O ministro da Defesa Nacional anunciou na quarta-feira (16), que Portugal prevê empenhar um efetivo de 1435 militares nas Forças Nacionais Destacadas no estrangeiro em 2021, durante a última audição parlamentar do ano pela Comissão de Defesa.
Assim, face ao efetivo de 1738 militares empenhados em 22 missões da NATO, União Europeia, Nações Unidas ou bilaterais previsto para 2020, em verifica-se um decréscimo de 303 elementos em 2021, ou seja, menos cerca de 18%.
Além dos meios humanos, a Defesa Nacional previu empregar no estrangeiro em 2020 cinco navios, sete aeronaves e 66 veículos, segundo o documento oficial do Estado-Maior General das Forças Armadas.
A propósito das missões internacionais, o deputado socialista Diogo Leão questionou João Gomes Cravinho sobre a anunciada disponibilidade das Forças Armadas portuguesas para prestarem apoio a Moçambique no combate ao terrorismo na região de Cabo Delgado.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Empoderamento Económico. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Regional de Fortalecimento Económico. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Segurança e Acesso. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Pré-Representante de Vendas. Saiba mais.
A Escola Internacional de Maputo Pretende contratar para o seu quadro de pessoal para o ano lectivo de 2021, professores/as devidamente capacitados para o Ensino Secundário e Pré-Universitário. Saiba mais.
A Escola Internacional de Maputo Pretende contratar para o seu quadro de pessoal para o ano lectivo de 2021, professores/as devidamente capacitados para o Ensino Primário. Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assistentes Estagiários de Engenharia de Construção Civil. Saiba mais. Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Estagiário de Economia Monetária e Seguros. Saiba mais.
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo pretende admitir para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Profissionais de Tecnologias de informação e Comunicação. Saiba mais.
A Agência Metropolitana de Transporte de Maputo (AMT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Técnico Superior de Comunicação N1. Saiba mais.
A Agência Metropolitana de Transporte de Maputo (AMT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Profissional de Ambiente/Meteorologia. Saiba mais.
A Agência Metropolitana de Transporte de Maputo (AMT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Profissional de Contabilidade. Saiba mais.
A Agência Metropolitana de Transporte de Maputo (AMT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1)Técnico Superior de Ciências de Informação N1. Saiba mais.
O Serviço de Saúde da Cidade de Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Enfermeiros Superiores de Saúde Materno Infantil. Saiba mais.
Iniciou ontem, na Terceira Secção do Tribunal Judicial da Cidade de Inhambane, o julgamento do antigo presidente do Conselho Municipal de Massinga, Clemente Boca, e quatro funcionários, acusados de desvio de dois milhões e quatrocentos e sessenta mil meticais.
No processo, sob a alçada do juiz Carlos Pedro, os réus são acusados de abuso de cargo ou função, desvio de aplicação, uso de documento falso e falsificação.
Além de Boca, na altura dos factos presidente do Conselho Municipal de Massinga, estão arrolados quatro funcionários, nomeadamente D. Mahlela, na altura vereador deAdministração e Finanças; T. Carlos, chefe de Contabilidade; T. Nelson, topógrafo; e J. Machice, representante do vereador das Actividade Económicas
Franceses e catalães vão encontrar-se pela segunda vez nesta fase da competição, depois de em 2017 o Barcelona ter conseguido a maior recuperação numa fase a eliminar da Champions.
O PSG e o Barcelona vão reencontrar-se nos oitavos de final da Liga dos Campeões, após um sorteio que colocou o FC Porto no caminho da Juventus e de Cristiano Ronaldo.
Franceses e catalães vão encontrar-se pela segunda vez nesta fase da competição, depois de em 2017 o Barcelona ter conseguido a maior recuperação numa fase a eliminar da Champions, ao vencer em casa por 6-1, depois da derrota por 4-0 em Paris.
Um dos heróis desse encontro foi o brasileiro Neymar, que bisou em Camp Nou e que agora joga no PSG, embora se tenha lesionado com aparente gravidade num tornozelo, não sendo certa a sua recuperação para o reencontro com os blaugrana.
Depois de ter chegado à sua primeira final na última temporada, o PSG quererá voltar a estar na luta, frente ao Barcelona, que foi segundo no seu grupo e está a atravessar uma fase negativa na liga espanhola, na qual ocupa o oitavo lugar, já a oito pontos da liderança.
Na final do Estádio da Luz, em agosto, o PSG foi batido pelo Bayern Munique, que surge como claro favorito frente à Lazio, numa altura em que não perde há 17 partidas para a ‘Champions’, somando neste período apenas um empate.
Mesmo sem estarem tão dominadores na “Bundesliga”, que é liderada pelo Bayer Leverkusen, os bávaros fizeram uma campanha praticamente irrepreensível na fase de grupos e jogam agora com a Lazio, a fazer uma temporada abaixo das expectativas – nona na Série A.
Campeão há duas temporadas, o Liverpool, de Diogo Jota, tenta evitar nova queda nos oitavos de final, depois da derrota com o Atlético de Madrid há duas temporadas, defrontando agora o Leipzig.
Muito afetado por lesões esta temporada, entre as quais a do avançado português, o campeão inglês vai defrontar o sempre perigoso Leipzig, surpreendente semifinalista da Liga dos Campeões na última temporada.
O campeão português FC Porto vai reencontrar Cristiano Ronaldo e a Juventus, campeã italiana, equipa que os ‘dragões’ nunca venceram e frente à qual apenas conseguiram um empate em cinco encontros, o primeiro na final da Taça das Taças, em 1984, ganha pelos transalpinos.
Atualmente, FC Porto e Juventus, que defendem os títulos nacionais conquistados na última temporada, encontram-se a quatro pontos da liderança nas respetivas ligas.
O FC Porto terminou a fase de grupos na segunda posição do Grupo C, atrás dos ingleses do Manchester City, de Bernardo Silva e João Cancelo, que agora vão jogar com os alemães do Borussia Moenchengladbach.
O Atlético de Madrid, de João Félix, um dos líderes da liga espanhola, vai encontrar o Chelsea, em outro dos confrontos mais sonantes dos oitavos de final, entre uma equipa três vezes finalista da prova e o campeão de 2012.
O Lille ganhou esta quarta-feira ao Dijon e assumiu a liderança da liga francesa, seguido pelo Paris Saint-Germain (PSG), que bateu o Lorient, pelo Lyon, que empatou com o Brest, e pelo Marselha, que perdeu com o Rennes.
O turco Yusuf Yazici, aos 19 minutos, e o norte-americano Timothy Weah, aos 90+2, marcaram os golos da vitória do Lille (2-0), que jogou fora e contou com os portugueses José Fonte e Xeka (saiu aos 72 minutos) no onze titular, com Tiago Djaló a entrar aos 84 e com Renato Sanches de fora do encontro por lesão.
Ao cabo de 15 jornadas, o Lille segue na liderança da Ligue 1 com 32 pontos, enquanto o Dijon é o “lanterna vermelha’ com nove pontos.
Já o PSG bateu em casa o Lorient, também por 2-0, com golos de Mbappé, de penálti, aos 51, e do italiano Kean, aos 61, ascendendo ao segundo lugar com 31 pontos.
O internacional português Danilo, ex-FC Porto, começou o jogo no onze titular, mas foi substituído logo aos 11 minutos devido a lesão.
Por seu turno, o Lyon quebrou a série de cinco triunfos consecutivos no campeonato e empatou em casa com o Brest (2-2).
Um autogolo do guarda-redes luso Anthony Lopes inaugurou o marcador aos 39 minutos e, depois do descanso, o holandês Memphis Depay devolveu a igualdade (69), marcando com sucesso uma grande penalidade.
Quando o costa-marfinense Maxwel Cornet fez o 2-1 para o Lyon, aos 81, tudo parecia encaminhado para nova vitória da formação que jogava em casa, e que tinha mais uma unidade em campo, após a expulsão de Paul Lasne aos 74, mas o Brest alcançou o empate aos 90+2, através de um penálti.
Assim, o Lyon está no terceiro lugar com 30 pontos, enquanto o Brest, que teve Heriberto Tavares como suplente não utilizado, é décimo classificado com 22 pontos.
O Marselha, orientado pelo técnico português André Villas-Boas, perdeu na deslocação ao campo do Rennes (2-1) e é o quarto classificado com 27 pontos (em 13 partidas disputadas), enquanto o adversário de hoje é sexto com 25 pontos.
O médio francês Pape Gueye estave em destaque no encontro, pela positiva e pela negativa. Primeiro, marcou o tento inaugural do jogo, aos 24 minutos, mas apenas 12 minutos depois foi expulso por acumulação de cartões amarelos.
Com esta vitória, o Benfica junta-se ao Sporting e FC Porto nas equipas já apuradas para a final-four. O Benfica venceu o Vitória de Guimarães no desempate por grandes penalidades (4-1), depois de um empate 1-1 no tempo regulamentar, em jogo dos quartos de final da Taça da Liga , apurando-se para a final-four.
No estádio da Luz, o Vitória de Guimarães adiantou-se no marcador aos 16 minutos, com um golo de Estupiñán, mas o Benfica conseguiu chegar à igualdade aos 83, por Pizzi, na cobrança de uma grande penalidade, levando a decisão para o desempate nos penáltis, que foi favorável aos “encarnados”.
Com esta vitória, o Benfica junta-se ao Sporting e FC Porto nas equipas já apuradas para a “final-four” da competição, este ano num formato reduzido, devido à pandemia de covid-19, que vai decorrer entre 16 e 23 de janeiro, em Leiria.
O relatório da Iniciativa de Transparência na Indústria Extractiva-2019 recomenda que os dados de exportação de minérios e hidrocarbonetos sejam desagregados por todas as empresas que operam no país e estejam disponíveis nas páginas oficiais do Estado.
A recomendação consta do Relatório Independente da Iniciativa de Transparência na Indústria Extractiva-2019, lançado esta quarta-feira, em Maputo.
O Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, disse que as validações dadas pelo secretariado internacional conferem a Moçambique o estatuto de país cumpridor com progressos significativos.
Max Tonela disse que o défice de informação no sector da indústria extractiva ainda constitui um desafio que o governo quer ver ultrapassado.
De acordo com o nono Relatório da ITIE, o Estado moçambicano arrecadou, em 2019, cerca de duzentos e cinquenta e nove milhões de meticais em receitas fiscais.
A Alta Comissária do Reino Unido em Moçambique, NneNne Iwuji-Eme, elogia a massificação do debate público sobre a gestão do sector extractivo.
Alta Comissária do Reino Unido em Moçambique, NneNne Iwuji-Eme, no lançamento do relatório independente da Iniciativa de Transparência na Indústria Extractiva.
O governo moçambicano com apoio do Fundo das Nações Unidas para Infância, UNICEF, lançou processo de registo de deslocados de guerra cujos documentos de identidade foram destruídos ou perdidos durante ataques terroristas, em Cabo Delgado.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, anunciou na quarta-feira (16), que vai conceder indulto a reclusos com bom comportamento e que tenham cumprido metade da pena bem como a idosos e reclusos doentes.
Filipe Nyusi disse que o governo está a trabalhar de modo que os reclusos sejam indultados antes do final do ano.
O Presidente da República fez este anúncio no parlamento quando prestava o seu informe anual sobre a situação geral da nação.
O Chefe do Estado caracterizou o actual estado da nação como sendo de resposta inovadora e de renovada esperança.
Filipe Nyusi justificou-se afirmando que apesar de algumas adversidades como a Covid-19, os ataques terroristas em cabo delgado, o país continua a registar progressos.
Na sua comunicação a nação, o estadista moçambicano falou igualmente do terrorismo na província de cabo delgado.
Sobre o assunto, Filipe Nyusi falou da origem dos líderes dos terroristas.
Filipe Nyusi falou dos investimentos no sector dos hidrocarbonetos e destacou que a partir de dois mil e vinte e dois, Moçambique será um importante actor no mercado do petróleo e gás.
Família diz que Sofrimento Matequenha foi levado de casa no domingo por 10 homens com fardas policiais. A Renamo, principal partido da oposição em Moçambique, exige da polícia um posicionamento sobre o paradeiro do seu antigo deputado e ex-delegado provincial em Manica, Sofrimento Matequenha, no domingo, como revelou a família.
O porta-voz daquele partido na província de Manica afirmou em conferência de imprensa na terça-feira, 15, esperar que “a polícia diga alguma coisa e que não se limite a negar [o envolvimento], porque isso não é suficiente”.
Eduardo Leite critica o facto de a polícia, como a VOA revelou ontem, ter limitado a dizer que a corporação não está envolvida no rapto, em virtude de a esposa de Matequenha ter afirmado que ele foi levado por homens com fardas policiais, e ainda recomendar à família que formalize uma queixa na esquadra mias próxima.
“Quem acusa, tem direito de acusar, mas quem diz ‘não’, também tem o dever de provar e isso ainda não aconteceu”, reiterou Leite, quem nega Eduardo Leite nega que o rapto esteja relacionado com fricções internas no Renamo.
A esposa Lurdes Inácio e o irmão Sílvio Matequenha disseram que o antigo deputado foi levado de casa por um grupo de 10 homens com uniformes da polícia que, embora questionados, não se identificaram.
No informe anual sobre o estado da Nação, Presidente moçambicano aborda situação em Cabo Delgado e declara guerra aos rebeldes da Renamo
O Presidente de Moçambique admitiu que o seu Governo tem recebido ofertas de muitos países que querem ajudar o país na luta contra o terrorismo em Cabo Delgado, mas advertiu que quer evitar uma “salada de intervenções” no território.
No seu informe anual sobre o Estado da Nação na Assembleia da República nesta quarta-feira, 16, Nyusi apresentou detalhes e perspectivas sobre a situação em Cabo Delgado e da instabilidade nas províncias de Manica e Sofala.
A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição, quer mais explicações da polícia sobre o alegado envolvimento de agentes no rapto de Sofrimento Matequenha, antigo deputado e delegado provincial da Renamo, anunciou o partido.
“Esperamos que a polícia diga alguma coisa e que não se limite a negar [o envolvimento], porque isso não é suficiente”, disse Eduardo Leite, porta-voz da Renamo na província de Manica, centro do país, numa conferência de imprensa na terça-feira.
O dirigente da Renamo entende que o rapto pode estar ligado a suspeitas de que Matequenha esteja ligado à Juta Militar da Renamo, grupo dissidente que têm atacado aldeias e transportes civis no centro do país, provocando 30 mortos desde agosto de 2019.
Face ao testemunho da esposa da vítima, que assistiu ao sequestro, o dirigente diz mesmo que “é a polícia” que tem de provar que “não é autora do rapto”.
“Quem acusa, tem direito de acusar, mas quem diz ‘não’, também tem o dever de provar e isso ainda não aconteceu. O que aconteceu foi a Polícia negar o rapto e dizer que a esposa deve ir apresentar queixa”, aclarou Eduardo Leite.
O antigo deputado e delegado provincial da Renamo em Manica, Sofrimento Matequenha, foi raptado na sua residência no início da noite de domingo, segundo denunciou a família.
Um grupo armado, equipado com farda policial, invadiu a casa da vítima no bairro Nhamaonha, subúrbio de Chimoio, capital provincial de Manica, tendo-o levado numa viatura preta, com vidros fumados, contou Lurdes Inácio, esposa do político.
Sem esclarecer se reconheceu algum dos rostos dos raptores, a esposa descreveu-os como polícias, pelos fardamentos, botas, armas e pela forma como manipularam as armas.
Silva Matequenha, o irmão do político, disse ter procurado informações sobre o paradeiro do antigo deputado e delegado juntos das subunidades da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Chimoio, mas sem sucesso.
A polícia em Manica negou a participação de agentes da corporação no rapto do político, sustentando que a corporação existe para “garantir a ordem e tranquilidade pública, independentemente da sua filiação política”, segundo Mário Arnaça, porta-voz da instituição.
Eduardo Leite nega que o rapto esteja relacionado com fricções internas que têm afetado a Renamo, insistindo que a formação política tem denunciado desde há vários anos raptos e assassinatos de membros e dirigentes, sem o desfecho dos casos.
“Nós estamos sempre preocupados. Não sabemos quem vai ser raptado amanhã, quem vai ser raptado depois e isso nos preocupa-nos”, frisou.
“Não tivemos nenhum caso de rapto em que a pessoa voltasse ao nosso convívio” disse Eduardo Leite, que apelou aos raptores a pararem com a agressão para o partido se concentrar no trabalho político.
A Assembleia da República aprovou a revisão do Código Penal, que passa a punir crimes como os de raptos e casamentos prematuros com penas de 16 a 20 anos de prisão.
Porém, a mexida pontual que a Assembleia da República fez ao Código do Processo Penal e que ditou a extensão do prazo mínimo de prisão preventive de 90 para 120 dias, não colheu o agrado da Ordem dos Advogados Moçambicanos, que alega que esta alteração põe em causa os direitos constitucionais dos cidadãos.
A Ordem dirigida por Duarte Casimiro pede ao Presidente da República, Filipe Nyusi, para não promulgar esta revisão do Código Penal.
As autoridades italianas desmantelaram na quarta-feira (16), uma rede de pornografia infantil que se estendia por vários países, incluindo Espanha e Colômbia, pela qual foram acusados 432 indivíduos que partilhavam material através de aplicações de mensagens.
A operação ‘Luna Park’ foi executada pela polícia de Milão (norte de Itália) e permitiu a identificação de 81 italianos, 17 dos quais já foram detidos, indicaram fontes policiais à agência noticiosa espanhola EFE.
As detenções continuam em curso, pois alguns acusados ainda não foram localizados, precisaram.
Foram realizadas mais de 300 buscas em 18 das 20 regiões italianas, o que faz desta uma das maiores operações contra a pornografia infantil nos últimos anos no país. A polícia realizou a investigação infiltrando-se durante anos nos grupos de troca de material.
Em relação aos 351 estrangeiros, de países como Singapura e Filipinas, que partilhavam e compravam a pornografia, foram lançados mandados de detenção através da Interpol.
Um dos já detidos é de Espanha, um dos primeiros países a executar a ordem de prisão, segundo as mesmas fontes.
Todos os indivíduos são acusados de pertencerem a uma organização criminosa, por integrarem 159 grupos no Whatsapp e Telegram onde se partilhavam fotos e vídeos de abuso sexual de crianças e, em alguns casos, de bebés.
A polícia destacou a “transversalidade do crime” dadas as diferenças socioprofissionais entre os acusados – desde operários a professores universitários, incluindo estudantes, reformados, desempregados, funcionários públicos e empresários –, que têm entre 18 e 71 anos.
O Governo dinamarquês anunciou o encerramento de centros comerciais e comércio não-essencial no Natal devido à segunda vaga da covid-19, que juntamente com a paragem parcial da vida pública vai significar uma paralisação da atividade económica.
Os centros comerciais vão encerrar a partir desta quinta-feira, as escolas (já parcialmente fechadas) vão fechar para todos os anos desde segunda-feira, assim como os cabeleireiros e fisioterapias, enquanto a partir do Natal e até 03 de janeiro só vão abrir os supermercados e farmácias.
Desde há uma semana estava imposto o encerramento em parte do país – estendido para o resto do território – em escolas a partir do quinto ano, liceus e universidades, os bares e restaurantes e a vida cultural e desportivo, incluindo teatros, cinemas, ginásios e instalações, com exceção para o desporto profissional.
“A situação é muito grave, há transmissão comunitária em todo o país e a saúde está sob pressão”, afirmou a primeira-ministra, a social-democrata Mette Frederiksen, em conferência de imprensa na qual foram anunciadas novas medidas de ajuda para os setores afetados.
No entanto, Frederiksen descartou uma redução maior do limite de 10 pessoas para reuniões públicas ou medidas para confinar a população, que nenhum país nórdico aplicou até agora.
Nas últimas 24 horas, foram registados 3.692 novos casos de covid-19, um recorde diário para um dos países que mais testes faz em proporção, quase 700.000 na última semana para uma população de 5,7 milhões.
As cinco regiões em que o país está dividido declararam o segundo nível mais alto de alerta de saúde e em algumas, como Copenhaga, as cirurgias e tratamentos não urgentes têm sido adiadas.
As autoridades de saúde estão a contar com o aumento de internamentos nos próximos dias e atingir o nível da primavera, enquanto Frederiksen alertou que janeiro e fevereiro podem ser os “piores” meses da pandemia até agora.
Com uma taxa de mortalidade de 16,58 por cada 100.000 habitantes, a Dinamarca está entre os países europeus com o menor número de mortes, duas vezes superior que a Noruega e Finlândia, mas cinco vezes menos do que a Suécia, o país nórdico mais afetado.
A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.636.687 mortos resultantes de mais de 73,4 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
O líder da maioria no Senado, o republicano Mitch McConnell, reconheceu a vitória de Joe Biden na eleição de 3 de novembro e disse que vai telefonar ao democrata ainda nesta terça-feira, 15.
“O Colégio Eleitoral falou, portanto, hoje, quero felicitar o Presidente eleito Joe Biden”, afirmou o mais importante líder republicano do país, num discurso no plenário do Senado, após semanas a recusar reconhecer a vitória de Biden e a manter apoio ao posicionamento do Presidente Donald Trump.
McConnell acrescentou que “muitos de nós esperávamos que a eleição presidencial produzisse um resultado diferente”, mas reconheceu que “o nosso sistema de Governo tem processos para determinar quem será empossado a 20 de janeiro.”
O senador também felicitou Kamala Harris a quem se referiu como “vice-presidente eleita”.
“Além das nossas diferenças, todos os americanos podem orgulhar-se de que o nosso país tem uma vice-presidente eleita pela primeira vez”, afirmou.
O Colégio Eleitoral confirmou ontem a vitória de Joe Biden e Kamala Harri.
Os votos expressos manualmente nas capitais dos 50 Estados e no Distrito de Columbia serão agora enviados ao Senado até o dia 23 e no dia 6 de janeiro o Congresso reúne-se para confirmar os resultados.
O Presidente Donald Trump, mesmo depois da votação no Colégio Eleitoral, continua a dizer que “a eleição não acabou”, enquanto alguns apoiantes dele admitem levantar o tema da “fraude” na sessão do Congresso.
Especialistas dizem que uma eventual acção nesse sentido não terá nenhuma consequência em virtude dos democratas terem a maioria na Câmara dos Deputados, onde qualquer proposta republicana será chumbada e no Senado, controlada pelos conservadores, muitos senadores republicanos já se manifestaram que Joe Biden é o Presidente eleito.
Agora que o Colégio Eleitoral confirmou a eleição de Joe Biden para a Presidência dos Estados Unidos, os próximos dias deverão servir para ver o que Donald Trump tenciona fazer.
O Presidente continua a rejeitar o resultado das eleições mas as suas tentativas de levar os tribunais a mudarem os resultados em certos Estados fracassaram.
Fontes na Casa Branca citadas pelos meios de informação americanos dizem que se está agora à procura de uma “rampa de saída” para o Presidente.
Trump poderá anunciar a sua intensão de se recandidatar em 2024 ou aguardar mesmo pelo dia da tomada de posse de Biden para fazer isso num comício numa cidade fora de Washington.
Congresso tem que confirmar contagem do Colégio Eleitoral
Para já há, no entanto, mais um passo a dar-se para a confirmação da eleição de Joe Biden.
A 6 de janeiro o Congresso tem de se reunir para confirmar a votação do Colégio Eleitoral e nesse dia, de acordo com a lei, pelo menos um senador e um deputado da Câmara dos Representantes poderão levantar objecções.
Karl Rove, antigo conselheiro do Presidente George W Bush, disse que não ficaria supreendido se nesse dia um senador e um representante como é requerido apresentem declarações pondo em causa o resultado.
“É isso que eu acredito que se vai passar, mas eu não vejo os resultados a serem anulados amanhã ou no dia 6 de Janeiro”, acrescentou aquele estratega republicano falando um dia antes do Colégio Eleitoral se ter reunido
O argumento de Rove que poucas ou nenhumas chances isso tem possibilidade de suceder radica no facto de os Democratas terem a maioria na Câmara dos Representantes pelo que essas objecções não encontrarão ali qualquer eco.
E não há a possibilidade de protelar a decisão.A lei diz que o congresso tem que resolver no espaço de duas horas qualquer objecção levantada ao Colégio Eleitoral.
Chris Christie, antigo governador republicano do Estado da Nova Jérsey, afirma que seus colegas têm agora de começar a olhar para o futuro.
“Os republicanos precisam agora dizer muito obrigado senhor Presidente pelo seu serviço, obrigado pelas boas coisas que fez enquanto esteve na Presidência e com que nós concordamos, mas agora precisamos de avançar para garantir que estamos a declarar principios republicanos que interessam ao povo deste país e que as pessoas apoiaram em número muito elevado”, disse Christie.
Ele referia-se aqui ao facto de que, na verdade, a noite das eleições para além da derrota presidencial foi uma boa noite para os Republicanos.
Eles ganharam lugares na Câmara dos Representantes, poderão manter o controlo do Senado e recuperaram um governador estadual.
Rahm Emmanuel, antigo chefe de gabinete do Presidente Barack Obama, diz que isso é algo que os Democratas têm que analisar.
“Como Democratas temos também um desafio à nossa frente, nestas eleições, para além daquilo que foi uma decisão de transaccão – apoiar Joe Biden para derrotar Donald Trump – os democratas não obtiveram bons resultados nas outras votações”, afirmou Emmanuel que defendeu ainda que o Partido Democrata tem que “reflectir, olhar no espelho e perguntar como é que na pior crise de saúde, na pior situação económica desde a depressão, uma eleição que deveria ter sido de transformação foi apenas uma votação de transacção para se acabar com Donald Trump”.
Aquele estratega democrata afirmou ainda que os dois partidos têm agora o apoio de um grande número de eleitores que sentem que não são vistos ou escutados.
“A era em que os partidos falavam a um grupo central no meio do espectro eleitoral e que acreditava na América acabou”, disse.
Para o antigo chefe de gabinete de Obama, “a energia em ambos os partidos vem agora de pessoas que não acreditam que o sistema económico ou o sistema político lhes dá legitimidade”.
Quanto a Joe Biden, para ele “a tarefa é não só sarar o país de uma crise de saúde pública e económica, mas levar o país a acreditar na América”, acrescentou.
Para os partidos, o futuro imediato é de grandes desafios, com os Republicanos ainda incertos quanto ao futuro político de Donald Trump e a sua influência dentro do partido e os Democratas a terem que lidar com a pressão de um influente grupo de esquerda que é responsabilizado pelos maus resultados do partido nas legislativas.
Um total de 67 estrangeiros foram detidos nos últimos 30 dias por imigração ilegal no aeroporto de Pemba, capital provincial de Cabo Delgado, informou ontem fonte oficial.
“Eles não apresentavam requisitos, como vistos de entrada, carta-convite que atestasse que vinham em visita de alguém nem declaração de meio de subsistência para cá estar. Declaravam-se ser turistas, mas não eram”, disse Ivo Sanpanha, porta-voz do Serviço Nacional de Migração na província de Cabo Delgado.
Segundo a fonte, dos 67 estrangeiros detidos quando tentavam entrar ilegalmente no país, 30 são paquistaneses, outros 30 são somalis e sete são etíopes.
Do total, segundo o porta-voz do Serviço Nacional de Migração na província de Cabo Delgado, metade deste grupo já foi deportado.
As detenções resultam do reforço da fiscalização, tendo em conta que distritos mais a norte da província de Cabo Delgado estão desde há três anos sob ataque de insurgentes classificados como uma ameaça terrorista.
A violência armada em Cabo Delgado está a provocar uma crise humanitária com mais de duas mil mortes e 571 mil pessoas deslocadas (número atualizado hoje pelo chefe de Estado), sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.
Algumas das incursões passaram a ser reivindicadas pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico desde 2019.
Uma equipa científica internacional coordenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) partirá em janeiro para a China para descobrir a origem do novo coronavírus, afirmou ontem (16) aquela agência das Nações Unidas.
“Posso confirmar que [a missão à China] ocorrerá em Janeiro”, disse um porta-voz da OMS, Hedinn Halldorson, à agência France Presse, confirmando o que um dos peritos indicados tinha dito à imprensa.
Desde Agosto que a OMS está em diálogo com peritos chineses e de outros países para uma missão cujo objectivo é descobrir a origem do SARS-CoV-2, que provoca a covid-19, e que a organização afirma ser zoonótica, ou seja, foi transmitido de um animal para os humanos.
Os primeiros casos de infecção foram registados em Wuhan, uma cidade no centro da China.
O chefe de Estado do Irão, Hassan Rohani, expressou ontem (16) a sua satisfação pelo facto de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estar a deixar o cargo, chamando-o de “terrorista” e “desprovido de princípios humanos”.
“Não estamos entusiasmados com a chegada de Biden, mas certamente estamos muito felizes com a saída de Trump”, disse Rohani durante a reunião semanal do Gabinete, segundo o portal oficial da Presidência iraniana.
“A partida de um homem que cometeu crimes, que era um terrorista, que não teve respeito pela nossa vacina e é desprovido de princípios humanos para nós. É gratificante e estamos muito felizes que este tirano tenha sido derrubado”, acrescentou.
O Colégio Eleitoral dos Estados Unidos confirmou Joe Biden como Presidente eleito na segunda-feira e o Irão espera que o novo Governo dos EUA retome o seu compromisso com o Irão sobre o acordo nuclear.
Trump retirou os Estados Unidos do acordo nuclear de 2015 entre o Irão e as seis grandes potências mundiais em 2018 e impôs duras sanções contra os iranianos.
A dificil situação criada no Irão devido a essas sanções tem sido tal que as autoridades de Teerão consideram estar numa “guerra económica imposta”.
Rohani reiterou que, “se hoje existe alguma pressão sobre o Irão, é por causa da arrogância que infelizmente ainda resta” do Governo Trump por algumas semanas.
“Se querem (os EUA de Biden) o caminho correcto, está aberto. Se querem percorrer o caminho errado, também está aberto”, disse Rohani, que voltou assim a expressar a sua esperança de que o Governo do novo Presidente seja claro sobre o que seu povo votou.
“A nação norte-americana votou no estado de direito e no compromisso com os pactos, não na anarquia e na violação de tratados. Nosso pedido é estabilidade, segurança, paz em todo o mundo e interacção construtiva com todos os países. Os norte-americanos podem escolher o caminho da interacção”, acrescentou Rohani.
Após anos de dificuldades financeiras, a Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) voltou a apresentar resultados positivos em 2025.
A companhia aérea encerrou o exercício económico...
O Hospital Central de Nampula (HCN) iniciou um processo de formação que envolve 109 indivíduos, sendo 86 activistas e 23 líderes comunitários e religiosos.
Este...
As recentes descobertas de reservas de recursos naturais em Moçambique têm intensificado os conflitos entre as comunidades locais e as empresas extractivas.
Esta situação levanta...