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Quinta-feira, Julho 23, 2026
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Chuvas torrenciais matam 12 pessoas no sul do Brasil

Doze pessoas morreram vítimas de chuvas torrenciais e consequentes inundações que afectam o Estado de Santa Catarina, no sul do Brasil.

A maior parte das vítimas foi registada na cidade de Presidente Getúlio, onde a intempérie provocou várias derrocadas, que bloquearam vias de acesso e deixaram metade da localidade sem comunicações e electricidade, escreve Notícias ao Minuto

Segundo os serviços de Defesa Civil, citado pelo Notícias ao Minuto, as chuvas que começaram na quarta-feira e se prolongaram até quinta-feira provocaram danos e deixaram pessoas desalojadas em vários municípios do Vale de Itajaí e na região metropolitana de Florianópolis.

As autoridades temem que o balanço de vítimas ainda venha a aumentar, já que há também duas dezenas de pessoas dadas como desaparecidas.

Carlos Mesquita tem garantia da disponibilidade de produtos essenciais em Maputo

O ministro da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita, reuniu-se, na quinta-feira com agentes económicos baseados na província e cidade de Maputo, com vista a inteirar-se do nível de preparação e da disponibilidade de produtos essenciais, tendo em conta a aproximação da quadra festiva.

A avaliação dos preços de bens essenciais foi, também, tema de debate no encontro, devido à tendência de especulação de preços dos produtos de maior procura durante a época das festas, associada à mudança do padrão de consumo das famílias, pressionando, dessa forma, o mercado.

Durante o encontro, os agentes, que actuam nos sectores produtivo e comercial, asseguraram a existência, no mercado, quantidades suficientes de produtos alimentares e bebidas para responder à procura não só durante a quadra festiva do Natal e de Fim de Ano, mas também nos meses de Janeiro e Fevereiro do próximo ano.

“Maior parte dos agentes económicos foi unânime em reconfirmar os dados de que já dispúnhamos, que nos são fornecidos pelas equipas multissectoriais que se encontram no terreno, que incluem os ministérios da Saúde, Interior, Indústria e Comércio, Transportes e Comunicações, Agricultura e Segurança Alimentar, Autoridade Tributária de Moçambique, entre outras entidades”, disse o ministro.

Apesar desta garantia, Carlos Mesquita apelou aos agentes económicos a melhorarem a comunicação entre os produtores e comerciantes para evitar que haja má distribuição de produtos no mercado, o que pode resultar numa maior oferta num determinado ponto do País, e escassez noutro. “Não pode haver perturbações não processo produtivo.” Disse o ministro.

Relativamente ao frango que é o produto mais procurado neste período do ano, o ministro da Indústria e Comércio afirmou que existem, neste momento, cerca de 400 toneladas, esperando-se que nas próximas duas semanas sejam disponibilizadas, pelos produtores, mais duas mil (2.000) toneladas. “Este ano teremos uma produção de 122 mil toneladas, para um consumo de 3.5 quilogramas per capita. Para além disso, o Governo criou uma hora quota de reserva estratégica de duas mil (2.000) toneladas para fornecer em momentos de défice”.

Necessária criação de uma comissão liquidatária para as “empresas das dívidas ocultas”

A medida surge na sequência da decisão de dissolução das empresas EMATUM, ProÍndicus e MAM, tomada recentemente pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo. Quem o explica é o advogado Filipe Sitoe, orador do seminário sobre responsabilização no âmbito das dívidas ocultas, realizado na quinta-feira na cidade de Maputo.

A pedido da Procuradoria-Geral da República, o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo extinguiu, recentemente, a Empresa Moçambicana de Atum (EMATUM), ProÍndicus e Mozambique Asset Manangment (MAM). As três empresas foram responsáveis pela contratação do empréstimo de 2.2 biliões de dólares das dívidas ocultas.

A dissolução de uma empresa significa que o seu registo deixa de existir na Conservatória das Entidades Legais e o requisito para isso é não estarem activas há mais de três anos.

Havendo decisões por serem tomadas em relação ao património conhecido das três companhias, o primeiro passo é “constituir uma comissão liquidatária, nomear o liquidatário”, explica o advogado Filipe Sitoe.

O jurista acrescenta que “no caso da EMATUM, até o Ministério Público tinha sugerido” a mesma via, “adiantado uma sugestão de um advogado da praça mas a juíza não concordou com isso, porque os sócios dessas entidades têm que reaparecer e em sede da Assembleia Geral reunir e nomear a comissão liquidatária, o administrador da massa falida e lidar com todos os pendentes cíveis e criminais, nacionais e internacionais”.

São pendentes que na visão do Fórum de Monitoria do Orçamento devem ser resolvidos, até porque a decisão do tribunal não significa falta de responsabilização.

De acordo com Adriano Nuvunga, coordenador do Fórum, a “responsabilização significa, em primeiro lugar, levar as pessoas para a Justiça”.

Entretanto, todos os indivíduos que estavam à frente das três companhias e que “perderam o poder mas continuam no Governo, ou têm poder de uma ou de outra maneira, devem também ser responsabilizados”, levando-as à Justiça.

O Fórum de Monitoria do Orçamento defende ainda a recuperação dos activos que estejam na sua posse dos mesmos cidadãos envolvidos no caso, “de forma rápida e transparente”.

Os participantes do seminário sobre responsabilização no âmbito do processo das dívidas ocultas criticaram igualmente a falta de desfecho dos processos em curso em Moçambique sobre o escândalo financeiro. No encontro foi ainda feito o ponto de situação.

MDM acusa Frelimo e Renamo de pretenderem desequilibrar CNE

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) faltou ao encerramento da segunda sessão da IX Legislatura do Parlamento. Chamou a imprensa para se explicar, dizendo que também não participou na apresentação do informe anual do Presidente da República para chamar atenção dos moçambicanos sobre a forma como a política tem sido feita no país.

Duas sessões parlamentares gazetadas pela bancada do MDM. A primeira, solene, sobre o Estado Geral da Nação. A segunda, a última do ano, que teve lugar esta quinta-feira. No seu entender, há falta de clareza e equilíbrio na escolha dos membros que compõem a Comissão Nacional de Eleições (CNE).

A bancada justifica a sua ausência nas duas sessões com a forma como foi conduzido o processo de eleição dos membros provenientes da sociedade civil para a CNE. Afirma que houve recurso à coligação entre a bancada parlamentar maioritária e a segunda, promovendo uma política bipartidária.

Lutero Simango, chefe da bancada do MDM, disse que a maneira como decorreu a eleição dos sete membros pela Assembleia da República não tomou em conta que este órgão é constituído por três bancadas parlamentares.

“Mais uma vez, os apetites de bipolarizar a política moçambicana” fizeram com que a Frelimo e a Renamo impusessem “as suas vontades para a composição final da CNE, que deixara de ser um órgão de equilíbrio, de paridade e retirando o voto de qualidade do presidente” da mesma instituição.

“Para fazer valer os nossos protestos contra está tendência de tornar a política bipartidária, excluindo os outros autores políticos e a sociedade civil politicamente não controlada, não estivemos presentes na sessão do informe do Chefe do Estado e na cerimónia do encerramento da segunda sessão ordinária havida” esta quinta-feira, declarou Lutero Simango.

A eleição dos membros da CNE a que Simango se refere aconteceu na última terça-feira. Dos membros que compõem o órgão, apenas um é um do MDM.

Lewandowski desbanca Messi e Cristiano Ronaldo, e é eleito o melhor jogador do mundo

O atacante polonês Robert Lewandowski foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa. Em cerimônia virtual, que aconteceu na sede entidade máxima do esporte, em Zurique, na Suíça, por conta da Covid-19, o jogador do Bayern de Munique ganhou o prêmio.

Lewandowski deixou para trás Lionel Messi, do Barcelona, e Cristiano Ronaldo, da Juventus, que são os dois maiores vencedores do prêmio, com seis e cinco conquistas cada, respectivamente. Esta foi a primeira vez que o atleta de 32 anos foi eleito o melhor jogador do planeta.

Na última temporada, Lewandowski conquistou a Liga dos Campeões, o Campeonato Alemão e a Copa da Alemanha com o Bayern de Munique, sendo o artilheiro de todas as competições. Ao todo, o camisa 9 marcou 55 gols em 47 jogos.

Jovem que tentava traficar droga pela primeira vez apanhado em 10 minutos

Um jovem de 19 anos que se preparava para estrear no tráfico de droga foi apanhado passados apenas 10 minutos num parque em South Yorkshire, Inglaterra.

O crime aconteceu em novembro de 2019, quando Zico Oldham foi avistado, por polícias à paisana, a agir de forma suspeita com dois homens, segundo revela o jornal Metro. O jovem tinha em sua posse cerca de 100 euros em dinheiro, além de cocaína e heroína num valor superior a 700 euros e ainda dois telemóveis.

O advogado de defesa de Zico Oldham disse que o jovem era “imaturo” e inexperiente na área. A defesa do jovem admitiu que uma pena suspensa bastaria para castigar o jovem.

Zico Oldham declarou-se culpado no caso da posse de droga com intenção de venda e acabou condenado a 27 meses numa instituição para jovens.

Forças segurança nigerianas resgatam mais de 300 estudantes raptados

Trezentos e quarenta e quatro rapazes foram libertados nesta quinta-feira após terem sido sequestrados na semana passada por militantes do Boko Haram de sua escola na Nigéria, de acordo com o governador do estado de Katsina. Mas alguns continuam desaparecidos, disse o governador Aminu Bello Masari à televisão estatal.

“Recuperamos a maioria dos meninos. Não são todos”, disse ele ao canal estadual NTA, observando que os meninos que foram soltos foram encontrados numa floresta no estado vizinho de Zamfara.

O porta-voz nigeriano, Abdul Labaran, disse em comunicado que os rapazes estavam a ser levados para a cidade de Katsina e serão reunidos às suas famílias, informou a BBC.

A notícia surge logo após o lançamento de um vídeo na quinta-feira, supostamente mostrando algumas das centenas de estudantes nigerianos sequestrados com o grupo militante Boko Haram.

A declaração de Labaran indicava também que o vídeo era autêntico, mas a mensagem do líder do grupo era de um imitador.

O vídeo, divulgado nas redes sociais, mostrou um grupo de rapazes em uma área arborizada implorando às forças de segurança para deixarem a área.

A Reuters e a agência de notícias francesa AFP não foram capazes de confirmar imediatamente a autenticidade do vídeo, mas a AFP informou que recebeu a filmagem pelo mesmo canal usado anteriormente pelo Boko Haram.

O grupo jihadista assumiu a responsabilidade no início desta semana pelos sequestros de 11 de dezembro no noroeste da Nigéria, mas não forneceu provas.

Se as reivindicações do Boko Haram forem verdadeiras, a sua presença no estado de Katsina, no noroeste do país, indica que expandiu suas atividades para um novo território.

O vídeo, que apresentava o logotipo do Boko Haram, mostrava um adolescente angustiado cercado por um grande grupo de rapazes dizendo que era um dos 520 alunos sequestrados pela “gangue de Abu Shekau”.

O ataque na sexta-feira passada numa escola na zona rural de Kankara foi atribuída pela primeira vez a criminosos que aterrorizaram a área durante anos.

Mas Boko Haram posteriormente assumiu a responsabilidade pela incursão, que ocorreu a centenas de quilómetros onde apareceu pela primeira vez há uma década, no nordeste da Nigéria. O governo nigeriano não comentou imediatamente sobre o conteudo do vídeo.

Em 2014, o Boko Haram sequestrou mais de 270 meninas da cidade de Chibok, no nordeste da Nigéria. Dezenas de meninas nunca mais voltaram a suas casas.

Centro de Integridade Pública critica opção do Governo moçambicano por militares privados

O Governo de Moçambique vai estender, pela segunda vez, o contrato com a empresa militar privada sul-aftricana, Dyck Advisory Group (DAG), para combater a insurgência na província de Cabo Delgado, num processo sem transparência, acusa o Centro de Integridade Pública (CIP), adiantando que o Executivo terá também contratado a empresa Paramount para o mesmo objectivo.

A DAG, desde Abril de 2020, ajuda as Forças de Defesa e Segurança (FDS) a combater os insurgentes que há cerca de três anos aterrorizam a província de Cabo Delgado.

O CIP afirma não perceber a essência desta decisão do Governo, uma vez que Moçambique tem forças armadas com vocação de defender a pátria.

E para o CIP, o mais preocupante é que há informações de que estão a operar no país, empresas militares privadas a defender, sem que isso tenha sido comunicado aos moçambicanos.

Para além de estender o contrato com a DAG, o Governo terá também contratado a empresa militar privada, Paramount, igualmente sul-africana.

“A coberto do segredo de Estado, o Governo está a recorrer, desde Setembro de 2019, à contratação de empresas militares privadas, para ajudar a combater a insurgência em Cabo Delgado, sem prestar contas aos moçambicanos, seja em termos de gastos despendidos, seja em benefícios que se obtêm com o recurso a militares privados”, destaca aquela organização da sociedade civil de promoção da transparência e boa governação.

Para o CIP, o recurso a empresas militares privadas, pelo Governo, para combater a insurgência em Cabo Delgado, “mostra-se uma decisão de alto risco e ineficaz. Para além da falta de transparência e prestação de contas sobre os contratos, as empresas militares privada não conseguem travar o avanço dos isurgentes, que têm estado a ganhar mais espaço no terreno, com ataques e ocupação de sedes distritais”.

Por outro lado, e de acordo ainda com aquele Centro, “há sinais de mau relacionamento entre as empresas militares privadas e as Forças Armadas de Defesa de Moçambique, devido ao facto de as empresas privadas estarem a trabalhar com a polícia, cuja vocação não é a de combater a insurgência”.

Segundo o CIP, numa recente emboscada montada por insurgentes, terão morrido “dezenas de elementos das forças de defesa e segurança moçambicanas”.

Relaxamento de restrições contra a Covid vai aliviar milhares de desfavorecidos, diz analista

O relaxamento das medidas de prevenção da Covid-19, nomeadamente a abertura de bares, barracas e quiosques de venda de bebidas alcoólicas vai aliviar milhares de famílias moçambicanas, que dependem do comércio informal, disse o analista Egídio Plácido.

As medidas anunciadas,  pelo presidente Filipe Nyusi, e que passam a vigorar a partir do dia 19 , incluem horários de abertura de bares e barracas para a venda e consumo de álcool, de domingo a quinta-feira, entre 9h às 16h; e das 9h às 19h, às sextas e sábados.

Os eventos privados e festas podem aumentar o número de participantes de 40 para 50 se forem em espaços fechados ou semi-abertos, e de 40 para 150 se forem em espaços abertos.

Os postos de fronteira começarão a emitir vistos à chegada ao país, e o prazo para apresentação de comprovativo de resultado negativo de teste da Covid-19 passa de 72 horas para 96 horas,

Na sua comunicação, Nyusi reiterou a necessidade de os moçambicanos continuarem a apostar na prevenção, numa altura que noutros cantos do mundo iniciou a vacinação da população.

“Devemos agir agora” contra a insurgência em Cabo Delgado, senador americano Bob Menendez

“A situação em Moçambique é terrível e, infelizmente, não atraiu um nível apropriado de atenção dos formuladores de políticas”, disse aquele senador. 

O senador americano Robert Menendez disse que os Estados Unidos e seus parceiros podem ajudar a combater a insurgência islâmica em Cabo Delgado e “apoiar as aspirações do povo moçambicano por um futuro mais esperançoso”.

O conflito em Cabo Delgado, zona rica em gás natural e outros recursos, iniciou em 2017 e já matou mais de duas mil pessoas. Mais de 500 mil residentes de distritos do norte foram forçados a fugir para outras partes do país. Os deslocados vivem em condições que requerem atenção.

“A situação em Moçambique é terrível e, infelizmente, não atraiu um nível apropriado de atenção dos formuladores de políticas”, disse aquele senador.

Menendez, que falava esta semana no Senado, considerou “trágico ver um país que parecia estar à beira da transformação arrastado de volta ao conflito. A situação não é de desespero (…) mas é urgente. Devemos agir agora”.

Estratégia coordenada

Para ele, “à medida que o conflito cresce em extensão e intensidade, os Estados Unidos precisarão de desenvolver uma estratégia coordenada entre agências, usando todas as alavancas do poder americano – diplomático, desenvolvimento e defesa – para responder à crise militar humanitária e de desenvolvimento em Cabo Delgado, e trabalhar com os parceiros regionais.

A intervenção de Menendez surge uma semana depois do chefe de contraterrorismo no Departmento de Estado, embaixador Nathan Sales, ter afirmando que os Estados Unidos pretendem apoiar Moçambique a combater a insurgência liderada por um grupo ligado ao Estado Islâmico.

Nessa luta contra os insurgentes, disse, esta semana, o presidente Filipe Nyusi, Moçambique recebeu propostas de apoio de outros países.

Tal apoio, segundo várias fontes, inclui a formação das forças armadas moçambicanas na luta contra o terrorismo, disponibilização de meios de combate e assistência à população deslocada.

Desenvolver o norte

Menendez disse que “o treinamento contra o terrorismo e a assistência humanitária por si só, no entanto, não são suficientes para derrotar o ISIS (Estado Islâmico) em Moçambique. São apenas ferramentas para responder à crise imediata”.

Ele sugere que “para abordar de forma eficaz as causas do conflito – as desigualdades sociais e econômicas que permitiram o extremismo se estabelecer e florescer – o Governo de Moçambique e os parceiros internacionais devem ajudar a desenvolver as comunidades desfavorecidas do norte do país”.

Como parte disso, disse o senador, deve ser combatida a corrupção e melhorada a oferta de serviços de saúde, educação, emprego e empreendedorismo.

Agostinho Vuma reeleito presidente da CTA

Agostinho Vuma foi reeleito presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pra um mandato de quatro anos.

O presidente eleito da CTA obteve 68 votos contra 47 de Álvaro Massinga.

Vuma concorria à sua sucessão, numa votação onde participaram 115 entidades como eleitores, das 119 que se registaram.

Agostinho Vuma será empossado ainda hoje, às 13h00, no cargo de presidente da maior entidade patronal do país.

Emmanuel Macron testa positivo à COVID-19 e António Costa fica em isolamento

O Presidente francês, Emmanuel Macron, testou positivo para o novo Coronavírus, informou o Palácio do Eliseu, na quinta-feira (17), mas ainda não se sabe as circunstâncias da infecção. O estado de saúde de Macron fez com que o primeiro-ministro português, António Costa, fosse colocado em isolamento, devido ao recente contacto entre ambos.

O primeiro-ministro português foi submetido ao teste da COVID-19 na manhã desta quinta-feira e aguarda a avaliação do grau de risco por parte das autoridades de saúde e apesar de não apresentar sintomas do vírus, António Costa decidiu cancelar a viagem marcada para esta sexta-feira a São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau.

Foi ainda cancelada “toda a agenda pública que implique a sua presença física”, indica um comunicado do gabinete do primeiro-ministro.

Por sua vez, o primeiro-ministro francês, Jean Castex e o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, que também estiveram em contacto com o Macron, também anunciaram isolamento voluntário.

O diagnóstico de Macron ocorre numa altura em que o país inicia o relaxamento do lockdown para conter a disseminação do Coronavírus.

PR desafia gestores desportivos a viabilizarem Moçambola sustentável

O Presidente da República, Filipe Nyusi, desafiou os gestores desportivos a serem mais criativos e arrojados para que o campeonato nacional de futebol, Moçambola, seja uma prova sustentável. Nyusi defende melhor organização para que a prova decorra sem sobressaltos.

Falando à margem da recepção da selecção nacional de futebol sub-20, e olhando para os sobressaltos que o Moçambola tem enfrentado nos últimos anos, o presidente da República, disse que a organização é fundamental para que prova não seja marcada por incertezas.

Nyusi começou por recordar que, no passado dia 29 de Outubro, autorizou a realização de campeonatos nacionais de todas modalidades desportivas a partir de 15 de Novembro. Pelo que, frisou o Chefe de Estado, o não arranque do Moçambola não tem nada a ver com o comando político.

“No âmbito da COVID-19, dissemos que as equipas que estão a competir podem começar a jogar. Não começaram cedo, mas a culpa não foi do comado político. Tem a ver organização. Não é muito fácil organizar as coisas da forma como queremos organizar assim como o Moçambola que todo o povo e todo o país está a dizer…Moçambola, Moçambola”, começou por dizer Filipe Nyusi.

O Chefe de Estado questionou, adiante. “E quando a gente pergunta sobre os números? Falem dos números. Se vocês recordam, há duas ou três épocas tivemos que salvar a prova. Salvado é um só. Nós não podemos ter um desporto que é salvo”, notou o presidente da República.

Nyusi defende ainda uma melhor organização para que o campeonato nacional decorra sem sobressaltos.

“Temos que nos organizar muito cedo para não estarmos sempre a pensar se o campeonato vai avançar e não parar. Quando o campeonato começar, tem que ser de uma forma segura e resiliente e sustentável. Não podemos fazer coisas mal feitas. Coisas mal feitas não dão resultados”, chamou a atenção o mais alto magistrado da Nação.

Numa primeira fase, a retoma destas actividades, lembre-se, estava previsto que decorresse sem a presença de público, sendo que a decisão da presença de espectadores “depende da evolução de indicadores da epidemia e do comportamento dos intervenientes”.

FBI alerta que ataque informático contra os Estados Unidos ainda não terminou

Um ataque informático de grande envergadura contra vários departamentos da administração norte-americana, descoberto no fim de semana, continua em curso alertam na quinta-feira (16), as agências de informações dos Estados Unidos.  

“Trata-se de uma situação em evolução mas nós vamos continuar a trabalhar no sentido de tomarmos medidas contra esta campanha mesmo sabendo que as redes do governo federal foram afetadas”, refere um comunicado conjunto do FBI (polícia federal); direção do serviço nacional de informações e a agência de cibersegurança (Cisa) que depende da Direção de Segurança Interna (DHS).

Os departamentos formaram uma unidade de coordenação de emergência e reúnem-se diariamente na Casa Branca para fazerem face ao ataque informático que foi confirmado no passado domingo.

O conselheiro para a Segurança Nacional da Casa Branca, Robert O’Brein, interrompeu uma deslocação ao Médio Oriente e Europa para se envolver em Washington nas medidas a tomar contra os ataques informáticos.

O FBI indicou que foi iniciado um inquérito para identificar os responsáveis pela intrusão.

A DHS e os departamentos do Tesouro e do Comércio, além de outras agências federais, foram alvo dos ataques informáticos, de acordo com as informações que têm sido publicadas na imprensa norte-americana nos últimos dias.

Os métodos usados pelos atacantes “têm a marca de uma agência estatal”, de acordo com a empresa norte-americana Microsoft que não designou o país suspeito pela operação contra os Estados Unidos.

A imprensa norte-americana já acusou o grupo russo “APT29”, conhecido como “Cozy Bear”.

De acordo com o jornal Washington Post, o grupo faz parte dos serviços de informações de Moscovo e já efetuou ataques contra departamentos oficiais dos Estados Unidos durante a administração de Barack Obama.

Na passada segunda-feira, o secretário de Estado, Mike Pompeo, visou diretamente a Rússia ao declarar que Moscovo efetuou várias tentativas para penetrar nas redes da administração dos Estados Unidos.

A embaixada da Rússia nos Estados Unidos respondeu que o país “não se envolve em operações ofensivas no ciberespaço”.

O ataque terá começado no mês de março quando, supostamente, os piratas informáticos aproveitaram a atualização de programas de vigilância desenvolvidos por uma empresa do Texas – SolarWinds – utilizada por milhares de empresas e departamentos governamentais em tudo o mundo.

O ataque prolongou-se durante vários meses antes de ser descoberto pelo grupo de segurança informático – FireEye – que também foi alvo de intrusão, na semana passada.

De acordo com o FireEye, os governos e as empresas, em ações de consultoria nas áreas da energia e tecnologia foram afetados: na América do Norte, Europa, Ásia e Médio Oriente.

A SolarWinds indicou, entretanto, que cerca de 18 mil clientes, entre os quais grandes empresas e departamentos estatais norte-americanos, ao acederem ao programa permitiram que os piratas informáticos penetrassem, pelo menos, nos sistemas de correio eletrónico.

Mesmo assim, não se conhecem os conteúdos que foram roubados assim como se desconhece ainda a verdadeira escala da operação.

Face à ameaça e aos ataques, a Cisa ordenou a todas as agências federais norte-americanas a desligarem de imediato a plataforma SolarWinds.

Putin espera que Joe Biden resolva problemas urgentes entre Rússia e EUA

O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou na quinta-feira (16), esperar que o seu homólogo eleito nos Estados Unidos, Joe Biden, resolva os problemas mais urgentes dos dois países, mas negou qualquer interferência de líderes russos na vida política norte-americana.

“Esperamos que o recém-eleito Presidente dos Estados Unidos entenda o que está a acontecer. É um homem experiente tanto na política nacional como na internacional e confiamos que todos os problemas — se não todos, pelo menos parte – sejam resolvidos com a nova Administração”, disse Putin, na sua conferência de imprensa anual.

Ao contrário da maioria dos líderes mundiais, Putin só felicitou Biden depois de, na terça-feira, o colégio eleitoral norte-americano ter confirmado o democrata como Presidente eleito.

O líder russo reafirmou que as acusações sobre ajudas russas ao Presidente cessante, Donald Trump nas presidenciais de 2016, são “invenções” que visaram “estragar as relações” entre Moscovo e Washington e “não reconhecer” a legitimidade de Trump como Presidente dos Estados Unidos dos últimos quatro anos.

Putin lamentou ainda que as relações entre a Rússia e os EUA “sejam reféns” de lutas internas entre os dois principais partidos políticos dos EUA e apelou ao futuro governo norte-americano para cimentar as suas relações internacionais no princípio do “respeito mútuo”.

Putin sublinhou ainda que na sua opinião o Presidente cessante dos EUA não pretende deixar a política e ressaltou que Donald Trump tem “uma grande base de apoio dentro dos Estados Unidos”.

Por outro lado, admitiu esperar que haja tentativas de ingerência estrangeira nas eleições legislativas russas do próximo ano.

“É claro que vão tentar interferir. Tentam sempre. E não só nas nossas eleições, é uma prática global… em todo o mundo. Sabemos disso e preparamo-nos para isso”, garantiu.

Putin assegurou que a Rússia é capaz de “contrariar” essas tentativas de ingerência, desde que a “vasta maioria” dos russos entenda que são tentativas de interferir nos assuntos internos do país e apoie as medidas de resposta do Estado russo.

A oposição extraparlamentar – liderada por Alexei Navalny, convalescente na Alemanha de um envenenamento com uma substância tóxica — denunciou, nas últimas semanas, que a Duma aprovou várias leis para limitar a sua participação nas eleições legislativas.

Ataques matam 10 pessoas em Cabo Delgado

Uma série de ataques de insurgentes contra dez aldeias de Cabo Delgado provocou a morte de dez civis e a destruição de centenas de palhotas e quatro viaturas, incluindo uma de transporte de passageiros, contaram à VOA esta quinta-feira, 17, várias fontes locais.

“As pessoas estão agora preocupadas em enterrar aqueles mortos em Litingina, mas, desde terça-feira, os corpos estão a ficar decompostos” disse à VOA um morador local, adiantando que muitos estão com receio de ataques.

No ataque mais recente, na quarta-feira, 16, os insurgentes metralharam e depois incendiaram uma carrinha ligeira de passageiros (minibus) e uma viatura de passageiros e carga, na estrada de Nangade a Mueda, sem provocar vítimas.

Reporta-se que mesmo local foram também incendiadas outras duas de uma operadora de telefonia móvel, que tentava reparar as antenas de comunicação danificadas por ataques de insurgentes naqueles distritos.

Mais deslocados

“Os motoristas e os técnicos conseguiram escapar, também fugiram para a mata como as outras pessoas que estavam nos outros carros” disse outro morador. “Continua muito perigoso circular em estradas na ligação Palma, Nangade e Mueda”.

Estes ataques provocaram uma vaga de deslocados, estando a maioria das pessoas a concentrar- se na vila sede de Nangade, que já tinha recebido milhares de pessoas.

“Todas estas pessoas estão aqui na sede de Nangade, e outras pessoas que têm familiares foram abrigadas por elas e outras sem parentes estão aglomeradas na escola” e, muitos enfrentam problemas graves de alimentação, disse um ativista local.

As aldeias atacadas ficam nos distritos de Nangade, perto de Mueda, onde está localizado o quartel general das forças armadas moçambicanas; e Palma, local de implantação os projetos milionários de gás natural.

Onze migrantes encontrados mortos na costa leste da Venezuela

Onze pessoas que teriam viajado da Venezuela para Trinidad e Tobago foram encontradas mortas em águas próximas à costa do país sul-americano, disse a guarda costeira de Trinidad e Tobago no domingo.

Pelo menos 40 mil venezuelanos vivem em Trinidad e Tobago, a maioria fugindo da crise econômica do país sul-americano , do desemprego e da falta de serviços públicos básicos, muitas vezes viajando em pequenos barcos frágeis acima de sua capacidade com suprimentos limitados de combustível e alimentos.

Em 2019, pelo menos dois navios que partiram da Venezuela a caminho do arquipélago desapareceram no mar.

Os corpos foram encontrados no sábado perto da cidade costeira venezuelana de Guiria, disse a Guarda Costeira de Trinidad em um comunicado à imprensa, citando informações fornecidas pela Venezuela.

O comunicado acrescenta que informações preliminares sugerem que os 11 corpos encontrados podem estar relacionados a um barco que deixou a cidade de Guiria, no nordeste do estado de Sucre, no dia 6 de dezembro, com mais de 20 pessoas a bordo, que não foram vistas ou ouvidas desde então.

Omalirves, que não forneceu seu sobrenome, alertou sua amiga Noebis Aspudillo, de 27 anos, que era passageira do barco, sobre a precária viagem. Aspudillo ficou cada vez mais desesperada durante a pandemia, disse Omalirves, depois que foi despedida da padaria onde trabalhava e o problema cardíaco da mãe ficou cada vez mais grave.

O Ministério da Informação da Venezuela não respondeu imediatamente ao pedido de comentários, nem a promotoria do país.

A Guarda Costeira disse que na última semana não interceptou nenhum navio que saísse de Guiria e que as autoridades estão trabalhando junto com o país sul-americano em um esforço conjunto de buscas

Congo impõe toque de recolher para conter segunda onda de coronavírus

A República Democrática do Congo deve impor um toque de recolher e outras medidas rígidas, incluindo o uso obrigatório de máscaras em espaços públicos, para combater uma segunda onda do coronavírus, disse sua equipe de resposta ao vírus na quarta-feira.

A indústria de mineração no maior produtor mundial de cobalto e maior produtor de cobre da África não será afetada pelas novas medidas.

O Congo registrou 14.992 casos de coronavírus e 364 mortes desde que a epidemia foi oficialmente declarada em março.

Mas tem visto um aumento constante nas últimas semanas, com 345 novos casos declarados na quarta-feira, principalmente na capital Kinshasa.

A partir de sexta-feira, um toque de recolher será imposto das 21h às 5h, enquanto as marchas e reuniões de mais de 10 pessoas serão proibidas, disse o Comitê Multissetorial de Resposta contra o COVID-19 em um comunicado.

As férias escolares começarão cedo, enquanto o ensino superior e os cursos universitários serão suspensos por tempo indeterminado. As competições esportivas continuarão sem torcedores e os cadáveres deverão ser levados ao cemitério sem qualquer outra cerimônia.

O número de pacientes com coronavírus em hospitais ultrapassou os vistos durante a primeira onda, disse o chefe da equipe de resposta, Jean-Jacques Muyembe, no início deste mês, alertando para a falta de oxigênio.

O Congo reabriu seu espaço aéreo em agosto, após cinco meses de fechamento para combater o vírus.

Na segunda-feira, o presidente Felix Tshisekedi disse que a segunda onda é causada principalmente por casos de países estrangeiros e pelo relaxamento de medidas preventivas.

Prevê-se que a economia do Congo contrai ligeiramente este ano, em linha com a queda na procura global de cobre e cobalto, duas das suas principais exportações.

A indústria de mineração do Congo não será afetada pelas novas regras, disse o ministro das Minas, Willy Kitobo Samsoni.

“Todos os transportadores de produtos de mineração passarão pelos postos de controle do toque de recolher porque seu trabalho será justificado”, disse ele à Reuters.

Famílias de meninos nigerianos sequestrados temem que o tempo acabe

Famílias de mais de 300 estudantes nigerianos sequestrados temem que o tempo esteja se esgotando para encontrar as crianças, já que as forças de segurança continuaram a caça na quarta-feira por captores armados, possivelmente do movimento jihadista Boko Haram . 

De acordo com um clipe de áudio não verificado, o grupo – cujo nome significa “A educação ocidental é proibida” – foi responsável pela invasão da semana passada na escola só para meninos na  cidade de Kankara , no noroeste do estado de Katsina. Se a gravação de áudio for genuína, o ataque da semana passada marca um aumento significativo da influência do grupo além de sua base no nordeste, dizem especialistas em segurança. O pai de duas crianças raptadas, Abubakar Lawal, disse não acreditar na afirmação do Boko Haram e que esperaria com paciência e orações.

“O governo tem que fazer diplomacia de forma a resgatar essas pessoas de uma boa maneira e voltar com segurança”, disse ele, em pé do lado de fora do prédio da escola. Homens armados em motocicletas invadiram a escola secundária de Ciências do Governo na noite de sexta-feira (11 de dezembro) e levaram suas vítimas para uma floresta, de acordo com alunos que conseguiram escapar do sequestro. Um assessor do governador do estado de Katsina disse que havia uma grande presença de soldados e oficiais de inteligência em uma densa floresta em busca dos meninos desaparecidos. 

Potências ocidentais são as razões para conflitos políticos na África

A África é um continente abençoado, dotado de recursos naturais muitos e em grandes quantidades e alta abundância relativa. Pelo contrário, a América (América do Norte) e a Europa carecem de recursos dotados pela natureza.

Esses dois continentes dependeram exclusivamente da África para alimentar suas indústrias, levando a transformações socioeconômicas aceleradas às custas do subdesenvolvimento da África.

A África se tornou um interesse absoluto do mundo ocidental Séculos atrás, com mais de 500 anos.

A política oficial dos EUA / Europa na África é o despovoamento. Isso nunca mudou e não vai mudar. A África altamente povoada NÃO é aceitável para a Europa e América. Isso negará a essas pessoas os recursos de que carecem, mas só podem obter na África.

A exploração da África começou durante a era do comércio de escravos, quando quase todos os homens e mulheres fisicamente aptos foram levados à força para a América e Europa para trabalhar nas plantações.

CONFLITO ENTRE OS PAÍSES OCIDENTAIS DA ÁFRICA.

Devido ao enorme interesse de todos os países europeus mais os EUA na África, os conflitos tornaram-se inevitáveis. Isso foi testemunhado na África Oriental, agora chamada de África Oriental, entre a Alemanha e a Grã-Bretanha, em Tanganica agora chamada de Tanzânia e em Uganda, entre a Grã-Bretanha e a Bélgica, sobre o enclave do Nilo Ocidental.

Os numerosos conflitos levaram à Conferência de Berlim de 1884, onde as potências ocidentais se sentaram na mesa redonda para dividir a África entre si para saques adequados sem conflitos entre si.

Este foi o início da divisão permanente da África, independentemente das sociedades / nações que existiam. Diferentes tribos foram separadas. Por exemplo, o Kakwa, um pequeno grupo de pessoas, foi dividido em três (3) países, Uganda (em Koboko), República Democrática do Congo e Sudão do Sul.

Foram feitas considerações importantes com o mesmo objetivo de garantir a desunião africana. Esses incluem:

  1. a) Divisão de reinos grandes e poderosos em diferentes países. Quanto maior e poderoso o Reino, maior o número de países que dele surgiram.
  2. b) A distribuição aleatória de países a diferentes potências ocidentais de modo a garantir a total desintegração por introduções de diferentes línguas estrangeiras.

As duas considerações acima e outras significaram que a África ficou enfraquecida e completamente desintegrada. Isso permitiu o saque fácil de recursos sem a Mobilização de africanos para a unificação para lutar contra esses ladrões.

A colonização da África teria sido anterior, mas a presença de mosquitos protegeu os africanos. A descoberta de um tratamento para a malária permitiu que os europeus viessem para a África.

A falsa narrativa

Ensinado para africanos que, como John Speak, eram exploradores / turistas, é uma mentira que devemos rejeitar veementemente na totalidade. Todos aqueles brancos que vieram em nome de Exploradores eram oficiais do exército de alta patente que vieram espionar nossos recursos. Eles se mudaram com geólogos e leitores de mapas, agrimensores, etc. Infelizmente, nossas instituições de ensino se recusaram a corrigir essa atualização de desinformação flagrante.

A DEMOCRACIA AFRICANA ESTÁ SENDO FALHADA PELOS EUA E EUROPA.

Após a independência, os líderes africanos que assumiram o comando imediatamente se ressentiram da interferência ocidental nos assuntos dos Estados Soberanos. Isso causou o primeiro movimento pan-africano confiável levando à formação da OUA, Organização da Unidade Africana.

Mwalimu Julius Nyerere, Jomo Kenyatta, Dr. Apollo Milton Obote, Nkwameh Nkrumah, Patrick Lumumba da República Democrática do Congo estavam entre as pessoas que lideraram a formação da OUA.

As consequências da rejeição dos líderes africanos pós-coloniais à contínua interferência das potências ocidentais causaram o assassinato de muitos e o uso indevido dos militares para realizar golpes.

A África foi lançada em turbulências e instabilidades políticas. Os militares assumem o comando de Iddi Amin Dada em Uganda, os assassinatos de Thomas Sankara no Burkina Faso e de Patrick Lumumba da República Democrática do Congo foram totalmente auxiliados pelas potências coloniais.

Fantoches ocidentais foram instalados e levaram a uma exploração massiva desses países. Até agora, a maioria das ex-colônias da França / Bélgica ainda são empobrecidas e extremamente instáveis. RD Congo, CAR, Mali são alguns dos exemplos.

Foi necessária outra geração de Libertadores como o presidente Yoweri Museveni Tibuhaburwa Kaguta, o falecido coronel Muammar Ghadafi e outros para assumir e reorganizar seus países.

Os sucessos obtidos por alguns desses líderes ideologicamente claros os tornaram vilipendiados por aqueles imperialistas ocidentais. Eles agora estão voltando em nome de Santos dos Direitos Humanos que não praticam em seus próprios países.

Essa nova onda de ação na África foi acelerada pelo crescente interesse da China, a potência oriental da África. A Europa e a América devem encontrar urgentemente formas de neutralizar a influência chinesa na África e estão fazendo isso, forçando fantoches no poder para que se ouçam.

Líderes patrióticos e ideologicamente claros como o presidente Yoweri Museveni Tibuhaburwa Kaguta, que pregam a integração da África, tornam-se inimigos do Ocidente.

O coronel Muammar Ghadafi foi eliminado neste mesmo contexto. Este é o mesmo contexto em que o Ocidente está procurando uma maneira de destituir o presidente Yoweri Museveni Tibuhaburwa Kaguta. As desculpas para permanecer no poder, ser autoritário, abusos dos direitos humanos, etc. são apenas enfeites de janela de seus reais interesses imperialistas.

Portanto, a democracia e o progresso na África serão sempre altamente obliterados por esses brancos do mundo ocidental. Eles não querem ver nenhum país africano progredindo.

O Sr. Eliot, o Conselheiro Robert Amsterdam e outros estão fazendo trabalhos para seus países / continentes, a razão pela qual não estão sendo condenados por seu próprio povo. Ninguém deve se surpreender ao vê-los fazendo isso. O interesse original do mundo ocidental na África não mudou e não mudará.

Cabe-nos fazer conhecer ao nosso povo estas verdades para criar uma massa crítica de Patriotas que possam defender a nossa democracia, soberania e garantir a nossa sobrevivência existencial. A África deve se unir ou aceitar perecer.

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