Subiu para 124, o número de óbitos por covid19, com o registo no domingo (22), de mais de uma morte, na cidade de Maputo.
Trata-se de uma mulher de, 40 anos de idade e de nacionalidade moçambicana.
O comunicado do Ministério da Saúde, refere ainda que 56 indivíduos testaram positivo ao novo coronavírus, elevando para 15.037, o cumulativo de casos positivos no país.
São dados como recuperados da covid19, 13.151 pessoas e 35 encontram-se hospitalizadas.
Joe Biden vai anunciar na terça-feira os nomes dos primeiros membros do futuro Governo. Serão as primeiras nomeações do novo presidente dos EUA.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, vai anunciar na terça-feira os nomes dos primeiros membros do futuro Governo, indicou este domingo Ron Klain, um dos seus conselheiros.
“Vão ver as primeiras nomeações do presidente eleito na terça-feira desta semana”, afirmou o futuro chefe de gabinete de Biden à cadeia televisiva ABC, sem precisar quais serão as pastas ou avançar qualquer nome.
“É preciso esperar. Será o presidente eleito a fazer isso na terça-feira”, disse.
A força aérea israelense anunciou que bombardeou várias instalações do movimento islamita Hamas na Faixa de Gaza, em resposta ao disparo de um foguete no sábado à noite de Gaza em direção a Israel.
O Exército israelense afirmou em sua conta do Twitter que os bombardeios aéreos apontaram contra “duas oficinas de fabricação de munições para foguetes, infraestruturas subterrâneas e uma base militar”.
Anteriormente, o Exército anunciou que havia registrado um disparo de foguete de Gaza, pouco depois que os alarmes soaram na cidade israelense de Ashkelon, perto da fronteira com o território palestino.
Pelo menos 13 pessoas morreram em dois novos massacres relatados no domingo (22), por autoridades em diferentes regiões da Colômbia. Cinco delas eram cafeicultores.
Os crimes ocorreram nos departamentos de Antioquia (noroeste) e Cauca (sudoeste), os mais afetados pela onda de massacres que o país vive este ano.
No município de Betania, Antioquia, cinco catadores e outros três trabalhadores foram mortos em um ataque a uma fazenda ocorrido na noite de sábado para domingo.
Professor e seus “muchachos” estão em gravações. Há sempre tempo para mais uma aventura. Os protagonistas da série espanhola da Netflix La Casa de Papel já se encontram em filmagens para a próxima temporada.
As filmagens dos novos episódios da quinta temporada, exatamente como aconteceu com muitas outras produções, acontecem estes dias, apesar dos tempos que não são fáceis devido à emergência do coronavírus.
Nas novas imagens divulgadas publicamente, vemos Lisboa, Estocolmo e Tóquio, a agitar uma bandeira branca no que parece ser o início de uma negociação com a polícia fora do Banco de Espanha.
Quem segue a série, certamente recordará que a liderança do grupo encontra-se nas mãos de Lisboa após a captura do Professor por Alicia Sierra.
Entretanto, há uma pista que sugere o retorno a Nairóbi, uma das personagens mais queridas da série espanhola. Tóquio e Rio gravam cenas da nova temporada em Lisboa, capital de Portugal.
Em suma, a quinta e última temporada de La Casa de Papel ainda não tem data de lançamento marcada, mas um sem número de novidades prometem trazer mais uma temporada cheia de surpresas aos fãs e seguidores da série, considerada por muito como já sendo de culto.
A polícia no Uganda confirmou que pelo menos 37 pessoas morreram em manifestações que se seguiram à detenção do candidato presidencial da oposição Bobi Wine na Quarta-feira.
O músico e candidato à presidência foi libertado sob fiança Sexta-feira depois de ter sido detido por violar as leis de contenção do Coronavírus que proibem ajuntamentos de mais de 200 pessoas.
O Secretário Geral das Nações Unidas António Guterres condenou entretanto todos os atos de violência no Uganda e apelou às autoridades para assegurarem que “os autores de violações de direitos humanos serão responsabilizados”.
Guterres apelou também à libertação imediata de qualquer indivíduo que possa ter sido preso arbitráriamente e aos líderes políticos do Uganda para “participarem no processo eleitoral de modo pacífico de acordo com as regulamentações relevantes e para não se envolverem em incitamentos à violência e ódio”.
O presidente Yowerri Museveni deverá falar amanhã ao país. As eleições estão marcadas para o dia 14 de Janeiro
Os Estados Unidos retiraram-se formalmente neste domingo, 22, do tratado Céus Abertos, um acordo de controlo e verificação de armas que existe há 18 anos e que Washington repetidamente acusou Moscovo de violar.
O Departamento de Estado dos EUA oficializou a decisão e o Conselho de Segurança Nacional confirmou a retirada numa nota em que reiterou que “a Rússia violou flagrantemente [o tratado] durante anos”.
“A saída dos Estados Unidos entrou em vigor em 22 de novembro de 2020, e os Estados Unidos não são mais um Estado parte do tratado Céus Abertos”, anunciou o Departamento de Estado.
O conselheiro de segurança nacional Robert O’Brien disse que a medida faz parte de um esforço para “colocar os Estados Unidos em primeiro lugar, retirando-nos de tratados e acordos desatualizados que beneficiaram os nossos adversários às custas da nossa segurança nacional”.
A 21 de maio, o secretário de Estado americano Mike Pompeo anunciou a intenção dos EUA de se retirar e notificou os demais 34 membros países signatários do acordo.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou a decisão.
“Washington fez a sua jogada. Nem a segurança europeia nem a segurança dos Estados Unidos e dos seus próprios aliados se beneficiaram com isso. Agora, muitos no Ocidente estão se perguntando qual será a recação da Rússia. A resposta é simples: emos enfatizado repetidamente que todas as opções estão aberta”, lê-se no comunicado divulgado neste domingo.
Assinado em 1992, o tratado, que entrou em vigor em 2002, permite aos 34 membros realizarem voos de observação e vigilância desarmados sobre os territórios dos demais países para recolher dados sobre as forças e actividades militares.
Mais de 1.500 voos foram realizados até agora,
Ao justificar a decisão em maio, o secretário de Estado MikePompeo revelou que as violações russas incluíam restrições aos voos próximos às regiões separatistas da Geórgia, ao longo da fronteira sul da Rússia, e limites à duração dos voos sobre o enclave russo de Kaliningrado.
Especialistas em controlo de armas disseram que, embora algumas das reclamações dos Estados Unidos tenham mérito, outras são enganosas.
Eles acrescentam que as agências militares e de inteligência dos EUA perderão uma importante fonte de informação ao se retiraram do acordo que é apoiado pelos pareceiros da NATO.
“Os aliados da NATO apoiam o tratado – que se concentra principalmente em aumentar a segurança europeia – e desejam que os Estados Unidos continuem a fazer parta dele ”, disse Steven Pifer, ex-embaixador e especialista em controlo de armas, num comentário publicado na semana passada.
Desconhece-se, por agora, o posicionamento do Presidente projectado Joe Biden, após a posse dele a 20 de janeiro.
Em maio, Joe Biden disse: Em vez de rasgar os tratados que tornam a nós e aos nossos aliados mais seguros, o Presidente Trump … deve permanecer no Tratado de Céus Abertos e trabalhar com os aliados para enfrentar e resolver problemas relacionados aos incumprimentos da Rússia”.
Os fiscais dos Serviços Provinciais das Actividades Económicas em Sofala apreenderam, no domingo (22), duas embarcações que transportavam 500 quilogramas de caranguejo pescado ilegalmente na zona da praia do rio Maria, na cidade da Beira.
O produto, recém-pescado nos mangais daquela zona, estavam dissimulados em sacos e foram imediatamente devolvidos ao mar.
A pesca ocorreu em pleno período de veda, cujo término está previsto para Dezembro, e a apreensão aconteceu foi durante a fiscalização para controlo da medida.
“Estamos perante uma infracção de pesca, ou melhor, há um concurso de infracções, nomeadamente pesca sem licença, pesca em período proibido e pesca de espécies proibidas”, uma vez que “neste período não se pode capturar o caranguejo”, explicou Cesar Maposse, chefe de fiscalização no sector de pesca em Sofala.
Os marinheiros surpreendidos nas embarcações que transportavam o caranguejo fugiram quando se aperceberam da presença da equipa de fiscalização. Mas as autoridades explicaram que têm pistas para a localização do grupo.
O jornalista moçambicano Carlos Cardoso, assassinado há 20 anos, é alvo de uma série de homenagens do Instituto para a Comunicação Social da África Austral (Misa-Moçambique) e do portal Carta de Moçambique.
O ponto alto é o debate “Celebrando a vida e obra de Carlos Cardoso: 20 anos após o seu brutal assassinato”, marcado para segunda-feira, 23.
No dia em que se assinalam duas décadas da sua morte, o MISA-Moçambique considera o assassinato dele uma das “piores manchas” da história do jornalismo e da governação no país.
Ele foi, segundo aquela organização não governamental regional, a “personificação da integridade, cidadania e profissionalismo da classe jornalística moçambicana, cuja profissão coloca a verdade e a justiça acima de quaisquer interesses, a bem de um verdadeiro Estado de Direito Democrático”.
Assassinato
O jornalista foi assassinado a tiros a 22 de novembro de 2000, dentro do seu automóvel, próximo do Parque dos Continuadores, na zona nobre de Maputo.
Na altura, Cardoso, editor do “Metical”, estava empenhado na investigação de uma fraude de 14 milhões de dólares relacionada com a privatização do Banco Comercial de Moçambique, que implicava proeminentes homens de negócios e do poder.
Entre os implicados constam Nyimpine Chissano, filho mais velho do ex-estadista Joaquim Chissano, e os irmãos Satar.
O Metical, fundado por ele e distribuído por fax, tratava assuntos que a imprensa estatal e mesmo a privada nascente não publicava, tais como as relações entre homens do poder e as finanças.
Natural da Beira, Cardoso foi conselheiro do primeiro Presidente da República Samora Machel e trabalhou como editor na agência noticiosa estatal, a AIM, que deixou em 1989, bem como a atividade jornalística.
Em 1992, regressou ao jornalismo integrando a Mediacoop que lançou o jornal por assinatura mediaFAX, que rapidamente se tornou numa referência da imprensa moçambicana pelo seu rigor e interesse noticioso num cenário sob controlo do poder político.
Depois, na busca da liberdade total da imprensa, deixou o mediaFAX e fundou, em 1997, o Metical, no qual viria a publicar nomes de beneficiários da fraude do BCM e desafiar a justiça a fazer cumprir a lei, o que desencadeou a conspiração para o matar.
Depois de muita pressão internacional, em 2003 as autoridades detiveram e condenaram seis pessoas a penas superiores a 20 anos de prisão: Vicente Ramaya, os irmão Ayob Ayub Satar, Momed Abdul Satar (Nini), Aníbal dos Santos Júnior (Anibalzinho), Manuel dos Anjos Fernandes e Carlos Rachide Cassamo.
O presidente da União Africana e da África do Sul Cyril Ramaphosa nomeou Chissano, a antiga presidente da Libéria Ellen Johnson e o antigo Presidente sul africano Kgalema Motlanthe.
O antigo presidente de Moçambique Joaquim Chissano é um dos três estadistas africanos nomeado para tentar mediar uma solução pacífica para o conflito na região de Tigray na Etiópia.
Mas a sua missão advinha-se complicada porque logo após a sua nomeação o governo etíope disse não rer aceite qualquer mediação
O presidente da União Africana e da África do Sul Cyril Ramaphosa informou a sua homóloga etíope Sahle Work Zwede ter nomeado Chissano, a antiga presidente da Libéria Ellen Johnson e o antigo presidente sul africano Kgalema Motlanthe como enviados especiais da União Africana para facilitarem negociações entre as duas partes para se pôr termo ao conflito.
Work Zwefe avistou-se com o presidente Ramaphosa na África do Sul , disse um comunicado sul-africano
O Secretário Geral das Nações Unidas António Guterres emitiu uma declaração saudando a iniciativa de Ramaphosa e as nomeações e prometendo o apoio total da ONU nos esforços “para se assegurar uma Etiópia pacifica, estável e próspera”.
Guterres expressou também o seu apreço ao primeiro ministro etíope Abiy Ahmed “por facilitar esta iniciativa de paz” mas quase de imediato a Etiópia negou que os enviados irão mediar entre o governo e a região de Tigray afirmando que as notícias sobre uma mediação são falsas
“Notícias a circular afirmando que enviados irão deslocar-se à Etiópia para mediar entre o governo federal o elemento criminoso da TPLF (Frente Popular de Libertação de Tigray) são falsas”, disse o governo num tweet.
O primeiro ministro etíope acusa os lideres daquela região do norte do país de se revoltarem contra a autoridade federal e atacarem tropas federais na cidade de Dansha.
Os dirigentes rebeldes acusa o governo do primeiro ministro, que venceu o Prémio Nobel da Paz , de marginalizar e perseguir a etnia de Tigray desde que assumiu o poder faz dois anos.
Abyi Ahmed é da etnia Oromo e nega as acusações afirmando estar apenas a tentar restaurar a lei e ordem e preservar a unidade d país.
O exército etíope tem estado envolvido em combates contra forças locais na região de Tigray desde o passado dia 4. Centenas de pessoas já morreram no conflito e dezenas de milhares de outras fugiram para o Sudão.
O governo etíope disse hoje que as suas forças capturaram mais uma cidade no seu avanço em direcção à capital da região de Tigray.
A Frente Popular de Libertação de Tigray voltou a acusar a Eritreia de estar envolvida na guerra apoiando o governo etíope, afirmando que forças destes dois países infligiram “pesadas baixas entre a população civil em Adigar”.
Dezenas de pescadores de Chinamacondo, no distrito de Dondo, cujos meios para a sua actividade foram destruídos pelo ciclone Idai, em Março do ano passado, ainda queixam-se dos prejuízos resultantes daquele desastre e pedem apoio.
Redes de pescas, canoas, congeladores e outros meios foram arrastados e destruídos pelo ciclone Idai. Os pescadores alegam ainda clamam por apoios para refazer as suas vidas.
Nos últimos 20 meses, o grupo recorre à pesca à linha, o que não traz benefício de acordo com as expectativas.
“A quantidade de peixe capturado no mar na base de pesca à linha é muito reduzida em relação ao uso de redes de pesca. O nosso rendimento baixou bastante e desde que houve o ciclone Idai tem sido muito difícil alimentar as nossas famílias”, disse Tonito Francisco, representante dos pescadores em Chinamacondo, distrito de Dondo.
Segundo a mesma fonte, algumas das canoas usadas para a pesca são emprestadas e quem tem dinheiro manda fabricar o próprio meio de pesca. “Rogamos ao governo para que nos ajude a sair desta situação, com urgência”.
José Sendela, chefe do Departamento de Pescas em Sofala, garantiu que vários apoios multiformes já foram disponibilizados a mais de 300 pescadores. Espera-se que mais ajuda chegue a todos.
Os pescadores falavam no âmbito do Dia Mundial da Pesca, último sábado (21). A cerimónia alusiva à efeméride foi orientada pela secretária de Estado da província de Sofala, Stella Zeca, que apelou para uma pesca sustentável.
Nove pessoas ficaram feridas na província de Maputo, três das quais com gravidade, em consequência de um acidente ocorrido na manhã de domingo (22), envolvendo um camião de carga e um autocarro semi-colectivo de passageiros.
Segundo relatam testemunhas, o autocarro seguia o trajecto Marracuene-cidade de Maputo quando foi embatido na região traseira por um camião de carga que seguia o mesmo sentido, na Estrada nacional número um.
O embate fez com que o autocarro despistasse e fosse cair numa das valas próximas da chamada “ponte do Zimpeto”.
As vítimas foram socorridas pelos populares e levadas para o Hospital Geral José Macamo.
“No Banco de socorros deram entrada nove pacientes, dos quais cinco estavam estáveis e já tiveram alta hospitalar. Um está em observação, mas está igualmente estável e três foram transferidos para o Hospital Central de Maputo. Um deles contraiu politraumatismo, outro está com fractura da clavícula e outro ainda tinha traumatismo toráxico. Estes que foram transferidos não correm nenhum perigo de vida, só precisavam de mais atenção e mais cuidados”, esclareceu Ivandra Magaia, directora Adjunta do Serviço de Urgências daquela unidade sanitária
Por sua vez, a polícia de trânsito na província de Maputo, através do seu responsável, Ernesto Nhanale diz estar a apurar as razões do acidente.
Quatro pessoas morreram e outras 27 contraíram lesões, algumas com gravidade, em consequência de um acidente rodoviário ocorrido no distrito da Massinga, província de Inhambane.
O acidente envolveu uma viatura do tipo caixa aberta, cujos viajantes regressavam da praia. O sinistro aconteceu por volta das 20h00 de sábado (21).
Uma das vítimas que se identificou pelo nome de Elsa está internada no Hospital Distrital de Massinga, em estado grave. Segundo ela, o condutor seguia em alta velocidade durante todo o percurso, da praia ao local onde o acidente se deu.
Com receio de que alguma coisa grave aconteceria, os passageiros chamaram atenção ao condutor, mas o pedido para abrandar a velocidade não foi atendido. E o pior aconteceu na região de Malova, onde o automobilista perdeu a controlo da viatura e capotou, com mais de 30 pessoas a bordo.
O sinistro resultou na morte de quatro pessoas e ferimento de outras 27. Destas, seis estão em estado grave com diversos tipos de trauma.
A Polícia calcula que o excesso de velocidade e a lotação podem ser as principais causas do acidente. O motorista colocou-se em fuga e não estava habilitado para se fazer ao volante, segundo um dos sobreviventes, em declarações ao “O País”.
O carro é de um recém-chegado da África do Sul, por sinal, do pai do condutor foragido.
A reunião magna da Federação Moçambicana de Futebol teve uma boa nova de Feizal Sidat, que anunciou que vai se candidatar a um cargo na direcção no Comité Executivo da Confederação Africana de Futebol, em eleições que terão lugar em Março de 2021.
“Submeti a minha candidatura e foi aprovada pela CAF”, anunciou Sidat orgulhoso, que espera vencer a concorrência de outros quatro candidatos, da região da COSAFA, para duas vagas.
Esta candidatura, segundo Sidat, “não é de Feizal Sidat, é uma candidatura do futebol moçambicano e do país inteiro”, até porque “já é altura de um país lusófono, também, tomar parte nas decisões do futebol africano”.
“Eu sou um dos candidatos e vamos trabalhar e vamos pedir apoios a todos intervenientes de outros países para que apoiem esta candidatura”, apelou o candidato moçambicano a uma das cadeiras do Comité Executivo da CAF.
E não faltam exemplos inspiradores para o presidente da Federação Moçambicana de Futebol: “já temos o presidente da FIBA-Africa, que é um moçambicano, no voleibol também temos o Khalid Cassamo a liderar a região, e agora vamos no futebol. Isso só honra o país”.
Feizal Sidat espera vencer para dar oportunidade ao país de ter espaço no conselho de tomada de decisões do futebol africano.
A Reencontro – Associação Moçambicana para o Apoio e desenvolvimento da Criança órfã, com sede em Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Júnior de TIC. Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assistentes Estagiários de Engenharia de Construção Civil. Saiba mais. Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Estagiário de Economia Monetária e Seguros. Saiba mais.
A TJ Consultants, está a recrutar para seu cliente, um Assistente de Recursos Humanos que estará baseado em Maputo. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um Operador de Empilhadeira. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar dez (10) Operadores de Dados. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial de Mobilização Comunitária. Saiba mais.
Uma Empresa multinacional operando em Nacala e Pemba pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Relações Industriais. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Coordenação da Resposta Humanitária. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Operador de Dados. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes N3 (Matola). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Docentes N4 (Matola). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Biologia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – História. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Português. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., empresa especializada em Manutenção Industrial e Engenharia Mecânica, com escritórios em Maputo, Boane e Nampula, pretende contratar um (1) Assistente de Gestão de EP. Saiba mais.
A Companhia de Sena, localizada na vila autárquica de Marromeu, em Sofala, garante ter reservado de cerca de 15 mil toneladas de açúcar para abastecer o mercado interno e externo, durante o período do encerramento da presente campanha de produção.
De acordo com o director administrativo daquela indústria, Luís Revés, da quantidade de açúcar disponível cerca de 40 por cento será exportada para Europa e Estados Unidos da América e os restantes 60 serão para o abastecimento das zonas Centro e Norte do país
As autoridades municipais reconhecem atrasos nas obras da rua de São Paulo, no bairro 25 de Junho, cidade de Maputo, e afirmam que poderão ser concluídas até o fim-do-ano. O director Municipal de Infra-estruturas Urbanas, Saturnino Chembeze, disse hoje que o empreiteiro “está a acelerar” os trabalhos, que compreenderão a pavimentação da via.
“O trabalho está andar. Já foi feita a estabilização do piso com base em cimento. É verdade que os moradores estão preocupados com a morosidade, mas há processos técnicos que devem ser seguidos”, disse. Chembeze explicou que há situações de atrasos relacionados com a pandemia da Covid-19 e isso está fora do controlo, tanto do responsável da obra, como do Conselho Municipal. “É difícil explicar que um operador de máquina não pode trabalhar porque está com algum problema. Este operador que está impossibilitado pode provocar falhas em várias operações. São questões técnicas difíceis de explicar aos munícipes”, precisou. Paralelamente à Rua S. Paulo, decorrem no bairro 25 de Junho, a construção de três valas de drenagem, que ajudarão a drenar as águas até ao rio Mulauzi, onde se realizam obras de desassoreamento, melhoramento e reparação dos órgãos hidráulicos.
O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, afirmou na quinta-feira que existem indígenas que “trocam madeira por coca-cola e cerveja” ao comentar o aumento da desflorestação na Amazónia.
“As críticas [internacionais sobre a desflorestação na Amazónia] são potencializadas. Existe desflorestação ilegal? Existe! Acho que existe até, em alguns locais, índio que troca uma ‘tora’ [tronco de árvore] por uma coca-cola ou cerveja”, afirmou Bolsonaro na quinta-feira, durante a habitual transmissão de vídeo na rede social Facebook, que foi dedicada aos problemas ambientais do país.
Em seguida, o chefe de Estado dirigiu-se ao superintendente da Polícia Federal no Amazonas, Alexandre Saraiva, e questionou-o sobre se essa situação seria possível, que, por sua vez, tentou amenizar as declarações de Bolsonaro.
“Já aconteceu a madeira em terra indígena ser negociada por valores pífios, por indígenas ou por brancos, mas a grande causa da desflorestação é a fraude nos processos administrativos que foram gerados lá atrás, em 2010”, afirmou Alexandre Saraiva.
Em setembro, no seu discurso de abertura na 75.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), Bolsonaro já tinha causa polémica ao responsabilizar os indígenas pelos fogos que lavram na Amazónia.
“Os incêndios acontecem praticamente nos mesmos lugares, no entorno leste da floresta, onde o caboclo [descendentes de indígenas e brancos] e o índio queimam os seus roçados em busca da sua sobrevivência, em áreas já desflorestadas”, declarou Bolsonaro na ocasião, numa declaração que foi bastante contestada por políticos e organizações não-governamentais.
Na transmissão em direto desta quinta-feira, totalmente dedicada à desflorestação da Amazónia e à venda ilegal de madeira, Bolsonaro responsabilizou empresas estrangeiras por essas exportações irregulares, sem identificar os países e os nomes das companhias.
Na terça-feira, o chefe de Estado brasileiro causou surpresa na cimeira dos países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) ao prometer divulgar os nomes das nações que importam madeira ilegal da Amazónia, mas ainda não o fez até ao momento, apesar de ter dito na quarta-feira que o faria na transmissão em direto no Facebook.
“Mostraremos que estes países, alguns deles que muitos nos criticam, em parte têm responsabilidade nessa questão”, disse o mandatário na cimeira dos Brics.
Apesar de Bolsonaro não ter indicado os países a que se referia, um dos seus filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro, partilhou nas redes sociais imagens sobre o alegado rastreamento de madeira extraída ilegalmente da Amazónia, onde constam nomes de nações como Portugal, Dinamarca, Reino Unido, Itália, Holanda, Bélgica e França.
Já uma operação levada a cabo pela Polícia Federal brasileira em 2017, denominada “Arquimedes”, resultou na apreensão de 120 contentores com 2400 metros cúbicos de madeira extraída ilegalmente e que seria vendida para empresas importadoras na Alemanha, Bélgica, Dinamarca, França, Itália, Holanda, Portugal e Reino Unido.
Em 2019, que coincidiu com o primeiro ano de Bolsonaro no poder, a perda de cobertura vegetal na Amazónia, maior floresta tropical do planeta, aumentou 85%, para 9165 quilómetros quadrados, o maior nível de desflorestação registado desde 2016, segundo dados oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Quer a desflorestação, quer os fortes incêndios que lavraram na Amazónia nesse ano, levaram a uma forte contestação internacional, que incluiu críticas a Bolsonaro por parte do seu homólogo francês, Emmanuel Macron.
Nos primeiros oito meses deste ano, os alertas de desflorestação diminuíram 4,94% em relação ao mesmo período de 2019, atingindo 6099 quilómetros quadrados, número ainda elevado apesar da redução percentual.
Um homem foi executado na quinta-feira nos Estados Unidos, após a sua pena ser suspensa e reconfirmada, quebrando uma tradição dos presidentes cessantes norte-americanos de suspender todas as execuções.
Orlando Hall foi executado com uma injeção letal numa prisão do estado de Indiana, no final de um dia em que um tribunal federal suspendeu a execução e, poucas horas depois, o Supremo Tribunal a reconfirmou.
O afro-americano, de 49 anos, foi condenado à morte em 1995 por sequestro, violação e assassínio de uma menina de 16 anos, Lisa Rene, que espancou e enterrou viva, como parte de um acerto de contas.
Durante a tarde (horas locais) de quinta-feira – o seu último dia antes da execução -, Orlando Hall viu a pena de morte suspendida por uma juíza federal para que o tribunal analisasse questões constitucionais levantadas pelos advogados do condenado, incluindo preocupações com os protocolos de execuções.
“O tribunal está profundamente preocupado com a intenção do Governo de prosseguir com um método de execução que este tribunal e o Tribunal de Recurso consideraram violar a lei federal”, argumentou a juíza Tanya Chutkan, na fundamentação da decisão.
Menos de uma hora depois, o Departamento de Justiça apresentou um recurso junto do tribunal federal em Washington e outro recurso no Supremo Tribunal.
Cerca das 23h locais (04h em Lisboa), o Supremo deu autorização ao Governo federal para levar a cabo a execução, anulando a ordem judicial anterior.
A execução aconteceu ainda antes da meia-noite.
Esta foi a primeira decisão da nova juíza do Supremo Tribunal, Amy Coney Barnett, que assumiu o cargo há cerca de um mês, por indicação do Presidente Donald Trump.
Orlando Hall foi o oitavo preso federal condenado à morte desde que a administração Trump retomou as execuções federais, este ano, após uma pausa de quase duas décadas.
Embora quase todos os estados norte-americanos tenham renunciado à aplicação da pena de morte desde o início da pandemia, a administração de Donald Trump realizou um número sem precedentes de execuções: oito desde julho, contra três nos últimos 45 anos.
Mais duas execuções estão planeadas nas próximas semanas, apesar da existência de uma tradição, respeitada durante 131 anos, de os presidentes não reeleitos suspenderem as execuções até que o seu sucessor seja empossado.
A execução de Lisa Montgomery, que será a primeira mulher executada pelo Governo federal em 70 anos, estava inicialmente marcada para 08 de dezembro, mas foi adiada para 31 de dezembro porque os seus advogados contraíram covid-19.
Os Estados Unidos também planeiam executar Brandon Bernard, em 10 de dezembro.
O democrata Joe Biden foi declarado vencedor das eleições presidenciais a 07 de novembro, mas o Presidente Donald Trump ainda se recusa a reconhecer a sua derrota nas eleições de 03 de novembro.
A campanha do presidente Donald Trump propôs que o Legislativo da Pensilvânia escolha o vencedor das eleições americanas no estado. Desta forma, o voto dos eleitores seria desconsiderado e a decisão ficaria nas mãos do legislativo local, controlado por republicanos.
As informações foram divulgadas pela Bloomberg. “Este tribunal deveria entrar com uma ordem [alegando] que os resultados das eleições presidenciais gerais de 2020 são defeituosos, permitindo que a Assembleia Geral da Pensilvânia escolha”, escreveu a campanha de Trump na queixa de 86 páginas apresentada ontem…
Líderes republicanos da Pensilvânia já afirmaram que desconsiderar o voto dos eleitores não é uma opção. Foi a vantagem na Pensilvânia que decretou Joe Biden como o 46º presidente dos Estados Unidos. Desde então, Trump vem insistindo na tese de fraude envolvendo cédulas enviadas pelo correio.
Sem apresentar provas, ele também afirmou que o método de voto “destruiu o sistema” eleitoral dos Estados Unidos. Na proposta, a campanha de Trump diz que a anulação da votação é uma alternativa contra as “dezenas de milhares de cédulas preenchidas ilegalmente para Joe Biden”. De acordo com a queixa, uma “análise estatística” mostra que cerca de 70.000 votos favoráveis a Biden foram contados.
Oitenta e oito computadores portáteis foram entregues a formadores do ensino técnico-profissional de diversos distritos da província de Tete. Esta iniciativa surge no âmbito de...
A Procuradoria-Geral da República (PGR) iniciou uma investigação sobre a morte de um indivíduo abatido em público no passado sábado, numa operação policial ocorrida...
O Ministério da Saúde de Moçambique emitiu uma ordem de suspensão imediata da comercialização e uso de determinados lotes de produtos farmacêuticos, incluindo multivitaminas,...