A selecção nacional de sub-20, os Mambinhas, qualificou-se para a final do torneio regional da Cosafa após afastar a Zâmbia na marcação das grandes penalidades, por 5-4. Com esta qualificação a final, os Mambinhas asseguram também a qualificação inédita ao CAN da categoria, que terá lugar próximo ano.
Na partida da meia-final diante da Zâmbia, os Mambinhas experimentaram muitas dificuldades desde o início da partida, com o adversário a querer assumir o protagonismo e o favoritismo, mas a encontrar uma equipa com créditos já consolidados, até porque grande parte dos jogadores fizeram parte da selecção vice-campeã regional de sub-17, de 2019.
Aliás, o árbitro tswana que ajuizou a partida ainda ajudou os zambianos quando expulsou, de uma sentada o lateral esquerdo dos Mambinhas Belarmino Manhice, por entrada sobre um adversário, depois de ter mostrado primeiro o cartão amarelo, e o seleccionador nacional, Dário Monteiro, por reclamar as suas decisões.
Estavam decorridos ainda 39 minutos.
Mas os Mambinhas conseguiram segurar o nulo até ao intervalo.
Na segunda parte a toada foi sempre a mesma, com a Zâmbia a chegar com mais perigo da selecção nacional, a criar mais jogadas de perigo, mas sem conseguir o golo. Os Mambinhas, por seu turno, tentavam sacudir a pressão e de forma tímida esboçavam uma reacção.
Os instantes finais foram de autêntico sufoco para os Mambinhas, com o guarda-redes Kimiss Zavala a ser o herói, ao defender todas bolas com selo de golo.
Nas grandes penalidades, Kimiss Zavala voltou a ser gigante ao defender o segundo penalti dos zambianos, apontado por Jonh Chishimba, carregando a selecção nacional para o feito inédito. Dércio Augusto confirmou a passagem à final e a qualificação inédita ao CAN-2021, de sub-20.
Na final deste domingo, quando forem 15H00, os Mambinhas defrontam a Namíbia, que afastou Angola com vitória por uma bola sem resposta.
O Presidente da República exige coragem dos militares na luta contra o terrorismo e diz que “nenhum medroso comanda com sucesso uma unidade” militar. Filipe Nyusi falava na sexta-feira (11), em Nampula na graduação de oficiais superiores do Exército na Academia Militar.
A Academia Militar Marechal Samora Moisés Machel recebeu na tarde desta sexta-feira o Presidente da República que orientou a cerimónia da 13ª graduação de oficiais superiores do Exército nos seus diversos ramos.
O início das formalidades daquele tipo de cerimónia foi marcado pela entrada do grupo de militares que levava consigo a bandeira nacional bem içada – um dos símbolos da soberania nacional. Na qualidade de comandante-chefe das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, como lhe confere a Constituição da República, Filipe Nyusi fez uma revista aos oficiais.
De seguida, os oficiais passaram em frente à tribuna em marcha lenta ordinária, demonstrando deste modo prontidão perante o comandante-chefe. E é justamente de prontidão, vigilância e astúcia que Nyusi viria a falar no seu discurso de ocasião.
A luta contra o terrorismo em Cabo Delgado ocupou parte significativa do discurso, e o Presidente começou por lembrar aos graduados que o inimigo é real e que os comandantes de pelotões que dali sãem devem estar em alerta permanente.
“Tenham em mente que o vosso sucesso dependerá grandemente da vossa prontidão, da vossa vigilância. Vão comandar na primeira linha, por isso nunca devem assumir que o inimigo não virá ou que não está. Mas de preferência devem contar com a vossa prontidão para o defrontar. Nunca presumir que ele não atacará. Só através da vossa coragem e bravura terão a legitimidade e a credibilidade de fazer cumprir junto dos vossos subordinados as orientações emanadas dos vossos superiores hierárquicos e de vós mesmo como comandantes desses homens e mulheres que querem ser bem comandados e bem dirigidos. Nenhum medroso comanda com sucesso uma unidade”, disse Filipe Nyusi.
E lançou um alerta: “o dia em que a vossa tropa fugir numa operação, estiverem insubordinados, angustiados, entrarem em desordem ou forem derrotados a culpa é de cada um dos comandantes. Vós sois comandantes profissionais, não permitam que isso aconteça. Tenham sempre sargentos motivados e do vosso lado”.
Os graduados fazem parte de 14 cursos ministrados na Academia Militar, dos quais pode-se destacar a infantaria, marinha de guerra, administração militar, comandantes de meios radiotécnicos, comunicação, artilheiros terrestres e antiaéreos, blindados, reconhecimento, entre outros.
A graduação, assim como as palavras de Filipe Nyusi acontecem numa altura em que no teatro operacional há relatos não oficiais de muitas baixas de militares, alguns deles emboscados pelos terroristas.
O ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, apontou na sexta-feira (11), uma intervenção das Nações Unidas como uma possibilidade para fazer face à ameaça terrorista no norte de Moçambique.
A hipótese foi colocada lado a lado com outros dois planos, a cooperação bilateral com Portugal e o apoio da União Europeia (UE).
“Há um terceiro plano em que as coisas estão naturalmente ainda mais recuadas, porque isso não depende, nem exclusivamente, nem principalmente de nós, que é a intervenção ao nível das Nações Unidas”, referiu Santos Silva ao programa Geometria Variável da rádio portuguesa Antena 1.
“Aí, o caminho é um pouco mais longo porque o Conselho de Segurança tem de se pronunciar”, sem de imediato “haver uma missão propriamente dita”, acrescentou.
A ONU tem estado no terreno ao nível da ajuda humanitária através das suas agências, como o Programa Alimentar Mundial (PAM), Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) ou Organização Internacional das Migrações (OIM), entre outras.
Segundo o chefe da diplomacia portuguesa, uma outra intervenção da ONU, sem detalhar de que tipo, impõe-se devido ao nível de ameaça regional.
“A situação no terreno é muito complexa e é preciso ter em atenção que não estamos a falar só do norte de Moçambique: uma das razões que do meu ponto de vista justifica uma intervenção das Nações Unidas é que não podemos deixar a África Oriental tornar-se um campo de ação do terrorismo internacional”, referiu.
A ameaça estende-se, atualmente, em toda a faixa leste do continente: “se começarmos a olhar, da Somália até Moçambique, é toda a parte oriental” de África.
Augusto Santos Silva referiu que o conflito armado em Cabo Delgado reflete também “problemas de expetativas não cumpridas” e “os perigos da lógica económica extrativista: vai-se a um sítio, tiram-se os recursos com uma enorme indiferença pela sorte da população e das outras dimensões do desenvolvimento”.
A violência armada em Cabo Delgado, norte de Moçambique, está a provocar uma crise humanitária com mais de duas mil mortes e 560 mil pessoas deslocadas, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.
Portugal vai apoiar Moçambique na organização logística e capacitação de militares para fazer face aos grupos rebeldes que têm protagonizado ataques armados na província de Cabo Delgado, disse na sexta-feira (11) à Lusa, o ministro da Defesa português.
“A partir do início de janeiro virá uma equipa de militares portugueses para trabalhar com o Estado-Maior General das Forças de Defesa e Segurança de Moçambique no desenho do projeto, que queremos que comece muito rapidamente”, disse João Gomes Cravinho, no último dia da visita de trabalho que realiza a Moçambique desde quarta-feira.
Segundo o governante português, a formação, a ser feita em Moçambique, vai abranger as forças de intervenção rápida, forças especiais, fuzileiros e militares da área do controlo aéreo tático, tendo sido definidas como as “áreas de interesse específico” a ciberdefesa, a cartografia, a hidrografia e a cooperação industrial de defesa.
“Nós estamos a falar de uma missão não executiva. O que nós vamos fazer é dar apoio as autoridades moçambicanas para que elas possam exercer a sua soberania”, frisou João Gomes Cravinho.
Para o ministro, o terrorismo no norte de Moçambique tem algumas especificidades locais e o primeiro elemento importante para travar as incursões destes grupos é “conhecer o inimigo”.
“O aparecimento do terrorismo no norte de Moçambique tem algumas características em comum com o terrorismo em outras partes do mundo, particularmente na costa africana. Mas também tem especificidades locais. Portanto, é fundamental perceber aquilo que vem de fora e aquilo que se desenvolveu com raízes nacionais”, declarou.
João Gomes Cravinho disse ainda que Portugal, que assume a presidência da União Europeia no primeiro semestre de 2021, vai procurar reforçar o pedido de apoio já feito por Maputo a Bruxelas.
“É uma coincidência muito favorável. Vamos utilizar esta presidência para reforçar a capacidade de resposta da UE face às necessidades no terreno”, declarou João Gomes Cravinho.
A província de Cabo Delgado está desde há três anos sob ataque de insurgentes e algumas das incursões passaram a ser reivindicadas pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico desde 2019.
A violência está a provocar uma crise humanitária com mais de duas mil mortes e 560 mil pessoas deslocadas, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.
Moçambique e Portugal têm um acordo de cooperação na área da defesa desde 1988.
Durante a visita de João Gomes Cravinho, além de aspetos ligados à violência armada em Cabo Delgado, as partes debateram aspetos ligados à resposta à covid-19, tendo Portugal manifestado abertura para apoiar Moçambique no seu plano nacional de vacinação.
A visita de trabalho do ministro da Defesa português a Moçambique tinha em vista a negociação de um novo programa de cooperação bilateral no domínio da Defesa e o estreitamento de relações com África no âmbito da Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia (PPUE), que se iniciará em janeiro.
O Japão anunciou doações a Moçambique no valor de 23,7 milhões de dólares (19,5 milhões de euros) para três projetos.
O maior projeto diz respeito à construção de instalações para abastecimento de água na província do Niassa, a mais remota de Moçambique, no norte do país, e está orçado em 20 milhões de dólares (16,4 milhões de euros).Os outros dois projetos no valor de cerca de 1,8 milhões de dólares (1,4 milhões de euros) cada vão financiar o fornecimento de lanchas e outros equipamentos para a polícia costeira, lacustre e fluvial e o encerramento da lixeira de Hulene em Maputo.
O crescimento desordenado da lixeira provocou em fevereiro de 2018 um desmoronamento de resíduos que matou 16 pessoas.
A assinatura dos três acordos de doação sob a forma de troca de notas decorreu hoje durante uma visita de dois dias, iniciada na quinta-feira, do ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Toshimitsu Motegi, a Moçambique.
O governante encontrou-se hoje com a homóloga moçambicana, Verónica Macamo, depois de na quinta-feira se ter reunido com o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi.
Na altura, anunciou a deslocação ao país lusófono de uma missão de investimento em fevereiro de 2021.
Ainda no que respeita a intenções de investimento, Motegi pediu um reforço de segurança para Cabo Delgado, região do megaprojeto de gás natural de Moçambique e onde há três anos avança uma insurgência de rebeldes armados, ao que Nyusi respondeu afirmativamente.
O governante e o chefe de Estado moçambicano concordaram ainda em desenvolver trabalho conjunto no âmbito de legislação marítima ligada à iniciativa “Indo-Pacífico Livre e Aberto” de estabilidade regional.
O encontro serviu ainda para lançar as bases para a participação moçambicana na próxima Conferência de Tóquio para o Desenvolvimento de África (TICAD, sigla inglesa), agendada para 2022.
A Alemanha vai autorizar novamente as expulsões de sírios considerados “perigosos” a partir de janeiro de 2021, apesar das críticas de associações de apoio aos migrantes, declarou na sexta-feira (11), o Ministério do Interior alemão.
“Qualquer pessoa que cometer crimes graves ou perseguir intenções terroristas a fim de causar sérios danos ao nosso Estado e à nossa população deve deixar o nosso país”, afirmou o secretário de Estado do Ministério do Interior, Hans-Georg Engelke, durante uma conferência de imprensa.
“A Alemanha não deve ser um santuário para pessoas perigosas ou grandes criminosos”, acrescentou, referindo que cerca de 90 pessoas registadas por militância islâmica podem estar a causar preocupação.
No entanto, na prática, as expulsões para a Síria em guerra podem ser muito difíceis de implementar, uma vez que a Alemanha não tem relações diplomáticas com Damasco. O próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão considera a situação no país ainda muito instável.
Esta decisão, tomada por iniciativa dos líderes das regiões conservadoras, membros da família política da chanceler Angela Merkel, quebra no entanto um tabu no país que desde 2015 abriu em grande medida as suas portas aos requerentes de asilo sírios que fogem da pobreza e da guerra.
Ao tomar esta decisão, a Alemanha destaca-se dentro da União Europeia (EU) e “não há nada do que se orgulhar”, criticou o social-democrata Boris Pistorius, ministro do Interior da Baixa Saxónia.
Ao todo, cerca de 790.000 sírios foram recebidos na Alemanha nos últimos dez anos, que agora tem a maior comunidade síria na Europa.
A Alemanha decretou desde 2012 uma moratória às deportações para a Síria devido ao conflito sangrento que em quase dez anos deixou mais de 380.000 mortos, deslocou milhões de pessoas para o exílio e transformou o país conduzido com punho de ferro por Bashar al-Assad num campo em ruínas.
A questão das expulsões foi relançada em novembro passado pelo ministro do Interior, o conservador Horst Seehofer, após o esfaqueamento de um turista na cidade alemão de Dresden por um sírio próximo ao movimento islamita.
Os conservadores conseguiram impor as suas opiniões apesar dos protestos de partidos de esquerda, que falam em “escândalo”, e de associações humanitárias.
Esta decisão constitui “uma vergonha para o estado de direito e é extremamente irresponsável”, reagiu a organização não-governamental (ONG) de ajuda aos migrantes Pró-Asyl, que acusa os líderes conservadores de quererem recuperar “os eleitores populistas de direita”.
O julgamento do antigo Presidente da República da França, Nicolas Sarkozy, que é acusado de corrupção e de tráfico de influências, terminou e a decisão será conhecida, em princípio, em 01 de Março de 2021.
O antigo chefe do Estado francês disse, pouco antes do encerramento da sessão, que está pronto para aceitar a decisão que o tribunal tomar.
“Este processo foi para mim um caminho de cruz, mas se este foi o preço a pagar para que a verdade progredisse, estou pronto a aceitá-lo”, afirmou Nicolas Sarkozy, acrescentando que tem “confiança na Justiça” do país.
O julgamento que terminou esta quinta-feira é considerado inédito e também tem como arguidos o advogado do ex-Presidente, Thierry Herzong, e o antigo magistrado Gilbert Azibert.
“Disse a verdade durante estas três semanas [de julgamento], como disse sob custódia policial e durante toda a investigação”, prosseguiu o antigo Presidente francês, de acordo com o Notícias ao Minuto.
O Ministério Público Financeiro pede quatro anos de prisão, dois dos quais suspensos contra o ex-chefe de Estado, processado por corrupção e tráfico de influências.
A mesma sentença foi solicitada para Gilbert Azibert e Thierry Herzog, com o acréscimo de cinco anos de proibição profissional para este último.
Depois de um falso começo em 23 de Novembro, o julgamento começou realmente em 30 de Novembro.
O ex-Presidente, de 65 anos e que exerceu o cargo entre 2007 e 2012, foi julgado em conjunto com Herzog, também de 65 anos, e Gilbert Azibert, a quem terão prometido em 2017 um posto no Conselho de Estado do Mónaco se este magistrado, que estava então no Supremo, ajudasse na investigação do designado “caso Bettencourt”, referência à investigação ao financiamento ilegal da campanha presidencial de 2007 pela mulher mais rica da França, a herdeira da L’Oreal Liliane Bettencourt, acrescenta o Notícias ao Minuto.
O suposto caso de corrupção agora em julgamento foi possível devido ao registo das conversas telefónicas de Sarkozy com o seu advogado, incluídas num outro processo relacionado com um alegado financiamento da sua campanha de 2007 com dinheiro do regime líbio de Muammar Kadhafi.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Logística/Operações. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Empoderamento Económico. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Regional de Fortalecimento Económico. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Segurança e Acesso. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Pré-Representante de Vendas. Saiba mais.
A Escola Internacional de Maputo Pretende contratar para o seu quadro de pessoal para o ano lectivo de 2021, professores/as devidamente capacitados para o Ensino Secundário e Pré-Universitário. Saiba mais.
A Escola Internacional de Maputo Pretende contratar para o seu quadro de pessoal para o ano lectivo de 2021, professores/as devidamente capacitados para o Ensino Primário. Saiba mais.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC/FICV) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente do Projeto Abrigo. Saiba mais.
A Eni Rovuma Basin B.V., Mozambique Branch Operadora Offshore da Área 4, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Sénior de Segurança. Saiba mais.
A Eni Rovuma Basin B.V., Mozambique Branch Operadora Offshore da Área 4, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Segurança e Ambiente. Saiba mais.
O Fórum das Associações de Pessoas com Deficiência (FAMOD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Capacitação do Staff. Saiba mais.
A Meco Empreendimentos é uma Empresa inovadora nos serviços de Recursos Humanos, Recrutamento e selecção de mão de Obra, pretende recrutar um(a) Estagiário/a de RH. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente um (1), Representante de Vendas de Van. Saiba mais.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) pretende recrutar um (1) Inquiridor – Cabo Delgado. Saiba mais.36. Vagas para Inquiridores – Niassa
O Instituto Nacional de Estatística (INE) pretende recrutar dois (2) Inquiridores – Niassa. Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assistentes Estagiários de Engenharia de Construção Civil. Saiba mais. Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Estagiário de Economia Monetária e Seguros. Saiba mais.
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo pretende admitir para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Profissionais de Tecnologias de informação e Comunicação. Saiba mais.
A Agência Metropolitana de Transporte de Maputo (AMT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Técnico Superior de Comunicação N1. Saiba mais.
A Agência Metropolitana de Transporte de Maputo (AMT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Profissional de Ambiente/Meteorologia. Saiba mais.
A Agência Metropolitana de Transporte de Maputo (AMT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Profissional de Contabilidade. Saiba mais.
A Agência Metropolitana de Transporte de Maputo (AMT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1)Técnico Superior de Ciências de Informação N1. Saiba mais.
Na cerimónia possível por causa da pandemia, transmitida na internet desde Oslo e Roma, o diretor executivo do Programa Alimentar Mundial recebeu o Prémio Nobel da Paz.
“Devido a muitas guerras, mudanças climáticas, ao uso generalizado da fome como arma política e militar – e a uma pandemia global que está a tornar tudo exponencialmente pior – 270 milhões de pessoas encaminham-se para a fome”, alertou David Beasley.
“Não atender às suas necessidades causará uma pandemia de fome que obscurecerá o impacto da covid-19”, defendeu, em declarações transmitidas a partir da sede da agência da ONU, em Roma.
“Este Prémio Nobel da Paz é mais do que um agradecimento, é um apelo à ação”, disse Beasley, sublinhando que “a fome está às portas da humanidade” e “a comida é o caminho para a paz”.
Nas últimas semanas, o Programa Alimentar Mundial (PAM) expressou preocupação com o risco de fome no Burkina Faso, no Sudão do Sul, no nordeste da Nigéria e no Iémen.
Neste país, a desnutrição, já em níveis recorde, deverá piorar ainda mais devido à pandemia e à falta de fundos.
A maior organização humanitária do mundo na luta contra a fome, o Programa Alimentar Mundial (PAM), fundada em 1961, alimentou, no ano passado, cerca de 97 milhões de pessoas em todos os continentes.
Ao conceder-lhe o Prémio Nobel da Paz, em 09 de outubro, o Comité do Nobel elogiou a sua luta contra essa “arma de guerra” que afeta principalmente os civis.
UM homem, de 66 anos, foi detido esta semana pela Polícia da República de Moçambique (PRM), na cidade de Nampula, indiciado de violar sexualmente duas crianças de 11 a 13 anos.
Uma das menores violadas contou que foram assediadas com algumas frutas pelo idoso, que as forçou a entrar na sua residência, e obrigados a assistir um filme pornográfico antes das violações.
O indiciado nega as acusações e alega que foi um acto orquestrado pelos vizinhos que o querem prejudicar. Zacarias Nacuti, porta-voz do comando provincial da PRM em Nampula, disse que o acto ocorreu no bairro de Namutequelíua e que os exames feitos às menores numa unidade sanitária da cidade confirmaram que houve violação sexual, estando em curso neste momento um processo-crime contra o suposto violador, que escapou ao linchamento com a intervenção da polícia.
David Simango, antigo presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, apresenta-se hoje ao juiz para julgamento na quarta Secção do Tribunal Judicial do Distrito Municipal de KaMpfumu, na cidade de Maputo, por crimes de abuso de cargo ou função e de aceitação de oferecimento, ao receber um imóvel em troca de favores.
À frente dos destinos da autarquia da capital de Fevereiro de 2009 a Fevereiro de 2019, David Simango é acusado de ter recebido um apartamento tipo 3 da empresa Epsilon Investimentos SA, como compensação por ter cedido a parcela e concedido DUAT para que esta empresa edificasse o seu projecto de condomínio.
Trata-se de um imóvel, sito no quinto piso, com uma área bruta de 185m3, 18,3m3 de arrumos na cave e dois lugares para estacionamento na cave, no Condomínio 24, localizado na Avenida 24 de Julho.
Para o efeito, o Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC)refere, na acusação a que o “Notícias” teve acesso, que para dissimular a natureza gratuita da cedência do imóvel a si atribuído o arguido David Simango se valeu da declarante Celestina Gonzaga, sua esposa, que rubricou a 20 de Julho de 2011 um contrato-promessa de compra e venda com a Epsilon Investimentos SA, representado pelos respectivos PCA, Abdul Magid Osman, e o administrador, Nuno de Melo Egídio.
Tal contrato, no entender do GCCC, não passou de uma artimanha das partes, na medida em que valeria tão-somente para justificar a cedência do apartamento ao antigo autarca.
Segundo o GCCC, passados nove anos, nunca houve o propósito de transmissão do apartamento em causa, a título oneroso, de tal sorte que desde então a promitente compradora nunca efectuou o desembolso de qualquer soma que fosse, tão-pouco o promitente vendedor se importou em accionar as cláusulas contratuais decorrentes do incumprimento, nos termos em que as partes estipularam no contrato.
Nos termos contratuais, o GCCC refere que Celestina Gonzaga despenderia pelo apartamento o valor de 457 mil dólares, o que nunca chegou a acontecere mantendo o património na esfera familiar.
Assim, para o GCCC, a cedência do imóvel a David Simango, por intermédio da sua esposa, não passou de uma “oferta” da Epsilon Investimentos SA como forma de gratidão por ter logrado materializar os seus projectos imobiliários.
O arguido, segundo o GCCC, estava vedado de receber benefícios e/ou oferta dos executivos da Epsilon Investimentos SA, dado que na qualidade de autarca interveio em diversos processos de concessão de DUAT afavor da referida sociedade
O GCCC indica na acusação que o imóvel está apreendido, bem como a quantia de 122 mil meticais referente à última renda do inquilino ocupante do imóvel.
É oficial. Depois de meses de negociações e dos problemas com Hungria e Polónia, os 27 aprovaram o plano que irá levar 1,8 mil milhões de euros para a resposta à crise, mas também para uma Europa “mais verde e digital”.
Os 27 chefes de Estado e o governo da União Europeia conseguiram finalmente desfazer o impasse e confirmaram esta tarde que chegaram a acordo para adotar o pacote global de 1,8 biliões de euros para o relançamento e a transformação da economia europeia, após a crise provocada pela pandemia.
Isso mesmo foi já anunciado pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, congratulando-se com o apoio que tem sido apelidado de bazuca europeia e que servirá “para a recuperação e para construir uma União Europeia mais resiliente, verde e digital”, diz a responsável.
O diretor executivo do Programa Alimentar Mundial afirmou, na quinta-feira (10), estar preocupado com uma eventual “pandemia da fome” causada pelos efeitos da Covid-19, enquanto recebia receber o Nobel da Paz à distância devido à crise sanitária.
“Devido a muitas guerras, mudanças climáticas, ao uso generalizado da fome como arma política e militar – e a uma pandemia global que está a tornar tudo exponencialmente pior – 270 milhões de pessoas encaminham-se para a fome”, alertou David Beasley.
“Não atender às suas necessidades causará uma pandemia de fome que obscurecerá o impacto da Covid-19”, defendeu, em declarações transmitidas a partir da sede da agência da ONU, em Roma.
“Este Prémio Nobel da Paz é mais do que um agradecimento, é um apelo à ação”, disse Beasley, sublinhando que “a fome está às portas da humanidade” e “a comida é o caminho para a paz”.
O primeiro-ministro libanês em funções, Hassan Diab, e três ex-ministros foram acusados de negligência no inquérito à explosão que ocorreu no porto de Beirute em agosto passado, avançou esta quinta-feira uma fonte judicial.
A informação foi avançada à agência noticiosa France-Presse (AFP).
O juiz Fadi Sawan, encarregue do inquérito à explosão, acusou de negligência Hassan Diab e o ex-ministro das Finanças Ali Hassan Khalil, assim como os ex-ministros das Obras Públicas e dos Transportes Ghazi Zeiter e Youssef Fenianos, escreveu, entretanto, a agência Associated Press (AP).
São os primeiros responsáveis políticos a serem indiciados no âmbito do inquérito à explosão.
Os quatro são acusados de “negligência e de terem causado mortes”, de acordo com a fonte citada pela AFP.
Fortemente pressionado com a contestação nas ruas, Hassan Diab demitiu-se do cargo alguns dias após a explosão, que causou mais de 200 mortos, mas continua em funções, a cumprir atos de gestão corrente, até à formação de um novo Governo do Líbano.
A tragédia no porto da capital libanesa ocorreu em 4 de agosto, quando 2.750 toneladas de nitrato de amónio explodiram na sequência da deflagração de um incêndio num armazém.
A par das vítimas mortais, a explosão provocou cerca de 6.500 feridos e várias centenas de desalojados ao destruir bairros inteiros da capital libanesa.
As toneladas de nitrato de amónio estavam armazenadas no local há vários anos sem qualquer medida de precaução.
As explosões de 04 de agosto deixaram um rasto de destruição na capital libanesa, provocando danos estimados em milhares de milhões de dólares.
Nesse dia, algumas horas após a explosão, Hassan Diab denunciou o armazenamento de tal carga.
“É inaceitável que um carregamento de nitrato de amónio esteja há seis anos num depósito, sem medidas de precaução”, disse então Hassan Diab.
O nitrato de amónio é um dos fertilizantes mais utilizados no setor da agricultura. Por si só, não é explosivo, mas é potencialmente perigoso quando entra em contacto com outros combustíveis ou com fontes de calor.
A decisão do juiz Fadi Sawan foi tomada depois do inquérito “ter confirmado que (os acusados) receberam diversos relatórios escritos advertindo-os contra qualquer atraso na eliminação do nitrato de amónio”, disse a fonte judicial.
“Não tomaram as medidas necessárias para evitar a explosão devastadora e os enormes danos”, acrescentou a fonte citada pela AFP.
Um mês depois da explosão, o Exército libanês anunciou a descoberta, em setembro, de mais de quatro toneladas de nitrato de amónio junto ao porto de Beirute.
Mas esta não foi a primeira descoberta deste tipo.
Em 24 de agosto, o Exército libanês indicou que tinham sido detetados 79 contentores com material potencialmente perigoso, que estavam armazenados ilegalmente no porto de Beirute.
As autoridades libanesas anunciaram a detenção de um total de 25 pessoas, a maioria das quais funcionários portuários e aduaneiros, no âmbito da investigação à explosão.
O parlamento aprovou ontem (10) em definitivo o Plano Económico e Social (PES) e o Orçamento de Estado (OE) para 2021 com os votos a favor da bancada da Frelimo, partido no poder.
A Assembleia já tinha aprovado os documentos na generalidade há uma semana.
Numa sessão que contou com 216 dos 250 eleitos, o OE foi aprovado pelos 164 deputados presentes da Frelimo, com 52 votos contra da oposição – 46 deputados da Renamo e seis do Movimento Democrático de Moçambique (MDM).
O PES foi aprovado na mesma linha, com menos dois deputados da oposição na sala – logo, com 164 votos a favor e 50 contra.
O partido no poder justificou o seu sentido de voto com a necessidade de o Governo mobilizar recursos visando enfrentar os desafios que assolam o país nas frentes económica, social e militar.
A oposição considera as propostas irrealistas, em detrimento de áreas produtivas.
O PES e o OE de 2021 preveem um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,1% face à previsão de 0,8% para este ano, anteveem uma subida de 2,5% do valor das exportações para 3.768 milhões de dólares e uma dilatação da cobertura de importações pelas reservas internacionais líquidas para quase sete meses.
Relativamente à balança de pagamentos para 2021, prevê-se um agravamento do défice da conta parcial de bens para 3.150 milhões de dólares, que reflete “o efeito combinado do incremento das importações dos grandes projetos e da economia em geral, tendo em consideração a retoma prevista da atividade económica após o impacto negativo da covid-19”.
A capital do país acolheu no final da tarde desta quinta-feira a Gala Nacional do Desporto em que foram laureados os melhores do desporto moçambicano e que se evidenciaram no ano passado.
Rady Gramane, pugilista que esteve em destaque nos torneios regionais e africanos no ano passado, foi eleita a Desportista Mais Popular, numa votação em que deixou para trás a concorrência do futebolista Luís Miquissone e da velejadora Deyse Nhaquila.
Para alem de Rady Gramane, o boxe viu Lucas Sinóia a ser considerado o Treinador do Ano, superando a Edson Madeira – (Judo) e Spiros Esculudes (Hóquei em Patins), sendo que a Federação Moçambicana de Boxe a par da de Voleibol e Vela e Canoagem mereceram distinção pelo seu desempenho.
O Ferroviário de Maputo, em seniores femininos, foi considerada a Equipa Feminina do Ano, muito por culpa do titulo de bi-campeã africana de basquetebol, o que fez com que a capitã Ingvild Mucauro subisse duas vezes ao pódio a segunda das quais para receber o troféu de melhor Atleta Feminino do Ano.
Armindo Zavala o melhor do desporto adaptado
Numa gala marcada pelo glamour mesmo em tempos em que a pandemia da covid-19 dita as regras, onde se destaca o distanciamento físico e o uso de máscaras, para além da higienizado das mãos, o Desporto Adaptado viu Armindo Andrisse Zavala a ser coroado como o Melhor Atleta do Ano e Atleta Revelação, enquanto que em femininos a distinção foi para Elisabeth Guambe (Atletismo Adaptado).
Nesta gala foi atribuido o diploma de Mérito Desporto ao decano dirigente Marcelino Macome que foi durante 20 anos Presidente do Comité Olímpico de Moçambique, instituição onde também foi durante largos anos Secretário Geral.
Várias figuras foram distinguidas pelos seus préstimos no desporto nacional como são os casos dos médicos Adélia Ndeve e Mussá Calú, o treinadores Arnaldo Salvado (futebol), Miguel Guambe (basquetebol) e Ângelo Lourenço (voleibol), entre outros.
Jornalistas os esquecidos da gala
Apesar de os apresentadores João Chivale e Natércia Tomás terem anunciado a introdução de novas categorias para a área do jornalismo desportivo, estes prémios acabar por não ser anunciados publicamente.
A organização não revelou os motivos da não atribuição dos galardões nesta categoria em que os homens da comunicação social fizeram a inscrição dos seus trabalhos que deveriam merecer a avaliação de um júri da qual faz parte a Associação Moçambicana de Imprensa Desportiva (AMID).
O ministro moçambicano do Interior, Amade Miquidade, diz que agentes do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) estão a ser submetidos a uma formação especializada para lidar com matérias ligadas ao terrorismo em Cabo Delgado.
O objectivo é capacitar os agentes do SERNIC, para perceberem o “modus operandi” dos terroristas, disse aquele governante, por entre críticas de que os serviços de inteligência não têm sido muito activos no teatro das operações.
Miquidade avançou que “estamos a dar uma formação especializada, porque o terrorismo actua de diversas formas, e em Moçambique actua como uma actividade de guerrilha”.
Referiu que “os terroristas recrutam jovens para integrar as suas fileiras e cabe ao SERNIC fazer uma investigação para impedir esta actividade criminosa”.
Entretanto, o director executivo do Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD), Adriano Nuvunga, afirma que, eventualmente, esta formação resulte das parcerias que as autoridades moçambicanas estabeleceram, recentemente, com a União Europeia, por exemplo, no âmbito da luta contra o terrorismo em Cabo Delgado.
Guerrilha e puro terrorismo
O embaixador da União Europeia em Maputo, António Sanchez Gaspar afirmou que o apoio daquela organização vai consistir no reforço das capacidades de Moçambique para que as próprias forças de defesa e segurança moçambicanas sejam capazes de resolver o conflito em Cabo Delgado.
Contudo, Nuvunga lamenta que o Governo tenha demorado muito para perceber que em Cabo Delgado existe uma mistura com elementos claros de guerrilha, “o que significa que temos um grupo que enfrenta, militarmente, as forças do Estado, e isso é guerrilha, mas temos também acções de puro terrorismo, que têm a ver com a destruição de infraestruturas”.
Por outro, o ministro do Interior, reagindo ao clamor da sociedade, particularmente da classe empresarial, garante que os crimes de rapto que têm abalado algumas cidades moçambicanas vão ser esclarecidos e os seus autores responsabilizados criminalmente.
Dados oficiais indicam que em 2020 foram raptados 11 cidadãos, entre nacionais e estrangeiros. O ministro do Interior assumiu que os raptos aponquentam toda uma sociedade.
O analista José Machicame, diz haver vários relatos de que em alguns casos de raptos, estão envolvidos agentes policiais.
A Assembleia Nacional da República Democrática do Congo votou na quinta-feira (10), para demitir a sua presidente, pró-Kabila, um passo crucial na ofensiva do Presidente, Felix Tshisekedi, para derrubar a maioria parlamentar leal ao seu antecessor, Joseph Kabila.
Os deputados aprovaram a “remoção” da presidente do parlamento, Jeanine Mabunda, por 281 votos, contra 200 votos, com uma abstenção e um voto nulo.
Os apoiantes de Joseph Kabila tinham reivindicado uma maioria de mais de 300 dos 500 deputados desde as eleições legislativas de 30 de dezembro de 2018.
“Este é o ponto de viragem no mandato de cinco anos de Felix Tshisekedi”, disse no Twitter um dos seus colaboradores mais próximos, Micée Mulumba.
“Com a queda da presidente da Assembleia Nacional, é a maioria da FCC [Frente Comum do Congo] que acaba de ser derrubada e de que maneira”, reagiu um deputado, tendo os resultados sido recebidos com gritos de alegria.
Proclamado o vencedor das eleições presidenciais de 30 de dezembro de 2018, o Presidente Tshisekedi governava desde janeiro de 2019 em coligação com as forças do seu antecessor, que tinha a maioria na Assembleia e no Senado.
Sob o olhar ansioso da comunidade internacional, o maior país da África Subsaariana está a afundar-se numa crise desde que o chefe de Estado anunciou domingo o fim da coligação que formou com Kabila.
O Presidente anunciou que queria assegurar uma nova maioria na Assembleia para apoiar a sua política de reformas, sob pena de dissolver a câmara baixa.
O plenário e a votação de hoje foram convocados por uma nova mesa provisória da Assembleia, criada na terça-feira por iniciativa dos apoiantes de Felix Tshisekedi.
A Assembleia teve de votar “petições” (uma espécie de moção de desconfiança) apresentadas contra Mabunda e os cinco membros da mesa cessante.
Acusada de “opacidade” na sua gestão financeira, Mabunda procurou defender o seu mandato, apelando aos deputados para votarem “sobre questões puramente técnicas e não políticas”.
O Presidente eleito dos Estados Unidos Joe Biden e a vice-presidente Kamala Harris foram designados Personalidades do Ano pela revista Time, anunciou a publicação.
O democrata, de 78 anos, que deverá tomar posse como 46.º Presidente dos Estados Unidos em 20 de janeiro, e Kamala Harris, a primeira mulher a assumir o cargo, foram os preferidos da revista, deixando para trás outros três finalistas: Donald Trump, o movimento contra as desigualdades raciais desencadeado pela morte do afro-americano George Floyd e o epidemiologista norte-americano Anthony Fauci e pessoal de saúde exposto ao novo coronavírus.
A capa da revista mostra um retrato de Biden e Harris de perfil, com o título “mudando a história da América”.
Num texto em que explicou a escolha, a Time recordou que todos os Presidentes norte-americanos desde Franklin D. Roosevelt foram “em algum momento durante o seu mandato Personalidade do Ano”, sublinhando no entanto que esta é a primeira vez que um vice-presidente merece a distinção.
A revista recordou que Harris é “a primeira mulher eleita para o cargo, filha de pai jamaicano e de mãe indiana”, considerando que a escolha “é uma mensagem poderosa”, num ano de “luta épica pela justiça racial”.
A Time sublinhou ainda que a dupla vencedora das eleições presidenciais de 03 de novembro obteve o maior número de votos de sempre, derrotando Trump por sete milhões de votos e “mostrando que as forças da empatia são maiores que as fúrias da divisão”.
No ano passado, a Time escolheu a ativista do clima Greta Thunberg, a pessoa mais jovem a conquistar o título de Personalidade do Ano.
Desde 1927 que a revista escolhe uma personalidade ou grupo de pessoas que mais tenham marcado o ano, “para o melhor e o pior”.
Paciência do universo dos “red devils” com a equipa e Solskjaer está a esgotar-se, mas o português recebe… elogios.
Foi com uma certa dose de estrondo que o Manchester United falhou o apuramento para os oitavos de final da Liga dos Campeões. A precisar de “apenas” um empate frente ao Leipzig, a equipa inglesa perdeu por 3-2 na Alemanha, numa partida em que chegou a estar com três golos de desvantagem, “tombando” para os “16 avos” da Liga Europa.
Na caixa de comentários, as reações multiplicaram-se, com Jovane Cabral, extremo do Sporting e antigo colega de equipa de Bruno, a deixar uma mensagem de força. Mas o que mais se destacou foi o apoio dado pelos adeptos do United ao médio de 26 anos.
Apesar de a paciência com grande parte dos jogadores e o treinador Ole Gunnar Solskjaer estar por um fio, Bruno Fernandes continua a ser elogiado e idolatrado em Old Trafford. “És o único jogador que merece envergar esta camisola”, “se todos tivessem a tua atitude” e “devias ser o capitão de equipa”, foram alguns dos comentários que se destacaram.
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