o potencial anti-inflamatório e compará-los com os medicamentos convencionais usados para controlar a inflamação causada pela COVID-19. A pesquisa vai apurar, também, de que forma as plantas podem tornar o organismo imune e destruir as células infectadas pelo vírus da SARS-COV-2.
“E depois disso, vamos ver se usamos essas plantas em substituição dos fármacos que usamos convencionalmente”, disse Raquel Matavele, pesquisadora do INS e vencedora do prémio da UNESCO para mulheres cientistas. O prémio foi de 50 mil dólares que serão usados na pesquisa.
A investigadora faz parte do grupo de 15 mulheres investigadoras do continente africano e da região da Ásia-Pacífico que foram laureadas.
Ademais, segundo a pesquisadora, será feito um estudo em microbiotas –bactérias que vivem no corpo humano – para aferir se o seu perfil pode estar associado ao desenvolvimento da COVID-19 ou à cura da doença.
“Queremos entender melhor” por que razão alguns “indivíduos desenvolvem a doença e outros não. Então, vamos medir o que chamamos de bio marcadores de evolução para doença”, explicou Raquel Matavele, para quem, este processo permite medir o grupo de células, cuja função principal é evitar a inflamação acentuada.
“Uma vez identificado o perfil” das células “podemos usá-lo, de formas diferentes, para o diagnóstico” da enfermidade. Pesquisadora esclarece que nos termos que se pretende desenvolver a pesquisa, há possibilidade de se fazer transplante de células de um indivíduo saudável num doente.
Para iniciar o estudo, o INS aguarda a aprovação ética e a padronização dos experimentos.
O porta-voz do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), Cláudio Langa, perdeu a vida na noite de terça-feira, vítima de um tumor no intestino.
Cláudio Langa era quadro do STAE há vários anos, tendo dirigido várias áreas.
Até à sua morte, Cláudio Langa era porta-voz da instituição e um dos principais rostos da organização do processo eleitoral no país.
Cinco mortos e quatro feridos é o balanço de um acidente de viação ocorrido, na manhã de terça-feira, na Estrada Nacional 222, no limite entre os distritos de Guijá e Mabalane, província de Gaza, envolvendo dois camiões de transporte de carga.
De acordo com Carlos Macuácua, chefe do departamento de Relações Públicas, na Polícia da República de Moçambique naquela província, o sinistro foi provocado por excesso de velocidade e deficiências mecânicas das duas viaturas.
O porta-voz da polícia explicou que os feridos foram evacuados para o Hospital de Chókwè, e os camiões ficaram danificados.
Macuácua apela aos condutores a respeitaram a velocidade sinalizadas nas viam por onde circulam e fazer a revisão constante das suas viaturas.
O oposicionista russo, Alexey Navalny, pediu esta quarta-feira aos europeus que vão mais longe nas sanções à Rússia, proibindo a permanência no seu território de “oligarcas e altos funcionários” que formam “o estreito círculo” de Vladimir Putin.
“As sanções contra todo o país não estão a funcionar. O mais importante é banir os beneficiários do regime e congelar os seus ativos. Os oligarcas e altos funcionários, o círculo mais fechado de Putin”, disse Navalny em entrevista ao diário alemão Bild.
Navalny referiu-se a essa elite como aqueles que “assassinam pessoas porque querem permanecer no poder”.
“Eles desviam dinheiro, roubam bilhões e, nos fins de semana, vão a Berlim ou Londres, compram apartamentos caros e sentam-se em cafés”, lamentou.
Após o envenenamento, o chefe da diplomacia europeia Josep Borrell levantou a possibilidade de uma “lei Navalny” como veículo para novas sanções contra Moscovo. A Alemanha também disse que estava a considerar medidas punitivas.
A questão das sanções foi reavivada após o anúncio, na terça-feira, da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) de que uma substância do tipo Novichok tinha sido encontrada no corpo do ativista russo.
Três laboratórios europeus já haviam concluído que Navalny foi envenenado com esse agente nervoso do tipo Novichok, projetado para fins militares na época soviética.
Um crítico feroz do Kremlin, Alexeï Navalny começou a sentir-se mal a bordo do avião que fazia a rota entre Tomsk, na Sibéria, e Moscovo, no passado dia 22 de agosto, acabando por entrar em coma tendo sido mais tarde transferido para um hospital de Berlim, a pedido da família.
Navalny foi tratado num hospital de Berlim e continua recuperar na capital alemã.
Berlim reagiu ao anúncio da OPAQ afirmando que “o uso de armas químicas é um ato sério que não pode ficar sem consequências”.
“Este uso de armas químicas deve ser motivo de preocupação para o Ocidente”, sublinhou Navalny na entrevista.
“Se conhecemos os ataques químicos que falharam, não temos ideia do número de assassinatos bem-sucedidos”.
O oponente também criticou duramente o ex-chanceler alemão Gerhard Schröder, que trabalha numa subsidiária da companhia de gás russa Gazprom e próximo de Vladimir Putin.
“Schröder é o fantoche de Putin, que protege os assassinos”, criticou Navalny, acusando o ex-líder social-democrata de ser “o lobista de Putin” e de receber “dinheiro secreto” “roubado” da população russa, contribuindo assim para o empobrecimento do país.
Os fabricantes de vacinas terão de esperar pelo menos dois meses após injetar a última dose dos ensaios clínicos de Fase 3, antes de submeterem um pedido de comercialização, segundo um comunicado divulgado pela agência na sua página na internet.
A Agência do Medicamento dos Estados Unidos (FDA) estabeleceu na terça-feira critérios de aprovação de uma futura vacina contra a covid-19, que tornam improvável a sua autorização antes das eleições presidenciais em 3 de novembro.
Os fabricantes de vacinas terão de esperar pelo menos dois meses após injetar a última dose dos ensaios clínicos de Fase 3, antes de submeterem um pedido de comercialização, segundo um comunicado divulgado pela agência na sua página na internet.
Os três testes em curso nos Estados Unidos começaram no final de julho (Moderna e Pfizer) e no final de setembro (Johnson & Johnson), sendo que os dois primeiros requerem a administração de duas doses com um intervalo de três ou quatro semanas.
“A FDA está empenhada em garantir que o processo de desenvolvimento e avaliação científica das vacinas contra a covid-19 seja o mais aberto e transparente possível”, escreveu no rede social Twitter o chefe da agência norte-americana, Stephen Hahn, que, segundo a comunicação social do país, mantém há várias semanas um ‘braço de ferro’ com a Casa Branca para impor estes critérios.
As regras parecem ‘puxar o tapete’ debaixo dos pés da Pfizer, que tem insistido que o seu ensaio clínico terá dados suficientes até ao final de outubro, correspondendo às previsões de Donald Trump, enquanto a Moderna, por sua vez, já tinha apontado a comercialização da sua vacina para o final de novembro.
Dois irmãos iraquianos separados desde bebés que desconheciam que o outro ainda estava vivo reencontraram-se em Bagdade ao fim de quarenta anos. O encontro emocional foi registado em imagens na net.
Em 1980, Haider Jawad Al Mousawi foi preso pelo regime de Saddam Hussein juntamente com o seu irmão mais novo, Ahmed, os seus pais e os seus tios. Eram acusados de pertencer a um partido proibido, e os adultos não terão demorado a ser executados. O mesmo que Haider julgava ter acontecido a Ahmed.
Em finais de setembro, ele escreveu no Facebook, a partir da Suécia, onde vive: “Neste dia, há 40 anos, fui detido na prisão. Poderão perguntar-me, ‘que idade tem agora?’. Tenho 44 anos e em 1980 tinha quatro, e recordo tudo o que me aconteceu. Se temos um pai que está envolvido em política, como é que isso é nossa culpa?”.
“UM MÁRTIR VIVO”
Haider escapou da prisão graças à sua avó, que o escondeu por baixo das roupas, mas o seu irmão, na altura com dois anos, não teve a mesma sorte, e ele recordava-o na mensagem, publicando uma fotografia dele. “O tempo é belo, pois os baathistas desapareceram. Mas toda a minha família foi morta, e eu fui o único que consegui escapar da prisão”, concluía.
A mensagem circulou em grupos de WhatApp iraquianos, e, por sorte, uma mulher, ao ver a criança na foto, reconheceu o irmão que a sua família havia adotado. Ao que parece, a criança tinha sido poupada e acabou por ir parar a uma esquadra, tendo sido criada por um chefe da vizinhança local.
Segundo um membro da Comissão Iraquiana de Direitos Humanos entrevistado pelo jornal “The National”, “é uma história verdadeiramente dolorosa, que mostra a extensão de crimes horríveis que atingiram o povo iraquiano, em especial certas sociedades, cometidos pelo regime Baath, que costumava derivar a sua força, presença e arrogância do apoio regional e internacional”.
Pela sua parte, Haider explicou após reencontrar o irmão: “Esta história não respeita apenas a duas pessoas, resume a dor de uma nação. O meu irmão é um mártir vivo”
Um homem de 80 anos morreu após um confronto num bar no estado de Nova Iorque, nos Estados Unidos, com outro cliente, depois de lhe chamar a atenção por não estar a usar uma máscara.
De acordo com o New York Times, no estado de Nova Iorque as pessoas são obrigadas a usar máscaras nos bares e nos restaurantes quando não estão sentadas.
O incidente ocorreu no passado dia 26 de setembro num bar em Buffalo. As câmaras de segurança mostram Donald Lewinski, de 65 anos, a levantar-se várias vezes e circular sem máscara. No momento em que o dono do estabelecimento estava a falar com ele, Rocco Sapienza, de 80 anos, atravessa o bar para ir ter com os dois homens.
Segundo o procurador, “do nada” Lewinski empurra Sapienza, que cai e bate com a cabeça no chão, sendo que os dois homens, de acordo com a polícia, já tinham tido antes uma breve troca de palavras. O idoso, que terá perdido os sentidos logo na queda, ainda foi submetido a uma cirurgia à cabeça, mas acabou por morrer na quinta-feira, dia 1 de outubro.
Lewinski foi detido na segunda-feira por homicídio negligente e, em tribunal esta terça-feira, deu-se como inocente. O homem de 65 anos poderá ser condenado a uma pena que pode chegar aos quatro anos de prisão.
Este será um dos primeiros casos no estado de Nova Iorque de confrontos devido ao uso de máscaras que levaram à morte de uma pessoa, mas não é caso único nem no país nem no mundo. Em maio, um segurança de uma loja morreu após ser baleado por um cliente, a quem disse que a filha tinha de usar uma máscara dentro do estabelecimento. Em França, um motorista de autocarro morreu, em julho, depois de ser atacado por vários passageiros a quem pediu para utilizarem uma máscara.
O Instituto Médio Politécnico de Moçambique (IMPM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte (20) Docentes de Docentes – Administração Pública e Autárquica. Saiba mais.
O Instituto Médio Politécnico de Moçambique (IMPM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte (20) Docentes – Electricidade Industrial. Saiba mais.
O Instituto Médio Politécnico de Moçambique (IMPM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte (20) Docentes – Tecnologia de Informação e Comunicação. Saiba mais.
A N´weti, uma Organização Nacional não Governamental moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais de M&A. Saiba mais.
A N´weti, uma Organização Nacional não Governamental moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Enfermeiras Supervisoras. Saiba mais.
A Terra Firma pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Sistemas de Informação Geográfica e Extração e Transformação de Dados. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A Sociedade Económica de Produtores e Processadores Agrários (SEPPA Agro-negócio e Consultoria Lda) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal doze (12) Oficiais Distritais de Género e Proteção. Saiba mais.
A Sociedade Económica de Produtores e Processadores Agrários (SEPPA Agro-negócio e Consultoria Lda) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dezasseis (16) Técnicos Distritais de Campo. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) vendedor de Van. Saiba mais.
O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Conselheiro de Programas das Forças Armadas e de Segurança. Saiba mais.
A SETH – Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, S.A. – Sucursal de Moçambique está a recrutar um (1) Técnico de Higiene, Ambiente e Segurança no Trabalho (HAST). Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI). Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI) . Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI). Saiba mais.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnica Superior de Administração de Justiça (Jurista). Saiba mais.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnica Superior N1 (Contabilista). Saiba mais.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Profissionais (Administração Pública e Ciências de Documentação). Saiba mais.
A Ajuda Popular da Noruega (APN) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Consultor Externo para a elaboaração do plano estratégico 2020-2024 em Moçambique. Saiba mais.
Podia ter sido o dia mais feliz da vida de Sasha Aristide e do companheiro Kevin Hyppolite, mas o homem tinha outros planos. Sasha esteve três horas à espera do companheiro de 10 anos no altar mas Kevin não apareceu. Primeiro, Kevin disse que o Uber se tinha atrasado mas, passadas três horas, o jovem de 29 anos ainda não tinha aparecido. Foi então que Sasha caiu em si e se apercebeu que Kevin não iria aparecer no ‘grande dia’.
“Falei com ele na noite anterior e ele disse literalmente: ‘amo-te, mal posso esperar para me casar contigo'”, revelou a noiva em declarações ao The Sun. Mas tudo começou a parecer estranho horas antes da cerimónia. No grande dia, a florista ligou a Sasha e disse que não lhe foi permitida a entrada no local da festa para colocar as flores. Foi então que Sasha ligou a Kevin que lhe disse estar atrasado. Na altura, Sasha não se preocupou pois ainda faltavam algumas horas para a cerimónia.
O segundo sinal de alerta soou quando os convidados chegaram ao local da festa e lhes foi dito que não tinham recebido o pagamento integral da cerimónia.
Sasha tentou novamente falar com Kevin que alegou estar atrasado devido à Uber. O tempo passou e o casamento acabou por não se realizar, Kevin deixou Sasha durante três horas no altar.
O homem tentou contactar a noiva semanas depois mas já nada havia a fazer. “Não tinha intenção de voltar para ele”, disse Sasha.
Em declarações ao The Sun, Kevin reforçou que nada foi intencional. “Não foi planeado, aconteceu assim”, atirou.
Demorou, mas, enfim, o Manchester United anunciou a contratação que todos os torcedores aguarda: Edinson Cavani. O uruguaio de 33 anos, estava livre no mercado desde que deixou o PSG, e chega sem custos ao time inglês. O contrato, de acordo com a imprensa britânica, é de duas temporadas.
Cavani chegou a ser especulado em clubes como Benfica, Atlético de Madrid, Grêmio e Atlético Mineiro, mas o destino escolhido foi a Inglaterra. No novo clube, ele chega para ser o centroavante titular e, com isso, Anthony Martial deve perder a posição. Os outros companheiro que forma o trio de ataque são Mason Greenwood e Marcus Rashford.
O Manchester United é um dos maiores clubes do mundo, por isso é uma verdadeira honra estar aqui. Trabalhei muito nas folgas e estou ansioso para competir e representar este clube incrível. Joguei diante de alguns dos torcedores mais apaixonados do futebol durante a minha carreira e sei que será o mesmo em Manchester. Mal posso esperar para experimentar a atmosfera de Old Trafford, quando é seguro para os fãs voltarem – disse o uruguaio .
Edinson Cavani deixou o Paris Saint-Germain como maior artilheiro da história do time, com 200 gols, sendo o último deles marcado em fevereiro, contra o Bordeaux. Entretanto, a saída do clube parisiense não foi boa. O jogador não prolongou o contrato para disputar a reta final da Liga dos Campeões, competição na qual o PSG foi vice-campeão, perdendo para o Bayern de Munique. A atitude gerou reclamações da diretoria e torcedores.
A ex-primeira-dama Michele Obama criticou esta terça-feira Donald Trump, acusando o Presidente norte-americano de ser “racista” e semear o “medo e a confusão”.
“O que o Presidente está a fazer é claramente errado, é moralmente errado e, sim, é racista”, disse Michele Obama, referindo-se à onda de manifestações contra a violência policial, que Donald Trump classificou como “terrorismo interno”. Algumas das manifestações antirracistas desencadeadas pela morte de George Floyd transformaram-se em motins, nomeadamente após a intervenção de milícias da extrema-direita.
“Apenas numa pequena parte das manifestações houve violência”, afirmou a ex-primeira-dama, numa mensagem vídeo em que apela aos norte-americanos para se mobilizarem em torno do candidato democrata Joe Biden.
Joe Biden, disse Michele Obama, é um líder que tem “o coração, a experiencia e o temperamento necessários para nos conduzir” a América a “melhores dias”. Perante as “mentiras” de Donald Trump e as “conspirações repetidas continuamente”, até “as pessoas razoáveis podem ter medo”, acrescentou, salientando que “a única coisa em que este Presidente é bom é em usar o medo, a confusão, e a espalhar mentiras para vencer”.
No final de agosto, na convenção republicana, Donald Trump disse que se “a esquerda chegar ao poder, vai acabar com os subúrbios residenciais”, acusando os democratas de defenderem “os anarquistas, agitadores, desordeiros” e aqueles que “queimam a bandeira”.
“Imaginem o que é estar sob suspeita desde o dia em que nasceram só por causa da cor da pele“, argumentou esta terça-feira a mulher do primeiro Presidente negro da história dos Estados Unidos da América, numa mensagem dirigidas aos indecisos para as eleições que se realizam no início de novembro.
Racismo, medo, divisão. Essas são armas poderosas que podem destruir uma nação se não os atacarmos pela frente, sustentou.
As eleições para a presidência norte-americana estão marcadas para 03 de novembro e opõem o candidato democrata Joe Biden ao candidato republicano e atual Presidente, Donald Trump.
A justiça angolana mandou encerrar e apreender todos os templos da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola, estando o processo de selagem a ser feito de forma gradual.
O Serviço de Investigação Criminal e a Procuradoria-Geral da República angolanos encerraram na segunda-feira os edifícios da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) no Bié, depois de apreenderem outros seis templos no Bengo, na semana passada.
Segundo informações divulgadas esta terça-feira pelo Ministério do Interior, foram apreendidos dois templos no município do Cuito e um no Andulo, província do Bié, sendo efetuada a selagem dos imóveis. Nos dias 28 e 29 de setembro tinham sido já apreendidos seis templos da UIRD, em Caxito, desvio da Barra, Açucareira, Sassa Povoação e Panguila, no município do Dande, província do Bengo, em cumprimento do mandado de apreensão emitido pela PGR.
As portas de entrada foram seladas para impedir que fiéis tenham acesso aos templos para realização de cultos. Durante a operação foram apreendidos objetos como 1.279 cadeiras plásticas e de madeira, 23 extintores contra incêndio, 15 aparelhos de ar condicionados, 7 dísticos com logótipos da igreja Universal, duas mesas misturadoras e um amplificador, 23 pastas de arquivos, um gerador, um tanque de água e oito talões de depósitos bancários no valor total de 343.645 kwanzas (460 euros).
A justiça angolana mandou encerrar e apreender todos os templos da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola, estando o processo de selagem a ser feito de forma gradual. A 19 de setembro, dia em que foram retomados os cultos religiosos em Luanda, província que permanece sob cerca sanitária devido à pandemia de covid-19, o encerramento dos templos do Kilamba, Estalagem, Km 30 e Samba, na capital, foi recebido com surpresa pela IURD, que divulgou, na altura, um comunicado dizendo que os agentes não estavam “munidos de qualquer mandato ou documentação de suporte”.
Segundo a IURD em Angola, que classificou a operação policial como “desproporcionada e excessiva”, estes templos não integravam o lote dos sete edifícios apreendidos pela Procuradoria-Geral da República em agosto. A IURD alegou que a polícia agiu “de forma truculenta e excessiva, cerceando os membros e fiéis que, na ocasião, estavam exercendo seu direito de liberdade de culto” e sublinha que não havia qualquer impedimento legal ou mandato judicial que impedisse o culto naqueles templos, “pois os mesmos não foram arrestados ou lacrados pela Procuradoria-Geral da República (PGR)”.
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