Sociedade MRM reassenta 105 famílias na nova vila em Namanhumbir

MRM reassenta 105 famílias na nova vila em Namanhumbir

Cento e cinco casas foram entregues a famílias na aldeia de reassentamento de Namanhumbir, construídas pela Montepuez Ruby Mining (MRM) para realojar as comunidades de Nthoro que residiam na concessão.

Para o efeito, a mineradora desembolsou 10 milhões de dólares para a construção da nova aldeia, que faz parte do contrato de concessão.

A nova aldeia em Namanhumbir e as terras agrícolas associadas cobrem uma área de 2.400 hectares. Além de fornecer casas para as 105 famílias reassentadas, a aldeia dispõe de infra-estruturas de água e electricidade, uma escola primária, mercado, igreja, mesquita, posto de polícia, cemitério e um aterro sanitário.

A MRM desenvolveu também um centro de formação profissional dentro da aldeia como parte do seu compromisso com o desenvolvimento contínuo da comunidade. Com um custo adicional de 1,4 milhões de dólares para todo o programa, as instalações do CFP incorporam um bloco administrativo, duas salas de aulas, duas oficinas, balneários e duas residências de empregados e irão formar 2.100 jovens locais num período de sete anos.

Cada família vai receber um Título de Propriedade (DUAT) concedido pelo Estado, para uma área de 5.000 m2, que inclui a casa principal, todas as infra-estruturas adicionais e dois hectares de terreno agrícola.

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De acordo com a Administradora de Montepuez, Isaura Máquina, esta transferência satisfez tanto os próprios residentes como também o Governo. “Isto tem um grande impacto nas nossas comunidades, à medida que se mudam para casas convencionais, com água potável e electricidade, o que irá melhorar a sua qualidade de vida. Além disso, as novas casas vão impulsionar o desenvolvimento do nosso distrito”.

O processo de reassentamento tem tido lugar em colaboração com as comunidades. Tendo-lhes sido mostrada a casa modelo, foi-lhes dada a oportunidade de dar o seu feedback e os membros de cada família foram também trazidos para familiarizarem-se com as casas e verem como estava a decorrer a construção.

O presidente da MRM, Samora Machel Júnior, acredita que a participação dos residentes foi fundamental para garantir a confiança. “Estou realmente feliz, porque estamos a atingir o auge de um processo que levou algum tempo. As comunidades precisavam de ser convencidas de que a actividade da MRM iria beneficiá-las. A construção da aldeia foi sempre uma prioridade para nós, apesar das dificuldades impostas pela Covid-19, num ano em que não tivemos receita nenhuma. Contudo, continuamos a assegurar que as nossas comunidades tenham uma qualidade de vida melhor “.

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