O Governo assegura que já expulsou dois instrutores por violarem instruendas na escola da polícia em Matalana. Helena Kida, ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, disse que a decisão surge na sequência da investigação desenvolvida em torno do assunto.
O caso agitou os moçambicanos, moveu várias individualidades e instituições dado o arrepio que se gerou. Mas ontem Helena Kida deu a conhecer o possível “desfecho do caso” ao assegurar que “os instrutores que se envolveram com as instruendas, engravidando-as, foram objecto de censura disciplinar, tendo como efeito sido expulsos da corporação”.
Helena Kida disse que explicou que a decisão foi o culminar dos processos disciplinares “que lhes tinham sido insaturados”.
Já para o caso dos agentes da Polícia que estiveram envolvidos na morte de alguns cidadãos na Matola, Beira e Xai-Xai, bem como os autores do vídeo que terá sido posto a circular por alguns agentes da polícia, no qual dois indivíduos teriam sido flagrados em actos sexuais numa viatura, a ministra disse que houve sanções e há, por outro lado, processos disciplinares a correr.
A ministra da Justiça falou também dos raptos. A responsável deu a conhecer que este ano a Polícia deu seguimento a 13 casos de raptos, dos quais quatro na cidade de Maputo, três na província de Maputo e quatro em Sofala e dois em Manica.
Em conexão com os casos, Kida informou que quatro indivíduos foram detidos, alguns dos quais autores confessos com processos-crime a seguirem trâmites no Ministério Público.
A Autoridade Reguladora de Energia reduziu o preço de gasolina de 64.22 para 62,50 meticais o litro, a partir da meia-noite desta quinta-feira. O custo de gasóleo também baixou, de 58,95 para 57,45 meticais o litro.
Um comunicado da Autoridade Reguladora de Energia, enviado ao “O País”, indica que igualmente reduziu o preço do petróleo de iluminação, de 45,24 para 43,24 meticais o litro.
O valor de compra do gás de cozinha mantém-se inalterado em 58,18 meticais o quilograma, enquanto o gás comprimido baixou de 30,35 para 30 meticais o litro.
A redução ocorreu no primeiro trimestre deste ano, devido ao terrorismo em Cabo Delgado, aos ataques armados atribuídos à Junta Militar da Renamo em Manica e Sofala e por conta da pandemia do novo Coronavírus, segundo o governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, que falava na abertura do 45º conselho coordenador da instituição que dirige, na cidade de Chimoio, província de Manica.
O regulador do sistema financeiro explicou que implementou uma série de medidas de política monetária para evitar que os efeitos económicos dos factores acima mencionados fossem mais severos.
Entre as medidas a que o governador do Banco Central referiu, consta a redução da taxa de juro para aliviar os custos de financiamento às famílias e empresas.
“Reduzimos a nossa taxa de juro, a conhecida taxa MIMO, de 12,75% para 10,25%. Reduzimos ainda a percentagem dos depósitos que os bancos são obrigados a manter junto do Banco de Moçambique, tanto em moeda nacional como em moeda estrangeira, de 13 para 11,5% e de 36 para 34%”, respectivamente, explicou Rogério Zandamela.
Apesar do contexto adverso que o país atravessa, o Banco de Moçambique avalia positivamente o ano de 2020, prestes a findar. Rogério Zandamela disse que foi assegurada a estabilidade macroeconómica.
O ministro da Saúde de Moçambique, Armindo Tiago, assegurou na quarta-feira (18), o início ainda este ano do cumprimento pelo executivo de quatro direitos previstos no Estatuto Médico que ainda não foram operacionalizados, no âmbito da valorização da classe médica.
Armindo Tiago avançou que o Governo vai começar a implementar a diuturnidade especial de forma progressiva, ainda a partir deste mês, e o pagamento do trabalho extraordinário limitado, a partir de dezembro.
Em 2021, serão pagos o bónus de rendibilidade e o seguro por riscos profissionais, acrescentou.
No âmbito do Estatuto do Médico, aprovado em 2013, o Governo está a pagar o bónus especial, subsídio de risco, renda de casa e subsídio de exclusividade.
“O Governo tem vindo a implementar quatro direitos dos oito previstos [no Estatuto do Médico]. Em relação aos outros quatro direitos, está em curso a sua operacionalização”, frisou o ministro da Saúde de Moçambique.
Armindo Tiago assinalou que a concretização dos direitos previstos no Estatuto do Médico está a ser feita numa colaboração entre o Governo e a Associação Médica de Moçambique (AMM).
As garantias dadas pelo ministro da Saúde de Moçambique no parlamento acontecem numa altura em que a AMM e a Ordem dos Médicos de Moçambique têm alertado para a degradação da situação económica e profissional da classe, devido ao impacto da covid-19.
Moçambique contabiliza 118 óbitos por covid-19 e um total de 14.566 casos positivos.
O representante do secretário-geral das Nações Unidas em Moçambique, Mirko Manzoni, considera que os parceiros do país devem fornecer-lhe ajuda militar para combater os rebeldes em Cabo Delgado, “sem hipocrisia”
“Os doadores contribuem para o orçamento de Moçambique, seria mais sensato se ajudassem diretamente o exército moçambicano, sem hipocrisia”, referiu na terça-feira (17), em entrevista à edição online do jornal suíço Le Temps.
Manzoni, que até 2019 tinha sido embaixador da Suíça em Moçambique, sendo depois escolhido por António Guterres para acompanhar as negociações de paz entre Governo e oposição, fala nesta entrevista de outro dossiê, o da insurgência armada no norte do país.
O responsável disse que se opõe ao uso de mercenários, mas a situação é complexa: “a realidade no terreno deve fazer-nos refletir”.
“Quando se pede ajuda e ninguém mexe um dedo, é isso que acontece. Moçambique gasta fortunas com mercenários”, primeiro com russos do grupo Wagner e agora com uma empresa sul-africana, detalhou Manzoni, para depois fazer o apelo à ajuda direta dos doadores.
Mirko Manzoni diz que é preciso dar ouvidos à liderança do país lusófono.
“Oiçamos o apelo de Moçambique: a ajuda militar deve ser fornecida através da cooperação”, ou seja, “ajudar o exército moçambicano a cumprir as suas obrigações”, em vez de ocupar o seu lugar.
Diz ter noção de que tal ajuda não é bem vista entre os parceiros, que não querem “sujar as mãos”, mas “é uma ilusão querer desenvolver a província de Cabo Delgado sem primeiro haver segurança”, referiu.
A petrolífera francesa Total financia um serviço de segurança para proteger as suas instalações de exploração de gás natural, em construção na região, “mas esse esforço é muito modesto”.
“Moçambique precisaria de blindados, camiões de transporte de pessoal, ‘drones’ (aeronaves autónomas) de vigilância e lanchas rápidas para controlar as costas”, detalhou.
O representante de Guterres em Moçambique diz que a situação em Cabo Delgado lhe faz lembrar a ameaça ‘jihadista’ de 2012 no Mali, mas opõe-se a uma intervenção internacional no norte de Moçambique.
Isso seria “deitar mais lenha na fogueira” e beneficiaria a propaganda extremista.
Por outro lado, disse também que não se pode “dialogar com surdos”, referindo-se aos rebeldes.
No início dos ataques eram principalmente moçambicanos, mas agora são na maioria “‘jihadistas’ internacionais vindos da Somália, Iémen, Líbia, Uganda e República Democrática do Congo”, com “armas muito sofisticadas”, acrescentou, sem, no entanto, explicitar fontes ou provas.
Questionado sobre as violações de direitos humanos cometidas contra a população, algumas atribuídas aos militares moçambicanos, Manzoni referiu que, “paradoxalmente, essas atrocidades também devem ser vistas como um claro pedido de ajuda” das próprias forças armadas.
“Não estou de forma alguma a justificar os abusos, mas infelizmente são frequentemente o resultado da frustração e impotência das tropas moçambicanas neste conflito”, disse.
A violência armada em Cabo Delgado dura há três anos e está a provocar uma crise humanitária com cerca de 2.000 mortes e 435.000 pessoas deslocadas, sem habitação, nem alimentos suficientes – concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, nomeou Agostinho Francisco Langa Júnior para o cargo de Secretário de Estado do Ensino Técnico-Profissional.
Agostinho Langa Júnior já tinha sido indicado para o mesmo cargo, em Outubro passado.
Entretanto, na terça-feira (18), o responsável foi exonerado do cargo, na sequência da extinção do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional.
Neste contexto, foi criado o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
“As atribuições, competências e organização interna dos novos órgãos serão definidos em diplomas específicos”, segundo um comunicado da Presidência.
Moçambique precisa de aprimorar a digitalização de modo a acompanhar o ritmo da tecnologia. Especialistas sugerem o aprofundamento da janela única, por exemplo.
Tal chamado ao aprimoramento da digitalização surge num mundo em que os passos das tecnologias tornam-se cada vez mais “agressivos” e urge acompanhar as dinâmicas, bem como adequar-se nelas.
Nesse sentido, no que toca à integração de mercados, por exemplo, a digitalização é uma das maiores recomendações.
“Ela oferece maior segurança e maior nível de serviço. Portanto, as empresas podem começar a ter um funcionamento mais adequado, assim como os meios de pagamento podem fluir de forma mais rápida”, entende Ivo Vinha, director-geral de Informática e Inovação Digital do Millenium BIM.
O campo para a digitalização em Moçambique ainda é fértil, o que se precisa é potenciar a sua aplicação.
“Hoje tenho um cartão que é de Moçambique, mas que é transacionado na África do Sul. Isso, per si, trás uma vantagem na integração de mercados”, afiança Joel Pitta da Business Development Leader, na VISA.
Em meio a essas propostas de tecnologia que permitem a integração de mercados, a janela única aparece como uma das sugestões que deve ser apostada pelas instituições.
“A janela única em si já tem, por exemplo, as soluções de pagamento, bem como temos a questão da integração e interoperabilidade com países vizinhos, pois embora esta última parte esteja ainda em desenvolvimento, mas temos ainda os utilizadores com a possibilidade de trabalho remoto, coisas que com a situação actual da COVID-19 vieram solidificar ou comprovar a robustez e confiabilidade do sistema que é a janela única”.
Nova Iorque vai encerrar novamente todas as escolas da cidade a partir de quinta-feira, para mitigar a propagação do novo coronavírus, anunciou o autarca, Bill de Blasio.
As autoridades nova-iorquinas tinham anunciado, durante o verão, que as escolas voltariam a encerrar se 3% de todos os testes feitos à presença do SARS-CoV-2 em toda a cidade tivessem resultado positivo.
O rácio de infeções contabilizadas aproximou-se desta percentagem na última semana, razão pela qual Nova Iorque decidiu voltar atrás no regresso do ensino presencial e Blasio aconselhou, na altura, os encarregados de educação para se preparem para o encerramento das instituições de ensino dentro de dias.
A decisão foi tomada hoje, dá conta a Associated Press (AP).
O ‘mayor’ da ‘Big Apple’ disse também que o rácio de novos contágios ultrapassou esta semana os 3%.
Nova Iorque tem mais de um milhão de estudantes no ensino público que agora continuarão os estudos inteiramente ‘online’.
Até ao final de outubro, apenas 25% dos estudantes tinha regressado às aulas presenciais, uma percentagem mais baixa do que aquela prevista pelas autoridades nova-iorquinas.
O regresso às aulas presenciais foi faseado: em 21 de setembro para as creches e estudantes com necessidades educativas especiais, em 29 de setembro para o ensino básico e 01 de outubro para o secundário.
Na altura, a percentagem de pessoas cujo resultado da testagem à presença do novo coronavírus era positivo, durante um período de sete dias, era menor do que 2%.
Apesar da reabertura, mais de 1.000 estabelecimentos de ensino estiveram temporariamente encerrados durante este período, devido ao conhecimento de vários casos de covid-19 e ao aumento do número de infeções em várias secções da cidade, que obrigou a confinamentos nessas zonas.
À semelhança do resto do país, o ensino presencial em Nova Iorque parou a meio de março, altura em que a primeira vaga da pandemia atingiu os Estados Unidos.
Apesar de várias cidades norte-americanas terem decidido começar o novo ano letivo dando primazia ao ensino ‘online’, Bill de Blasio pressionou o regresso ao ensino presencial.
O autarca democrata justificou a pressão feita com a necessidade que vários estudantes tinham de aceder a serviços apenas disponíveis nas escolas, e que os encarregados de educação precisavam do regresso das aulas presenciais para poderem regressar ao trabalho.
Também estava equacionado um regresso faseado, com uma parte dos alunos a assistir às aulas presencialmente, e os restantes elementos da turma através da ‘web’.
Este regresso ao ensino presencial estava inicialmente previsto para 10 de setembro, mas foi adiado por cauda da contestação de encarregados de educação, professores — que ameaçaram fazer greve – e funcionários das escolas.
Na sequência da contestação, as autoridades nova-iorquinas comprometeram-se a contratar milhares de novos docentes e a fazer a testagem entre 10% e 20% de todos os alunos e funcionários mensalmente.
A Future Proof Building (FPB) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Procurement. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um Operador de Empilhadeira. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar dez (10) Operadores de Dados. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial de Mobilização Comunitária. Saiba mais.
Uma Empresa multinacional operando em Nacala e Pemba pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Relações Industriais. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Coordenação da Resposta Humanitária. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Operador de Dados. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes N3 (Matola). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Docentes N4 (Matola). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Biologia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – História. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Português. Saiba mais.
Há necessidade dos governos acelerarem as políticas destinadas à utilização de tecnologias digitais para a redução de desigualdades, criar oportunidades e colher os benefícios das Tecnologias de Informação e Comunicação.
A posição foi defendida pela ministra das Comunicações, Telecomunicações e Serviço Postal da África do Sul, Stella Ndabeni-Abrahams, discursando na cimeira “Melhor África” no AfricaCom2020, um evento que teve lugar virtualmente de 9 a 12 de Novembro corrente, sobre telecomunicações, meios de comunicação e tecnologia em África.
Disse que a comissão da Quarta Revolução Industrial (4IR), criada pelo Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, já fez várias recomendações que foram aprovadas pelo Gabinete. Estas incluem o compromisso de investir no capital humano, estabelecimento de um Instituto de Inteligência Artificial, criação de uma plataforma para o fabrico avançado de novos materiais e o apoio a dados de segurança para permitir a inovação.
A ministra considerou que o evento veio quando as pessoas em todo o lado estão a se posicionar para desempenharem um papel significativo na 4IR. Referiu que a tecnologia pode abordar os problemas mais difíceis enfrentados pela África do Sul e pelo resto do continente.
Explicou que ao prestar apoio às PME no desenvolvimento de tecnologia que vai optimizar a prestação de serviços em sectores como a saúde, educação e transportes, pode se melhorar o bem-estar dos cidadãos.
Leo Chen, Presidente da Huawei na Região da África Subsahariana, disse que a pandemia desencadeou uma mudança a longo prazo no comportamento das pessoas para se manterem Online.
“Assistimos recentemente ao surgimento de novas exigências de trabalho de casa, de compras Online e de ensino doméstico, com o tráfego de dados a aumentar mais de 40% e os serviços digitais a florescer em toda a região da África Subsaariana. Estamos gratos por ver que os governos africanos responderam rapidamente à crise, reforçando o papel das Tecnologias de Informação e Comunicação na luta e recuperação, quer através da libertação de espectro temporário, quer através de recomendações políticas” – referiu.
Sharoda Rapeti, representante da Delta Partners, disse que as Tecnologias de Informação e Comunicação poderiam ser “aceleradores de crescimento” na construção de uma economia pós-pandémica resiliente através de modelos de partilha de infra-estruturas e do aumento do investimento.
“Cerca de 58% dos líderes africanos inquiridos viram a pandemia como um acelerador da indústria. Estes resultados apontam para boas perspectivas para o sector das telecomunicações em África, desde que adoptemos a abordagem certa ao investimento”- disse.
Por seu turno, o Secretário-Geral da ATU, John Omo, disse na conferência que a indústria das Tecnologias de Informação e Comunicação estava a crescer para um novo motor de crescimento económico global. Apelou à simplificação dos processos de regulamentação e à atribuição atempada de espectro para tecnologias novas e em evolução, de acordo com os protocolos da indústria.
Cento e cinquenta funcionários públicos e engenheiros dos ministérios de nacionais estão ter uma formação no uso das TIC via online, no âmbito de fortalecimento de capacidade de passar para o digital.
A formação, iniciada na segunda-feira (16), é financiada pela multinacional Huawei Mozambique em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional (MCTESTP), em matéria de Big Data Cutting-Edge Technology and Trends Training; Information Security Basics and Security Awareness Training; AI Cutting-Edge Technology and Trends Training4. 5G Basic Principle Training 5. Cloud Computing Basics and Technology Training.
Gabriel Salimo, timoneiro do MCTESTP, disse na cerimónia de abertura que espera dos formandos melhorar a prestação de serviços público de qualidade, assim como contribuir para criação de nova forma de trabalho, criação de telemprego (teletrabalho) e criação de soluções na escala nacional.
O ministro enalteceu o esforço da Huawei em procurar melhorar as condições de comunicação, oferecendo sistema de vídeo-conferência.
Por sua vez, Terrens Wu, director executivo da Huawei Mozambique, disse que as TIC são actualmente capazes de fornecer soluções tecnológicas avançadas para atender às necessidades das sociedades. Referiu que o investimento em TIC tem impactos directos no crescimento económico na criação de empregos.
De acordo com o Relatório de Conectividade Global da Huawei, houve aumento de 20% no investimento em TIC, o que pode gerar um crescimento de 1% no PIB. A indústria de TIC cresceu ao longo dos anos a uma taxa mais alta do que a média da economia mundial.
“A Huawei opera em Moçambique há 20 anos, com a missão de levar o mundo digital para cada pessoa, cada casa e cada organização, de modo a construir um mundo totalmente conectado e inteligente”,disse Terrens Wu.
Existem oportunidades de negócio significativas no espaço de banda larga móvel na construção de um ecossistema de dispositivos móveis acessíveis para apoiar a migração dos utilizadores para a tecnologia de rede celular 4G e 5G.
Esta foi a mensagem emergente do 5º Salão de Banda Larga Móvel Huawei Africa a decorrer no Festival Africacom Africa Tech em linha de 9-12 de Novembro.
Os delegados ouviram que a indústria das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) nunca tinham sido tão importantes para a sociedade, e que estava agora na vanguarda do desenvolvimento social e do restabelecimento das economias afectadas pela pandemia da COVID-19.
“A conectividade é a base da transformação digital”, disse o facilitador do Salão Mohamed Madkour, Vice- Presidente, Carrier Business Marketing e Soluções para a Huawei “Já é tempo de abordarmos a conectividade móvel não só em termos de velocidade ou capacidade ou cobertura, mas também em termos de acessibilidade do ecossistema acessibilidade económica, conveniência e valor”
O evento ouviu dizer que, segundo o GSM, o número de utilizadores de 4G em África deveria triplicar nos próximos cinco anos, com a cobertura da população a aumentar dos actuais 55% para 80 por cento em 2025.
“A conectividade universal em Africa precisa da colaboração proactiva de todos os interessados para
desenvolver negócios lucrativos e também encorajar o investimento”, referiu Madkour.
Roy Zheng, Director de Desenvolvimento de Negócios no Estrangeiro de um dos fabricantes de semicondutores, disse que desde a pandemia, a procura de tabletes na educação tinha explodido. Para satisfazer esta procura, a sua empresa estava a produzir chipsets que permitem a produção de tabletes a preços a partir de 48 dólares (R750).
“A adopção de tecnologia mais eficaz e de menor custo pode levar à adopção de 4G”, disse Zheng, “Somos capazes de fornecer chipsets para telemóveis com preços a partir de $31 (R485), o que poderia ser a entrada ideal de telefones inteligentes para a migração 4G”
Também falando no Salão, Lin Ranhao, Presidente Executivo da Tele 1, fabricante de telefones inteligentes e tabletes, disse que durante os próximos anos, o crescimento mais rápido da base de utilizadores de 4G era provável que viesse de África.
Ranhao disse que África tinha muitos utilizadores de 2G à espera de mudar para 4G, mas que apesar das infra-estruturas prontas a penetração de 4G ainda era relativamente lenta. Sugerindo formas de resolver este problema. Ranhao fez uma analogia com a China que estava a encorajar a produção e compra de veiculos eléctricos através de subsidios.
“Se a conversão de 2G para 4G é uma tarefa tão urgente para os transportadores, devemos adoptar uma estratégia mais proactiva, e impulsionar este processo através de subsídios. Afinal de contas, agrupar planos de transportadores com dispositivos subsidiados é uma prática comum em todo o mundo”
Ranhao referiu que os programas de subsídios combinados com dispositivos de nível básico a preços competitivos reduziriam o limiar para compradores de telefones inteligentes pela primeira vez, acelerariam a migração para 4G e abririam vastas oportunidades de negócio, e de desenvolvimento humano.
O exército israelense informou ter bombardeado nesta quarta-feira (18), alvos sírios e iranianos na Síria, em retaliação à descoberta de artefatos explosivos em sua fronteira norte, que deixaram pelo menos três soldados mortos, segundo a imprensa oficial síria.
“Ontem (terça-feira), tropas das Forças de Defesa de Israel encontraram artefatos explosivos (…) colocados por esquadrões sírios liderados por forças iranianas”, disse o Exército em nota, na qual observou que “em resposta, no início da manhã, Aviões do IDF bombardearam alvos militares da força Quds iraniana e do exército sírio”.
A Força Quds é uma unidade de elite dos Guardiões da Revolução iraniana encarregada das operações no estrangeiro.
Os Estados Unidos emitiram uma autorização de uso de emergência para o primeiro teste rápido auto-administrado de coronavírus na terça-feira 17, conforme mais partes do país aumentam as restrições na tentativa de conter um surto de Covid-19.
A FDA (Food and Drug Administration), agência federal que regula o setor alimentar e dos medicamentos, aprovou um kit de teste para pessoas com mais de 14 anos. O teste, que só pode ser prescrito, fornece resultados em 30 minutos.
“Continuamos a demonstrar uma velocidade sem precedentes em resposta ao # COVID19”, tuitou o comissário da FDA, Stephen Hahn.
“O FDA autorizou o primeiro teste # COVID19 que é totalmente autoadministrado e fornece resultados em casa. É um avanço importante, reforçando o nosso compromisso em expandir o acesso ao teste.”
A autorização é para um kit de amostra nasal caseiro desenvolvido pela companhia Lucira Health. Os utilizadores recolhem uma amostra com o cotonete nasal incluído e, de seguida, colocam a amostra num pequeno frasco.
O frasco é inserido num pequeno dispositivo que faz a análise. Uma tela iluminada no dispositivo mostra o resultado do usuário em 30 minutos ou menos.
O teste foi projetado para ser acessível e custar menos de US $ 50, de acordo com o site da Lucira Health.
O FDA já tinha aprovado os testes caseiros de Covid-19, dando luz verde no final de abril e início de maio para dois kits de recolha de amostra nasal e um kit de recolha de amostra de saliva.
No entanto, essas amostras tinham de ser enviadas para um laboratório para processamento, em vez de revelar os resultados em casa.
Embora o teste Lucira forneça resultados imediatos, ainda não é o tipo de teste de antígeno barato e rápido que alguns pesquisadores pediram para fazer o rastreamento populacional em grande escala.
Na terça-feira, os EUA registraram 11.340.563 casos de coronavírus com 248.429 mortes, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. O número de infetados e de óbitos por Covid-19 dos Estados Unidos da América são de longe os piores do mundo.
A Inspeção Nacional das Actividades Económica (INAE) diz que 107 escolas do ensino secundário geral por si fiscalizadas podem funcionar sem o risco de contaminação pela COVID-19. Entretanto, noutros sectores foram detectadas algumas irregularidades tais como espetáculos ilegais, aglomeração de pessoas e incumprimento do horário de funcionamento.
A fiscalização da INAE aconteceu de 04 a 16 de Novembro em curso, em todo o país. Em relação ao ensino, as 107 escolas que tiveram aval para continuar a funcionar no contexto do novo Coronavírus cumprem os requisitos estabelecidos pela Saúde, segundo Tomás Tima, porta-voz daquela instituição.
Dos estabelecimentos abrangidos pela fiscalização da INAE constam 564 comerciais, de restauração e diversão.
Em relação às anomalias detectadas em alguns locais, Tomás Timba, explicou que em Maputo e Nampula, por exemplo, houve quem criou ambiente de aglomeração de gente, contra todos os riscos que a situação acarreta. Houve “estabelecimentos que realizaram espetáculos” mesmo sabendo que “estes serviços” ainda “não foram autorizados”.
Quanto aos produtos fora do prazo, o fenómeno tende a baixar, comparativamente ao que se verificava no passado.
A INAE disse ainda que reactivou a equipa multissectorial inspecção para o período da quadra festiva, de modo a assegurar que os comerciantes observem as medidas preventivas da COVID-19, não especulem os preços dos produtos e observem outras regras estabelecidas pelas autoridades.
O presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, disse na terça-feira (18), que vai propor a redução de feriados no país, justificando que é preciso trabalhar.
“Enquanto presidente da República já falei com o Governo para propor a redução de muitos feriados, porque precisamos de trabalhar”, afirmou Umaro Sissoco Embaló.
O Presidente falava aos jornalistas depois de um encontro com familiares do ex-Presidente guineense “Nino” Vieira e quando questionado sobre o fim de alguns feriados no país.
Umaro Sissoco Embaló explicou que muitos dos feriados que antes se celebravam deixaram de ser assinalados depois da abertura do país ao multipartidarismo.
O Presidente explicou também que pretende acabar com o dia de descanso à segunda-feira, quando o feriado se assinala ao domingo.
“Por exemplo, na Guiné-Bissau, quando o feriado é ao domingo as pessoas não vão trabalhar na segunda-feira, isso vai acabar”, disse
O Governo vai, esta quinta e sexta-feiras, ao Parlamento responder às perguntas dos deputados sobre a situação política, económica e social do país.
À luz do Regimento da Assembleia da República, as três bancadas parlamentares têm o direito de colocar, cada uma, cinco questões ao executivo.
A bancada da Frelimo quer saber do governo, além do ponto de situação dos subsídios aos afectados pelo ciclone Idai, que acções estão a ser desenvolvidas para assistência aos deslocados de Cabo Delgado e às vítimas dos ataques da Junta Militar da Renamo na zona Centro do país.
A Bancada da Renamo questiona ao executivo, sobre a situação das dívidas não declaradas e dos subsídios aos médicos que trabalham na linha da frente no combate à Covid-19.
Por sua vez, a bancada do MDM diz, também, estar preocupada com os subsídios aos médicos e a situação da assistência às vítimas do terrorismo em Cabo Delgado.
O vigésimo-nono diálogo político entre Moçambique e a União Europeia que arrancou na terça-feira (17), na cidade de Lichinga, em Niassa, está a ser marcado por temas ligados a Paz e Desenvolvimento em Moçambique.
A ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, disse que o encontro vai servir também para fazer o balanço da cooperação entre Moçambique e a União Europeia e traçar as prioridades do governo para o investimento do organismo nos próximo anos.
A onda de violência em Cabo Delgado e nas províncias de Manica e Sofala, fazem parte do diálogo político entre Moçambique e a União Europeia, referiu Verónica Macamo.
“ Também falaremos da presidência de Moçambique na SADC, falaremos dos objectivos, do apoio que gostaríamos de ter, falaremos da candidatura de Moçambique a membro não permanente das Nações Unidas entre outras matérias, a Covid-19 não vai ficar de fora, evidentemente a preocupação de momento “, disse.
Por sua vez o embaixador da União Europeia em Moçambique, António Sanchez disse que o encontro constitui um momento de troca de impressões na área de desenvolvimento e de discussão sobre os desafios de segurança e paz no país.
O Fórum Mulher, uma plataforma da sociedade civil de advocacia para assuntos do género, quer maior equilíbrio na composição da futura Comissão Nacional de Eleições (CNE), para acabar com a masculinização dos órgão eleitorais.
“Nós estamos preocupados com o desequilíbrio do género nos órgãos eleitorais. Desde que temos a CNE, o número de mulheres têm sido pouquíssimo e das poucas que lá costumam estar, são invisíveis, e é isso que nos preocupa” disse Sheila Mandlate, coordenadora para assuntos de participação política no Fórum.
Para já, uma semana depois do lançamento do concurso público para a seleção dos membros da sociedade civil para o novo órgão, o Fórum Mulher é a única plataforma que já assumiu publicamente estar a mexer as pedras.
“Estamos em processo de consultas com os nossos membros para avançar com as possíveis propostas de personalidades para o órgão”, disse.
Enquanto isso, a Comissão ad-hoc, responsável pela seleção dos futuros membros da CNE, reitera o perfil dos candidatos necessários, para evitar mal entendidos, diz António José Amėlia, presidente da Assembleia da República.
“É preciso que a sociedade civil participe. Se possível haver nomes já consensualizados ao nível da sociedade civil, melhor ainda para que o processo seja representativo” disse Amélia.
Mais duas pessoas perderam a vida em consequência da Covid-19, num dia em que o país reportou mais 47 recuperados da doença.
As vítimas são indivíduos do sexo masculino, um de 20 anos de idade e outro de 57, que morreram na província de Inhambane e cidade de Maputo, respectivamente.
Os dados foram actualizados, esta terça-feira pelo Ministério da Saúde, através de um comunicado de imprensa.
De acordo com o comunicado, mais cinquenta e duas pessoas testaram positivo a Covid-19, elevando para 14.566 o cumulativo de infectados no país.
Actualmente, o país tem com um cumulativo de 118 óbitos, 12.646 recuperados e 1.798 casos activos da Covid-19.
O comandante da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Cabo Delgado, Assane Nyito, anunciou a circulação de grupos terroristas no distrito de Metuge,...
Chuvas torrenciais e deslizamentos de terra resultaram na morte de pelo menos 19 pessoas nos estados himalaicos de Caxemira e Nagaland, no extremo norte...