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Quinta-feira, Julho 23, 2026
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Australiana ganha lotaria com números que usa há uma década

A persistência de uma australiana foi recompensada neste Natal com um prémio de mais de 750 mil dólares na lotaria.

A reformada, residente em Glenelg, no sul da Austrália, usa os mesmos números há décadas e, por fim, a sorte bateu-lhe à porta, e logo em época festiva.

Autocarros com novo terminal na Baixa

OS transportes públicos de passageiros com destino a diversos bairros da cidade e província de Maputo vão deixar de usar, a partir do próximo ano,o terminal da Praça dos Trabalhadores, passando para as Avenidas Zedequias Manganhela, Guerra Popular e Alberto Luthuli.

Para o efeito, já foram instalados alpendres e bancos nas Avenidas Zedequias Manganhela e Alberto Luthuli, para oferecer comodidade aos passageiros, enquanto esperam pelo transporte.

Para além do abrigo, os novos terminais vão dispor de sanitários condignos e iluminação pública.

Segundo Obadias Djedje, director para o pelouro de Mobilidade, Transportes e Trânsito no Conselho Municipal de Maputo (CMM), a medida visa ordenar e requalificar o terminal da Praça dos Trabalhadores, melhorando as condições de mobilidade e de acessibilidade.

Actualmente, os autocarros para vários destinos na cidade e província de Maputo, assim como o serviço da Metro Bus, continuam a usar a praça.

O projecto de requalificação da baixa decidade abrange, também, a reabilitação de passeios e melhoria da sinalização rodoviária nas diversas avenidas.

Alguns utentes dos transportes interpelados pelo “Notícias” disseram que a transferência do terminal vai melhorar a imagem do edifício dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), bem como minimizar os congestionamentos que agora se verificam na ligação entre a Praça dos Trabalhadores e a Avenida 25 de Setembro.

ESTACIONAMENTO PAGO VIA ELECTRÓNICA

O estacionamento rotativo remunerado na cidade de Maputo, passa a ser pago via electrónicaa partir de Fevereiro do próximo ano, uma medida que visa reduzir o desvio de receitas municipais.

O referido sistema de pagamento lançado quinta-feira, pelo presidente do Conselho Municipal da cidade de Maputo, Eneas Comiche, vai permitir que os cidadãos  paguem a tarifa de estacionamento usando o telefone celular, cartão bancário ou mesmo do serviço financeiro móvel- mPesa, directamente para o cofre da edilidade.

Comiche disse que o sistema irá ajudar o município a alcançar os seus objectivos no que concerne à arrecadação de receitas necessárias para investir nas infra-estuturas.

Por sua vez, o Presidente do Conselho de Administração da Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento (EMME), João Ruas, disse esperar que as receitas irão aumentar seis vezes mais, porque haverá maior controlo.

MRM reassenta 105 famílias na nova vila em Namanhumbir

Cento e cinco casas foram entregues a famílias na aldeia de reassentamento de Namanhumbir, construídas pela Montepuez Ruby Mining (MRM) para realojar as comunidades de Nthoro que residiam na concessão.

Para o efeito, a mineradora desembolsou 10 milhões de dólares para a construção da nova aldeia, que faz parte do contrato de concessão.

A nova aldeia em Namanhumbir e as terras agrícolas associadas cobrem uma área de 2.400 hectares. Além de fornecer casas para as 105 famílias reassentadas, a aldeia dispõe de infra-estruturas de água e electricidade, uma escola primária, mercado, igreja, mesquita, posto de polícia, cemitério e um aterro sanitário.

A MRM desenvolveu também um centro de formação profissional dentro da aldeia como parte do seu compromisso com o desenvolvimento contínuo da comunidade. Com um custo adicional de 1,4 milhões de dólares para todo o programa, as instalações do CFP incorporam um bloco administrativo, duas salas de aulas, duas oficinas, balneários e duas residências de empregados e irão formar 2.100 jovens locais num período de sete anos.

Cada família vai receber um Título de Propriedade (DUAT) concedido pelo Estado, para uma área de 5.000 m2, que inclui a casa principal, todas as infra-estruturas adicionais e dois hectares de terreno agrícola.

De acordo com a Administradora de Montepuez, Isaura Máquina, esta transferência satisfez tanto os próprios residentes como também o Governo. “Isto tem um grande impacto nas nossas comunidades, à medida que se mudam para casas convencionais, com água potável e electricidade, o que irá melhorar a sua qualidade de vida. Além disso, as novas casas vão impulsionar o desenvolvimento do nosso distrito”.

O processo de reassentamento tem tido lugar em colaboração com as comunidades. Tendo-lhes sido mostrada a casa modelo, foi-lhes dada a oportunidade de dar o seu feedback e os membros de cada família foram também trazidos para familiarizarem-se com as casas e verem como estava a decorrer a construção.

O presidente da MRM, Samora Machel Júnior, acredita que a participação dos residentes foi fundamental para garantir a confiança. “Estou realmente feliz, porque estamos a atingir o auge de um processo que levou algum tempo. As comunidades precisavam de ser convencidas de que a actividade da MRM iria beneficiá-las. A construção da aldeia foi sempre uma prioridade para nós, apesar das dificuldades impostas pela Covid-19, num ano em que não tivemos receita nenhuma. Contudo, continuamos a assegurar que as nossas comunidades tenham uma qualidade de vida melhor “.

Proliferação de buracos inquieta munícipes na Beira

ESTȦ cada vez mais difícil a circulação rodoviária em muitas pontos da cidade da Beira devido à proliferação de buracos o que leva os automobilistas, a solicitarem uma rápida intervenção da edilidade para colmatar a situação.

A Reportagem do “Notícias” fez uma ronda em alguns bairros da capital provincial de Sofala onde colheu diversas opiniões dos automobilistas e residentes por exemplo nos bairros de Chipangara, Matacuane e Esturro.

A equipa apurou que várias vezes os motoristas disputam os passeios com peões na tentativa de esquivar os inúmeros buracos.

Emerson Mesquita, morador do bairro do Chipangara, revelou que no troço entre as Praças dos Professores e da Independência em certos locais há buracos assustadores e, frequentemente, registam-se acidentes.

Os ciclistas, segundo Mesquita, são os que mais sofrem quando passam por aquele local porque os motoristas fazem travagens bruscas o que resulta numa autêntica confusão entre eles.

Reconheceu, entretanto, o trabalho da edilidade no que se refere à pavimentação em certas vias mas afirmou ser importante iniciar nos troços considerados críticos.

Na sua opinião, caso os buracos sejam tapados de forma duradoura os acidentes irão diminuir naquela zona.

Num outro pronunciamento, deu exemplo da Rua Capitão Pais Ramos, na zona do Esturro, onde, mesmo sendo um troço de menos de seis quilómetros, a estrada está praticamente intransitável.

Ainda na zona do Esturro, concretamente na Rua da Guiné, a nossa Reportagem viu condutores a circularem na contramão ou invadindo outras faixas de rodagem tudo para fugirem dos inúmeros buracos que imperam.

Por sua vez, José Fernando, motorista de táxi-mota, começou por dizer que, por vezes, passam por humilhações perante os seus passageiros quando os transportam de um lugar para outro.

Contou um episódio em que um dos passageiros lançou palavras insultuosas para si tudo porque ele entrou num buraco e o viajante achou que foi propositado.

“Nós estamos numa cidade com vários buracos quando chove a situação agrava-se ainda mais. Imagina os que andam de carro! O “txopela” ainda tem como fazer alguma manobra num curto espaço”, comparou.

Nyusi preocupado com aproximação de “Chalane”

O Presidente da República, Filipe Nyusi, está preocupado com a aproximação do ciclone tropical Chalane, que nos próximos dias poderá atingir a região centro e sul do país, provocando chuvas e ventos fortes, acompanhados de trovoadas.

Neste momento, o fenómeno está a fustigar Madagáscar e vai entrar para o canal de Moçambique, com previsão de atingir o território nacional, próxima quarta-feira dia 30.

Devido a esta preocupação, Nyusi deslocou-se na manhã de hoje ao Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) para se inteirar do grau de preparação para resposta ao impacto negativo do fenómeno que vem sendo monitorado pelas autoridades.

“Temos que ter cuidado. Todos que estão nas zonas de risco de inundações é melhor saírem para zonas seguras. Porque poderá ser difíceis as operações de salvamento, já que os meios são escassos. Serão dadas orientações sobre os procedimentos”, avisou.

De acordo com o Presidente Nyusi, “a previsão pessimista indica que o impacto de Chalane poderá afectar quatro milhões de moçambicanos, seis mil escolas e 550 unidades sanitárias”.

Falando à imprensa, o estadista explicou ainda que, nunca alguém está preparado para responder a situações desta natureza, por serem imprevisíveis, e exorta a todos moçambicanos, para que neste momento festivo, usem da experiencia do ciclone Idai.

Outra preocupação manifestada pelo Presidente da República está relacionada com as temperaturas quentes das águas do canal de Moçambique, o que segundo ele, influencia na rápida evolução dos ciclones, tal como ocorreu com o Idai, no início do ano passado.

Nyusi afirmou que o fenómeno vai afectar as províncias de Sofala, Zambézia, Inhambane e Gaza, o que vai resultar em chuvas, ventos e trovoadas fortes em quase todo o país, sendo as áreas de risco os rios Buzi, Púngue, Zambeze e Limpopo, na região Sul.

Juiz adia execução de única mulher no corredor da morte nos Estados Unidos

Um juiz federal adiou a execução da única mulher no corredor da morte nos Estados Unidos, podendo a nova data acontecer depois da tomada de posse do presidente eleito, Joe Biden, que se opõe à pena de morte.

Randolph Moss, do Tribunal Distrital dos Estados Unidos, considerou que o Departamento de Justiça remarcou ilegalmente a execução de Lisa Montgomery e cancelou uma ordem que indicava 12 de janeiro como data de aplicação da pena.

A execução de Montgomery já esteve marcada para este mês no Complexo Correcional Federal em Terre Haute, no estado do Indiana, mas Moss atrasou-a na sequência de um pedido dos advogados da mulher que contraíram o novo coronavírus ao visitar a cliente e que precisavam de mais tempo para um pedido de clemência.

De acordo com a nova ordem, a execução não pode ser marcada até dia 01 de janeiro e, geralmente, um preso condenado à morte deve ser notificado pelo menos 20 dias antes da aplicação da pena capital, o que pode significar que a execução será agendada para depois da tomada de posse de Biden, a 20 de janeiro.

Biden “opõe-se à pena de morte agora e no futuro” e como presidente trabalhará nesse sentido, disse o porta-voz do presidente eleito TJ Ducklo à agência noticiosa norte-americana Associated Press.

Mas os representantes de Biden não indicaram se as execuções serão interrompidas imediatamente após a posse do novo presidente.

Lisa Montgomery foi condenada por assassinar Bobbie Jo Stinnett, de 23 anos e grávida de oito meses na cidade de Skidmore (no noroeste do Missouri), em dezembro de 2004.

Campo de refugiados sírios no Líbano incendiado após altercação com clã local

O incêndio num campo da região de Al-Minyeh fez vários feridos, que foram transferidos para um hospital dos arredores, não sendo ainda conhecido o número exato de pessoas afetadas.

Habitantes oriundos de um clã do norte do Líbano incendiaram este sábado um campo de refugiados da Síria após uma altercação opondo uma família e “trabalhadores sírios”, de acordo com informações locais confirmadas pela France-Presse.

De acordo com a agência France-Presse (AFP), a notícia avançada pela agência nacional de informação do Líbano (ANI) foi confirmada pelo Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

Segundo a informação disponível, o incêndio num campo da região de Al-Minyeh fez vários feridos, que foram transferidos para um hospital dos arredores, não sendo ainda conhecido o número exato de pessoas afetadas.

“O incêndio propagou-se a todos os abrigos”, feitos de revestimentos de plástico e madeira, indicou à AFP um porta-voz do ACNUR, Khaled Kabbara, precisando que o campo acolhe cerca de 75 famílias.

Os problemas começaram com uma “altercação” opondo um membro de um poderoso clã do norte do Líbano, Al-Mir, e “trabalhadores sírios”, de acordo com a agência libanesa ANI.

Segundo a agência, outros jovens desse clã intervieram e “incendiaram certas tendas de refugiados”.

A defesa civil tentou controlar o incêndio, enquanto o exército e a polícia foram chamados para restabelecer a calma, segundo a ANI, citada pela AFP.

Uma fonte de segurança indicou à AFP que foram ouvidos tiros, precisando que a altercação na localidade de Bhanine começou após os trabalhadores sírios reclamarem um salário que os seus patrões recusaram pagar.

“Algumas famílias fugiram dos lugares por medo porque também houve barulho de explosões causadas por botijas de gás domésticas”, disse o porta-voz do ACNUR, que está a monitorizar a situação de perto.

O Líbano diz acolher no seu país 1,5 milhões de sírios, dos quais perto de um milhão estão inscritos junto da ONU como refugiados fugidos do conflito no seu país.

As organizações não-governamentais (ONG) não param de denunciar as medidas discriminatórias e os discursos de ódio dos quais são vítima os refugiados no Líbano, onde a maioria dos partidos, mas também uma parte da opinião pública, reclama o seu regresso à Síria.

No final de novembro, cerca de 270 famílias de refugiados sírios foram despejados de uma localidade no norte do Líbano, Bcharré, depois de uma altercação implicando um trabalhador sírio acusado de matar um habitante.

Pelo menos oito mortos e sete desaparecidos no Irão devido a avalanches

“Os corpos de oito alpinistas desaparecidos foram encontrados nas alturas de Teerão graças aos esforços das equipas de resgate e das operações do Crescente Vermelho”, disse Mohammad Mohammadi à agência de notícias iraniana ISNA.

Pelo menos oito pessoas morreram e sete estão desaparecidas devido a avalanches e tempestades de neve que ocorreram na sexta-feira nas montanhas do norte de Teerão, divulgou este sábado o subdiretor do Movimento do Crescente Vermelho no Irão.

“Os corpos de oito alpinistas desaparecidos foram encontrados nas alturas de Teerão graças aos esforços das equipas de resgate e das operações do Crescente Vermelho”, adiantou Mohammad Mohammadi à agência de notícias iraniana ISNA, citado pela AFP.

A televisão estatal do Irão noticiou que, pelo menos, sete alpinistas continuam desaparecidos, sublinhando que as buscas ainda estão em curso.

O mesmo órgão mostrou imagens de uma operação de resgate com helicópteros nas montanhas de “Tochal e Kolakchal”, a norte da capital iraniana.

Um membro da equipa de resgate referiu que a missão é complicada devido ao mau tempo e à neve.

Na sexta-feira, devido à intensidade do vento, as autoridades iranianas desligaram o teleférico da estância de neve de Tochal, deixando 100 pessoas presas na montanha.

O porta-voz dos bombeiros, Yalal Malekí, disse à agência IRNA que, “após a redução da intensidade do vento, o teleférico foi ligado e todas aquelas pessoas foram transportadas em segurança para o sopé da montanha”, indicou, acrescentando que o incidente “não causou feridos”.

Messi abre o jogo: “Não tenho nada decidido até que termine a época”

Lionel Messi falou sobre o assunto do momento: Fica ou sai do Barcelona no final da época? O argentino, em entrevista ao programa La Sexta, revelou que ainda não tomou uma decisão, mas que se sair, quer fazê-lo a bem.

“Não tenho nada decidido até que termine a época. Vou esperar pelo final da temporada. Neste momento estou focado em conseguir títulos e não noutras coisas”, começou por dizer.

“Não sei se saio ou não, mas se sair gostaria que fosse da melhor da maneira. Se for embora, gostaria de voltar para viver na cidade e trabalhar no clube. O Barcelona é muito maior do que qualquer jogador. Espero que o presidente que venha faça bem o seu trabalho”, acrescentou Messi.

Sobre a difícil relação com Bartomeu, antigo presidente do Barça, o craque argentino não poupou nas palavras.

Novo Daesh assume a forma de guerrilha local e de organização clandestina armada

Que há de comum entre o grupo armado que quis impor no Médio Oriente uma versão sangrenta e fundamentalista de um califado medieval e o necromante Joseph Curwen imaginado por H.P. Lovecraft no romance “Os Mortos Podem Voltar” (versão portuguesa da obra “The Case of Charles Dexter Ward” nº 103 da Coleção Vampiro)?

Justamente, a capacidade de conseguir regressar do outro mundo. Um ano depois da queda da última cidade síria que controlava (Baghouz, tomada em março de 2019 pelas milícias curdas apoiadas pela coligação internacional), o Daesh (acrónimo árabe do grupo Estado Islâmico) dá sinais de poder ressuscitar.

Leão sobrevive a dérbi de alta voltagem e vira o ano como líder

Sporting termina 2020 como líder, após vencer na casa do Belenenses SAD por 2-1. Os azuis caem para o 11.º lugar, com 11 pontos, apenas mais dois do que a primeira equipa que ocupa a zona de despromoção.

Quem tem problemas de coração e assistiu à primeira parte do encontro no Jamor provavelmente amanhã vai pedir consulta de urgência no cardiologista, tamanha a sobrecarga de incidências de uma partida que, no espaço de 20 minutos, contou com três golos, duas grandes penalidades e uma chuva de oportunidades nas duas áreas.

O Sporting começou por inaugurar o marcador logo aos cinco minutos, por intermédio de Tiago Tomás, após uma excelente arrancada de Tabata, para menos de 10 minutos volvidos Miguel Cardoso restabelecer a igualdade, com alguma sorte à mistura já que a bola ainda embateu em Gonçalo Inácio.

Aos 14 minutos, Adán fez falta sobre Miguel Cardoso, mas na conversão do castigo máximo o espanhol levou a melhor. E a partir daqui o ex-guardião começou a construir uma exibição estelar.

Guarda-redes de aço na primeira linha e um João Mário exímio na marca dos 11 metros. Aos 24 minutos, o médio português facturou o seu primeiro golo com a camisola dos leões desde o seu regresso a Alvalade.

Até ao fim da etapa inicial foi ver Adán a negar a festa do golo a Afonso Sousa e Miguel Cardoso, para do outro lado da barricada ser Kritsyuk a levar a melhor sobre Tiago Tomás.

A etapa complementar diminui de ritmo e num relvado em péssimas condições pareceu ser sempre o Belenenses SAD mais próximo do empate, todavia aos 77 minutos sofreu um novo revés com a expulsão de Tomás Ribeiro, por acumulação de amarelos.

Até ao fim, o leão ainda apanhou um enorme susto ao ver Edi Semedo introduzir a bola na baliza de Adán, mas o lance acabaria anulado por haver fora de jogo. O Sporting vira assim o ano como líder, algo que já não sucedia desde 2001/02, temporada em que os leões se sagraram campeões.

Sete soldados mortos em ataque no sudoeste do Paquistão

Sete paramilitares do Paquistão foram mortos num ataque contra um posto de controlo na instável região do Baluchistão, no sudoeste do país, anunciou o exército.

O ataque ocorreu no sábado à noite na pequena cidade de Harnai, a cerca de 170 quilómetros a leste de Quetta, a capital da província do Baluchistão, fronteiriça ao Afeganistão e ao Irão.

“Durante um intenso tiroteio, sete corajosos soldados caíram mártires enquanto repeliam os terroristas que os atacaram”, indicou o exército num comunicado.

O ataque ainda não foi reivindicado.

Há décadas que uma rebelião independentista se opõe ao exército no Baluchistão, onde atuam também grupos ‘jihadistas‘.

O Paquistão acusa a Índia de dar apoio aos separatistas.

A rebelião tem sido particularmente violenta nos últimos anos, com o aparecimento dos estaleiros do Corredor Económico China-Paquistão, no qual Pequim deve investir mais de 50 mil milhões de dólares (42 mil milhões de euros).

projeto é alvo dos separatistas, que assumiram a responsabilidade por vários ataques. As forças de segurança paquistanesas destacaram milhares de soldados para tentar conter a violência.

Autoridades americanas identificam autor da explosão de Nashvillle

As autoridades americanas anunciaram, no domingo, 27, que identificaram Anthony Quinn Warner, 63 anos de idade, como o homem que explodiu uma caravana, na madrugada de Natal, abalando o distrito comercial na cidade de Nashville, no Tennessee.

Warner agiu sozinho, disseram as autoridades, numa conferência de imprensa, em Nashville. A sua motivação não foi determinada.

“Chegamos à conclusão de que um indivíduo chamado Anthony Warner é o homem-bomba e estava presente quando a bomba explodium, e que morreu no bombardeio”, disse Donald Cochran, procurador-geral do Distrito Central do Tennessee.

Os investigadores usaram DNA e outras evidências para ligar Warner à explosão.

Eles vasculharam a casa de Warner, no sábado, 26, no subúrbio de Antioquia, a cerca de 18 quilómetros do local da explosão, um bairro de Nashville repleto de bares e restaurantes de música country.

Vários vizinhos da Warner disseram ter visto, no quintal da duplex de Antioquia, nos últimos meses, um veículo de recreio de cor clara, como o que explodiu na sexta-feira, 25.

As autoridades disseram que ainda estão a rastrear várias outras pistas e não chegaram a nenhuma conclusão sobre como a explosão aconteceu.

Registos públicos mostram que Warner tinha experiência em eletrónica e supostamente teve empregos de tecnologia da informação.

Os investigadores não sabem por que Warner escolheu o centro de Nashville para o que eles descreveram como um “acto intencional” e uma “bomba deliberada”.

Pedidos 15 anos de prisão para mulher que se dizia filha de Bouteflika

A acusação argelina pediu 15 anos de prisão para a empresária conhecida como Madame Maya, que se dizia filha do ex-presidente Abdelaziz Bouteflika, num processo em recurso desde sábado perto de Argel, foi anunciado no domingo (27).

De acordo com a informação da agência argelina APS, citada pela France- Presse (AFP), Madame maia foi julgada por corrupção com outros 13 acusados.

A apreciação do recurso que interpôs começou no sábado em Tipaza, perto de Argel, com a audição dos acusados e das testemunhas, e prosseguiu hoje.

A acusação pediu 15 anos de prisão para a empresária, de nome ZoulikhaChafika Nachinache, e dez anos para as suas duas filhas, Imène e Farah.

A empresária já tinha sido condenada em primeira instância, em 14 de outubro, a 12 anos de prisão, a uma multa de seis milhões de dinares argelinos (40.000 euros) e ao arresto dos seus bens.

Na altura, foi acusada de branqueamento de capitais, tráfico de influência, delapidação de bens públicos e transferência ilícita de divisas para o estrangeiro, recorda a AFP.

As suas filhas tinham sido condenadas a cinco anos de prisão.

Desconhecida do grande público antes deste caso, Madame Maya construiu uma fortuna debaixo de um rumor que a tornou a ‘filha escondida’ do antigo presidente argelino.

Amplamente divulgado pela comitiva de Bouteflika, o rumor permitiu a Nachinache beneficiar de vários privilégios e da proteção de altos responsáveis, como o anterior líder da polícia, Abdelghani Hamel.

No entanto, em julho de 2019, três meses depois da demissão de Abdelaziz Bouteflika, após uma busca na sua residência de Moretti, uma estância balnear nos arredores de Argel, os serviços de segurança descobriram uma vasta fortuna.

As forças policiais arrecadaram cerca de 800 mil euros em dinares argelinos, 270 mil euros, 30 mil dólares e 17 quilos de joias em ouro, e a investigação revelou várias ligações com altos responsáveis.

Dois antigos ministros, Mohamed Ghazi e Abdelghani Zaalane, tal como o antigo chefe da polícia, foram condenados a dez anos de prisão no âmbito deste caso.

A acusação pediu, no recurso, 15 anos de prisão para Ghazi e Zaalane e 12 para Hamel, de acordo com a agência argelina APS.

Após a saída do antigo presidente da Argélia entre 1999 e 2019, a justiça argelina abriu vários inquéritos sobre corrupção.

As condenações em série e as pesadas penas de prisão revelaram a extensão das fortunas acumuladas pelos homens do aparelho do antigo chefe de Estado.

África do Sul atinge um milhão de infeções e enfrenta nova variante

A África do Sul superou um milhão de infeções pela covid-19, com 1.004.413 casos confirmados e 26.735 mortos, numa altura em que enfrenta uma nova variante do vírus, divulgou ontem, o Ministério da Saúde sul-africano.

Superámos agora um milhão de casos acumulados da covid-19 na Árica do Sul. Temos de aderir a intervenções não farmacêuticas para prevenir uma maior propagação do vírus”, escreveu na rede social Twitter o ministro da Saúde, Zweli Mkhize, citado pela agência Efe.

África do Sul atinge esta marca numa altura em que o país enfrenta uma nova variante do vírus da covid-19, que foi detetada na província sul africana do Cabo Oriental.

A nova estirpe do coronavírus SARSCoV-2 identificada no Reino Unido, apresentada como mais contagiosa e que está a inquietar o mundo, já está a circular em vários países e territórios, dentro e fora da Europa.

Também hoje foi detetada a nova variante do coronavírus na ilha da Madeira.

Na sequência da identificação desta nova variante do SARSCoV-2, diversos países, dentro e fora da Europa, decidiram suspender as ligações, nomeadamente aéreas, com o Reino Unido, uma lista que tem vindo a aumentar nas últimas horas.

A estirpe britânica do vírus já foi também detetada, pelo menos, em Portugal (ilha da Madeira), na Suécia, Itália, Holanda, Alemanha, França, Espanha, Dinamarca, Liechtenstein, Suíça, Canadá, África do Sul e no Japão.

pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.758.026 mortos resultantes de mais de 80,2 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

República Centro-Africana realiza eleições gerais em meio a ameaças de violência

O presidente Touadera, concorrendo a mais um mandato, é considerado favorito entre os 17 candidatos

Os eleitores na República Centro-Africana votam nas eleições presidenciais e parlamentares, neste domingo, 27, conforme agendado, desconsiderando as ameaças de violência rebelde, na capital Bangui.

“Estou muito satisfeito (em votar) e peço aos cidadãos, mesmo aqueles que ainda estão em casa, que venham e votem em massa para que amanhã a paz volte ao nosso país,” disse Désiré Ngaibona, eleitor de Bangui.

O tribunal constitucional negou o adiamento de eleições, submetido, no sábado, pela oposição.

As eleições decorrem enquanto o governo, os parceiros internacionais e as forças da paz das Nações Unidas trabalham para evitar uma ofensiva rebelde.

O presidente Faustin Archange Touadera, que disputa mais um mandato, é considerado favorito entre 17 candidatos.

Touadera e seus apoiates acusaram o antecessor, François Bozize, de aliar-se a grupos rebeldes e encorajar a agitação que visa derrubar o governo, uma acusação que Bozize negou.

No entanto, a AFP reporta que, no domingo, Bozize exortou as pessoas a não votarem.

A Organização das Nações Unidas sancionou Bozize e foi proibido de concorrer às eleições.

Pelo menos 37 mortos em acidente de autocarro nos Camarões

Pelo menos 37 pessoas, incluindo 10 mulheres e quatro crianças, morreram no domingo (27), numa colisão entre um autocarro e um camião no centro dos Camarões, anunciou a polícia.
O autocarro chocou de frente com o camião e caiu numa ravina, tendo 19 outros passageiros ficaram feridos, adiantou à emissora pública CRTV Paulin Moantsouog Mempou, comissário da segurança pública de Ndikinimeli, a cerca de 200 quilómetros a noroeste de Yaoundé, onde o acidente ocorreu durante a noite.
Os ocupantes do autocarro vinham de Foumban, no oeste dos Camarões, para a capital, Yaoundé, após as festividades do Natal, precisou à agência France Presse Manfred Missimikin, diretor da organização de prevenção rodoviária Sécuroute.

Encontrado corpo de Sofrimento Matequenha, ex-deputado da Renamo

O corpo de Matequenha foi descoberto por camponeses, que informaram aos familiares que o ex-deputado apresentava sinais de tortura.

O ex-deputado moçambicano Sofrimento Matequenha, sequestrado há mais de uma semana, foi encontrado morto numa mata do interior da província de Manica, contaram à VOA neste domingo, 27, familiares.

O corpo do politico foi encontrado em Pindanganga, distrito de Gondola, numa zona que é palco de confrontos entre as Forças de Defesa e Segurança (FDS) e os dissidentes da Renamo, a autoproclamada Junta Militar.

O local referido fica a cerca de 60 quilómetros de onde foi reportado o sequestro do também ex-delegado da Renamo em Manica.

O corpo de Matequenha foi descoberto por camponeses, que informaram aos familiares que o ex-deputado apresentava sinais de tortura.

“Recebemos (no sábado) informações que na quinta-feira (24) foi descoberto um corpo, que estava de calcões, com os pés inchados – sofreu bastante, foi castigado, foi torturado – e as características que me deram coincidiam com as do meu pai” explicou à VOA, Almirante Matequenha, o filho do político.

Após a denúncia, a filha do antigo deputado foi enviada para o local com uma fotografia, o “que viria a se confirmar que era o corpo do meu pai”, disse Almirante.

Quando os camponeses encontraram o corpo procuraram por familiares e, não tendo encontrado, enterraram o corpo” num cemitério, acrescentou o filho do politico.

A família, disse, pretende realizar um funeral digno.

O corpo de Matequenha foi encontrado numa zona com forte presença das Forças de Defesa e Segurança, o que leva a família a ter receio de exumar sem a presença policial.

“Pedimos a quem de direito para nos fazer chegar à zona” disse Lurdes Inácio, esposa do politico.

Sofrimento Matequenha foi raptado, por homens com farda da Polícia, na sua residência, no bairro Nhamaonha, cidade de Chimoio, no domingo, 13 de dezembro, disseram os seus familiares.

Ex-ministro Manuel Chang aguarda há dois anos extradição da África do Sul

No fim deste mês, faz dois anos que o ex-ministro das Finanças de Moçambique Manuel Chang está preso, sem julgamento, na África do Sul a aguardar extradição por alegado envolvimento em dívidas ocultas de mais de 2 mil milhões de euros.

Aos 63 anos, Manuel Chang foi detido em 29 de dezembro de 2018 no Aeroporto Internacional O. R. Tambo, em Joanesburgo, a caminho do Dubai, com base num mandado de captura internacional emitido pelos Estados Unidos em 27 dezembro, pelo seu presumível envolvimento na “cabala” multimilionária no vizinho país lusófono.

Chang foi ministro das Finanças de Moçambique durante a governação de Armando Guebuza, entre 2005 e 2010, e avalizou dívidas de 2.200 milhões de dólares secretamente contraídas a favor da Ematum, da Proindicus e da MAM, as empresas públicas referidas na acusação norte-americana, alegadamente criadas para o efeito nos setores da segurança marítima e pescas, entre 2013 e 2014.

A mobilização dos empréstimos foi organizada pelos bancos Credit Suisse e VTB da Rússia.

“Este caso tem um impacto significativo nas finanças de empresas, bancos, instituições públicas e sociedades”, vincou a juíza sul-africana Sagra Subroyen, em 15 de fevereiro de 2019, ao rejeitar o pedido de liberdade condicional durante a leitura de uma longa sentença, em que fez a radiografia de “uma cabala elaborada”, considerando que o arguido demonstrou ser um indivíduo “conservador, pedante e desconfiado” durante a negociação do seu pedido de caução, apesar da aparente “vida de luxo que se recusou a justificar”.

A juíza afirmou que o arguido é acusado pelos Estados Unidos de ter recebido 12 milhões de dólares em subornos – sete milhões pelo “sucesso” dos empréstimos para as empresas públicas, e 5 milhões através de duas empresas-fachada em Espanha, e que “não conseguiu provar o motivo de tais transações financeiras”, nem sequer recordar os detalhes das visitas a Portugal, onde esteve dois meses antes de ser preso na África do Sul.

Washington e Maputo solicitaram a extradição do ex-governante moçambicano junto das autoridades sul-africanas, tendo a detenção do dirigente da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), o partido no poder em Moçambique desde 1975, desencadeado outras detenções, entre as quais o filho do ex-Presidente Guebuza.

“O caso é inédito [na África do Sul], até do ponto de vista de direitos humanos num Estado de direito, dois anos é problemático porque o homem não foi julgado e está em detenção simplesmente a aguardar a decisão final para a sua extradição”, sublinhou à Lusa o jurista sul-africano André Thomashausen.

Desde janeiro de 2019, quando Maputo começou por solicitar a Pretória a extradição de Chang para “prestar declarações como testemunha”, as autoridades moçambicanas têm repetidamente apresentado novos argumentos e alterado as circunstâncias do caso, pelo que, este ano, Manuel Chang passou a ser arguido num processo crime, 16 meses depois do pedido original para a sua extradição.

“É curioso que demorou esse tempo todo para entender que a Lei da extradição requer sempre que uma pessoa seja constituída arguida. Não existe extradição de testemunhas”, referiu o jurista.

O advogado de Manuel Chang, o sul-africano Rudi Krause, defendeu por seu lado à Lusa que dois anos depois “a posição legal não se alterou de todo”, salientando que a extradição do ex-governante deveria ter sido “imediata”.

No último dia no Governo, o anterior ministro da justiça sul-africano Michael Masutha, nomeado pelo ex-presidente Jacob Zuma, decidiu repatriar Manuel Chang em 21 de maio de 2019, “para ir a julgamento em Moçambique”, mas a decisão foi de imediato revogada pelo seu sucessor Ronald Lamola, nomeado pelo Presidente Ramaphosa.

Antes do início do confinamento da pandemia da covid-19, em março deste ano, os Estados Unidos voltaram a acusar Moçambique de pretender com a extradição de Chang proteger Guebuza e altos quadros da Frelimo, suspeitos de terem recebido 150 milhões de dólares [138,1 milhões de euros] em “luvas”, “incluindo 10 milhões de dólares para o partido, e 60 milhões de dólares para Armando Guebuza (ex-Presidente) e o seu filho”.

Segundo Thomausen, “há novos interesses em jogo” que dificultam o desfecho do caso, uma vez que “por detrás da solidariedade entre o ANC e a Frelimo, existem interesses económicos corruptos muito sérios, porque uma grande parte das dívidas ocultas foi depois canalizada através da África do Sul”.

“Duvido muito que Manuel Chang consiga manter o seu silêncio porque também já deve estar farto de ser a pessoa que fica com todas as culpas, ficou preso já dois anos, só para salvaguardar os interesses dos seus camaradas”, frisou.

Em causa, refere a mesma fonte, está agora a alegada “privatização” da Polícia da República de Moçambique (PRM) e das Forças Armadas e de Defesa de Moçambique (FADM), no âmbito de uma “militarização” em larga escala na província de Cabo Delgado, contra o alegado “terrorismo ‘jihadista’” no norte de Moçambique, que divide os Estados-membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e da União Africana (UA), presidida atualmente pelo Presidente Ramaphosa, quanto a uma possível intervenção na resolução do conflito.

“Poderia até dizer-se que abre um novo episódio de dívidas ocultas, porque esta militarização de Cabo Delgado, agora está a produzir encomendas volumosas de equipamento aqui na África do Sul, a favor de um empresa de armamento privada, que é muito bem conhecida e tem ligações intrínsecas com o ANC, financiou desde 1994 todo o tipo de despesas pessoais de dirigentes e ministros do partido no poder, evidentemente está em vias de receber, ou já recebeu, uma encomenda que ronda os 100 milhões de dólares”, salientou.

Angola fecha fronteiras a África do Sul, Austrália, Nigéria e Reino Unido

Por medo da disseminação da nova variante do Coronavírus SARS-CoV-2 muitos países estão a fechar as suas fronteiras. O Governo angolano decidiu alinhar e suspendeu as ligações aéreas, terrestres e marítimas com a África do Sul, Austrália, Nigéria e Reino Unido. A decisão entrou em vigor as 00h00 do dia 26 de Dezembro do mês corrente.

“Convindo garantir a prevenção e o controlo das fronteiras nacionais, estão suspensas as ligações aéreas, terrestres e marítimas de passageiros provenientes da África do Sul, da Austrália, da Nigéria e do Reino Unido, a partir da meia-noite do dia 26 de dezembro de 2020”, informou o Governo angolano, em um comunicado dos ministérios angolanos do Interior, das Relações Exteriores, da Saúde e dos Transportes, citado pela SIC Notícias.

O mesmo comunicado, citado pelo Notícias ao Minuto, adianta que serão criadas as condições para a retoma das ligações tão logo a situação epidemiológica o permita e segundo o que for determinado pelas autoridades sanitárias competentes.

Entre os países lusófonos, Angola regista 396 óbitos e 17.099 casos, seguindo-se Moçambique (156 mortos e 18.108 casos), Cabo Verde (112 mortos e 11.696 casos), Guiné Equatorial (85 mortos e 5.236 casos), Guiné-Bissau (45 mortos e 2.446 casos) e São Tomé e Príncipe (17 mortos e 1.009 casos).

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